INTERTECH'2014XIII Conferência Internacional em Educação em Engenharia e Tecnologia 
Março 16 -19, 2014 
Universidade do M...
ARQUITETURA LÓGICA DO MODELO E- MATURITY -DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA 
HerikZednik(hzednik@hotmail.com) 
Ed...
INTRODUÇÃO 
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Objetivo Geral 
•Apresentar a arquitetura lógica do SISTEMAdo modelo e-Maturity. 
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Introdução
Modelo e-Maturity 
•ferramenta de autoavaliação e acompanhamento da Gestão Tecnopedagógica. 
•ajudar as escolas da Educaçã...
Conceitos 
•Tecnopedagogia-baseia-se na ideia de considerar que o ser tecnológico se forma através da tecnologia e que est...
Fundamentação 
e-Maturity 
(e-M) 
e-Learning MaturityModel– EMM 
Self ReviewFramework -SRF 
CMM 
Modelo de Maturidade de C...
CONCEPÇÃOMETODOLÓGICA 
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7 Dimensões 
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O questionário possui 4 seções distintas: 
•Seção A –Corresponde aos dados da escola e perfil do Gestor; 
•Seção B –Corres...
Acesso e cadastro 
•A tela inicial do sistema identifica o usuário que acede ao recurso. 
•A 2ª. tela corresponde ao cadas...
Seção A 
•As telas 03, 04, 05, 06 e 07 correspondem à Seção A, onde se objetiva conhecer dados gerais da escola e o perfil...
Seção C 
•Corresponde ao nível de e-maturity, em que o respondente tem acesso ao quadro de autoavaliação da Gestão Tecnope...
Níveis e parâmetros de avaliação (Semáforo) 
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ASPECTO 
NÍVEIS 
PARÂMETRO DE AVALIAÇÃO 
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Nível de maturidade 
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Classificação das Ferramentas 
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Autoria 
Autoria Colaborativa 
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I-Autoria 
1. Organização da escola 
2. Comunicar e Colabora 
3. Criar Conteúdos 
4. Suporte à Avaliação e Aprendizagem 
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II-IMERSIVIDADE VIRTUAL 
1. Ferramentas de interação virtual 
2. Ferramentas de representação gráfica imersiva 
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III-ARMAZENAMENTO, COMPARTILHAMENTO E BUSCA 
1. Repositórios 
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3. ARQUITETURALÓGICADOSISTEMA 
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Utiliza o sistema MVC
Tier1 –Model(Modelo) 
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•A camada Modelmantém as informações relacionadas ao domínio e os objetos que implementam a func...
CAMADADEAPLICAÇÃO(TIER2) 
•Na camada Viewencontram-se os objetos relacionados à apresentação, ou seja, objetos que represe...
ESTRUTURAORGANIZACIONALDASINTERFACES(VIEWS) 
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Tela inicial 
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ESTRUTURAORGANIZACIONALDOSPACOTESDOSISTEMA 
•DAO: fazparte da camadade modeloe guardaas classes que fazemacessoaosdados do...
Considerações Finais 
•Este artigo buscou, através de uma abordagem teórico-descritiva, apresentar a arquitetura lógica do...
Referências 
[1] Cunha, Luísa Margarida Antunes da. “Modelos Rasche Escalas de Likerte Thurstonena medição de atitude”. Di...
[5] Marshall, S.; MitchelL, G. “ApplyingSPICE toe-learning: Ane-learningmaturitymodel?” Trabalho apresentado na revista Pr...
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ARQUITETURA LÓGICA DO MODELO E-MATURITY -DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA

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ARQUITETURA LÓGICA DO MODELO E-MATURITY -DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA

  1. 1. INTERTECH'2014XIII Conferência Internacional em Educação em Engenharia e Tecnologia Março 16 -19, 2014 Universidade do Minho Guimarães, Portugal Educação emEngenharia em um mundo dependente da tecnologia 1
  2. 2. ARQUITETURA LÓGICA DO MODELO E- MATURITY -DESENVOLVIMENTO E FUNCIONAMENTO DO SISTEMA HerikZednik(hzednik@hotmail.com) Eder Paulus M. Guerra (ederpaulus@yahoo.com.br) Liane Margarida R. Tarouco(liane@penta.ufrgs.br) LuisRoque Klering(lrklering@via-rs.net) Filipe Damasceno (filipe.a.d@gmail.com) 2
  3. 3. INTRODUÇÃO 3
  4. 4. Objetivo Geral •Apresentar a arquitetura lógica do SISTEMAdo modelo e-Maturity. 4 Introdução
  5. 5. Modelo e-Maturity •ferramenta de autoavaliação e acompanhamento da Gestão Tecnopedagógica. •ajudar as escolas da Educação Básica a potencializarem o uso pedagógico e eficiente da tecnologia. 5 Desafio Do Gestor
  6. 6. Conceitos •Tecnopedagogia-baseia-se na ideia de considerar que o ser tecnológico se forma através da tecnologia e que esta é inerente ao contexto do ser. Ou seja, as tecnologias, ou melhor, as tecnopedagogiasampliam o processo de formação do homem que é essencialmente tecnológico [Yanaze2009]. •e-Maturity-“a evolução da capacidade e potencialidade da organização escolar de tomar decisões estratégicas e de utilizar de forma pedagógica e eficaz a tecnologia para melhorar os resultados educacionais” [Zedniket al2012] •Ciclo e-M-configura-se como suporte ao acompanhamento sistemático de autoavaliação da Gestão Tecnopedagógicano contexto escolar. 6
  7. 7. Fundamentação e-Maturity (e-M) e-Learning MaturityModel– EMM Self ReviewFramework -SRF CMM Modelo de Maturidade de Capacidade de Software CM 360o
  8. 8. CONCEPÇÃOMETODOLÓGICA 8
  9. 9. 7 Dimensões 9
  10. 10. O questionário possui 4 seções distintas: •Seção A –Corresponde aos dados da escola e perfil do Gestor; •Seção B –Corresponde aos dados do Grupo Focal; •Seção C –Corresponde ao nível de e- maturity(quadro de autoavaliação); •Seção D –Corresponde ao Footprint(Pegada da Tecnologia Educacional - TE). 10
  11. 11. Acesso e cadastro •A tela inicial do sistema identifica o usuário que acede ao recurso. •A 2ª. tela corresponde ao cadastro onde o respondente preencherá algumas informações sobre escola pesquisada e sobre o respondente, com o objetivo de criar um logine senha para acessos posteriores, bem como, traz o termo de consentimento para utilização dos dados fornecidos na pesquisa 11
  12. 12. Seção A •As telas 03, 04, 05, 06 e 07 correspondem à Seção A, onde se objetiva conhecer dados gerais da escola e o perfil do Gestor. •Esta Seção subdivide-se em: Identificação; Ensino; Dados complementares; Diretoria e Indicadores. 12
  13. 13. Seção C •Corresponde ao nível de e-maturity, em que o respondente tem acesso ao quadro de autoavaliação da Gestão Tecnopedagógica, respondendo a um conjunto de questões que variam em uma escala do tipo Guttman, que vai de 1 a 5. 13
  14. 14. Níveis e parâmetros de avaliação (Semáforo) 14 ASPECTO NÍVEIS PARÂMETRO DE AVALIAÇÃO 1 Leigo Nãoexisteevidênciadeaçõesplanejadasoudesconhecemaquestão. 2 Receptivo Hápercepçãoderelevânciadaquestão,masnãoháaçãoefetivaouháiniciativasisoladas,nãoestruturadasoucoordenadas.Osusuáriosestãonumaposiçãoapenasreceptivadainformação. 3 Proativo Háprocessodetrabalhoformalparaasprincipaisatividadesrelacionadasàquestão. 4 Ciberconfluente Planejaeapoiaformalmentetodasasatividadesrelacionadasàquestão. 5 Maduro Éreferêncianaquestão.Atendeplenamente.Écapazdecriar,alterarereorganizarasinformaçõesetransformá-lasemconhecimento.
  15. 15. Nível de maturidade 15
  16. 16. Corresponde ao Footprint(Pegada TE – Tecnologia Educacional) 16 Seção D 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 comunicar e colaborar apresentar conteúdo avaliação e aprendizagem imersão equipamentos Pegada TE -Escola A
  17. 17. Classificação das Ferramentas Pegada TE (footprint) Autoria Autoria Colaborativa Armazenamento, Compartilhamento e Busca (Repositórios) ImersividadeVirtual Hardware 17
  18. 18. I-Autoria 1. Organização da escola 2. Comunicar e Colabora 3. Criar Conteúdos 4. Suporte à Avaliação e Aprendizagem 18
  19. 19. II-IMERSIVIDADE VIRTUAL 1. Ferramentas de interação virtual 2. Ferramentas de representação gráfica imersiva 19
  20. 20. III-ARMAZENAMENTO, COMPARTILHAMENTO E BUSCA 1. Repositórios 2. Ferramentas para ajudar na organização da escola 3. Ferramentas para socializar conteúdo 4. Ferramentas para pesquisa 20
  21. 21. 21
  22. 22. 3. ARQUITETURALÓGICADOSISTEMA 22
  23. 23. ARQUITETURA LÓGICA DO SISTEMA 23 Utiliza o sistema MVC
  24. 24. Tier1 –Model(Modelo) 24 •A camada Modelmantém as informações relacionadas ao domínio e os objetos que implementam a funcionalidade principal do sistema de informação. •foi utilizado o SGBD (Sistemas Gerenciados de Banco de Dados) Postgres, responsável pela base de dados.
  25. 25. CAMADADEAPLICAÇÃO(TIER2) •Na camada Viewencontram-se os objetos relacionados à apresentação, ou seja, objetos que representam a interface gráfica com o usuário. •A Tier2, camada que acomoda o servidor de aplicação, foi desenvolvida utilizando o glassfish, onde ficam as três camadas lógicas, os modelsfazem a comunicação com o SGBD através de uma conexão provida pelo JDBC (Java DatabaseConnectivity), assim as camadas conseguem se comunicar. •A interface gráfica do sistema está sendo desenvolvida com a utilização do JSF (Java Server Faces) 25
  26. 26. ESTRUTURAORGANIZACIONALDASINTERFACES(VIEWS) •WEB-INF: guardaarquivosde manifesto e configuraçõesdo projeto. •CSS:guardaosarquivosde estilo, de páginas, componentese fontes. •imagens:guardaas imagense íconesutilizadosno sistema. •páginas: guardamas páginasweb (views) dos sistema, que sãoacessadasde acordocom o que o controleselecionar. •index: seriaa páginainicialdo sistema, a páginaque é acessadaao digitaro endereçodo sistemano browser. 26
  27. 27. Tela inicial 27
  28. 28. ESTRUTURAORGANIZACIONALDOSPACOTESDOSISTEMA •DAO: fazparte da camadade modeloe guardaas classes que fazemacessoaosdados do sistema. •Controle: Fazparte da camadade controlee guardaas classes que fazemo controledas requisiçõesfeitaspelosusuáriosatravésda interaçãocom as paginasweb. •Modelo: fazparte da camadade modeloe guardaas classes que mapeiama base de dados, ouseja, sãoobjetosassociadosaosdados. •Ultil: guardaas classes utilitárias, ouseja, as classes que tem funçõesdiversas, porémque nãosãoparte de nenhumacamada. 28
  29. 29. Considerações Finais •Este artigo buscou, através de uma abordagem teórico-descritiva, apresentar a arquitetura lógica do modelo e-M. •O padrão de arquitetura de software escolhido para sustentar o referido modelo foi o MVC, devido à facilidade de separar, organizar os dados, as regras de negócio e as telas do sistema que tem sua camada lógica. •Isso colabora na estrutura do projeto de tal forma que amplia a performance e diminui o número de requisições desnecessárias a base de dados, além de tornar mais simples a manutenção e possíveis atualizações. 29
  30. 30. Referências [1] Cunha, Luísa Margarida Antunes da. “Modelos Rasche Escalas de Likerte Thurstonena medição de atitude”. Dissertação de Mestrado em Probabilidades e Estatística. Universidade de Lisboa -Faculdade de Ciências, 2007. [2] Durelli, V. H. S., Viana, M. C. e Penteado, R. A. D. “Uma proposta de reuso de interface gráfica com o usuário baseada no padrão arquitetural MVC”. In: Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação, Rio de Janeiro – RJ, anais SBSI, 2008, p. 48-59. [3] Franco, Carlos Eduardo; Santos, Marcelino LuisB.; Terra, José CáudioC. “Gestão de conteúdo 360o: integrando negócios, design e tecnologia”. São Paulo: Saraiva. 2009. [4] Freire, Arthur Silva. “Model-View-Controller”. Disponível em: <http://www.dsc.ufcg.edu.br/~pet/jornal/maio2012/materias/recapitulando.html> Acesso em: 05/09/2013. 30
  31. 31. [5] Marshall, S.; MitchelL, G. “ApplyingSPICE toe-learning: Ane-learningmaturitymodel?” Trabalho apresentado na revista Proceedingsno VI AustralasianComputingEducationConference(ACE2004), Dunedin, New Zealand: Conferencesin ResearchandPracticein InformationTechnology, Vol. 30. 2004. [6] Naace. “Self-reviewFramework (SRF)”. Universidade de Nottingham. Acesso em: 03 de março de 2012. Disponível em: <http://www.naace.co.uk/ictmark/srf>. 2006 [7] Zednik, Herik; Tarouco, Liane M. R. e Klering, LuisR. “E-Maturity: entrelaçando gestão, tecnologia e pedagogia”. Porto Alegre: Revista Renote– Novas Tecnologias na Educação, V. 10 Nº 3, dezembro/2012. [8] Zednik, Herik; Tarouco, Liane M. R. e Klering, LuisR. “e-Maturity(e-M): construção e elaboração do questionário de autoavaliação da Gestão Tecnopedagógica”. Porto Alegre: Revista Renote–Novas Tecnologias na Educação, V. 11 Nº 1, julho/2013. 31
  32. 32. 32
  33. 33. 33 APOIO

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