Formação em Educação Ambiental e Elaboração de Plano de Ação para
Agentes Comunitários de Saúde
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agentes ou mais. Dessa forma tanto o processo de construção das árvores como os
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Para elaboração do Plano de Ação, cada árvore foi digitada. Em cada árvore conflito a
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  1. 1. Formação em Educação Ambiental e Elaboração de Plano de Ação para Agentes Comunitários de Saúde Iniciou-se esse trabalho através de reuniões com a Coordenadora da Estratégia de Agentes Comunitária de Saúde: Enfermeira Suraia Mehsen, apresentando o ProEA-PRG e definido atividades de formação e ação com a parceria desses agentes. A formação inicial em educação ambiental para os agentes foi elaborada e realizada buscando abordar percepções instigadoras do município de Rio Grande, de maneira que estes agentes pudessem multiplicar algumas das informações e discussões junto aos moradores. Nesta primeira etapa da formação, realizou-se 40 horas de aulas teóricas e exposição dialogada no período de abril à agosto de 2010, abordando as seguintes temáticas: ecossistemas do município de Rio Grande; impactos socioambientais das atividades portuárias; cadeia de produção: transporte – consumo – descarte; gestão de resíduos: tratamento de esgoto, água e lixo em Rio Grande; qualidade do ar; saúde e alimentação.
  2. 2. A segunda etapa de formação com os agentes comunitários de saúde tem como objetivo promover espaços de discussão e reflexão sobre sua atuação em cada bairro, possibilitando subsídios para que cada agente possa planejar suas ações e atuar em questões que considere prioritária para cada comunidade. Para isso foi utilizada a Metodologia das Árvores proposta por Crivellaro, Martinez Neto e Rache (2001), que, de maneira simples consegue diagnosticar uma situação e eleger o conflito principal e suas soluções. Na raiz da árvore-conflito, são listadas as causas que levaram à situação e, nos galhos, as conseqüências que a mesma tem gerado. A seguir, no tronco da árvore-solução, é colocada a situação-conflito já resolvida. Nas raízes, são definidos os meios para alcançarmos a situação desejada e, nos galhos, os fins, ou seja, os benefícios que serão gerados para todos. Para que fosse elaborada a árvore conflito e a árvore solução de cada bairro, os agentes agruparam-se por área de atuação, já que alguns bairros possuem dois
  3. 3. agentes ou mais. Dessa forma tanto o processo de construção das árvores como os ajustes em cada árvore foram realizados de maneira coletiva, com a apresentação de cada árvore a todos do grupo, em que o grupo inteiro contribuía e compartilhava anseios e meios de solução para os conflitos identificados. Com a finalização das árvores e delimitação das ações iniciou-se uma nova etapa, pois a partir de cada árvore conflito-solução, foi elaborado um Plano de Ação. O objetivo foi que cada grupo de agentes pudesse ter um projeto, um plano detalhado de como realizariam as ações relacionadas ao tema que haviam escolhido. Os temas identificados como prioritários pelos agentes foram: • Quarta Secção da Barra e Vila Mangueira: Lixo espalhado nas ruas; • BGV: Crack; • Santa Tereza: • Parque Guanabara: Lixo; • Vila Braz: Envolvimento comunitário • Senandes: mobilização comunitária para se ter representação legal
  4. 4. Para elaboração do Plano de Ação, cada árvore foi digitada. Em cada árvore conflito a raiz, causas do conflito principal eram a justificativa e os galhos, conseqüências do conflito principal eram o diagnóstico. Na árvore solução, o tronco, situação conflito resolvida era o objetivo principal; os galhos, fins eram os objetivos específicos e a raiz, meios, era a metodologia do plano de Ação. Em cada Plano ainda foi acrescentando o item cronograma. Com a versão preliminar de cada Plano de Ação foi preciso pensar e atender cada grupo, referente a cada bairro, singularmente, dando atenção e especificando as ações. Em cada um desses encontros foram detalhadas as questões abordadas nas árvores e delimitadas as ações específicas, o passo-a-passo para cada ação. Em breve disponibilizaremos os planos de ação de cada bairro!

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