Movimentos de libertação colonial

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AULA DE HISTÓRIA.

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Movimentos de libertação colonial

  1. 1. PROFº WILTON REIS
  2. 3. <ul><li>I.Movimentos de Libertação Colonial </li></ul><ul><li>* Inconfidência Mineira (1789) </li></ul><ul><li>Conjuração Baiana (1798) </li></ul>
  3. 4. a) Transformações ocorridas no Séc. XVIII 1. No Mundo * Revolução Industrial * Independência dos EUA * Revolução Francesa * Idéias anti mercantilistas (Liberalismo Econômico): - Não admitiam o monopólio comercial . - Não admitiam o sistema colonial - Não admitiam o controle da economia pelo Estado -Liberdade internacional do comércio
  4. 6. 2. No Brasil * Época da mineração * Desenvolvimento da colônia * Aumento do mercado consumidor interno * Surgimento da classe média urbana * Movimentos de libertação colonial
  5. 8. II. Inconfidência Mineira - Vila Rica 1. Causas que provocaram: * Criação de novas casas de fundição * Proibição da circulação de ouro em pó * Proibição de indústrias * Idéias de libertação * Derrama
  6. 10. 2. Planos inconfidentes: * Proclamar uma República *Serviço militar obrigatório * Criação de indústrias * Criação de uma Universidade em Vila Rica
  7. 14. 3. Causas do fracasso: *Falta de preparo dos inconfidentes *Traições *Falta de apoio popular
  8. 15. E sta é a reprodução facsimilar (veja também a transcrição do texto ) da carta em que Joaquim Silvério dos Reis denunciou ao Visconde de Barbacena os planos dos Inconfidentes liderados por Tiradentes :
  9. 19. III.Conjuração Baiana - Salvador 1. Causas que provocaram: * Exploração abusiva da Metrópole * Marginalização e opressão da população de Salvador * Preconceito racial e social
  10. 23. Ao mesmo tempo, as notícias do êxito alcançado nos processos de independência dos Estados Unidos e Haiti, e a deflagração da Revolução Francesa trouxe junto os ideais de liberdade e igualdade defendidos pelo pensamento iluminista. Empolgados com tais processos revolucionários, alguns representantes dos setores médios e das elites ligados à maçonaria montaram uma sociedade secreta denominada “Cavaleiros da Luz”. Durante suas reuniões os cavaleiros da luz discutiam a organização de um movimento anticolonialista e a criação de um novo governo baseado em princípios republicanos e liberais. Podemos dizer que a participação dos Cavaleiros da Luz foi relativamente limitada. Muitos de seus integrantes não concordavam nas discussões de cunho social, como no caso da abolição da escravidão. Paralelamente, seus participantes distribuíam panfletos convocando a população a se posicionar contra o domínio de Portugal. Com a delação do movimento, seus representantes foram presos pelas autoridades coloniais.
  11. 24. 2. Planos Alfaiates: * Fim dos privilégios * Igualdade de raça e de cor * Fim da escravidão *Aumentar a remuneração dos soldados *Abrir os portos brasileiros aos navios de todas as nações * Melhorar as condições gerais de vida do povo.
  12. 25. Cipriano Barata: Foi provavelmente quem redigiu o manifesto ao povo, que conclamava o povo baiano a revolução, sendo preso por isso. Revolucionário infatigável, Barata ainda participaria da Revolução Pernanmbucana de 1817
  13. 26. Bandeira da Conjuração Baiana. Suas cores inspiraram as da bandeira do atual Estado da Bahia
  14. 27. Panfleto da revolta de 1798 Arquivo Público da Bahia
  15. 31. João de Deus Lucas Dantas Luís Gonzaga das Virgens Manuel Faustino Entre as lideranças do movimento, destacaram-se os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira (este com apenas 18 anos de idade), além dos soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga das Virgens, todos mulatos. Todos os enforcados eram pardos, jovens, sendo dois soldados e dois alfaiates. Os heróis e mártires da Revolução foram: Manuel Faustino dos Santos Lira, pardo, forro, alfaiate, 18 anos; Lucas Dantas de Amorim Torres, pardo, liberto, soldado e marceneiro, 24 anos; João de Deus do Nascimento, pardo, livre, alfaiate, 27 anos; Luiz Gonzaga, pardo, livre, soldado, 36 anos. O pardo, escravo, lavrante, 32 anos, Luis Pires, escapou de ser preso. Seria enforcado.
  16. 32. Todos os enforcados eram pardos, jovens, sendo dois soldados e dois alfaiates. Os heróis e mártires da Revolução foram: Manuel Faustino dos Santos Lira, pardo , forro, alfaiate, 18 anos; Lucas Dantas de Amorim Torres, pardo , liberto, soldado e marceneiro, 24 anos; João de Deus do Nascimento, pardo , livre, alfaiate, 27 anos; Luiz Gonzaga, pardo , livre, soldado, 36 anos. O pardo, escravo, lavrante, 32 anos, Luis Pires, escapou de ser preso. Seria enforcado.
  17. 33. COLÉGIO ADVENTISTA DE SALVADOR PROFº WILTON REIS

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