Cba telhas 0707_pt_1

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  • O item durabilidade é a verdadeira desinformação e mera propaganda. Escrever num documento técnico que a durabilidade é excelente, é o mesmo que não escrever nada. Durabilidade em materiais de construção é informada como vida útil média, medida em anos, podendo haver diferentes durabilidades dependendo da agressividade do ambiente.
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Cba telhas 0707_pt_1

  1. 1. FABRICAÇÃO DAS TELHAS VOTORAL Vista aérea da Fábrica em Alumínio-SP Desde a inauguração de sua Fábrica, em Alumínio, SP, em 1955, a Companhia Brasileira de Alumínio trilha uma trajetória de sucesso, marcada pelo pioneirismo, inovação tecnológica e responsabilidade sócio-ambiental. Apresentando, ao longo desses mais de 50 anos, um crescimento médio anual de 10%, é a segunda maior produtora brasileira do metal, com 400 mil toneladas/ano de alumínio primário. Para manter esse ritmo de crescimento, a Companhia passará, em 2007, para 470 mil toneladas. Posicionada entre as maiores empresas mundiais do setor, é a maior planta do mundo a operar de forma totalmente verticalizada, realizando, num mesmo local, desde o processamento da bauxita até a fabricação de produtos (lingotes, tarugos, vergalhões, placas, bobinas, chapas, folhas, perfis, telhas e cabos). Além disso, a CBA extrai toda a bauxita que utiliza de jazidas próprias e gera 60% da energia que consome. A CBA é pioneira na fabricação de laminados com perfil tipo ondulado e trapezoidal para coberturas e revestimentos, além de ter como produto exclusivo a telha trapezoidal nervurada. Atualmente, a capacidade instalada de produção de telhas de alumínio é de 18.000 toneladas/ano, atendendo aos mais exigentes padrões do setor de construção civil.2
  2. 2. CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS Fabricação Durabilidade Produzida através do processo de perfilação, O alumínio é um material com excelente resistên- a bobina de alumínio passa por uma seqüência cia físico-química à ação de agentes atmosfé- de roletes até chegar à sua forma ondulada ou ricos. A durabilidade e a beleza do alumínio são trapezoidal. comprovadas dia-a-dia em obras que o utiliza- Esse processo garante determinar comprimentos ram. É recomendável para obras situadas em que variam de 1.000mm até 12.000mm, ambientes marítimos e industriais, havendo conforme a necessidade da obra, estando o ressalvas onde há elevada concentração de comprimento máximo limitado à restrição dióxido de enxofre. Nestes casos, é necessária uma dimensional do transporte. avaliação detalhada do ambiente. As telhas Votoral Resistência foram submetidas a Refletividade Produzidas em ligas estruturais de alumínio e Devido ao alto brilho do metal, os raios solares são rigorosos ensaios de aliadas ao perfil da telha, permitem obter maior refletidos em maior intensidade, fazendo com que carga pelo escritório resistência mecânica do material para suportar haja um equilíbrio de temperatura ambiente, de engenharia uma sobrecarga incidental de ventos. Num tornando o interior do edifício mais agradável e Figueiredo Ferraz (um maior espaçamento entre apoios, diminui a com melhores condições de trabalho.dos mais conceituados quantidade de elementos estruturais utilizados e propicia, conseqüentemente, menor custo por do país) e pelo Leveza metro quadrado de construção.Laboratório de Ensaios Sua elevada resistência mecânica permite o Devido ao baixo peso específico do alumínio Mecânicos da uso de chapas muito finas e econômicas na (2,7 kg/dm 3 ), as telhas Votoral podem ser Poli - USP, bem como confecção das telhas. facilmente transportadas, manuseadas e submetidas a ensaios Devido à sua facilidade de conformação, pode- instaladas, economizando também no frete e de refletividade se obter perfis variados e eficientes, com alto mão-de-obra. Portanto: pelo IPT (Instituto desempenho estrutural. • menor carga permanente sobre a estrutura de de Pesquisas Através da conformação em per filadeiras sustentação. contínuas, obtêm-se formatos com elevados • maior facilidade de transporte, manuseio e Tecnológicas), em momentos de inércia e módulos de resistência. montagem. São Paulo, onde foi Essas características permitem maior espaça- medido o valor médio mento entre as terças do telhado, com economia de 74%, conforme de estrutura e de elementos de fixação. Manutenção relatório de As telhas de alumínio são dimensionadas para A aplicação correta, seguindo-se as orientações ensaio 871.985 resistir às maiores cargas de vento prescritas pelas contidas neste catálogo e do Depto. Técnico da normas brasileiras. CBA, diminui significativamente a necessidade de de 09-05-2000. manutenção no decorrer da vida útil do produto. Economia Devido à não-porosidade do material e ao Acabamento comprimento fabricado de acordo com a Liso (comum): o acabamento liso é o mais necessidade da obra, cobrindo-a do beiral até empregado para aplicações gerais e de a cumeeira com uma única peça, consegue-se fechamento lateral. projetar coberturas com inclinações pequenas Lavrado Stucco: este tipo de acabamento é e sem sobreposições, diminuindo a quantidade empregado onde o brilho do alumínio precisa final de telhas, bem como os conjuntos de ser atenuado, como em edificações próximas fixação e os elementos de vedação. a aeroportos. Características Técnicas Propriedades físicas Propriedades mecânicas Módulo de elasticidade 7.000 kgf/mm2 Tensão de ruptura (L.R.T.) 16 kgf/mm2 Peso específico 2,70 g/cm3 Ponto de fusão 640 a 660 0C Tensão de escoamento (L.E.) 16,84 kgf/mm2 Condutividade térmica 0,48 cal/cm x seg x 0C Mínimo Tolerâncias dimensionais das telhas onduladas e trapezoidais (ABNT-NBR 14331) Espessura Largura (2) Altura da onda ou Passo da onda ou do nominal (1) (mm) do trapézio trapézio Esquadro (3) Comprimento (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) Total Útil + 2,0% + 2,0% + 1,0 + 2,0 + 13,0 > 0,4 13,0 - 0,0% - 0,0% - 2,0 - 2,0 - 13,0 (1) A tolerância de espessura deve seguir a especificação da NBR 6999. (2) A tolerância de largura é dada em porcentagem da largura especificada, em milímetros. (3) A tolerância de esquadro é obtida através da diferença das medidas das diagonais das telhas. 3
  3. 3. TELHA VOTORAL ONDULADA AF 18/988 Recomendado para aplicações nas estruturas em forma de arco, o modelo AF18/988, pela sua altura reduzida, adequa-se facilmente a curvaturas. Para pequenos raios e ângulos fechados, é necessário que se calandre a telha nas medidas exigidas pelo projeto. Largura útil 988 mm Largura útil 912 mm 76 18,5 mm mm Largura total 1072 mm Caracteristícas geométricas Peso (kg/m2 útil) Peso Momento Módulo de Espessura Recobrimento unitário de inércia resistência (mm) (kg/m) Simples Duplo J(cm4/m) W(cm3/m) (988 mm) (912 mm) 0,40 1,32 1,33 1,44 2,04 2,20 0,50 1,65 1,67 1,81 2,55 2,75 0,60 1,98 2,00 2,17 3,06 3,30 0,70 2,31 2,33 2,53 3,57 3,85 0,80 2,64 2,67 2,89 4,08 4,40 1,00 3,29 3,33 3,61 5,10 5,50 Espaçamento entre terças (m) Espessura (mm) Carga distri- 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 1,0 Flecha buída Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos (kgf/m2) 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 150 0.93 1.18 1.15 1.01 1.32 1.25 1.07 1.43 1.35 1.13 1.51 1.39 1.18 1.57 1.46 1.26 1.69 1.56 125 0.99 1.29 1.23 1.07 1.44 1.33 1.14 1.52 1.41 1.20 1.60 1.48 1.25 1.67 1.55 1.34 1.80 1.66 L/90 100 1.07 1.43 1.32 1.16 1.55 1.43 1.23 1.64 1.52 1.29 1.73 1.59 1.35 1.80 1.67 1.45 1.94 1.79 75 1.17 1.57 1.45 1.27 1.70 1.57 1.35 1.81 1.67 1.42 1.90 1.76 1.48 1.98 1.83 1.59 2.13 1.97 50 1.34 1.80 1.66 1.46 1.95 1.80 1.55 2.07 1.91 1.62 1.80 1.66 1.70 2.27 2.10 1.82 2.44 2.26 Nota: Nos valores acima, foi considerado o menor dos espaçamentos, calculados em função das tensões e da flecha.4
  4. 4. TELHA VOTORAL TRAPEZOIDAL AF 38/990 Recomendada para aplicações em coberturas onde é solicitada uma sobrecarga concentrada frequente (neve, pó etc.) ou até mesmo onde pessoas subam para manutenção de calhas, ventiladores etc. Caracteristícas geométricas Peso (kg/m2 útil) Peso Momento Módulo de Espessura Recobrimento unitário de inércia resistência (mm) (kg/m) Simples Duplo J(cm4/m) W(cm3/m) (990 mm) (825 mm) 0,40 1,35 1,36 1,64 10,50 4,90 0,50 1,69 1,70 2,05 13,10 6,10 0,60 2,03 2,05 2,45 15,80 7,40 0,70 2,36 2,39 2,86 18,40 8,60 0,80 2,70 2,73 3,27 21,00 9,80 1,00 3,38 3,41 4,09 26,30 12,30 Espaçamento entre terças (m) Espessura (mm) Carga distri- 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 1,0 Flecha buída Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos (kgf/m2) 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 150 1.09 1.09 1.22 1.31 1.31 1.46 1.53 1.53 1.71 1.72 1.72 1.92 1.93 1.93 2.15 2.19 2.28 2.55 125 1.20 1.20 1.34 1.43 1.43 1.60 1.67 1.67 1.87 1.88 1.88 2.11 2.11 2.11 2.36 2.32 2.50 2.80 L/90 100 1.34 1.34 1.50 1.60 1.60 1.79 1.87 1.87 2.09 2.11 2.11 2.36 2.32 2.36 2.64 2.50 2.80 3.09 75 1.55 1.55 1.73 1.85 1.85 2.07 2.16 2.16 2.41 2.43 2.43 2.72 2.55 2.72 3.05 2.75 3.23 3.41 50 1.89 1.89 2.12 2.26 2.26 2.53 2.64 2.64 2.95 2.80 2.98 3.33 2.92 3.34 3.62 3.15 3.96 3.90Nota: Nos valores acima, foi considerado o menor dos espaçamentos, calculados em função das tensões e da flecha. 5
  5. 5. TELHA VOTORAL TRAPEZOIDAL COM NERVURA AF38/1025 Recomendada para aplicações em grandes coberturas e fechamentos laterais. A telha foi desenvolvida, levando-se em consideração o seu design avançado e as condições climáticas brasileiras. Por possuir maior largura útil que as demais, apresenta melhor aproveitamento por metro quadrado. Largura útil 1025 mm Largura útil 820 mm 38 205 mm mm Largura total 1080 mm Caracteristícas geométricas Peso (kg/m2 útil) Peso Momento Módulo de Espessura Recobrimento unitário de inércia resistência (mm) (kg/m) Simples Duplo J(cm4/m) W(cm3/m) (1025 mm) (820 mm) 0,40 1,36 1,33 1,66 9,72 4,04 0,50 1,70 1,66 2,07 12,15 5,05 0,60 2,04 1,99 2,49 14,58 6,06 0,70 2,38 2,32 2,90 17,01 7,07 0,80 2,72 2,66 3,32 19,44 8,08 1,00 3,40 3,32 4,15 24,30 10,10 Espaçamento entre terças (m) Espessura (mm) Carga distri- 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 1,0 Flecha buída Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos Número de vãos (kgf/m2) 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 1 2 3 150 1.17 1.17 1.31 1.42 1.42 1.59 1.61 1.61 1.80 1.83 1.83 2.05 1.97 2.04 2.29 2.13 2.43 2.63 125 1.28 1.28 1.43 1.56 1.56 1.74 1.77 1.77 1.98 2.01 2.01 2.24 2.10 2.24 2.50 2.26 2.67 2.80 L/90 100 1.43 1.43 1.60 1.74 1.74 1.95 1.98 1.98 2.21 2.16 2.24 2.51 2.26 2.50 2.80 2.44 2.98 3.01 75 1.65 1.65 1.85 2.01 2.01 2.25 2.26 2.28 2.55 2.38 2.59 2.90 2.49 2.89 3.08 2.68 3.44 3.32 50 2.03 2.03 2.27 2.44 2.46 2.75 2.59 2.80 3.13 2.72 3.17 3.37 2.85 3.54 3.52 3.07 4.11 3.80 Nota: Nos valores acima, foi considerado o menor dos espaçamentos, calculados em função das tensões e da flecha.6
  6. 6. SISTEMA TERMOACÚSTICO Por ser o Brasil um país tropical com forte Sistema térmico com poliuretano índice de insolação, Sistema composto de duas telhas trapezoidais de • Seguro contra incêndio: por ser “autoextinguível”, alumínio e miolo injetado de espuma rígida de o poliuretano é considerado “não-agravante” muitas edificações poliuretano, com espessura de 30mm e densidade para efeitos de cálculo de prêmio de seguro. Clas- exigem o emprego de de 35kg/m3, podendo a face inferior ser de chapa se R-1 (NBR-7358) telhados isolados plana. termicamente. São construções que precisam garantir uma Vantagens atmosfera interna • Isolamento térmico contra calor ou frio. Eco- controlada para seu nomiza ar condicionado ou calefação. O coefici- processo, matérias- ente de condutividade térmica do poliuretano é primas ou K= 0,015 kcal/m.h.°C. • Resistência mecânica - o conjunto de telhas de funcionários. Como alumínio Votoral trapezoidais de e=0,5mm com mi- exemplo, têm-se as Espuma de olo injetado de poliuretano de espessura E=30mm indústrias alimentícias, oferece grande resistência mecânica à flexão, poliuretano farmacêuticas, de possibilitando grandes espaçamentos entre terças informática, têxteis e resistência aos fortes ventos, assim como a car- SISTEMA TÉRMICO etc. As telhas de gas concentradas no meio do vão. alumínio são Observação: A CBA não fornece a telha sanduíche. Oferece • Facilidade de montagem: sistema pronto da fá- apenas as telhas de alumínio para serem posteriormente especialmente brica e entregue na obra. injetadas por empresas especializadas à escolha do cliente.indicadas para compor sistemas “sanduíche” para coberturas e fechamentos laterais. Utilizando-se poliuretano, poliestireno, lã de vidro ou lã de rocha como miolo isolante,dispensa-se o emprego Sistema termoacústico com lã de vidro, lã de rocha ou de forro. poliestireno expandido Sistema composto de duas telhas trapezoidais ou • Isolamento acústico: a lã de vidro e o poliestireno onduladas, de alumínio, espaçadas por um perfil expandido agem por difusão e absorção das on- tipo “cartola” ou “U” e miolo isolante de manta de das sonoras, sendo ótimos isolantes acústicos. lã de vidro ou lã de rocha, com espessura de 50mm, • Economia: embora a resistência mecânica seja densidade de 12 kg/m3 ou poliestireno expandido igual à da telha simples, a montagem do sistema é classe F1. Para fechamento lateral, utiliza-se painel feita no local. Os sistemas tem custo mais competi- rígido de lã de vidro ou lã de rocha de 50mm de tivos em relação à cobertura injetada com espessura e densidade de 16 kg/m3 ou poliestireno poliuretano. expandido, classe F1. • Manutenção eventual: na necessidade de subs- tituição de uma telha, seja superior ou inferior, esses Vantagens sistemas permitem essa troca. • Isolamento térmico contra calor ou frio, economi- • Seguro contra incêndio: a lã de vidro é clas- zando-se ar condicionado ou calefação. O coefi- sificada como material incombustível e o ciente de condutividade térmica da lã de vidro poliestireno expandido como material retardante FSB-12 é de K=0,039 kcal/m.h.ºC e do poliestireno à chama. expandido F1 é de k=0,034kcal/m.h.ºC. Telha Lã de vidro/rocha ou poliestireno expandido Perfil tipo cartola Pingadeira lisa Telha Fechamento interno de onda SISTEMA TERMOACÚSTICO Observação: A CBA não fornece a lã de vidro/rocha/poliestireno expandido para compor o sistema termoacústico. Fornece apenas as telhas de alumínio, porém os produtos lã de vidro/rocha/poliestireno expandido poderão ser encontrados com facilidade no mercado. 7
  7. 7. ACESSÓRIOS PADRONIZADOS VOTORAL A segurança, Características dos acessórios estanqueidade e durabilidade da Denominação Tipo Espessura (mm) construção são Cumeeira perfil Estampada 0,8 garantidas com o emprego correto de Cumeeira shed Estampada 0,8 acessórios de boa qualidade. Eles são Rufo de topo Estampado 0,8 componentes adicionais às telhas, Rufo lateral superior e inferior Perfilados 0,8 mas com importante função no conjunto Cumeeira lisa Dobrada em chapa lisa 0,8 geral do edifício. Estão divididos em: Estampada cumeeiras, rufos, Pingadeiras para calha 0,8 Dobrada em chapa lisa pingadeiras e conjuntos de fixação. Cumeeira perfil Cumeeira shed/Rufo de topo Utilizadas como cumeeira em cobertura Utilizada em coberturas de 2 águas. em shed e como remate do fechamento vertical. 210 300 1120 1120 α α 300 ESTAMPADA ESTAMPADA Para telha ondulada AF 18/988 Para telha ondulada AF 18/988 Peso 1,450 kg/pç Peso 1,200 kg/pç 300 300 1056 α 1056 α 300 ESTAMPADA ESTAMPADA Para telha trapezoidal AF 38/990 Para telha trapezoidal AF 38/990 Peso 1,450 kg/pç Peso 1,380 kg/pç 300 300 1080 α 1080 300 300 ESTAMPADA ESTAMPADA Para telha trapezoidal AF 38/1025 Para telha trapezoidal AF 38/1025 Peso 1,450 kg/pç Peso 1,420 kg/pç8
  8. 8. ACESSÓRIOS PADRONIZADOS VOTORAL Rufo lateral inferior e superior Pingadeira para calha ou Contra-rufo Utilizados como remate de “oitões”, proporcionam um melhor acabamento. 1056 1250 α 300 300 α 350 300PERFILADO ESTAMPADAPara telha ondulada AF 18/988 Para telha trapezoidal AF 38/990Peso 1,700 kg/pç Peso 1,380 kg/pç 215 3000 80 1250 100° α 350 260 DOBRADA LISAPERFILADO Para telha trapezoidal AF 38/990 Trapezoidal nervuradaPara telha trapezoidal AF 38/990 AF 38/1025 ou Ondulada AF 18/988Peso 1,700 kg/pç Peso 2,100 kg/pç Cumeeira lisa 1250 295 295 α 350 290 3000 135° 20 DOBRADA LISAPERFILADO Para telha trapezoidal AF 38/990 Trapezoidal nervuradaPara telha trapezoidal AF 38/1025 AF 38/1025 ou Ondulada AF 18/988Peso 1,700 kg/pç Peso 4,100 kg/pçObservação: As pingadeiras e cumeeiras dobradas lisas não são fornecidas pela CBA, mas as chapas poderão ser adquiridas pelosclientes e posteriormente dobradas. 9
  9. 9. ACESSÓRIOS DISPONÍVEIS NO MERCADO Recomenda-se Hastes de alumínio Goivas expressamente a Permitem melhor acomodação das telhas à es- Imprescindíveis na distribuição das tensões oriun- utilização dos trutura quando da movimentação da cobertu- das de ventos incidentes, evitando o rasgamen- acessórios de fixação ra, evitando rompimentos indesejáveis das telhas, tos das telhas junto às hastes/porcas. Também para aplicações em oriundas de total engastamento. auxiliam na fixação, contribuindo para que não coberturas, pois Também evitam a ovalização de furos nas telhas haja amassamentos indesejáveis nas ondas, na o emprego deste pela dilatação/movimentação da cobertura, pois ocasião do aperto das porcas. conjunto proporciona os ganchos apresentam um movimento pendular, estanqueidade e cujo efeito é positivo sobre a cobertura. segurança à cobertura. Arruelas em EPDM Calços Importantes elementos para assegurar uma Fundamentais na permanência da altura da per feita vedação na fixação das telhas, onda, pois atua como elemento limitante na oca- garantindo total estanqueidade à cobertura. De- sião do aperto das porcas. Também contribuem verão ser aplicadas conforme ilustração da pá- para que não haja amassamento das gina 21 (Figura 18). telhas nesse momento. Conjunto de fixação HASTE DE ALUMÍNIO Comprimento antes da dobra 50 mm Porca de alumínio Ø 5/16" Haste de alumínio Ø 5/16” Liga 6063-T6 Liga 6261-T6 Arruela de alumínio Ø 28x2 mm Liga 3105-H19 Guarnição em EPDM Ø 22x3 mm AF002-03 AF001-10 CALÇOS EXTRUDADOS Liga 6063-T5 38 18,5 50 50 26,5 16,5 26,5 50 16,5 80 GOIVAS 26 26 Goiva trapezoidal Goiva ondulada Arruela em de alumínio de alumínio Arruela em Liga 3105-H19 EPDM Liga 3105-H19 EPDM Ø 22x3 mm AF002-04 Ø 22x3 mm AF001-09 36 36 Para telhas AF 38/990/1025 Para telhas AF 18/988 Obs.: Os perfis extrudados poderão ser fornecidos pela CBA em barras de 6 metros, para serem cortadas e perfuradas posteriormente. Outros Fechamento de onda (externo/interno) Venezianas Espuma embebida em betume, PVC expandido Montantes e aletas em fibra de vidro, PVC ou alu- acessórios ou polietileno expandido (no mesmo formato da mínio. Dependendo do tipo e telha). Veja (Figura 23 página 22). forma da cobertura Parafusos ou fechamento lateral, Massa de vedação Autoperfurantes e autoatarraxantes, em aço car- outros materiais serão Material de calafetação, pastoso, aderente, isen- bono tratado ou em inox. Indicados para necessários para to de óleo, impermeável e não-endurecedor. fixação telha/telha (costura) e telha/estrutura (fe- garantir a boa Veja (Figura 26 página 22). chamentos laterais). Veja (Figuras 19, 20, 21 e 21A qualidade da obra, página 21). cuja aquisição deverá Fita de vedação ser feita diretamente Espuma embebida em betume, PVC expandido Lanternins com seus fabricantes. ou polietileno expandido e com uma face Estrutura em aço ou alumínio, revestidos com telha adesiva. Veja (Figuras 24 e 25 página 22). e chapa de alumínio. Telhas translúcidas Isolamentos termoacústicos Em fibra de vidro, PVC ou policarbonato, deven- Poliuretano, poliestireno rígido expandido, manta do apresentar os mesmos perfis das telhas Votoral. de lã de vidro ou de rocha. Veja ilustrações deta- lhadas na página 7.10
  10. 10. NORMAS PARA PROJETO Para definir a melhor Ação dos ventos Ventilação e iluminação naturalsolução de cobertura ou O vento é a principal carga incidental que age A ventilação dos edifícios é fundamental para revestimento lateral, é sobre as construções. melhorar as condições do ambiente interno, necessário considerar O vento, ao encontrar um anteparo, converte toda mantendo a temperatura, a velocidade do além dos aspectos sua energia dinâmica em pressão de obstrução. fluxo de ar e a concentração de poluentes, arquitetônicos, os A velocidade do vento é encontrada na dentro de níveis satisfatórios. seguintes fatores: norma NBR 6123, em um mapa do Brasil onde Em geral, a solução da ventilação dos edifí- 1• Ação dos ventos estão desenhadas as isopletas da velocidade cios se faz através de tomadas de ar nas pare- sobre edificações, básica do vento. Isopletas são curvas de ven- des laterais e exaustão, por meio de lanternins conforme norma tos de mesma velocidade (ver Figura). ou outros sistemas mais complexos de exausto- brasileira Em geral, o esforço predominante do vento res, pelo telhado. ABNT-NBR 6123. num telhado é de sucção, uma vez que ganha A ventilação de edifícios, quando feita pelo 2• “Índice velocidade ao contornar uma cobertura (efei- telhado, emprega: pluviométrico” (ou to “asa de avião”). •lanternins; intensidade das chuvas) Assim sendo, as maiores flechas que ocor- • ventiladores axiais; da região em mm/hora. rem numa telha são flechas negativas (ou de • caixilhos ou venezianas industriais,(no (conforme baixo para cima). caso de estrutura em shed); ABNT-NBR 10844) A ocorrência de grandes flechas negativas • cumeeiras especiais; 3• Tipo de telhado, durante chuvas de vento provoca abertura do •tomadas de ar, tipo veneziana, nas paredesespaçamento de terças e recobrimento lateral das telhas e infiltração de laterais, ou caixilhos, para entrada de ar fresco declividade das telhas. água para dentro do edifício. (em alguns casos, insufladores). 4• Comprimento do Os perfis da nova linha de telhas Votoral pano do telhado. foram projetados para otimizar essas proprie- Todos esses elementos interferem no projeto 5• Ventilação e dades. Também utiliza-se o parafuso de costu- do telhado, exigindo peças e arremates espe- iluminação natural do ra para eliminar eventual ponto de infiltração e ciais que devem ser previstos junto com o edifício. solidarizar as duas telhas na região do fornecimento das telhas. 6• ABNT-NBR 14331 recobrimento longitudinal A iluminação natural é feita através dos cai- alumínio e suas ligas- xilhos dos sheds, lanternins, ou por telhas de telhas-requisitos Índice pluviométrico aclaramento (translúcidas). 7• ABNT-NBR 15143 O Brasil, por ser um país tropical, sofre a ocor- As telhas de aclaramento deverão ser forne- alumínio e suas ligas- rência de chuvas intensas, que variam de re- cidas com a mesma configuração de onda acessórios de telhas- gião para região. das telhas Votoral. requisitos A ABNT apresenta tabelas de chuvas inten- Recomenda-se que esses tipos de telhas se- 8• ABNT-NBR 15196 sas no Brasil (duração de 5 minutos), com perí- jam utilizados nos fechamentos laterais, alumínio e suas ligas- odos de recorrência de 1, 5 e 25 anos. pois o seu emprego na cobertura poderá com- projetos, instalações e Com o conhecimento da intensidade pluvio- prometer a execução de atividades aplicações de telhas e métrica da região, é possível o dimen- internas no prédio, devido à incidência direta acessórios sionamento de calhas e dutos de descarga, dos raios solares. assim como o cálculo do compri- mento máximo do pano do telha- Isopletas dos ventos do. (em metros por segundo) IMPORTANTE: Deve-se analisar a questão, con- A CBA não se siderando a intensidade pluviomé- responsabiliza pela trica de cada região onde se montagem e instalação pretenda executar a cobertura. das telhas, tampouco, pela execução dos Tipos de telhados projetos. Em construções metálicas, Para estas atividades, os tipos usuais de telhados procure profissionais empregados são: qualificados e habilitados. •arco •duas águas (pode ser múltiplo) •shed •espacial Quando o projetista opta pela co- bertura em arco, a telha que me- lhor se acomoda à esta estrutura é a telha ondulada. Para os demais tipos de telhados, dá-se preferência às telhas trapezoidais, por suas superiores ca- racterísticas de resistência mecâ- nica. 11
  11. 11. NORMAS PARA PROJETO Antes de iniciar a colocação das telhas, deve-se Seqüência de verificar a existência de um projeto detalhado instalação para a montagem e estudá-lo minuciosamente. ventos A numeração indica Verifique se a estrutura está de acordo com o poredominantes a ordem de coloca- ção das telhas. projeto, sobretudo com relação ao com-primento, largura, espaçamento entre apoios, nivelamento, prumo e paralelismo dos apoios. Deve-se verificar o sentido do vento predominante no local e iniciar a montagem, partindo-se do lado contrário do sopro do vento, indo do beiral para a cumeeira, conforme indica a figura ao lado. i=% SEQUÊNCIA DE INSTALAÇÃO Para que a cobertura seja completamente es- Sobreposições tanque à água da chuva, é necessário seguir as recomendações de sobreposições transversais e longitudinais, em função da inclinação do telha- do, dadas na tabela abaixo. A É importante que a sobreposição transversal seja feita sobre uma terça, pois este é o melhor ponto para se fixar ambas as telhas. Sobreposição longitudinal Sobreposição Inclinação do telhado (i) Ondulada Trapezoidal transversal Simples Dupla Simples Dupla A(mm) Abaixo de 5% X X 200 De5%a10% X X 200 Acima de 10% X X 150 Fechamento lateral X X 100 SOBREPOSIÇÃO TRANSVERSAL Obs: Utilizar fita de vedação, conforme aplicação/montagem. 2 ondas 1 onda 18/988 18/988 1/2 onda 1 1/2 onda 38/990 38/990 1/2 onda 1 1/2 onda 38/1025 38/1025 tos es t os es Ven ominant Ven ominant pred SOBREPOSIÇÃO LONGITUDINAL SIMPLES SOBREPOSIÇÃO LONGITUDINAL SIMPLES pre d SOBREPOSIÇÃO LONGITUDINAL DUPLA SOBREPOSIÇÃO LONGITUDINAL DUPLA Observação: Para coberturas com telhas onduladas é tecnicamente recomendável (ABNT - NBR 15196) a utilização de recobrimento duplo, independentemente da inclinação, dada a reduzida altura da onda e conseqüente aumento da possibilidade de infiltração de águas pluviais.12
  12. 12. NORMAS PARA PROJETO A fixação telha/terça deverá seguir as recomen- Nas extremidades da cobertura, ou seja, próximo Fixação dações expressas na figura abaixo, atentando aos beirais e cumeeiras, deve-se acrescentar um Telha/Terça para o fato que deve-se optar pela fixação da conjunto de fixação em relação à ilustração haste na onda alta da telha, pois este ponto é abaixo, pois, nesta região, há maior incidência Para que se tenha menos suscetível à infiltração de água. de ventos. um bom desempenho e segurança contradanos causados pela ação do vento em coberturas e fechamentoslaterais, é necessário utilizar uma quantidade mínima de elementos por telha. FIXAÇÕES TELHAS/TERÇA Balanços Normalmente, nos beirais e topos das edificações, existe um balanço entre o final da telha e o último apoio. Recomenda-se que não ultrapasse a dis- tância máxima dada, indicada na tabela abaixo, pois se tornam áreas frágeis à ação do vento e também ao apoio para uma eventual manutenção. Na lateral da telha não é possível ter balanço a menos que haja prolongamento da terça que lhe dê sustentação. Ver figura ao lado. Perfil da Telha Balanço (mm) Ondulada B = e x 800 Trapezoidal B = e x 1.000 BALANÇOS MÁXIMOS e = Espessura da Telha. 13
  13. 13. EXEMPLO DE LEVANTAMENTO DE MATERIAL Levantamento de material Dados do projeto: para Dimensões do galpão: coberturas 15 x 60m L com duas Altura da tesoura: águas h = 1,35m Espaçamento entre terças: h E = 2,55m E α Beiral: 300mm ao redor OBS: Para D + beirais Carga distribuída: informações C 75kgf/m2 detalhadas, recorrer às normas Telha trapezoidal: espessura 0,6mm •ABNT-NBR14331 AF38/1025 •ABNT-NBR15143 Intensidade pluviométrica da região (hipotético) I = 180mm/h •ABNT-NBR15196 1 Inclinação (i) 6 Quantidade de fixações (f) f = (3xaxbxz) + (2xaxz) + (2xbxz) - (4xz) i = tgα = h = 1,35 = 0,18 f = (3x60x4x2) + (2x60x2) + (2x4x2) - (4x2) C 7,5 1.688 i % = 18%∴α = arc tg 0,18 = 100 conjuntos de fixação 2 Comprimento do plano inclinado (L) 7 Resumo do material L= C = 7,5 = 7,61m • Para telha AF38/1025 cosα 0,985 (tabela) – 120 telhas trapezoidais 7.610 x 1.080 x 0,6mm 3 Quantidade de faixas distribuidas (a) – 60 cumeeiras trapezoidais 600 x 1.080 x 0,8mm a= D + beirais = 60,0 + 0,6 = 60 Larg. útil da telha 1,025 – 1688 conjuntos de fixação 4 Quantidade de telhas (Q) 8 Verificação do comprimento de cada água. (comprimento máximo) Q = a x número de águas = = 60 x 2 = 120 L = 5290 x i (%)/100 I 5 Quantidade de terças (b) L = 5290 x 18/100 = 12,47m b = L + 1 = 7,61 + 1 = 4 (por água) 180 E 2,55 Resultado: Como o comprimento do pano do telhado é inferior ao comprimento máximo permitido, o projeto é viável. Legenda: a - número de faixas por água b - número de terças por água Z - número de águas Valores para Cos α em função da inclinação Ângulo a 3° 5° 8° 10° 15° 17° 19° 21° 23° 25° 27° 30° Cos a 0,999 0,996 0,990 0,985 0,966 0,956 0,946 0,934 0,921 0,906 0,891 0,866 % 5,2 8,7 14,1 17,6 26,8 30,6 34,4 38,4 42,4 46,6 51,0 57,7 Nota: Adequar os comprimentos de cada telha, para que as sobreposições transversais sejam executadas sobre as terças, quando houver mais de uma peça de telha por faixa.14
  14. 14. EXEMPLO DE LEVANTAMENTO DE MATERIALLevantamento de material Dados do projeto: para Dimensões do galpão: L coberturas 15 x 60m em arco Flecha do arco: h = 2,00m Espaçamento entre terças: h = Flecha E = 1,67m Beiral: 300mm ao redor C D + beirais OBS: Para Carga distribuída: R = raio informações 75kgf/m2 β detalhadas, recorrer às normas 0 Telha ondulada: espessura 0,6mm •ABNT-NBR14331 AF 18/988 •ABNT-NBR15143 •ABNT-NBR15196 1 Dimensionamento 3 Quantidade de faixas distribuidas (a) – raio de curvatura (R) (Adota-se sempre a= D + beirais o recobrimento duplo 2 2 2 2 R = h + c /4 = 2 + 15 /4 = 15,06 Larg. útil da telha para telhas onduladas) 2h 2x2 – ângulo (b) a = 60,00 + 2 x 0,30 = 67 0,912 senβ = C = 15,00 = 0,50 2R 2 x 15,06 4 Quantidade de telhas (Q) ß = arc sen 0,5 = 30O Q = a x Número telhas / faixas – comprimento do arco (L) Q = 67 faixas x 3 telhas / faixas = 201 L= πxRxβ= 5 Quantidade de terças (b) 90 L = 3,14 x 15,06 x 30 = 15,77 b = L + beirais + 1 90 E b = 15,77 + 2 x 0,30 + 1 = 11 2 Comprimento de cada telha 1,67 (máximo 12,00m) Comp = L + beirais + sobrepos. 6 Quantidade de fixações (f) N f = (3xaxbxz) + (2xaxz) + (2xbxz) - (4xz) f = (3x67x11 x1) + (2x67x1) + (2x11x1) - (4x1) N = número de telhas por faixas f = 2363 conjuntos de fixação Comp = 15,77 + 0,60 + 2 x 0,20 = 5,59 7 Resumo do material 3 • 201 telhas onduladas AF 18/988 5590 x 1072 x 0,6mm • 2363 conjuntos de fixação Legenda: a - número de faixas por água b - número de terças por água Z - número de águas Nota: Adequar os comprimentos para que as sobreposições sejam executadas sobre as terças, quando houver mais de uma peça de telha por faixa. 15
  15. 15. TRANSPORTE, MANUSEIO E RECEBIMENTO Para que a qualidade O primeiro cuidado se dá na retirada do materi- das telhas de alumínio al. É importante que o transporte seja feito com se mantenha inalterada caminhão adequado. e atenda às exigências Deve-se exigir a colocação de lona de proteção do projeto, é necessá- sobre a carga, a fim de se evitar que o material se molhe ou umedeça no percurso até o seu des- rio que se tenha tino. (Figura 1) consciência de que, desde o transporte, Figura 1 manuseio, arma- zenamento, Ao receber o lote, deve-se verificar e conferir se até a instalação e as telhas vieram cobertas com lona de proteção posterior manutenção, e se esta não se encontra danificada. Caso haja sejam tomadas qualquer anormalidade na lona, deve-se exami- algumas precauções nar cuidadosamente as telhas. Se estiverem fundamentais. molhadas ou mesmo suadas, enxugá-las uma a O objetivo desta seção uma na ocasião de seu descarregamento. As é orientar e também telhas molhadas não devem ser estocadas, alertar para a melhor e mesmo que a instalação seja imediata pois a mais prática forma de inobservância dos procedimentos referidos acima pode provocar o aparecimento de trabalhar com as manchas que comprometem a estética da obra. telhas de alumínio A CBA não se responsabiliza pelos danos causa- VOTORAL, sem dos às telhas caso haja descuido dos clientes quan- comprometer as to ao correto armazenamento das telhas. Para características descarregá-las, deve-se utilizar o mesmo número originais do produto. de homens na carroceria e no solo. Eles deverão Figura 2 estar protegidos com luvas de raspa. (Figura 2) Apesar de as telhas de alumínio serem de peso reduzido, existe a necessidade de mais de um homem para transportá-las. Quanto maior o comprimento, maior deverá ser o número de homens. Recomenda-se o emprego de apoios de madeira por debaixo das telhas, para evitar amas-samentos ou arranhões. Não se deve arrastar as telhas, nem mesmo uma sobre a outra. (Figura 3) Contato das Contato com aço e ferro Deve ser evitado o contato direto entre o alumí- telhas de nio e o aço ou ferro. Nesses casos, recomenda- Figura 3 se o uso de um material isolante (borracha, alumínio neoprene, madeira, feltro asfáltico etc.). Votoral com Contato com cobre e suas ligas Contato com madeiramento outros materiais O contato do alumínio com o cobre e suas ligas Em condições perfeitamente secas, não há O alumínio é um deve ser evitado. reação entre alumínio e madeira. Tratando-se de Em circunstância alguma, fixadores de cobre de- madeiras verdes, recomenda-se a pintura das material de vem ser utilizados para chapas de alumínio. partes em contato com tinta à base asfáltica. Em excepcionais atmosferas marítimas, é preferível usar uma sepa- características de Contato com chumbo ração com material isolante (borracha, neoprene, resistência à corrosão. O alumínio não sofre ataque em contato com o feltros asfálticos etc.) A maior durabilidade chumbo, exceto quando em atmosfera marítima; do telhado está ligada à recomenda-se, então, a pintura protetora de boa técnica de ambas as superfícies. Ambientes críticos montagem. Ataques • Locais com alta concentração de dióxido de agressivos nas telhas de Contato com concreto ou alvenaria enxofre. Normalmente ocorre em ambientes onde O alumínio em condições perfeitamente secas existe a queima de combustíveis (carvão, óleo alumínio poderão ser não necessita de proteção especial, quando em combustível, etc...), podendo haver o desprendi- evitados com os mento de gases e vapores ricos em enxofre que seguintes cuidados: contato com esses materiais. No caso de haver necessidade de embuti-lo no concreto ou na al- combinados com a umidade resultam em ácido venaria, pode ocorrer, em condições úmidas, um sulfúrico. Este composto reage com o alumínio ataque fraco, que se evita com pintura de tinta causando danos ao material.. à base asfáltica, na região de contato. • Vapores provenientes da secagem de madei- ras podem ser bastante agressivos. Contato com zinco • Em caso de aplicação em qualquer ambiente O alumínio não é atacado, quando em contato corrosivo, a CBA deve ser notificada previamente, com o zinco. para que possa efetuar avaliação técnica que Em atmosferas agressivas, o zinco será atacado indicará se o uso desse material, no caso, é e deve sempre ser protegido com pintura. indicado ou não.16
  16. 16. ARMAZENAMENTO E INSTALAÇÃO É muito importante Deve-se certificar que o local seja fechado, plano, Figura 4que o armazenamento coberto (protegido do tempo) e que não esteja seja feito de sujeito a enchentes decorrentes de chuvas, maneira correta. goteiras ou acúmulos de água de outra O local, a forma e o procedência. A melhor forma de se estocar o tempo de estocagem material é verticalmente. Porém, nem sempre isso são imprescindíveis é possível, devido ao próprio comprimento da telha. Para se manter uma boa ventilação, deve- para a conservação se distanciar a pilha do solo no mínimo 15 cm, do produto. através de calços de madeira. É aconselhável que O local de estocagem a pilha tenha a quantidade de telhas igual ao deverá ser fechado, lote fornecido pela fábrica. Caso haja seco, ventilado necessidade de se fazer mais de uma pilha em e coberto. cima da outra, colocar novamente calços de Adicionalmente, madeira, mantendo sempre o alinhamento deve-se tomar o vertical entre eles. Observar rigorosamente o cuidado de observar, cronograma de instalação, para que as telhas a 1 metro com freqüência, se serem instaladas primeiramente não estejam por não há condensação baixo do monte e também que este não tenha do vapor d’água e mais de 1m de altura. Sempre que se colocar uma umedecimento das pilha ao lado de uma outra, deve-se criar um telhas, provocando corredor de circulação de no mínimo 1m de o aparecimento de largura (Figura 4). manchas indese- jáveis à estética da edificação. Excepcionalmente, quando for necessário a proteção com lona, esta deverá ser colocada de Figura 5 forma inclinada para que a água escorra mais rapidamente, bem como criar a circulação interna de ar. A lona deverá ser presa ao solo, porém deve-se isolar totalmente as telhas da umidade do solo. Estes cuidados são importantes e necessários para se evitar o fenômeno conhecido como oxidação branca, que é a aceleração das ações de corrosão e conseqüente comprometimento da estética final da obra. Devem ser feitas inspeções periódicas no produto a fim de se evitar os efeitos danosos da condensação de umidade, limpando-as sempre que necessário. Recomenda-se ainda, identificar a pilha de telhas, a fim de facilitar a localização do material e evitar o emprego errado quando existirem telhas com variações pequenas em seu comprimento. Para o local da instalação, deve ser levado material necessário para a montagem do dia. Ao levar as telhas até o local do assentamento, deve- se utilizar cordas e apoios, de forma a não danificar o material e propiciar uma condição mais segura de trabalho (Figura 5). 17
  17. 17. APLICAÇÕES E SUGESTÕES DE MONTAGENS Cumeeiras, Cumeeira perfil Figura 1 CUMEEIRA PERFIL Para cumeeira dobrada, adota-se como padrão rufos e o ângulo interno de 150°, podendo variar para arremates mais, conforme a inclinação do telhado. Rufos e arremates são Fixação: mínimo de três elementos por aba peças destinadas a (Figura 1). solucionar detalhes construtivos, garantindo a perfeita vedação e o acabamento de prédios com coberturas e fechamentos laterais construídos com telhas de alumínio. Cumeeira shed Figura 2 CUMEEIRA SHED É recomendada para telhados de qualquer incli- nação, do tipo shed. Seu ângulo é determinado sempre em função do projeto. Fixação: mínimo de 3 elementos por aba (Figura 2). Acessórios Podem ser aplicadas em coberturas de 2 águas, shed, espigões e também para um trabalho inver- lisos tido, em água-furtada. Os acessórios lisos, O ângulo é determinado sempre em função do expressos nas projeto. ilustrações que seguem, Fixação: mínimo de um elemento a cada 50cm não são objetos de por aba (Figuras 3, 4, 5 e 6). fornecimento da CBA. Figura 3 CUMEEIRA LISA Contudo, chapas lisas poderão ser adquiridas da empresa, e posteriormente dobradas, conforme a necessidade da obra, Figura 5 ESPIGÃO figurando apenas como sugestões de montagem. Figura 6 CUMEEIRA SHED LISA Figura 4 ÁGUA-FURTADA18
  18. 18. APLICAÇÕES E SUGESTÕES DE MONTAGENSRufo lateral superior Rufo lateral inferiorÉ semelhante à cumeeira shed, porém é utilizado Tem as dimensões do rufo lateral superior.quando o fechamento lateral acompanha a in- É aplicado na lateral da telha com fechamentoclinação do telhado. lateral mais alto.Fixação: mínimo de um elemento a cada 50cm Fixação: mínimo de um elemento a cada 50cmpor aba (Figura 7). por aba (Figura 8). Figura 7 Figura 8 RUFO LATERAL RUFO LATERAL SUPERIOR INFERIORRufo lateral inferiorTem as dimensões do rufo lateral superior.É aplicado na lateral da telha com fechamentolateral mais alto.Fixação: mínimo de um elemento a cada 50cmpor aba. (Figura 8) Obs.: Em caso de existir alvenaria no fechamento lateral, utilizar contra-rufo.Rufo de topoÉ utilizado para arrematar a cobertura com fe-chamentos em lanternins mais altos. O ângulo édeterminado em função do projeto.Fixação: mínimo de um elemento a cada 50cmem cada aba (Figura 9). Figura 9 RUFO DE TOPOContra-rufoÉ aplicado para vedar os rufos laterais na junção Figura 10com a alvenaria. CONTRA-RUFOFixação: é feita através do chumbamento da pe-ça na alvenaria (Figura 10).CalhaFabricada em chapa dobrada. Tem dimensõesvariáveis e determinadas em projeto, em funçãodo volume das águas pluviais.Recomenda-se que a calha seja executada porprofissionais especializados, pois deve-se levar emconta, também, o condutor de saída de água Figura 11que, muitas vezes, tem de ser dimensionado atra- PINGADEIRA PARA CALHAvés de uma caixa de pressão entre a calha e ocondutor.Fixação: não se deve fixar a calha; somente apoiá-la nos suportes. Suas emendas devem ser solda-das.Pingadeira para calhaÉ utilizada entre a telha e o vão existente. Suasdimensões variam de acordo com o projeto.Tem excelente função vedadora para retornos deáguas que correm por baixo da telha.Fixação: utiliza-se os mesmos elementos de fixaçãoda telha. Não fixar na calha (Figura 11). 19
  19. 19. APLICAÇÕES E SUGESTÕES DE MONTAGENS Pingadeira para fechamento lateral Figura 12 PINGADEIRA Utiliza-se como acabamento da telha na base in- PARA FECHAMENTO ferior do fechamento lateral, ou quando existirem LATERAL aberturas (vãos). Tem função estética e de nivela- mento. Fixação: utiliza-se a mesma fixação que prende a telha. Caso a aba não chegue até a longarina, utilizar 1 elemento a cada 50cm (Figura 12). Rufo-chapéu É utilizado em topos de fechamentos laterais mais Figura 13 RUFO-CHAPÉU altos que a cobertura ou até mesmo para acaba- mento e vedação no topo das alvenarias. Normalmente é aplicado diretamente sobre os rufos de topo ou rufo lateral inferior e a lateral (Figura 13). Quando existir uma diferença acima da sobrepo- Figura 14 RUFO-CHAPÉU sição das abas dos dois elementos, recomenda- se a aplicação de telhas entre as duas peças, obtendo-se o fechamento interno. Fixação: utiliza-se um elemento a cada 50cm (Figura 14). Requadro Figura 15 REQUADRO Utilizado para acabamento da telha no fecha- mento lateral ou quando existirem aberturas ou vãos (Figura 15). Canto externo Canto interno É utilizado para arrematar os cantos externos dos Utiliza-se em cantos internos dos fechamentos la- fechamentos laterais. terais. Fixação: utiliza-se um elemento a cada 50cm em Fixação: utiliza-se um elemento a cada 50cm da cada aba (Figura 16). aba (Figura l7). Figura 16 CANTO EXTERNO Figura 17 CANTO INTERNO20
  20. 20. SUGESTÕES DE FIXAÇÃO Fixação Gancho Figura 18 Empregados nas coberturas em estruturas FIXAÇÃO TELHA/TERÇA DE AÇO telha/terça metálicas ou em concreto. Para garantir aperto e Para que se tenha um vedação adequados, deve-se empregar calço entre a telha e a terça, goiva no modelo da telha, bom desempenho e arruelas e guarnição (Figura 18). segurança contra danos causados pela Parafuso de rosca soberba ação do vento em Empregados nas coberturas em estruturas coberturas e de madeira. fechamentos laterais Utiliza-se também os mesmos acessórios comple- de telhas de alumínio, mentares específicos para os ganchos (Figura 19). é necessário utilizar uma quantidade Parafuso autoatarraxante mínima de elementos Empregados para fechamentos laterais em estru- como acessórios de turas metálicas. fixação, tanto para Para garantir fixação e vedação adequadas, ételha/terça como para necessário que o parafuso tenha uma arruela de telha/telha. vedação em EPDM.Recomenda-se os tipos Para um per feito acabamento em telhas de conjuntos de pintadas, deve-se empregar, na cabeça do para- fixação e suas fuso, anilha plástica da cor da telha (Figura 20). aplicações mostrados ao lado. Estes acessórios de fixação poderão Figura 19 Figura 20 FIXAÇÃO TELHA/TERÇA DE MADEIRA PARAFUSO PARA FECHAMENTO LATERAL ser encontrados facilmente no mercado. Fixação Parafuso autoperfurante Emprega-se para fixação de costura das abas das telha/telha telhas entre as terças. É necessário que o parafuso tenha uma arruela de vedação em EPDM A para proporcionar estanqueidade à cobertura. O parafuso de costura deverá ser fixado na onda alta do recobrimento longitudinal na região entre terças (Figuras 21 e 21A). Inclinação A (mm) Abaixo 10% Até 500 Acima 10% Até 1.000 Figura 21 PARAFUSO PARA COBERTURA (COSTURA) Figura 21A FIXAÇÃO TELHA/TELHA (COSTURA) 21
  21. 21. SUGESTÕES DE VEDAÇÃO A vedação correta e Fechamento de onda externo bem aplicada contribui Figura 22 É utilizado em coberturas quando se utilizam cume- FECHAMENTO DE ONDA EXTERNO para a estanqueidade eiras ou rufos lisos, para evitar o retorno da água da cobertura. em chuvas de vento ou mesmo contra entrada de Em determinadas insetos (Figura 22). situações, deve-se empregar materiais compatíveis com as necessidades, conforme as aplicações ilustradas a seguir. Emprega-se os fechamentos de onda em coberturas e revestimento laterais. Estes acessórios de Fechamento de onda interno vedação poderão ser É indicado quando se utilizam pingadeiras em facilmente encontrados calhas e beirais (Figura 23). no mercado, e deverão apresentar os mesmos formatos das ondas das telhas. Figura 23 FECHAMENTO DE ONDA INTERNO Fita de vedação Figura 25 É utilizada nas regiões dos recobrimentos longitu- FITA DE VEDAÇÃO PARA SOBREPOSIÇÃO LONGITUDINAL dinais e transversais. Evita a entrada de água por capilaridade ou por transbordamento. Importante elemento para assegurar estan- queidade à cobertura. É utilizada tanto na sobreposição transversal, como na longitudinal das telhas (Figuras 24 e 25). Figura 24 FITA DE VEDAÇÃO PARA SOBREPOSIÇÃO TRANSVERSAL Massa de vedação Figura 26 É utilizada nas emendas de rufos e arremates de MASSA DE VEDAÇÃO PARA SOBREPOSIÇÃO cobertura para qualquer inclinação (Figura 26). DE RUFOS E ARREMATES22

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