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Revista veja da semana 22/10/2014 - Petrobras: Doleiro diz que dinheiro desviado abasteceu a campanha de Dilma em 2010

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Veja online 2396 22 10 2014

  1. 1. *m " ' na. ~ “ ELEIÇOES , je? VISAO 2030 Pela primeira vez em 25 anos, :Í E 0 Brasil na “w os indecisos vão definir quem 'i ' encruzilhada entre será o presidente da República E = 'A ' « a Africa e a Europa Editora ABRIL edição 2396 - ano 47 - n! 43 22 de outubro de 2014 wvww. veia. com EscÂNpALo DA PETROBRAS l" : A campanha presidencial de 2010 do PT levou dinheiro do petrolão a; 28 deputados federais recebiam propinas mensais AlberloYoussef para apoiar o PT
  2. 2. Ter flexibilidade no uso dos seus limites de crédito é muito melhor. (7 z EE! l Três produtos em um único limite para você usar de acordo com a sua conveniência, sem necessidade de transferência entre limites. CARTÃO DE CREDITO CHEQUE jFÍ'. :lãlãíllllliíil EspEcmL '-1 JEI. › 1 . sil: jij, ›.l_íalà-fli~: -.íç; l CRÉDITO PESSOAL Fale com o seu Gerente. Fone Fácil Bradesco: 4002 0022 l 0800 570 0022 SAC - Bradesco Cartões: 0800 727 9988 SAC - Alô Bradesco: 0800 704 8383 SAC - Deficiência Auditiva ou de Fala: 0800 722 0099 Ouvidoria: 0800 727 9933 bradesco. com. br E371, @Bradesco Eifaceboolccom/ Bradesco k . _ . JF. ».31 -* qrff-íg- . .- , ; ° -ñam-_Jz_ p “ii
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  4. 4. ix35 A HYUNDAI CADA MOHTADDRA EOHQUISTDU. EM UM EMPATE. A SATISFAÇÃO MAIS ALTA COM 0 PROCESSO DE VENDAS, EM PESQUISA REALIZADA PELO ! HSTITUTO . LD. POWER. Câmbio automático Painel multimidia completo com tela de Touchscreen Botão Start/ Stop Bancos com detalhes de 6 velocidades de 7" contendo GPS, Bluetooth. rádio integrado com de partida de motor. de couro. com Shiftronic. leitor de CD e MP3 e Entrada para iPod. USB e Auxiliar. Chave inteligente de abertura Volante com regulagem Motor 2.0 flex 178 cv. Comando de som e celular no volante. e fechamento das portas de altura. Sensor de estacionamento e câmera de ré. por proximidade. E Pedestre, use sua faixa.
  5. 5. Z# Hyundai ix35. A qualidade e a tecnologia do SUV que conquistou o mundo. ANOS . . P67» H um n¡ oiinonrmuu r *' CONSULTE COODIÇO ES no SlTE ' UM TEST DRIVE _ A Hgundai CAOA recebeu a mais alta pontuação numérica em um empate no estudo J. D. Power Sales Satisfaction Index (SSl) Study” Brasil 2014. D estudo baseou-se em 3.494 respostas de compradores de veiculos novos de 12 marcas, de um a sete meses ap os a compra. 05 resultados do estudo são baseados em experiências e percepções de clientes pesquisados entre os meses de março e abril de 2014. Suas experiências podem sofrer variações. Visite o site httpt/ /brasil. jdpoweccom, '/ '-$'x nEw THinKinG. HYLll'IDHl nEw POSSIBILITIES. DISTRIBUIDORES EM TODO 0 PAÍSI 0800-7703355
  6. 6. 9 MII_, HÕES n¡ FAS pu 2 CENTIMETROS? Ter o canal de comédia mais famoso da internet ou 2 centímetros? A Porta dos Fundos sempre va¡ preferir os 2 centímetros. Porque piada, pra esses caras, é coisa séria. Eles encontraram na liberdade do YouTube o canal perfeito para piadas ácidas e inteligentes. E o resultado é surpreendente: mais de um bilhão de visualizações. Não é mesmo, Mário Alberto? Chore de rir no YouTube/ Porta dos Fundos. Novos episódios toda segunda, quinta e sábado.
  7. 7. 19.0.34. lilv! ... x31¡ . ,4Iu. .. l¡ ? arte das Fllllüüâ A lim ltllie Ml as + 9.001.768 F
  8. 8. ILUSTÍL-ÇÂO MARIO ALBE RTO F _ "É *u EDIÇÃO 2396 I ANO 47 I N? ” 43 lllAGElil ; L 158824 EXEMPLARES 12] carla ao Leitor 15| Entrevista Carlos Nobre 22| Lya Luft 29| leitor 32] Blogosfera rV Nobre: “Haverá * outros anos de à “ s_ . « seca” mu. 15 ç; ANlml-Kí¡ Mruu Panorama 3B[ Imagem da Semana 38| Datas 40[ Holofote 42| Conversa com Camila Piccini 42| Números 43| SobeDesce 44[ Radar 48| Veia Essa Roberto JelTerson: o petrolão como '25' capítulo fina! " do mensalão não. 48 GALERIA O trabalho nas grandes cidades FOTOS URBAN PHOTOGKAPHFJ( OF THE Ilveja r Segundo Youssef, esquema É* de corrupção ñnanciou eleições e corronzpeu parlamentares governistas PÁG. 70 Especial Eleições 50| Segundo tumoA força dos indecisos 56| Campanha 0 ataque contra o caráter 58| Desenvolvimento As metas para dobrar a renda média brasileira em vinte anos 66| Mercados A desaceleração mundial pode, agora sim, pegar o Brasil Brasil 70| Petrobras Doleiro diz que dinheiro desviado abasteceu a campanha de Dilma em 2010 . i/. ciucuoaionrui MAIS AULAS PARA QUÊ? Na disputa pela Presidência. Dilma Rousseff e Aécio Neves prometem, se eleitos. ampliar o ensino em tempo integral nas escolas brasileiras. Reportagem de VEJA. com mostra que a medida. além de onerar os cofres públicos, não garante qualidade de ensino. “Aumentar o tempo de aula sem prever o que deve ser ensinado pode até prejudicar o desempenho do estudante". diz Marcelo Neri, ministrochefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência. : sm-mao com EL' oo Quem val' decidir a eleição presidencial disputada por Aécio e Dilma PÁG. 50 . N¡›r<ex-Al. r›: r<1'l. vi Ana uma: confiança ao _ hospedar N estrangeiros em ' sua casa no Rio de Janeiro PÁG. 92 ' mms stados Unidos, Inglaterra, Israel, Japão, Austrália e Namí- Ebia são alguns dos países que desenvolveram, nas últimas décadas, soluções para lidar com a escassez de água ou secas sem precedentes. Reportagem no site de VEJA mostra quais foram as melhores med idas de longo prazo adotadas inter- nacionalmente e o que especialistas indicam para o cenário paulista. “O reúso e' uma solução que deve ser implementada, pois permite a utilização da rede de abastecimento que já temos", diz José Carlos Míerzwa, professor da Escola Politécnica da USP. ' A reportagem fala ainda do novo pensamento econômico a respeito de bens como a água, que hoje não são devidamente precificados.
  9. 9. 5*¡ ll ~"-i Çlliviíicltt : |¡i; ::. r j]yr: r_ Êta_ ai; 'laio ~ *internacional =3I "ziÍilllilí bull: latim 'HJ', 'à / / " iõlvenezuela Quanto piora _h V, _. - . a _ _ VW_ g ' economia, maior o controle ' L' “ ' “l l 'F 'l' *'“' É Ê sobreocrdadao Leto __¡H¡__. ;¡| .|¡¡¡__ L? ” i É' ' “Geral G1,] Inf: nutrir: É¡ I, à . _ K 78|Gerrte ' __ cw; 80|5aúde0 pânico causado pelo er¡ ~: .lzziyj j¡ : :ur: rã ' ebola _ Ç. , s4|crimeQueméoserialkiller "iilgirlun : limit: nrrulriei . a *al-b _ cle Goiás ; g Ficção fortemente cientifica no 86| olimpíada A era da opulência se foi livro Perdido em Marie não. 100 90| Negócios 0 sucesso dos sorvetes mexicanos no Brasil 92| ComportamentoA crença na honestidade alheia com a revolução da internet 98| Gustavo loschpe 5*': r.<$: t:rgl: r¡t: 1 HIIWI ai: ›_ -r nr. _. _. Artes & Espetáculos 100] Livros Perdido em Marte, de Andy Weir 104| Cinema Relatos Selvagens. com Ricardo Darin 106] Na Quebrada, de Fernando Grostein Andrade _ , 108] Veia Recomenda Enfermeira americana infectada pelo ebola 109| os livros mais vendidos senda traltsferlda de Dallas para Atlanta PÁG. 80 110113. nuno " ¡rim-'H m. .., .n 2.0191¡ na. . DAVI D IJSMF i-txlrmr '. '”. *^'. *. . 'I-I: .i-r-l, .«1-1rr. .'-r~ . .a culinaria 44| -iriíillil -lL 'riu-runas 'Inc cl¡ : fui (dito. “n13, 61-3] _ -n FÓRMULA lili MISÉRIA A Vida na Sarjeta. que chega às livrarias na semana que vem, é a primeira obra editada no Brasil do psiquiatra e escritor inglês Theodore Dalrymple. E um retrato desencantado da sociedade britânica vista de uma perspectiva singular: a de um médico que trabalhou por mais de dez anos em um hospital e uma prisão de um bairro pobre. Na obra, ele sustenta que, se a miséria material foi varrida do mundo desenvolvido, a "pobreza da alma” se aprofunda, patrocinada pelo assistencialísmo irrefletido. Em _, entrevista ao site de | . LAN RAH RON VEJA, ele explica por à 3B i. que o mau exemplo « , r g « r britânico deve servir i ¡S! . y « › de advenêncla pala a, Vrum: :lar-til: rllí3ilglllll* o Brasil do Bolsa Familia. '. '|', '“. 'l. 'h¡: J-i-l. .-<'il¡. x¡I LiVr-YDANN 'FARIJI FJCORBISJLr-ÍTÀYlOCK l p) . .A . " ' . _l , , _ k . ç . ' 97.¡ _ _IDF _ 'Z . ' 'I : CDF ¡ : E 'm' ' . . 'Í t f: __. U 4 . a' _ t 'r - _ i' Í - veia I 22 DE OUTUBRO. 2014 i9
  10. 10. _ x à? ? , ¡VIAIS AMOR. NÍMS MALAS. EM BUSCA DA PÉOMOÇÃC¡ ^_ _ 7;' _Wi- . FJLH. 'às 4; ›¡ SYNC” MEDIA SYSTEM ADVANCETRAC' COM BLUETOUTH”. CONTROLE COMANDO DE voz ELETRÔNICO DE EASSISTÊNUA DE ESTABILIDADE EMERGÊNCIA ETRAÇÃO
  11. 11. CHEGOU O NOVO me: * -* ~~ E E ocoMEço DE UMA GRANDE HISTÓRlA. ASUA.
  12. 12. Carta ao Leitor urante um ano, cerca de 2 000 ci- dadãos de 51 cidades sejuntaram a mais de 150 especialistas em saúde, educação, segurança pública, tri- bu tação e gestão pírblica para, com o apoio de Arapyaú, Brava, Centro de Lide- rança Pública (CLP), Comunitas, Instituto Queiroz Jereissati, Movimento Brasil Competitivo, McKinsey Global Institute (MGI) e Instituto semeia, produzir o "Visão 2030", um dos mais completos estudos sobre a realidade brasileira. Uma reportagem especial desta edição de VEJA publica o resultado desse esfor- ço. O Visão Brasil 2030 vai além do diagnóstico da atual situação brasileira e adianta uma avalia- ção sobre que tipo de país, realisticamente, po- demos vir a ser dentro de quinze anos. A primeira conclusão é que, inserido em um mundo de economia dinâmica e competitiva, o Brasil não tem como opção permanecer onde es- tá, com um PIB per capita de apenas 11 000 dó- lares, patamar de renda que nos permite uma qualidade de vida intermediária entre a da África do Sul e a do Gabão. É uma vergonha para um pais que se pretende um ator de primeira grande- za no palco da diplomacia e da economia mun- diais. Mas nem esse posto nos está assegurado. Uma má notícia é que, mantidas as atuais cir- cunstãnci as, vamos afundar, regredindo aos pa- drões em que hoje se encontra o Djibuti, pais em que quase metade da população ganha menos que o mínimo necessário para a sobrevivência. A boa noticia é que, se nos próximos vinte anos os governos brasileiros contribuírem para a instalação de um ambiente propício à criação sustentável de riqueza, o Brasil poderá mais do que dobrar sua renda per capita, chegando a 24 000 dólares, e assim atingir a qualidade de vida que hoje desfrutam alguns paises da União Entre a Polônia e o Djibuti Se fizemos tudo certo, o Brasil poderá, em vinte anos, ter uma qualidade de vida igual à da Polônia hoje Europeia, como Polônia e Portugal. É muito esforço para pouco resultado? Longe disso. Atualmente, a qualidade de vida para a maioria da população daqueles paises é superior ao pa- drão de nossa classe média alta - e inimagina- velmente melhor em comparação com a dos brasileiros menos favorecidos. Basta contemplar a opção de afundarmos pa- ra que fiquemos animados com a perspectiva de equiparação a paises europeus, mesmo que não os de ponta. O Brasil precisa se clescomplicar e começar a crescer em um ritmo, pelo menos, su- perior ao dobro dos 2% anuais dos últimos qua- tro anos. O momento demográfico nos é extre- mamente favorável agora, mas, se não o aprovei- tarmos para acelerar o crescimento econômico, poderemos não ter recursos para pagar as apo- sentadorias das pessoas que hoje contribuem pa- ra fundos de pensão ou das que dependerão do sistema público. O desafio atual é claro. Nossa sociedade tem de enriquecer antes de envelhecer. O Brasil vai ser o que dele nós fizermos, com nos- sas ações e nossas omissões. A escolha é nossa. 12 I 22 DE OUTUBRO. 2014 I veja
  13. 13. l 5.EOu. c._w. mL. »›§ : :ameaçado t: e ccmõ. : cuca ewmãv_ wcoõ H [lt
  14. 14. A Cherg já inaugurou sua fábrica no Brasil, mas a comemoração só está começando: toda a linha com taxa a partir de 0%. Aproveite. Imagens íl ustmúéas. causa saum¡ 1.5 Novohcco AUmMAnco 2.o Novo QQ r. o cum run-cn 1.5 A PARTIR DE TAXA 0% A PARTIR DE' TAXA 0,49% A PARTIR DE TAXA 0% A PARTIR DE TAXA 0% _ EMATÉ24x. 58390 EMATÉM: : p . EMATÉZ-fx. R 33_ 90 EMATÉNx. Tag-lilo? ) rvlsrAou isvêrãgugo Altera? , W O U Acesse cherg brasil. com. bre conheça toda a linha. IIGGO Ml'. 201432015. il vista RS ENSQDDO. IIGGOAT. 20| 42015. l viela RS 583609010” do lurosdo 0.45% am. o rm do lulu¡ do 6.04% 1.a. para u! :macios 11500 MT o AI. UGGO W. 2014/2015, com Mitac¡ do RS 32.594,0) (W o saldo da 24 parcelas (de ns 994,32 sro B 1.023,80). TIGGO A1', zur-mois. com entrada do M : SÉAOO (60%) o saldo ao 24 : araras (ao R5 ! $66,27 atá ns ! D95 7a). Velo¡ aa pucca. IOF. tantas da cadastra o registro ao contrato podem variar da awvoeom atendo. bem como ocusloêlerhro Tora' (de RS 56357.73 me 3361592510- C916¡ Halen. zourzor 5. ¡Wsla RS 33990.00- Celer Swan. 20| 4. é vista R5 34390.00. Taxa de juros de 09s (zeropor canto) para os : :rodelas Cel ar Hatch n calar Saem. calar Haras. 2014/2015, com emma¡ da RS 20.3940) (60%) o saido da 24 paradas (da RS 580.38 n16 ns 608,16). Cefet Sedan. 2013/2014, com emma¡ de RS 2053940001736) + saído de 24 parcelas (do RS 651.17' : no R$658,95). Valor da marcela. IOF. tarifas do cadastros registrado conrmrnpodem «mu do acordo com o oslado. bem cano ocusio Efetivo Tout (do RS 34 3213.07 ale Hs 38.005.203- 00 t. O.20¡4m015.àv's1a R3 23.990.00- OD 1.0 Act. 2014/2615. à viseu R5 25990.00. Taxa do mas ao 0% two Dor como) para os meados QO 1.0 o OO 1.o Act OO L0. 2014/2015. com entrada do RS 11396.00 (50%) o salao de 24 parcelas (do RS $12,61 até R5 $10.38). OD 1.0 Act. 2014/2015. com entrada de as 12.995,00 (50%) o saldo da 24 parcelas (de RS 554.94 are as 562.71). valor d¡ parcela. IOF, uniu¡ da cauasrm e registro da contrata podera variar de acorda com o saem. bem como o Custo Elarlvo Tum] (de RS 24197.58 : IA RS ZESKJJS). Oferta¡ validar par¡ a mos 6B concessionaria: chary Brwl. valores com base nolinanclanmw raallzaoo cadastramento pobbanco cmvonlano com a Chary Brasil o com as condicoes : uma descritas. Para wins condiçoes. cortar! toa ouvisse-ama cm uma mais proxima. credito : uma a aprovnçbo ao mesmo. 010m3 «ardente : :nono t4. podendo oovarorea ser mundi-manos este norma. conforma Politica cometa¡ da crwry Brand. Fotos ilustram/ nn. Preços o formos do paga-honra anunc Iaoce nao sãownulamos com outra: promoções. A Chnry Brasil reserva-w o dlrnllo do Madden: n : :armazenadas roonlcan, os propos o/ ou a comecou doa prod uv» anunciadas sem prévio aviso. Temos a condiçoes da Suomi¡ Chary Brasil dentada¡ nu Manual do Proprierüb. Canina¡ os preços das revisao¡ no site de Chsry Brasil.
  15. 15. ÉWÊEÉWÊÊÊQ CARLOS NOBRE Vidas secas no Sudeste 0 climatologista diz que, embora não seia possível prever o fim da seca nessa região, os brasileiros devem se preparar para uma forte mudança nos padrões das estações do ano m sua longa trajetória como cli- matologísta no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o paulistano Carlos Nobre sempre se diferenciou por entender os fenôme- nos de maneira abrangente, muito além dos ¡nodcios meteorológicos. Atual- mente, trabalha no lviinistério da Ciên- cia e 'Fecnologia e é membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), da ONU, razão pela qual se diz ganhador do Nobel da Paz de 2007. “As mudan- ças climáticas são uma ameaça à segu- rança mundial, pois causam quebra de safras, migrações em massa e guerras", explica. Da Inglaterra, oilde esteve para nnnistrar uma palestra sobre o futuro da Amazônia no University-College de Londres, Nobre falou a VEJA. 0 reservatório da Cantareira, que abastece 8 milhões de moradores do Sudeste, está com apenas 4% de sua capacidade. No Rio de Janeiro, o fogo se espalha pela região serrana. Quan- do essa seca vai acabar? Não há como prever. O que posso dizer é que, infe- lizmente, os meses de setembro e ou- tubro estão mais secos que a média Iiístórica. Como são meses de transi- ção para a estação das chuvas, isso não c' um bom sinal. Mas também IiãO sig- nifica que novembro terá o ¡nesmo perfil. Para 2015, não há elementos científicos suficientes para dixer sc o ano será Inuito árido ou NÃO. Sc for, o impacto será devastador'. Com tantos cientistas debruçados so- bre o assunto no Brasil, como justifi- car tanta imprevisibilidade? Sabemos o que aconteceu, mas desconhecemos as suas causas. Às xrezes, passam-se anos até que sc consiga saber o porquê de um fenômeno. Sem essa informa- ção, também não é possível responder sc a estiagem vai ou não se repetir. Como os últimos dois anos foram . wont cá x1 , um tropicaiizççãg idaslrçgrões __-__- FELIPE CARNEIRO veja I 22 DE ourunno. 20m I 15
  16. 16. heringrombr : a CLaHermg : <'@Her¡ng_or¡crai @henngLoficial
  17. 17. e malmente é um período de pouca-chu- Entrevista CARLOS NOBRE muito áridos no Nordeste, criamos, em novembro do ano passado, um grupo de trabalho com alguns dos mais importantes climatologistas do Brasil para melhorar as previsões me- teorológicas. Não enxergamos nos ventos, na temperatura ou na pressão no Atlântico ou no Pacíñco nenhum sinal que pudessepptever a estiagem no Sudeste. Mesmo depois de a seca se estabelecer, voltando a estudar os modelos computacionais, verificamos que nenhum deles dava indício do que acabou acontecendo. As previsões no Sudeste sempre foram mais complica- das. Enquanto no Nordeste o clima depende muito do que se passa nos oceanos Atlântico c Pacífico, no Su- deste a lógica é caótica. Ê quase im- possível decifrar sinais precursores e desenhar o cenário mais possível. 0 que se sabe, então. sobre a seca no Sudeste? A estação do inverno nor- va na área entre o Paraná, a Bahia e o sul da Amazônia. Nessa época, um sis- tema de alta pressão atmosférica que vem do oceano impede que as frentes frias tragam a umidade do Sul. Muito atipicamente, esse quadro aconteceu durante o verão, de janeiro a março. Esse sistema seco e de alta pressão ñ- cou parado por ali, barrando as nuvens e provocando a seca. Uma das conse- _ _cjuencias cjque tivemos um mês de _fe- vereiro muito quente. Quando esse sis-Í 7 tema arrefeceu, em abril, a temporada de chuvas já havia acabado. É possivel põr a culpa no aquecimento global? O planeta está mais quente e há mais vapor de água na atmosfera. É um fato. Então, a probabilidade de ter nuvens, tempestades e ven tanias au- menta. Nos anos em que não há chu- vas demais, prevalece O cenário opos- to. Vai-se então de um extremo a ou- tro. Na Amazônia, há uma alternância de secas e inundações desde 2005, quando aconteceu a maior estiagem até então. Em 2010 o quadro foi ainda mais severo. Mas em 2009 a região vi- veu uma inundação recorde, que foi quebrado pelo excesso de chuvas de 18 l 22 DE OUTUBRO, 20H I veja “Não há um cenário 201i2, e novamente em 2014. Em dez anos-a Amazônia-teve-as duas mais in--Ípenso a- desastres naturais e que é pre- tensas estiagens e também as três pio- res inundações. De acordo com as con- clusõ es do IPCC, da ONU, essa varia- bilidade maior entre extremos é prova- velmente fruto do aquecimento global. Sobre o que está acontecendo em São Paulo c na região da Cantareira, contu- do, *prefiro ser mais cauteloso. i Por: quê? Há outras complicações. Em anos anteriores, em São Paulo ocorre- íramrchuvas muito intensas, que causa- ram inundações três vezes mais fre- quentes do que há setenta ou oitenta anos. A temperatura média na cidade está de 2 a 4 graus mais alta do que no inicio do século passado. A causa mais provável dessa alteração no microclí- ma : de São Paulo é a urbanização. Com a troca radical de vegetação por asfal- to e concreto, São Paulo se tornou uma ilha de calor. O aumento de 30% na média anual de chuvas na cidade nesse periodo se deveu à elevação da temperatura. Nasci e vivi cm São Pau- lo até os 17 anos. Eu mc lembro da inundação no Mercado Municipal pelo transbordamento das águas do Rio Tamanduatei. Foi marcante por ser umcvento raro. Atualmente isso vinha acontecendo duas ou três vezes por ano. E preciso estudar se O regime de chuvas alterado na área urbana de São Paulo tem relação com a estiagem na região da Cantareira. 0 Brasil deixou de ser menos exposto a desastres naturais em comparação a outms países. como se costumava acreditar? Existia aqui uma crença de que o Brasil era um pais abençoado por Deus. Falava-se com orgulho que não havia furacão, terremoto nem ne- vasca. Era enrolação sem base na rea- lidade. O Brasil sempre foi um país muito afetado por chuvas intensas, torrenciais, deslizamentos de terra e secas muito pronunciadas no Nordes- te. A tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011, acabou com essa falsa ideia. A morte de mais de 900 pessoas naquele episódio forçou uma mudança de paradigma. Hoje não há dúvida de que 0 Brasil é um país pro- ciso ter uma política pública para di- minuir a vulnerabilidade da população c das atividades econômicas. A seca no Sudeste também está aju- dando a derrubar esse antigo mito? O quea escassez está fazendo agora é sepultar outro mito: o de que o Brasil é um país com muita água. Dizia-se que o pais tinha uma das maiores dis- _ 999m¡iidaciçíhjílriçêsíwc TÚPPÚÊLÊYE bora com alguns desequilíbrios no Nordeste, mais seco. Não é verdade. Na média, está correto dizer que no Brasil há muita água, mas ela está mais concentrada na Amazônia. Esse não é um recurso distribuído igual- mente em todo o território. A. seca no Sudeste, então, deve servir de apren- dizado. E preciso que todos entendam que a água e' um bem escasso em mui- tas áreas do Brasil. como a estiagem poderia ser contor- nada? Talvez seja necessário que ocor- ra valorização econômica da água, que hoje custa muito pouco. Por ser tão ba- rata, a águasempre foi desperdiçada e nunca houve incentivo para elevar a eficiência de seu uso. Um aumento de
  18. 18. preço muda ria esse comportamento. Também será preciso redimensionar os reservatórios de água e investir mais nessa área. Não se sabe quanto tempo esse quadro adverso de seca vai durar, mas com certeza absoluta ele vai se repetir com mais frequência. Se- rá imperativo guardar o excesso de água em uma estação para dispor de reservas no ano seguinte. Não há um cenário apocalíptico no horizonte, com falta de água expulsando as pessoas de grandes cidades ou escassez de comi- da, mas é certo que haverá outros anos dc seca. Talvez dois ou três, em sequên- cia. Até mais. Por isso, temos de nos preparar. Entre as soluções mais ób- vias estão aumentar o número de re- servatórios, buscar outras fontes de água, incentivar o reúso e desperdiçar menos. Em Israel e na Alemanha, o es- goto é tratado e a água limpa é lançada de volta aos reservatórios. mundo que poderiam ser copiados? Um bom caso 'é o de Nova York. O sis- tema dc lá capta água para o consumo humano a mais de 200 quilômetros de distância, nas montanhas a noroeste da cidade, na fronteira com o Canadá. Em tese, os americanos não precisa- riam fazer isso agora. Mas eles estão levando em conta que o aumento da temperatura no verão significará maior CYEHJQTRÇÂQ dBi-i $135 fPPÊES-JÊEÍÉO C0: meçaram a fazer hoje aquilo que só se- ria necessário daqui a cinquenta anos. A tecnologia tem pennilido que a agri- cultura brasileira sofra menos com a seca? As plantações irrigadas são me- nos atingidas, mas a maior parte da agricultura ainda depende da chuva. Ao olhar os números nacionais, o im- pacto não parece tão grande. Como o Brasil é muito extenso e tem uma agri- cultura bastante diversificada em todas as regiões, existe sempre uma compen- sação. Não há um fenômeno único ca- paz de atingir todo o território. No Sul e no Nordeste, por exemplo, a seca não foi muito pronunciada. Quando se olha apenas para o Sudeste, contudo, é ine- gável que o efeito foi grande. A produ- “Existla aqui uma ção de cana, que depende muito das De quepmaneira os pmdutores nirais poderão se proteger no futuro? E nc- cessário um novo zoneamento agrico- la, que respeite os caprichos do clima. Antes de plantar, será preciso estudar o que acontecerá com aquela região dali em diante. 'Também será necessá- rio desenvolver espécies mais resisten- tes a secas e a altas temperaturas. Des- sa maneira, seria possivel evitargue_ V 7 ondas de calor causassem a ruptura de colheitas inteiras. A Embrapa já tem um belo histórico nisso e continua tra- balhando em novas espécies. Normal- mente, a solução de fortalecer a planta reduz sua produtividade. Sua energia é desviada para torná-la mais resistente, e a planta, ao ñnal, acaba tendo menos frutos ou crescendo menos. Esse é um balanço que tem de ser alcançado ou o Brasil sofrerá muito no futuro próxi- mo. A boa notícia é que o agricultor está : nais atento a essas flutuações do que outros setores da sociedade. Ele sente isso na pele. Essa é uma área que já está se adaptando. l Essas alterações também provocarão mudanças na vegetação nativa? Até o lim do século, existe, sim, essa possi- bilidade. Os estudos indicam que muitas espécies do cerrado migrarão para o Sul. A mesma coisa deve acon- tecer com espécies da Mata Atlânti- ca. Daqui a cinquenta ou 100 anos, áreas de Mato Grosso do Sul e do Pa- raná terão um novo clima, mais pro- pício a espécies do cerrado e da Mata Atlântica. O Rio Grande do Sul pode- rá ficar mais parecido com São Paulo em termos de vegetação. Em Santa Catarina, a estação fria de inverno fi- cará mais amena. Em trinta ou qua- renta anos, Santa Catarina vai se tor- nar um grande produtor de frutas tropicais. Na Amazônia, o impacto será maior. Muitas regiões poderão não ter mais florestas. Ficarão quen- tes demais, com uma estação de seca mais pronunciada. Ao sul e ao leste da floresta, há tendência de apareci- mento de savanas. TAIé-m desses, há outros exemplos no T- chuvas, de verão, registrou-perdass-etls brasileiros aprendem-na escola a classificar regiões do Brasil de acordo com o clima. Esse mapa caducou? Não resta dúvida de que o clima está mu- dando e que os livros didáticos preci- sam ser revistos. O que está em curso é uma tropicalização das regiões consi- deradas subtropicais, que perdem o prefixo "sub”. Em vez de quatro, elas terão praticamente duas estações: o verão, mais quente e seco, e o inverno, chuvoso e frio. As estatisticas mostram que, nas regiões consideradas como subtropicais - o Estado de São Paulo, parte do Centro-Oeste e do Sul ~, os meses mais quentes do ano eram janei- ro e fevereiro. No futuro, deverão ser outubro e novembro. Os últimos dias em São Paulo e no Rio de Janeiro foram especialmente de muito calor. Isso é resultado dessa tro- picalização? Exatamente. Muitas vezes os recordes de temperatura no Sudes te estão sendo registrados em outubro e novembro. Esse é o momento em que estaríamos saindo do inverno e entran- do na primavera. Esses dias, que tam- bém são mais secos, atrasam o início da estação chuvosa. A tendência é de que essa seja a regra no futuro. I vela I 22 DE ourusno. 2014 I 19
  19. 19. «t» ! MM 55:43?" Pedestre, use sua fãiggéfz** H ' ' BANODCOM - ç t. GAPASREIWOVÍVEÍS, ' V_ penso/ same. . _ HÍGIDAEPAHA-a-IOOUE . wa g/ DEIMPULSÁQ ~ kgs_ é . ¡ ' ' It g r Í . . B I n , . . ., ¡ . - CAPA 055511595 ' JAN( OWBLL UMITÉD EDU/ DN: PLACA NUMHQADÁ DE 1 A 600.
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  21. 21. LYA LUFI' e' escritora iiüâããâ @ÊÊ “A democracia é difícil, precisa de cuidados para se manter; com ela não se brincar” . emos uma decisão a tomar: eu, você, todos nós, não importa a classe social, a raça. o credo, a sexualidade. Todos somos respon- . szíveis pelo que vai acontecer com este país: mudança para tentar melhorar, corrigir er- ros de rota, ou continuar caindo, perdendo, sen- do isolado, marchando contra as rodas da histó- ria. O pais está com a respiração suspensa, tal a gravidade do momento, da decisão que em al- guns dias vai determinar nosso futuro. E mo- mento de escutar, como se fosse um oceano, o rumor do susto, do cansaço e do desejo das gen- tes brasileiras, querendo algo melhor para si e seus_ filhos, e muitas futuras gerações. A situação penosa do país somam-se agora espantosas denúncias que se abatem sobre todos nós. Elas não fazem parte de outras, ainda mais sérias, que trouxeram para os denunciantes a delação premiada (que só ocorre quando tais fatos já vêm com comprova- ção), que correm em sigilo e mal ousamos imaginar. E de perguntar co- mo o Brasil conseguia se manter de pé - ainda que claudicante - e como, caso não mudemos o país nestas eleições, conseguirá caminhar num solo tão pantanoso. Temos andado em areias movediças: quem nos governava, quem queria nosso bem, quem almejava ordem, progresso, dignidade para seu povo? Parece agora que o primeiro resultado das urnas revela uma tomada de consciência de que o país está caindo rapidamente: economia estagnada, progresso parado, isolamento do mundo em geral, qualidade de vida em queda, ilusões aparentemente benfazejas desmascara- das na experiência do dia a dia, e agora em cada vez mais graves revelações. Vemos que, apesar dos inacreditáveis problemas e dificuldades, não somos indigentes morais nem ignorantes, pois A aparecem sempre mais e mais cabeças pensan- tes em todos os recantos, reconhecendo que é preciso fazer alguma coisa definitiva e rápida para salvar o que pode ser salvo nessa confusão. Acomodação e inércia, virar o rosto para o ou- tro lado, fechar olhos e ouvidos, tudo isso pode ser bem confortável; mas esse tempo passou. Já não se admitem mentiras nem credulidade: isso nos tornaria cúmplices de todos os descaminhos. A poeira da omissão e da indiferença começaria a cobrir tudo: no ñm, não enxergaríamos nesse nevoeiro, que não nos deixaria respirar. Nem li- vres nem lúcidos, nem informados nem contes- tadores, pagaria mos um preço alto demais, o da liberdade e do progresso, o da estabilidade e do respeito geral neste mundo globalizado. A democracia é dificil, precisa de cuidados para se manter; com ela não se brinca: se formos fúteis, desligados, omissos, aos poucos ela vai sendo reduzida, limitada, disfarçada a siga falta com belas palavras e projetos enganosos. E preci- so lucidez e atenção, e dura resistência: quem manda no Brasil somos nós, cada um destes indi- víduos de muitas idades e jeitos, com muita ou pouca instrução, muito ou pouco dinheiro, mas todos com voz para pronunciar as pala- vras-chave: liberdade e mudança. Liberdade para mudar. Cons- ciência para decidir mudar. Ser responsável pode ser cansativo, preocupante, abor- recido, tudo o que queiram; mas sem isso não poderemos nunca nos queixar da situação em que estamos, na vida pública ou na vida pessoal. Somos a so- ma de nossas escolhas: a frase é pesada, mas verdadeira. Claro que existem fatores como sorte, energia, trabalho, persistência, ânimo. Mas até a sorte fica impoten- te se não é concretizada pelas nossas decisões. Temos uma semana para resolver que Brasil queremos: que educação, saúde, moradia, infraes- trutura, dignidade e bem-estar. Muitos de nós já tomamos a decisão. Mesmo assim, tenho, com muitos outros, insistido nisto: olhos abertos, ou- vidos atentos, escolha inteligente, visão um pou- co além das nossas quatro paredes pessoais, conscientes de que este país e' nosso. A cada passo que damos, a cada trabalho que concluímos, a cada porta que fechamos ou abri- mos, sobretudo nesta fase, nestes dias, na hora de uma escolha tão importante cujo efeito vai durar um longo tempo - somos nós, tantos milhões de indivíduos, que fazemos a Iiistória do Brasil. ILUSTRAÇ ÃO ATÔMICA STUDIO 22 I 22 DE OUTUBRO. 2014 i veja
  22. 22. Xs ~~. ____ i 1a. » d - É mzaonmumnnau : É w D f¡ OLUPOEIFICIAL cueca me ppm slim lingerie esporte meia-calça SONHAR L w p ÉMELHDR n: LUPO. e
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Abril Fundada em 1950 VICTOR CIVITA ROBERTO CIVITA (1907-1990) (rose-zum comento Editorial: Victor Civita Neto (Presidente), Thomaz Souto Corrêa (Vice-Presidente), Elda Müller, Fábio Collctti Barbosa, José Roberto Guzzo Presidente Abr¡ Midia: Fábio Collcttl Barbosa President: Editor¡ una Alexandre Caldini Dirúnrêuperintandenh rltt Assinaturas: Dimas Mictto Dlrntor d¡ Manicure cnrwatlrn: Ricardo Itackncss tlc Almeida Dlrnlnn do Mobilidade: Sandra Carvalho Dinha da Publicidade carrporztív: Ivanílda Gadiol¡ Diretor-Superintendente: Rogério Gabriel Comprido Diretor de Relação: Eurípedes Alcântara Redator-achem: Fábio Altman, lauro Jardim, Policarpo Junior e 'Thaís Oyama Editores Executivos: Carlos Grant-b, Diogo Xavier Schclp, Isabela Boscov, 'Vilma Gryzinski Mitor Especial: André Petry Editores: Adriana Dias Lopes. Alcxattdrc Salvador'. Eduardo Gmcioli Tcixcira. Filipe Vil icic. Giuliano Guandnlini. Jerônimo 'Teixeira Juliana Linhares, Karina Pastore, Lt: - onardo Coutinho, xlarcclo Martim, Marin hit-nous, Oklty dc Souza, Pcdm Dias lcitc, Rinaldo Gonna Repórteres: Aluna Rizzo. Alexandre Hisayastr, Ana Luiza Daltro, Bruno hitler, Carolina lvlclo, Felipe (Ztrneim, Femantln Allegrclli. Gabriela Zini Megale, Gian Kojikovski. Isibcl Marcltczutt. Jennifer Ann 'Ihomns. Luciano Pinheiro. ndarcclo Saknlc. Mariana Barros, Marília Leoni, Natalia Cuminnlc. Natália Luz. Nathalia Walkins Hein', Píctcr Altemar Zoli; Raquel Bcer, Renata Lucchesi, Sérgio ltlnrlins, 'Fhníx Botelho Pesquisadora: Susana (lamzrrgo Sucursal: : Brasília - Chem: Policarpo Junior Editores: Daniel Pcncira. Rodrigo Rangel Repórteres: Adriano (lcolin. Hugo Cesar Llarqucs. Robson Iionin Recife Kallco (loura. Rio de Jtrncim - Ch ele: Monica Vcinhcrg Editoras: Lizia Bydlmvslti_ Malu Gaspar Rnpõrtercs: Cecilia Ritto, Leslie Leitão Chccadores - Chefe: Rosana Agrella Silva im. Andressa Tobila. Beatriz Sentpritti. Cauê ltlarques, Felipe lllacltzirlo de Souza. Gabriel Gama. ltlariele Goés Pinto I-'otogrnlla - Editora dc Fotografia: Gilda Castral Coordenadores: Alexandro Rrxltc. Isntacl Carmino Carlota Aux' 'ar de Coorrlcnação: Arttaillon Alvaro Pesquisa: Paulo José Bianchi (coonlcnador), Ana Paula Galisteu. Gilson de Souza Postos Diretor de Arte: Tzttlcu Nogueira Editor Visual: Reinaldo Antunes de Moura Designers: André Luis Chagas. Daniel ltlaructcl, Imuglas Bnemar, F/ .luardo Lunghin Junior, Geraldo dc Moura Filho, Leonardo Eicliixtger. Marcelo nlincntoto. mimos Vinícius Rodrigues, Mario José Carvalho. Paulo Roberto Argento, Ricardo Ferrari. Ricardo Horvat Leite lnrogralistas: Alexa ndre Akermann, Ewenon dos Santos Gondnri. Wander Moreira Mendes Produção Editorial: Supervisores de Editoração! Revisão: Clara Italdratí, Felice Mombito, Jó de tllclo. Marcos Prestes. Shirley souza Sodré secretários de Produção: Ana Elisa Camasmie, Ana. Faustino. Andrea Caitano, Fabian: : Pino, Júlio Yamamoto, Mauricio Bevilacqua, Patricia Villas Boas (Inova. Lllyxscs Borgcs tic Lima. Vera Fctlschcnko Coordenadores: Marcelo Silvestre dos Santos, ltlanco Antonio Alvarez Salvador Revisão: Andre' Luís Porto Araújo, Célia Regina Amrda, Célia Regina Rodrigues de Lima. Denise Rocha com. Eduardo Pcr-ácío. Elvira Gago, Heloisa Brady Arraes. Jenírer lanof. Lygia Roncel Rrrcira. María (kcilia Andrco, Marina dc Souza. Otacílio Nirnes, Sergio Cantpanclla, Valquiria Dell: : Pomar Supervisor de Preparação Digital: Edval Moreira Vilas Boas Preparador: : Digitais: Aline Senna Chagas, Eduardo Frazão, Eduardo de Morais . Motta. Lincoln Franz¡ . Messias, Lucas Franco de Godoy, Luíz Henrique Silva de Amex-ado, oliveira Figueiredo Jr. , Ricardo Alourquerque, Roberta de Donna, Silvio Felix dos Santos Atendimento no Leitor: Editor Assistente: Eduardo 'Fedesco Colaboradores: Augusto Nunes, Claudio de Moura Castro, Diogo Mainardi, Geraldo Sztmor, Lya Luft. Mallson da Nóbrega, Reinaldo Azevedo. Ricardo Sen¡ c Roberto Pompeu dc 'toledo VEJACOLI - Editora: Katia Pevin (chefe), Ana Clara Costa, Carolina da Gama Farina. Claudia Andrade, Daniel . lclin. lbruanda Monte Claro, Giancarlo Itpialli, ivan ? marcelo Pacheco. Jadvr Magalhães Pavão lr. . José Eduardo Lima, Marcella Conlofantí, Martin Fonseca Kroehn, M arcos Rogério Lopes, tslaria Cnmlina tulaia, Silvio Nascimento, Silvio Navarro Edí- tores Assisttntes Alexandre Lopes de O1 iveira. Branca Nunes, Bruna Fasano, Claudia Tom-tm, Daniela I-Iaddnr de Lnmarc, Die go Braga Norte, Rita de Cassia de LOIOIII, Vitor Pamplona Repórteres: Adriano De Lira. Bianca Bibiano, Daniela Macedo dos Santos, Felipe I-tnzão de Queiroz. Guilherme Rosa, l-lr-itor Feitosa dos Santos, Isabella Infanline, Jean Philip Struck, Juliana Mendonça. Lectícin Maggi, Luiz Felipe de Oliveira Castro, lxlnriana Paschoal. Nlarinu: : Zyllbcrltan. .-lcirc Akemi Kusu moto, Nztiarn Benito, Nicolly Virnercntc, Raquel Angelo Carnciro. 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Nlortlcim Partir: Snuzn, Alcxattdrç llrrumdc, Ana Cristina Àlníplltãng Andrea lsnlsi, (lilo Sana_ (inutil: linlltas, Carlos lialurtrúo Marques, Cristiano Ilumina, Iúthltt 'hmm Fernandes. !ackclím Brito dc S. Silva. Jttlün: Viccdontini. Júlio 'lortomllm Luiz ("Atlas M. P. d: Alnrlzida. Magda Com. Maria Angélica O, Carvalho. Márcio BCIIZÍG. .unrrio Lui: : Fernandes, Rohan ilrírhnrilra Rirdrígu (Zonta Caetano, Vammq Agarra-id: Fs-rnim tvlAltlt : :n NG - Diretora: Simon: Soma CIRCULAÇAO - (krvnlc: iram de Freita# EVENÍOS - Gerente: cartolina Fiose-ri MARKETING PUBLICITARIO - Gmntc: Keila Arriprete DIGITAI. - Rentlu Simões PUBLICIDADE REGIONAL - Direto: Jucquts Ricardo Gtftnlcs: Gram-lc PanIn/ .n, Iun Rim-null. Kiko Nato, Mauro Sauna-uam, Stmírt Paulo, Vania Pnsntongtr I'UttI, lClt)Al›t-Z IU - Andréa voip PUBLICIDADE INTERNACIONAL - Alex Stevens A$INATURAS - Atendimento IIDEIÍEnIt'. Daniel. : Vadn CIRCULAÇÃO AVULSAS - Comme: Maria Italiana Cano APOIO - PIAKUAIIENÍG. 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Ruanda World. saúdo. supcrlnlermaulnTititi. Vdl. Veja IIII. V4: Emilio Zja Rio, Vql Sin Paulo. 'ví-ju Ilqgior-. tu. ugllncTulílllno. Wp. você S. ¡_'ocê ntnk llt-: ltlt Fundação Tclor C1 - Costão Ewoltr. NM. ) Escola VEJA 239o (ISSN 01004112). luro 47m' 43. VEJA c' uma pululceçau Saturn¡ u: Editar: AlJriL : akon uttnlom: Vcom cwltulv: :ur mui, pcltt preço d. : última : uma riu bula: : mais dttspc sa de mnrsu. Solicite ao sm IOIIXKIUIM Distribuído m¡ todo: : pel¡ pm Dina; 54 DLdribuidon Nat-rom a: intimações. sia mu um nio admite ; um Icldadc Ivdxí anal. "VEJA ir plblidtcd well) by EDITORA ABRI L A ; early Subscription ¡Ilmaú avsls USS 454,59. rxcrpl I'm Ettmpc. 'n title lIIc subscription cnrls USS . Id-LH. To subscribe. visit mir vtdtrilc: wwu-¡L<inc›hr¡| .cnm. hr Ami click nn 'Asa' nslun Intrmncãonal". IMPRESSA NA ABRIL GRAFICA M. mnviartrl Alm d: Ilmrr, .uno. CEI' 01909-900, l-'rcgltrssln do 0,51m Pdlllt), 5P m: l @sin LA Abril MÍDIA S. A. Preddenla: Fábio Collctli Barbosa lfnlor do Finanças e Gratia Fábio Pctrossi Gallo Dlmtnnsupenrnendentn da Gráfica: Eduardo Costa Diretora de Ildl: Cibele Castro Diretor Corporativo da TI: Claudio Prado olnror-snperlmernem de Negócios Dlñtal: Manoel Lemos conselho de ldlrtlnlslnçior Giancarlo Civita (Presidente), Andre Coctzcc, Hein Brand, Roberta Anamaria Civita, Victor Civita Neto wmabriLoomJlr
  24. 24. ÉNWVQR uM BOTECO QUENUNCA FECHA. NO MAXIMO, pm? ” Mania. de Brasileiro MINIMIZA. gw loiaonline Ín'°'“° . pltu. com. br In net. BEBA COM MODERAÇÃO
  25. 25. .g x¡ ; am wgx min í1ê_'. fl“_¡ 89:22.83.. . ízaazxxiqã . _ . ., «QUI . ..u . ..aos . ..oc 1.. .: . ..O00 . ... a0 . .. o. .. .root . ... -9o4 . .o-VO . ... ..›. o_ . __ . ok. . .c-. A , ..og a 4 . .t. . ... ..! 2.. ... .by. 11 . ..ug
  26. 26. /4 ' y › » r ' , /k . um qua¡ _MN h _L f; ~Í'v, ~“ ^ x; -: çxw*&tí<__gf VL -r- X x3. . “Í f 'É I -- ; .. ' V _ - › * )
  27. 27. 1+ QUALFOI O PASSO MA| S IMPORTANTE DA HISTÓRIA? PARA NÓS DAAACD FOI O À PRIMEIRO PASSO > - N¡ DO RAFAEL. à r , v &às; b, b-. _ ÊJFFÍM: ,IL-Iif: V . , A '. ' : INiIÉ1:II= Em' 'ZIII-Naífgrui _, , O *PARTICIPE oo TELETON. A A i1: W7'ÂÍ*'^Í? ""§ ggqiwmegç; ' r_ _ffacãboók/ .cqgn/ "piudeaacd _, mlàac Y ' I '~ 7 . , /
  28. 28. Leitor Disputa presidencial A grande maioria dos 100 milhões de eleito- res que negaram o voto à presidente Dilma Rousseñ' (PT) no primeiro turno, entre os quais me incluo, fará o verdadeiro protesto nas umas no segundo turno, no lim de outu- bro. De Ininha parte - ! rx-eleitor de Lula -. desde o mensalão, em 2005, joguei a toalha. Naquele momento, imaginei que o governo petista havia chegado ao fundo do poço em matéria de corrupção, inépcia e bravatas. Le~ do engano. Eis que o tem po se encarregou de provar que o escândalo da Petrobras é o limi- te. Que venha logo o dia 26 de outubro, data na qual. como nunca antes na história deste país, aaltemância de poder se fará tão neces- sáIia (“A virada dc Aécio”, 15 de outubro). WALTER DE SOUZA SILVA Belo Horizonte. MG Tenho muita fé em Deus que, no dia 26 de outubro, o povo brasileiro acorde deste ter- rível pesadelo de doze anos de desmandos, roubos e dcsgoverno petista. CARLOS ALBERTO RAINHA BATISTA Serra, ES Vejo nas ruas e nas redes sociais um forte desejo de mudança. Políticos de diversos partidos e eleitores das mais variadas or i- gens c classes sociais querem a vitória de Aecio Neves. Todos estão cansados deste governo incompetente e atrasado. Antes de ganhar nas urnas, porém, é necessário vencer outras batalhas: precisamos derro- tar as mentiras, as calúnias e as estatisti- cas falsas que atingem não apenas o can- didato do PSDB, mas ameaçam a demo- cracia e todo o Brasil. Não custa lembrar que esse terrorismo eleitoral contra o tucano provém de um partido que tem alguns de seus principais nomes presos LUZ MAXI “IANO 'U O "r O O E IL' 'O v0 E! O SIDNEY AN DREATO JUNIOR Araras. SP Voto em Aécio pela sua traje- tória, por acreditar no valor da palavra e no compromisso que ela envolve. Ele navega com maestria nesse mar re- volto e intenso. Rosi-L CkIsrINI-z Brasília, DF Assuntos mais comentados Disputa pela Presidência da República (capa) ) Artigo de Maílson da Nóbrega Marcus André Melo (Entrevista) Escândalo da Petrobras Artigo de J. R. Guzzo Aécio é o náufrago nesse lamaçal politi- co que não sucumbiu às ondas. Povo brasileiro, agora é por nossa conta levú- lo ao comando dc uma nova c próspera embarcação! MARCIA HELENA LUCAS Divinolândia, SP Democracia Na reportagem "Página virada" (15 de outubro), ojornalista André Petry expôs muito bem a situação do Brasil em rela- ção à democracia. O caminho é longo e tortuoso, porém definido. As críticas re- correntes sobre a polarização PT-PSDB- são infundadas, pois observamos polari- zação partidária cm países altamente dc- mocrátieos, como os Estados Unidos e a Inglaterra. RONALDE suo numaur Piracicaba, SP Democracia, maturidade, evolução políti- ca. .. Não seria o momento de o voto ser facultativo no Brasil? 0 voto obrigatório mantém a possibilidade do “ea brcsto", por causa de tantas benesses de "bolsas isso e aquilo”, que vão matando a dignidade do cidadão e alimentando a sua preguiça. DENIS MELLO Goiânia (GO), via tablet Marcus André Melo Na entrevista "O Nordeste não é do PT" (15 de outubro), o cientista politico Mar- ”? ='? i$ou brasileira, nordestina, e deseio que o próximo presidente traga mais investimentos para o Brasil, minimizando a dor de vermos o país mal na educação, na saúde e na segurança. 'i~, KÂTIA Azevízoo Natal. R N Olímista Añrma o presidenciável Aécio Neves (PSDB), em entrevista a VEJA: “A sociedade está madura para diferenciar aquilo que é verdadeiro do que e' difamação. Vou ganhar esta eleição" veja I 22 m2 OUTUBRO. 2014 [29
  29. 29. Leitor cus André Melo tocou no ponto crucial da miopia politica da maioria dos brasi- leiros: a incapacidade de enxergar as con- sequências, a longo prazo, das práticas politicas do dia a dia. Quando as pessoas forem capazes de antever o precipício, certamente a alternância de poder será a opção natural do eleitor. José MARCELO DE Barro MELLO Belo Horizonte (MG), via smartphone Com certeza, nós, nordestinos, e a nossa terra não somos do PT. O nordestino é forte, inteligente e capaz; um povo que consegue VÍVCI' numa fCgÍãO onde a natu- reza agreste exige um entendimento maior para a convivência e a superação - ela fala e a gente entende. Precisamos apenas de políticas públicas que viabili- zem e impulsionem nosso crescimento. Somos inteligentes o bastante para saber que, por fé em inescrupulosos, estamos sendo enganados anos seguidos. Chegou a hora de acordar para uma nova perspec- tiva. Não vamos somente clamar ou re- clamar. Vamos participar, não com aceita- ção de favores. Queremos direitos ã luz da lei. Hoje deelaramos - como fizeram Re- nata Campos, esposa do saudoso Eduar- do Campos, Marina Silva e tantos milha- res de brasileiros de outras regiões - apoio a Aécio Neves. Sei que temos as nossas diferenças, mas é por isso mesmo que vamos nos unir pela liberdade do nosso povo da escravidão petista, implan- tada contraditoriamente por um nordesti- no não contido, que pôs sua fortaleza a serviço do idealismo do poder pelo poder, copiando socialismos ultrapassados e cle- sumanos que utilizam a forma do “pão da fome”, que não alimenta o cidadão, mas não lhe permite ter escolha a não ser se- guir o seu "patrão", sem o qual esse carís- simo pão lhe será tomado, num regime de medo e opressão. Não, não vamos desistir do Brasil. Agora é Aécio Neves, sem ódio e sem medo! JOSÉ ARIMATEIA DA SrLvn Natal, RN LR. Guzzo Magnílico e altamente esclarecedor o arti- go “A hora da liberdade" (15 de outubro), de . LR. Guzzo. O eleitorado brasileiro tem uma extraordinária oportunidade de, no dia 26 de outubro, alijar da Presidência da 30 I 22 DE OUTUBRO, 2014 I veja República esse cancro em que se transfor- mou o PT, que, no inicio, tanto me fez crer na sua bandeira de principios e de honesti- dade. 0 artigo é de tamanha importância, no momento atual em que vamos eleger o novo presidente do Brasil, que deveria ser lido em cadeia nacional de rádio e TV. AGENOR ALVES FEITOSA Recife, PE Artigo magistral, com precisão cirúrgica, digno de ser gravado na pedra da verdade politica do Brasil. Só a turma da estrela vermelha não concorda; mas também já é querer muito. ANTONIO CARLOS DE LIMA São Paulo, SP Com uma clareza indiscutível, J. R. Guzzo acerta na mosca em suas colocações sobre o DNA das tiranias presente na presidente Dilma. Muito obrigado, Guzzo! Você tem sido a voz de quem realmente trabalha neste país, sem se beneficiar das “bonda- des do governo". LEOMA nc¡ CONÇ ALVES Vila Velha, ES Maílson da Nóbrega A análise de Maílson da Nóbrega ("Não há bom substituto para o fator previden- cíário", 15 de outubro), do ponto de vista matemático, está perfeita. O maior déficit da Previdência, porém, está na apos enta- doria dos funcionários públicos. Esta, sim, é que provoca o déñcit. Eles recebem o salário cheio, atualizado, e com menor tempo de contribuição. São aposentado- rias de 20 000, 25 000 e 30000 reais por mês, enquanto o empregado da iniciativa privada que contribuiu e trabalhou por 35, quarenta anos, recebe um teto de 2000, 3000, 4000 reais por mês. Fora os vereadores, deputados, senadores, que, além do salário, têm outros benefícios in- diretos e vitalicios. ADALBERTO PEDROSO Salvador (BA), via tablet Não seria o caso de aplicar o fator previ- denciário a todos, inclusive e principal- mente aos servidores públicos e autárqui- cos que recebem consideráveis vencimen- tos, não raro superiores aos limites legais com a adição de vantagens e pendurica- Ihos como o auxilio-moradia? Tome-se, por exemplo, o caso do ilustre ministro do Supremo Tribunal Federal recém-aposen- tado voluntariamente com menos de 60 anos, quando poderia continuar traba- lhando até os 70: quanto ele está receben- do por mês de aposentadoria atualmente? Houve alguma dedução? É claro que to- dos sabemos que o fator previdenciário só alcança os trabalhadores contribuintes da Previdência Social, o que não aconte- ce com servidores públicos e autárqui- cos, mas, se "todos são iguais perante a Ie¡ sem distinção de qualquer natureza", co- mo dispõe a Constituição Federal de 1988, ou se aplica o fator previdenciário a todos ou a ninguém. Do jeito que está, o castigo é só para o povão assalariado. JÚLIO Ropou-'o Resumo Londrina, PR Escândalo na Petrobras Realmente é de estarrecer que a presiden- te Dilma Rousseff fique "estarrecida" não com a roubalheira, não com a quadrilha P'l'/ PMDB/ PP, não com o assalto à Petro- bras, mas tão somente com a divulgação dos fatos ("Revelações de estarrecer", 15 de outubro). Ela diz sempre que deu liber- dade à Justiça, à Polícia Federal, ao Mi- nistério Público. Ridiculo! Na verdade, esses órgãos dispensam essa ação gover- namental - eles são livres para apurar, para agir, para divulgar e para punir. Li- berdade para quê? Para esconder o que foi apurado? O povo precisa saber e preci- sa se defender dos ladrões. As páginas policiais são para isso. É essa “liberdade” que o PT quer para a. imprensa, para as instituições brasileiras, para o povo e para quem é sério? Dispensamos. ROBERTO GANEM PITANGU EIRA Salvador; BA Correção: a foto pitblicada no ¡Itlcío da reportagctn '14 câmera son eu" (15 dc outubro) mostm uma selffc em um voa de parapente, e não em um salto de paraqu : das PARA SE GORRESPONDER COM A REDAÇÃO DE VEM: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço. o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redafmvan - Caixa Postal 11079 - CEP 05422-970 - São Paulo - SP: Fax: (11) 3037-5638: email: veia@alm cotmbr. Por motivos de espaço ou cla reza, as canas poderão ser publicadas resumidamente. só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quartarleira de cada semana.
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  31. 31. r 4 "l í” l i i Leitor r: l ÉÍ» m EDlTADO POR KÀTIA PERIN ltpecin@abríl. oom. br COLUNA RE3N5LD° ÔZEVEI” os CANDIDATOS, ESSES cinmnus ' Igreja Candidato é uma palavra curiosa: o latin¡ candidatas, que inicialmente queria dizer apenas “vestido de branco", passou a A Assembleia Extraordinária designar os aspirantes a cargos eletívos do Sínodo sobre a Família, que na Roma antiga porque, segundo o reúne 200 bis pos no Vaticano, costume, era assim que todos eles se incluiu indagações sobre apresentavam diante dos eleitores ~ os gays. Não acho que a metidos cm togas inteiramente alvas. comunidade cristã - nem As razões para isso não são inteiramente comunidade alguma -- tenha claras. Há quem, como o pioneiro algo a ganhar segregando clicionarista português do século XVIII os homossexuais porque Rafael Bluteau, autor do Vocabulário homossexuais. Por enquanto, Português e Latino, aposte numa versão o que se tem é um documento rudimentar do marketing político- prévio do Sínodo. Espero que se cosmetológico que hoje se faz com torne um documento abrigado cirurgias plásticas, cortes de cabelo por toda a Igreja Católica. e mudanças no figurino. O branco do wvnvxejacom/ reinalrloazeredo candidatas tentaria mostrar que ele era candídus, ou seja, imaculado, puro. ESPELHO MEU mrwraeja. conilsohrepalavras LUCIA MANDEL , jjL “ Piercing . -,›' APNEIA A partir de novembro. Ma rjor ie Estiano estará no cinema como Giovana no ñlme Apneia. Dirigido por Mauricio Eça, o filme fala sobre patrícinhas que brincam de ca micasc madrugada adentro para sentir o sangue correndo nas veias, num antídoto contra a monotonia do mundo dos ricaços. “Eu quis contar uma história contemporânea e humana pouco explorada no cinema nacional: ¡. . Para a maioria dos adeptos, ele não causa problemas, especialmente para quem simplesmente fura os lóbulos das orelhas. Já furar a cartilagem das orelhas é outra história: cria um ferimento que demora a sarar e pode infeccionar mais facilmente. wvmxeiacumlesaelhomeu a da juventude da classe mais abastada social e economicamente", explica o diretor. DE NOVA YORK iu'. '.*v. '.i'eja. con1/quailiodranla CAIO BLINDER IIYKRi-? Ff C(J| .L(*Z(Z'l'l0N. 'GRl7P(1 KEYSTONK . flpatia eleitoral . a MANU/ JUAN 1 A política é uma droga, e os O canal WGN America anunciou a junkies, especialmente os encomenda da segunda temporada da série i jornalistas viciados no assunto, Manhattan. As ñlmagcns terão início em K y estão desolados com a falta de 2015, no Novo México, e a estreia deve _ "dependência" da maioria dos ocorrer no segundo semestre. Situada À eleitores americanos em relação nos anos 1940, época em que o governo l à votação que acontece em mantinha em sigilo pesquisas relacionadas 1 4 de novembro. Nela, estará com a primeira bomba atômica, a história . ' em jogo o destino do Congresso. acompanha a vida de cientistas que _l l wvmLveiacmn/ denovayorlt trabalham com o Manhattan Project. - _ ivnrivnaejarcom/ novaiempnrada i , L 32 I 22 DE OUTUBRO. 2014 I 'vela n Isla niño¡ é editada a parlir dos textos ptrblicadns wrhlvgueirus e colunistas de ? Bloom
  32. 32. lo UMA REFERÊNCIA EM MEDICINA DIAGNÓSTICA DEVE SER, ANTES DE TUDO, uMA REFERÊNCIA EM MEDICINA. Quem faz exames no Einstein tem duas certezas: diagnóstico preciso e qualidade no atendimento. Porque. além de todo o conhecimento do Einstein, você tem acesso à tecnologia de ponta, rapidez e dupla checagem de laudos, que ajudam o seu médico a fazer o diagnóstico correto e a tomar a melhor decisão. E tudo isso com o cuidado que você merece. Einstein: uma história em medicina. Uma referência em medicina diagnóstica. SEGURANÇA *à . “Q . Q, . C9¡ ' I Í / A CUIDADO Q5174¡ / . 3 C4/ ___ í/ xx *x _J/ 4x § 'pa' l / _ X _ I ~ u f/ 'WA COPÍFIANÇA . II As-. INN › / Unidade Alphaville' Av. Juruá. 706 Unidade Jardlns Av. Brasil. 953 Unidade Cidade Jardim Unidade Morumbi' Shopping Cidade Jardim, 5° piso Av. Albert Einstein, 627/701 Unidade Perdizes' Rua Apíacás, 85 Unidade Ibirapuera' Av. República do Libano. 501 n32: 'Unidades com Pronto Atendimento wwvnelnsteimbr/ exames Central de Atendimento: g_ (11) 2151-1233 m¡ hospíta Ia Ibertelnsteín A LB N STB' N Íe_-s@h°= P-e'"5*e*" SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA
  33. 33. PREMIADÚS VEÊÚÀDE SÃQIIQQÕJELES QUE TEM? UM DESSES NA &Allãirílâííítíía www. chevroIet. com. br A Chevrolet acaba de conquistar as aprovações dos proprietários do Spin e da S10. Mais um resultado que demonstra o nível de satisfação dos nossos clientes com a qualidade dos nossos modelos. Todos juntos fazem um trânsito melhor. Consulte uma concessionária Chevrolet ou o site wwv/ .ch ovrnletcombr para obter informações sobre as versões, configurações disponiveis e condições da garantia. Os veícuios [BEBÉ Chevrolet estão em conformidade com o PROCONVE - Programa da Controle da Poluição do Ar por Veiculos automotores. SAB: 0500 702 4200 - Ouvidoria GMAC: 0800 722 6022.
  34. 34. ' A-v___-- l iflfir-“IBOAAS g' 'I iylcuauuxus f l b lfíviliéi _S i4" SPIN S10 / FIii-! D y "ROADS" V @zu-IILEMRDLEU' ,
  35. 35. 1': 2: : u P¡ v'. 3 < . r s: n: «< z LE i5 § : r 22 DE OUTUBRO DE 2014 &IIOTHIÍIH Imagem da Semana « v - R. " ll batalha dos deuses A mulher de Clooney é contratada para recuperar mármores do Partenon a Caso alguém ainda não soubesse, agora sabe: Grécia e Inglaterra engal- tinham-se pelo direito de posse de Inetade das fabu- losas frisas do Partenon. A briga dura mais de dois séculos, mas bastou Ama¡ Clooney colocar seu salto al- to cm Atenas para transfor- má-la em assunto interna- cionalmen tc incandescente. Advogada dc renome, ela foi catapultada para o olimpo 36 l 22 DE OUTUBRO. 2014 Í vela das celebridades ao se casar com 0 ator George Clooney (f cspertamente SCI” contrata- da pelo governo grego para defender a causa da devo- lução das preciosidades. E dificil não ver as razões dos defensores do retorno dos mármores esculpidos ao berço onde foram gera- dos, há dois milênios e meio, numa sublime procissão de deuses, homens, ccntauros e cavalos que rodeava o tem- plo de Atenas, na Acrópole. O destino do Partenon é praticamente uIn retrato da brutal marcha da civiliza- ção; foi inccndiaclo, saque: :- do c fechado quando o cris- tianismo ascendeu como religião dominante, trans- formado cm igrcj a c depois, com a expansão otoman a, em mesquita. Numa guerra entre turcos e venezianos, explodiu. Um nobre escocês, Thomas Bruce, conde de Elgin, conseguiu do sultão uma duvidosa autorização para reproduzir os tesouros desprezados e acabou man- dando serrar c tirar metade deles. Em 1804, um navio CAPA: FOTO DE JOEDSON . ALVES/ ESTADÃO CONTEÚDO: JEFFERSON COPPOLA. NACHO DOCE/ REUTE RS que transportava parte da carga afundou. Recupera- dos do fundo do mar, os Inármores ficaram encaixo- tados até o British MLiscuIn compra-los do conde. "Os gregos eram deuses", disse um pintor suíço quando os viu. Durante a ll Guerra, fi- caram escondidos numa es- tação desativada de metrô. Será que a senhora Clooney, que já conquistou o seu deus grego, vai conseguir tirar os originais do refúgio em Londres onde con ti- nuam a contemplar com di- vina indiferença as encren- cas da humanidade? u VILMA GRYZINSKI
  36. 36. CARNE PARA 0 CHURRASCO COM. OS AMIGOS? VAI NA CON IANÇA. Ao comprar carne para o churrasco. lembre-se: vai de Friboi. Porque é a carne que tem garantia de origem, controle de qualidade e higiene que você exige. Acesse frlboi. com. br e saiba mais. CARNE CONFIÃVEL TEM NOME.
  37. 37. a 7_ 5 a 'A O a. a 7_ 9 5 : a _l a 5 l- a z eu o Elizabeth Peña Carreiro prolí/ ica no cinema e na TV, com cerca de 100 trabalhos, entre os quais se destacam papéis nos filmes La Bamba e A Hora do Rush e no seriado Modern Family Marie Dultois A (rlríz francesa foi dirigida por nomes de peso como Truffaut, Rcsnais e Visconti morreram Marie Dubois, atriz francesa ligada ao movimento cine- matográfico nouvelle vague, que atuou em clássicos co- mo Jules e Jim (1962), de François Truffaut, mas tam- bém trabalhou no teatro e na TV. Claudinc Lucie Pau- line Huzé - este o seu ver- dadeiro nome - nasceu em Paris. Estudou na atual Ecole Nationale Supérieure des Arts et Techniques du Théâtre e rapidamente as- cendeu na carreira. Estreou em 1957, em Trois Pour Cent, filme feito para a te- levisão. Três anos mais tar- de se tornaria internacio- nalmente conhecida ao in- terpretar Léna, no drama policial Atirem no Pianista, de 'l'ruffaut. 'frabalhou também com os diretores Roger Vadim, Claude Cha- brol, Alain Resnais e Lu- chino Visconti. Em 1978, ganhou aquele que seria o maior prêmio de sua traje- tória artística: um César, na categoria de atriz coad- juvante, por La Menace (1977), longa-metragem de Alain Corneau, no qual vi- via a personagem Domini- que Montlaur. Há cerca de dez anos, foi diagnosticada com esclerose múltipla. Día 15, aos 77 anos, na ci- dade de Lescar, na França. Elizabeth Peña, prolifica atriz americana, de ascen- dência cubana, que traba- lhou no seriado Modem Fa- mily ao lado de Sofia Verga- ra. Nascida em Nova Jersey e conhecida por sua versa- tilidade, Elizabeth estreou ern 1979 em El Super, no qual interpretava a filha de um casal de exilados cuba- nos que morava em Nova York. Ao longo de quase quatro décadas de carreira, dedicou-se especialmente ao cinema e à TV. La Bam- ba, Free Willy 2 c A Hora do Rush são alguns de seus trabalhos mais conhecidos. Dia 14, aos 55 anos, de causas não especificadas, em Los Angeles. Jean 'Fro ' Prêmio Nobel de Economia por suas pesquisas sobre a regulação dos mercados Isaiah "lltey" Owens, tecla- dista americano. Em 2009, ganhou um Grammy junto com a banda The Mars Volta, pela melhor perfor- mance de hard rock. O te- cladista, que desde 2012 acompanhava o cantor e guitarrista Jack White, es- tava com ele em uma turnê no México quando foi en- contrado sem vida no quarto de hotel onde se hospedara; no local, havia bebidas e drogas. Dia 14, aos 38 anos, cm Puebla. Giovanni Reale, filósofo ita- liano. Seus livro s, como O Pensa mento Ocidental das Origens aos Dias de Hoje, foram traduzidos pa- ra mais de dez idiomas e suas releituras de pensado- res como Platão e Aristóte- les se tornaram referência internacional. Nascido em Canclia Lomellina, formou- se pela Universidade Cató- lica do Sagrado Coração de Milão, onde foi professor de história da filosofia anti- ga. Dia 15, aos 83 anos, em Luino, Itália. ISHGlISiIOiZUl-l Premiado com o Nobel de Economia o francês Jean 1'Irole, professor da Universidade de Toulouse, por seus estudos sobre a re- gulação do mercado. Gradua- do pela Ecole Polytechni- que e com o título de Ph. D. pelo prestigioso Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), o economista teve seu trabalho evidenciado especialmente ap ós a crise de 2008, quando os gover- nos de inúmeros países pre- cisaram rever suas politicas financeiras. Desde a década de 80 Tirole tem se debru- çado sobre o funcionamen- to da regulação de cada setor da economia, anali- sando como se dá a saudá- vel competição entre gran- cles empresas. Suas teses sobre concentração e con- co rrência nortearam várias nações, incluindo o Brasil, na época das privatizações dos setores de telefonia e energia. 0 prêmio renderá ao professor 1,1 milhão de dólares_ I 38 I 22 DE OUTUBRO. 2014 I veja FRED l. rNCl-'. l.0Tlltf. IlTl2lt$
  38. 38. iii , ff _; , À/ 4 1 l . Osiaboratórics ' . í ' , r . _,. . 3*" v , os padrões d" ln ia 'f' V I . 'í- / iSO 17:32; * _ i z-í' r #fx › - V 'N t' wa! .. -- v' São feitos rurais õe 50 testes diários nos _croçluios_ . VAI NA CONFIANÇA. VAI DE FRIBOI. Uma equipe de mais de 35 mil profissionais cuida. com muito carinho, de cada detalhe da produção para que a carne chegue à sua mesa com garantia de origem, rigoroso controle de qualidade e alto padrão de higiene. Acesse friboi. com. br e saiba mais. CARNE CONFIÃVEL TEM NOME.
  39. 39. _Dentro da lei A eleição, enfim, l», f? 't ? ÁS rendeu algum lucro '~ “dia” "~ e f 'blicos _u , Wi. , w g . _ __ aosco res pu . .a. '-- 'l “f 0 IPVA e o seguro obrigatório do carro particular da candidata Dilma Rousseff - um Fiat Tipo 1995, já fora de linha e avaliado em 6 000 reais - estavam em aberto desde o ano passado. A divida somava 691,13 reais. 'Três dias depois de revelada a informação de que a conta estava pendurada, o pagamento foi efetuado. A documentação atualizada do Tipo presidencial foi finalmente liberada pelo Detran gaúcho e enviada pelo correio a Brasília. ALAN M ARQUESr-'FULH AN( E35 l. " Doutor Mensaleiro Eleitor de Dilma Rousseff, o mensa- leiro preso losé Dirceu espera ganhar nesta semana o direito de cumprir o resto de sua pena em casa. Ficou na cadeia menos de um ano. Formado em direito, ele já está no regime se- miaberto. Du rante o dia, trabalha em um escritório de advocacia em illlej¡ 'Ír/ ellil *e W-- c DlS'l'Rl'l'O FlílniltAls ("Í 0 vice adversário O segundo turno no Distrito Federal é disputado por Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR). Os dois têm protagonizado debates acalorados. Rollemberg denunciou que o adversário responde a processo por improbidade administrativa devido a irregularidades na Secretaria de Saúde. Já Frejat lembrou que Rollemberg foi aliado do atual governo do PT, que registra indices enormes de rejeição. Há um ano, no entanto, quando os dois ainda deñniam a candidatura, Rollemberg sondou Frejat para ser companheiro de chapa. Ele sabia do potencial do seu atual adversário, que iniciou a eleição como candidato a vice de José Roberto Arruda (PR) e assumiu o seu _ ; x c lugar depois que ele foi “ tmpedrdo de concorrer ; à É_ ›, pela Justiça. As j_ ' _g - - . .- ç: pesquisas dao l, i . ._ à vantagem a Rollemberg. f', p. 0 eleitor do futuro O deputado carlos Zarattini (PT-SP) quer aprovar uma mudança na Constituição para permitir que estrangeiros possam votar depois de quatro anos de residência no Brasil. Pela atual legislação, apenas cidadãos naturalizados têm o direito de ír às urnas. Na justiñcativa de sua proposta, Zarattini cita os milhares de haitianos, bolivianos e nigerianos que chegaram ao Brasil recentemente. Ele também faz referência no texto à campanha “Aqui vivo, aqui voto", que conta com o apoio de movimentos ; sociais e partidos de esquerda. Em maio deste ano, o prefeito nr n¡ . eisltuirmursrr n¡ o cnsrrstfn o e Brasília e à noite volta à cadeia para dortnir. Diferentemente do ex- ministro do STF Joaquim Barbosa, que o con denou, Dirceu tem registro na Ordem dos Advogados do Brasil na (OAB) para atuar na profissão. Isso, '_ L: porém, está com os dias contados, se depender de um grupo o de advogados que en- 0 PTtem um Midas, o tax-presidente Lula, aquele que se gaba de eleger _ _ _ trou na semana passa- ¡ 'm' é ^ da com uma represen- postes para os cargos mais graduados da República. Mas o PT também tem f Fernando Haddad, que amarga baixos índices de popularidade ' entre os paulistanos, criou t' um abrigo para haitianos ' A na capital. . « _ ILVSTRAÇÃO DUOPO IDIÍI. RODRIGUESSFOUJ¡FRPES (- '' a" tação ético-disciplinar seu pé-trio contumaz - e ele está em grande forma nestas eleições. No ' - b, contra ele. p , Ú primeiro turno, o ministro Gilberto carvalho mergulhou, como boia de “~_ C§Jvr3mg› salvação, na campanha de GIeisi Hoffmann ao governo do Paraná. De nada “d ' r 'o adiantou. Ex-chefe da poderosa Casa Civil, ela terminou a disputa em . terceiro lugar. Já no dia da votação, Gilbertinho acompanhou Agnelo Queiroz à seção eleitoral. Candidato à reeleição ao governo do DF, Agnelo nem sequer passou para o segundo turno. Nada que desanima o ministro. Há pouco tempo, ele se Iicenciou do cargo para ajudar a A presidente Dilma Rousseff a conquistar um novo r' 37) mandato. O reforço já rende frutos. Depois da th¡ f entrada de Gilhertinho na coordenação de é campanha, o tucano Aécio Neves assumiu a liderança nas pesquisas de intenção de voto. colaboraram Adriano ccolin. Daniel Pereira e Rodrigo Rangel
  40. 40. CARNE PARA A RIFEIÇÃO DA SUA FAMÍLIA? VAI NA CONFIANÇA. Ao comprar carne para sua família, lembre-se: vai de Friboi. Porque é a carne que tem garantia de origem. controle de qualidade e higiene que você exige. Acesse friboi. com. br e saiba mais. CARNE CONPIÁVBL TEM NOME. -g^a'. u,r. ñl. xxí3í; v.rc)
  41. 41. . __ . .Car Panorama r_ ' . lj Í' - d melhor amiga da noiva Ela é sócia da maior feira de casamentos de luxo e as noivas modernas não deixam de ler o que ela escreve sobre o dia mais feliz - e mais angustiante - da vida delas. "Sempre alguém sai falando mal, não tem jeito” São tantas as noivas estressatlas, angus- que paga mais pode chamar mais tiadas, acabada: : fazer uma grande festa gente. O bom é já chegar com um de casamento vale a pena? Sim, se couber número pronto. Por exemplo: 50% no orçamento. Não vale se for só por- dos convidados são do lado que que todos os amigos fizeram. O nervo- está pagando mais, 30% dos noivos sismo explode quando a noiva fica e 20% da outra família. atrás da “coisa exclusiva”. Existe alguma festa 'a prova de reclama- 0 que fazer quando o lado do noivo tem or- ções? Não. Cabe aos noivos criar um çamento maior que o da noiva? Segmen- clima feliz e dançar- muito. Assim, as tar. O pai dele dá o grosso e o dela pa- pessoas sairão falando de como a festa ga, por exemplo, a banda e o vestido. foi animada, e não dos problem as. Assim, ninguém se sente diminuído. 0 noivo e a noiva devem mesmo evitar be- A lista de convidados tem de ser compatí- tidas? Noivos têm o hábito de não co- vel eom o que cada um pagou? A família mer. Aí, acabam no hospital, desmaiam r . .. p- . I i. pa; graus foi a temperatura media no mundo . __ -x em setembro. E o registro mais alto para esse mês em l§fl. ê.'. !9.§: ..4§. _ÊQQIÉPJEQFIE_Q§É9§. .9§. .Hê§ê. ... ... .. u; vezes neste ano a temperatura media bateu recordes históricos - maio e agosto também já haviam tido as marcas mais Seplembcr 2014 * u. elevadas desde o início da medição, o i j? ' que levou os pesquisadores a preverque /2/'1 ' Ç/ ñf- 43). ::- A 2014 será o ano mais quente da Terra / L 75 57g' ; :'(“”~. ..(§ à Ê LILÍLIÓ1ÇLÁÉK graus foi a temperatura x5¡ * f: no Rio de Janeiro na semana passada. ' ' “' *' “e “* ' '“' 'v f( N; Trata-se da maior registrada no Brasil ' _r i J Ú neste ano até agora. Outras sete capitais l Í 'u' (Belo Horizonte, Brasñia, Campo Grande. Cuiabá, Goiânia, Palmas e São Paulo) À também bateram seu recorde do ano í' r', l, í, _,l_ I ' -›| .l-4 -2 -l -. .'› m2 .2 . . l 2 -l 57 mA / . I a I l t 42 I 22 DE OUTUBRO. 2014 I vela
  42. 42. MARÍLIA LEONI no banheiro, dormem no sofá. É pre- ciso forrar o estômago. ÀS cumbuquinhas de comida ÚG tamanho de um dedal ainda são moda? Não. Isso e fazer os convidados comer de pé deixa todos irritados. A novidade são os fo od trucks. Há os de sorvete, churro e pipoca. Não para o jantar. mas para o lanche da madrugada. Os bares de caipirinha também sairam de moda, e agora fazem sucesso drinques como martíni, servidos em garrafinha e com canudo charmoso. Se caem no vestido da noiva, não mancham; é ótimo. Qual o maior erro das noivas modemas? Ver blogs de casamento demais. Elas querem mudar tudo e deixam todos doidos. ESTRAGO "Noivos têm o hábito de não Corriere desmaiam no banheiro" EXAME É 'mwnwmwnn CIDADES: POR UMA VIDA SUSTENTÁVEL í, Uma discussão sobre o que fazer para que as T cidades brasileiras sejam minimamente sustentáveis Fernando Haddad Prefeito da cidade de São Paulo PRINCPAIS DISC $853 u x Antonio carlos Dias Gilberto Peralta _ Diretor da divisão de Smarter Presidente da As cidades como motor da Cities, daiBM Brasil os Brasil prosperidade e da sustentabilidade . . . , . Jaime Lerner Rodrigo Dlenstmann Odades lntehgentes' as tecnologas Arquiteto, ex-preteíto de Curitiba Presidente da Cisco, responsável pela que fazem as cidades melhores e ex-govemador do Paraná tecnologia do Projeto Río 2016 MAPFRE Patrocínio SEGUR” B ÍaSke ÍT¡ ALCDA _ ã manera _ _ @i _ Parceiro w sur-Nu' Realizacaa EXAME : unem Abril SOBE A Tratamento do Alzheimer Pesquisadores america nos criaram uma forma . in vitro de neurônios que reproduz os mecanismos de ação da doença, o que ajudará a combate-la A Isis Pilotos iraquianos se juntaram ao grupo terrorista e estão sendo treinados para voar em jatos militares capturados na Síria. Até agora, o Isis só havia atacado por terra A José Dirceu Condenado a sete anos e onze meses de prisão, o chefe da quadrilha do mensalão deve passar para o regime aberto nesta semana DESCE Senado V A Casa batizou um de seus prédios com o nome do senador Ronaldo Cunha Lima, que tentou assassinar a tiros um adversário político na Paraíba em 1993 Copa llfncana de Naçoes V A epidemia de ebola na Africa Ocidental levou o Marrocos a desistir de sediar a competição - a mais importante do continente -, que agora pode ser cancelada McDonald's V Com as vendas em queda nos Estados Unidos, a empresa se viu forçada a lançar uma campanha para rebater os boatos de que seus hambúrgueres são “feitos de minhoca”
  43. 43. Panorama El Radar LAURO JARDIM Ijardllnêahrílcombr IELEIÇÕES - . C ' " . Cade o Pimentel? AQZQÉCHELESÍ” Um t| me em Há desconforto patente nos campanha de Dilma f ^' petistas em relação à passividade Rousseff com Minas de Fernando Pimentel, de quem Gerais é tamanha que esperavam que comandasse uma estão sendo feitas Aécio Neves desistiu de anunciar nomes do seu artilharia pesada contra Aécio pesquisas qualitativas ministério antes que as umas sejam abertas. Mas alguns Neves. Até sexta-feira 17, diárias em várias são dados como certos porquem conversa com ele. Pimentel permaneceu inerte. regiões do estado para Antonio Anasnasia ocuparia um superministério da Vai para as ruas com Dilma, buscar a munição Infraestrutura. que reuniria as atuais pastas de Cidades, mas nem um pio contra Aécio. certeíra de ataque a Transportes, Portos, Integração Nacional e Minas e Diz um petista graduado: Aécio Neves. Energia. Bemanlinho iria para o dos Esportes. José Serra. "Político tem dc ter lado". provavelmente, seguiria para o Itamaraty. A propósito, I c 0 N G R ESS o Armínio Fraga esteve em Nova York na quinta-feira 16 com a cúpula do J. R Morgan tratando de sua saída da Troca de Gávea Investimentos, no caso de Aécio se eleger Sacada Bemardinho: se tapar o convite de Aécio, Renan Calheiros já está deixa o comando da seleção de vôlei redístribuindo os gabi- netes do Senado. O gi- gantesco (ocupa um andar inteiro) ' - gabinete de José Sarney vai ficar allv| o O É com Tasso Jereissati. Fornecedoras da Petrobras É encrencadas com as delações 'é I B R A s I L premiadas não baixam a guarda, De volta mas já estiveram mais inquietas com ã possiveis mandados de busca e g Ao contrário de outras apreensão ou prisão de executivos. ã concorrentes que ainda mantêm, É por precaução, alguns executivos I J u Dl c 1 Á R l 0 5' im licados na Lava-Jato no - - - três diretores da Um IPhone brasllelro No muro Pímellfel: cobranças Odebrecht retomaram ao Eugênio Staub, dono da Gradiente, de petistas Brasil na semana passada. contratou o advogado Antonio / À “ 1. j _i . enpnúmero de clientes 4G conforme relatório de participação de mercado da Anatel de julho/ ZON. Todos os valores são passíveis otivos, por fenómenos naturais, deslocamento, distância da Estação Rádio Base e picos de trafego. Consulte mais informações no site z
  44. 44. I ECONOMIA Mais uma A Bneva (ex-MPX), empresa de geração de energia elétrica e exploração de gás natural, na qual Eike Batista ainda é sócio, está em avançada discussão interna para entrar com pedido de recuperação judicial. Não era a Copa As vendas do varejo na primeira quinzena de outubro foram fracas, repetindo o desempenho de setembro. Na estrada A Nissan vai apresentar ADAM NURKIEWIKZFGÚFY IMAGE Carlos de Almeida Castro, o Kakay, para levar ao STJ e ao STF sua guerra judicial contra a Apple pelo direito exclusivo notas diárias em Colaborou Thiago Prado tomar o mercado do Hyundai HBZO S e do Toyota Etíos Sedan. IFUTEBOL Um bombom a mais José Maria Marin pode ser acusado de tu- do, menos de não ser um cartola genero- so. O presidente da CBF acaba de decidir que os presidentes das 27 federações es- taduais de futebol ganharão uma espécie de salário de 15000 reais mensais. A tro- co de quê, não se sabe. As federações já recebem da CBF 100000 reais cada uma a titulo de ajuda de custo. M ma de ouro “ A propósito, dinheiro não é l problema na CBF. Só com . g d: os quatro amistosos que a ' seleção disputou desde setembro, a entidade botou nos cofres um total de 12 milhões de reais em direitos de televisão í 7 no Brasil da marca iPhone, uma novidade no Salão (da Globo) e mais lançada por Steve Jobs em 2007. do Automóvel de São 4,4 milhões de dólares Em 2000, a Gradiente entrou Paulo, no dia 30: é o líquidos pagos pela com o pedido de registro do nome no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e, oito anos depois, o direito foi concedido. Em junho, a Apple derrotou a Gradiente e o lnpi na segunda instância da Justiça do Rio de Janeiro. New versa, que chega ao Brasil em 2015, resultado de um investimento de 300 milhões de reais. Produzido em sua fábrica no Rio de Janeiro, o New versa vai tentar empresa organiza- a dora das partidas. Por mês › Marimumhomeyrt inegavel mente generoso HUGO MARABÁ MGPJYOLHAP RESS e Vivo. -~I; íder~absoluta~emJiGno-Brasil; de reajuste, de acorda com os índices de seus respectivos contratos. A velocidade de transmissão de dados em internet móvel pode variar, www. vivo. com. br ou ligue 1058 de qualquer telefone. Pessoas com necessidades especiais de fala/ audição, acesso pelo 0800 772 8346. Imagem ilustrativa. ls) jff-, i VÍVO conectados vivemos melhor
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  46. 46. própria realidade. c@' TV 65" LED 3D com Wi-F¡ integrado ' -* _ à . . r ' De: RS 11500.00' A i ' i 7900”'“° . JA q_ Í ¡00 . ' ioxrsaoos' - ' . ' " 'semjuros*' ' viva a inovação deverão cadastrar o currículo pelo site wwwpontofrioxombrltrabalheconosco 10X sem juros no cartão de crédito, IOF não incluso. Sujeito a análise de créditoftondição exclusiva para físicas Pontofrio. - 3 O 5 O seg, a sáb. : das 8h à 0h - dom. : das 8h às 20h
  47. 47. - _e ~ _ " " Esse caso da Petrobras 1 j - 'E consolida o que já vem de 2005. i ~ 0 mensalão foi o prefácio, agora condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do mensalão, esquema denunciado por ele. em entrevista à Folha de S. Pau! o o Brasil esta lendo o epílogo. I › 'lp il i Roselrro JEFFERSON, ex-deputa do federal (PIB), i l 'Nós vamos introduzir as cotas, e a vida segurra. l ANGELA MERKEL, chanceler alemã, garantindo, a um grupo de executivas reunidas na sede do governo, que não desistirá do projeto que pretende reservar para as mulheres 30% das vagas nos conselhos das grandes empresas instaladas na Alemanha l Alguém, em algum lugar, em uma garagem, está mirando nossa empresa (neste momento). Eu sei bem disso, porque há não muito tem o nós mesmos estávamos numa garagem. A mu ança vem de onde você menos espera. l « ERIC SCHMIDT, presidente do Google, durante evento em Berlim '“ "Eu não sou suicida. (. ..) Não quero morrer. Mas estou morrendo. E quero fazer ISSO nos meus próprios termos. BRITANNY MAYNARD, Paciente terminal de câncer, que decidiu recorrer à lei de alguns estados americanos que permite o suicídio assistido; ela prepara a própria morte para o dia 19 de novembro &MRIO RLBE FHC o i Tínhamos um medo ' ' Os artistas estão fracassando na tarefa de deixar profundo de que essas expressoes significativas da Vlda contemporanea. v canções, que fizeram CAMILLE PAGLIA, ensaísta americana, ao abordar, Parte _da_ n°353 Vlda em O Globo, temas de seu novo livro, Imagens Cintilantes DOS UltlmOS anos, não fossem ouvidas; Sou uma piada ambulante_ p 4 BOND, lider da banda irlandesa [712, comentan do, em uma rede social. MILEY CYRUS, cantora americana, ao explicar, no talk-show australiano Sunrise, a estratégia de lançamento do álbum do Seven Network. que. se não houvesse seguido a trajetória proñssional que Songs of Innocence, disponibilizado a transformou em uma estrela pop, estaria atuando em comédias stand-up em cópias digitais gratuitas no ilunes 48 l 22 DE OUTUBRO. 2014 I veja
  48. 48. EDlTADD POR RINALDO GAMA ' A Não sei qual é o meu limite. Só quem ajudar meus companheiros. › « NEYMAR. camisa 10 do Brasil, falando à Rede Globo após o jogo contra o Japão. à 5,/ ' 'Pág' no qual fez quatro gols e se tornou o quinto maior arülheiro do time (tem agora quarenta tentos marcados: Pelé é o maior goleador da seleção, com 77 gols em jogos oficiais) , l , , f A_5 PCSSPaS P0 @HL ' l Na fotografia, l ' t 311m gfltaf que 0 o equipamento . , / A › l campeao voltou. . › não nos 331m, l- - r AN pensou SILVA, ex-campeão dos médios do 0 instinto sim. » s. , _ r w UFC, em conversa com jornalistas brasileiros, no Ban" ADAMS cantor E Rio, sobre seu retorno aos linguas. marcado para com 05mm ¡átó am' _ janeiro de 2015, contra o americano Nick Diaz carfadense no jâna¡ É' português Público; ele ' ' * -~ " "A W abriu. na semana passada. uma mostra de fotos em Cascais, cidade onde É morou najuventude i É . eo. 3 : P: 4,/ R” W é, EPÍGRAFE DA SEMANA A pretexto dos confrontos do segundo turno ' i 0 mais poderoso é aquele que tem todo poder em si. l sentou, filósofo latino (4 a. C.-65 ac. ) W” Para você mandar leve e mandar bem todo dia. www. suhway. com. br - ii¡ . , "GJ- a w. Consumo saliordonomtodo lilo d: hojemooeoondlçñesdci aroma-tênue: ruminantes pmtidpanlesfüs valores nutrldmalsdounndulmu dal¡ gramas denominou menos : novilhos oarnlsemoomopãosarnos, nllooelomale, cebola, imcmáo e pepino, Não induziu qoeüom muros rue esiela Ind ado. A adição de outros condimentos, molhosou adicionais id : item os valores nutricionais. Imagens duramente ilustrativas. 02014 Iesoriafaslmsuslwáumaorarmoorlm log' Doom/ modalspín 'i / Í
  49. 49. Mais Vetores levam os indecisos a votar em Aécio, mas o número de eleitores que dizem estar com a presidente e podem mudar de ideia é menor que o dos inseguros em relação ao senador METER ! AUS _ ela primeira vez em 25 7 _ á 'j anos, os eleitores indeci- ¡, ._': t' 'í a sos vão delinir o nome do ' próximo presidente da República. . Isso só havia . e «. acontecido uma vez, em 1989. Nas eleições de 1994 e 1998, Fer- nando Henrique Cardoso liquidou o pleito no primeiro turno. Em 2002, 2006 e 2010, a diferença entre o pri- meiro e o segundo colocados era maior do que o número de eleitores sem can- didato - o que significa que, ainda que ç _. . no fim todos eles optassem pelo mes- Í _ - a x mo nome, isso não seria suficiente para ' l deñnir o vencedor. Na história do Bra- . ¡ ç _ sil, a única eleição que se compara a ' '› __ ›. -'°'x"°7 f', i g esta - e não só pela força das cancla- if “ * das trocadas entre os candidatos - é a que opôs Fernando Collor e Luiz Inácio _ Lula da Silva. Ãs vésperas do segundo t_ turno, o petista estava a apenas 3 pon- a_ tos percentuais de Fernando Collor, e os indecisos eram 6% - a mesma por- centagem que se vê agora, com a dife- rença de que, em relação a 1989, li a distância entre Dilma ' 1 Rousseff e Aécio Neves é ainda menor. Segundo V ' = - l os institutos Datafo- / _ . lha e Ibope, o can- , › Í . a Hu' 's *à didato do PSDB , f " j , t . x i . E 50 | 22 m: OUTUBRO. 2p - Ç_ _ . É N" i / - 1¡ f t” 1 w (ZRISTIANI) MAIHZ
  50. 50. MENTE nos. .. , W/yrj) V. : ' w, ;É l . a xxx! l l* V¡ As características do grupo e que candidato elas favorecem Dois terços dos indecisos são MULHERES Melhor para: DILMA A presidente tem votação acima da média entre as mulheres Dois terços moram em cidades com até 200000 HABITANTES Melhor para: DILMA l Éonde a avaliação negativa a Dilma está abaixo da média Dois terços avaliam o govemo como REGULAR Melhor para: AÉCIO No primeiro turno, Dilma tinha só 27% dos votos desse grupo Quatro quintos NÃO TÊM PARTIDO Melhor para: AÉCIO O tucano vence a petista por 14 pontos entre os sem-partido UKLÀNUU lilllfü Dois terços vivem no SUDESTE e no SUL Melhor para: AÉCIO 70% de seus votos vieram dessas duas regiões no primeiro turno Um terço é EVANGÉLICO Melhor para: AÉCIO Recebeu o apoio dos dois candidatos evangélicos, Marina e Pastor Everaldo Fonte: Dalaiolha A
  51. 51. JEFFERSON COPPOLA o _.35 -'? t” __ 'n _ . w « l «'4› l_ l r-. t tem apertados 2 pontos percentuais de vantagem sobre a petista. Metade do Brasil está com Dilma, metade com Aé- cio - mas quem vai definir o nome do candidato que subirá a rampa do Palá- cio do Planalto no dia 19 de janeiro será o grupo que, por enquanto, não está com nenhum dos dois. A pergunta que estrategistas tuca- nos e petistas tentam responder é co- mo ñsgar esses 8 milhões de indecisos identificados pelas pesquisas. VEJA analisou as características desse gru- po. O cruzamento dessas informações - grau de escolaridade, nivel de ren- 52 I 22 DE OUTUBRO. 2014 l veja , Indo 'turno da, gênero, regiões e o tamanho das cidades em que vivem - com os resul- tados obtidos no primeiro turno mais os dados das pesquisas de segundo turno e o histórico do eleitorado per- mitem identificar qual dos candidatos tem mais chance de conquistá-los (veja o quadro na pág. 51). Em alguns casos, como na questão da escolaridade, o resultado dos cru- zamentos é um empate - metade dos indecisos tem só o ensino fundamen- tal, o que favorece Dilma, mas a outra metade concluiu o ensino médio ou o superior, e ai é o tucano quem se sai r* »LN-dx melhor. Dos seis critérios em que hou- ve diferenças sensíveis, o candidato do PSDB aparece com mais chance que a petista de convencer os indecisos em quatro. Mas isso não significa automa- ticamente uma vantagem, já que os eleitores reúnem caracteristicas diver- sas, que podem apontar para lados opostos. Uma mulher (grupo em que Dilma vai melhor) que avalie o gover- no como regular (ponto para Aécio), viva numa cidade com até 200 000 ha- bitantes (melhor para Dilma) e não tenha partido político (vantagem para o tucano) vai votar como?
  52. 52. ORLANDO BRITTO AS MADRINHAS Aécio obteve os dois apoios mais desejados do segundo turno, o de Marina Silva (ao lado), que teve 22 ! trilhões de votos no primeiro [uma, e o de Renata, viúva de Eduardo Canrpos, com forte influência no importante eleitorado de Pernam truco verno. Sob essa ótica, Dilma Rousseff teria uma leve vantagem sobre Aécio na hora de conquistar os indecisos. Em compensação, pode contar a favor do tucano nesta reta final o fato de que, his- toricamente, no Brasil, as pesquisas ten- - dem a strperestimar os votos do candi- 'l dato que, no poder, tenta a reeleição. Explica o cientista social Rubens Figueiredo: "O nome do candidato . O diretor-geral do Datafolha, Mauro que está no poder c' sempre mais Paulino, añrma que, quando as várias presente do que o do adversá- caracteristicas do eleitor entram em rio na vida dos eleitores. As- ~W 7 i conflito no momento de definir seu vo- sim, é natural que, nas pes- r _ ' to, as que tendem a prevalecer são as de qtrisas com perguntas es- ¡ ^ " _í gênero (feminirto, no caso desta eleição tintuladas, ele seja mais e t e das passadas) e escolaridade (ensino citado, ainda que essa in- fundamental - de novo, no caso desta e tenção de voto não se reflita das anteriores). Ou seja, um eleitor que só co ncluiu o ensino fundamental (pró- e Dilma), por exemplo, e que avalie o g0- E 0 ETERNO PADRINHO É vcmo como regular (pró-Aecio) no fim O ex-presídenre Lula ainda tem forte estaria mais inclinado a escolher a pet¡ s- influência sobre os eleitores: 37% É ta, uma vez que a escolaridade Costuma dizem que poderiam votar em i3 ter mais peso do que a avaliação do go- alguém indicado por ele
  53. 53. - “ZESPECIAL ELEI ÕES a Se undo turno nas urnas - ou porque os entrevistados acabam não indo votar ou porque não estavam de fato decididos". 0 maior exemplo de distorção nessa situação ocorreu em 1998, na reeleição de Fer- nando Henrique Cardoso, quando a últi- ma pesquisa do Datafolha mostrou 0 presidente com 49% dos votos, mas as A INDECISAO NA CAMPANHA Nesta eleição, os indecisos somam 6%, e a diferença entre Aécio e Dilma está em 2%. Só em 1989 eles tiveram tanto peso E§3TADrÍ0tÍ0À7THlD0 í urnas lhc deram 43,1% (53% ' ¡ _ v É dos válidos). -3 ' ' 0 eleitorado brasileiro se transformou radicalmente ¡MFERENÇA [um t** nos últimos vinte anos. As duas mudanças mais notá- veis: ele ficou mais educado (pela primeira vez haverá mais eleitores com ensino médio do qrre aqueles que têm apenas o fundamental) e muito menos interessado em partidos. De acordo com dados do Datafolha, hoje, de cada três eleitores, dois não têm preferência partidária - um recorde que, segundo analistas, vem na esteira das manifestações antipoliticas de junho do ano passado. Esse novo eleitorado - mais maduro c mais rcssabiado - ten- de a decidir' seu voto cada vez nrais em cima da hora, dizem os analistas. De acordo com a última pesquisa do Datafolha, 15% do elei- torado decidiu em quem vo- taria para presidente na véspera do primeiro turno - 6% no sábado e 9% no OS CAN DIDAÍOS 3 pontos Collor 47% Lula 44% INDECISOS DIFER EN CA ENTRE próprio domingo. Existe Os CRNNDMOS uma crença persistente de que eleitores indecisos se- “m” ram pessoas que nao se rnte- ma 61% rcssam por política. Há es- tudiosos, no entanto, que duvidam dessa teoria. Nas Serra 32% eleições presidenciais amc- mnimsos ricanas de 2012, a cientista política Lynn Vavreck, pro- o fessora associada da Uni- versidade da Califórnia em Los Angeles, debruçou-se sobre as emoções dos eleitores indeci- sos para entende-los melhor e evitar classifica-los apenas como "desinte- ressados", como acreditava o senso comum. Chegou à conclusão dc que essas pessoas podem, sim, ter convic- ções políticas firmes em relação aos temas mais importantes, como educa- l'$ a. _, . ANA CAROLINA FlíRY/ NDTS 'YOMl-PR 54 I 22 DE OUTUBRO. 2014 I vela

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