Apresentação Final - Apóstolos da Saúde

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Soluções para o sistema de saúde no Ceará e no Brasil, nos sequintes eixos:
- Sistemas de Saúde
- Atenção Prímária
- Gestão Hospitalar
- Gestão de Pessoas
- Tendências de Mercado

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  • Entrevista Davi Whip na Band – Secretário de Saúde de SP
  • Filas nos prontos-socorros e hospitais;
    Consumo abusivo de medicamentos;
    Uso indiscriminado de equipamentos de alta tecnologia;
    Dados:
    quatro doenças crônicas de maior impacto mundial (doenças do aparelho circulatório, diabetes, câncer e doenças respiratórias crônicas) têm quatro fatores de risco em comum (tabagismo, inatividade física/sedentarismo, alimentação não saudável e consumo nocivo de álcool e outras substâncias).
    Mortes: maiores fatores pressão arterial elevada (13%), tabagismo (9%), altos níveis de glicose sanguínea (6%), inatividade física (6%) e sobrepeso e obesidade (5%), Fonte: WHO – OMS – Organização Mundial da Saúde, 2012
    doenças cardiovasculares, matam cerca de 820 brasileiros a cada dia no país, e são responsáveis por 16,2% dos gastos com saúde pública = 10,7 milhoes
    tabagismo. Aproximadamente 18% da população é fumante, e este grupo gasta 26% a mais em saúde, quando interna fica 114% mais tempo internado e faltam 40% mais vezes ao trabalho.
    60 A 70% dos brasileiros são sedentários. Isto implica em 36% mais despesas com saúde, e quando internados, ficam 54% mais tempo nos hospitais.
    Existe uma economia de 4 dólares na prestação de serviços de saúde (tratar doenças) para cada dólar investido na prevenção (dados coletados pela OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).


  • Mt info
    Processo das equipes, fluxo de trabalho...
  • https://drive.google.com/open?id=0B81fKJ5J213NeVJNeW1EV0FIX3c
    mesmo tamanho de fonte, reduz texto

    Unidades de Cuidados Intermediários: Entende-se como Unidade de Cuidados Intermediários aquela destinada ao atendimento de pacientes, que necessitem de cuidados semi-intensivos ou semi-críticos de enfermagem e de outros profissionais de saúde e de observação contínua, sob supervisão e acompanhamento médico, sendo que o acompanhamento médico não é necessariamente contínuo, porém linear e que não reúne condições clínicas para serem mantidos com os recursos terapêuticos próprios de unidade de internação comum (enfermaria, apartamento, etc.) sem monitorização permanente em especial
  • Falta integração entre as esferas municipal, federal, estadual e até mesmo filantrópica. Com isso os processos de transferência ficam engessados na Central de leitos. Para driblar esse atraso as pontas se comunicam diretamente sem passar pela central, que fica sem os dados de transferência de pacientes. Culminando com a falta de integração entre os sistemas e reiniciando o ciclo.
  • Usar a tríade para comprovar que gestão de pessoas é fundamental
  • COMPARATIVO : GRAFICO NA TEORIA(RELATORIO DIVULGADO) VS PRATICA( INFORMACAO DO SECRETARIO)
  • Melhoraar// mudra grafico
  • Apresentação Final - Apóstolos da Saúde

    1. 1. Realização: Apoio:
    2. 2. O QUE É SAÚDE? ESTADO DE COMPLETO BEM ESTAR FÍSICO MENTAL E SOCIAL E NÃO APENAS A AUSÊNCIA DE DOENÇAS
    3. 3. O QUE É SAÚDE? ESTADO DE COMPLETO BEM ESTAR FÍSICO METAL E SOCIAL E NÃO APENAS A AUSÊNCIA DE DOENÇAS
    4. 4. PROBLEMA COMPLEXO ANALISADO EM SUA ESSÊNCIA Problema Complexo Sistemas de Saúde 1 Prevenção 2 Tratamento 3 Pessoas 4 Tendências 5
    5. 5. NOVAS PESSOAS DE BACKGROUNDS DIVERSOS Sistemas de Saúde Prevenção Tratamento Pessoas Tendências 1 2 3 4 5 Problema Complexo + Yuri Matheus Loren Flávio Carol Humberto Luanna Thomaz Caio Marília Isaías Jonathan Camila David
    6. 6. ALGUNS INGREDIENTES ESPECIAIS Sistemas de Saúde Prevenção Tratamento Pessoas Tendências 1 2 3 4 5 Problema Complexo + Novas Pessoas + 15 Interações com experts + de 5300 mensagens trocadas no grupo ~60 litros de café Metodologia focada na validação de soluções 20 Dias de trabalho duro 8 Visitas de campo
    7. 7. RESULTADOS SURPREENDENTES Problema Complexo + Novas Pessoas + Ingredientes Especiais = Sistemas de Saúde Prevenção Tratamento Pessoas Tendências Uma rede coerente com a realidade local Vencer desafios do presente olhando para o futuro Revelando a capacidade oculta de leitos no Ceará A chave para uma saúde de qualidade Novos Mercados e Modelos de Negócio 1 2 3 4 5
    8. 8. SISTEMAS DE SAÚDE VENCER DESAFIOS DO PRESENTE OLHANDO PARA O FUTURO Flávio Rodrigues – Engenharia de Computação – ITA
    9. 9. CONTEXTO DE SISTEMAS DE SAÚDE Sistemas de Saúde no Mundo Modelo Universalista Modelo de Seguro Social Modelo de Seguros Privados FONTE: Audit – Dra Eunice Nun
    10. 10. SITUAÇÃO DE SISTEMAS DE SAÚDE • Os EUA possui o maior gasto em saúde per capita( 22% mais que o 2º colocado) • A WHO os coloca em 37º lugar em desempenho geral de sistemas de saúde • Cerca de 46 milhões de pessoas sem assistência médica • Pode-se esperar cerca de 18 meses por uma cirurgia • Falta de médicos • Problemas nacionais de saúde no inverno FONTE: IBM-Saúde em 2015: “Ganha Ganha” ou “Todos Perdem”, Audit – Dtra
    11. 11. GASTO INEFICIENTE FONTE: WHO - World Heallth Organization 2005 e • Investimento per capita: 1678 (Intl $, 2013) • 33º lugar em desempenho geral de sistemas de saúde segundo a WHO • Investimento per capita: 1454 (Intl $, 2013) • 125º lugar em desempenho geral de sistemas de saúde segundo a WHO
    12. 12. SUBFINANCIAMENTO 15.6 15.2 15.9 15.8 16.1 16.2 16.2 15 14.6 14.9 15 14.5 14.9 15.3 5.4 6.0 6.1 10.7 9.3 7.9 6.9 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 GASTOS PÚBLICOS COM SAÚDE DO TOTAL DE GASTOS PÚBLICOS UK Chile Brasil FONTE: WHO – World Heallth Organiza
    13. 13. MODELO DE FINANCIAMENTO INADEQUADO FONTE: WHO – World Heallth Organiza 1,454 (Intl $, 2013) per capita3,311 (Intl $, 2013) per capita 84% 52% 53% 16% 48% 47% 0% 20% 40% 60% 80% 100% 120% UK BR USA Gasto Privado Gasto Público 1,454 (Intl $, 2013) per capita 3,311 (Intl $, 2013) per capita 9,146 (Intl $, 2013) per capita
    14. 14. ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO MUDA O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E ELEVA CUSTOS COM SAÚDE FONTE: IBGE
    15. 15. PERFIL DE MORBIDADE BRASIL FONTE: Silva et al. (2006), Eugênio Vilaça Me 19901985 199519801970196019501930 1940 III II II II 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 * Até 1970 dados só de capitais CVD Infeccões Câncer Acidentes Prevalência de doenças infecciosas Prevalência de: Doenças Cardiovasculares, Cânceres e Violência
    16. 16. O SISTEMA DE SAÚDE DEVE ACOMPANHAR ESSA EVOLUÇÃO FONTE: CGAN, OPAS, OPSAN, U DE HIERÁRQUICO PARA POLIÁRQUICO (REDES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA)
    17. 17. EXEMPLO DE REDE DE ATENÇÃO FOCADA: PROGRAMA MÃE CURITIBANA FONTE: Coordenação do Programa Mãe Curitibana (2009 ), Eugênio Vi 47.32 30.47 14.85 11.16 11.19 10.31 10.5 9.75 8.97 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 1979 1990 2000 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Coeficiente de mortalidade infantil Coeficiente de mortalidade infantil
    18. 18. PREVENÇÃO UMA REDE COERENTE COM A REALIDADE LOCAL Caio Morel – Engenharia de Teleinformática – UFC Marília Brito – Enfermagem – UFC Thomaz Magi – Medicina - UNICHRISTUS
    19. 19. O QUE É MELHOR? Prevenir? Remediar? 19 Fonte: OMS 1dólar investido 4 dólares economizados
    20. 20. COBERTURA X INTERNAÇÕES POR CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO PRIMÁRIA 20 Fonte: Datasus Ceará Rio de Janeiro 76,82% 57,93% Cobertura Populacional pela atenção primária Internações por condições sensíveis à atenção primária 34,04% 26,88%
    21. 21. DIAGNÓSTICO – CUSTO CEARÁ 2014 21 Economia Potencial Brasil (31,87%) São Paulo (24,50%) Meta de 20% Internações Clínicas R$ 4.869.012,00 R$ 21.106.396,00 R$ 31.020.674,00 Internações Cirúrgicas R$ 2.984.241,00 R$ 14.590.125,00 R$ 20.889.688,00 TOTAL R$ 7.853.253,00 R$ 35.696.521,00 R$ 51.910.362,00 Quanto o Ceará (34%) conseguiria economizar se baixasse o % de internações por condições sensíveis à atenção primária para...?
    22. 22. ATENDIMENTOS REALIZÁVEIS EM NA ATENÇÃO PRIMÁRIA 22 Verde 25% Azul 19% Outros 56% Atendimentos em 2015.1Atendimentos em junho de 2015 Verde 51% Azul 1% Outros 48% 44% 52%
    23. 23. QUAIS OS PRINCIPAIS MOTIVOS PARA ESSA SITUAÇÃO? 23 Eficiência do Sistema Eficiência das Equipes Infraestrutura Cultura 1 2 3 4 • Falta de Continuidade e Responsabilidade da Gestão • Baixa Capacitação e Motivação • Má Qualidade da Infraestrutura Existente • Hábitos de Risco Principais gargalos
    24. 24. FALTA DE CONTINUIDADE E RESPONSABILIDADE DA GESTÃO 24 1 Eficiência do Sistema Região Unidades Básicas de Saúde Previstos Concluídos % Concluídos Nordeste 6.893 1.572 22.81% Brasil 14.425 3.326 23.06% Fonte: Ministério do Planejamento – Elaboração: Conselho Federal de Medicina 11º Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento PAC 2 2011 - 2014
    25. 25. BAIXA MOTIVAÇÃO DAS EQUIPES DE ATENÇÃO PRIMÁRIA 25 2 Eficiência das Equipes Fonte: Dados de satisfação dos profissionais de saúde com 3 anos de atuação ESF- Meusalario.org.br 28% 47% 40% 72% 53% 60% Clínico Geral Odontólogo Enfemeiro Generalista Não-Satisfeito Satisfeito
    26. 26. MÁ QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA EXISTENTE 26 3 Infraestrutura 82.11% 78.86% 78.86% 78.25% 21.95% 10.57% Sala para os ACS Área para Almoxarifado Sala de expurgo Sala de esterilização Sala exclusiva de vacinas Sala de procedimentos básicos Principais deficiências das UBS Fonte: Relatório de Avaliação Estratégia da Família do Tribunal de Contas do Estado do Ceará - 2009
    27. 27. HÁBITOS DE RISCO 27 4 Cultura
    28. 28. PREVISÃO 2040 28 • 39% das crianças estão em sobrepeso ou são obesas no Brasil • 80% das crianças obesas se tornarão adultos obesos Fonte: OMS 4 Cultura
    29. 29. SISTEMA COOPERATIVO INTERMUNICIPAL DE NÚCLEOS DE ATENÇAO PRIMÁRIA E UNIDADES MÓVEIS 29 Eficiência do Sistema Eficiência das Equipes Infraestrutura Cultura 1 2 3 4 • Gestão e fiscalização intermunicipais • Padronização de metas • Capacitação contínua • Remuneração variável por metas (redução da obesidade, hipertensão, %pré-natal, etc) • Núcleo de Atenção Primária • Unidades Móveis • Profissionais especializados circulando nas unidades móveis Eixos de Atuação
    30. 30. SIMULAÇÃO DE PROJETO PILOTO 30 12ª CRES – Coordenadoria Regional de Saúde - Acaraú Critérios para seleção: • Desvio padrão da cobertura de 19% (Superior a média do estado); • 20 novos postos em construção, inclusive em regiões com cobertura teórica de 100% Núcleo de Atenção Primária + Unidades MóveisCentro da Cooperativa
    31. 31. EXEMPLO DE PROJETO PILOTO 31 12ª CRES – Coordenadoria Regional de Saúde - Acaraú Município Postos Funcionando % População coberta População coberta Postos em Construção % População coberta após a construção Itarema 10 65,83% 26.000 1 81,02% Acaraú 18 100% 60.137 6 100% Marco 7 69,38% 18.000 1 80,94% Morrinhos 8 55,65% 12.000 3 83,48% Bela Cruz 13 86,46% 27.500 5 100% Cruz 7 100% 23.344 2 100% Jijoca de Jericoacoara 6 100% 18.292 2 100% Total: 69 84% 185.273 20 92.75% Fonte: SAGE O que ainda pode ser alterado?
    32. 32. PREMISSAS DA SOLUÇÃO 32 Custos de Pessoal Custos de Estrutura Custos de Insumos Custos com Capacitação Cobertura Teórica UBS R$ 49.000,00 R$ 6.600,00 R$ 25.600,00 - 3.000 Núcleo de Atenção Primária R$ 126.000,00 R$ 9.800,00 R$ 49.900,00 R$ 3.000,00 9.000 Unidade Móvel R$ 54.000,00 R$ 2.600,00 R$ 20.480,00 - 7.500 3 equipes 2 equipes 1 UBS III 1 ônibus adaptado 1 UBS III 2,5 UBS I
    33. 33. ESTIMATIVA DE CUSTEIO FUTURO 33 Município Postos em construção Custo Mensal Cobertura Adicional Itarema 1 R$ 81.200,00 3.000 Acaraú 6 R$ 487.200,00 18.000 Marco 1 R$ 81.200,00 3.000 Morrinhos 3 R$ 243.600,00 9.000 Bela Cruz 5 R$ 406.000,00 15.000 Cruz 2 R$ 162.400,00 6.000 Jijoca de Jericoacoara 2 R$ 162.400,00 6.000 Total 20 R$ 1.624.000,00 60.000
    34. 34. SIMULAÇÃO DO CUSTEIO COM SOLUÇÃO PROPOSTA Município Núcleos de Atenção Primária Unidades Móveis de Atendimento Custo Cobertura Adicional Itarema 1 1 R$ 267.100,00 15.000 Acaraú 0 2 R$ 154.700,00 12.000 Marco 0 1 R$ 77.300,00 6.000 Morrinhos 1 1 R$ 267.100,00 15.000 Bela Cruz 1 2 R$ 344.500,00 21.000 Cruz 0 2 R$ 154.750,00 12.000 Jijoca de Jericoacoara 0 2 R$ 154.750,00 12.000 Total 3 11 R$ 1.420.000,00 109.500
    35. 35. SUMÁRIO COMPARATIVO 35 92.75 99.8% População Coberta 19.49 20 17.04 14 Custo Anual (Milhões) Novas Unidades Solução Proposta Convencional Menor investimento em instalações físicas Economia de 14.000 R$ por habitante coberto, e cobertura efetiva mais próxima da teórica Economia no Ceará: ~R$65.6M/Ano 27060 12960Custo para 1000 Hab
    36. 36. ESTRATÉGIAS DE IMPLEMENTAÇÃO 36 Estudo Epidemiológico da Região 1 Estudo da Distribuição das UBS 2 Redistribuição dos Recursos 3 Implementação das Unidades Móveis de Atendimento 4 Seleção do Gestor 5
    37. 37. O QUE FALTA PARA MUDAR?
    38. 38. TRATAMENTO REVELANDO A CAPACIDADE OCULTA DE LEITOS NO CEARÁ Camila Mesquita – Medicina – Unicrhistus Isaias Ramos – Ciências Biológicas - UECE Jonathan Almeida – Eng. de Petróleo - UFC
    39. 39. IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE LEITOS: HOSPITAIS E PACIENTES (CE) 43% 53% 56% 40% 1% 7% Internações Custos 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Internações por Procedimento – CE 2014: Transplantes de orgãos, tecidos e células Procedimentos clínicos Procedimentos cirúrgicos
    40. 40. NíveldeComplexida TIPOS DE LEITOS • Não são considerados leitos de internação • Considerados de observação por sua alta rotatividade 40 Ambulatorial Retaguarda UTSI UTI Descrição- complexo + complexo • Para cuidados paliativos, de longa permanência, de recuperação e de home care. • Leito destinado à internação de paciente que não necessita de cuidados intensivos, mas que ainda requer atenção especial. • Destinado à paciente grave e de risco que exija assistência médica e de enfermagem ininterruptas, além de equipamentos e recursos humanos especializados. Especializado • Leito hospitalar destinado a acomodar pacientes de determinada especialidade médica LEITO EXTRA (Corredômetro) LEITO OCIOSO (sem contagem confiável)
    41. 41. 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% Indicação Inadequada da Internação Internação Prolongada Ineficiência do Sistema de Informação Quantidade Insuficiente de Leitos Gestores Demais Profissionais GESTÃO DE LEITOS: RESULTADO DE ENTREVISTAS 41 Fonte: Entrevista de Campo com 30 Profissionais da Área (12 gestores e 18 profissionais de saúde) 1 2
    42. 42. Central de Regulação CICLO VICIOSO DA CENTRAL 42 Municipal EstadualFederal Falta Integração Hospital Emissor Hospital Receptor 1
    43. 43. FALHAS DE UTILIZAÇÃO 43 Fluxo de referência/ contra referência não é claro A base de leitos livres não é atualizada em tempo real Imprecisão da previsão de alta UniSus possui interação com o usuário pouco amigável Ausência de sistema de monitoramento de leitos interno + 1
    44. 44. CAUSAS RAIZ DA QUANTIDADE INSUFICIENTE DE LEITOS 44 Leitos por habitante abaixo dá média nacional (CE - 2,0 / RS - 2,8 por mil) Internação Prolongada 2 Sobrecarga de atendimentos vindos do interior + Problemas Solúveis com a Infraestrutura Atual Leitos Ociosos 2a 2b 2c
    45. 45. INTERNAÇÃO PROLONGADA(CE): TEMPO DE PERMANÊNCIA - 2014 45 2.80 4.75 5.27 8.11 Procedimentos Cirúrgicos Procedimentos Clínicos Média SIGTAP Média Hospitais CE Ganhos de 20% na capacidade de atendimento¹ Economia de até 66 milhões de reais por ano 2a Média de dias de internação Levando a média no estado ao benckmark... 1) Ganhos relativos apenas aos 30 procedimentos avaliados sobre os mais de 1500 procedimentos existentes
    46. 46. MODELO DE AUDITORIA EM CASCATA E INTEGRAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO 46 Central de leitos H3 H2 H1 H4 Unidades Auditoria Externa 2b Tela do gestor Cruzamento de bases de dados por amostragem Tela da unidade • Leitos Ociosos = 0% • Tempo de internação = Indicada pelo SUS (SIGTAP) para cada procedimento • 0 internações para exames Metas Cascateadas Controle e Auditoria Sistema Vita de monitoramento de leitos (Já implementado em 4 hospitais)
    47. 47. INTERNAÇÕES EM FORTALEZA (2014) 47 142.097 residentes em Fortaleza 62.703 Interior 17.492 internações do interior NÃO pactuadas (+38%) x R$ 194,72 por leito-dia x 7,5 dias médios de internação Custo Total Estimado R$ 25.545.316,80 Fonte: Secretaria de SAÚDE 2c x x =
    48. 48. GESTÃO E SOBREVIVÊNCIA ANDAM LADO A LADO
    49. 49. PESSOAS INVESTIR PARA MUDAR Caroline Ribeiro – Enfermagem – UFC Humberto Neto – Engenheria – ITA
    50. 50. INSTITUIÇÕES DE SAÚDE PACIENTESPROFISSIONAIS ANÁLISE EM RELAÇÀO À TRÍADE
    51. 51. INSTITUIÇÕES  PESSOAS SÃO OS PRINCIPAIS COMPONENTES DE QUALQUER INSTITUIÇÃO  DESPESAS COM PESSOAL REPRESENTA 70%* DOS GASTOS TOTAIS EM SAÚDE PÚBLICA NO CEARÁ 11% 51% 38% DISTRIBUIÇÃO - GASTOS EM SAÚDE CE 2007 - 2010 Investimentos Custeio Pessoal Estima-se que 30% dos gastos sejam em pessoal
    52. 52. PROFISSIONAIS E PACIENTES  DISCREPÂNCIA SALARIAL  DESVALORIZAÇÃO PROFISSIONAL  FALTA DE CAPACITAÇÃO  MÁ ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS  INSATISFAÇÃO DOS PACIENTES
    53. 53. COMO MUDAR ESSE CENÁRIO?
    54. 54. CAPACITAÇÃO GRATIFICAÇÕES ASCENSÃO PROFISSIONAL SOLUÇÕES -DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO PERMANENTE -METODOLOGIAS DE CAPACITAÇÃO - AREJADO E DESIGN ATRAENTE - LOCAL DE DESCANSO - LAZER AMBIENTE AGRADÁVEL
    55. 55. SOLUÇÃO PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE
    56. 56. DIRETRIZES DESCRIÇÃO DE CARGOS BASES SALARIAIS PROGRESSÃO DE CARREIRAS GRATIFICAÇÕES HORAS DE TRABALHO DEFINIDAS
    57. 57. PROGRESSÃO DE CARREIRA 1. RECÉM- FORMADO 2. CHEFE DE SETOR 3. DIRETOR DE DEPARTAMENTO 4. DIRETOR GERAL 2.1.ESPECIALIDADES 3.1. CHEFE DE ESPECIALIDADE Requisitos: -Curso em gestão, Projeto de melhoria interna e Avaliação de Desempenho 3.1 Requisitos: -Avaliação de desempenho, Prova teórica-prática e Curso de gestão
    58. 58. SISTEMA DE GRATIFICAÇÕES AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROGRESSÃO DE CARREIRA FATOR DE EQUALIZAÇÃO
    59. 59. PONTUALIDADE EFETIVIDADE SEGUIMENTO DOS PROTOCOLOS ABSENTEÍSMO INDICADORES DE AVALIAÇÃO SATISFAÇÃO DO CLIENTE
    60. 60. 0 2 4 6 8 10 Pontualidade 10% Absenteísmo 10% Efetividade 30% Satisfação do Paciente 30% Seguimento dos POP's 20% REMUNERAÇÃO POR DESEMPENHO Avaliado 1 Avaliado 2 AVALIAÇÃO POR DESEMPENHO Avaliado 1 Avaliado 2 Pontualidade 10 5 Absenteísmo 9 5 Efetividade 27 15 Satisfação 27 15 Seg. POP’s 18 12 Total da Avaliação 91/100 45/100 Total de Bonificação 100% 0 80 – 100: Recebe 100% 50-79: Recebe proporcional a nota Abaixo de 50: Profissional não receberá bônus
    61. 61. GRATIFICAÇÕES 6000 6000 6000 6000 2000 4000 6000 1500 1500 3000 4000 1875 2375 3250 4000 0 2000 4000 6000 8000 10000 12000 14000 16000 18000 20000 Recém-Formado Ch. Setor / Espec Dir.Depto/Ch.Espec Dir. Geral Deslocamento Desempenho Progressão de Carreira Salário Base
    62. 62. GESTÃO DE PESSOAS: A CHAVE PARA O SUCESSO NA SAÚDE
    63. 63. TENDÊNCIAS NOVOS MERCADOS E MODELOS DE NEGÓCIO Luanna Loyola – farmácia – UFC Loren Samanda – Educação física - UECE
    64. 64. DESAFIOS  Necessidade de adaptação do sistema ao nosso atual panorama demográfico e epidemiológico;  Aumento das doenças crônicas não transmissíveis;  Rápido processo de envelhecimento da população;  Sistema de saúde que não consegue assistir a todos;  Falta de investimentos na saúde;  Falta de tecnologia aliada ao diagnóstico;
    65. 65. ANÁLISE DE MERCADOS 0.00 10.00 20.00 30.00 40.00 50.00 60.00 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4 4.5 5 Tamanho do Mercado (2015) (R$Bi) Inteligência Artificial Telemedicina (Hadware) Telemedicina (Serviços) Wearables -50.00 0.00 50.00 100.00 150.00 200.00 250.00 0 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 Tamanho do Mercado (2015) (R$Bi) Homecare Clínicas Populares Terapias Alternativas INTRODUÇÃO
    66. 66. TELEMEDICINA
    67. 67. PROPOSTA DE VALOR Acesso expandido; Baixo investimento tecnológico; Resultados dos exames em até 48h e de emergência em até 30 minutos; Gestão de exames-recursos- pacientes; Precisão no diagnóstico. OPORTUNIDADES
    68. 68. CUSTOS  Raio - X : R$ 13,00  Mamografia: R$ 24,00  Tomografia : R$ 53,00  Ressonância Magnética: R$ 68,00 Exames e valores dos laudos a distância OPORTUNIDADES Fonte: Pró Laudo Telerradiologia/ RJ (www.prolaudo.com.br)
    69. 69. MINIMUM VIABLE PRODUCT (MVP)  Equipe reduzida de especialidades (2 radiologistas e 1 neurologista);  Trabalho em formato de vídeo conferência;  Nuvem e Servidor. OPORTUNIDADES
    70. 70. WEARABLES
    71. 71. PROPOSTA DE VALOR Monitoramento de sinais vitais de pacientes crônicos; Armazenamento de dados em Nuvem; Envio de informações diretamente para o médico; Acesso às informações. OPORTUNIDADES
    72. 72. OPORTUNIDADES  Aplicativo de monitoramento e de armazenamento dos sinais vitais para ser utilizado em smartphone/tablete. MINIMUM VIABLE PRODUCT (MVP)
    73. 73. CLÍNICAS POPULARES
    74. 74. PROPOSTA DE VALOR Mitigar os GAPs da Saúde; Mercado em ascensão; Baixos custos operacionais; Aumento da capacidade de investimentos através do aumento no número de sócios; Impacto Social; OPORTUNIDADES
    75. 75. MINIMUM VIABLE PRODUCT (MVP)  Clínica de atendimento popular com número de especialidades reduzida (Clínico Geral, Ginecologista, Otorrino, por exemplo);  Parceria com laboratórios e clínicas e imagem; OPORTUNIDADES
    76. 76.  Desafios Encontrados;  Propostas apresentadas;  Conscientização;  Ação;
    77. 77. O FUTURO É AGORA

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