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GUIÃO  • Ponto de partida – a    ‘Crise!’  • Como podem o    ‘Território e a    População’    contribuir para    responder...
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GERARIDEIAS PARA CIDADES
A comunidade a pensar o seu futuro (Lisboa, Porto ou NY);
VALORIZAR ESPAÇOEDIFICADO
Residências Artísticas em lojas devolutas (1/3/6 meses); Oferecer a montra vazia para a valorização de                um t...
Ateliers artísticos aproveitando fábricas devolutas (Seres – Caldas da Rainha);
Habitação Low-Cost (Porto) – estimular mercado de arrendamento nas zonas   antigas das cidades; Co-work (espaços de trabal...
Fablab Municipais (ideia de Leonel Moura)espaços colectivos de prototipagem rápida;
Casas do Povo de 2.ª geração (Ideia de João Seixas, LISBOAIDEIA 2011)
VALORIZAR ESPAÇO PÚBLICO
Jardinagem de Guerrilhahttp://www.guerrillagardening.org/
Hortas comunitárias
Jardins amovíveis;   Park(ing) Day- espaço público temporário
CIN RE-MAKE (ilustração de textos em espaço público – José Luís Peixoto)
Espaços Públicos temporários
VALORIZARCONHECIMENTO  SABERESCOMPETÊNCIAS
DESAFIO – REDE DE    PROJECTOS ‘LOW-COST &    HIGH-VALUE’ EM CIDADES• Exercício de valorização de recursos  e competências...
FUTURO?   • Não podemos esperar por     milagres!   • A crise tem de ser uma     oportunidade para mudar a     forma como ...
Obrigado!                  José Carlos MotaDepartamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território               Unive...
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José Carlos Mota
Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território
Universidade de Aveiro
Estarreja, 16 Julho 2011

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  1. 1. MAKING MORE WITH LESS! José Carlos Mota Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território Universidade de Aveiro Estarreja, 16 Julho 2011
  2. 2. GUIÃO • Ponto de partida – a ‘Crise!’ • Como podem o ‘Território e a População’ contribuir para responder à Crise! • Desafio – Rede de projectos ‘low-cost & high-value’ em cidades
  3. 3. CRISE[dimensão global]• we would not say that the current crisis have anything to do with excess power of labour, but to an excess of power of capital;• one of the big issues: the debt economy stimulated by the credit (banks & financial institution)• David Harvey http://vimeo.com/10933225
  4. 4. CRISE[dimensão económica]• ‘Estudo indica que europeus do Sul trabalham mais do que os alemães’• (Público ) http://economia.publico.pt/Noticia/estudo-indica-que- europeus-do-sul-trabalham-mais-do-que-os-alemaes_1497518.• A duração anual média do trabalho de um alemão (1390 horas) é assim muito inferior à de um grego (2119 horas), de um italiano (1773 horas), de um português (1719 horas), de um espanhol (1654 horas) ou de um francês (1554 horas), referem as estatísticas publicadas em 2010 pela OCDE;• Em Portugal, 60 minutos laborais resultam num retorno de 21 euros para a economia nacional, em termos de PIB. É praticamente metade da produtividade alemã• (Semanário Sol 18/5/2011 - http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=19482 )
  5. 5. CRISE[dimensão social e política]• Portugal é dos países analisados o de mais baixa confiança interpessoal e o de maior desigualdade de rendimentos‘ (André Barata, Sedes).• A primeira explica a evolução na direcção de uma cultura política autoritária e subordinada, a troca da confiança pela lealdade e do projecto colectivo... pela vontade do líder. A segunda resulta dos interesses instalados e das capelinhas‘• Como quebrar o ciclo?
  6. 6. CRISE[dimensão ética e institucional]• ‘perplexidade que sente face ao desinteresse das elites políticas (e do Estado [central e local] em relação à informação sobre o país (dados económicos, sociais) e à forma como se constroem propostas sem fundamentação rigorosa (factos, dados, indicações mensuráveis, medição do impacte) (Pedro Magalhães, Público)• http://jornal.publico.pt/noticia/08-01-2011/o-que-nos-falta-experimentar- politicos-e-eleitores-exigentes-20966176.htm
  7. 7. ‘TERRITÓRIO & POPULAÇÃO’ VS. CRISE• Olhar para as cidades (e comunidades) e avaliar o seu potencial de aprofundamento da cidadania e de contributo para a ‘retoma económica’• As cidades podem afirmar-se como um laboratório à mobilização colectiva para resolver problemas e valorizar recursos (inovação social pertinente, profunda e criativa)• Identificar ideias/projectos de geração de emprego, de animação da actividade económica e social e de organização espacial e funcional das cidades• Abordagem selectiva ‘low-cost & high-value’
  8. 8. ‘TERRITÓRIO & POPULAÇÃO’ VS. CRISE• ‘todas as cidades têm micro-histórias que podem fazer delas cidades globais’• ‘temos de procurar as particularidades que tornam as cidades diferentes, atraentes [olhar para a história]’• ‘temos de ir caminhando pelas ruas e conversando com as pessoas para ir à procura dessas micro- histórias• Saskia Sassen• (Público 24 Abril 2011) em Lisboa na apresentação ‘Global City 2.0’
  9. 9. DESAFIO – REDE DE PROJECTOS ‘LOW-COST & HIGH-VALUE’ EM CIDADES• Desenvolvida no âmbito do Colectivo ‘Cidades pela Retoma’• Estimular as comunidades locais a discutir o futuro das suas cidades, identificar micro-projectos com potencial de geração de emprego, de animação da actividade económica e social e de organização espacial e funcional das cidades• Mobilizar o Estado (Central e Local), SC&T & Sociedade Civil• Apoios públicos e ‘comunitários’ – da comunidade (‘crowdfunding’)• Ex: 200 vilas/cidades * 10 propostas = 2.000 micro-ideias concretizadas (potencial de replicação)
  10. 10. DESAFIO – REDE DE PROJECTOS ‘LOW-COST & HIGH-VALUE’ EM CIDADES • Localizados CIDADES, o espaço de maior concentração de pessoas, infra-estruturas e conhecimento, um palco privilegiado de articulação • BAIXO CUSTO, essencial num momento de pouca disponibilidade de recursos (públicos ou privados); • identificação e proposta parta da COMUNIDADE, respondam a um interesse colectivo e se desenvolvam num conceito de experimentação e aprendizagem; • CIRÚRGICOS, respondam a problemas ou necessidades concretas e espacialmente bem localizadas ou valorizem competências e talentos locais; • CURTO PRAZO, de execução rápida e visível; • incorporem CONHECIMENTO e acrescentem valor, (aumentar a utilidade social do conhecimento científico e não científico, com dimensão de negócio associado que garanta a sua sustentabilidade) • COMUNIQUEM a sua concepção,•Inspirado nos conceitos: LQC - Lighter, Quicker, Cheaper ; Urban desenvolvimento e execução, no sentido deAcupuncture, Tactical Urbanism, DIY Urbanism, Emergent estimular o seu desenvolvimento colaborativo e deUrbanism or Bottom-up Planning potenciar a sua articulação e replicação
  11. 11. GERARIDEIAS PARA CIDADES
  12. 12. A comunidade a pensar o seu futuro (Lisboa, Porto ou NY);
  13. 13. VALORIZAR ESPAÇOEDIFICADO
  14. 14. Residências Artísticas em lojas devolutas (1/3/6 meses); Oferecer a montra vazia para a valorização de um talento ou competência local; com troca de pequenas obras/limpezas;
  15. 15. Ateliers artísticos aproveitando fábricas devolutas (Seres – Caldas da Rainha);
  16. 16. Habitação Low-Cost (Porto) – estimular mercado de arrendamento nas zonas antigas das cidades; Co-work (espaços de trabalho colaborativo);
  17. 17. Fablab Municipais (ideia de Leonel Moura)espaços colectivos de prototipagem rápida;
  18. 18. Casas do Povo de 2.ª geração (Ideia de João Seixas, LISBOAIDEIA 2011)
  19. 19. VALORIZAR ESPAÇO PÚBLICO
  20. 20. Jardinagem de Guerrilhahttp://www.guerrillagardening.org/
  21. 21. Hortas comunitárias
  22. 22. Jardins amovíveis; Park(ing) Day- espaço público temporário
  23. 23. CIN RE-MAKE (ilustração de textos em espaço público – José Luís Peixoto)
  24. 24. Espaços Públicos temporários
  25. 25. VALORIZARCONHECIMENTO SABERESCOMPETÊNCIAS
  26. 26. DESAFIO – REDE DE PROJECTOS ‘LOW-COST & HIGH-VALUE’ EM CIDADES• Exercício de valorização de recursos e competências (ciência, design, artes, tecnologias, engenharia,…) para transformar e animar as cidades;• O Estado (sobretudo as autarquias) têm de ter um papel activo (‘novas formas de governo e gestão local’);• Exercício de mobilização (comunidades), de sistematização e mapeamento de recursos e ideias e de criação de redes;• É experimental (envolve risco);• Criar mecanismos de avaliação (e espaços de aprendizagem – diálogo, criação de consensos, );
  27. 27. FUTURO? • Não podemos esperar por milagres! • A crise tem de ser uma oportunidade para mudar a forma como pensamos colectivamente o futuro e sobre como o construímos! • Isto não é problema deles (dos políticos) mas um problema nosso! • Precisamos de lideranças capazes de envolver e mobilizar o potencial cívico/ conhecimento / empreendedorismo que as cidades congregam para responder aos desafios que temos pela frente!
  28. 28. Obrigado! José Carlos MotaDepartamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território Universidade de Aveiro 3810-197 AVEIRO | PORTUGAL email: jcmota@ua.pt | josecarlosmota@gmail.com http://jcmworks.blogs.sapo.pt/ http://www.facebook.com/josecarlosmota http://ipcidades.web.ua.pt/wordpress/ http://www.ua.pt/govcopp/ http://www.ua.pt/csjp/ http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/

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