Filosofia- Violencia Urbana

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Filosofia- Violencia Urbana

  1. 1. Alunos: Ana Paula Da Silva Nathalia Wiriki
  2. 2. Violência Urbana A violência urbana é o termo usado para designar ataques relativamente sérios á lei e á ordem publica que vêem a violência se exprimir em uma ou mais cidades de um ou mais países.
  3. 3. Três grandes características do que se chama, Violência Urbana.  Sua antiguidade relativa, como nos Estados Unidos.  Sua irrupção esporádica em períodos e em cidades diferentes.  A incapacidade aparente das autoridades para compreende- las, e assim combatê-las .
  4. 4. A interiorização da violência pela urbanização A violência em geral cobre uma diversidade de comportamentos ou atos individuais,interpessoais ou mesmo coletivos. De uma época como de sociedade á outra, como recordado pelo filosofo Três Michaud, as formas de violência empregadas e sua intensidade variam.
  5. 5. A repreensão da violência ás margens da cidade  As violências urbanas não as, por assim dizer mais do que violências suburbanas, em todo o caso, que exclui- se da definição as violências perpetuadas no seio de manifestações que reivindicam quanto a elas logicamente uma maior visibilidade no centro da cidade a violência se encontra no coração mesmo da cidade pelo fato que fato que esta ultima é o centro do poder político a derrubar. Para o político, que é tentado a pensar a violência como contagiosa esta aposta na separação e classificação dos individuos elegendo a forma- prisão como modelo ideal de controle desde os finais do século XVIII, segundo Foucault.
  6. 6. As dificuldades de propor uma resposta pública:  As dificuldades de intervenção frente á violência urbana. Na medida em que o estado se define no sentido WEBERIANO como uma empresa de monopolização da violência física e legitima, a irrupção das violências urbanas é particularmente grave do ponto de vista do político; ela põe em duvida a capacidade das instituições estatais a defender seus cidadãos, que é a base do pacto social, a promessa do ESTADO.
  7. 7. A escolha de combater os efeitos da violência, notadamente o sentido de insegurança Contrariamente aos outros tipos de violências civis as violências urbanas implica conseqüências para além das suas vitimas, diretas. A nossa relação para com a realidade violenta não passa somente por parte dela pela experiência direta que temos:passa também doravamente pelos testemunhos e as informações que recebemos, notadamente pela mídia, mas também pelas empresas de segurança que tem também grande interesse á acentuar nossa percepção da violência, já que a segurança representa um mercado conseqüente .
  8. 8. Do ponto de vista político, na medida onde ele concerne ás massas, o sentimento de insegurança ligada ás violências urbana é talvez mais importante que a violência e a degradação elas- mesmas, pois ele é a primeira força que determina o voto securitário, além da violência real. O político procura assim a medi-lo em seguida á faze- lo eventualmente recuar, o que pode ocasionar problemas complexos, deve- se colocar as forças de policia lá onde verdadeiramente ela é necessária ao risco de fazer temer o abandono do resto da população.
  9. 9. Conclusão As maiorias das sociedades comporta subgrupos onde o nível de violência é sem medida com aquele da sociedade ou, ao menos com avaliações comuns que prevalecem lá tal é o caso dos grupos militares, das gangs de jovens ou das equipes esportivas. As vitimas diretas ou indiretas dessas violências sofrem freqüentemente menos com a dor infligida que com a sua incapacidade de reagir de maneira apropriada á violência que é involuntariamente imposta, isto é,geralmente, pela violência.
  10. 10. referenciais  https;//pt,wikipedia.org/wiki/violencia_urbana

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