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Direção de Arte

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  1. 1. da teoria a prática em agências de publicidade Direção de Arte
  2. 2. As fotos utilizadas nesta apresentação são de autoria de Bruno Oliveira. Siga no instagram @brn.lvr
  3. 3. Yuri Amaral + Professor no curso de Comunicação Social da UDC + Comunicólogo + Publicitário twitter: @yu_amaral flickr.com/yuamaral slideshare.com/yuamaral ago/2014
  4. 4. e as diferentes mídias A Direção de Arte O papel do D.A. é o de organizar elementos visuais de maneira coerente e funcional levando o espectador a perceber a mensagem e não como ela chegou até ele.
  5. 5. Cada mídia possui características únicas, as quais interferem diretamente no trabalho do diretor de arte.
  6. 6. público SOM/SILÊNCIO TEXTURA DINÂMICA TAMANHO MOVIMENTO/ESTÁTICA CORES/PB NÍVEIS DE INTERAÇÃO mídia
  7. 7. Criar O mundo das ideias é abstrato e encontrar um caminho para o mundo palpável se mostra um desafio na rotina do D.A.
  8. 8. a ideia ter explorar validar moldar questionar (re)moldar reação para com lançar
  9. 9. A ideia tem início antes do contato com o criativo, quando o cliente desperta a consciência de suas necessidades. Estudar o contexto da origem do problema para, então, propor uma solução viável e compatível com sua realidade. A boa ideia não é, obrigatoriamente, mirabolante: ela precisa comunicar uma solução, sem ruídos.
  10. 10. da D.A. Princípios Regra é algo criado pelo homem com o objetivo de estabelecer ordem. No entanto, basta observar com atenção que além das regras há princípios, padrões, formas e processos que se repetem, independente de contexto.
  11. 11. pesquisa Buscar informações por meio de observação, coleta de dados, análise histórica, entrevistas e, na sequência, organizar tudo que é relevante e está, de alguma forma, conectado com o(s) objetivo(s).
  12. 12. PONTO DE VENDA GOOGLE MERCADO CONCORRÊNCIA HISTÓRICO DA MARCA CONSUMIDORES
  13. 13. layout Organizar elementos visuais a fim de captar a atenção do indivíduo e deixá-lo caminhar com a mente pela mensagem, buscando decifrá-la para si.
  14. 14. II DISTÂNCIA ALINHAMENTO COMPOSIÇÃO UNIDADE REPETIÇÃO CONTRASTE VAZIO HIERARQUIA
  15. 15. cor A cor é uma das mais poderosas ferramentas a favor da comunicação, despertando sentidos e emoções a níveis consciente e inconsciente. Entender os aspectos físico, biológico e sócio-culturais que regem seus significados pode influenciar de maneira eficaz a construção de uma mensagem.
  16. 16. TOM-SOBRE-TOM/TON-SUR-TON ANÁLOGAS QUENTES/FRIAS MATIZ/SATURAÇÃO/LUMINOSIDADE COMPLEMENTARES PRIMÁRIAS/SECUNDÁRIAS/...
  17. 17. RGB SISTEMA ADITIVO LUZ CMY[K] SISTEMA SUBTRATIVO PIGMENTO
  18. 18. ANÁLOGASCOMPLEMENTARES
  19. 19. tipografia Em sua maioria, letras são representações gráficas para fonemas, que unidos passam a formar uma palavra e, por sua vez, um significado. Letra é desenho, e pode ser muito mais que um texto corrido em qualquer que seja o layout que se faça presente.
  20. 20. FAMÍLIA ALINHAMENTO TIPO DE FONTE KERN LEADING
  21. 21. imagem Restringe-se aqui a palavra “imagem” apenas para se referir a ‘ilustração’ ou ‘fotografia’. Escolher entre ambos envolve vários fatores, geralmente custo, prazo e objetivo da peça gráfica em questão.
  22. 22. PRAZO COMPOR A PEÇA ESTILO FUNÇÃO NA PEÇA GRÁFICA CUSTO
  23. 23. prazo A pressão pode influenciar, positiva ou negativamente, o trabalho do D.A. Organização - por parte da equipe e do D.A. - é imprescindível para a entrega de um resultado que não seja apenas criativo mas, também, funcional. Além disso, deve-se considerar que o processo criativo não é linear e varia - entre pessoas e projetos - e é possível ocorrer alterações a qualquer momento, modificando todo o fluxo
  24. 24. ATENDIMENTO PLANEJAMENTO CLIENTE E HÁ AINDA A POSSIBILIDADE DE REFAÇÃO, VINDA DE QUALQUER UMA DAS PARTES DIRETOR DE CRIAÇÃO PESSOAL II
  25. 25. Semiótica O D.A. precisa entender o funcionamento das linguagens e como o significado evolui e se transforma, auxiliando para a construção da mensagem.
  26. 26. Um projeto de semiótica geral compreende uma TEORIA DOS CÓDIGOS e uma TEORIA DA PRODUÇÃO SÍGNICA; a segunda teoria leva em consideração um grupo muito vasto de fenômenos, tais como o uso natural das diversas ‘linguagens’, a evolução e a transformação dos códigos, a comunicação estética, os vários tipos de interação comunicativa, o uso dos signos para mencionar coisas e estados do mundo e assim por diante. (ECO, 2009, p.1)
  27. 27. tudo quanto, à base de uma convenção social previamente aceita, possa ser entendido como ALGO QUE ESTÁ NO LUGAR DE OUTRA COISA. Eco propõe definir como (ECO, 2009, p.11) signo
  28. 28. (...) aceita-se a definição de Morris (1938), para quem ‘uma coisa é um signo somente por ser interpretada como signo de algo por algum intérprete; assim, a semiótica não tem nada a ver com o estudo de um tipo particular de objetos, mas com os objetos comuns na medida em que (e só na medida em que) participem da semiose.’ (ECO, 2009, p.11)
  29. 29. fenômeno É o primeiro contato de um signo qualquer com a mente. Passa a ser signo apenas depois de ser percebido, interpretado e assimilado.
  30. 30. é o momento exato em que o fenômeno se apresenta à mente. Neste instante – que não dura mais que alguns milésimos de segundo – uma qualidade-de-sensação é gerada. Inicia-se, então, o processo de interpretação e busca pelo entendimento dessa qualidade-de-sensação. primeiridade
  31. 31. pode durar alguns instantes ou um tempo indeterminado. Tudo depende da capacidade de compreensão da mente intérprete e de quanto conhecimento possui e/ou pesquisa para compreender o fenômeno. secundidade
  32. 32. é quando o fenômeno é compreendido e se torna um signo compreensível para o intérprete. terceiridade
  33. 33. realizar o caminho inverso para desenvolver o projeto gráfico: ter a terceiridade, pesquisar o universo simbólico que povoa o [in]consciente popular - o qual exerce forte influencia na secundidade - e criar uma primeiridade.
  34. 34. II O OBJETIVO DA MENSAGEM DO EMISSOR - TERCEIRIDADE - O UNIVERSO SIMBÓLICO DO RECEPTOR - SECUNDIDADE - A FORMA DA MENSAGEM - PRIMEIRIDADE -
  35. 35. Mensagem Pesquisa. Análise. Construção da forma que apresentará o conteúdo, baseando-se nos signos coerentes com emissor-objetivo-mídia-receptor.
  36. 36. Aquilo que é oferecido pelo emissor possui uma história. Estudar sua origem e o caminho trilhado para chegar ao que é pode influenciar, ativamente, para o sucesso da comunicação bem feita. serviço/produto
  37. 37. O emissor da mensagem possui um objetivo claro porém, muitas vezes, não acessível. Questionar, conhecer e entender o cliente possibilita otimizar não apenas o resultado mas também todo o processo. Ensiná-lo, mostrar como funciona o processo de construção da informação e da mensagem o torna um aliado importante e não um inimigo a ser vencido. cliente
  38. 38. A compreensão e decodificação da mensagem só faz sentido não quando o receptor está preparado para recebê-la mas, sim, quando ela [a mensagem] está de acordo com seu universo simbólico. O emissor pode possuir algo que o público quer/precisa, no entanto, precisa usar as palavras certas, na hora certa e no lugar certo. público
  39. 39. A mente recebe estímulos constantes tanto internos quanto externos. Nesse sentido, o contexto conta muito para a interpretação da mensagem permitindo diversas reações distintas, variando com os atores envolvidos. Conhecer os ambientes e os signos que nele agem exercem forte influência na construção e interpretação da mensagem. ambiente
  40. 40. ‘Ser mirabolante’ não torna uma ideia a chave para resolver um problema, muito menos a torna viável. Ela deve funcionar além da mente, no mundo real. Criatividade é uma característica humana e, como tal, pode ser desenvolvida e direcionada. Pode ser definida, no contexto publicitário, como a capacidade de se resolver problemas e buscar por soluções viáveis onde o tempo é escasso. criatividade x funcionalidade
  41. 41. em uma agência A Criação Toda agência possui um profissional responsável por traduzir ideias do plano abstrato e estratégico para o campo visual: o criativo. Porém, a ideia não nasce e muito menos termina nele, exigindo deste profissional [não dele somente] consciência de trabalho em equipe.
  42. 42. como a ideia chega ao criativo O atendimento identifica necessidades do cliente, encaminha para o planejamento [muitas vezes juntamente com um criativo] que, por sua vez, estuda e analisa soluções possíveis. Em muitos casos, observa-se uma grande distância entre o problema e o criativo, o que pode resultar em ruídos na peça final. Alinhamentos constantes com a equipe tornam-se, assim, essenciais.
  43. 43. II o que faz um D.A. afinal? [des]Organiza de maneira [des]harmônica tudo aquilo que compete ao campo visual da mídia em questão: cores, texto, imagens, composição.
  44. 44. Ao mesmo tempo que o signo é um mediador entre o homem e o mundo, o homem é um mediador entre um signo e outro signo. Lúcia Santaella
  45. 45. ECO, Umberto, 1932. Tratado geral de semiótica / Umberto Eco [tradução de Antonio de Pádua Danesi e Gilson Cesar Cardoso de Souza]. – São Paulo: Perspectiva, 2009 – (Estudos; 73 / dirigida por J. Guinsburg) GUIMARÃES, Luciano. A cor como informação: a construção biofísica, lingüística e cultural da simbologia das cores, 3ªEd., São Paulo: Ed. Annablume, 2004 PEIRCE, Charles S. Escritos Coligidos, Os Pensadores, 1ªEd., São Paulo: Abril, 1974 SANTAELLA, Lúcia. Produção de Linguagem e Ideologia, São Paulo: Ed. Cortez, 1980 arquiteturadeinformacao.com { user experience iversity.org/courses/the-future-of-storytelling { curso gratuito online sobre storytelling iversity.org/courses/design-thinking { curso gratuito online sobre design thinking filosofiadodesign.com { textos unindo filosofia e design kuler.adobe.com { criar paletas de cores online gratisography.com { banco de imagens em creative commons creativecommons.org
  46. 46. Obrigado! :]

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