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Detalhamento da Urbanização nos Pontos Principais da Proposta
As ideias partiram do principio de interferir o menos possívelno terreno
para uma rentabilidade econômica e estética favorável ao projeto no todo,
buscando agregar as formas das quadras no entorno das curvas de níveis
onde as ruas seriam inseridas possibilitando a melhor disposição estética do
planejamento urbano caracterizando a malha em um desenho orgânico
homogêneo. Englobar sustentabilidade comuma forma compatível ao
terreno tornou visualmente interessante a forma a que se teve.
A preocupação estética apresentasse de forma conciliadora com a
funcionalidade, ênfase ao qual se da o projeto, tão subjetiva quanto
inconsequente.
A disposição tanto dos edifícios como das casas do conjunto apresentam
uma preocupação de encargo térmico confortável aos habitantes, as praças
jardins também tem esta função térmica para as casas, foi uma maneira de
associar conforto térmico com área de lazer, além de possibilitar a
interação dos moradores. Foram distribuídas ao longo das quadras ciclovias
onde possibilita o trafego livre de bikes em todo o conjunto conforme o
nível do terreno para uma melhor locomoção do pedestre onde á
declividade tentando minimizar os esforços priorizando o bem estar e
aproveitando do espaço disponível.
As entradas para o conjunto não foram mexidas conservamos as que já
tinham não se fez necessário tal mudança apenas a de melhor dimensionar
para incluir as ciclovias, no entanto fez necessário cortar parte da mata
nativa para interligar os edifícios verticalizados com o centro e os demais
edifícios, para compensar tal ato, desenvolvemos uma área de replantio de
mata nativa em pontos estratégicos no terreno onde a comunidade do
conjunto promoveria tal ato difundindo a educação ambiental nos
moradores, seguindo esse pensamento comunitário esta a coleta de lixo
inteligente onde contará com lixeiras públicas do tipo contêineres tanto
para lixos orgânicos quanto para os reciclados, estes estarão localizados a
100 metros de distancia um do outro para melhor comodidadedos
moradores.
O conjunto habitacional Raffer conta comcomercio, tendo em mãos
mercadorias de primeiras necessidades como farmácia, mercado,
panificadora e lanchonetes, para tornar o conjunto pratico e funcional,
intercalando os com as casas desta forma a uma junção com comercio e
moradia visionando um meio pratico de se auto sustentar, onde não haveria
necessidade de mobilidade mecânica para satisfazer nescesidades básicas.
O conjunto não tem como principio se “auto desenvolver” buscamos sim
um meio eficiente de se auto conservar priorizando o bem acessível, não é
de princípios criar uma cidade dentro de outra cidade e sim criar um meio
comunitário de um conjunto habitacional operário, buscando novas
diretrizes ao fundamento de moradia bem elaborada, para os trabalhadores
não o subdividindo porclasses tratamos o projeto urbano com um todo nos
desfazendo de melhor comodidades e classes inferiores a preocupação do
belo do sociável em bem comum ao todo de forma igual.
Em pesquisas feitas notasse certas carências na maior parte dos conjuntos
habitacionais, como a preocupação de quem habitara o local de forma a
apresentar perspectivas, lazer empenho humanitário, voltamos o trabalho
no bem estar humano na carência da aquilo que falta em uma sociedade, a
moradia encontrasse na base para reformular uma sociedadefutura, a
preocupação térmica, econômica, social e estética faz do conjunto
habitacional Raffer uma previa futuro de habitações coletivas um meio
alternativo de moradia para quem buscabem estar e sustentabilidade.
Terreno imagem área
Terreno com curvas de níveis
Imagem da malha urbana 001PRO
Imagem da malha urbana finalizada 002 SUB
Imagem do Plano Urbano/Detalhamento Quadra.
Diagnóstico de sítio/situação
O terreno esta localizado no município de Francisco Beltrão PR próximo ao
bairro são Miguel e novo mundo especificamente nas dependências da
fabrica Raffer ao qual o projeto se insere em conjunto com um bairro já
existente ao seu entorno , o terreno fica próximo de uma BR onde se da a
entrada da fabrica.
A situação do sitio é de decliveis acentuados em grandes escalas, onde
apresenta mata nativa permanente em de extensão gradativa, o local
dispões de nascentes protegidas segundo as leis, o projeto visa o cuidado e
a permanência destes, elaborando formas de se agregar as edificações com
o bem humanitário.O terreno encontrase com declividades acentuadas,onde
projetar sem alterar as curvas toranase praticamente impossivel,tentamos de
uma forma conciza interpretar as curvas e usalas ao favor do projeto atual.
A grande presença de mata nativa area esta que esta protejida pela LEI Nº
7.754, DE 14 DE ABRIL DE 1989.
Art. 1º São consideradas de preservação permanente, na forma da Lei nº
4.771, de 15 de setembro de 1965, as florestas e demais formas de
vegetação natural existentes nas nascentes dos rios.
Art. 2º Para os fins do disposto no artigo anterior, será constituída, nas
nascentes dos rios, uma área em forma de paralelograma, denominada
Paralelograma de Cobertura Florestal, na qual são vedadas a derrubada de
árvores e qualquer forma de desmatamento.
§ 1º Na hipótese em que, antes da vigência desta Lei, tenha havido
derrubada de árvores e desmatamento na área integrada no Paralelograma
de Cobertura Florestal, deverá ser imediatamente efetuado o
reflorestamento, comespécies vegetais nativas da região.
§ 2º (Vetado).
Art. 3º As dimensões dos Paralelogramas de Cobertura Florestal serão
fixadas em regulamento, levando-se em consideração o comprimento e a
largura dos rios cujas nascentes serão protegidas.
Art. 4º A inobservância do disposto nesta Lei acarretará, aos infratores,
além da obrigatoriedade de reflorestamento da área com espécies vegetais
nativas, a aplicação de multa variável de NCz$ 140,58 (cento e quarenta
cruzados novos e cinqüenta e oito centavos) a NCz$ 1.405,80 (um mil,
quatrocentos e cinco cruzados novos e oitenta centavos) com os
reajustamentos anuais determinados na forma de Lei nº 6.205, de 29 de
abril de 1975.
Parágrafo único. No caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro.
Art. 5º (Vetado).
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7º Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília, 14 de abril de 1989; 168º da Independência e 101º da República.
Observamos o relevo do terreno, tais sua declividade.
Referências
Siedlung Burgunder - Günther Ketterer conjunto habitacional não
motorizado. Suíça
Conjunto Habitacional Pedregulho- Affonso Eduardo Reidy. São
Cristóvão/ RJ
Projeto de lei nº 139/2011 de autoria do executivo, que institui a gestão do
sistema de limpeza urbana no município de Ivaiporã-PR.
A cidade e seus limites: as contradições do urbano na "Califórnia
Brasileira" Por Maria Esther Fernandes
Conjunto habitacional – AARHUS – Dinamarca
www.ecologiaurbana.com.br
sustentart.blogspot.com
planetasustentavel.abril.com.br
www.criaarquiteturasustentavel.com.br
Diagrama
UNIVERSIDADE PARANAENSE
CONJUNTO HABITACIONAL RAFFER
O futuro de habitaçãocoletiva, um meio alternativo de moradia para quem
busca bem estar e sustentabilidade.
Disciplina de Urbanismo I
Prof. Richard Bente
Acadêmicos. Rosangela Tomaz RA7135
Andrei Detoni RA 7149
Bruno Beal RA
Francisco Beltrão –PR 12/2011
Pesquisa De Embasamento
Conceito de Sustentabilidade
A primeira definição de desenvolvimento sustentável foi cunhada pelo
Brundtland Report, em 1987, afirmando que desenvolvimento sustentável é
aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer o
atendimento às necessidades das gerações futuras.
Nas décadas seguintes, grandes conferências mundiais foram realizadas,
como a Rio’92, no Rio de Janeiro em 1992, e a Rio+10, em Johannesburgo,
em 2002. Nessas reuniões, protocolos internacionais foram firmados a fim
de rever as metas e elaborar mecanismos para o desenvolvimento. O
desafio global de melhorar o nível de consumo da população mais pobre e
diminuir a pegada ecológica e o impacto ambiental dos assentamentos
humanos no planeta foi o grande tema em debate.
No final da décadade 1980 e início da décadade 1990, as questões
chegaram à agenda da arquitetura e do urbanismo de forma incisiva,
trazendo novos paradigmas.
O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de
modelos que permitam à construção civil enfrentar e proporsoluções aos
principais problemas ambientais de nossaépoca, sem renunciar à moderna
tecnologia e a criação de edificações que atendam as necessidades de seus
usuários.
Segundo o Instituto para Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea),
a construção civil é o setor que mais consomematérias-primas e recursos
naturais do planeta. O coordenadordo Instituto, Marcio Augusto Araújo,
diz que são lançados na atmosfera cerca de 9 toneladas de CO2. Tudo isso
para a construção de uma casa popular de 40 a 50 m2.
O projeto deve explorar todaa potencialidade do sol, a umidade, o vento, a
vegetação, pois os recursos naturais geram bem-estar aos moradores, além
de poupar água e petróleo, que são componentes não renováveis.
A água e a eficiência energética são também fatores de extrema
importância
É importante lembrar que há diferenças entre casas sustentáveis e
ecológicas. Enquanto nas sustentáveis são permitidas construções urbanas,
nas ecológicas o projeto precisa se relacionar com o verde,
necessariamente. Em ambos os casos, a tecnologia trabalha a favor da
natureza, possibilitando a criação de materiais ecológicos e sistemas
inteligentes. Como exemplo disto, podemos ressaltar o uso da água da
chuva para a irrigação dos jardins, e o sol, para a energia da casa. Essas
construções são chamadas de “green buildings”, pois empregam alta
tecnologia para reduzir os impactos negativos causados no meio ambiente.
Vale lembrar que esses empreendimentos são submetidos a protocolos
internacionais de certificação que atestam seu desempenho.
O vidro usado também, como parede de alvenaria externa proporciona
iluminação natural durante o dia – são recursos para obtenção de luz
natural durante o dia, economizando energia elétrica.
O Sol é fonte de energia renovável, tanto como fonte de calor, quanto de
luz, é uma das energias mais promissoras para enfrentamento dos desafios
do novo milênio. Além de abundante e permanente, não polui e nem
prejudica o ecossistema. No Brasil, onde se encontram bons índices de
insolação em qualquer território, este tipo de energia soma características
positivas e vantajosas. O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000
vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período –
a potência é medida pela unidade de quilowatt. Ele emite energia em todas
as direções; um pouco destaenergia é desprendida, mas mesmo assim, a
Terra recebe mais de 1.500 quatrilhões de quilowatt de potencia ano.
Na Energia Solar Foto térmica consiste em vários tipos de coletores,
entretanto, os coletores solares planos são largamente utilizados para
aquecimento de água em residências, devido ao conforto proporcionado eà
redução do consumo de energia elétrica.
Devido ao crescimento desenfreado da urbanização e da industrialização
dos grandes centros, os lagos e rios e seus afluentes sofrem com a poluição,
a redução dos mananciais e com o aquecimento global. Segundo dados da
ONU (Organização das Nações Unidas), apenas 3% de toda a água terrestre
é própria para consumo e somente 0,25% não está congelada.Para tentar
amenizar o problema da falta de água, várias soluções vêem sendo
colocadas em prática. Entre elas podemos citar o aproveitamento das águas
da chuva. Embora a água da chuva não seja considerada um recurso limpo
ou potável - pois, normalmente, ela escoapelos telhados e calhas,
carregando todas as impurezas do caminho - uma pesquisa da Universidade
da Malásia deixou claro que, após o início da chuva, somente as primeiras
águas carregariam ácidos, micro-organismos, e outros poluente
atmosféricos e, em pouco tempo, o líquido já adquire características de
água destilada, que podeser coletada em reservatórios fechados.
 Diretrizes para uma construção sustentável.
 Pensar em longo prazo o planejamento da obra.
 Eficiência energética.
 Uso adequado da água e reaproveitamento.
 Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais.
 Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas.
 Conforto e qualidade interna dos ambientes.
 Permeabilidade do solo.
 Integrar transporte de massa e/ou alternativos ao contexto do projeto.
Conceito Urbano
“O sistema de implantação de lotes mais agradáveis são aqueles que
contêm menores alterações, tornando-semais econômicas e estáveis no
tempo, são aqueles que parecem ter se desenvolvido de forma espontânea
os lugares que parecem serem encravados pela própria natureza, o desenho
urbano não podeser feito resolvendo somente o problema na planta. Para
se obter um bom desempenho deve-se trabalhar nas três dimensões,
levando em consideração que as soluções escolhidas devem se adaptar as
condições topográficas.
Quanto a área de preservação: Nas nascentes, ainda que intermitentes
qualquer que seja sua situação topográfica, num raio mínimo de 50m de
largura deve ser preservado a vegetação.
Quanto a declividade do sitio: Como regra geral, deve-se escolher a
posição e direção de todas as ruas, de forma a ter declividade o suficiente
para escoaras águas das chuvas, para isso deverão ser posicionadas
cortando as curvas de nível.
Quanto as ruas: particularmente as interiores dos bairros onde há frente de
lotes residenciais, sejam traçadas acompanhando as curvas de nível,
evitando-se cortes e ateros.
Quanto a arborização urbana: A arborização deve ser feita, sempre que
possívelpara amenizar os aspectos negativos do entorno urbano,
transformando lugares hostis em bastante hospitaleiros para seus usuários.”

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Urbanização sustentável priorizando o bem-estar dos moradores

  • 1. Detalhamento da Urbanização nos Pontos Principais da Proposta As ideias partiram do principio de interferir o menos possívelno terreno para uma rentabilidade econômica e estética favorável ao projeto no todo, buscando agregar as formas das quadras no entorno das curvas de níveis onde as ruas seriam inseridas possibilitando a melhor disposição estética do planejamento urbano caracterizando a malha em um desenho orgânico homogêneo. Englobar sustentabilidade comuma forma compatível ao terreno tornou visualmente interessante a forma a que se teve. A preocupação estética apresentasse de forma conciliadora com a funcionalidade, ênfase ao qual se da o projeto, tão subjetiva quanto inconsequente. A disposição tanto dos edifícios como das casas do conjunto apresentam uma preocupação de encargo térmico confortável aos habitantes, as praças jardins também tem esta função térmica para as casas, foi uma maneira de associar conforto térmico com área de lazer, além de possibilitar a interação dos moradores. Foram distribuídas ao longo das quadras ciclovias onde possibilita o trafego livre de bikes em todo o conjunto conforme o nível do terreno para uma melhor locomoção do pedestre onde á declividade tentando minimizar os esforços priorizando o bem estar e aproveitando do espaço disponível. As entradas para o conjunto não foram mexidas conservamos as que já tinham não se fez necessário tal mudança apenas a de melhor dimensionar para incluir as ciclovias, no entanto fez necessário cortar parte da mata nativa para interligar os edifícios verticalizados com o centro e os demais edifícios, para compensar tal ato, desenvolvemos uma área de replantio de mata nativa em pontos estratégicos no terreno onde a comunidade do conjunto promoveria tal ato difundindo a educação ambiental nos moradores, seguindo esse pensamento comunitário esta a coleta de lixo inteligente onde contará com lixeiras públicas do tipo contêineres tanto para lixos orgânicos quanto para os reciclados, estes estarão localizados a 100 metros de distancia um do outro para melhor comodidadedos moradores.
  • 2. O conjunto habitacional Raffer conta comcomercio, tendo em mãos mercadorias de primeiras necessidades como farmácia, mercado, panificadora e lanchonetes, para tornar o conjunto pratico e funcional, intercalando os com as casas desta forma a uma junção com comercio e moradia visionando um meio pratico de se auto sustentar, onde não haveria necessidade de mobilidade mecânica para satisfazer nescesidades básicas. O conjunto não tem como principio se “auto desenvolver” buscamos sim um meio eficiente de se auto conservar priorizando o bem acessível, não é de princípios criar uma cidade dentro de outra cidade e sim criar um meio comunitário de um conjunto habitacional operário, buscando novas diretrizes ao fundamento de moradia bem elaborada, para os trabalhadores não o subdividindo porclasses tratamos o projeto urbano com um todo nos desfazendo de melhor comodidades e classes inferiores a preocupação do belo do sociável em bem comum ao todo de forma igual. Em pesquisas feitas notasse certas carências na maior parte dos conjuntos habitacionais, como a preocupação de quem habitara o local de forma a apresentar perspectivas, lazer empenho humanitário, voltamos o trabalho no bem estar humano na carência da aquilo que falta em uma sociedade, a moradia encontrasse na base para reformular uma sociedadefutura, a preocupação térmica, econômica, social e estética faz do conjunto habitacional Raffer uma previa futuro de habitações coletivas um meio alternativo de moradia para quem buscabem estar e sustentabilidade.
  • 3. Terreno imagem área Terreno com curvas de níveis
  • 4. Imagem da malha urbana 001PRO
  • 5. Imagem da malha urbana finalizada 002 SUB
  • 6. Imagem do Plano Urbano/Detalhamento Quadra.
  • 7. Diagnóstico de sítio/situação O terreno esta localizado no município de Francisco Beltrão PR próximo ao bairro são Miguel e novo mundo especificamente nas dependências da fabrica Raffer ao qual o projeto se insere em conjunto com um bairro já existente ao seu entorno , o terreno fica próximo de uma BR onde se da a entrada da fabrica. A situação do sitio é de decliveis acentuados em grandes escalas, onde apresenta mata nativa permanente em de extensão gradativa, o local dispões de nascentes protegidas segundo as leis, o projeto visa o cuidado e a permanência destes, elaborando formas de se agregar as edificações com o bem humanitário.O terreno encontrase com declividades acentuadas,onde projetar sem alterar as curvas toranase praticamente impossivel,tentamos de uma forma conciza interpretar as curvas e usalas ao favor do projeto atual.
  • 8. A grande presença de mata nativa area esta que esta protejida pela LEI Nº 7.754, DE 14 DE ABRIL DE 1989. Art. 1º São consideradas de preservação permanente, na forma da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, as florestas e demais formas de vegetação natural existentes nas nascentes dos rios. Art. 2º Para os fins do disposto no artigo anterior, será constituída, nas nascentes dos rios, uma área em forma de paralelograma, denominada Paralelograma de Cobertura Florestal, na qual são vedadas a derrubada de árvores e qualquer forma de desmatamento. § 1º Na hipótese em que, antes da vigência desta Lei, tenha havido derrubada de árvores e desmatamento na área integrada no Paralelograma de Cobertura Florestal, deverá ser imediatamente efetuado o reflorestamento, comespécies vegetais nativas da região. § 2º (Vetado). Art. 3º As dimensões dos Paralelogramas de Cobertura Florestal serão fixadas em regulamento, levando-se em consideração o comprimento e a largura dos rios cujas nascentes serão protegidas. Art. 4º A inobservância do disposto nesta Lei acarretará, aos infratores, além da obrigatoriedade de reflorestamento da área com espécies vegetais nativas, a aplicação de multa variável de NCz$ 140,58 (cento e quarenta cruzados novos e cinqüenta e oito centavos) a NCz$ 1.405,80 (um mil, quatrocentos e cinco cruzados novos e oitenta centavos) com os reajustamentos anuais determinados na forma de Lei nº 6.205, de 29 de abril de 1975. Parágrafo único. No caso de reincidência, a multa será aplicada em dobro. Art. 5º (Vetado). Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Art. 7º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 14 de abril de 1989; 168º da Independência e 101º da República.
  • 9. Observamos o relevo do terreno, tais sua declividade.
  • 10. Referências Siedlung Burgunder - Günther Ketterer conjunto habitacional não motorizado. Suíça Conjunto Habitacional Pedregulho- Affonso Eduardo Reidy. São Cristóvão/ RJ Projeto de lei nº 139/2011 de autoria do executivo, que institui a gestão do sistema de limpeza urbana no município de Ivaiporã-PR. A cidade e seus limites: as contradições do urbano na "Califórnia Brasileira" Por Maria Esther Fernandes Conjunto habitacional – AARHUS – Dinamarca www.ecologiaurbana.com.br sustentart.blogspot.com planetasustentavel.abril.com.br www.criaarquiteturasustentavel.com.br
  • 12. UNIVERSIDADE PARANAENSE CONJUNTO HABITACIONAL RAFFER O futuro de habitaçãocoletiva, um meio alternativo de moradia para quem busca bem estar e sustentabilidade. Disciplina de Urbanismo I Prof. Richard Bente Acadêmicos. Rosangela Tomaz RA7135 Andrei Detoni RA 7149 Bruno Beal RA
  • 13. Francisco Beltrão –PR 12/2011 Pesquisa De Embasamento Conceito de Sustentabilidade A primeira definição de desenvolvimento sustentável foi cunhada pelo Brundtland Report, em 1987, afirmando que desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer o atendimento às necessidades das gerações futuras. Nas décadas seguintes, grandes conferências mundiais foram realizadas, como a Rio’92, no Rio de Janeiro em 1992, e a Rio+10, em Johannesburgo, em 2002. Nessas reuniões, protocolos internacionais foram firmados a fim de rever as metas e elaborar mecanismos para o desenvolvimento. O desafio global de melhorar o nível de consumo da população mais pobre e diminuir a pegada ecológica e o impacto ambiental dos assentamentos humanos no planeta foi o grande tema em debate. No final da décadade 1980 e início da décadade 1990, as questões chegaram à agenda da arquitetura e do urbanismo de forma incisiva, trazendo novos paradigmas. O conceito de Construção Sustentável baseia-se no desenvolvimento de modelos que permitam à construção civil enfrentar e proporsoluções aos principais problemas ambientais de nossaépoca, sem renunciar à moderna tecnologia e a criação de edificações que atendam as necessidades de seus usuários. Segundo o Instituto para Desenvolvimento da Habitação Ecológica (Idhea), a construção civil é o setor que mais consomematérias-primas e recursos naturais do planeta. O coordenadordo Instituto, Marcio Augusto Araújo,
  • 14. diz que são lançados na atmosfera cerca de 9 toneladas de CO2. Tudo isso para a construção de uma casa popular de 40 a 50 m2. O projeto deve explorar todaa potencialidade do sol, a umidade, o vento, a vegetação, pois os recursos naturais geram bem-estar aos moradores, além de poupar água e petróleo, que são componentes não renováveis. A água e a eficiência energética são também fatores de extrema importância É importante lembrar que há diferenças entre casas sustentáveis e ecológicas. Enquanto nas sustentáveis são permitidas construções urbanas, nas ecológicas o projeto precisa se relacionar com o verde, necessariamente. Em ambos os casos, a tecnologia trabalha a favor da natureza, possibilitando a criação de materiais ecológicos e sistemas inteligentes. Como exemplo disto, podemos ressaltar o uso da água da chuva para a irrigação dos jardins, e o sol, para a energia da casa. Essas construções são chamadas de “green buildings”, pois empregam alta tecnologia para reduzir os impactos negativos causados no meio ambiente. Vale lembrar que esses empreendimentos são submetidos a protocolos internacionais de certificação que atestam seu desempenho. O vidro usado também, como parede de alvenaria externa proporciona iluminação natural durante o dia – são recursos para obtenção de luz natural durante o dia, economizando energia elétrica. O Sol é fonte de energia renovável, tanto como fonte de calor, quanto de luz, é uma das energias mais promissoras para enfrentamento dos desafios do novo milênio. Além de abundante e permanente, não polui e nem prejudica o ecossistema. No Brasil, onde se encontram bons índices de insolação em qualquer território, este tipo de energia soma características positivas e vantajosas. O Sol irradia anualmente o equivalente a 10.000 vezes a energia consumida pela população mundial neste mesmo período – a potência é medida pela unidade de quilowatt. Ele emite energia em todas as direções; um pouco destaenergia é desprendida, mas mesmo assim, a Terra recebe mais de 1.500 quatrilhões de quilowatt de potencia ano. Na Energia Solar Foto térmica consiste em vários tipos de coletores, entretanto, os coletores solares planos são largamente utilizados para
  • 15. aquecimento de água em residências, devido ao conforto proporcionado eà redução do consumo de energia elétrica. Devido ao crescimento desenfreado da urbanização e da industrialização dos grandes centros, os lagos e rios e seus afluentes sofrem com a poluição, a redução dos mananciais e com o aquecimento global. Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas), apenas 3% de toda a água terrestre é própria para consumo e somente 0,25% não está congelada.Para tentar amenizar o problema da falta de água, várias soluções vêem sendo colocadas em prática. Entre elas podemos citar o aproveitamento das águas da chuva. Embora a água da chuva não seja considerada um recurso limpo ou potável - pois, normalmente, ela escoapelos telhados e calhas, carregando todas as impurezas do caminho - uma pesquisa da Universidade da Malásia deixou claro que, após o início da chuva, somente as primeiras águas carregariam ácidos, micro-organismos, e outros poluente atmosféricos e, em pouco tempo, o líquido já adquire características de água destilada, que podeser coletada em reservatórios fechados.  Diretrizes para uma construção sustentável.  Pensar em longo prazo o planejamento da obra.  Eficiência energética.  Uso adequado da água e reaproveitamento.  Uso de técnicas passivas das condições e dos recursos naturais.  Uso de materiais e técnicas ambientalmente corretas.  Conforto e qualidade interna dos ambientes.  Permeabilidade do solo.  Integrar transporte de massa e/ou alternativos ao contexto do projeto.
  • 16. Conceito Urbano “O sistema de implantação de lotes mais agradáveis são aqueles que contêm menores alterações, tornando-semais econômicas e estáveis no tempo, são aqueles que parecem ter se desenvolvido de forma espontânea os lugares que parecem serem encravados pela própria natureza, o desenho urbano não podeser feito resolvendo somente o problema na planta. Para se obter um bom desempenho deve-se trabalhar nas três dimensões, levando em consideração que as soluções escolhidas devem se adaptar as condições topográficas. Quanto a área de preservação: Nas nascentes, ainda que intermitentes qualquer que seja sua situação topográfica, num raio mínimo de 50m de largura deve ser preservado a vegetação. Quanto a declividade do sitio: Como regra geral, deve-se escolher a posição e direção de todas as ruas, de forma a ter declividade o suficiente para escoaras águas das chuvas, para isso deverão ser posicionadas cortando as curvas de nível. Quanto as ruas: particularmente as interiores dos bairros onde há frente de lotes residenciais, sejam traçadas acompanhando as curvas de nível, evitando-se cortes e ateros. Quanto a arborização urbana: A arborização deve ser feita, sempre que possívelpara amenizar os aspectos negativos do entorno urbano, transformando lugares hostis em bastante hospitaleiros para seus usuários.”