SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 70
Baixar para ler offline
Sistema
Endócrino
ZAYRA ALMONDES
HORMÔNIOS
 São substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas
que atuam dentro da corrente sanguínea.
 O sangue transporta esses hormônios para atuarem em
áreas específicas do organismo.
FUNÇÕES DOS HORMÔNIOS
 Atuam como espécie de mensageiro químico, transportando
informações entre as células.
 Agem com função de regular órgãos e regiões do corpo.
COMO AGEM OS HORMÔNIOS
 Glândulas endócrinas liberam os hormônios no sangue (ou na
hemolinfa), para que atinjam todas as células do corpo.
 Cada hormônio atua apenas sobre alguns tipos de células,
denominadas células-alvo.
 As células-alvo de determinado hormônio possuem, na membrana
ou no citoplasma, proteínas denominadas receptores hormonais,
capazes de se combinar especificamente com as moléculas do
hormônio.
 É apenas quando a combinação correta ocorre que as células-alvo
exibem a resposta característica da ação hormonal.
COMO AGEM OS HORMÔNIOS
 A regulação endócrina se faz por meio de um mecanismo
denominado retroalimentação ou feedback, pelo qual o nível de
um hormônio no sangue determina a estimulação ou a inibição da
atividade de determinada glândula.
PRINCIPAIS GLÂNDULAS
HIPÓFISE
 ADH
 OCITOCINA
 SOMATOTRÓFICO (GH)
 TIREOTRÓFICO (TSH)
 ADRENOCORTICOTRÓFICO
(ACTH)
 GONADOTRÓFICOS
OUTRAS GLÂNDULAS
 TIREOIDE
 PARATIREOIDE
 PÂNCREAS
 SUPRARRENAIS
HIPÓFISE
A HIPÓFISE
 Glândula que no homem tem forma
ovoide.
 Diâmetro aproximado de 1 cm.
 Localização
 Cavidade do osso esfenoide (sela turca),
na parte central da base do crânio. Está
ligada ao hipotálamo através de um
pedúnculo fino denominado trato
hipofisário, imediata mente atrás do
quiasma óptico.
Neuroipófise
 São produzidos por neurônios de núcleos
hipotalâmicos, descem com fibras
nervosas, através do trato hipofisário,
para a neuroipófise, que é apenas um
reservatório de hormônios.
 ADH
 Ocitocina
Neuroipófise
 Aumenta a permeabilidade dos túbulos
renais
 Maior reabsorção de água
 Menor volume de urina.
 Aumento da concentração dos fluidos
corpóreos provoca a excitação de núcleos
hipotalâmicos, que enviarão impulsos
para a neuroipófise que, então, libera o
hormônio antidiurético.
 Lesões no hipotálamo ou destruição das
fibras nervosas que vão à neuroipófise
levam ao aparecimento da diabetes
insípida, doença que surge em
consequência da falta do ADH e se
caracteriza por sede excessiva e intensa
poliúria.
Vasopressina ou ADH
Neuroipófise
 Contração da parede do útero,
especialmente por ocasião do parto
 Ejeção do leite pelas glândulas mamárias.
 Age na contração dos músculos lisos da
parede do útero e células mioepiteliais
responsáveis pela ejeção do leite.
Ocitocina
Hipófise
intermediária
 Alguns peixes, anfíbios e répteis
apresentam o hormônio intermedina, que
provoca a dispersão dos grânulos de
pigmento dos cromatóforos, contribuindo
para a proteção do animal contra
predadores (mimetismo).
Hipófise anterior
Hipófise anterior
 Os hormônios da adenoipófise são
conhecidos coletivamente como trofinas
(do grego, trophé = nutrição)
 Atuam estimulando a atividade de outros
órgãos ou glândulas
 Os hormônios da porção posterior são, na
verdade, produzidos pelo hipotálamo.
Hipófise anterior
 Hormônio de crescimento
 Importante na indução e na regulação do
crescimento dos vertebrados.
 Deficiência (hipossomatotrofismo) desde
a infância: nanismo.
 Excesso: gigantismo no animal em
desenvolvimento ou à acromegalia no
adulto, com crescimento exagerado dos
ossos dos membros e da face e aumento
dos órgãos e músculos.
Somatotrófico (GH)
Hipófise anterior
 Tireotrofina
 Estimula a tireoide na captação do iodo
do plasma e na produção de seus
hormônios (tiroxina e tri-iodotironina),
bem como na sua liberação ao sangue.
Tireotrófico (TSH)
Hipófise anterior
 Estimulante da secreção e liberação de
glicocorticoides pelo córtex da glândula
suprarrenal ou adrenal.
 Apresenta efeitos diretos sobre a
pigmentação da pele e sobre tecidos
periféricos com lipólise (digestão de
gorduras).
Adrenocorticotrófico (ACTH)
Hipófise anterior
 Três hormônios
 Controlam a atividade das gônadas e dos
órgãos sexuais.
 Fêmea: intervém no ciclo, na
menstruação, na ovulação, na gravidez e
na lactação.
 A hipofisectomia resulta na atrofia desses
órgãos, interrupção do ciclo menstrual e
impotência.
Gonadotróficos
Hipófise anterior
 Folículo estimulante (FSH),
 Estimula o desenvolvimento do folículo, na
mulher, e na espermatogênese, no homem.
 Hormônio luteinizante (LH),
 Estimula as células intersticiais (ICSH)
 Responsável pela formação do corpo lúteo na
mulher.
 Estimula a atividade das células de Leydig
que produzem a testosterona no homem.
 Luteotrofina ou prolactina (LTH),
 Mantém o corpo amarelo e estimula a
produção de seus hormônios
 Ação no desenvolvi mento das mamas e
interfere na produção do leite.
Gonadotróficos
GLÂNDULAS SEXUAIS
Glândulas
sexuais
TESTÍCULOS
Glândulas sexuais
 Células de Leydig (tecido localizado entre
os tubos seminíferos) secretam
testosterona desde a vida embrionária
estimulada pela placenta.
 A partir da puberdade, a hipófise produz o
FSH que estimula a espermogênese e o
desenvolvimento dos tubos seminíferos
além do ICSH que estimula o
desenvolvimento de caracteres sexuais
masculinos
 Há o estímulo da maturação dos
espermatozóides por esses androides.
TESTÍCULOS
Glândulas sexuais
OVÁRIOS
Glândulas sexuais
 ESTRÓGENOS
 PROGESTERONA
 ANDRÓGENOS
 GONADOTROFINAS CORIÔNICAS
OVÁRIOS
Glândulas sexuais
 ESTEROIDES.
 SECRETADOS CONSTANTEMENTE, MAS
COM CONCENTRAÇÃO VARIÁVEL (menor
até a puberdade e maior a partir dai).
 AGE NO DESENVOLVIMENTO DOS
ÓRGÃOS E CARACTERES SEXUAIS
SECUNDÁRIOS.
 ESTIMULA O DESENVOLVIMENTO DAS
TUBAS UTERINAS, ÚTERO, VAGINA,
GENITÁLIA E MAMAS.
 NA FASE PRÉ OVULATÓRIA ESTIMULA A
PROLIFERAÇÃO DO ENDOMÉTRIO E
OUTRAS GLÂNDULAS.
ESTRÓGENOS
Glândulas sexuais
 ESTEROIDE.
 PREPARA O ORGANISMO PARA A
GESTAÇÃO.
 FORMA O ENDOMÉTRIO E PARTICIPA NA
FORMAÇÃO DA PLACENTA.
 DIMINUI A CONTRAÇÃO UTERINA E
AUMENTA A SECREÇÃO UTERINA DE
MATERIAL NUTRITIVO PARA O EMBRIÃO.
 DESENVOLVE AS GLÂNDULAS MAMÁRIAS.
 INIBE O FSH IMPEDINDO O
DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO
FOLÍCULO DURANTE A GESTAÇÃO.
PROGESTERONA
Glândulas sexuais
 ANDRÓGENOS SÃO ESTEROIDES DE AÇÃO
MASCULINIZANTE PRODUZIDOS EM
PEQUENA QUANTIDADE PELO OVÁRIO E
SUPRARRENAL.
 GONADOTROFINA CORIÔNICA É UMA
GLICOPROTEÍNA.
 IMPEDE A INVOLUÇÃO DO CORPO
AMARELO DURANTE A EVOLUÇÃO DA
GRAVIDEZ.
ANDRÓGENOS E GONADOTROFINAS
DESENVOLVIMENTO DO
FOLÍCULO DE GRAAF
 Após a puberdade, os ovários de uma
mulher apresentam diversos Folículos de
Graaf em diferentes estágios de
desenvolvimento.
 Sob a estimulação do FSH, inicia-se o
crescimento dos ovários e principalmente
dos folículos.
 Em cada ciclo menstrual apenas um
folículo amadurece, processo que se
inicia pelo desenvolvimento do óvulo
imaturo (ovócito).
 Folículo produz estrógenos
 Inibem a produção de FSH e estimulam o
LH (luteinizante): acelera a maturação
final do folículo e o seu rompimento com
a expulsão do óvulo para a cavidade
abdominal (ovulação).
 As células que restaram dos folículos
passam a apresentar uma granulação de
luteína (lípide de cor amarela),
constituindo a partir de então o corpo
lúteo ou corpo amarelo.
 O corpo amarelo tem função endócrina,
secretando principalmente progesterona
e estrógeno, tornando o organismo
feminino apto para a gestação e
colaborando na manutenção e nutrição
do embrião.
 O hormônio luteotrófico (LTH) promove a
manutenção do corpo amarelo e a
estimulação para produção dos seus
hormônios.
 Se não ocorrer fecundação do óvulo, o
corpo amarelo regride e desaparece antes
da ovulação seguinte, deixan do apenas
uma cicatriz es branquiçada no ovário,
denominada corpo amarelo atrésico ou
corpo albicante.
 No caso de o óvulo ser fecunda do, o
corpo amarelo persiste durante cerca de
cinco meses e depois regride.
CICLO MENSTRUAL
CICLO MENSTRUAL
 Duração media 28 dias
 Ovulação aos 14 dias
 Período de viabilidade do óvulo é de 24 a
48h
 Tempo de vida do espermatozóide é de
72h
 Se não houver a fecundação, ocorre a
involução do corpo amarelo e a queda do
nível dos hormônios estrógenos e
progesterone.
 Ocorre a descamação da muscosa
uterina: menstruação
CICLO MENSTRUAL
 Fase proliferativa
 Do fim da menstruação até a ovulação.
 Estimulação do estrógeno produzido pelo
folículo em desenvolvimento.
 Maturação do folículo.
 Células da parede uterina proliferam
intensamente, ocorrendo um crescimento
progressivo das glânduIas e vasos
sanguíneos
 Espessamento do endométrio.
FASE I
CICLO MENSTRUAL
 Fase secretora.
 Influenciado pelo corpo amarelo.
 Formação do corpo lúteo.
 Ovulação até a menstruação seguinte.
 Continua ocorrendo a proliferação do
endométrio e sua espessura duplica.
FASE II
TIREOIDE
A Tireoide
 Glândula endócrina.
 Dois lobos ligados por um istmo.
 Produz tiroxina e triiodotironina.
 Tirotrofina (TSH) estimula a
liberação desses hormônios e
estimula a captação de iodo.
Funções dos hormônios da Tireoide
 Estimulam as reações químicas (metabolismo) da maioria dos
tecidos do organismo, pois aumentam a quantidade de enzimas
oxidativas.
 Acelera o metabolismo dos carboidratos, dos lípides e das
proteínas.
 Função importante no crescimento e desenvolvimento, influindo,
inclusive, no ciclo menstrual e na fertilidade.
Hipotireoidismo
Hipotireoidismo congênito:
aparecimento do cretinismo.
 O afeta do apresenta
pequena estatura
(desenvolvimento
deficiente do esqueleto),
cabeça grande e pernas
curtas, a dentição é
irregular, o
desenvolvimento sexual é
atrasado e há debilidade
mental.
Hipotireoidismo
Hipotireoidismo no adulto
 Queda da frequência cardíaca, apatia, aumento de peso,
engrossamento e tumefação da pele (mixedema).
Ronaldo, o Fenômeno.
Hipertireoidismo
 Sintomas: intolerância ao calor, metabolismo basal alto, aumento
da frequência cardíaca, perda de peso, tremor nas mãos,
nervosismo e outras perturbações psíquicas.
 Na maioria dos hipertireóidicos ocorre a protusão dos globos
oculares (exoftalmia).
Fernando Caruso.
Bócio e iodo
 Bócio (papo) é um aumento de volume da tireoide em decorrência
de hipo ou hiperfuncionamento da glândula.
 Pode ser endêmico, como resultado da falta de iodo em
determinadas áreas geográficas.
 A falta de iodo no organismo impede a transformação da
tiroglobulina em tiroxina. O baixo teor de tiroxina no sangue vai
provocar a liberação constante de tirotrofina pela hipófise
(feedback).
 Essa estimulação prolongada da tireoide, por sua vez, leva à
hiperplasia da glândula (bócio).
Bócio
PARATIREOIDES
Paratireoides - Características
 Dois pares de glândulas ovoides que pesam cerca de 140 mg.
 Estão localizadas na face posterior da tireoide.
 Função:
 Age no metabolismo do cálcio e do fósforo.
 Manutenção do nível normal desses íons no plasma e no líquido
intercelular.
Paratormônio
 Mantém constante a relação entre cálcio e fósforo no plasma,
aumenta a eliminação de cálcio e fósforo pela urina e mobiliza o
cálcio dos ossos;
 Favorece a absorção de cálcio pelo intestino, porém, nesse caso, é
indispensável a presença da vitamina D.
Hipoparatireoidismo
 Reduz o cálcio sanguíneo de seu nível normal e determina um
aumento no nível do fósforo, enquanto a excreção renal do cálcio
e do fósforo diminui.
 A queda acentua da no nível do cálcio sanguíneo leva ao
aparecimento da tetania muscular, devido a uma
hiperexcitabilidade dos tecidos nervoso e muscular, causada in
sufi ciência dos íons de cálcio no sangue.
Hiperparatireoidismo
 Alteração na relação cálcio/fósforo do sangue;
 O nível do cálcio eleva-se muito e o nível do fósforo diminui.
 Ocorre uma grande mobilização de cálcio dos ossos, levando ao
aparecimento de deformações ósseas e fraturas frequentes.
 Há eliminação de cálcio e de fósforo pela urina, podendo haver
formação de cálculos renais devido a um depósito de cálcio.
PÂNCREAS
Pâncreas - Características
 Glândula anfícrina, ou seja, apresenta uma parte endócrina
(Ilhotas de Langerhans) que produz insulina e glucagon e uma
parte exócrina que produz o suco pancreático.
 A insulina é secretada pelas células β das Ilhotas de Langerhans
do pâncreas.
 O glucagon é secretado pelas células α das Ilhotas de Langerhans.
Insulina
 É um hormônio que interfere no
metabolismo dos açúcares
(carboidratos), controlando o nível
de glicose no sangue.
 Controla a produção de glicogênio
pelo fígado e estimula o consumo
de glicose pelos tecidos,
aumentando a permeabilidade,
através das membranas
celulares, a esta substância.
Hipoinsulinismo
 Provoca a Diabetes mellitus.
 Sintomas: hiperglicemia e a hiperglicosúria
(eliminação de excesso de glicose pela urina). Glicose
sanguínea supera o nível normal, quantidade essa que
ultrapassa os limites da reabsorção renal, portanto, o
excesso é eliminado na urina.
 A deficiência na produção de insulina pode depender
de vários fatores, porém, geralmente, é causada por
fatores genéticos.
Hiperinsulinismo
 Produção excessiva de insulina, geralmente resultante de tumor
nas Ilhotas de Langerhans.
 Consequência: hipoglicemia.
 Excesso de insulina determina, pela hipoglicemia, o choque
insulínico que se caracteriza por grande excitabilidade do sistema
nervoso central, podendo resultar em tremores, intenso
nervosismo e até alucinações.
 Em casos mais extremos, pode levar a convulsões, perda de
consciência e mesmo ao estado de coma.
Glucagon
 Ação antagônica à insulina
 Aumenta a glicemia.
 Estimula a glicogenólise no fígado e a liberação de glicose no
sangue.
 Secreção é controlada pelo nível de glicose sanguínea.
 A queda do nível glicose determina a liberação de glucagon que,
por sua atividade, restabelece a glicemia normal.
Curva glicêmica
ADRENAIS OU
SUPRARRENAIS
CARACTERÍSTICAS
 São glândulas que se localizam sobre o polo superior de cada rim.
 A adrenal apresenta duas regiões que diferem na origem,
estrutura e fisiologia: o córtex e a medula.
CARACTERÍSTICAS
 Medula da suprarrenal:
 adrenalina e noradrenalina.
 Córtex:
 Envolve a medula externamente.
 Os principais hormônios são: a aldosterona e
o cortisol.
 Merecem ser citados, ainda, a corticosterona,
os hormônios androgênicos e estrogênicos.
ALDOSTERONA
 Também denominada mineralocorticoide.
 Responsável pela regulação do metabolismo salino, causando
aumento na reabsorção do sódio e excreção renal do potássio.
 Como consequência determina uma reabsorção maior de cloro.
 A corticosterona, em menor grau que a aldosterona, aumenta a
reabsorção de sódio pelos túbulos renais.
CORTISOL
 Também chamado glicocorticoide.
 Determina o aumento da concentração de glicose no sangue.
 Desempenha papel importante no metabolismo das proteínas e
das gorduras, levando à síntese de glicose a partir dessas
substâncias, o que se denomina neoglicogênese.
 A corticosterona também tem pequena função glicocorticoide.
 O cortisol causa também menos consumo de glicose pelos tecidos
e aumenta a resistência à insulina.
HORMÔNIOS CORTICOSSEXUAIS
 Ambos os sexos apresentam uma contínua secreção de
hormônios corticossexuais (estrógenos e a progesterona) pelo
córtex da suprarrenal.
 Os efeitos fisiológicos desses hormônios são mínimos, embora
atuem junta mente com os hormônios das gônadas no
desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários.
ANOMALIAS DO CÓRTEX DA ADRENAL
Hipoadrenalismo
 Uma das manifestações é a Doença de Addison, com
perda de peso, vômitos, diarreias e pigmentação excessiva
da pele.
Hiperadrenalismo
 Doença de Cushing, que se caracteriza pela obesidade do
rosto e do tronco sem comprometimento geral dos
membros, hipertensão arterial, diminuição da tolerância à
glicose, debilidade e alterações cutâneas.
Síndrome androgenital - hipercorticalismo
 A hiperatividade cortical com a produção excessiva de hormônios
androgênicos leva a essa síndrome.
 Vida fetal: pseudo-hermafroditismo feminino (meninas com clitóris
superdesenvolvido e vários sintomas de virilização).
Síndrome androgenital - hipercorticalismo
 Menino pré-púbere: desenvolvimento sexual precoce.
 Mulher adulta: aparecimento de pelos no rosto e no tronco, atrofia
das mamas e menstruação escassa ou ausente; a voz torna-se
grossa e o aspecto corporal, masculino. Esse quadro denomina-se
virilismo.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Fisiologia sist reprod anotações
Fisiologia sist reprod   anotaçõesFisiologia sist reprod   anotações
Fisiologia sist reprod anotaçõesCinthia Feliciano
 
Ciclo menstrual
Ciclo menstrualCiclo menstrual
Ciclo menstrualUNISUL
 
Biologia 12ºano - Reprodução Humana
Biologia 12ºano - Reprodução HumanaBiologia 12ºano - Reprodução Humana
Biologia 12ºano - Reprodução HumanaRenata Sofia
 
Sistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoSistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoprofatatiana
 
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutores
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutoresRegulação do funcionamento dos sistemas reprodutores
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutoresIsabel Lopes
 
Fisiologia reprodutiva feminina
Fisiologia reprodutiva femininaFisiologia reprodutiva feminina
Fisiologia reprodutiva femininaDaniela R Silva
 
Hormônios e o ciclo menstrual
Hormônios e o ciclo menstrualHormônios e o ciclo menstrual
Hormônios e o ciclo menstrualMiryan Carneiro
 
(2) ciências naturais 9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas
(2) ciências naturais    9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas(2) ciências naturais    9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas
(2) ciências naturais 9º ano - transmissão da vida - bases morfológicasHugo Martins
 
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_início
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_inícioBases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_início
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_inícioPatrícia Santos
 
Glândulas e hormônios
Glândulas e hormôniosGlândulas e hormônios
Glândulas e hormôniosSâmara Mends
 

Mais procurados (20)

Sistema endócrino
Sistema endócrinoSistema endócrino
Sistema endócrino
 
Fisiologia sist reprod anotações
Fisiologia sist reprod   anotaçõesFisiologia sist reprod   anotações
Fisiologia sist reprod anotações
 
Ciclo reprodutivo feminino
Ciclo reprodutivo femininoCiclo reprodutivo feminino
Ciclo reprodutivo feminino
 
Hormônios
HormôniosHormônios
Hormônios
 
Ciclo menstrual
Ciclo menstrualCiclo menstrual
Ciclo menstrual
 
Menstruação
MenstruaçãoMenstruação
Menstruação
 
Resumos ciências
Resumos ciênciasResumos ciências
Resumos ciências
 
Biologia 12ºano - Reprodução Humana
Biologia 12ºano - Reprodução HumanaBiologia 12ºano - Reprodução Humana
Biologia 12ºano - Reprodução Humana
 
Sistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoSistema EndóCrino
Sistema EndóCrino
 
Ciclo menstrual
Ciclo menstrualCiclo menstrual
Ciclo menstrual
 
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutores
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutoresRegulação do funcionamento dos sistemas reprodutores
Regulação do funcionamento dos sistemas reprodutores
 
Ciclo menstrual 2013
Ciclo menstrual 2013Ciclo menstrual 2013
Ciclo menstrual 2013
 
Hormônios
HormôniosHormônios
Hormônios
 
Ciclo uterino
Ciclo uterinoCiclo uterino
Ciclo uterino
 
Ciclo sexual
Ciclo sexualCiclo sexual
Ciclo sexual
 
Fisiologia reprodutiva feminina
Fisiologia reprodutiva femininaFisiologia reprodutiva feminina
Fisiologia reprodutiva feminina
 
Hormônios e o ciclo menstrual
Hormônios e o ciclo menstrualHormônios e o ciclo menstrual
Hormônios e o ciclo menstrual
 
(2) ciências naturais 9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas
(2) ciências naturais    9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas(2) ciências naturais    9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas
(2) ciências naturais 9º ano - transmissão da vida - bases morfológicas
 
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_início
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_inícioBases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_início
Bases Morfológicas e Fisiológicas da Reprodução_início
 
Glândulas e hormônios
Glândulas e hormôniosGlândulas e hormônios
Glândulas e hormônios
 

Destaque

Aula 06 fisiologia do sistema endócrino - atualizado
Aula 06   fisiologia do sistema endócrino - atualizadoAula 06   fisiologia do sistema endócrino - atualizado
Aula 06 fisiologia do sistema endócrino - atualizadoHamilton Nobrega
 
Aula 08 fisiologia da nutrição - sistema muscular
Aula 08   fisiologia da nutrição - sistema muscularAula 08   fisiologia da nutrição - sistema muscular
Aula 08 fisiologia da nutrição - sistema muscularHamilton Nobrega
 
Apostila Temas ENEM
Apostila Temas ENEM Apostila Temas ENEM
Apostila Temas ENEM Marcos Exatas
 
Chega de bagunça
Chega de bagunçaChega de bagunça
Chega de bagunçaUNIP
 
Introducao quimica
Introducao quimicaIntroducao quimica
Introducao quimicaUNIP
 
Fisiologia Humana 8 - Sistema Endócrino
Fisiologia Humana 8 - Sistema EndócrinoFisiologia Humana 8 - Sistema Endócrino
Fisiologia Humana 8 - Sistema EndócrinoHerbert Santana
 
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossínteseColégio Batista de Mantena
 
Agrotoxicos
AgrotoxicosAgrotoxicos
AgrotoxicosUNIP
 
Zoologia geral e comparada ii
Zoologia geral e comparada iiZoologia geral e comparada ii
Zoologia geral e comparada iiUNIP
 
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2WALTER ALENCAR DE SOUSA
 
Brasil Pré-colonial - contexto histórico
Brasil Pré-colonial - contexto históricoBrasil Pré-colonial - contexto histórico
Brasil Pré-colonial - contexto históricoPortal do Vestibulando
 

Destaque (20)

Aula 06 fisiologia do sistema endócrino - atualizado
Aula 06   fisiologia do sistema endócrino - atualizadoAula 06   fisiologia do sistema endócrino - atualizado
Aula 06 fisiologia do sistema endócrino - atualizado
 
Aula 08 fisiologia da nutrição - sistema muscular
Aula 08   fisiologia da nutrição - sistema muscularAula 08   fisiologia da nutrição - sistema muscular
Aula 08 fisiologia da nutrição - sistema muscular
 
Apostila Temas ENEM
Apostila Temas ENEM Apostila Temas ENEM
Apostila Temas ENEM
 
Química aula 3 - combustíveis
Química   aula 3 - combustíveisQuímica   aula 3 - combustíveis
Química aula 3 - combustíveis
 
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
 
Chega de bagunça
Chega de bagunçaChega de bagunça
Chega de bagunça
 
Introducao quimica
Introducao quimicaIntroducao quimica
Introducao quimica
 
Química aula 4 - estequiometria
Química   aula 4 - estequiometriaQuímica   aula 4 - estequiometria
Química aula 4 - estequiometria
 
And Be Thankful!
And Be Thankful!And Be Thankful!
And Be Thankful!
 
Fisiologia Humana 8 - Sistema Endócrino
Fisiologia Humana 8 - Sistema EndócrinoFisiologia Humana 8 - Sistema Endócrino
Fisiologia Humana 8 - Sistema Endócrino
 
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 6 a química da fotossíntese
 
Agrotoxicos
AgrotoxicosAgrotoxicos
Agrotoxicos
 
Química aula 2 - água
Química   aula 2 - águaQuímica   aula 2 - água
Química aula 2 - água
 
Zoologia geral e comparada ii
Zoologia geral e comparada iiZoologia geral e comparada ii
Zoologia geral e comparada ii
 
2016 Frente 3 módulo 12 Relacoes Ecologicas
2016 Frente 3 módulo 12 Relacoes Ecologicas2016 Frente 3 módulo 12 Relacoes Ecologicas
2016 Frente 3 módulo 12 Relacoes Ecologicas
 
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2
Química 2 - Concentração - Exercícios de Aplicação - Parte 2
 
2016 Frente 1 modulo 13 Engenharia genética
2016 Frente 1 modulo 13 Engenharia genética2016 Frente 1 modulo 13 Engenharia genética
2016 Frente 1 modulo 13 Engenharia genética
 
Brasil Pré-colonial - contexto histórico
Brasil Pré-colonial - contexto históricoBrasil Pré-colonial - contexto histórico
Brasil Pré-colonial - contexto histórico
 
2016 Frente 2 módulo 14 Vitaminas
2016 Frente 2 módulo 14 Vitaminas2016 Frente 2 módulo 14 Vitaminas
2016 Frente 2 módulo 14 Vitaminas
 
2016 Frente 3 módulo 11 ecologia
2016 Frente 3 módulo 11 ecologia2016 Frente 3 módulo 11 ecologia
2016 Frente 3 módulo 11 ecologia
 

Semelhante a 2016 Frente 2 módulo 12 Sistema Endócrino

CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO
CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINOCONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO
CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINOPatrícia Trindade
 
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonalCarlaCruz88
 
Biologia reproducao
Biologia reproducaoBiologia reproducao
Biologia reproducaoMarcos Elias
 
Aula 23 sistema endócrino
Aula 23   sistema endócrinoAula 23   sistema endócrino
Aula 23 sistema endócrinoJonatas Carlos
 
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicas
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicasCiências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicas
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicasLeonardo Alves
 
aula sistema reprodutor
aula sistema reprodutoraula sistema reprodutor
aula sistema reprodutorcarlotabuchi
 
Sistema genital feminino - TERCEIRÃO
Sistema genital feminino - TERCEIRÃOSistema genital feminino - TERCEIRÃO
Sistema genital feminino - TERCEIRÃOandreepinto
 
Sistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoSistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoguestdb5b7a
 
Transmissão da Vida
Transmissão da VidaTransmissão da Vida
Transmissão da Vidacnaturais9
 
Hormônios trabalho de biologia
Hormônios   trabalho de biologiaHormônios   trabalho de biologia
Hormônios trabalho de biologiaIngrid Curcino
 
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkkSistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkkBruceCosta5
 
Sistema reprodutor masculino e feminino
Sistema reprodutor masculino e femininoSistema reprodutor masculino e feminino
Sistema reprodutor masculino e femininoMadalena Umeno
 

Semelhante a 2016 Frente 2 módulo 12 Sistema Endócrino (20)

CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO
CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINOCONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO
CONTROLE HORMONAL SISTEMA ENDÓCRINO
 
12Bio_unidade1A.pdf
12Bio_unidade1A.pdf12Bio_unidade1A.pdf
12Bio_unidade1A.pdf
 
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal
12 bio sistema reprodutor e regulação hormonal
 
Sistema endócrino
Sistema endócrinoSistema endócrino
Sistema endócrino
 
Sistema endócrino
Sistema endócrinoSistema endócrino
Sistema endócrino
 
Biologia reproducao
Biologia reproducaoBiologia reproducao
Biologia reproducao
 
Biologia reproducao
Biologia reproducaoBiologia reproducao
Biologia reproducao
 
Aula 23 sistema endócrino
Aula 23   sistema endócrinoAula 23   sistema endócrino
Aula 23 sistema endócrino
 
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicas
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicasCiências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicas
Ciências Naturais 9ano-transmissão da vida-bases morfolgicas
 
aula sistema reprodutor
aula sistema reprodutoraula sistema reprodutor
aula sistema reprodutor
 
Sistema endócrino
Sistema endócrinoSistema endócrino
Sistema endócrino
 
Sistema genital feminino - TERCEIRÃO
Sistema genital feminino - TERCEIRÃOSistema genital feminino - TERCEIRÃO
Sistema genital feminino - TERCEIRÃO
 
Sistema EndóCrino
Sistema EndóCrinoSistema EndóCrino
Sistema EndóCrino
 
Reprodução humana 2
Reprodução humana 2Reprodução humana 2
Reprodução humana 2
 
Reprodução humana 2
Reprodução humana 2Reprodução humana 2
Reprodução humana 2
 
Transmissão da Vida
Transmissão da VidaTransmissão da Vida
Transmissão da Vida
 
Hormônios trabalho de biologia
Hormônios   trabalho de biologiaHormônios   trabalho de biologia
Hormônios trabalho de biologia
 
Aula de gametogenese
Aula de gametogeneseAula de gametogenese
Aula de gametogenese
 
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkkSistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkk
Sistema Endócrino.pptxkkkkkkkkkkkkkkkkk
 
Sistema reprodutor masculino e feminino
Sistema reprodutor masculino e femininoSistema reprodutor masculino e feminino
Sistema reprodutor masculino e feminino
 

Mais de Colégio Batista de Mantena

O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...
O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...
O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...Colégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuaisColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos ContraceptivosColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetaisColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisõesColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbiaColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossínteseColégio Batista de Mantena
 
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermasColégio Batista de Mantena
 

Mais de Colégio Batista de Mantena (20)

O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...
O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...
O ESTUDO DO FÓSFORO EM SOLOS DE ÁREA DE EXTRAÇÃO SELETIVA DE MADEIRA NA AMAZÔ...
 
Frente 1 módulo 11 Sistema abo
Frente 1 módulo 11 Sistema aboFrente 1 módulo 11 Sistema abo
Frente 1 módulo 11 Sistema abo
 
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais
2016 Frente 1 módulo 12 Herança dos genes cromossomos sexuais
 
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos
2016 Frente 2 módulo 12 Métodos Contraceptivos
 
2016 Frente 3 módulo 15 Poluição
2016 Frente 3 módulo 15 Poluição2016 Frente 3 módulo 15 Poluição
2016 Frente 3 módulo 15 Poluição
 
2016 Frente 3 módulo 14 Sucessão Ecológica
2016 Frente 3 módulo 14 Sucessão Ecológica2016 Frente 3 módulo 14 Sucessão Ecológica
2016 Frente 3 módulo 14 Sucessão Ecológica
 
2016 Frente 3 módulo 13 Ciclos Biogeoquímicos
2016 Frente 3 módulo 13 Ciclos Biogeoquímicos2016 Frente 3 módulo 13 Ciclos Biogeoquímicos
2016 Frente 3 módulo 13 Ciclos Biogeoquímicos
 
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
 
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
 
2016 Frente 3 módulo 9b transporte
2016 Frente 3 módulo 9b transporte2016 Frente 3 módulo 9b transporte
2016 Frente 3 módulo 9b transporte
 
2016 Frente 3 módulo 9b transporte seiva bruta
2016 Frente 3 módulo 9b transporte seiva bruta2016 Frente 3 módulo 9b transporte seiva bruta
2016 Frente 3 módulo 9b transporte seiva bruta
 
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
2016 Frente 3 módulo 10b movimentos vegetais
 
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
2016 Frente 3 módulo 10 hormonios vegetais
 
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais
2016 Frente 3 módulo 9 transpiração nos vegetais
 
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões
2016 Frente 2 módulo 12 b sistema nervoso – divisões
 
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia
2016 Frente 3 módulo 8 respiração aerobia e anaeróbia
 
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese
2016 Frente 3 módulo 7 Fatores que influenciam a fotossíntese
 
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas
2016 Frente 3 módulo 3 reprodução das gimnospermas
 
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
2016 Frente 2 módulo 12 sistema nervoso
 
Frente 2 módulo 11 o sistema muscular
Frente 2 módulo 11 o sistema muscularFrente 2 módulo 11 o sistema muscular
Frente 2 módulo 11 o sistema muscular
 

Último

Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceSimulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceRonisHolanda
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsxGilbraz Aragão
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 

Último (20)

Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaeceSimulado com textos curtos e tirinhas spaece
Simulado com textos curtos e tirinhas spaece
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 

2016 Frente 2 módulo 12 Sistema Endócrino

  • 2. HORMÔNIOS  São substâncias produzidas pelas glândulas endócrinas que atuam dentro da corrente sanguínea.  O sangue transporta esses hormônios para atuarem em áreas específicas do organismo.
  • 3. FUNÇÕES DOS HORMÔNIOS  Atuam como espécie de mensageiro químico, transportando informações entre as células.  Agem com função de regular órgãos e regiões do corpo.
  • 4. COMO AGEM OS HORMÔNIOS  Glândulas endócrinas liberam os hormônios no sangue (ou na hemolinfa), para que atinjam todas as células do corpo.  Cada hormônio atua apenas sobre alguns tipos de células, denominadas células-alvo.  As células-alvo de determinado hormônio possuem, na membrana ou no citoplasma, proteínas denominadas receptores hormonais, capazes de se combinar especificamente com as moléculas do hormônio.  É apenas quando a combinação correta ocorre que as células-alvo exibem a resposta característica da ação hormonal.
  • 5. COMO AGEM OS HORMÔNIOS  A regulação endócrina se faz por meio de um mecanismo denominado retroalimentação ou feedback, pelo qual o nível de um hormônio no sangue determina a estimulação ou a inibição da atividade de determinada glândula.
  • 6. PRINCIPAIS GLÂNDULAS HIPÓFISE  ADH  OCITOCINA  SOMATOTRÓFICO (GH)  TIREOTRÓFICO (TSH)  ADRENOCORTICOTRÓFICO (ACTH)  GONADOTRÓFICOS OUTRAS GLÂNDULAS  TIREOIDE  PARATIREOIDE  PÂNCREAS  SUPRARRENAIS
  • 8. A HIPÓFISE  Glândula que no homem tem forma ovoide.  Diâmetro aproximado de 1 cm.  Localização  Cavidade do osso esfenoide (sela turca), na parte central da base do crânio. Está ligada ao hipotálamo através de um pedúnculo fino denominado trato hipofisário, imediata mente atrás do quiasma óptico.
  • 9.
  • 10. Neuroipófise  São produzidos por neurônios de núcleos hipotalâmicos, descem com fibras nervosas, através do trato hipofisário, para a neuroipófise, que é apenas um reservatório de hormônios.  ADH  Ocitocina
  • 11. Neuroipófise  Aumenta a permeabilidade dos túbulos renais  Maior reabsorção de água  Menor volume de urina.  Aumento da concentração dos fluidos corpóreos provoca a excitação de núcleos hipotalâmicos, que enviarão impulsos para a neuroipófise que, então, libera o hormônio antidiurético.  Lesões no hipotálamo ou destruição das fibras nervosas que vão à neuroipófise levam ao aparecimento da diabetes insípida, doença que surge em consequência da falta do ADH e se caracteriza por sede excessiva e intensa poliúria. Vasopressina ou ADH
  • 12. Neuroipófise  Contração da parede do útero, especialmente por ocasião do parto  Ejeção do leite pelas glândulas mamárias.  Age na contração dos músculos lisos da parede do útero e células mioepiteliais responsáveis pela ejeção do leite. Ocitocina
  • 13. Hipófise intermediária  Alguns peixes, anfíbios e répteis apresentam o hormônio intermedina, que provoca a dispersão dos grânulos de pigmento dos cromatóforos, contribuindo para a proteção do animal contra predadores (mimetismo).
  • 15. Hipófise anterior  Os hormônios da adenoipófise são conhecidos coletivamente como trofinas (do grego, trophé = nutrição)  Atuam estimulando a atividade de outros órgãos ou glândulas  Os hormônios da porção posterior são, na verdade, produzidos pelo hipotálamo.
  • 16. Hipófise anterior  Hormônio de crescimento  Importante na indução e na regulação do crescimento dos vertebrados.  Deficiência (hipossomatotrofismo) desde a infância: nanismo.  Excesso: gigantismo no animal em desenvolvimento ou à acromegalia no adulto, com crescimento exagerado dos ossos dos membros e da face e aumento dos órgãos e músculos. Somatotrófico (GH)
  • 17. Hipófise anterior  Tireotrofina  Estimula a tireoide na captação do iodo do plasma e na produção de seus hormônios (tiroxina e tri-iodotironina), bem como na sua liberação ao sangue. Tireotrófico (TSH)
  • 18. Hipófise anterior  Estimulante da secreção e liberação de glicocorticoides pelo córtex da glândula suprarrenal ou adrenal.  Apresenta efeitos diretos sobre a pigmentação da pele e sobre tecidos periféricos com lipólise (digestão de gorduras). Adrenocorticotrófico (ACTH)
  • 19. Hipófise anterior  Três hormônios  Controlam a atividade das gônadas e dos órgãos sexuais.  Fêmea: intervém no ciclo, na menstruação, na ovulação, na gravidez e na lactação.  A hipofisectomia resulta na atrofia desses órgãos, interrupção do ciclo menstrual e impotência. Gonadotróficos
  • 20. Hipófise anterior  Folículo estimulante (FSH),  Estimula o desenvolvimento do folículo, na mulher, e na espermatogênese, no homem.  Hormônio luteinizante (LH),  Estimula as células intersticiais (ICSH)  Responsável pela formação do corpo lúteo na mulher.  Estimula a atividade das células de Leydig que produzem a testosterona no homem.  Luteotrofina ou prolactina (LTH),  Mantém o corpo amarelo e estimula a produção de seus hormônios  Ação no desenvolvi mento das mamas e interfere na produção do leite. Gonadotróficos
  • 23. Glândulas sexuais  Células de Leydig (tecido localizado entre os tubos seminíferos) secretam testosterona desde a vida embrionária estimulada pela placenta.  A partir da puberdade, a hipófise produz o FSH que estimula a espermogênese e o desenvolvimento dos tubos seminíferos além do ICSH que estimula o desenvolvimento de caracteres sexuais masculinos  Há o estímulo da maturação dos espermatozóides por esses androides. TESTÍCULOS
  • 25. Glândulas sexuais  ESTRÓGENOS  PROGESTERONA  ANDRÓGENOS  GONADOTROFINAS CORIÔNICAS OVÁRIOS
  • 26. Glândulas sexuais  ESTEROIDES.  SECRETADOS CONSTANTEMENTE, MAS COM CONCENTRAÇÃO VARIÁVEL (menor até a puberdade e maior a partir dai).  AGE NO DESENVOLVIMENTO DOS ÓRGÃOS E CARACTERES SEXUAIS SECUNDÁRIOS.  ESTIMULA O DESENVOLVIMENTO DAS TUBAS UTERINAS, ÚTERO, VAGINA, GENITÁLIA E MAMAS.  NA FASE PRÉ OVULATÓRIA ESTIMULA A PROLIFERAÇÃO DO ENDOMÉTRIO E OUTRAS GLÂNDULAS. ESTRÓGENOS
  • 27. Glândulas sexuais  ESTEROIDE.  PREPARA O ORGANISMO PARA A GESTAÇÃO.  FORMA O ENDOMÉTRIO E PARTICIPA NA FORMAÇÃO DA PLACENTA.  DIMINUI A CONTRAÇÃO UTERINA E AUMENTA A SECREÇÃO UTERINA DE MATERIAL NUTRITIVO PARA O EMBRIÃO.  DESENVOLVE AS GLÂNDULAS MAMÁRIAS.  INIBE O FSH IMPEDINDO O DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO FOLÍCULO DURANTE A GESTAÇÃO. PROGESTERONA
  • 28. Glândulas sexuais  ANDRÓGENOS SÃO ESTEROIDES DE AÇÃO MASCULINIZANTE PRODUZIDOS EM PEQUENA QUANTIDADE PELO OVÁRIO E SUPRARRENAL.  GONADOTROFINA CORIÔNICA É UMA GLICOPROTEÍNA.  IMPEDE A INVOLUÇÃO DO CORPO AMARELO DURANTE A EVOLUÇÃO DA GRAVIDEZ. ANDRÓGENOS E GONADOTROFINAS
  • 30.
  • 31.  Após a puberdade, os ovários de uma mulher apresentam diversos Folículos de Graaf em diferentes estágios de desenvolvimento.  Sob a estimulação do FSH, inicia-se o crescimento dos ovários e principalmente dos folículos.  Em cada ciclo menstrual apenas um folículo amadurece, processo que se inicia pelo desenvolvimento do óvulo imaturo (ovócito).
  • 32.  Folículo produz estrógenos  Inibem a produção de FSH e estimulam o LH (luteinizante): acelera a maturação final do folículo e o seu rompimento com a expulsão do óvulo para a cavidade abdominal (ovulação).  As células que restaram dos folículos passam a apresentar uma granulação de luteína (lípide de cor amarela), constituindo a partir de então o corpo lúteo ou corpo amarelo.
  • 33.  O corpo amarelo tem função endócrina, secretando principalmente progesterona e estrógeno, tornando o organismo feminino apto para a gestação e colaborando na manutenção e nutrição do embrião.  O hormônio luteotrófico (LTH) promove a manutenção do corpo amarelo e a estimulação para produção dos seus hormônios.
  • 34.  Se não ocorrer fecundação do óvulo, o corpo amarelo regride e desaparece antes da ovulação seguinte, deixan do apenas uma cicatriz es branquiçada no ovário, denominada corpo amarelo atrésico ou corpo albicante.  No caso de o óvulo ser fecunda do, o corpo amarelo persiste durante cerca de cinco meses e depois regride.
  • 36. CICLO MENSTRUAL  Duração media 28 dias  Ovulação aos 14 dias  Período de viabilidade do óvulo é de 24 a 48h  Tempo de vida do espermatozóide é de 72h  Se não houver a fecundação, ocorre a involução do corpo amarelo e a queda do nível dos hormônios estrógenos e progesterone.  Ocorre a descamação da muscosa uterina: menstruação
  • 37. CICLO MENSTRUAL  Fase proliferativa  Do fim da menstruação até a ovulação.  Estimulação do estrógeno produzido pelo folículo em desenvolvimento.  Maturação do folículo.  Células da parede uterina proliferam intensamente, ocorrendo um crescimento progressivo das glânduIas e vasos sanguíneos  Espessamento do endométrio. FASE I
  • 38. CICLO MENSTRUAL  Fase secretora.  Influenciado pelo corpo amarelo.  Formação do corpo lúteo.  Ovulação até a menstruação seguinte.  Continua ocorrendo a proliferação do endométrio e sua espessura duplica. FASE II
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 43. A Tireoide  Glândula endócrina.  Dois lobos ligados por um istmo.  Produz tiroxina e triiodotironina.  Tirotrofina (TSH) estimula a liberação desses hormônios e estimula a captação de iodo.
  • 44. Funções dos hormônios da Tireoide  Estimulam as reações químicas (metabolismo) da maioria dos tecidos do organismo, pois aumentam a quantidade de enzimas oxidativas.  Acelera o metabolismo dos carboidratos, dos lípides e das proteínas.  Função importante no crescimento e desenvolvimento, influindo, inclusive, no ciclo menstrual e na fertilidade.
  • 45. Hipotireoidismo Hipotireoidismo congênito: aparecimento do cretinismo.  O afeta do apresenta pequena estatura (desenvolvimento deficiente do esqueleto), cabeça grande e pernas curtas, a dentição é irregular, o desenvolvimento sexual é atrasado e há debilidade mental.
  • 46. Hipotireoidismo Hipotireoidismo no adulto  Queda da frequência cardíaca, apatia, aumento de peso, engrossamento e tumefação da pele (mixedema). Ronaldo, o Fenômeno.
  • 47. Hipertireoidismo  Sintomas: intolerância ao calor, metabolismo basal alto, aumento da frequência cardíaca, perda de peso, tremor nas mãos, nervosismo e outras perturbações psíquicas.  Na maioria dos hipertireóidicos ocorre a protusão dos globos oculares (exoftalmia). Fernando Caruso.
  • 48. Bócio e iodo  Bócio (papo) é um aumento de volume da tireoide em decorrência de hipo ou hiperfuncionamento da glândula.  Pode ser endêmico, como resultado da falta de iodo em determinadas áreas geográficas.  A falta de iodo no organismo impede a transformação da tiroglobulina em tiroxina. O baixo teor de tiroxina no sangue vai provocar a liberação constante de tirotrofina pela hipófise (feedback).  Essa estimulação prolongada da tireoide, por sua vez, leva à hiperplasia da glândula (bócio).
  • 51. Paratireoides - Características  Dois pares de glândulas ovoides que pesam cerca de 140 mg.  Estão localizadas na face posterior da tireoide.  Função:  Age no metabolismo do cálcio e do fósforo.  Manutenção do nível normal desses íons no plasma e no líquido intercelular.
  • 52. Paratormônio  Mantém constante a relação entre cálcio e fósforo no plasma, aumenta a eliminação de cálcio e fósforo pela urina e mobiliza o cálcio dos ossos;  Favorece a absorção de cálcio pelo intestino, porém, nesse caso, é indispensável a presença da vitamina D.
  • 53. Hipoparatireoidismo  Reduz o cálcio sanguíneo de seu nível normal e determina um aumento no nível do fósforo, enquanto a excreção renal do cálcio e do fósforo diminui.  A queda acentua da no nível do cálcio sanguíneo leva ao aparecimento da tetania muscular, devido a uma hiperexcitabilidade dos tecidos nervoso e muscular, causada in sufi ciência dos íons de cálcio no sangue.
  • 54. Hiperparatireoidismo  Alteração na relação cálcio/fósforo do sangue;  O nível do cálcio eleva-se muito e o nível do fósforo diminui.  Ocorre uma grande mobilização de cálcio dos ossos, levando ao aparecimento de deformações ósseas e fraturas frequentes.  Há eliminação de cálcio e de fósforo pela urina, podendo haver formação de cálculos renais devido a um depósito de cálcio.
  • 56. Pâncreas - Características  Glândula anfícrina, ou seja, apresenta uma parte endócrina (Ilhotas de Langerhans) que produz insulina e glucagon e uma parte exócrina que produz o suco pancreático.  A insulina é secretada pelas células β das Ilhotas de Langerhans do pâncreas.  O glucagon é secretado pelas células α das Ilhotas de Langerhans.
  • 57. Insulina  É um hormônio que interfere no metabolismo dos açúcares (carboidratos), controlando o nível de glicose no sangue.  Controla a produção de glicogênio pelo fígado e estimula o consumo de glicose pelos tecidos, aumentando a permeabilidade, através das membranas celulares, a esta substância.
  • 58. Hipoinsulinismo  Provoca a Diabetes mellitus.  Sintomas: hiperglicemia e a hiperglicosúria (eliminação de excesso de glicose pela urina). Glicose sanguínea supera o nível normal, quantidade essa que ultrapassa os limites da reabsorção renal, portanto, o excesso é eliminado na urina.  A deficiência na produção de insulina pode depender de vários fatores, porém, geralmente, é causada por fatores genéticos.
  • 59. Hiperinsulinismo  Produção excessiva de insulina, geralmente resultante de tumor nas Ilhotas de Langerhans.  Consequência: hipoglicemia.  Excesso de insulina determina, pela hipoglicemia, o choque insulínico que se caracteriza por grande excitabilidade do sistema nervoso central, podendo resultar em tremores, intenso nervosismo e até alucinações.  Em casos mais extremos, pode levar a convulsões, perda de consciência e mesmo ao estado de coma.
  • 60. Glucagon  Ação antagônica à insulina  Aumenta a glicemia.  Estimula a glicogenólise no fígado e a liberação de glicose no sangue.  Secreção é controlada pelo nível de glicose sanguínea.  A queda do nível glicose determina a liberação de glucagon que, por sua atividade, restabelece a glicemia normal.
  • 63. CARACTERÍSTICAS  São glândulas que se localizam sobre o polo superior de cada rim.  A adrenal apresenta duas regiões que diferem na origem, estrutura e fisiologia: o córtex e a medula.
  • 64. CARACTERÍSTICAS  Medula da suprarrenal:  adrenalina e noradrenalina.  Córtex:  Envolve a medula externamente.  Os principais hormônios são: a aldosterona e o cortisol.  Merecem ser citados, ainda, a corticosterona, os hormônios androgênicos e estrogênicos.
  • 65. ALDOSTERONA  Também denominada mineralocorticoide.  Responsável pela regulação do metabolismo salino, causando aumento na reabsorção do sódio e excreção renal do potássio.  Como consequência determina uma reabsorção maior de cloro.  A corticosterona, em menor grau que a aldosterona, aumenta a reabsorção de sódio pelos túbulos renais.
  • 66. CORTISOL  Também chamado glicocorticoide.  Determina o aumento da concentração de glicose no sangue.  Desempenha papel importante no metabolismo das proteínas e das gorduras, levando à síntese de glicose a partir dessas substâncias, o que se denomina neoglicogênese.  A corticosterona também tem pequena função glicocorticoide.  O cortisol causa também menos consumo de glicose pelos tecidos e aumenta a resistência à insulina.
  • 67. HORMÔNIOS CORTICOSSEXUAIS  Ambos os sexos apresentam uma contínua secreção de hormônios corticossexuais (estrógenos e a progesterona) pelo córtex da suprarrenal.  Os efeitos fisiológicos desses hormônios são mínimos, embora atuem junta mente com os hormônios das gônadas no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários.
  • 68. ANOMALIAS DO CÓRTEX DA ADRENAL Hipoadrenalismo  Uma das manifestações é a Doença de Addison, com perda de peso, vômitos, diarreias e pigmentação excessiva da pele. Hiperadrenalismo  Doença de Cushing, que se caracteriza pela obesidade do rosto e do tronco sem comprometimento geral dos membros, hipertensão arterial, diminuição da tolerância à glicose, debilidade e alterações cutâneas.
  • 69. Síndrome androgenital - hipercorticalismo  A hiperatividade cortical com a produção excessiva de hormônios androgênicos leva a essa síndrome.  Vida fetal: pseudo-hermafroditismo feminino (meninas com clitóris superdesenvolvido e vários sintomas de virilização).
  • 70. Síndrome androgenital - hipercorticalismo  Menino pré-púbere: desenvolvimento sexual precoce.  Mulher adulta: aparecimento de pelos no rosto e no tronco, atrofia das mamas e menstruação escassa ou ausente; a voz torna-se grossa e o aspecto corporal, masculino. Esse quadro denomina-se virilismo.