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Terapia do perdão

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Terapia do perdão

  1. 1. TODOS QUEREMOS PAZ e FELICIDADE. Como reagimos aos acontecimentos e às ações dos outros? E às nossas?
  2. 2. NOSSAS ATITUDES Como são tomadas? . De acordo com nossa capacidade de percepção/interpretação . De acordo com nosso momento
  3. 3. NÓS . Damos o que temos . Fazemos o que podemos Respeito às nossas limitações mentais, emocionais e espirituais, bem como às dos outros.
  4. 4. Quando alguém pede “desculpa” é porque reconhece seu erro, seu equívoco. MAS, tem pessoas que a cada momento e de forma irrefletida usam a palavra “desculpa”...
  5. 5. DIFERENCIAR “desculpa social”, que é impensada, da “boca pra fora” da “desculpa conscientizada”, que revela arrependimento.
  6. 6. PERDOAR e DESCULPAR é bom e saudável, mas desculpar indefinidamente os erros alheios (e nossos) pode ser muito perigoso.
  7. 7. PERDOAR não é apoiar comportamentos que nos tragam dores físicas ou morais; não é ser conivente com as condutas inadequadas de parentes e amigos.
  8. 8. NÃO CONFUNDIR o “ato de perdoar” com a negação dos próprios sentimentos, emoções e anseios, reprimindo mágoas e usando supostamente o “perdão” como desculpa para fugir da realidade...
  9. 9. Se algo nos incomoda, não podemos fingir que tudo está bem, nem ficarmos retidos em acontecimentos passados, que nos impedem de nos renovar, de crescer.
  10. 10. Quando NÓS precisamos do perdão dos outros... TAMBÉM ESTAMOS em processo evolutivo, somos vulneráveis, falíveis... Erros e acertos fazem parte da aprendizagem...
  11. 11. Quem não consegue perdoar a si mesmo é incapaz de perdoar aos outros por exigir de si e deles um comportamento perfeito que não condiz com nosso nível evolutivo.
  12. 12. William Shakespeare disse: “guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra”. A incapacidade de perdoar é se envenenar aos pouquinhos enquanto a vida do agressor continua a fluir normalmente.
  13. 13. Sobre nossa tendência de repisar os erros e as faltas alheias, ensina Hammed: “... se quisermos saúde e paz, libertemo-nos desses fardos pesados, que nos impedem de voar mais alto, para as possibilidades do perdão incondicional”.

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