No Teu Silêncio… Formatação e poema:  Maria do Carmo
Quem procura  um Amigo, Procura uma agulha num palheiro!...
Um amigo não se compra… Não se vende… Não se troca…
Aparece inesperadamente, Quando o nosso fio de prata parece querer quebrar…
Vestido de branco… Mãos vazias e coração pleno.
É um anjo fortuito Que nos fala numa linguagem  que não entendemos E que só mais tarde nos é revelada…
Tanto pode estar fora, como dentro de nós… Mas não o procures!... Porque ele conhece-te e aproxima-se…
Quando a dor,  A angústia, O enjoo de estar Só Assolar o teu peito…
Quando te julgares um Nada, Porque nada tens feito…
Acende A tua fogueira!... E observa o crepitar da chama. Senta-te contigo próprio
Então  pergunta-te: Porque acendeste, ó chama,  se eu já estava frio?!...
É a resposta do Teu Maior Amigo! No silêncio interior, Espera  a  tua resposta…
Estar sozinho… Não significa  Estar Só!
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No Teu SilêNcio

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No Teu SilêNcio

  1. 1. No Teu Silêncio… Formatação e poema: Maria do Carmo
  2. 2. Quem procura um Amigo, Procura uma agulha num palheiro!...
  3. 3. Um amigo não se compra… Não se vende… Não se troca…
  4. 4. Aparece inesperadamente, Quando o nosso fio de prata parece querer quebrar…
  5. 5. Vestido de branco… Mãos vazias e coração pleno.
  6. 6. É um anjo fortuito Que nos fala numa linguagem que não entendemos E que só mais tarde nos é revelada…
  7. 7. Tanto pode estar fora, como dentro de nós… Mas não o procures!... Porque ele conhece-te e aproxima-se…
  8. 8. Quando a dor, A angústia, O enjoo de estar Só Assolar o teu peito…
  9. 9. Quando te julgares um Nada, Porque nada tens feito…
  10. 10. Acende A tua fogueira!... E observa o crepitar da chama. Senta-te contigo próprio
  11. 11. Então pergunta-te: Porque acendeste, ó chama, se eu já estava frio?!...
  12. 12. É a resposta do Teu Maior Amigo! No silêncio interior, Espera a tua resposta…
  13. 13. Estar sozinho… Não significa Estar Só!

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