TRAUMA OCULAR

559 visualizações

Publicada em

conhecimentos basicos sobre trauma ocular

Publicada em: Educação
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

TRAUMA OCULAR

  1. 1.  Ferimentos oculares são comuns. Muitos são de pouca importância, mas se não tratados rápida e apropriadamente podem levar a complicações que ameaçam a visão. Outros danos são sérios, e até mesmo com o cuidado de especialistas, a visão pode ser perdida.  Dentre os inúmeros factores etiológicos dos traumas faciais (brigas, acidentes esportivos, ferimentos por armas de fogo), podemos referir os casos de acidentes automobilísticos, nos quais as lesões faciais e oculares decorrem do choque da face contra o pára-brisa ou painel, sendo que a grande parte dessas lesões poderiam ter sido evitadas com o simples uso do cinto de segurança.
  2. 2.  Emergência é quando há uma situação crítica ou algo iminente, com ocorrência de perigo; incidente; imprevisto. No âmbito da medicina, é a circunstância que exige uma cirurgia ou intervenção médica de imediato.  Urgência é uma situação que requer assistência rápida, no menor tempo possível, a fim de evitar complicações e sofrimento.
  3. 3.  A prevenção da cegueira ocasionada por ferimentos oculares requer:  Prevenção de acidentes (promoção da saúde incluindo protecção)  Avaliação precoce do paciente (promoção da saúde e formação dos profissionais de saúde)  Avaliação correcta (bons cuidados oftalmológicos básicos e primeiros socorros)  Encaminhamento imediato de ferimentos sérios que requerem cuidados de um especialista.
  4. 4.  A anamnese obtida após o trauma deve ser a mais precisa possível e deve incluir detalhes de:  Qualquer coisa que atingiu o olho.  O que o paciente estava fazendo quando o olho foi acidentado.  Quaisquer tratamentos administrados.
  5. 5.  Examinar AV  Deverá ser obtida uma detalhada história, sempre que possível, da natureza e forma do acidente.  Dever-se-á avaliar a A.V. monocular, utilizando- se tabelas, jornais ou mesmo a contagem de dedos, a percepção da luz ou a falta de informação; tudo deve ser anotado.
  6. 6.  Exame ocular  O exame ocular propriamente dito deve ser minucioso, com o exame geral externo da face, pálpebras e do globo ocular à procura de lacerações, corpos estranhos, perfurações e alterações do posicionamento do olho (desvios, proptose etc.). Equimose periorbitária e palpebral pode ser indicativo de fractura orbitaria e da base do crânio; a presença de sopro na órbita é indicativa de fístula carótido-cavernosa, e crepitação sugere fractura de seios da face.
  7. 7.  Definição:  Qualquer agressão física, mecânica ou química sobre o globo ocular e / ou seus anexos . Epidemiologia: - Homens 20-50 anos (60-80%) - Crianças (25%)
  8. 8.  Químicas:  - Por Ácidos  - Por Alcalis  - Por Gases Lacrimogéneos  Físicas:  - Radiações Ultravioleta  - Outros: Térmicas, Infractores, Eléctricas  Mecânicas:  - Contusões com globo fechado  - Lesões perfurantes
  9. 9.  Traumatismo fechado  Contuso  Ferida lamelar  Estalido ocular  Traumatismo aberto  Penetrante  Perfurante  Corpo estranho
  10. 10.  Hematoma Orbital e retrobulbar  Um trauma incisa ou contuso pode produzir um hematoma e / ou retrobulbar orbital.  Sintomas  Pode ser assintomático ou com:  Dor e diminuição da acuidade visual. -  Diminuição da visão de cores.  Sinais  Hemorragia subconjuntival sem limite ainda definido.
  11. 11.  As fracturas podem classificar-se em Intra- Sinusais e Intra-Orbitárias. Sendo que ambos os tipos frequentemente estão associados à fracturas de Zigomático
  12. 12.  Fracturas intra-sinusais (blowout):  Estas fracturas ocorrem basicamente após grandes traumas sobre a região da órbita ou zigomático. Os fragmentos ósseos e tecidos moles invaginam-se para o seio maxilar, ficando suspensos pela mucosa sinusal ou pelo próprio periósteo, de uma forma desordenada.
  13. 13.   São fracturas pouco comuns e surgem basicamente após grandes impactos sobre o zigomático no sentido  caudo-cranial ou de verdadeiras implosões sinusais (ex: um pneu que estoura próximo à face, onde o ar vai penetrar sobre pressão os seios maxilares, através das narinas.).
  14. 14.  Epistaxe  Enoftalmia  Diplopia  Distúrbios sensoriais, devido à compressão ou ruptura do feixe nervoso  Perda da visão, em virtude de trauma sobre o nervo óptico ou canal óptico, aumento da pressão intra-orbitária, hemorragia retro- bulbar, compressão do feixe nervoso, laceração, isquemia.
  15. 15.  Sempre que as fracturas de assoalho de órbita forem associadas à fracturas de zigomático, estas últimas devem ser reduzidas primeiro, porém ambas no mesmo tempo cirúrgico  A maioria das fracturas de órbita oferece simples resolução imediata, principalmente as intra-sinusais. Porém, caso haja uma consolidação viciosa, as sequelas serão mais graves e de difícil reparação
  16. 16.  Deixe sempre o cabo da panela virado para dentro, prevenindo, assim, queimaduras térmicas oculares por líquido escaldante da panela;  - Mantenha longe do alcance das crianças os produtos de limpeza. Evite guardá-los na parte debaixo de armários ou de pias. Os medicamentos e algumas substâncias como a soda cáustica e os agrotóxicos representam um risco ainda maior para as crianças. Outro produto bastante perigoso é o popular “chumbinho”, mistura clandestina que muitas pessoas usam para matar ratos;
  17. 17.  Medidas profiláticas no ambiente de trabalho envolvem a supervisão das condições de ventilação e iluminação além do uso obrigatório dos óculos de protecção.  Uso do cinto de segurança por adultos e crianças, fato que reduz sensivelmente o risco de perfurações oculares graves

×