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  1. 1. 95 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 GESTÃO INTEGRADA EM SÁUDE, MEIO AMBIENTE EGESTÃO INTEGRADA EM SÁUDE, MEIO AMBIENTE EGESTÃO INTEGRADA EM SÁUDE, MEIO AMBIENTE EGESTÃO INTEGRADA EM SÁUDE, MEIO AMBIENTE EGESTÃO INTEGRADA EM SÁUDE, MEIO AMBIENTE E SEGURANÇA: UMA EXPERIÊNCIA EM INSTITUIÇÃOSEGURANÇA: UMA EXPERIÊNCIA EM INSTITUIÇÃOSEGURANÇA: UMA EXPERIÊNCIA EM INSTITUIÇÃOSEGURANÇA: UMA EXPERIÊNCIA EM INSTITUIÇÃOSEGURANÇA: UMA EXPERIÊNCIA EM INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PRIVDE ENSINO SUPERIOR PRIVDE ENSINO SUPERIOR PRIVDE ENSINO SUPERIOR PRIVDE ENSINO SUPERIOR PRIVADADADADADAAAAA LLLLLERIANEERIANEERIANEERIANEERIANE SSSSSILILILILILVVVVVAAAAA CCCCCARDOZOARDOZOARDOZOARDOZOARDOZO HHHHHUMBERTOUMBERTOUMBERTOUMBERTOUMBERTO DOSDOSDOSDOSDOS SSSSSANTOSANTOSANTOSANTOSANTOS FFFFFILHOILHOILHOILHOILHO Resumo:Resumo:Resumo:Resumo:Resumo: O presente artigo discorre sobre a importância do papel da Instituição de Ensino Superior – IES - no contexto do desenvolvimento sustentável e a necessária adoção de práticas sustentáveis em seus campi, a partir da dimensão ambiental à social e econômica. Neste sentido, será apresentado um programa de responsabilidade socioambiental implementado e desenvolvido em uma rede de ensino superior privada no estado da Bahia, a partir do envolvimento de 05 (cinco) unidades presenciais. O programa trata-se da Gestão Integrada em Saúde, Meio ambiente e Segurança, também denominado FTC Verde. Reflete uma tendência de IES estrangeiras pesquisadas e assume especial relevância ao abordar a temática ambiental no contexto das IES, sendo acrescido da importância de adoção de práticassustentáveis,endossandoumapreocupaçãomundialnocontextodagestão educacional. Em relação aos procedimentos metodológicos adotados, quanto aos objetivos, esta pesquisa classifica-se como exploratória, quanto ao design, como pesquisa-ação, tendo utilizado o grupo focal como recurso metodológico. Os resultados apresentados refletem um compromisso institucional e adesão ao programa pela comunidade interna, de forma gradual. Palavras-chave:Palavras-chave:Palavras-chave:Palavras-chave:Palavras-chave: Desenvolvimento Sustentável; Instituição de ensino superior; Gestão integrada; Responsabilidade ambiental. Abstract:Abstract:Abstract:Abstract:Abstract: This article addresses the role of Instituições de Ensino Superior-IES (Institutions of Higher Education-IHE) in the context of Sustainable Development and the need for adopting sustainable practices in their campuses, stemming from theenvironmentalscopetosocialandeconomicdimensions.Inthatsense,aprogram of social-environmental responsibility will be presented. The program has been implemented and was developed by a private institution of higher education in the State of Bahia (Brazil), and started by involving 5 mortar-and-brick units. The program is called “Gestão Integrada em Saúde, Meio Ambiente e Segurança” (Integrated Management in Health, Environment and Safety) or “FVC Verde” (FTC Green). It reflects a trend among foreign IHEs researched and takes on special relevance with
  2. 2. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 96 GESTÃO INTEGRADA its approach to the environment in the context of those IHEs; it also addresses the importance of adopting sustainable practices while endorsing worldwide concerns within the context of educational administration. Regarding methodological procedures adopted as they relate to objectives, this research is classified as “exploratory;” regarding its design it is classified as “active-research” since it used focus groups as one of its methodological resources. The results herein reflect an institutional commitment and a gradual adherence to the program by the internal community. Key-works: Environmental Responsibility; Institutions of Higher Education; Integrated Management; Sustainable Development. 1 INTRODUÇÃO1 INTRODUÇÃO1 INTRODUÇÃO1 INTRODUÇÃO1 INTRODUÇÃO Este trabalho visa apresentar a relevância de adoção de práticas sustentáveis no contexto das Instituições de Ensino Superior – IES –, posicionando-as como agente ativo e co-responsável pelas mudanças requeridas e indispensáveis ao meio ambiente. Neste sentido, assumem grande importância os modelos de gestão em IES que contemplam a dimensão ambiental, refletindo, assim, uma forte tendência do segmento educacional, a exemplo de realidades em demais segmentos do mercado. Acentuadamente,discussõesmundiaissobreDesenvolvimentoSustentável – DS – têm recebido inestimável (e justificável) atenção nas últimas décadas, em especial, após os graves acidentes registrados na nossa história, evidenciando a problemática e os conflitos ambientais. Com a realização da Conferência RIO-92, o teor dos debates clarificou sobre os diversos alertas propagados anteriormente em outras conferências, requerendo que medidas fossem adotadas, em caráter de urgência, a fim de conter graves danos ambientais ao planeta e à sobrevivência das espécies, sobretudo humana. Neste sentido, governo, iniciativa privada e sociedade foram conclamados a assumir suas responsabilidades em relação à temática ambiental e, neste escopo, insere-se a relevância das IES no contexto. Este trabalho contempla a inserção da temática ambiental no cenário de uma IES no âmbito de sua política institucional, descrevendo as fases de concepção, implementação e desenvolvimento de um programa de responsabilidade socioambiental, cuja natureza corresponde a Gestão Integrada em Saúde, MeioGestão Integrada em Saúde, MeioGestão Integrada em Saúde, MeioGestão Integrada em Saúde, MeioGestão Integrada em Saúde, Meio
  3. 3. 97 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 ambiente e Segurança – GISMS.ambiente e Segurança – GISMS.ambiente e Segurança – GISMS.ambiente e Segurança – GISMS.ambiente e Segurança – GISMS. A IES retratada é a rede de ensino Faculdade de Tecnologia e Ciência – FTC em suas seis unidades presenciais de ensino localizadas nas cidades de Salvador (duas unidades), Feira de Santana, Jequié, Itabuna e Vitória da Conquista, cujo início deu-se em abril de 2007, assumindo, assim, caráter contínuo e permanente desde então. Aestruturadesteartigocontemplabreveexplanaçãoteóricaafimderevelar a congruência dos temas abordados, seguida da apresentação da metodologia, da instituição pesquisada e da pesquisa, propriamente dita, de forma resumida, destacando as fases desde sua concepção ao desenvolvimento. Ao final, são registrados alguns significativos resultados, a fim de caracterizar abrangência do programa. 2 DESENV2 DESENV2 DESENV2 DESENV2 DESENVOLOLOLOLOLVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTO SUSO SUSO SUSO SUSO SUSTENTÁVEL E O PTENTÁVEL E O PTENTÁVEL E O PTENTÁVEL E O PTENTÁVEL E O PAPEL DAPEL DAPEL DAPEL DAPEL DASASASASAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIORINSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIORINSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIORINSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIORINSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Adentrar na discussão sobre meio ambiente, responsabilidades da IES e gestão ambiental e integrada perpassa pelo compromisso de registrar alguns acontecimentos marcantes, em especial, a partir da década de 70, e que resumidamente serão elencados a fim de melhor contextualizar sobre DS. Clube de Roma – 1971: teve como discussões o progresso econômico, evidenciandoosriscosambientais,e,deacordocomrelatórioLimitesdeCrescimento Econômico,umagrandepreocupaçãocomoestrangulamentodaofertadematérias- primas e as consequências da expansão industrial, bem como as diferentes formas de poluição das atividades industriais. (BURSZTYN, BURSZTYN, 2006). Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (Conferência de Estocolmo) – 1972: refletiu a forte preocupação mundial com os riscos da degradação do meio ambiente e pode ser compreendida como o primeiro fato internacional em questões ambientais1 . (MARCOVITCH, 2005). Importante registro feito por Brunacci e Philippi Jr (2005, p. 260) ao citarem Leff (2001) sobre o princípio que serviria de raiz à proposta de DS, em 1987: “O homem é, a um tempo, resultado e artífice do meio que o circunda, o qual lhe dá sustento material e o brinda com a oportunidade de desenvolver-se”. Conceito de Ecodesenvolvimento – 1973: defendido por Strong, constituiu- se numa proposta alternativa à política do desenvolvimento, ao defender a dissociação entre os países centrais, superdesenvolvidos, dos periféricos, subdesenvolvidos, a fim de que estes pudessem buscar o seu desenvolvimento.
  4. 4. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 98 GESTÃO INTEGRADA Declaração de Cocoyok – 1974: discussão sobre desenvolvimento e meio ambiente. Problema causado ao meio ambiente não é de responsabilidade apenas dos países subdesenvolvidos (BRÜSEKE, 1995). Relatório da fundação Dag-Hammarskjöld – 1975: buscou avaliar a problemática do abuso de poder e a relação com a degradação ecológica. Relatório Brundtland – 1987: apontava para a desigualdade existente entre países e a pobreza como uma das principais causas dos problemas ambientais (SEIFFERT, 2007). Esse relatório contribuiu para disseminar o conceito de DS, sendo aquele que satisfaz às necessidades do momento presente sem comprometer a condição de as gerações futuras também satisfazerem as suas necessidades. Bursztyn e Bursztyn (2006) esclarecem que esta definição estava ancorada em dois conceitos- chave: necessidades, prioritariamente, as necessidades essenciais da população pobre do mundo, e a noção das limitações à tecnologia e à organização social em relação ao meio ambiente, comprometendo as condições de atender necessidades atuais e futuras. Contudo, apenas na Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – UNCED –, também denominada Rio-92, ocorrida no Rio de Janeiro em 1992, é que de fato houve grande representatividade mundial, com participação de 182 países (SEIFFERT, 2007). A Rio-92 teve como finalidade maior discutir temas ambientais globais e sugerir soluções (BRÜSEKE, 1995) e, como resultados, aprovou cinco acordos oficiais internacionais (SEIFFERT, 2007, p.16): a) Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento; b) Agenda 21 e os meiosparasuaimplementação;c)Convenção–Quandosobremudançasclimáticas; d) Convenção sobre Diversidade Biológica; e e) Declaração de Florestas. Em relação à Gestão Ambiental, Seiffert (2007, p.16) acrescenta que dois importantes documentos resultaram da Rio-92: a Agenda 21 e as normas da série ISO 14.000. “A Agenda 21 permite uma atuação em nível macro, através do estabelecimento de diretrizes gerais, para processos de gestão em nível federal, estadual e municipal”, e as normas da série ISO 14.000, representam importante função no contexto micro, em nível organizacional. Sachs (1997) enfatiza que a Rio-92 limitou-se a pedir aos Estados-Nação que diminuam ou eliminem padrões não-sustentáveis de produção e consumo, e que não foram estabelecidas ações eficazes para um desenvolvimento econômico generalizado e o DS do planeta. Atualmente, acrescenta o autor, DS tem sido apresentado de maneira a fazer com que a sociedade repense nas formas de utilização dos recursos disponíveis, salientando a preocupação com a variável temporal, contemplando as dimensões social, econômica e ambiental, intimamente entrelaçadas.
  5. 5. 99 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 A Rio-92 contribui para uma visão mais crítica da sociedade em relação às organizações, requerendo compromissos socioambientais incorporados ao negócio (DONAIRE, 1999; SALGADO; CANTARINO, 2006). No contexto educacional, as Universidades estiveram esquivadas de responsabilidades relativas ao DS (KRAEMER, s.d.) até a Rio-92 quando a Organização das Nações Unidas manifestou, ainda que discretamente, a intenção destas assumirem seu papel na sociedade. Com esse objetivo, a Agenda 21 registrou, em seus capítulos, o papel da comunidade científica e tecnológica (cap. 31), necessidade de transferência de tecnologia ambientalmente saudável, incentivando a cooperação e o fortalecimento institucional (cap. 34), a ciência para oDS,incentivandoaproduçãoedivulgaçãodeconhecimento(cap.35),eapromoção do ensino, da conscientização e do treinamento atribuiu atenção especial à Educação Ambiental (cap. 36). (KRAEMER, s.d; SEIFFERT, 2007). Embora a Rio-92 tenha sido decepcionante em relação à fraca participação das Universidades (TAUCHEN, BRANDLI, 2006), a provocatória da ONU a essas surtiu efeito e, em resposta, as Universidades promoveram encontros e conferências, produzindo declarações importantes (KRAEMER, s.d; TAUCHEN, BRANDLI, 2006; CARDOZO, SANTOS FILHO, 2009), iniciando um movimento em favor de práticas sustentáveis, a exemplo da Declaração de Swansea (1993) – incentivarUniversidadesareveremsuasprópriasoperaçõespararefletirasmelhores práticas sustentáveis; da Declaração de Kyoto (1993) - encorajar as Universidades a reverem as suas próprias operações por forma a refletir as melhores práticas de DS; e da Carta Copernicus (1993) – implementar práticas ambientalmente responsáveis pelas e nas unidades a partir da promoção da gestão ambiental das Universidades e promoção de padrões sustentáveis de produção e consumo nas Universidades. (KRAEMER, s.d). Existem duas correntes de pensamento acerca do papel da IES no DS, sendo a primeira a que destaca a educação para o DS mediante ensinamentos, a fim de contribuir com a qualificação dos egressos, fomentando a necessidade de inserir em suas práticas profissionais as questões relacionadas ao meio ambiente, e a segunda propõe a adoção de práticas de sustentabilidade da IES, como modelo e exemplo de práticas de gestão sustentável (TAUCHEN; BRANDLI, 2006; TAUCHEN, 2007). 3 GES3 GES3 GES3 GES3 GESTÃO AMBIENTTÃO AMBIENTTÃO AMBIENTTÃO AMBIENTTÃO AMBIENTAL E GESAL E GESAL E GESAL E GESAL E GESTÃO INTEGRADTÃO INTEGRADTÃO INTEGRADTÃO INTEGRADTÃO INTEGRADAAAAA No campo da administração, a gestão ambiental tornou-se uma realidade já há
  6. 6. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 100 GESTÃO INTEGRADA algumas décadas (BARBIERI, 2004). Corazza (2003) afirma que a partir da década 70 houve uma introdução progressiva do cargo ou função do ‘Responsável pelo meio ambiente’ nas organizações industriais, e que, a partir da década 90, essas organizações iniciaram nova fase em relação à integração da gestão ambiental, com características da perspectiva de sustentabilidade, da proliferação dos engajamentos coletivos, da maior interação das esferas públicas e privadas, e do maior envolvimento da sociedade civil organizada. Winsemius e Guntran (2004) afirmam que o desafio ambiental é um desafio da administração de mudanças, e que a maioria das preocupações ambientais é gerada pelo impacto do desenvolvimento e pelas formas da atuação das organizações. Dessa forma, elas apresentam as respostas empresariais às reivindicações ambientais e legislações. A gestão ambiental pode ser compreendida como um processo adaptativo e contínuo (ANDRADE et al, 2002), ou holístico (LANNA apud SEIFFERT, 2002). Para a autora (ibid.), uma abordagem conceitual integrativa para gestão ambiental compõe-se de Política Ambiental, Planejamento Ambiental e Gerenciamento Ambiental. Seiffert (2002) salienta que gestão ambiental não é somente uma forma de fazer com que problemas sejam solucionados e evitados, mas também uma forma de agregar valor. Uma definição de gestão ambiental apresentada por Nilsson apudCorazza (2003, p.4), revela a abrangência do tema: Gestão ambiental envolve planejamento, organização, e orienta a empresa a alcançar metas [ambientais] específicas, em uma analogia, por exemplo, com o que ocorre com a gestão de qualidade. Um aspecto relevante da gestão ambiental é que sua introdução requer decisões nos níveis mais elevados da administração e, portanto, envia uma clara mensagem à organização de que se trata de um compromisso corporativo. A gestão ambiental pode se tornar também um importante instrumento para as organizações em suas relações com consumidores, o público em geral, companhias de seguro, agências governamentais etc. De acordo com Donaire (1999, p. 58), as organizações possuem diferentes razões para aplicar os princípios da gestão ambiental. Winter (apud DONAIRE, 1999, p.58) enumera os seguintes motivos: a) para que a espécie humana tenha um mínimo de qualidade, necessita que as empresas estejam orientadas para o meio ambiente, consequentemente, a economia também estará assim orientada; b) para que exista a livre-iniciativa de mercado, necessita que as empresas estejam orientadas para o meio ambiente, requerendo um estreito diálogo entre público e meio empresarial; c) para que a empresa abarque as oportunidades de mercado,
  7. 7. 101 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 em rápido crescimento no contexto do mundo globalizado, necessita realizar a gestão ambiental da empresa, sob pena de aumentar riscos por danos ambientais, envolvendo perda financeira, comprometendo, inclusive, a sua continuidade; d) para que a empresa assuma suas responsabilidades perante a sociedade, no que tange a responsabilidade ambiental, deve praticar a gestão ambiental, sob pena de comprometer a empregabilidade de seus executivos e corpo funcional; e) aumenta as possibilidades de redução de custos quando a empresa prática a gestão ambiental; e f) para que os executivos não tenham conflitos relacionados à questão ambiental, a empresa deve praticar a gestão ambiental. O Sistema de Gestão Ambiental – SGA – objetiva reduzir ou eliminar os impactos ambientais e integrar o meio ambiente às estratégias das empresas. A sua utilização tem sido compreendida como uma estratégia empresarial já que poderá identificar oportunidades de melhoria para mitigar os impactos causados ao meio ambiente. (BARBIERI, 2004). De acordo com Medeiros (2003), um importante passo para inserção da temática ambiental nas atividades empresariais foi a homologação da norma BS 7750, em 1992, pela Bristish Standards Institution (BSI), estabelecendo procedimentos para implementação de SGA. Como consequência, em 1996, surgiu a série ISO 14.000 como um grupo de normas que fornece ferramentas e estabelece um padrão de SGA, aplicável a qualquer organização que deseje implementá-la, subdividido em dois blocos: a) SGA, Avaliação do desempenho ambiental e Auditoria Ambiental – destinados as organizações; e b) Avaliação do Ciclo de vida, Rotulagem AmbientaleAspectosAmbientaisemNormasdeProdutos–destinadosaosprodutos e processos. Com objetivo de normalizar e contribuir com a gestão nessa esfera, a saúde e segurança ocupacional compreendem a Série de Avaliação de Saúde e Segurança Ocupacional – OHSAS – nas versões OHSAS 18001:1999 e 18002:1999. Foram desenvolvidas pela BSI em resposta à demanda de clientes que desejavam um Sistema de Gestão em Saúde e Segurança Ocupacional – SSO –, sendo base para avaliação e certificação e compatível com os sistemas de Gestão da Qualidade (ISO 9000:1994) e SGA (ISO14000: 1996), com propósito de facilitar a integração de sistemas de gestão da qualidade, ambiental, e de saúde e segurança. Em relação à integração de sistemas de gestão, esta não era uma prática comum nas organizações até meados da década de 80. Os sistemas eram desenvolvidos por especificidades, atendendo muitas vezes as prioridades das áreas, porém, não se buscava a integração de processos e de gestão (LAUDON; LAUDON, 2005). Entretanto, com os efeitos da globalização, mercados competitivos e crescentes cobranças dos agentes internos e externos – instituições financeiras,
  8. 8. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 102 GESTÃO INTEGRADA órgãos governamentais, dentre outros –, as organizações viram-se obrigadas a buscar melhorias nos processos organizacionais e, consequentemente, no âmbito gerencial. (DRUCKER, 1997, 2003). A gestão integrada sofreu forte influência da gestão da qualidade, que tinha como princípios concentrar-se no cliente externo, visando satisfação dos clientes, entender e gerir os sistemas, entender e usar dados, entender as pessoas, saber melhorar e ter direção e foco (SCHOLTES, 1998). Em 1996, com ISO 14000:1996 sobre SGA, e a norma British Standard BS 8800:1996, sobre sistemas de gerenciamento de saúde e segurança ocupacionais, eem1999,comanormaOHSAS18001:1999sobresistemasdeSaúdeeSegurança do Trabalhador, obteve-se, então, condições para um novo modelo de gestão organizacional, com uso de ferramenta integrada, abarcando as diferentes áreas mencionadas (SOLER, 2002). Stares apud Medeiros (2003, p.61) afirma que há “necessidade de unificar diversos sistemas de gerenciamento, como forma de facilitar a operação e reduzir oscustosdegestão”.DeCicco(apudSOLER,2002)acrescentaque,comossistemas integrados, as preocupações relativas ao meio ambiente e à saúde e segurança ganharam a devida atenção, em especial no Brasil, devido ao grande número de acidentes de trabalho. Tradicionalmente, os sistemas de gestão nas indústrias são independentes, comoosistemadaqualidade,osistemaambientaleosistemadesaúdeesegurança, sendo operados isoladamente e por departamentos separados, e que mesmo a certificação desses sistemas gera redundância e custos para eles. (HOLDSWORTH, 2003;MOHAMMADetal,2006).Porém,resultadossatisfatóriosvêmsendoauferidos na gestão integrada em saúde, meio ambiente e segurança, atendendo especificações, normas, legislações vigentes relativas ao meio ambiente, à saúde e a segurança do trabalhador, exigências governamentais de controle de poluição, resíduos, dentre outros. (RUBEL, 2006). A GISMS visa integrar o meio ambiente aos aspectos relacionados à saúde e segurança, através da combinação de processos, procedimentos e práticas adotadas, implementando políticas, a fim de alcançar seus objetivos, considerando asdimensõesmeioambienteeasaúdeesegurança.Dessaforma,agestãointegrada tornou-se um novo diferencial para as organizações, que vislumbraram a possibilidadedeagregaresistematizardiretrizesdaqualidade,dasaúdeesegurança, da gestão ambiental (MOHAMMAD et al, 2006).
  9. 9. 103 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 4 METODOLOGIA4 METODOLOGIA4 METODOLOGIA4 METODOLOGIA4 METODOLOGIA Este trabalho pode ser classificado quanto aos seus objetivos em uma pesquisa exploratória (GIL, 1991; RICHARDSON et al, 1999). Quanto ao design, classifica-se como pesquisa-ação (TRIVIÑOS, 1987). A pesquisa-ação admite e implica em sistemas sociais cujo pesquisador é inevitavelmente uma das partes (BAWDEN apud ZUBER-SHERRITT; PERRY, 2002). Triviños (1987) esclarece que quando o pesquisadoréparteintegrantedaorganizaçãoondeoproblematem-seapresentado, este, por possuir uma gama de informações relativas à investigação, poderá contribuir como papel de guia. Em relação à estrutura do ciclo da pesquisa-ação, foi utilizada a sequência proposta por Susman e Evered (apud CUNHA; FIGUEIREDO, 2002) que estabelecem as etapas: diagnóstico(D), planejamento(P), implementação(I), avaliação(A) e especificação da aprendizagem(Ap), por atender a objetivos, práticas, participantes e situação da pesquisa, Quanto à abordagem, este trabalho classifica-se em uma pesquisa qualitativa (GIL, 1991). Em relação ao Grupo Focal, fez-se necessária a sua utilização em dois momentos distintos, ou seja, para definir o modelo de GISMS em nível local e em nível de rede, com a participação de atores sociais convidados para a proposta deste trabalho. 5 REDE DE ENSINO FTC – INSTITUIÇÃO PESQUISADA5 REDE DE ENSINO FTC – INSTITUIÇÃO PESQUISADA5 REDE DE ENSINO FTC – INSTITUIÇÃO PESQUISADA5 REDE DE ENSINO FTC – INSTITUIÇÃO PESQUISADA5 REDE DE ENSINO FTC – INSTITUIÇÃO PESQUISADA A Rede de Ensino FTC – instituição de ensino superior de direito privado com fins lucrativos –, com sede no estado da Bahia, compõe-se da FTC presencial e FTC Ensino à Distância – FTC EaD, através de cursos de graduação e pós-graduação, lato sensue stricto sensu.Em relação às unidades presenciais, objeto deste estudo, registra-se a existência de cursos em várias áreas do conhecimento – exatas, saúde, sociais aplicadas, humanas. Criada em 3 de março de 2000, conforme Portaria Ministerial no . 262/ MEC (Plano de Desenvolvimento Institucional, 2002), teve seu início a partir do ensino presencial na capital Salvador – BA e, como estratégias de crescimento, expandiu para novas unidades presenciais no interior do estado, bem como constituiu nova unidade de negócio, o EaD, iniciada em 2004 para atender a Bahia e demais estados, mediante oferta de cursos de graduação (licenciaturas). Atualmente, na modalidade presencial, possui seis unidades, sendo duas na cidade de Salvador, sendo FTC e Faculdade da Cidade do Salvador – FCS –, e uma em cada
  10. 10. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 104 GESTÃO INTEGRADA um dos municípios: Feira de Santana, Jequié, Vitória da Conquista, e Itabuna. Na modalidade Ensino à Distancia, a FTC EaD situa-se em Salvador, tendo inserção em mais de 15 estados da Federação e 210 cidades. 6 PR6 PR6 PR6 PR6 PROGRAMA GISMS – CONCEPÇÃO, IMPLEMENTOGRAMA GISMS – CONCEPÇÃO, IMPLEMENTOGRAMA GISMS – CONCEPÇÃO, IMPLEMENTOGRAMA GISMS – CONCEPÇÃO, IMPLEMENTOGRAMA GISMS – CONCEPÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO EAÇÃO EAÇÃO EAÇÃO EAÇÃO E DESENVDESENVDESENVDESENVDESENVOLOLOLOLOLVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTOOOOO Esta pesquisa teve como objetivo a concepção, implementação e desenvolvimento da GISMS, e contou com o envolvimento de diversas instâncias da organização (cinco unidades e Mantenedora), mobilizando gestores dos níveis gerencial e estratégico para atender ao desafio: adoção de práticas sustentáveis nos campi. Dessa forma, a pesquisa viabilizou a instauração do programa GISMS em nível de rede, denominado Programa FTC Verde.Programa FTC Verde.Programa FTC Verde.Programa FTC Verde.Programa FTC Verde. Como condições favoráveis, destacam-se o forte envolvimento da Presidência, que aprovou o projeto, legitimando-o como patrocinador, da superintendência acadêmica adjunta como co-patrocinadora, além da capilaridade em cada unidade através da atuação dos diretores gerais, como responsáveis diretos pela condução desta na suas esferas de competência. Em relação ao público-alvo, o programa visa atender comunidade interna – discentes e docentes, colaboradores – e comunidades do entorno a partir da execução de projetos vinculados à ensino, pesquisa e extensão. 7 F7 F7 F7 F7 FASE DE CONSASE DE CONSASE DE CONSASE DE CONSASE DE CONSTRTRTRTRTRUÇÃOUÇÃOUÇÃOUÇÃOUÇÃO Essa fase ocorreu em duas etapas: etapa I – destinada à realização da pesquisa na unidade FTC Vitória da Conquista e etapa II, pesquisa em nível de rede, com envolvimento da FTC Feira de Santana, FTC Jequié, FTC Itabuna, FTC Salvador e FTC Vitória da Conquista. Justifica-se que durante a implementação da etapa I o processo foi expandido para as demais unidades, razão pela qual os detalhes dessa etapa serão suprimidos, já que a mesma proposta, enriquecida de demais contribuições e com resultados mais abrangentes, foi implementada. Inicialmente, procedeu-se com pesquisas em IES nacionais, a fim de identificar experiências que subsidiassem uma melhor compreensão acerca dos modelos de gestão, em especial, gestão integrada, associando meio ambiente a temas como qualidade, saúde e segurança. Foram identificadas importantes pesquisas, programas e ações promovidas por IES, a exemplo da UFRGS, UPF,
  11. 11. 105 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 UFSC, UnB, UCB, USP, Unicamp, Unisinos (única IES com certificação ISO14.000), porém não foi identificada IES que já utilizasse a GISMS. Optou-se por pesquisas em IES estrangeiras, tendo sido encontrados significativos registros, comprovando que as IES praticam a GISMS, denominados em muitos casos de Environment, Health and Safety – EHS –, forte influência da denominação utilizada pelas indústrias. Na amostra intencional2 , constatou-se a existência SMS em sete instituições, sendo Harvard University, University of Califórnia - Berkeley, Massachusetts Institute of Technology, California Institute of Technology, Stanford University, Princeton University e ETH Zurich, porém esta última sem contéudo disponível para acesso, portanto, foi desconsiderada para a pesquisa. Enquanto que três IES realizavam atividades destinadas à saúde e segurança e/ou meio ambiente, sendo em sistemas isolados – Oxford University, Cambridge University e Yale University. As IES que aplicam a gestão integrada compreendem o programa, perpassando desde a política institucional, com suporte ao planejamento, existência de uma estrutura organizacional definida, com área ou departamento específico para tal, definição de responsabilidades individuais, coletivas e de gestão, formação de comitês, grupos de suporte, treinamentos, acompanhamento das regulamentações para atender as exigências legais, e, sobretudo, desenvolvimento de programas específicos. De maneira geral, os sistemas estão orientados para seus clientes, sendo, no caso da IES, os seus discentes, staff acadêmico e técnico, comunidade e o meio ambiente no qual vivem. Existe uma preocupação clara e explícita com a preservação e conservação do meio ambiente e entorno das IES, extensiva ao bem-estar da comunidade externa. Sobressai-se nessa amostra a Harvard University, por ter criado seu departamento de EHS desde 1958, com objetivo de suprir necessidades relativas à radiação e segurança do trabalhador, e a California Institute of Technology , que oferece seus serviços de EHS desde 1947. Salienta-se que o programa EHS não está limitado às fronteiras organizacionais, pois também atua no seu entorno, na comunidade na qual está inserido, bem como desenvolve projetos em outros países, a exemplo dos países africanos, através de recursos obtidos por linhas de financiamento para pesquisas, mediante agências de fomento, recursos internacionais dentre outros. O envolvimento da alta administração ocorre com a definição de responsabilidades e prestaçõesdecontasdoscargosexecutivos–Reitor,Vice-Reitor,DiretoreseGerentes das unidades – em relação ao programa EHS. No caso do Reitor, órgão máximo, este é responsável por colocar em prática a política EHS, delegando aos demais cargos as suas devidas atribuições e responsabilidades. Após pesquisa em IES estrangeiras, procedeu-se com o delineamento do
  12. 12. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 106 GESTÃO INTEGRADA Programa em observância às condições locais, a fim de caracterizá-lo ajustado à realidade das unidades. Nesse sentido, após conhecimentos de práticas em IES e diagnóstico da situação-problema de cada unidade, coube avaliar a aderência do programa proposto. Assim, as unidades concluíram os trabalhos com recomendações, conforme quadro 01. Quadro 01 –Quadro 01 –Quadro 01 –Quadro 01 –Quadro 01 – Aderência do programa GISMS – análise por Unidade Posteriormente, em reunião geral envolvendo as cinco unidades (grupo focal), foi construído o programa GISMS, tendo em sua estrutura a definição de missão, visão, valores, políticas de SMS, responsabilidade do programa e dos indivíduos, estrutura organizacional, além de oito programas a serem executados. sendo: 1) Educação e Segurança; 2) Biossegurança; 3) Segurança de Laboratórios; 4) Segurança ocupacional; 5) Ambientais; 6) Uso racional de recursos naturais; 7) Saúde Ocupacional; e 8) Parcerias institucionais. Registra-se que a concepção do programa levou em consideração os seguintes elementos: capacidade técnica de definir programa abrangente e integrativo, atendendo especificidades das áreas acadêmica e funcional; necessidade de suporte à área operacional, com ênfase em educação e treinamento, e suporte à área acadêmica, como elemento norteador da pesquisa, através de atividades e práticas interdisciplinares; identificação de valores institucionais que corroborassem com o programa GISMS; necessidade de ações continuadas, mediante execução dos programas; priorizar programas destinados aos colaboradores. Unidades FTCUnidades FTCUnidades FTCUnidades FTC Principais recomendações (Etapa II)Principais recomendações (Etapa II)Principais recomendações (Etapa II)Principais recomendações (Etapa II) Feira de Santana (FSA) Plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; Gestão de Resíduos sólidos; Revitalização da CIPA; Programa de Prevenção de Riscos Ambientais; Ergonomia. Itabuna (ITA) Plano da saúde e segurança ocupacional; Atuação da CIPA; Ergonomia. Jequié (JEQ) Ergonomia; Gestão de Resíduos; Educação Ambiental. Salvador (SSA) Educação ambiental; Saúde e segurança ocupacional; preservação da área de mata atlântica na unidade. Vitória da Conquista (VIC) Não registrou alterações, prevalecendo informações contidas no documento da etapa I.
  13. 13. 107 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 8 F8 F8 F8 F8 FASE IMPLANTASE IMPLANTASE IMPLANTASE IMPLANTASE IMPLANTAÇÃOAÇÃOAÇÃOAÇÃOAÇÃO Em maio de 2007, o programa GISMS foi aprovado na íntegra pela Presidência, sendo posteriormente homologado em reunião do Conselho Gestor – órgão deliberativo em nível estratégico. Os trabalhos referentes à implantação abarcaram a definição da estrutura organizacional, elaboração do plano de trabalho, com definição da metodologia de gestão, itens de controle e monitoramento, priorização de programas e ações, e identidade visual do programa. A estrutura organizacional foi composta por Comitê Executivo e Coordenação do Programa GISMS, em nível de rede, e Comitês de Operações nas unidades, compostos por Diretor geral, gestor do campus, gerência de laboratório e um representante da coordenação acadêmica. A metodologia de gestão escolhida foi a Gestão de Projetos, com base em práticas utilizadas pelo Project Management Institute – PMI, no Project Management Body of Knowledge – PMBOK® (HELDMAN, 2004). Ressalta-se que a escolha por Gestão de Projetos decorreu do apoio e da assessoria prestada pelo Escritório de Projetos da Rede de Ensino FTC. A estratégia para implementação perpassou pelo diagnóstico das ações prioritárias. O Comitê de Operações elencou prioridades, que após análise e agrupamento tiveraminícioapartirdejulhode2007,sendoPlanodeGerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS – e Averiguação e Tratamento das Normas Regulamentadoras – NR (Portaria no 3. 214 de 08/06/78) com envolvimento de Gestão de Pessoas, Médico e Engenheiro do Trabalho. Após inicio dessas ações e com a operacionalização de processos inerentes à GISMS, foi identificado sobreposição de programas, e com objetivo de melhor otimizá-los e facilitar a sua implantação, procede-se com sua reestruturação, agrupando-os e ordenando-os sequenciadamente à abordagem sobre graus de complexidades – plano individual, plano intrapessoal e relacionamento com diversos elementos do meio ambiente, conforme representado na figura 01 (análise da esquerda para direita). Nesse sentido, foi delineado novo portfólio de programas, compostos por: Humanização, Biossegurança, Saúde e Segurança Ocupacional, Educação Ambiental e Ambientais.
  14. 14. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 108 GESTÃO INTEGRADA Figura 01 -Figura 01 -Figura 01 -Figura 01 -Figura 01 - Estrutura do Programa GISMS Em relação à identidade visual, a área de marketing produziu a logomarca, harmonizando os elementos evidenciados pelo programa - saúde, segurança e o meio ambiente. Posteriormente, como processo de melhoria, a logomarca foi ajustada, a partir de agosto de 2008, visando uma melhor aplicação e sinergia das formas geométricas (Figura 02). Figura 02 –Figura 02 –Figura 02 –Figura 02 –Figura 02 – Logomarca do Programa GISMS – FTC Verde (2008) 9 F9 F9 F9 F9 FASE DESENVASE DESENVASE DESENVASE DESENVASE DESENVOLOLOLOLOLVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTVIMENTOOOOO A implementação do GISMS seguiu a estrutura dos programas, com seus respectivos projetos e subprojetos, caracterizando o desenvolvimento dos programa em nível de Rede, como segue: 1. Programa de Humanização: a) Projeto Qualidade de Vida e
  15. 15. 109 http://www.ftc.br/dialogosISSN1678-0463 Responsabilidade Social; b) Projeto Qualidade de Vida – Educando para a Saúde & Bem-Estar: c) Projeto Acolher e Cuidar. 2. Programa de Biossegurança: a) Projeto PGRSS; b) Projeto Gestão de Resíduos Sólidos; c) Projeto Educar para Prevenir. 3. Programa de Saúde e Segurança Ocupacional: projetos relacionados ao monitoraramento das NR. 4. Programa Educação Ambiental, em atenção a Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA (Lei nº. 9.795, 27/04/1999): a) Projeto Educação Ambiental Formal; b) Projeto Educação Ambiental Não-Formal e 5. Programas Ambientais, destinados à realização de projetos integrados às atividades pedagógicas, preferencialmente, com parcerias institucionais, estimulando a pesquisa científica e fomento à práticas sustentáveis. 111110 RESUL0 RESUL0 RESUL0 RESUL0 RESULTTTTTADO DO PRADO DO PRADO DO PRADO DO PRADO DO PROGRAMAOGRAMAOGRAMAOGRAMAOGRAMA Os benefícios desse programa podem ser justificados, principalmente, através da adesão percebida nas cinco unidades presenciais, sendo considerado o primeiro programa em nível de rede essencialmente concebido com esforços internos, caracterizando a valorização do quadro funcional em atenção a uma proposta de responsabilidade socioambiental. Atribui-se como pontos positivos alguns dos seguintes registros: 1) inserção da disciplina Meio Ambiente e Sociedade em todos os cursos da rede de ensino oferecidos no primeiro semestre letivo; 2) desenvolvimento de pesquisas sobre temas relacionados a temática ambiental, viabilizados através da Iniciação Científica, com apoio da Diretoria de Pesquisa; 3) problemas emergentes diagnosticados e equacionados; 4) Realização de trabalhos interdisciplinares e trabalhos de conclusão de cursos com ênfase em meio ambiente, saúde e/ou segurança; 5) propostas de projetos concebidas pelas unidades, visando atender particularidades da unidade e região; 6) parcerias com ONGs e Cooperativas; 7) formação de agentes multiplicadores (discentes) para contribuir com propósito da educação ambiental; 8) programação cultural da Sala Verde Chico Mendes (FTC Salvador), a partir do envolvimento dos discentes; 9) treinamento e capacitação ao corpo funcional; 10) definição e melhorias das normas e procedimentos de laboratório; 11) realização de oficinas e atividades extras para comunidade interna e externa; l2) construção e manutenção do blog institucional para disseminação de conhecimentos; 13) criação no blog do Diário Ambiental, proposto e mantido pelos discentes; 14) campanha Consumo Consciente; 15) identidade visual do programa;
  16. 16. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 110 GESTÃO INTEGRADA Embora se reconheça que as ações de responsabilidade socioambiental perpassam pela estreita associação de pertencimento do indivíduo em relação ao meio ambiente, fica evidenciado após quase dois anos de sua implementação que existe um terreno fértil a ser cultivado, passível de trocas de saberes com todos os envolvidos.Ademais,registra-seaindaque,deformabastanteassertiva,ainstituição posiciona-se como um importante agente transformador na sociedade, ao passo em que compreende a sua inserção no contexto do DS e visa contribuir para minorar problemas ambientais, dentro de sua esfera de competência. Esclarece que as orientações do Ministério da Educação (1988) para ensino formal destacam a Responsabilidade Social, visando estabelecer processos e atividades para o compartilhamento entre governo e grupos sociais das responsabilidadespelodestinodavidacoletiva(LOUREIRO,2003).Contudo,convém destacar que além do SINAES/ Dimensão 03 – Responsabilidade Social, e das práticas pedagógicas inovadoras, faz-se necessário adoção de modelos gerenciais ambientais nas IES. Nesse sentido, o programa retratado abarca esse desejo, ao tempo em que também identifica limitações e necessidades de aperfeiçoamento, como clara definição de itens de monitoramento e padronização de procedimento, como parte de um processo de melhoria contínua. REFERÊNCIASREFERÊNCIASREFERÊNCIASREFERÊNCIASREFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Sistemas de gestão ambiental:Sistemas de gestão ambiental:Sistemas de gestão ambiental:Sistemas de gestão ambiental:Sistemas de gestão ambiental: especificação e diretrizes para uso – NBR ISO 14001. Rio de Janeiro. ABNT. 1996. ANDRADE,RuiOtávioBernardes;TACHIZAWA, Takeschy;deCARVALHO,AnaBarreiros. Gestão Ambiental:Gestão Ambiental:Gestão Ambiental:Gestão Ambiental:Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2.ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental EmpresarialGestão Ambiental EmpresarialGestão Ambiental EmpresarialGestão Ambiental EmpresarialGestão Ambiental Empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. São Paulo: Saraiva: 2004. BRUNACCI, Attilio. PHILIPP JR, Arlindo. Dimensão Humana do Desenvolvimento Sustentável. In: PHILIPP JR, Arlindo. PELICIONI, Maria C.F. Educação Ambiental eEducação Ambiental eEducação Ambiental eEducação Ambiental eEducação Ambiental e SustentabilidadeSustentabilidadeSustentabilidadeSustentabilidadeSustentabilidade. Barueri, SP : Manole, 2005. BRÜSEKE. FranzJosef.OproblemadoDesenvolvimento Sustentável.In:CAVALCANTI, Clóvis (org.). Desenvolvimento e NaturezaDesenvolvimento e NaturezaDesenvolvimento e NaturezaDesenvolvimento e NaturezaDesenvolvimento e Natureza: estudo para a sociedade sustentável. São Paulo: Cortez; Recife, PE: Fundação Joaquim Nabuco, 1995. BURSZTYN, Maria Augusta Almeida. BURSZTYN, Marcel. Desenvolvimento Sustentável; biografia de um conceito. In: NASCIMENTO, Elimar Pinheiro, VIANNA, João N. de Souza (orgs.). Economia, Meio Ambiente e ComunicaçãoEconomia, Meio Ambiente e ComunicaçãoEconomia, Meio Ambiente e ComunicaçãoEconomia, Meio Ambiente e ComunicaçãoEconomia, Meio Ambiente e Comunicação. Rio de Janeiro : Garamond, 2006.
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  18. 18. Ano III, n. 10, set. 2009DIÁLOGOS & CIÊNCIA - REVISTA DA REDE DE ENSINO FTC. 112 GESTÃO INTEGRADA MEDEIROS, Edmar Bezerra de. Um modelo de gestão integrada de qualidade,Um modelo de gestão integrada de qualidade,Um modelo de gestão integrada de qualidade,Um modelo de gestão integrada de qualidade,Um modelo de gestão integrada de qualidade, meio ambiente, segurança e saúde ocupacional para o desenvolvimentomeio ambiente, segurança e saúde ocupacional para o desenvolvimentomeio ambiente, segurança e saúde ocupacional para o desenvolvimentomeio ambiente, segurança e saúde ocupacional para o desenvolvimentomeio ambiente, segurança e saúde ocupacional para o desenvolvimento sustentávelsustentávelsustentávelsustentávelsustentável: setor de mineração. 2003. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção (PPGEP), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003. MOHAMMAD, Musli et al. 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