O Cristianismo e as invasões bárbaras
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Por todo o Império Romano praticava-se o politeísmo (adoração de vários deuses),alguns deles
inspirados na civilização gre...
Com 33 anos, Jesus Cristo foi julgado e condenado à morte por Pôncio Pilatos mas a
sua mensagem continuou a ser espalhada ...
Com o tempo, e com cada vez mais seguidores que encaravam o cristianismo uma religião mais justa e
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A era cristã e a nova contagem do tempo
A religião cristã passou a ter uma enorme importância na História do Mundo. Por es...
O nascimento de Cristo começou a ser o ponto de referência para a contagem do tempo.
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Os Bárbaros
Os Romanos chamavam Bárbaros a todos os povos que viviam fora do seu império e que por isso não
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Bárbaros na Península Ibérica
Nos séculos V e VI formaram-se na Europa vários reinos bárbaros.
Na Península Ibérica formar...
Os Visigodos chegaram em força à Península Ibérica através dos Pirenéus, no princípio do século V. Vinham
em nome do imper...
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Cristianismo e invasões bárbaras

  1. 1. O Cristianismo e as invasões bárbaras Jesus Cristo nasceu há cerca de 2000 anos na Judeia, território pertencente, na altura, do império romano A partir do judaísmo, religião criada pelos Hebreus, há cerca de 4000 anos, Jesus Cristo apresentou-se como Filho de Deus , defendendo o Amor, Fraternidade e Igualdade entre todos os homens. Estes valores começaram a espalhar-se por todos os povos do Império Romano, sobretudo entre os mais pobres.
  2. 2. Por todo o Império Romano praticava-se o politeísmo (adoração de vários deuses),alguns deles inspirados na civilização grega. O próprio imperador romano tinha um culto próprio. Os cristãos eram monoteístas (adoravam um só Deus) e por isso não aceitavam esses deuses; por isso foram perseguidos e condenados, tal como já tinha acontecido com Jesus Cristo.
  3. 3. Com 33 anos, Jesus Cristo foi julgado e condenado à morte por Pôncio Pilatos mas a sua mensagem continuou a ser espalhada pelos seus apóstolos.
  4. 4. Com o tempo, e com cada vez mais seguidores que encaravam o cristianismo uma religião mais justa e humana, o imperador Constantino deu liberdade de culto aos cristãos (em 313, pelo édito de Milão). No ano 380, o imperador Teodósio declarou o cristianismo a religião oficial do Império Romano. O Cristianismo passou a ser um meio de união entre os vários povos pertencentes ao império romano, através da adoração de um único Deus. O livro sagrado do cristianismo é a Bíblia e Jerusalém é considerada uma cidade santa.
  5. 5. A era cristã e a nova contagem do tempo A religião cristã passou a ter uma enorme importância na História do Mundo. Por essa razão, o nascimento de Jesus Cristo passou a ser uma referência na contagem do tempo dando origem à Era Cristã. CONVERSÃO DE UM DETERMINADO ANO EM SÉCULO 1. Acrescenta-se uma unidade ao número das centenas. Ex. 1143 = 11 / 43 11 + 1 = 12 = século XII 2. Quando a data termina em dois zeros, o século é indicado pelo número das centenas. Ex. 1500 = 15 / 00 = século XV Na contagem do tempo utilizamos como unidades de medida: o ano = 365 dias. A década = 10 anos. O século = 100 anos O milénio = 1000 anos Ex: a- 1999: 19+1=20/ século XX b-1997: 19 + 1=20/século XX c- 1532: 15+1=16/século XVI d- 476: 4+1= 5 / século V e- 1888: 18+1=19/século XIX f- 1900: 19 / século XIX g- 1400: 14/século XIV h- 1411: 14 +1= 15/século XV i- 900: 9+1=10/século X
  6. 6. O nascimento de Cristo começou a ser o ponto de referência para a contagem do tempo. À esquerda estão assinalados os séculos antes do nascimento de Cristo (a.C.) ; à direita estão assinalados os séculos depois do nascimento de Cristo (d.C.). Nas datas antes do nascimento de Cristo, colocamos a.C. (antes de Cristo) depois da data. Exemplo: 634 a.C. Exemplo : 2004 ou 2004 d.C. Nas datas depois do nascimento de Cristo, podemos colocar ou não (não é obrigatório) d.C. (depois de Cristo). Contudo nem todos os povos usam o calendário cristão. Existe, por exemplo, o calendário judaico , ou o calendário muçulmano. Este último inicia-se no ano 622, ano que representa a fuga de Maomé, de Meca para Medina ( Hégira) ; Meca e Medina tornaram-se duas cidades sagradas para os Muçulmanos; o seu livro sagrado é o Corão.
  7. 7. Os Bárbaros Os Romanos chamavam Bárbaros a todos os povos que viviam fora do seu império e que por isso não falavam latim nem tinham costumes romanos. Alguns deles com o tempo foram-se instalando pacificamente no território romano. Os povos bárbaros eram de origem germânica e habitavam as regiões norte e nordeste da Europa e noroeste da Ásia, na época do Império Romano. Viveram em relativa harmonia com os romanos até os séculos IV e V da nossa era. Chegaram até a realizar trocas e comércio com os romanos, através das fronteiras. Muitos germânicos eram contratados para integrarem o poderoso exército romano. A convivência pacífica entre esses povos e os romanos durou até o século IV, quando uma horda de hunos pressionou os outros povos bárbaros nas fronteiras do Império Romano. Aproveitando a fraqueza em que se encontrava o império romano, alguns desses povos, invadiram-no no século V e Roma foi conquistada. Além da chegada dos hunos, podemos citar como outros motivos que ocasionaram a invasão dos bárbaros: a busca de riquezas, de solos férteis e de climas agradáveis. Nos séculos V e VI formaram-se na Europa vários reinos bárbaros. A invasão dos Hérulos decretou o fim do Império Romano, em 476.
  8. 8. Bárbaros na Península Ibérica Nos séculos V e VI formaram-se na Europa vários reinos bárbaros. Na Península Ibérica formaram-se dois reinos: Suevos, no Norte com a capital em Braga e Visigodos, no Centro e Sul com a capital em Toledo. Mais tarde, os Visigodos venceram os Suevos e passaram a dominar toda a Península Ibérica; este domínio durou quase 200 anos, até à invasão muçulmana. Estes povos embora diferentes, aceitaram e seguiram a cultura romana, caso da língua, o latim, a religião (cristianismo) e as leis. A mistura da cultura bárbara com a romana formou grande parte da cultura medieval, pois influenciou muitos hábitos ,aspetos políticos, artísticos e econômicos que permanecerão durante toda a Idade Média. Obs: À sua passagem, os Vândalos destruíam tudo o que encontravam. Daí o termo “vandalismo”, para o ato de destruir. Dentre os povos bárbaros, os hunos foram os mais violentos e ávidos por guerras e pilhagens cruéis com os inimigos. O principal líder deste povo foi Átila . Consequências das invasões bárbaras: - Fim do Império Romano do Ocidente; -Formação de reinos Bárbaros.
  9. 9. Os Visigodos chegaram em força à Península Ibérica através dos Pirenéus, no princípio do século V. Vinham em nome do imperador do Ocidente, Honório, com o propósito de estabelecer a ordem na Península, que, tinha sido invadida por Vândalos, Suevos e Alanos. Em 585, o reino visigótico uniu-se ao reino suevo. Para promover a união a nível religioso, o rei Recaredo em 587 tornou o catolicismo a religião oficial do Estado. No que diz respeito ao direito, a realeza esforçou-se pela unificação do direito romano com o visigótico. Assim, em 654 sai , o Liber Judiciorum, doze livros de leis inspiradas no direito romano. A monarquia visigótica era eletiva: o rei era escolhido pelos nobres, o que provocava grandes disputas entre as famílias mais poderosas, enfraquecendo a monarquia. Apesar de dominarem política e administrativamente o território peninsular, os Visigodos nunca foram capazes de realizar uma colonização efetiva, visto serem, em número, inferiores à restante população da região. O reino visigodo desapareceu após a invasão muçulmana da Península, em 711. Infopedia (adaptado ) http://www.infopedia.pt/$visigodos-na-peninsula-iberica

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