Universidade Federal de São Carlos
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia
Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computaç...
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Agenda
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 Modelagem Específica de Domínio (DSM)
Model Driven RichUbi
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Motivação
• Web 2.0
•Visual e aparência ricos
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o multimídia, painéis
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Motivação
 Computação Ubíqua
 Heterogeneidade dos dispositivos de acesso
 Necessidade de adaptação das interfaces das...
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Motivação
 Computação Ubíqua
 Esforços adicionais no desenvolvimento
 Sensibilidade ao Contexto
 Adaptação da aplica...
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Motivação
 Desenvolvimento Dirigido a Modelos (MDD)
 Redução dos esforços de desenvolvimento
Foco na modelagem da apl...
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Objetivos do Trabalho
 Definir um processo dirigido a modelos para a construção de interfaces
ricas de aplicações ubíqu...
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Modelagem Específica de Domínio (DSM)
 Uso de Linguagens Específicas de Domínio (DSLs)
 Metamodelos do domínio
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 DSM no desenvolvimento de interfaces
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Model Driven RichUbi
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 Especificar Metamodelo dos Componentes de Interface Rica
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 Projetar Metamodelo dos Componentes de Interface Rica
 A especificação do metamodelo é refinad...
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 Implementar Metamodelo dos Componentes de Interface
Rica
Código Java gerado através do
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 São construídas as transformações que serão aplic...
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 Construir Adaptadores de Conteúdo dos Componentes de
Interface Rica
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 São construídas as aplicações ubíquas com interfaces ricas
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 Analisar
 A aplicação é especificada a partir de seus requisitos
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 Projetar
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 Implementar e Testar
 Geração parcial de código usando as transformações M2C
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Incremental Knowledge Acquisition (CEManTIKA...
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Trabalhos Correlatos
 Semantic Transformer [Paternò et al. 2008]
 Ferramenta para transformação automática de páginas...
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Conclusões e Trabalhos Futuros
 Principais contribuições para a ES:
 Reúso de Software
 Modelagem Específica de Domí...
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Carlos E. Cirilo
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Antonio F. Prado
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Model Driven RichUbi - A Model-Driven Process to Construct Rich Interfaces for Context-Sensitive Ubiquitous Applications

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Software development that meets the demand of Ubiquitous Computing, in which access to applications occurs anywhere, anytime and from different devices, has raised new challenges for Software Engineering. Among these challenges it stands out the development of context-sensitive ubiquitous applications. Much of the effort required for building such applications can be reduced through the reuse of the application's modeling. Different parts of a ubiquitous application can be reused, such as the user interface. Generate the interfaces' code so that they can self-adapt according to the different access contexts makes the application more dynamic and personalized. Therefore, by combining the conceptions of rich interfaces, domain-specific modeling, and context sensitivity, this paper presents a development process, called Model Driven RichUbi, to support the construction of rich interfaces for context-sensitive ubiquitous applications.

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  • Mais especificamente, é necessário adaptar as interfaces do usuário.
  • Model Driven RichUbi - A Model-Driven Process to Construct Rich Interfaces for Context-Sensitive Ubiquitous Applications

    1. 1. Universidade Federal de São Carlos Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação Carlos Eduardo Cirilo Antonio Francisco do Prado Wanderley Lopes de Souza Luciana Aparecida Martinez Zaina Model Driven RichUbi - Processo Dirigido a Modelos para a Construção de Interfaces Ricas de Aplicações Ubíquas Sensíveis ao Contexto Grupo de Engenharia de Software 1 Available in: http://dx.doi.org/10.1109/SBES.2010.20
    2. 2. 2 Agenda  Motivação e Objetivos  Modelagem Específica de Domínio (DSM) Model Driven RichUbi  Engenharia de Domínio (ED)  Engenharia de Aplicação (EA)  Trabalhos Correlatos  Conclusões e Trabalhos Futuros
    3. 3. 3 Motivação • Web 2.0 •Visual e aparência ricos o interfaces ricas o multimídia, painéis deslizantes, clique & arraste, auto-completar, planilhas eletrônicas, mapas, etc... • Melhor responsividade e desempenho o Comunicação assíncrona • Melhor interação dos usuários (facilita e motiva)  Aplicações de Internet Rica (RIAs)
    4. 4. 4 Motivação  Computação Ubíqua  Heterogeneidade dos dispositivos de acesso  Necessidade de adaptação das interfaces das aplicações
    5. 5. 5 Motivação  Computação Ubíqua  Esforços adicionais no desenvolvimento  Sensibilidade ao Contexto  Adaptação da aplicação (comportamento e conteúdo) conforme o contexto de acesso  Pode-se adaptar a interface de acordo com o perfil do dispositivo de acesso
    6. 6. 6 Motivação  Desenvolvimento Dirigido a Modelos (MDD)  Redução dos esforços de desenvolvimento Foco na modelagem da aplicação  Maior nível de abstração  Geração de código (total ou parcialmente) a partir dos modelos
    7. 7. 7 Objetivos do Trabalho  Definir um processo dirigido a modelos para a construção de interfaces ricas de aplicações ubíquas que se adaptam conforme o perfil do dispositivo recuperado do contexto  Simplificar o processo de desenvolvimento de aplicações ubíquas sensíveis ao contexto  Favorecer o reúso de artefatos:  Metamodelo do domínio de interfaces ricas  Transformações Modelo para Código (M2C)  Adaptadores dinâmicos de conteúdo
    8. 8. 8 Modelagem Específica de Domínio (DSM)  Uso de Linguagens Específicas de Domínio (DSLs)  Metamodelos do domínio  Modelagem usando termos e conceitos familiares ao domínio do problema  Facilita o mapeamento para o domínio da solução  Modelos mais específicos e completos  Geração de código para diferentes tecnologias de implementação
    9. 9. 9 Modelagem Específica de Domínio (DSM)  DSM no desenvolvimento de interfaces
    10. 10. 10 Model Driven RichUbi  Dar suporte o desenvolvimento de software na Computação Ubíqua com foco na construção de interfaces ricas adaptativas  Engenharia de Domínio (ED)  Construção de um metamodelo de componentes de interfaces ricas  Construção das transformações M2C  Construção dos adaptadores de conteúdo  Engenharia de Aplicação (EA)  Construção das aplicações ubíquas com interfaces ricas  Reúso dos artefatos produzidos na ED
    11. 11. 11 Engenharia de Domínio
    12. 12. 12 Engenharia de Domínio  Especificar Metamodelo dos Componentes de Interface Rica  Os requisitos do domínio de interfaces ricas são especificados e representados num metamodelo de componentes de interfaces ricas
    13. 13. 13 Engenharia de Domínio
    14. 14. 14 Engenharia de Domínio  Projetar Metamodelo dos Componentes de Interface Rica  A especificação do metamodelo é refinada através da adoção de padrões, tecnologias e plataformas de hardware e software
    15. 15. 15 Engenharia de Domínio
    16. 16. 16 Engenharia de Domínio  Implementar Metamodelo dos Componentes de Interface Rica Código Java gerado através do Eclipse Modeling Framework (EMF) Geração de um editor de modelos Persistência do modelos em XML Metadata Interchange (XMI) Plug-in Eclipse integrado à ferramenta MVCASE
    17. 17. 17 Engenharia de Domínio
    18. 18. 18 Engenharia de Domínio  Construir Transformações Modelo para Código  São construídas as transformações que serão aplicadas aos modelos de interface para geração de código durante a EA
    19. 19. 19 Engenharia de Domínio
    20. 20. 20 Engenharia de Domínio  Construir Adaptadores de Conteúdo dos Componentes de Interface Rica  São construídos os adaptadores que realizarão a adaptação dinâmica da interface conforme o perfil do dispositivo Regra 1: Condições inputNode.size > DEVICE_DISPLAY_COLUMNS_NUMBER AND (inputNode.type == “text” OR inputNode.type == “password”) Ações adaptInput(inputNode) Regra 2: Condições imageNode.height > DEVICE_DISPLAY_RESOLUTION_HEIGHT OR imageNode.width > DEVICE_DISPLAY_RESOLUTION_WIDTH Ações adaptImage(imageNode)
    21. 21. 21 Engenharia de Aplicação  São construídas as aplicações ubíquas com interfaces ricas  Reúso dos artefatos produzidos na ED  Segue as disciplinas de Análise, Projeto, Implementação e Testes  Estudo de Caso: Módulo Web do WebRES  permite que médicos cardiologistas acessem os dados pressóricos de seus pacientes WebRES
    22. 22. 22 Engenharia de Aplicação
    23. 23. 23 Engenharia de Aplicação  Analisar  A aplicação é especificada a partir de seus requisitos
    24. 24. 24 Engenharia de Aplicação
    25. 25. 25 Engenharia de Aplicação  Projetar  Refinamento das especificações da aplicação  Modelagem das interfaces da aplicação como instância do metamodelo
    26. 26. 26 Engenharia de Aplicação
    27. 27. 27 Engenharia de Aplicação  Implementar e Testar  Geração parcial de código usando as transformações M2C  Reúso dos adaptadores de conteúdo 21/01/15Carlos Eduardo Cirilo 27
    28. 28. 28 Trabalhos Correlatos  Contextual Elements Modeling and Management through Incremental Knowledge Acquisition (CEManTIKA) [Vieira et al. 2009]  Processo que define atividades de Engenharia de Software relacionadas à especificação do contexto e projeto de sistemas sensíveis ao contexto  Xmobile [Viana &Andrade 2008]  Ambiente para a geração de aplicações adaptativas baseadas em formulários para dispositivos móveis  É composto por um framework de componentes abstratos de interface, que permite modelar as interfaces da aplicação, e por uma ferramenta de geração de código.
    29. 29. 29 Trabalhos Correlatos  Semantic Transformer [Paternò et al. 2008]  Ferramenta para transformação automática de páginas Web desenvolvidas para desktop em páginas Web adequadas para dispositivos móveis  Extended Internet Content Adaptation Framework (EICAF) [Forte et al. 2008]  Framework de adaptação de conteúdo para aplicações Web.  Utiliza ontologias para descrição dos perfis e Web Services que desempenham a adaptação de conteúdo.  Semantic COntext-aware Ubiquitous scouT (SCOUT) [van Woensel et al. 2009]  Framework para a construção de aplicações sensíveis ao contexto para dispositivos móveis  “Presenças Web”  serviços/recursos específicos de localização
    30. 30. 30 Conclusões e Trabalhos Futuros  Principais contribuições para a ES:  Reúso de Software  Modelagem Específica de Domínio (DSM)  Sensibilidade ao Contexto  Apoio Computacional  Trabalhos Futuros:  Sistematização dos testes dos artefatos reutilizáveis produzidos na ED  Inclusão de novos componentes de interface rica ao metamodelo  Construção de uma notação gráfica (GMF)  Refinamento dos adaptadores de conteúdo (características contextuais mais dinâmicas)  Otimizações nas transformações M2C  Experimentação formal do processo (em andamento)
    31. 31. 31 Obrigado! Carlos E. Cirilo carlos_cirilo@dc.ufscar.br Antonio F. Prado prado@dc.ufscar.br Luciana A. M. Zaina lzaina@ufscar.br http://www.ges.dc.ufscar.br Wanderley L. de Souza desouza@dc.ufscar.br

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