Simulação - Escritório de Projetos do Exército - EPEx

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Simulação - Escritório de Projetos do Exército - EPEx. Apresentação durante o Workshop de Simulação e Tecnologia Militar 2013.

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  • O PROTEGER tem por finalidade implantar no Exército o ...Importante salientarmos que, no presente projeto, os termos IEC e Estruturas Estratégicas são usados como sinônimos, em consonância com a terminologia adotada no Mosaico de Segurança Institucional da Presidência da República.
  • As ações contempladas no PROTEGER têm por objeto, dentre outros, a proteção de 56% da matriz energética e a base física responsável por mais de 92% do PIB nacional.Apenas para citarmos alguns exemplos da importância das IEC a serem protegidas, podemos identificar, no setor de Petróleo e ...
  • Simulação - Escritório de Projetos do Exército - EPEx

    1. 1. ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO SIMULAÇÃO 15 OUT 13
    2. 2. OBJETIVOS CONHECER A SITUAÇÃO ATUAL DOS PROJETOS ESTRATÉGICOS DO EXÉRCITO (PEE) E SUAS PRINCIPAIS DEMANDAS EM SIMULAÇÃO. APRESENTAR OPORTUNIDADES.
    3. 3. A NOVA FACE DA GUERRA OPERAÇÕES INTERAGÊNCIAS “Talvez a guerra não vos interesse, mas a guerra interessa-se por vós.” CORAÇÕES E MENTES (Trotsky) CIBERNÉTICA
    4. 4. MISSÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO Contribuir para a garantia da soberania nacional, dos poderes constitucionais, da lei e da ordem, salvaguardando os interesses nacionais, e cooperando com o desenvolvimento nacional e o bem-estar social. “Talvez a guerra não vos interesse, mas a - Para isto, preparar a Força Terrestre, mantendo-a em permanente estado de guerra interessa-se por vós.” prontidão. (Trotsky) A TRANSFORMAÇÃO DO EXÉRCITO NÃO MUDA A
    5. 5. SEMPRE SOMOS CHAMADOS PARA ATUAR “Talvez a guerra não vos interesse, mas a guerra interessa-se por vós.” (Trotsky) MAIOR APROXIMAÇÃO ENTRE O EXÉRCITO E A SOCIEDADE
    6. 6. ESTRUTURA DO EPEX Chefe Relações Institucionais Coordenação e Integração SISFRON Gen Oliveira GUARANI Cel Ruffo Assistente CALC PROTEGER Gen Iasbech Def AAe Gen Márcio Astros 2020 Gen Barreto PPP Cel LEONEL Defesa Cibernética Gen José Carlos Recuperação Capacidade Operacional 4a SCh EME
    7. 7. SISFRON SISTEMA INTEGRADO DE MONITORAMENTO DE FRONTEIRAS SENSORES
    8. 8. SISFRON SENSORES “ Talvez DECISORES a guerra COMANDO E CONTROLE ATUADORES não vos interesse, mas a guerra interessase por vós.” COMANDO E CONTROLE (Trotsky) LOGÍSTICA SENSORIAMENTO PROCESSAMENTO, COMPARAÇÃO E DECISÃO AÇÃO
    9. 9. PEE SISFRON VETORES JÁ INCLUÍDOS NO PILOTO - Sensores óticos e optrônicos (*) - Radares de vigilância terrestre (*) - Sensores eletromagnéticos (*) - Equipamentos e Sistemas de comunicações táticas (*) - Equipamentos e Sistemas de comunicações estratégicas (*) - Equipamentos e Sistemas de comunicações por satélite (*) - Sistemas de apoio à decisão (*) - Centros de comando e controle (*) - Sistema de logística integrada - Sistemas de apoio à atuação - Obras de infraestrutura (*) Pouca ou nenhuma produção no País
    10. 10. OPTRÔNICOS
    11. 11. RADAR DE VIGILÂNCIA TERRESTRE
    12. 12. SENSORIAMENTO ELETROMAGNÉTICO
    13. 13. C O M U N I C AÇ Õ E S TÁT I C A S
    14. 14. COMUNICAÇÕES POR SATÉLITE Star One C2 Star One C1 Móvel / S-394 Transportável Banda: Portátil X ERJ X X C ECB Ku
    15. 15. COMUNICAÇÕES ESTRATÉGICAS ork(s) ht Netw ig e Of S ity Lin apac High C
    16. 16. CENTRO DE COMANDO MÓVEL
    17. 17. PEE SISFRON OUTROS VETORES PREVISTOS - Sistemas de Apoio às Atividades de Inteligência - Sistemas de Geoinformação (*) - Equipamentos de varredura de cargas (*) - Sistemas de Radares de Vigilância a Baixa Altura (*) - Sistemas de ARP (Aeronaves Remotamente Pilotadas) (*) - Sistemas de Aeróstatos (*) - Sistemas de Aeronaves de Asa Fixa (pequeno porte) (*) Pouca ou nenhuma produção nacional
    18. 18. CONCLUSÃO A implantação do SISFRON demandará à indústria nacional, e ao Sistema de C&TI, incremento na capacidade de desenvolvimento e produção de:  Optrônicos com capacidades, inclusive, de visão (intensificadores de luz, termais e termais multifuncionais); noturna  Radares;  Sensores de sinais eletromagnéticos;  Equipamentos de comunicações (táticas, estratégicas e satelitais);  Aeronaves Remotamente Pilotadas e Aeróstatos;  Softwares para as áreas de defesa e segurança (comando e controle, geoinformação e simulação);  Componentes eletrônicos complexos (microeletrônica);  Veículos e embarcações especiais;  Materiais de apoio à atuação, que atualmente são importados, como cozinhas móveis e equipamentos de varredura de cargas .
    19. 19. Implantar no Exército Brasileiro o Sistema Integrado de Proteção das Estruturas Estratégicas Terrestres. Base para permanente cooperação interagências. Ampliará capacidades do EB para a Proteção da Sociedade. BRICS
    20. 20. PROTEGER Proposta do CCOTI BRASIL
    21. 21. PROTEGER CCOTI Móvel
    22. 22. PROTEGER ENTREGAS 8 Vtr 5 Ton - C2 - Cmdo Op Esp  Rádios UHF – Grupo I - 15 Bda Inf Mec Vtr Furgão C2 – Cmdo Op Esp
    23. 23. De postura reativa para atitude preventiva. De cooperação episódica para permanente. Novas capacidades para novos desafios de um País potência.
    24. 24. PROJETO ESTRATÉGICO DO EXÉRCITO DEFESA ANTIAÉREA
    25. 25. SISTEMA DE DEFESA ANTIAÉREA (COMPOSIÇÃO) DE ARMAS SISTEMAS DE COMUNICAÇÕES DE CONTROLE E ALERTA DE APOIO LOGÍSTICO
    26. 26. DEFESA ANTIAÉREA ENTREGAS: - COAAe de Seção (pronto) - COAAe de Bateria, Grupo e Bda (a serem desenvolvidos) - Míssil terra-ar - Sistema Gepard - Radar Saber M-60 (pronto) - Radar M-200 (Vigilância e Multimissão)
    27. 27. SIMULAÇÃO Simulador do Msl Igla (EXISTE) Simulador do Sistema GEPARD (EM DESENVOLVIMENTO) Simulador do Radar SABER M60 (EM DESENVOLVIMENTO) Simulador de C² de AAAe (EM DESENVOLVIMENTO)
    28. 28. DEFESA ANTIAÉREA INTERESSES/OPORTUNIDADES: - Sistemas de Simulação e estruturas físicas para simulação do Sistema como um todo e dos materiais específicos - Softwares e estruturas móveis de COAAe de escalões Unidade e Brigada - Integração de sistemas complexos
    29. 29. A DISSUASÃO EXTRARREGIONAL PARA A DEFESA DO BRASIL.
    30. 30. O QUE TEMOS UM GRUPO DE LANÇADORES MÚLTIPLOS DE FOGUETES QUE EMPREGA FOGUETES DE SATURAÇÃO DE ÁREA
    31. 31. O QUE QUEREMOS ATÉ 2019 – ATINGIR O OBJETIVO ESTRATÉGICO – CONTRIBUIR COM A DISSUASÃO EXTRARREGIONAL. O QUE BUSCAMOS – DOIS GRUPOS DE MÍSSEIS E FOGUETES QUE EMPREGUEM MÍSSEIS COM PRECISÃO E ALCANCE DE 300 KM QUE EMPREGUEM FOGUETES GUIADOS COM ELEVADA PRECISÃO
    32. 32. ASTROS 2020 ENTREGAS Desenvolvimento de: - Míssil AV-TM 300 (alcance 300km) - Foguetes guiados SS-40, com precisão quatro vezes superior aos atuais. - 9 Vtr ASTROS MK6
    33. 33. Vtr ASTROS MK3 (modernizada) Vtr ASTROS MK3 (atual)
    34. 34. Uma nova família de blindados de rodas Fortalecimento das ações do Estado na segurança e defesa do País Propriedade intelectual do Exército “royalties”
    35. 35. AQUISIÇÕES LOTE PILOTO PROTÓTIPO ESTUDOS DE VIABILIDADE LOTE DE EXPERIMENTAÇÃO DOUTRINÁRIA
    36. 36. USIMINAS CBC IVECO PARCEIROS ARES AEL
    37. 37. Conclusão Demanda por: simulação virtual e sintética para veículos terrestres.
    38. 38. DEFESA CIBERNÉTICA Coordenar e integrar a estruturação do Setor Cibernético no MD
    39. 39. DEFESA CIBERNÉTICA ENTREGAS Centro de Defesa Cibernética RDS Rádio Definido por Software ANTIVÍRUS “DEFESA – BR” CAPACITAÇÃO DE RH
    40. 40. DEFESA CIBERNÉTICA PROGRAMAS DE INTERESSE SOLUÇÕES DE AMBIENTES COMPUTACIONAIS SISTEMA MODULAR DE DEFESA CIBERNÉTICA (HARPIA) SOFTWARE TRANSVERSAL https://jt-eb-sepin.dciber.unb.br
    41. 41. DEFESA CIBERNÉTICA ENTREGAS COMPUTADOR DE ALTO DESEMPENHO (IME) SIMULADOR DE GUERRA CIBERNÉTICA (CComGEx) Oportunidade: 2ª fase em breve LABORATÓRIOS DE TIC NA AMAN E EsPCEx
    42. 42. PPP – Sistemas de Simulação AGEFROT - Condução de veículos automotores - Manutenção de viaturas - Gerenciamento de frota Fz IMBEL - Armas Leves e Armas Portáteis
    43. 43. Inibir a ocorrência de crises e colaborar com a garantia do patrimônio. Combater ilícitos transfronteiriços e aumentar a segurança nos centros urbanos. Incrementar a exportação de bens e serviços com alto valor agregado Fortalecer a Base Industrial de Defesa ( BID ) Cooperar com ações governamentais de proteção das estruturas estratégicas terrestres, também denominadas infraestruturas críticas. Proporcionar maior respaldo à Política Exterior Incrementar a independência tecnológica. Diversificar a pauta de exportações. Reestruturar a Indústria Nacional de Defesa Dominar tecnologias sensíveis Organizar Força de Contingência pronta e à altura dos desafios do Brasil. Incrementar a interoperabilidade dos órgãos governamentais. Possibilitar a proteção do “core” da geração de riquezas do País. Capacitar a indústria e mão-de-obra brasileiras Proteger os serviços essenciais à população e ao desenvolvimento nacional. Ampliar a integração nacional Fortalecer o modelo sustentável - uso DUAL da tecnologia Impulsionar o envolvimento dos institutos tecnológicos e entidades acadêmicas
    44. 44. PARA LEVAR - EXISTÊNCIA DE PROJETOS (alta execução orçamentária, forte viés de C&TI, duais e com benefícios sociais) - OPORTUNIDADES PARA SIMULAÇÃO - ENTRADA NO PAC (GUARANI, SISFRON e ASTROS) - RISCOS POSITIVOS e NEGATIVOS
    45. 45. www.epex.eb.mil.br
    46. 46. ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO SIMULAÇÃO OUT 13

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