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1°TEN AL FABRÍCIO DA COSTA GUIOTrabalho de conclusão de curso apresentado à Escola deSaúde do Exército, como requisito par...
RIO DE JANEIRO2008
AGRADECIMENTOAo meu orientador por todas as diretrizes, pela sabedoria e motivação.À minha esposa Aline e meus filhos: Hel...
“Onde há fé, há força. Onde há ideal, hávontade. São esses valores que mudam omundo, renovam as crenças e fortalecem oshom...
RESUMONeste ano em que se comemora o 63º aniversário da vitória aliada na Europa, naSegunda Guerra Mundial, este trabalho ...
ABSTRACTThis year when we celebrate the 63º anniversary of the allied victory in Europe,during the Second World War, this ...
SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO 082. DESENVOLVIMENTO 092.1 O BRASIL NA GUERRA 092.2 A CRIAÇÃO DA FEB 112.3 SERVIÇO DE SAÚDE DA FEB 13...
81 INTRODUÇÃOA Segunda Guerra Mundial foi um conflito armado iniciado na Europa e queatingiu escala global, durando de 193...
9G964h Guio, Fabrício da Costa.História da atuação dos médicos do Serviço de Saúde da ForçaExpedicionária Brasileira na Se...
112 DESENVOLVIMENTO2.1 O BRASIL NA GUERRAA ascensão do nazismo e a quebra dos compromissos do Tratado deVersalles começava...
11circulava no século passado, e um vespertino, moderno, denominado Meio-Dia)veiculavam toda a propaganda a favor da Alema...
11que a Alemanha, que nunca respeitou qualquer tratado ou acordo que viesse diretaou indiretamente prejudicar sua estratég...
12A criação da Força Expedicionária Brasileira tem como marco inicial aComissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos (CMMBE...
13Alexander. Além de imenso dispositivo logístico, compunha-se de duas grandesunidades operacionais: o VIII Exército inglê...
13sofreram a maledicência impatriótica de alguns. Na Itália, viveram e serviram emhospitais norte-americanos, onde além da...
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16• Serviço de Saúde da FEB – chefe: Coronel médico Emanuel Marques Porto.• Estado Maior Especial / Saúde: Tenente Coronel...
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18REFERÊNCIASANDRÉ, ANTÔNIO; RESENHA: O BRASIL NA II GUERRA MUNDIAL E AS COMUNICAÇÕES DA 1ª DIVISÃO DEINFANTARIA DA FORÇA ...
18MOTTA, ARICILDES DE MORAES; HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.; RIO DEJANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO E...
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  1. 1. HISTÓRIA DA ATUAÇÃO DOS MÉDICOS DOSERVIÇO DE SAÚDE DA FORÇAEXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDAGUERRA MUNDIAL1º TEN Al FABRÍCIO DA COSTA GUIORIO DE JANEIRO2008
  2. 2. 1°TEN AL FABRÍCIO DA COSTA GUIOTrabalho de conclusão de curso apresentado à Escola deSaúde do Exército, como requisito parcial para aprovação noCurso de Formação de Oficiais do Serviço de Saúde,Especialização em Aplicações Complementares às CiênciasMilitares.Orientador: DAVID ALBERTO LOSSHISTÓRIA DA ATUAÇÃO DOS MÉDICOS DOSERVIÇO DE SAÚDE DA FORÇAEXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA SEGUNDAGUERRA MUNDIAL
  3. 3. RIO DE JANEIRO2008
  4. 4. AGRADECIMENTOAo meu orientador por todas as diretrizes, pela sabedoria e motivação.À minha esposa Aline e meus filhos: Helena, Yuri e Beatriz por todo amor e carinho.Aos meus amigos, que caminharam sempre juntos, ajudando a superar todos osreveses do caminho.A Deus, por tudo.
  5. 5. “Onde há fé, há força. Onde há ideal, hávontade. São esses valores que mudam omundo, renovam as crenças e fortalecem oshomens. Juntos, representam a diferençaentre aqueles que apenas sonham e os quefazem. Entre os que desistem e os quevencem”.(Rinaldo Campos Soares)
  6. 6. RESUMONeste ano em que se comemora o 63º aniversário da vitória aliada na Europa, naSegunda Guerra Mundial, este trabalho relembra o testemunho veemente do que foia participação dos “pracinhas brasileiros”, principalmente dos médicos, na maiorguerra do século XX. Ainda, verdadeiros heróis da grande luta contra a morte, esseexército de “padiolas e bisturis”, que foi o Serviço de Saúde da FEB, funcionou demaneira irrepreensível. E esse funcionamento foi o resultado da perfeita ajustagemda cadeia de atendimento, que vai dos primeiros escalões, iniciando na atuação dospadioleiros dos corpos de tropa, e nos postos de socorro dos batalhões, aoshospitais da retaguarda.Este trabalho também faz uma abordagem dos fatos efatores que influenciam decisivamente a participação do Brasil na Segunda GuerraMundial. Ainda, afirma a sua atuação e vitória completa, cabal, sob todo e qualquerângulo que se a examine. O presente trabalho engloba também, em dados concisos,as atividades do Serviço de Saúde da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária doExército Brasileiro, principalmente sobre a atuação na campanha até a cessação dashostilidades na rendição incondicional em 02 de maio de 1945, da Alemanha e daItália.Deve-se ressaltar sempre a atuação do Serviço de Saúde da FEB na SegundaGuerra Mundial, destacar-se como o mesmo influiu no sucesso da campanha naItália, através da dedicação e do sentimento do dever cumprido. Também éressaltada a atuação exímia dos médicos da FEB em todos os escalões deatendimento aos “pracinhas febianos”.PALAVRAS-CHAVE: Médicos da FEB; Serviço de Saúde da FEB; Médicos naSegunda Guerra Mundial.
  7. 7. ABSTRACTThis year when we celebrate the 63º anniversary of the allied victory in Europe,during the Second World War, this paper is due to remind the Brazilian ExpeditionaryForce (FEB) participation during this conflict, principally brazilian’s doctors.Nevertheless, these true heroes thought this great fight against death, on army madeof “scalpel and stretcher” acted perfectly. It was the result of the perfect adjustmentfrom the first assistance in the beginning, with the male nurses action in troop and inthe battalion first attending station until back stage hospital. The research alsocomprises the decisive facts that were decisive to the Brazilian participation in thewar. Confirming the complete actuation and victory, by any angle seen. Thereforeinglobes right data about the actuation of the Health Service in the FirstExpeditionary Division Infantry from Brazilian Army, principally over the doctor’s worksince the beginning of their work until the end of the hostilities during theunconditional surrender in may 2°, 1945, by Germany and Italy. We must alwaysremember the Health Service actuation during the Second World War, the way itstood out to define the success in the Italy campaign, through the dedication andsense of mission accomplished. The FEB’s doctor’s act of excellent attention to theBrazilian soldiers is well reported too.Key-word: Brazilian Expeditionary Force Doctor’s; Health Service on Second WorldWar; Health Service in Brazilian Expeditionary Force.
  8. 8. SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO 082. DESENVOLVIMENTO 092.1 O BRASIL NA GUERRA 092.2 A CRIAÇÃO DA FEB 112.3 SERVIÇO DE SAÚDE DA FEB 132.4 OS MÉDICOS DA FEB 153. CONCLUSÃO 18REFERÊNCIAS 19
  9. 9. 81 INTRODUÇÃOA Segunda Guerra Mundial foi um conflito armado iniciado na Europa e queatingiu escala global, durando de 1939 a 1945. Causou perdas materiaisincalculáveis e cerca de cinqüenta milhões de mortes entre militares e civis. O Brasil,inicialmente neutro, declarou guerra às “Potências do Eixo” (Alemanha e Itália e,depois, também o Japão), após ter tido vários navios torpedeados por submarinosalemães e italianos. Foi formada, então, a Força Expedicionária Brasileira (FEB),denominação oficial do contingente do Exército Brasileiro que combateu, na Europa,as forças nazi-fascistas na frente italiana.Com um efetivo total de 25.334 brasileiros, sob comando do então GeneralJoão Batista Mascarenhas de Morais, mesmo com as intempéries climáticas e doterreno e com reveses no início da campanha, a FEB conquistou uma sucessão devitórias. O soldado brasileiro foi cumprir o seu dever e cumpriu-o bem. Com umaperda de 443 combatentes mortos, menos de 2% do seu efetivo, na Itália, a FEBteve uma atuação excepcional e pode contar, em todos os momentos, com um apoiode saúde muito eficiente. Em todos os escalões, o Serviço de Saúde da FEB, combase e apoio no Serviço de Saúde Americano, funcionou de maneira exemplar.Com uma linha de frente que se iniciava na atuação de heróicos padioleiros, oatendimento de saúde percorria os postos de socorro de Batalhão, postos desocorro de Regimento / Brigada, Companhia de saúde e Batalhão de saúde. E, sóentão, a partir daí começava a cadeia hospitalar de atendimento. Com um efetivo de1.359 militares, o Serviço de Saúde da FEB atuou de sobremaneira nos váriosórgãos e setores de atendimento ao soldado brasileiro, prestando-lhe todo oconhecimento técnico e também humanidade, tão necessários em terras distantes.Desta maneira, os “pracinhas” do Serviço de Saúde da FEB contribuíram parao êxito das operações militares de campanha na Itália, conservando a higidez datropa e minimizando suas baixas. Sempre atuou prontamente e com total dedicaçãoao cumprimento do dever e com amor ao próximo, o irmão de armas brasileiro. Osmédicos da FEB atuaram de forma ininterrupta; principalmente no atendimentoprimário na chamada zona de combate, pois os feridos e doentes surgiam a todo omomento, de dia ou a noite. Houve também atuações excepcionais dos médicosbrasileiros nos hospitais de campanha, chegando até ao cargo de chefia, porexemplo, do 32°Hospital de Campanha.
  10. 10. 9G964h Guio, Fabrício da Costa.História da atuação dos médicos do Serviço de Saúde da ForçaExpedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial /. - Fabrício daCosta Guio – Rio de Janeiro, 2008.20. f; 30cm.Orientador: David Alberto LossTrabalho de conclusão de curso (Especialização) – Escola deSaúde do Exército, Programa de Pós-Graduação em AplicaçõesComplementares às Ciências Militares.Referências: f.19-201. História dos Médicos da FEB. 2. Serviço de Saúde na SegundaGuerra Mundial. I. Loss, David Alberto. II. Escola de Saúde do Exército.III. Título.CDD:355345
  11. 11. 112 DESENVOLVIMENTO2.1 O BRASIL NA GUERRAA ascensão do nazismo e a quebra dos compromissos do Tratado deVersalles começavam a preocupar alguns membros do Governo brasileiro. Eraevidente que a face da Europa mudava rapidamente e uma nova guerra seaproximava. O Governo nazista espantava o mundo com o rápido e grandiosoressurgimento da Alemanha que, dos escombros da I Grande Guerra, manietadapelo Tratado de Versalles, rompeu os grilhões, transformando-se numa potência deprimeira linha, sob a chefia de Adolf Hitler. A política expansionista da Alemanhaestendia-se muito além de suas fronteiras, procurando incentivar as minorias raciaisalemãs em outros países a agirem em defesa dos interesses do III Reich. No Brasil,os Estados do Sul, notadamente Santa Catarina e Rio Grande do Sul, tinhamcolônias de imigrantes da primeira e segunda gerações que passaram a sofrerpressão política emanada de Berlim, na tentativa de criar, através dessa minoria,algo semelhante ao que existia na região dos Sudetos, na Tchecoslováquia.Em 1938, o Governo brasileiro estava atento ao problema, tanto que osestados sulinos começaram a tomar algumas medidas. Como interventor do RioGrande do Sul, o General Cordeiro de Farias procurou, por todos os meios, tolher asinfluências dessas atividades políticas alienígenas, combatendo no terreno dapolítica o mesmo nazismo com que, anos depois, como comandante de artilharia daFEB, se defrontaria nos campos de batalha da Europa. O embaixador alemão noBrasil, Hitler, exercia atividades além dos limites permitidos à diplomatas, obrigandoo Governo brasileiro a negociar sua retirada, por considerá-lo persona non grata.Assim, antes mesmo da conflagração européia, e bem antes de o Brasil ingressar noconflito, homens do Governo, pessoas esclarecidas como Oswaldo Aranha, jádefendiam nossa soberania contra o imperialismo nazista.A propaganda nazista no Brasil era orquestrada. No Rio de Janeiro, entãocapital do país, dois jornais (um matutino tradicional, Gazeta de Notícias, que já
  12. 12. 11circulava no século passado, e um vespertino, moderno, denominado Meio-Dia)veiculavam toda a propaganda a favor da Alemanha. Eram abastecidos pelasagências alemãs e italianas de notícias e recebiam das respectivas embaixadasmaterial de propaganda e apoio. Dessa forma, mesmo sem ampla circulação, tinhambastante influência. Apesar do volume de publicidade nunca visto antes, o povobrasileiro, porém, não se deixava iludir, o que levou Oswaldo Aranha a dizer compropriedade e acerto que 90% da população era a favor da democracia ocidental econtra o nazismo.A frota de submarinos alemães desenvolvia intensa campanha no AtlânticoNorte, causando pesadas baixas aos aliados. Aos poucos, a área de batalha foi seampliando até chegar ao Atlântico Sul. No dia 16 de fevereiro de 1942, o naviobrasileiro Buarque foi afundado. Anteriormente dois outros navios, o Taubaté, em 22de março de 1941 e o Cabedelo, em 14 de fevereiro de 1942, já tinhamdesaparecidos sem indícios de que tivessem sido torpedeados. No caso doBuarque, porém, os arquivos e documentos compulsados comprovaram que o naviobrasileiro foi afundado pelo submarino alemão U 432, sob o comando do CapitãoSchultzer. O mesmo submarino, com o mesmo capitão afundou o navio Olinda, em18 de fevereiro de 1942. Não havia mais dúvidas: a guerra chegara ao Brasil.Durante todo o conflito, foram afundados 32 navios brasileiros, e houve 972mortes - 470 marinheiros e 502 passageiros, entre civis e militares em trânsito paraas guarnições no Nordeste. Em maio de 1942, aviões da Força Aérea Brasileira(FAB), arma recém-criada com a união dos corpos do Exército e da Marinha,patrulhavam as águas costeiras. No dia 22, na altura do arquipélago de Fernando deNoronha, um avião B-25 avistou um submarino navegando na superfície. Foi osubmarino que primeiro atacou com armas antiaéreas, tendo o avião brasileirorevidado com lançamentos de bombas, no primeiro ato de guerra praticado peloBrasil. O avião não conseguiu atingir o submarino. Logo após esse dia ocorreramoutros incidentes, comprovando que os submarinos alemães agiam ao longo dacosta brasileira. Foi exatamente por causa da cessão das bases do Nordeste aosEUA e do fornecimento de matérias-primas que os alemães torpedearam naviosbrasileiros.Quando liberou suas bases, através de acordo, entrou praticamente noconflito, passando a ser parte atuante, sobretudo pelo papel decisivo da “ponteaérea” entre bases do Nordeste e a África. Seria muita ingenuidade política pensar
  13. 13. 11que a Alemanha, que nunca respeitou qualquer tratado ou acordo que viesse diretaou indiretamente prejudicar sua estratégia militar, aceitasse essa posição do Brasil, enada fizesse, portanto, para hostilizar nossos navios. Em 15 de julho de 1942,depois de ouvir o Alto Comando, Hitler determinou uma operação contra o Brasil. Ogovernante alemão achava que era preciso dar uma lição nos brasileiros pela atitudefavorável aos aliados. Hitler então escolheu determinadas áreas da costa brasileira eordenou aos submarinos que “limpassem” a área, ou seja, torpedeassem os navios.O torpedeamento de navios brasileiros continuava. No mês de agosto o povotomou conhecimento de novos ataques: cinco navios - Baependi, Aníbal Benévolo,Araraquara, Itaciba, Arara - foram a pique. Esses atos hostis agitaram a populaçãobrasileira. Houve manifestações antigermânicas em várias capitais. Multidõesacorreram ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, exigindo a guerra. No dia 22 deagosto, o Presidente Getúlio Vargas reuniu o ministério, em um ambiente tenso echeio de expectativa. Na tarde desse mesmo dia, o Departamento de Imprensa ePropaganda do Governo transmitia a seguinte nota à nação: “O Senhor Presidenteda República reuniu hoje seu ministério, tendo comparecido todos os ministros.Diante da comprovação dos atos de guerra contra a nossa soberania, foireconhecida a situação de beligerância entre o Brasil e as nações agressoras,Alemanha e Itália”.O governo resolveu, a 31 de agosto, através do Decreto nº 10.358, declarar oestado de guerra em todo o território nacional. O papel do Brasil não se limitaria aatos formais, cessão de bases e vendas de matéria-prima. A contribuição iria além:lutaria nos campos de batalhas, constituindo-se na primeira nação a atravessar alinha do Equador com suas tropas. Para que passasse da proclamada neutralidadeà ação bélica na Europa, a atitude política do Brasil sofreu sucessivas modificações.Primeiro: neutralidade absoluta de 1º de setembro de 1939, início do conflito, até 7de dezembro de 1941, ataque a Pearl Harbour. Segundo: solidariedade aos EstadosUnidos, de 8 de dezembro de 1941 a 28 de janeiro de 1942. Terceiro: rompimentode relações diplomáticas com Alemanha, Itália e Japão, em 28 de janeiro de 1942.Quarto: estado de guerra com Alemanha e Itália, por causa do torpedeamento, em22 de agosto de 1942. Quinto: estado de guerra com o Japão a partir de 6 de junhode 1945.2.2 A CRIAÇÃO DA FEB
  14. 14. 12A criação da Força Expedicionária Brasileira tem como marco inicial aComissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos (CMMBEU) e como ponto de partida aautorização que o Presidente Vargas deu diretamente ao General Leitão deCarvalho, em 29 de março de 1943, para que planejasse com os americanos autilização das tropas brasileiras em operações de guerra. No mesmo dia, emsolenidade realizada na Associação Comercial do Rio de Janeiro, o Ministro daGuerra, General Dutra, confirmou a disposição do Governo brasileiro de enviartropas para combater no exterior. O envio de uma força expedicionária eraconseqüência natural do encaminhamento dado à política externa brasileira.No dia 9 de agosto de 1943, pela Portaria Ministerial nº 47-44, publicada noBoletim Reservado do dia 13 do mesmo mês, foi criada a FEB, constituída de umaDivisão de Infantaria Expedicionária (que passou a se chamar 1ª DIE) e órgãos não-divisionários.DIE - COMPOSIÇÃO• Comandante Geral de Divisão.• Quartel Geral, Estado-Maior Geral, Estado-Maior Especial e Tropa Especial.• Infantaria Divisionária - Comandante (General-de-Brigada) e 3 Regimento deInfantaria.• Artilharia Divisionária – Comandante (General-de-Brigada) e 4 Grupos deArtilharia.• Esquadrilha de Ligação e Observação (ELO).• Batalhão de Engenharia.• Batalhão de Saúde.• Esquadrão de Reconhecimento.• Companhia de Transmissão (Comunicação).Ainda integrava as divisões uma tropa especial constituída da seguinte forma:Comando do QG e da Tropa Especial, Destacamento de Saúde, Companhia deManutenção, Companhia do Quartel-General, Companhia de Intendência, Pelotãode Sepultamento, Pelotão de Polícia e Banda de Música. O Teatro de Operações doMediterrâneo, onde a FEB combateu era comandada pelo Marechal Harold
  15. 15. 13Alexander. Além de imenso dispositivo logístico, compunha-se de duas grandesunidades operacionais: o VIII Exército inglês, comandado pelo General Montgomery,e o V Exército norte-americano, comandado pelo General Mark Clark. Cada umdesses exércitos era formado por vários corpos de Exército, estes, por váriasdivisões. A FEB combateu incorporada ao V Exército sob o comando do GeneralMark Clark e ao IV Corpo de Exército, comandado, este, pelo General Crittenberg.2.3 O SERVIÇO DE SAÚDE DA FEBO Serviço de Saúde da FEB era composto por uma cadeia de órgãos deserviço e unidades que iam desde o comando adido ao Estado-Maior Especial, era oServiço de Saúde da FEB, comandado pelo Coronel Emanuel Marques Porto, que,com seu Estado-Maior, dirigia e coordenava toda a atividade médica da tropabrasileira, tanto nos órgãos divisionários como nos não-divisionários. Esse Estado-Maior do Serviço de Saúde dividia-se em quatro seções: a 1ª, que era responsávelpela movimentação de todo o pessoal especialista de saúde, médicos, enfermeiros,dentistas e farmacêuticos; a 2ª, que era encarregada dos serviços burocráticos dosarquivos e fichas, e também responsável pela movimentação de todo o pessoal deapoio do Serviço de Saúde; a 3ª, que cuidava da operação do sistema,providenciando o atendimento das necessidades de várias unidades, e, por fim, a 4ªseção, que era encarregada do suprimento do material de saúde. Além dessasatribuições, o Serviço de Saúde da FEB tinha ingerência direta no serviço dentário,no posto avançado de Neuropsiquiatria e nas Seções Hospitalares, que funcionavamem hospitais americanos.Foi acertado que unidades de médicos, enfermeiros e enfermeiras iriamoperar na rede hospitalar já instalada, criando-se uma seção brasileira dentro daorganização americana, possibilitando oferecer atendimento adequado aos feridos edoentes. Nas emergências, essa distinção não era rigorosamente observada:médicos brasileiros cuidaram de americanos e vice-versa. Coube à nossaenfermeira, além de sua missão profissional, representar as virtudes da mulherbrasileira, entre homens de várias nacionalidades, no convívio cotidiano doshospitais norte-americanos. As nossas compatriotas, que acorreram ao chamado daPátria, prestaram excelentes serviços a FEB, durante a sua permanência emterritório italiano, enfrentando e vencendo obstáculos numerosos. Ainda no Brasil,
  16. 16. 13sofreram a maledicência impatriótica de alguns. Na Itália, viveram e serviram emhospitais norte-americanos, onde além das dificuldades advindas das diferenças deidiomas
  17. 17. 14e hábitos, suportaram por algum tempo a inferioridade hierárquica e pecuniária emrelação às suas colegas americanas, com quem conviviam. Não obstante os óbicesencontrados, as enfermeiras incorporadas a FEB atenderam com abnegação eproficiência aos nossos feridos e doentes dando veemente e nobilitante testemunhodo valor da mulher brasileira.Funcionou o nosso Serviço de Saúde em uma linha de atendimento hospitalarde quatro tipos de hospitais. O geral, localizado à retaguarda, era o 45th emNápoles. O de estacionamento, como o 7th Station Hospital em Livorno, o deevacuação como o 38th o 16th e ao final da guerra o 15th. Bem próximo à linha defrente, encontrava-se o 32nd Field Hospital, ou seja, o chamado Hospital de Campo.Eram 25 leitos utilizados para o atendimento dos casos de máxima urgência, comoos polifraturados, ferimento de crânio, arrancamentos de membros, etc. Estavainstalado em Valdibura, no sopé do Monte Castelo. Embora fosse uma unidadeamericana, o seu comando foi entregue ao eminente Professor Alípio Correa Neto,que contou com uma equipe de eficientes enfermeiras brasileiras. Também integravao pessoal do hospital uma equipe de médicos e enfermeiras americanas.Essas jovens realizaram um trabalho notável: além do serviço deenfermagem, davam apoio e carinho aos feridos. Cumpriram seu dever comeficiência, mas também com doçura. Vários episódios são relatados em livros,descrevendo o desprendimento e a abnegação dessas brasileiras que foram servir àPátria tão longe. Merecem a eterna gratidão de todos que estiveram na Itáliaservindo a FEB. Todas as equipes do Serviço de Saúde, tanto dos destacamentosRegimentais, como a do 1º Batalhão de Saúde, e do próprio Hospital de Campanhatinham extrema mobilidade, acompanhando o deslocamento da tropa para melhoratendimento.Os Serviços de Saúde atenderam mais de 10 mil casos, entre feridos,acidentados e doentes, e ainda arranjavam meios para socorrer, quando possível, apopulação civil atingida pela guerra. Por ocasião da rendição da 148ª Divisão alemã,os Serviços de Saúde prestaram inestimáveis serviços, tratando dos feridos que,portadores de gangrena e outras infecções, fatalmente morreriam. Foram salvospela aplicação de penicilina, droga ainda desconhecida do Serviço de SaúdeAlemão. O Posto Avançado de neuropsiquiatria passou a funcionar em Ponte DellaVenturina, órgão básico para tratamento e recuperação rápida dos neuróticos,
  18. 18. 15muitas vezes foi a antena captadora das causas que buscavam deprimir o moral denossas unidades combatentes.O Serviço de Saúde confirmou o alto preparo técnico da sua tropa, habilmentedirigida por quadros capazes e dedicados e por um comando operoso e proficiente.E esse funcionamento é o resultado da perfeita ajustagem da cadeia que vai dosprimeiros escalões da frente de combate aos hospitais da retaguarda. Na assistênciapronta e imediata ao soldado que tombava nos campos de batalha, muitas vezessob a feroz ação inimiga, a inexcedível dedicação dos padioleiros dos Corpos deTropa foi posta à prova. Sem desfalecimento no cumprimento da nobre missão, emque, preocupados em salvar a vida ou atenuar o sofrimento do companheiro ferido,puseram inteiramente de lado a própria segurança.Entre os seus mais assinalados feitos, sobrelevam, mesmo suportando baixasnas suas fileiras, a perfeição e regularidade da evacuação dos feridos e o desvelono tratamento dos mesmos. Concorreu, assim, brilhantemente para que à nossaPátria fosse reservado um lugar de relevo entre as nações que velarão pela pazvindoura e futura reconstrução de um mundo livre e feliz.2.4 OS MÉDICOS DA FEBA linha de frente da saúde era feita da seguinte forma: padioleiros, postos desocorro de Batalhão, postos de socorro de Regimento, Companhia de Saúde eBatalhão de Saúde. A partir daí começava então a cadeia hospitalar. Essa era aseqüência do atendimento a partir do momento em que o militar era ferido. Além dacadeia de hospitais, funcionava o Serviço de Saúde também com a Companhia deTratamento onde era feita a triagem, outra de Evacuação que se encarregava dotransporte dos postos de socorros das unidades, para os postos de triagem e dalipara os hospitais. Durante o ataque a Monte Castelo, no dia 29 de novembro de1944, passaram pelo posto de triagem nada menos que 124 feridos. Outro meio detransporte usado para os pacientes era o navio-hospital, que os levava para osEstados Unidos a fim de se submeterem a cirurgias plásticas, ou tratamentosaltamente especializados.As frações de saúde da FEB foram comandadas por médicos experientesque conduziram de maneira eficiente e exemplar todo o apoio e atendimento aosmilitares brasileiros na campanha da Itália. Foram eles:
  19. 19. 16• Serviço de Saúde da FEB – chefe: Coronel médico Emanuel Marques Porto.• Estado Maior Especial / Saúde: Tenente Coronel médico Gilberto FontesPeixoto.• Destacamento de Saúde / Tropa Especial – Comandante: Tenente Coronelmédico Augusto Marques Torres.• 1º Batalhão de Saúde – Comandante: Tenente Coronel médico BonifácioAntônio Borba.Em cada regimento ou grupo da mesma unidade, havia um destacamento desaúde, chefiado por um oficial médico e auxiliar, encarregado de manter o seu grupoem boa forma física. O trabalho deles era extraordinário, tanto do ponto de vistatécnico como humano. Tornava-se difícil distinguir o chefe, o médico, o amigo, osubordinado.Todos só tinham um ideal, aliviar o sofrimento dos feridos.Todos oselementos do Serviço de Saúde, quer do quadro médico, quer do quadro dentistasou farmacêuticos, estavam imbuídos dos mesmos propósitos. O 1º Grupo de Caçada FAB também levou o seu corpo médico. Ficaram instalados no 12th StationHospital na cidade de Tirrena-Livorno, muito próximo da base aérea de Pisa, e denosso 7th station Hospital.Os médicos brasileiros, integrantes do Serviço de Saúde, procuravam dar omáximo de si em prol de seus semelhantes, atendendo inclusive às populaçõescivis.Trabalharam incansavelmente debelando epidemias, como as de sarampo,coqueluche, pneumonia atípica, hepatites infecciosas e outras e fazendo a profilaxiadas doenças venéreas. Estas foram levadas do Brasil e agravadas e disseminadasem alto grau na Itália.Muitas coisas faltavam aos médicos da FEB, e a inexperiência em tempos deguerra, em determinadas situações, também dificultou uma melhor implantação doServiço de Saúde brasileiro em campanha. Mesmo assim, o movimento dosbrasileiros pela linha de atendimento hospitalar, durante os onze meses depermanência em ação, foi de 10.776 pacientes. É preciso ressaltar que foram para aItália 25.534 brasileiros. Apenas 49 pacientes brasileiros faleceram nos hospitais.Total de mortos na FEB: 443, dos quais 364 em ação de combate; Total dos feridosem ação de combate: 1.577; Total de acidentados: 1.145, dos quais 487 em ação decombate.
  20. 20. 17Na função de chefe do Serviço de Saúde da Força Expedicionária Brasileira,o Dr. Emanuel Marques Porto soube manter uma norma exemplar, com perfeitocontrole de todos os baixados e de todas as ações do seu serviço. Procuroudistribuir os profissionais da medicina pelos hospitais e outras unidades, o maisacertadamente possível, grupando-os em equipes homogêneas e eficientes,surgindo um ou outro caso de desacerto inicial. Manteve sempre uma fiscalizaçãoassídua e determinou acertadas medidas e condutas, reforçando sempre asdiretrizes americanas.Numerosas e freqüentes foram as suas inspeções. Repetidamente, visitavaos doentes e feridos, levando-lhes não só o conforto moral de sua presença comotambém palavras de ânimo e estímulo. Nos hospitais da frente de combate, onde oBrasil esteve como parte integrante, o Dr. Emanuel Marques Porto corria leito a leito,indagando e ouvindo, minuciosamente, os relatos que lhe faziam os chefes dasseções brasileiras. Sob o ponto de vista médico nada faltou aos pracinhas e, maisainda, que desde a linha de frente até aos pontos mais recuados, os cuidadosmédicos lhes eram prestados pelos elementos brasileiros do Serviço de Saúde daFEB.Todas as intervenções eram praticadas por cirurgiões de nosso Exército e aassistência posterior aos feridos e aos enfermos também por nossa gente. Aeficiência da atuação dos Corpos de Saúde pode ser aferida pela magníficaestatística de apenas 0,4% de mortes de doentes baixados. Em julho de 1945, o Dr.Emanuel Marques Porto deixou a Itália por via aérea, chegando ao Rio de Janeirono dia seguinte. Em seu lugar, ficou o Ten Cel Dr Gilberto Peixoto que, durante aguerra fora o chefe do Serviço de Saúde da Divisão Brasileira engajada emcombate. Em tempo, os médicos do Serviço de Saúde da FEB foram aos campos debatalha da Europa cumprir o seu dever e muitos foram, no exercício das suasfunções, além do dever. Mostraram o seu valor e deram aos militares brasileiros omerecido suporte e conhecimento no tratamento de suas mazelas de combate,permitindo uma moral elevada na frente de batalha.
  21. 21. 183 CONCLUSÃOTendo ciência de que a História real só pode ser bem escrita em um Paísverdadeiramente livre, este trabalho trata sobre a História da participação da FEB ede seus médicos na Segunda Guerra Mundial, no teatro de Operações doMediterrâneo.As demonstrações de bravura, abnegação, perseverança e féinquebrantável no cumprimento da missão foram uma bandeira para o mundo, quepassou a reconhecer o valor dos soldados brasileiros.Cultuar e reverenciar aqueles que escreveram essa memorável página denossa história, mais que uma homenagem, é dever de todos. Aos nossos pracinhas,nosso reconhecimento e eterna gratidão.Com perícia, dedicação e sem preocupaçãocom a segurança pessoal, os componentes do Serviço de Saúde da FEB permitiram,com sua ação, que o atendimento de saúde iniciasse e encerasse a campanhadentro do cumprimento absoluto de suas missões, merecendo a confiança docomando e principalmente dos combatentes, em qualquer situação tática. E isto foi,e sempre será, um dos mais valiosos fatores de exaltação da moral da tropa emcampanha.O Serviço de Saúde da FEB e a atuação dos médicos brasileiros durante aguerra, tiveram a oportunidade de funcionar em todas as fases da campanhadivisionária na Itália, apoiando sempre de perto e de forma eficiente a tropacombatente. E nos postos de socorro e nos estabelecimentos hospitalares, médicos,cirurgiões habilíssimos e enfermeiras dedicadas, seguindo a orientação do seuvaloroso patrono, General João Severiano da Fonseca, iniciaram o trabalhoestafante e profundamente humano de dar vida ao moribundo, de afastar o espectroda morte que rodeava os feridos e de suavizar-lhes os sofrimentos físico e moral.Verdadeiros heróis da grande luta contra a morte, esse exército de “padiolas ebisturis” fez, do mesmo modo que os de canhões e baionetas, grande dano aoalemão que nos defrontava. Cada soldado reconstituído era um soldado furtado àsanha adversa e mais um reforço que engrandecia as frentes de batalha brasileiras.Extinta a FEB no pós-guerra seus feitos e vitórias, nos campos de batalha deultramar, sobreviverão eternos no coração da nacionalidade, como síntese do valorde nossa gente e símbolo da vocação democrática do povo brasileiro.
  22. 22. 18REFERÊNCIASANDRÉ, ANTÔNIO; RESENHA: O BRASIL NA II GUERRA MUNDIAL E AS COMUNICAÇÕES DA 1ª DIVISÃO DEINFANTARIA DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA ITÁLIA, RIO DE JANEIRO: EDITORA HP COMUNICAÇÃO,2007.BRAGA, RUBEM; CRÔNICAS DA GUERRA NA ITÁLIA, 3 ED. RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO,1996.CANSANÇÃO, ELZA; E FOI ASSIM QUE A COBRA FUMOU. 4. ED .RIO DE JANEIRO: EDITORA MARQUES SARAIVA,1987.COSTA, OCTÁVIO; TRINTA ANOS DEPOIS DA VOLTA; O BRASIL NA II GUERRA MUNDIAL, RIO DE JANEIRO:EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 1976.DECRETO DE LEI Nº 10.358, DE 31 DE AGOSTO DE 1942DIRETORIA DE HISTÓRIA MILITAR DO DEPARTAMENTO DO EXÉRCITO DOS EUA . AS GRANDES DECISÕESESTRATÉGICAS: II GUERRA MUNDIAL . 2. ED.. RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 2004.EDIPE; ENCICLOPÉDIA DIDÁTICA DE INFORMAÇÃO E PESQUISA EDUCACIONAL. 8 ED. SÃO PAULO: EDITORALIVRARIA IRACEMA LTDA, 1991.HENRIQUE, ELBER DE MELLO; A FEB DOZE ANOS DEPOIS, RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIEX, 1959.LIMA, RUI MOREIRA; SENTA A PUA!, RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 1980.MATTOS, CARLOS DE MEIRA; O MARECHAL MASCARENHAS DE MORAES E SUA ÉPOCA, RIO DE JANEIRO:EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 1983.MORAES, JOÃO BAPTISTA MASCARENHAS DE; A FEB PELO SEU COMANDANTE, RIO DE JANEIRO: EDITORABIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 2005.MORAES, J. B. MASCARENHAS DE; MEMÓRIAS. 2 ED . RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO,1984.
  23. 23. 18MOTTA, ARICILDES DE MORAES; HISTÓRIA ORAL DO EXÉRCITO NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL.; RIO DEJANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 2001.REIS, EDGARDO MONTINHO DOS; EXÉRCITO DE PADIOLEIROS E BISTURIS, 1 ED. RIO DE JANEIRO: EDITORAMADRI, 1969.SILVEIRA, JOAQUIM XAVIER DA; A FEB POR UM SOLDADO, RIO DE JANEIRO: EDITORA BIBLIOTECA DOEXÉRCITO, 2001.SILVEIRA, JOAQUIM XAVIER DA; CRUZES BRANCAS, DIÁRIO DE UM PRACINHA, RIO DE JANEIRO: EDITORABIBLIOTECA DO EXÉRCITO, 1997.TUDO; DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO ILUSTRADO, 2 ED. SÃO PAULO: EDITORA ABRIL CULTURAL,1979.

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