César Roberto Leite da Silva Sinclayr Luiz 19º Edição  | 2010 | Economia e mercados: Introdução à economia
Capítulo   7 Determinação da Renda e do Nível de Atividade
<ul><li>O PRINCÍPIO DA DEMANDA EFETIVA </li></ul><ul><li>Séc. XVIII e XIX: acreditava-se que o nível do produto não sofrer...
2. UMA ECONOMIA FECHADA E SEM GOVERNO Capacidade produtiva da economia é o conjunto de empresas e também pode ser chamada ...
Admitindo que os trabalhadores consomem toda a sua parte do produto temos: C W  = consumo dos trabalhadores W = C W Levand...
A poupança não é demanda, mas se transforma nela quando é investida em máquinas e equipamentos, podendo ser chamada então ...
3. UMA ECONOMIA FECHADA E COM GOVERNO Levando em conta que o governo arrecada sua parte da renda por meio dos impostos, te...
Então, supondo-se que os gastos do governo com compras junto às empresas e os salários dos funcionários, temos que a deman...
Mantendo a suposição de que os trabalhadores destinem ao consumo todo seu salários, temos que: W + L + T = C W  + C L  + I...
Com mais um agente econômico, o governo, temos a igualdade fundamental da macroeconomia da seguinte forma: I = S – (G – T)...
(G – T) = 0: significa que o orçamento do governo está equilibrado. (T – G) > 0: o governo apresenta superávit, pois as re...
Se (X – M) = 0, a balança comercial está equilibrada; Se (X – M) > 0, há superávit na balança comercial; Se (X – M) < 0, a...
W + L + T + M = C W  + C L  + I + G + X e:  L – C L  = I + (G + T) + (X – M) ou: S = I + (G – T) + (X – M) A igualdade fun...
Por isso, temos: S = (L – C L ) + (T – G) + (M – X) Poupança total = poupança privada + poupança pública + poupança extern...
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Determinação da Renda e do Nível de Atividade

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Retirado do livro: Economia e Mercados: Introdução à Economia (César Roberto Leite da Silva e Sinclayr Luiz - 19ª Edição 2010)

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Determinação da Renda e do Nível de Atividade

  1. 1. César Roberto Leite da Silva Sinclayr Luiz 19º Edição | 2010 | Economia e mercados: Introdução à economia
  2. 2. Capítulo 7 Determinação da Renda e do Nível de Atividade
  3. 3. <ul><li>O PRINCÍPIO DA DEMANDA EFETIVA </li></ul><ul><li>Séc. XVIII e XIX: acreditava-se que o nível do produto não sofreria grandes alterações e todos os fatores produtivos estariam ocupados na produção dos bens e serviços que formam a renda, situação chamada de pleno emprego. </li></ul><ul><li>Lei de Say: a oferta cria sua própria procura. </li></ul><ul><li>Princípio da demanda efetiva: a demanda determina o nível de produção, teoria desenvolvida por John Maynard Keynes e Michal Kalecki. </li></ul>
  4. 4. 2. UMA ECONOMIA FECHADA E SEM GOVERNO Capacidade produtiva da economia é o conjunto de empresas e também pode ser chamada de capital. Produto ou renda: é distribuído sob forma de salários para os trabalhadores e lucros para os empresários. Y = W + L Y = produto ou renda (em inglês, Yield ) W = salários (em inglês, Wages ) L = lucros
  5. 5. Admitindo que os trabalhadores consomem toda a sua parte do produto temos: C W = consumo dos trabalhadores W = C W Levando em conta que os empresários consomem apenas uma parte da renda e aplicam o restante em uma poupança, temos: L = C L + S C L = consumo dos empresários S = poupança (em inglês, Saving ) O = C W + C L + I W + L = C W + C L + I L = C L + I L – C L = I S > I
  6. 6. A poupança não é demanda, mas se transforma nela quando é investida em máquinas e equipamentos, podendo ser chamada então de demanda agregada: O = C W + C L + I Assumindo que o nível do produto é determinado pela demanda, temos: W + L = C W + C L + I ou: L = C L + I L – C L = I Se por exemplo, os empresários estão pessimistas e não investem, a poupança passa a ser maior que o investimento: S > I
  7. 7. 3. UMA ECONOMIA FECHADA E COM GOVERNO Levando em conta que o governo arrecada sua parte da renda por meio dos impostos, temos que o produto é: Y = W + L + T Y = renda W = salários L = lucros T = impostos (do inglês, Tax ) D = C W + C L + I + G D = demanda agregada
  8. 8. Então, supondo-se que os gastos do governo com compras junto às empresas e os salários dos funcionários, temos que a demanda agregada é: D = C W + C L + I + G D = demanda agregada E, como é a demanda que determina o nível de renda, temos que: W + L + T = C W + C L + I + G C W = consumo dos trabalhadores C L = consumo dos empresários I = investimento G = gastos do governo
  9. 9. Mantendo a suposição de que os trabalhadores destinem ao consumo todo seu salários, temos que: W + L + T = C W + C L + I + G ou: L + C L = I + (G – T) S = I + (G – T) (G – T) = orçamento do setor público Quando (G – T) > 0 significa que o resultado orçamentário do governo está deficitário.
  10. 10. Com mais um agente econômico, o governo, temos a igualdade fundamental da macroeconomia da seguinte forma: I = S – (G – T) I = S + (T – G) Lembrando que S = L – C U , temos que: I = (L – C L ) + (T – G) Isso nos indica que os recursos para o investimento ou a poupança podem ter duas origens: o setor privado ou o governo: (L – C L ) Poupança do setor público: é quando a origem da poupança é o governo (T – G).
  11. 11. (G – T) = 0: significa que o orçamento do governo está equilibrado. (T – G) > 0: o governo apresenta superávit, pois as receitas são maiores do que as despesas. (T – G) < 0: o governo apresenta déficit, pois as despesas são maiores que as receitas. O déficit público reduz os investimentos gerando um fenômeno chamado de crowding out. 4. UMA ECONOMIA ABERTA E COM GOVERNO Levando em conta as exportações (X) e as importações (Y), temos o exemplo de uma economia mais próxima da realidade de um país. A diferença entre as exportações e importações (X – M) é chamada de saldo da balança comercial.
  12. 12. Se (X – M) = 0, a balança comercial está equilibrada; Se (X – M) > 0, há superávit na balança comercial; Se (X – M) < 0, a balança comercial apresenta déficit. Por isso: W + L + T = C W + C L + I + G C W = consumo dos trabalhadores C L = consumo dos empresários I = investimento G = gastos do governo X = exportações M = importações
  13. 13. W + L + T + M = C W + C L + I + G + X e: L – C L = I + (G + T) + (X – M) ou: S = I + (G – T) + (X – M) A igualdade fundamental da macroeconomia, nesse caso, pode ser descrita assim: I = S – (G – T) – (X – M) I = S + (T – G) + (M – X) ou: I = (L – CL) + (T – G) + (M – X) Poupança externa: tem origem no setor externo, (M – X) Poupança interna: é gerada pelo setor privado e pelo governo, ou seja, S + (T – G)
  14. 14. Por isso, temos: S = (L – C L ) + (T – G) + (M – X) Poupança total = poupança privada + poupança pública + poupança externa Se (M – X) = 0, significa que o setor externo está em equilíbrio, portando a poupança externa é zero; Se (M – X) > 0, as importações são maiores que as exportações, por isso há déficit externo; Se (M – X) < 0, há um superávit no setor externo.

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