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Aprendizagem coletiva por meios dos objetos de aprendizagem do InterRed

  1. 1. Aprendizagem coletiva por meio dos objetos de aprendizagem do InterRed Elizama das Chagas Lemos1, Thiago Tavares das Neves21 Departamento de Tecnologias Educacionais e Educação a Distância – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) Av. Sen. Salgado Filho, 1559, Tirol, Natal-RN, CEP 59015-000. 2 Departamento de Pós-Graduação em Ciências Sociais – Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) Caixa Postal 1524 - Campus Universitário Lagoa Nova CEP 59072-970 Natal - RN - Brasil. elizama@cefetrn.br, nevesthiago1@hotmail.com Abstract. The present article intends to elucidate conceptions of accessibility and opening in the Learning Objects in a different perspective. Are made explanations about of the modes of insertion of interactivity, flexibility, collaboration and mutual cooperation and how these aspects are being shown clearly in the objects developed by the IFRN in the project InterRed. Beyond this, are put the OAs (Learning Objects) like pieces that constitute in works which “open a range” of possibilities for those who produce and consume, forming this way a open work and such as opening needs to be all-embracing for the more different situations and the more various individuals. Resumo. O presente artigo pretende elucidar conceitos de acessibilidade e abertura nos Objetos de Aprendizagem numa diferente perspectiva. São realizadas explanações acerca das modalidades de inserção de interatividade, flexibilização, colaboração e cooperação mútua e como esses aspectos estão sendo mostrados claramente nos objetos desenvolvidos pelo IFRN no projeto InterRed. Além disso, são colocados os OAs como peças que constituem em obras que “abrem um leque” de possibilidades para os que produzem e os que consomem, formando assim uma obra aberta e como tal abertura precisa ser abrangente para as mais diferentes situações e os mais diversificados indivíduos.ApresentaçãoO presente trabalho faz uma abordagem dos objetos de aprendizagem numa perspectivapluridimensional, enveredando em diversos campos do conhecimento como a educação,comunicação, sistemas computacionais e arte. É exposto o conceito de OAs – Objetosde Aprendizagem – explicitando suas características e peculiaridades. São discutidos alguns pontos pertinentes a uma reflexão mais detalhada sobre aabertura na obra de arte, defendida por Umberto Eco, aplicada na educação digital. Logo
  2. 2. após são colocados conceitos referentes à acessibilidade e como elas são refletidas nosOAs, permitindo que todos, sem exceção alguma, possam ter acesso e sejam capazes decontribuir para a formação de uma inteligência coletiva. Por fim, é feita uma aplicação dos conceitos nos objetos de aprendizagem doIFRN desenvolvidos para o projeto InterRed, mostrando como os conceitos de aberturae de acessibilidade têm sua contribuição na educação digital, resultando numa atividadeinterativa, comunicativa, de colaboração e cooperação conjunta.Objetos de Aprendizagem: conceitosUm dos recursos tecnológicos que se apresentam como ferramenta de auxílio noprocesso de construção de conhecimento é o uso de Objetos de Aprendizagem – OAs.Consistem num tipo de tecnologia muito recente que utiliza os recursos digitais parapromover o ensino. Segundo Bettio e Martins (apud Beck, 2001), OA é definido comoqualquer entidade, digital ou não, que pode ser utilizada, reutilizada ou referenciadadurante o aprendizado, apoiado sobre a tecnologia. Os OAs possuem características que procuram solucionar diversos problemasexistentes em relação ao armazenamento e distribuição de informação por meiosdigitais, como por exemplo: flexibilidade, facilidade para atualização, customização,interoperabilidade – cooperação e colaboração –, aumento de valor do conhecimento,indexação e procura. A customização é uma característica chave dos OAs. Como os objetos sãoutilizados em vários momentos, sua atualização se torna relativamente simples desdeque todas as informações relativas ao objeto estejam concentradas num mesmo banco deinformações. Dessa forma, é possibilitado que o conhecimento contido em um OA tenhasuporte a correções e aperfeiçoamentos. E, a partir do momento em que o objeto éreutilizado, remodelado, melhorado diversas vezes, em diferentes contextos eespecializações, sua consolidação é capaz de crescer de modo espontâneo fazendo comque, conseqüentemente, haja uma melhora significativa na qualidade do ensino que épassado no OA. A interoperabilidade, uma das características dos OAs, permite umaaprendizagem mútua por parte dos dois pólos do saber, professor e aluno. Afinal, essefluxo contínuo de troca de conhecimento percorre as duas interfaces comunicacionais,fomentando o crescimento intelectual de ambas as partes. Nesse contexto, é evidenciadoo artifício da cooperação e da colaboração, no sentido de que, na cooperação, éestimulado o trabalho em conjunto objetivando alcançar um propósito em comum,diferindo da colaboração, que não apresenta necessariamente um único propósitocoletivo. Na busca desse propósito coletivo é importante que haja facilidade na procurapor um objeto, como também são necessários mecanismos de padronização do OA. Porexemplo, quando um professor precisar de um objeto para que seja acrescentado às suasaulas, a padronização dos objetos e a utilização de assinaturas digitais facilitam para oeducador encontrar recursos digitais com as mesmas características em um banco deobjetos disponíveis para consultas. (BETTIO e MARTINS, 2008).
  3. 3. Objetos de Aprendizagem como uma obra abertaOs objetos de aprendizagem, por meio da troca de informações, permitem ao indivíduo,que deles usufruem, uma ampliação no campo do saber, contribuindo de certa formapara uma evolução autônoma do aluno e um melhoramento nas práticas de ensino adistância. Tais objetos podem ser considerados obras abertas, conceito muito valorosona reflexão intelectual de Umberto Eco. De acordo com Eco, as obras de arte em qualquer tempo têm sua abertura,entendidas como uma pluralidade de significados, dotadas de ambigüidade, abrindomargem e possibilidades para o fruidor participar de sua construção. Por mais que oautor tenha a intenção de criar uma obra “fechada”, “acabada”, “finita”, ela possibilitainúmeras interpretações, uma infinidade de “leituras” possíveis, sem que isso altere ouabsolutize sua singularidade. Constitui um fato comunicativo em sua raiz. O fruidor, queirá interpretar ou interagir com a obra, possui “atos de liberdade consciente”, de formaque ele pode atribuir à criação um significado próprio. Ou seja, mesmo que a obra dearte seja feita em conformidade com uma poética da necessidade, seja ela implícita ouexplícita, é, em sua essência, aberta a infinitas interpretações, cada uma das quaisconduzindo a obra a reviver um gosto, uma execução pessoal (ECO, 1991). O fruidor neste contexto de aprendizagem computacional é o próprioaluno/professor, que têm a autonomia para fazer o que quiserem com o recurso digital,podendo interpretá-lo, interagir com ele, permitindo uma colaboração mútua, para assimedificar um círculo de aprendizagem coletiva, onde o objeto de aprendizagem é a obraaberta em stricto sensu e o indivíduo, um fruidor em constante processo deamadurecimento intelectual. A fruição ocorre quando o indivíduo reage aos estímulosdos objetos de aprendizagem, responde as suas perguntas, constrói seu conhecimento,porém não isola, nem esgota as possibilidades de interpretação dos objetos. A interpretação dos conteúdos dos objetos de aprendizagem é um exercício deprodução de conhecimento, tendo em vista que, no ato de interpretação há umaformulação do objeto em si, o indivíduo acaba construindo o objeto e a si mesmo numprocesso de reformulação variável. O próprio ato de execução do objeto não deixa de seruma ação de reflexão, aprendizagem e interpretação, graças à abertura que o recursodigital propicia, resultando em um constante “ensaiar” interminável. O “ensaiar” é feitopor quem produz o objeto e por quem o utiliza como forma de aprendizado. O produtorelabora sua obra num exercício constante de tentativas que o guia para o resultado finaldo material, orientando o processo produtivo, fazendo com que o fabricante do objetotente adivinhar a forma “acabada” que será colocada, para, dessa maneira, o alunointeragir com ela e complementar seu processo de construção. A interatividade, que é uma das características inerentes do objeto deaprendizagem, pode ser justificada no fato de o produtor não ser o único autor de suasobras, pois ela abre possibilidades de participação de pessoas externas, fruidores, numamesma obra, por meio de interfaces e ferramentas de construção. Esses novosparticipantes podem estar em qualquer parte do mundo, para a obra aberta não existemfronteiras, nem limites, uma vez que eles agem por meio das novas tecnologias dacomunicação. Como afirma Ana Cláudia de Oliveira, “nesta nova interface de criaçãode sentidos, também outra negociação tem lugar, na qual o receptor não é só chamadopara receber o que está pronto, mas para produzir junto” (OLIVEIRA, 1997:223).
  4. 4. Tendo em vista que a própria educação à distância é um ato de comunicação,poderíamos dizer que o objeto de aprendizagem, por ser uma obra aberta, precisa de umelo, de alguém que o manipule e exercite a arte da fruição. Ele necessita de um receptorque interaja com ele e o reconstrua, permitindo ao indivíduo um estágio de criaçãointerminável, onde o próprio fruidor forma a obra, dá prosseguimento a sua abertura. Talatividade comunicativa não deixa de ser também colaborativa e cooperativa, ondereceptor (aluno) e emissor (produtor/professor) se ajudam, contribuindo para umaaprendizagem coletiva. A abertura nos objetos de aprendizagem pode ser constatada na não-lineariadadedos recursos materiais, na disposição destes objetos no ciberespaço, contribuindo numaconstante e contínua mutação do material oferecido, permitindo a infinitude do próprioobjeto a partir de intervenções, que irão alimentar cada vez mais o universo da educaçãoà distância. Fazendo do produtor de tais objetos um editor de informações quedisponibiliza e faz circular seu recurso digital, acabando com a fronteira entre os queexpõem, constroem e consomem esse tipo de objeto. Nesta nova era onde as fronteirassão constantemente quebradas, o produtor vira aprendiz, fruidor, criador, formandoassim uma inversão de papéis onde qualquer um, com um pouco mais de curiosidade,tem a capacidade de se tornar o mais novo produtor digital.Acessibilidade em Objetos de ApredizagemCom o desenvolvimento continuado das novas tecnologias de comunicação einformação, os novos “produtores digitais” devem ter a preocupação de desenvolverobjetos que satisfaçam as necessidades de todos. O cuidado em desenvolver OAs não-excludentes deve ser uma premissa. O que suscita algumas discussões relacionadas àacessibilidade dos conteúdos que são gerados a fim de melhor contribuir para uma não-restrita inteligência coletiva. Pierre Lévy (1996) fala da inteligência coletiva como uma inteligênciadistribuída em toda parte, sucessivamente apreciada e sinergizada em tempo real. Ouseja, um novo tipo de pensamento que é sustentado por conexões sociais tornadasviáveis pelas redes abertas de computação que configuram a Internet. Portanto, se oconhecimento é algo que deve estar disponível a todos na Rede, a forma como ele éexposto deve dar acesso às diferentes necessidades das pessoas. Pois, qualquer tipo dedificuldade imposta a grupos de atores sociais, por limitações físicas, sensoriais oucognitivas, afetará de forma expressiva o processo de construção de uma sociedade quedeve ser, desde a sua essência, verdadeiramente democrática. A acessibilidade pode ser definida, de forma simples, como a garantia de que otrabalho produzido, seja ele para qualquer tipo de mídia, esteja disponível e acessívelem qualquer momento, local, contexto, dispositivo de acesso e por qualquer tipo devisitante/usuário, independente de sua capacidade motora, visual, auditiva, mental,computacional, cultural ou social. O número de brasileiros portadores de algum tipo de deficiência é bastantesignificativo (ver tabela 01). As redes digitais planetárias e os artefatos por elaproduzidos – em especial aos OAs – abrem um campo de possibilidades para o ensino-aprendizagem, interação, cognição. Tal campo potencializa a inclusão e valorização da
  5. 5. diversidade humana e esses indivíduos, obviamente, não podem ficar a margem dessasvias de conhecimento. Grupos de idade Censos Demográficos 1980 1991 2000 0-14 anos 38,24% 34,73% 29,60% 15-64 anos 57,74% 60,45% 64,55% 65 anos ou mais 4,01% 4,83% 5,85% Tabela 01. População residente por tipo de residência. Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2000 - Resultados do Universo. Para poder lidar com essa diversidade de especificidades, Conforto e Santarosa(apud Neto e Zúnica, 1999) abordam o direcionamento das ações para áreas-chave, afim de garantir e estabelecer o acesso irrestrito evidenciando: características deacessibilidade incorporadas nas tecnologias assistivas1 para pessoas com algumadeficiência específica; utilitários que alteram o sistema para que o torne mais utilizável aum maior número de usuários; aplicações especiais para usuários com habilidades deleitura e escrita limitadas e características de usabilidade que facilitem ao indivíduonavegar em um conteúdo de forma espontânea, sem que haja necessidade de rebuscadosraciocínios. A busca em desenvolver OAs seguindo tais premissas acionadoras é o alicercepara se desenvolver materiais operantes acessíveis, ainda mais na conjuntura atual a qualestamos inseridos, contexto esse em que os conteúdos dos mais variados formatos sãodisponibilizados na Rede. Torná-los de fácil leitura a todos é um desafio que precisa serenfrentado e superado por quem deseja levar educação de qualidade para todos, sem quehaja preocupação alguma por parte do receptor em ter acesso a esse fluxo deconhecimento.Acessibilidade e abertura do material produzido do IFRN no projetoInterRedO InterRed é um projeto do MEC que tem por objetivo implantar um sistema dedisponibilização, compartilhamento, busca e recuperação de conteúdos digitaiseducativos, profissionais e tecnológicos, tanto para o ensino presencial como a distância.Ao todo, estão cadastradas 19 instituições de todo o país que desenvolvem objetos emvários formatos como pode ser observado na tabela 02. O IFRN tem atualmente 49objetos cadastrados em variados formatos. 
  6. 6. Tipo de mídia Quantidade de OAs SWF 114 PDF 97 ZIP 80 PPT 46 RAR 36 DOC 18 WMV 2 Tabela 02. OAs por tipo de mídia. Fonte: http://interred.cefetce.br/interred/paginas/estatisticas/index.php Como pode ser observado nos dados acima, a maior parte dos objetosdesenvolvidos, inclusive os desenvolvidos pelo Cefet-RN, está no formato SWF,extensão gerada pelo Adobe Flash, o que suscita uma preocupação em relação àacessibilidade contida nesses objetos. Pois, considerável parte dos objetos não foidesenvolvida seguindo as premissas da acessibilidade. Porém, muitos se encontram emum formato que permite a interação, interpretação do usuário, possibilitando um fluxoduplo de comunicação entre o objeto e o fruidor. Figura 01. OA desenvolvido no Projeto InterRed. Como pode ser constatado, o OA acima possibilita uma construção não-linear doconhecimento do fruidor. Pois, a partir de dados que o emissor fornece para a
  7. 7. ferramenta, o objeto se adequará, se abrirá e emitirá respostas de acordo com asinformações setadas durante o seu uso. Tais informações contribuirão no amadurecimento intelectual do indivíduo,abrindo seu próprio saber às alternativas que o ciberespaço lhe oferece. A oferta domaterial digital traz consigo a abertura inerente aos OAs, já que o “Procefet 2008 – 2ªavaliação” permite uma colaboração, cooperação do fruidor, instigando-o a darprosseguimento a sua atividade, tendo em vista seu potencial interativo e interpretativo. No feedback, processo-chave para que ocorra uma comunicação, o ser fruidorobtém respostas da sua interação particular, onde é fornecido o score de acertos e errosde toda avaliação e dando opções de revisar as escolhas feitas no questionário,oferecendo subsídios para o indivíduo perceber como está o seu desempenho nasdisciplinas abordadas no OA em questão. Figura 02. Tela de pontuação.Considerações finaisOs OAs, recursos digitais de aprendizagem do mundo contemporâneo, oferecem aousuário uma troca constante de informação graças a sua interatividade,interoperabilidade, flexibilidade, customização, entre outros aspectos. Sua abertura éreflexo de tais propriedades, formando um processo comunicacional, onde aacessibilidade é um mandamento indispensável na fomentação de um saberverdadeiramente coletivo. O material produzido pelo IFRN abre um leque de possibilidades para os quedeles usufruem, pois estão sendo disponibilizados em diversos formatos. Neste
  8. 8. momento, alternativas estão sendo estudadas para tornar os objetos cada vez maisacessíveis a diversidade humana e cognitiva.ReferênciasBETTIO, R.W; MARTINS, Alejandro (2002) “Objetos de Aprendizado: Um novo modelo direcionado ao Ensino a Distância”, http://www.abed.org.br/congresso2002/trabalhos/texto42.htm, Agosto.CONFORTO, Débora; SANTAROSA, Lucila M. C. (2002) “Acessibilidade à Web: Internet para Todos”, Em: Revista de Informática na Educação: Teoria, Prática – PGIE/UFRGS. V.5 N° 2 p.87-102.DOMINGUES, Diana (Org.) (1997) “A Arte no Século XXI: a humanização das tecnologias”, São Paulo, Editora UNESP.ECO, Umberto (1991) “Obra aberta – forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas”, São Paulo, Editora Perspectiva.____________ (2006) “A definição da arte”, Lisboa, Edições 70.LEMOS, E.C; NEVES, T.T. (2007) “Batidas sem fim – análise sobre o conceito de obra aberta na música eletrônica”, http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/404nOtF0und/404_64.htm, Agosto.LÉVY, Pierre (1996) “O que é o virtual?”, São Paulo, Ed. 34.TAROUCO, L.M.R; FABRE, M.J.M; TAMUSIANAS, F.R. “Reusabilidade de Objetos Educacionais, http://www.cinted.ufrgs.br/renote/fev2003/artigos/marie_reusabilidade.pdf, Agosto.

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