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O presente de aniversário do marajá.

  1. 1. .QÉAZOIA 402m. ; n 3114011¡ 1470¡ 010o U1 . 1 . L”. °1'i1*'-l-
  2. 2. O Presente de Aniversário do Maraja _ kung: ;QHIIUÍOHU “A” , 'ps5' «ct *à* a “ _~'Í'; "'-; Z:~ 1:": .f ' (AÍ x l O- Q " / Í-'V-g) v . *Vàm ' °" 74+ - *A - '
  3. 3. Paxâmy Flynmãtinha editora uma Reunion! o anotou em lan¡ But Califórnia (EUA). O -ne em man-uma Fama¡ m¡ Unlverlldulc mu. em 1970. U O' Pelwlnlwãnonwonúsdtocmdlwnu . aum-m. Nocludhchítnnldnlcclanultnglhvmtvcmolammlporldoamn. e , Ildo. amam Hmwlulu. no Hunt. com n malhar. Cam¡ ! brilham Rutufnrd mur- O mantida Clww dv manga, publicado pel¡ Brinque-Boni. . t / v' : :nau ouçam Mhnt-Iu-nn-nov-manunnnlml wv-mv- "M . .. _*. ::: ~.. ..“'~: -.: ~.. .1-: :.*. ~~~-.1:. ... . 3 cqnpoumm-ndy : uma Inu-CIO upa-ua . ..ou Anac-umh- -Iw-wadhu--h-o-h-nnv . p.«. ¡.. ... ¡.. ¡ . ¡.. ... ¡.ç. ¡.. .¡, ..¡ _â naun-pu. emanadas-museum» «turu- sapo-suo¡ calculam-ph G-al-h--hlb-Imdm É¡ q; e, 1 ¡ nunutauoannuplnn A _ pinunulahnounbnru t# b, canto-na ¡Nnaouoonurbtwnud-àuhn pdqúyw : www _ ¡uuunuu t . müdu. o-Í-'J-"a-É-Í-á” q. .., › a b . ocpaiulo-NIOUCIIOIOII uma emana l ' b 660:. . I--I-Q-'Ív-úkt-vl-&Ikv-Nv- _ Wiàjlílbm Ô Dodtniitíycuhbuúnhntnlydt tucana-num ' nunca. ta: vma-u. - -tuvuu-v-wcu-¡Iunnuu ooo ucnh-hOqnhúDbOwd-hdulv J
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  5. 5. Hd mw tempo, nos dios gloríosos em que os onímob falavam, viviaÍnm jovem e sábio marajá” que convidou nove amigos para ? m festa de aniversário. a.
  6. 6. ° 7 No did do anímnsório do marajcí, o macaco foi o primeiro a se pôr a caminho do paláñcío. Ia saltitando e âjuntando de _tão orgulhoso que estava por ter pensado no presente perfeito, - Olá, Mtüxco-jee! Espera aí! *Em o rinoceronte. " Z _. - Vamos juntos à festa! ~ Enquanto esperava pelo rinoceronte, o macaco resolveu desembrulhar seu present mostra-lo ao amigo. - Nã temos tempo para almoçar - ¡sse o rinoceronte--mer o pág¡ - Temos de ir agora mesmo. t - Isto não é mefalmoço - _calou o macaco. -v Este pão. leve to _ _ uma pluma, é para o marajá! ' o rante tentou conter o riso, mas foi ímgrsível. , - Pão. Ora', o mqrajá tem dúzias de padeiro¡ e mais pães do que ele pode imaginar. 9' -~ 1 -. I í
  7. 7. Então. n rínucertvnte mostrou seu premente: : duas tnarlgcts. tlnuruclus como o sol e rajadas de vernu-lho. - Se quiser. eu (leixu você levar uma. t) nwcucu olhou para o pãn. que. de repente, the pareceu pusudt) como uma pedra e dum como uma rocha. ltnvergonhadn. uttrnu-n ao riu. onde um ( "'00 (Jr/ l) l . 1). e , l)ul““” É m. . n! " . ' t. l. msg# i7' çÀq"l: “"t*-. "l". '°'~'* 95"** "í" 'l
  8. 8. Entao. apareceu o camelo. - Címneio-jee! o macaco exclamou. - Veja nosso presente para o marajtí. As tnangas se reflctium como dois sóis nos olhos escuros e redondos do camelo, que tora-eu o nariz. ~ O nzarajri tem pomares cheios de áworcs carregadas de "tangas maduras e viçosus para comer quando quiser. Não. meus amigos. manga ele tem o suficiente. O que ele não tem e isto. E mostrou-lhes três bolos. Clteírosos v gostosos. recheados com amêndoas especiais que ele mesmo havia trazida da longinqitu Persia. O macaco e o rinoceronte olharam envergonhados as ntavlgns. que agora lhes pareciam maduras demais. Nao tem problema ilisse o tsutnelo. - Ha' um bolo para cada um de aros. I D | m . Aus nu floresta. e das cairam exata/ nun¡ m* t' r , ÍÚN¡¡ s¡ _ ' Í( Im. " d( . - - . Ls. ¡ v. 0*' ° . la'. 't“. l'“ 4,0 v(“ 'r I (/ . ao "o, N é' É, o e ¡- r. J l É t P. ; « a É**
  9. 9. Mais adiante oitava o coelho. ' - Coelho-joe. ” veja o que levaremos ao marajá! - exclamou o rinoceronte. ' O perfume dos bolos de amêndoas entrou pelas nrginas do coelho. - Ah! Bom - farejou o coelho. - Mas o que vocês acham do meu presente? - e desembrulhou quatro cones de confeito de açúcar, brancos e brilhantes, como picos de montanhas cobertos de e. - Que tal? Podemos cada um levar um cone. 'EV O camelo, o rinoceronte e o macaco ficaram tão decepcíonados com seus três bolos, que os atiraram f Ora um a do e seu Éhote q l o o . , M0'°“"lh°s
  10. 10. 'V913 -I0U“"v› : l'j'4¡9¡'I°-›' VH 1Nl'0I'v-'! i . Wi-luna a »VÍÚ-WL &Wu-l; min¡ gun m» a gq"- ›-<. o<-_qqv__d'-›. '¡_"'(llUi4Í0u _nie-u vc nit-t-Jqfiãv' n~=4üjàu_c'_nII¡ u' r-mqihcg 'IVDÍÍUIJVKÇIQÇQH uu -wnqt : t: ucyljguqr xguíhal'_lnqo ü¡ »purñh uaqh; Wi¡ 3h33- ¡ viu-ía. ¡Tiulãíhíctdn 'ÍHNÍÍÍÍIÍOÍÊÊÃ- run¡ _íi›': x'. -e't'al'íl't z JHHIN: 14553? _k-_IÍIÀVII-*JIYÍIIÍÍÁ* i* _çygdil ? UTI "cipírçãoíilf~ íÍthwfbJ, ÍíIUñQzX Hi4' ! N!_? _~Í1i'i0)! " *Name "mov ›7(o. r_. va. : dia *Maua «¡an"| .lãtq«, u4.~a tits co. _orv'. <uliivu Í ññit: _uiàuih ck** VPIÍJIIÍLL Hi* "nüçfioiun 'ibm-'níhbnluxç› i. &uam; : É i . gjígilw 'É 'Lilítí @Né * n um aivsar apun-¡aitcx a-%-.9_-1:1o_›. _I› m : '_! §."_Il'! l!! |f , <'1!I""= !3_4'1i.1!.0Í9) iqnqtstíosikqse. tc_à5 4111119» 'irá 'cIÍ-glufníl-! tlr zpYiiê-Ft-f-an , iliníiíraí”o› «RL-r citúiicrlrãnk* 'üow iih't¡b¡l| i¡1 racivíffúí» -s-. toítküilñ &q; qífàpíkii[l__l›t. c' _c_lg›'s! 'qi_"›jcfiv . info «áüigyblfãiíí-ÇI¡ ¡Qilgxgv ¡$_lj_r'q~ "Íílaílin. Íigbqdii. à_ '-IÍD¡Q'ÍÍI, 'Q, 1°. ›-s4,QIb-. '!! ,-. = I' mvzascvcbhâj" ' ; o qomeumt : paga-matar «mn-x #tu «mu» nn» = uátr-'diuzu' ^ 17'! ) *f
  11. 11. No topo do morro. os animais ; encontraram a cobra. Olá. Cobra-jean' Veja o que estarmos levando para o marajá » Ltisse a vaca. . -. s flores» brilhantes quase cegaram u cobra. De olhos sennícerraclos. ela deixou escapar que o maraja estava nadando em _flores de latas. É melhor avisa-lo de que estas flores sào do _jar-dito de vocês na ele pode ll('()f1'¡('lll()lt a cobra. achar que foram roubadas dus lagoas reais Quanto ao meu premente. lWlTl. .. ! intão um¡ »uu-is _Íítaus de . vmecla. t¡ vaca. o coelho. n camelo. o rínncerontt' e o ! naruto _tiraram tan inrpressíonuclus pela grandeza daquele presente que largatam sam _flortw marcluts perto de um tronco de (Írvure. 0nd( un¡ 0)? unxanu* RA” ” di' Ultelltas “R3”. a nu-rçzulhuu na ¡uílvu j'rt'~*'”- NN l "hà vii”. ~ wo, N v0 “ "V u” v l P» V 'C t' . a u. l. qr¡ _Itá - y| çs ) ? n"" ' x . . l É' ' ¡ xgx l . a . .o _ p 4 ¡ Í l ' l »- '. r ~ l _ . Q a9' . '. ~ À _ _' , ' - _
  12. 12. IuoiIFNNQ-Í- * faiaàiàli-isíeÀ. gxasgan . . . . , . _ r "hfàajgaq" '$11.75Í: NM-'Q_Í! ¡&Í›_'. V!O¡tÍÉÕÇ*. ›r“Hà-WangÇOHÍÍHDUVJÍ, 11:46h¡ Q 'Í¡4I'Ê¡Íi›° iviéiai-tíêlâààs: -' '. §Í*5”J'5"Í'Í. ›H!4›. FV¡ij. :-__uqíu_. mymnnm' m7». ;iuhííilícíív; guwcülutâisccjkuw: t:'aÍ'§1:Õíq! il! F'«'310§l* . yfuwl ; a1utar1ii§_sx“§$i. e.* í' 11'61"11». 'íéi'= '›; ..“-¡í§ã _v voqíifggi_ 4»Íi1_l§c; ü~-fiê. ¡ *Í üÍ-'1¡“~ekg; .' . ;.›_: h'o1§“ utállbggíe= yjâggjitt »'. '»'“'. '°S~. À!'°¡¡UÍI9›'ÍÉ"Ê*ÃÊÉ“ . é _ : gjcipíi: ;Êlgík 'píiunf~jhkiytatnãliilüêiivà'. Êhgzgicliliv- Im¡ ig) 5 » J _v s . _ l 4 o , ' * V». L I JN' 4 , x f. f - a* z _ . ' - w' -u- I' LN Z -“ _ ›- ' “- x p- S - ( , ' - ' ' a¡ x
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  17. 17. uh _ 0'* co, 50'11"71”, "Gr 0 f¡ QQ¡ % a¡ - ° e o . é ç P0 x a P0 94 . .. 3 O / . p? qo_ A”, “a-n-D' ' O macaco olhou para o poço qu¡- parva-ia sem _funda e encarou o rlnoccronte. que grunhiu para o camelo, que bufou para o covlho, que lorccu n nariz para u vaca. quv mugíu para a cabra. que silvou para u efufanlu. que lmmbcluou para n lígru. que rugíu para o pavão. que» gritou: ' - O quc vamos. fazer agnru? I" agora? (fumo cics pmiuriant chcgar aja-sta do auiwrsciriu do marajá do nulos. ou palas. ou _Ínvinhum ou bocas_ uu bicos ubanando? A discussao ficou ! do acirrada que fc: com qm' o anarajci safssv da pahivia. Oh. nte-nu. amigas! Finalmente' »vocês chrgcnram! Ávhví qua- nau vinham. línlrvm. lfntrcm. O que' m (IRÍIIHIÍA poderiam fazcr u nau scr suguír n marujcí? . .EM Qb-l J H'
  18. 18. m "H1 ; garra n: :rs: ,¡: '¡r*'r_; . 5-' uzsztisrtr: :: anexar . ; c”í, '-':1:u: r s: : ': :x; ›rr. ".n7:'r »e ! meu *Bêííif-'F 'inn ¡r¡›f= .›2!. r:! : _ - . n . ., KV›*_ : ari: sãtgsvrzrins. u: r: a:”? *ui:1:r; rí: r : ç s ? rfrtêírntoo : _¡: ?'§'z= f'¡:3;r:5.: . ; .around "If uçnsr: b eu slfjffffíã °*': :;"o-¡. r-: :¡r¡. :. * uurrr ! na (swf: sr1err: "r= ::. s . ":]| 'Ãl'jr i-U" : t: “ou me: Eugen? n; ru. '."tf_; lí': :" : !a; '-': :=: :.í! sm - H'- c' : ;'§rz_%s= ,-: ': : ILS": E: : 5›í! .*§. 'f. I!"íI-1ilIA5.“. v e! em autarca; :: u : fer: BICÃVÉIÃ. À JIJÀÊÚ. ¡Ímf! . Iufvãírs' : r:. ':;77¡. ' : :Jr-sljx . i 'Is-: Q-Jxàfzloríz-á lI-_tijsr : flat: winwssu¡ *tnmüncrr tv 'rush', .'. |.Tn: vÍI1I'ílH. :? r:: rr_'? r5"3fã¡: . v = ':; _:›e': f›: f'¡“? .f5¡. : : t: rur*-': ›:r; r: 7.1:. ' ãí_-'o"*'i. '.*f-osfa= lrjr. ã'fans the
  19. 19. - Nunca me diverti tanto! - disse o marajá. - Deviam ter chegado mais cedo. - Nós queriamos, mas tivemos um probleminha com seu presente - disse, rindo, o elefante. - Não conseguíamos decidir -falou o coelho. - locê é o contador de histórias, Alacaco-jee - disse o tigre. - Faça-nos rir. Quando ouviu a história, o marajó chegou a chorar de tanto rir. - Para que eu preciso de presentes? - perguntou, tomando fôlego. - Esta história e a amizade de vocês são os melhores presentes para mim. No dia seguinte, todo o reino sabia do acontecido. e. nos muitos anos agradáveis que se seguiram, todos, do marajá aos fazendeiros. dos pavões aos macacos. divertiram-se contando a história dos nove animais e do poço que engoliu o orgulho deles.
  20. 20. e e W 3% , é L4. n ¡ui-nen! .- 'ir (mma lvw "Lineu-i 'inJunm qu* m- n l*í(, II'i'| ÍI'| -l CBCIL'I(T nu luiuiàrin. ¡mla v¡ um ruin. l ! IÍEJELI 3P ln 1"'<v'i u' p. ›- im liiiliu ¡mriiiiv . MMM us tmliiiii-ix iiuc_ lin c1"(| JtlI mil ' - _~ 4 mui». J: . r_ tII -ni. .~i. ~ ' kt vr«-« -¡i. . ul¡ li n. lia-HUN* ¡uiiu uitilur H ctNVllllllil l . 4 . 4"A~l i-aniirriinu . l. lucia lunulu ~ zzaeqautso p ¡uirii ; r hIiil-iil . ii , u-ru: w-«tr ilu fiii . . ¡4 xvrrovv/ xv- l i 2315467890 i W. m. p_ tl t num_ 1234567340 1 v( v n 2.imA)Y-›I. !¡ : ii * r. , › . »ulu Íll uimivuto- » v- ltilililt- . nhuniniiin, hiuitrrriitfli-H ~ Ill¡ l_ r H4' i4 _ri u u z Hr . iv . minrm ¡mwi i (huícoilv pouii iln' n. -lgtltn i ; l “ . . . u, u . r . .V ml--rl 'l qm *ruin - '›| |Ill'- lu Hl 'lclHlllill imiivc-iii-ust: _ Í r. r. -ml v- ll r V» m' ¡lIÍ<llÍ| .i u l _ unir-s_ us ntllctlWi Il' w. t lltlllltll-iltl -l- r f: 3 -mu uu- r. u _ _m- . r c, '. *i it. ri. .. w m u - lm-i i w rttlljlllliwltl uii upivmltl» 'IJ n lmiiu I'- u. 4 - l. .. 4x . liiiimu. i» 4'¡ "uiimrriiiu uuliiiiiiir" I iu «mini I M, _rum --. › «VI¡'l! -*| ›-ll'| -l- num' w' V '“ i . .. , . i| i¡ ~I| |i. i_ u» ~n»¡. ¡› ); i v¡ . .uu i, m ou, ... r| li'| 1¡ u. ; I n¡ ir -uuip t¡ uu i-¡Nnn ; p #Nvullll | , lt Ó ¡ Í
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