SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
IndustrIalIzação no
mundo
Geografia – 3º Bimestre
Causas gerais da Revolução Industrial:
Revolução Comercial (séc XV – XVII)
Descoberta de novos continentes e do caminho para as Índias.
Formação de mercado mundial.
Incremento do comércio.
Acumulação primitiva de capital.
Entrada de produtos e riquezas de vários pontos do planeta na Europa.
Aparecimento das máquinas.
Tear mecânico, máquina de fiar, máquina a vapor.
Aumento da produtividade.
Pioneirismo inglês:
Capitais acumulados (colônias, acordos comerciais na Europa).
Disponibilidade de mão-de-obra (cercamento dos campos –
“enclosures”).
Matéria prima disponível (reservas de ferro e carvão e produção de
lã – indústria têxtil).
Mercado consumidor (colônias, países europeus e assalariados).
Marinha mercante poderosa.
Burguesia no poder (parlamento – Revolução Gloriosa 1688).
Ética protestante (estímulo ao lucro).
Formação de grandes conglomerados econômicos:
HOLDING TRUSTE CARTÉL
Empresas financeiras
que controlam
complexos industriais a
partir da posse de suas
ações.
Empresas que absorvem
seus concorrentes,
controlando a produção,
preços e dominando o
mercado.
Empresas de um
mesmo ramo que se
associam para evitar
concorrência,
dividindo os mercados.
A A
CONTROLE
ACIONÁRIO
COMPRA
B BC C DD
ACORDO
A
D C
B
MONOPÓLIO
Segunda Revolução Industrial
Novas invenções tecnológicas e novas fontes de energias
mudaram drasticamente todo o cenário da indústria, entre
essas mudanças destacamos:
Petróleo e energia elétrica;
Fabricas de automóveis;
Inovações dos meios de comunicação e transporte;
Novas formas de produzir;
Fordismo
O Fordismo é um sistema racional de produção em massa,
que transformou radicalmente a indústria automobilística
na primeira metade do século XX.
 Um sistema produtivo baseado numa linha de montagem
 Objetivo a produção industrial elevada
 Aumento da produção no menor espaço de tempo,
utilizando o trabalhador que reproduzia mecanicamente a
mesma ação durante todo o dia.
Os veículos eram colocados numa esteira e passavam de
um operário a outro para que cada um fizesse sua parte no
serviço
Consequências
Alienação 
Desumanizarão imposta pela máquina e pelo sistema
capitalista 
Salário aumentado conforme produção
Produção de somente 1 modelo 
Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica
para produzir mais, controlando melhor as fontes de
matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da
mão-de-obra.
Modelo T
1 de Outubro de 1908
FrasesFrases
FamosasFamosas
- "- "ExistemExistem maismais
pessoas que desistempessoas que desistem
do que pessoas quedo que pessoas que
fracassam". fracassam". 
- "Não aponte- "Não aponte
defeitos, apontedefeitos, aponte
soluções". soluções". 
- "Estar decidido,- "Estar decidido,
acima de qualqueracima de qualquer
coisa, é o segredo docoisa, é o segredo do
sucesso". sucesso". 
- "O fracasso é a- "O fracasso é a
oportunidade deoportunidade de
recomeçar, com maisrecomeçar, com mais
inteligência einteligência e
redobrada vontade". redobrada vontade". 
- "Um idealista é uma- "Um idealista é uma
pessoa que ajuda ospessoa que ajuda os
outros a prosperar.outros a prosperar.
Filmes Tempos Modernos, linha de montagem Ford Model T
ModelTevoluçãoModelTevolução
Modelo criado por Henry Ford que
consistia em, produzir grande
quantidade de automóveis a baixo custo
por meio da utilização do artifício
conhecido como “linha de montagem",
o qual tinha condições de fabricar um
carro a cada 98 minutos, além dos altos
salários oferecidos a seus operários
(notavelmente o valor de 5 U$ por dia,
adotado em 1914)
FordismoFordismo
Taylorismo
Quando Taylor iniciou seu estudo referente às ciências da
administração, no começo do século XX, tinha como
objetivo acabar com o desperdício, a ociosidade e
morosidade operária. Em 1903 desenvolveu a técnica de
racionalização do movimento, ou seja, analisou e controlou a
ação do operário e da máquina em funções específicas, para
serem aperfeiçoadas. Taylor acreditava que o
aperfeiçoamento se conquista com a especialização.
Taylorismo
•Desenho de cargos e tarefas: desenhar cargos é especificar o
conteúdo de tarefas de uma função, como executar e as relações
com os demais cargos existentes
• Incentivos salariais e prêmios por produtividade
•Condições de trabalho: O conforto do operário e o ambiente físico
ganham valor, não porque as pessoas merecessem, mas porque são
essenciais para o ganho de produtividade
Taylorismo
•Padronização: aplicação de métodos científicos para obter
a uniformidade e reduzir os custos
•Supervisão funcional: os operários são supervisionados por
supervisores especializados, e não por uma autoridade
centralizada
•Homem econômico: o homem é motivável por
recompensas salariais, econômicas e materiais.
Na década de 1980, o fordismo entrou em declínio
com o surgimento de um novo sistema de
produção mais eficiente. O Toyotismo, surgido
no Japão, seguia um sistema enxuto de
produção, aumentando a produção, reduzindo
custos e garantindo melhor qualidade e
eficiência no sistema produtivo.
ToyotismoToyotismo
CaracterísticasCaracterísticas
doToyotismodoToyotismo
• Mão-de-obra multifuncional e bem qualificada.
• Sistema flexível de mecanização,
voltado para a produção somente do necessário, evitando ao máximo o
excedente. A produção deve ser ajustada a demanda do mercado.
•Uso de controle visual em todas as etapas de produção
como forma de acompanhar e controlar o processo produtivo.
•Implantação do sistema de qualidade total em todas as
etapas de produção.
Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao máximo o
desperdício de matérias-primas e tempo.
•Aplicação do sistema Just in Time,
•ou seja, produzir somente o necessário, no tempo necessário e na
quantidade necessária.
•Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às
exigências dos clientes.
Pós-FordismoPós-Fordismo
19801980
O conceito de Fordismo e de pós-fordismo
global são empregados como “tipos ideais”
para ilustrar aspectos importantes dos
ambientes socioeconômico e cultural que
caracterizaram a evolução das relações sociais
no período do pós-guerra.
CaracterísticasCaracterísticas
• Flexibilidade
•Estoques reduzidos, voltando-se para a fabricação de
pequenas quantidades.
• Just in time
Finalidade desta forma de organização é a de suprir a demanda colocada
no momento exato ,Isto permite que a indústria possa acompanhar as
rápidas transformações dos padrões de consumo
•Imprevisibilidade à alocação mais eficiente das formas de
produção, à proteção contra possíveis mudanças econômicas.
•Atender um mercado diferenciado, dotado de públicos
cada vez mais específicos.
•Reestruturação Produtiva e Terceirização dos serviços
•Nascimentos das MPMEs (micro, pequenas e médias empresas).
•Inovação científico-tecnológica.
•Competição - Concorrência
•Descentralização
•Desverticalização do ciclo produtivo
•Subunidades e em sub-processos produtivo (subunidades
produtivas)
•Preocupação com a Imagem, design e valorização da
publicidade.
CaracterísticasCaracterísticas
EvoluçãodaMarcaEvoluçãodaMarca
PublicidadePublicidade
PublicidadePublicidade
PublicidadePublicidade
RobóticaRobótica
RobóticaRobótica
MecatrônicaMecatrônica
RededecomunicaçõeRededecomunicaçõe
Tipos de Indústrias
As indústrias podem ser classificadas com bases em vários
critérios, em geral o mais utilizado é o que leva em consideração
o tipo e destino do bem produzido:
Indústrias de base: são aquelas que produzem bens que dão a
base para o funcionamento de outras indústrias, ou seja, as
chamadas matérias primas indústrias ou insumos industriais,
como o aço.
Indústrias de bens de capital ou intermediárias: são
aquelas que produzem equipamentos necessários para o
funcionamento de outras indústrias, como as de máquinas.
Indústrias de bens de consumo: são aquelas que produzem
bens para o consumidor final, a população comum, elas
subdividem-se em:
Bens duráveis: as que produzem bens para consumo a longo
prazo, como automóveis.
Bens não duráveis: as que produzem bens para consumo em
geral imediato, como as de alimentos.
OS FATORES LOCACIONAIS
Fatores locacionais devem ser entendidos como as vantagens que um
determinado local pode oferecer para a instalação de uma indústria.
Podem ser eles:
Matéria prima abundante e barata;
Mão de obra abundante e barata;
Energia abundante e barata;
Mercados consumidores;
Infraestrutura;
Vias de transporte e comunicações;
Incentivos fiscais;
Legislações fiscais
Análise do Filme
O filme “Tempos Modernos” de Charles
Chaplin:
Focaliza a vida urbana os Estados Unidos
Se passa nos anos 30, logo após a Crise
de 1929.
Apresenta como era a vida numa
sociedade industrial.
Recrutamento de trabalhadores.
 O trabalho humano também passou a
ser “mecanizado”.
Os sentimentos, as condições de
sobrevivência e as consequências desse
tipo de trabalho eram desconsiderados
pelo dono da fábrica.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A indústria no brasil
A indústria no brasilA indústria no brasil
A indústria no brasil
Professor
 
áFrica população, regionalização e economia
áFrica população, regionalização e economiaáFrica população, regionalização e economia
áFrica população, regionalização e economia
flaviocosac
 
Espaço agrário
Espaço agrárioEspaço agrário
Espaço agrário
Almir
 
América latina 8º ano
América latina 8º anoAmérica latina 8º ano
América latina 8º ano
Luciana Souza
 
Geografia das indústrias
Geografia das indústriasGeografia das indústrias
Geografia das indústrias
estevaolima
 
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiro
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiroCap. 6 - O espaço agrário brasileiro
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiro
Acácio Netto
 
Clima E Climas Do Brasil Aula
Clima E Climas Do Brasil   AulaClima E Climas Do Brasil   Aula
Clima E Climas Do Brasil Aula
Luciano Pessanha
 

Mais procurados (20)

Industrialização mundial
Industrialização mundialIndustrialização mundial
Industrialização mundial
 
A indústria no brasil
A indústria no brasilA indústria no brasil
A indústria no brasil
 
áFrica população, regionalização e economia
áFrica população, regionalização e economiaáFrica população, regionalização e economia
áFrica população, regionalização e economia
 
Espaço agrário
Espaço agrárioEspaço agrário
Espaço agrário
 
Blocos econômicos
Blocos econômicosBlocos econômicos
Blocos econômicos
 
Asia
AsiaAsia
Asia
 
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2017)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2017)O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2017)
O Espaço Rural no Brasil - 7º Ano (2017)
 
América latina 8º ano
América latina 8º anoAmérica latina 8º ano
América latina 8º ano
 
CONTINENTE AFRICANO
CONTINENTE AFRICANOCONTINENTE AFRICANO
CONTINENTE AFRICANO
 
ÁFRICA
ÁFRICAÁFRICA
ÁFRICA
 
Aula Geografia Agrária
Aula Geografia AgráriaAula Geografia Agrária
Aula Geografia Agrária
 
Blocos econômicos
Blocos econômicosBlocos econômicos
Blocos econômicos
 
Hidrografia do brasil
Hidrografia do brasilHidrografia do brasil
Hidrografia do brasil
 
Localização, demografia e regionalização da Ásia
Localização, demografia e regionalização da ÁsiaLocalização, demografia e regionalização da Ásia
Localização, demografia e regionalização da Ásia
 
Continente Asiático
Continente AsiáticoContinente Asiático
Continente Asiático
 
Geografia das indústrias
Geografia das indústriasGeografia das indústrias
Geografia das indústrias
 
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiro
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiroCap. 6 - O espaço agrário brasileiro
Cap. 6 - O espaço agrário brasileiro
 
Diferentes formas de regionalizar o mundo
Diferentes formas de regionalizar o mundoDiferentes formas de regionalizar o mundo
Diferentes formas de regionalizar o mundo
 
Clima E Climas Do Brasil Aula
Clima E Climas Do Brasil   AulaClima E Climas Do Brasil   Aula
Clima E Climas Do Brasil Aula
 
O continente asiático
O continente asiáticoO continente asiático
O continente asiático
 

Destaque

C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
Lucileida Castro
 
Industrialização mundial
Industrialização mundialIndustrialização mundial
Industrialização mundial
Evandro Santos
 
Industrializacao mundo
Industrializacao mundoIndustrializacao mundo
Industrializacao mundo
Ademir Aquino
 
Industrialização
IndustrializaçãoIndustrialização
Industrialização
karolpoa
 
Industrialização mundo e brasil
Industrialização mundo e brasilIndustrialização mundo e brasil
Industrialização mundo e brasil
Fernanda Lopes
 
Continente américano e México
Continente américano e MéxicoContinente américano e México
Continente américano e México
williandadalto
 
O novo espaço industrial
O novo espaço industrialO novo espaço industrial
O novo espaço industrial
Rodrigo Costa
 
Processo da industrialização no mundo
Processo da industrialização no mundoProcesso da industrialização no mundo
Processo da industrialização no mundo
Erika Renata
 
Revolucaoindustrial 091220091726
Revolucaoindustrial 091220091726Revolucaoindustrial 091220091726
Revolucaoindustrial 091220091726
Moacir E Nalin
 

Destaque (20)

C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
C:\Fakepath\Mundo PóS Guerra2
 
Industrialização mundial
Industrialização mundialIndustrialização mundial
Industrialização mundial
 
Industrializacao mundo
Industrializacao mundoIndustrializacao mundo
Industrializacao mundo
 
Industrialização
IndustrializaçãoIndustrialização
Industrialização
 
Industrialização mundial
Industrialização mundialIndustrialização mundial
Industrialização mundial
 
Industrialização mundo e brasil
Industrialização mundo e brasilIndustrialização mundo e brasil
Industrialização mundo e brasil
 
Continente américano e México
Continente américano e MéxicoContinente américano e México
Continente américano e México
 
Orientação e coordenadas geográficas
Orientação e coordenadas geográficasOrientação e coordenadas geográficas
Orientação e coordenadas geográficas
 
O novo espaço industrial
O novo espaço industrialO novo espaço industrial
O novo espaço industrial
 
Espaço industrial novo
Espaço industrial   novoEspaço industrial   novo
Espaço industrial novo
 
Industrias Professor Edu Gonzaga 2015.
Industrias Professor Edu Gonzaga 2015.Industrias Professor Edu Gonzaga 2015.
Industrias Professor Edu Gonzaga 2015.
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrial
 
Processo da industrialização no mundo
Processo da industrialização no mundoProcesso da industrialização no mundo
Processo da industrialização no mundo
 
O espaço industrial
O espaço industrialO espaço industrial
O espaço industrial
 
Expansão Industrial
Expansão IndustrialExpansão Industrial
Expansão Industrial
 
Geografia
GeografiaGeografia
Geografia
 
Aula industrialização
Aula   industrializaçãoAula   industrialização
Aula industrialização
 
Industrias
IndustriasIndustrias
Industrias
 
Revolucaoindustrial 091220091726
Revolucaoindustrial 091220091726Revolucaoindustrial 091220091726
Revolucaoindustrial 091220091726
 
Processo de Indústrialização da Rússia
Processo de Indústrialização da RússiaProcesso de Indústrialização da Rússia
Processo de Indústrialização da Rússia
 

Semelhante a Industrialização no mundo

As origens domundo atual 8º ano.
As origens domundo atual 8º ano.As origens domundo atual 8º ano.
As origens domundo atual 8º ano.
Professor
 
Capitalismo e revoluções industriais (1)
Capitalismo e revoluções industriais (1)Capitalismo e revoluções industriais (1)
Capitalismo e revoluções industriais (1)
julio2012souto
 
Atividade industrial
Atividade industrialAtividade industrial
Atividade industrial
Professor
 
Setores de produção
Setores de produçãoSetores de produção
Setores de produção
Italo Alan
 
Aula1 revolucao industrial_01
Aula1 revolucao industrial_01Aula1 revolucao industrial_01
Aula1 revolucao industrial_01
Fernando Palma
 
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmann
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmannAula teoria do comércio internacional angelo prochmann
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmann
Angelo Prochmann
 
Estrat Gia Competitiva E Cen Rios
Estrat Gia Competitiva E Cen RiosEstrat Gia Competitiva E Cen Rios
Estrat Gia Competitiva E Cen Rios
guest06f340
 

Semelhante a Industrialização no mundo (20)

Fordismo e pós fordismo
Fordismo e pós fordismoFordismo e pós fordismo
Fordismo e pós fordismo
 
9º Ano - Módulo 01 - Aula 02 - Globalização e Indústria - Um longo processo.
9º Ano - Módulo 01 - Aula 02 - Globalização e Indústria - Um longo processo.9º Ano - Módulo 01 - Aula 02 - Globalização e Indústria - Um longo processo.
9º Ano - Módulo 01 - Aula 02 - Globalização e Indústria - Um longo processo.
 
Indústria geografia ensino médio
Indústria geografia ensino médioIndústria geografia ensino médio
Indústria geografia ensino médio
 
3 ano (tipos de industria).pptx economia
3 ano (tipos de industria).pptx economia3 ano (tipos de industria).pptx economia
3 ano (tipos de industria).pptx economia
 
As origens domundo atual 8º ano.
As origens domundo atual 8º ano.As origens domundo atual 8º ano.
As origens domundo atual 8º ano.
 
Trabalho e sistemas de organizacao do trabalho
Trabalho e sistemas de organizacao do trabalhoTrabalho e sistemas de organizacao do trabalho
Trabalho e sistemas de organizacao do trabalho
 
Capitalismo e revoluções industriais (1)
Capitalismo e revoluções industriais (1)Capitalismo e revoluções industriais (1)
Capitalismo e revoluções industriais (1)
 
Gestão da produção aula 01
Gestão da produção   aula 01Gestão da produção   aula 01
Gestão da produção aula 01
 
Atividade industrial
Atividade industrialAtividade industrial
Atividade industrial
 
Setores de produção
Setores de produçãoSetores de produção
Setores de produção
 
Prodmateriais
ProdmateriaisProdmateriais
Prodmateriais
 
Prodmateriais
ProdmateriaisProdmateriais
Prodmateriais
 
Revolução Industrial
Revolução IndustrialRevolução Industrial
Revolução Industrial
 
Fordismo e pós fordismo
Fordismo e pós fordismoFordismo e pós fordismo
Fordismo e pós fordismo
 
APOSTILA_DA_DISCIPLINA_ADMINISTRACAO_DA.pdf
APOSTILA_DA_DISCIPLINA_ADMINISTRACAO_DA.pdfAPOSTILA_DA_DISCIPLINA_ADMINISTRACAO_DA.pdf
APOSTILA_DA_DISCIPLINA_ADMINISTRACAO_DA.pdf
 
Aula1 revolucao industrial_01
Aula1 revolucao industrial_01Aula1 revolucao industrial_01
Aula1 revolucao industrial_01
 
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmann
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmannAula teoria do comércio internacional angelo prochmann
Aula teoria do comércio internacional angelo prochmann
 
Gestão da produção
Gestão da produçãoGestão da produção
Gestão da produção
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 2014
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 2014REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 2014
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 2014
 
Estrat Gia Competitiva E Cen Rios
Estrat Gia Competitiva E Cen RiosEstrat Gia Competitiva E Cen Rios
Estrat Gia Competitiva E Cen Rios
 

Mais de williandadalto

Mais de williandadalto (11)

Aula sobre a África
Aula sobre a ÁfricaAula sobre a África
Aula sobre a África
 
Continente Europeu
Continente EuropeuContinente Europeu
Continente Europeu
 
GLOBALIZAÇÃO
GLOBALIZAÇÃOGLOBALIZAÇÃO
GLOBALIZAÇÃO
 
Oriente Médio
Oriente MédioOriente Médio
Oriente Médio
 
ASPECTOS DEMOGRÁFICOS
ASPECTOS DEMOGRÁFICOSASPECTOS DEMOGRÁFICOS
ASPECTOS DEMOGRÁFICOS
 
Hidrogafia Geral
Hidrogafia GeralHidrogafia Geral
Hidrogafia Geral
 
Os Climas
Os ClimasOs Climas
Os Climas
 
Aulaorientemdio 110312114058-phpapp012
Aulaorientemdio 110312114058-phpapp012Aulaorientemdio 110312114058-phpapp012
Aulaorientemdio 110312114058-phpapp012
 
Projeções
ProjeçõesProjeções
Projeções
 
As 12 maiores cidades do mundo
As 12 maiores cidades do mundoAs 12 maiores cidades do mundo
As 12 maiores cidades do mundo
 
Tipos de clima
Tipos de climaTipos de clima
Tipos de clima
 

Industrialização no mundo

  • 2. Causas gerais da Revolução Industrial: Revolução Comercial (séc XV – XVII) Descoberta de novos continentes e do caminho para as Índias. Formação de mercado mundial. Incremento do comércio. Acumulação primitiva de capital. Entrada de produtos e riquezas de vários pontos do planeta na Europa. Aparecimento das máquinas. Tear mecânico, máquina de fiar, máquina a vapor. Aumento da produtividade.
  • 3.
  • 4. Pioneirismo inglês: Capitais acumulados (colônias, acordos comerciais na Europa). Disponibilidade de mão-de-obra (cercamento dos campos – “enclosures”). Matéria prima disponível (reservas de ferro e carvão e produção de lã – indústria têxtil). Mercado consumidor (colônias, países europeus e assalariados). Marinha mercante poderosa. Burguesia no poder (parlamento – Revolução Gloriosa 1688). Ética protestante (estímulo ao lucro).
  • 5. Formação de grandes conglomerados econômicos: HOLDING TRUSTE CARTÉL Empresas financeiras que controlam complexos industriais a partir da posse de suas ações. Empresas que absorvem seus concorrentes, controlando a produção, preços e dominando o mercado. Empresas de um mesmo ramo que se associam para evitar concorrência, dividindo os mercados. A A CONTROLE ACIONÁRIO COMPRA B BC C DD ACORDO A D C B MONOPÓLIO
  • 6. Segunda Revolução Industrial Novas invenções tecnológicas e novas fontes de energias mudaram drasticamente todo o cenário da indústria, entre essas mudanças destacamos: Petróleo e energia elétrica; Fabricas de automóveis; Inovações dos meios de comunicação e transporte; Novas formas de produzir;
  • 7. Fordismo O Fordismo é um sistema racional de produção em massa, que transformou radicalmente a indústria automobilística na primeira metade do século XX.  Um sistema produtivo baseado numa linha de montagem  Objetivo a produção industrial elevada  Aumento da produção no menor espaço de tempo, utilizando o trabalhador que reproduzia mecanicamente a mesma ação durante todo o dia. Os veículos eram colocados numa esteira e passavam de um operário a outro para que cada um fizesse sua parte no serviço
  • 8. Consequências Alienação  Desumanizarão imposta pela máquina e pelo sistema capitalista  Salário aumentado conforme produção Produção de somente 1 modelo  Consistia em organizar a linha de montagem de cada fábrica para produzir mais, controlando melhor as fontes de matérias-primas e de energia, os transportes, a formação da mão-de-obra.
  • 9. Modelo T 1 de Outubro de 1908
  • 10.
  • 11. FrasesFrases FamosasFamosas - "- "ExistemExistem maismais pessoas que desistempessoas que desistem do que pessoas quedo que pessoas que fracassam". fracassam".  - "Não aponte- "Não aponte defeitos, apontedefeitos, aponte soluções". soluções".  - "Estar decidido,- "Estar decidido, acima de qualqueracima de qualquer coisa, é o segredo docoisa, é o segredo do sucesso". sucesso".  - "O fracasso é a- "O fracasso é a oportunidade deoportunidade de recomeçar, com maisrecomeçar, com mais inteligência einteligência e redobrada vontade". redobrada vontade".  - "Um idealista é uma- "Um idealista é uma pessoa que ajuda ospessoa que ajuda os outros a prosperar.outros a prosperar. Filmes Tempos Modernos, linha de montagem Ford Model T
  • 13. Modelo criado por Henry Ford que consistia em, produzir grande quantidade de automóveis a baixo custo por meio da utilização do artifício conhecido como “linha de montagem", o qual tinha condições de fabricar um carro a cada 98 minutos, além dos altos salários oferecidos a seus operários (notavelmente o valor de 5 U$ por dia, adotado em 1914) FordismoFordismo
  • 14. Taylorismo Quando Taylor iniciou seu estudo referente às ciências da administração, no começo do século XX, tinha como objetivo acabar com o desperdício, a ociosidade e morosidade operária. Em 1903 desenvolveu a técnica de racionalização do movimento, ou seja, analisou e controlou a ação do operário e da máquina em funções específicas, para serem aperfeiçoadas. Taylor acreditava que o aperfeiçoamento se conquista com a especialização.
  • 15. Taylorismo •Desenho de cargos e tarefas: desenhar cargos é especificar o conteúdo de tarefas de uma função, como executar e as relações com os demais cargos existentes • Incentivos salariais e prêmios por produtividade •Condições de trabalho: O conforto do operário e o ambiente físico ganham valor, não porque as pessoas merecessem, mas porque são essenciais para o ganho de produtividade
  • 16. Taylorismo •Padronização: aplicação de métodos científicos para obter a uniformidade e reduzir os custos •Supervisão funcional: os operários são supervisionados por supervisores especializados, e não por uma autoridade centralizada •Homem econômico: o homem é motivável por recompensas salariais, econômicas e materiais.
  • 17. Na década de 1980, o fordismo entrou em declínio com o surgimento de um novo sistema de produção mais eficiente. O Toyotismo, surgido no Japão, seguia um sistema enxuto de produção, aumentando a produção, reduzindo custos e garantindo melhor qualidade e eficiência no sistema produtivo. ToyotismoToyotismo
  • 18. CaracterísticasCaracterísticas doToyotismodoToyotismo • Mão-de-obra multifuncional e bem qualificada. • Sistema flexível de mecanização, voltado para a produção somente do necessário, evitando ao máximo o excedente. A produção deve ser ajustada a demanda do mercado. •Uso de controle visual em todas as etapas de produção como forma de acompanhar e controlar o processo produtivo. •Implantação do sistema de qualidade total em todas as etapas de produção. Além da alta qualidade dos produtos, busca-se evitar ao máximo o desperdício de matérias-primas e tempo. •Aplicação do sistema Just in Time, •ou seja, produzir somente o necessário, no tempo necessário e na quantidade necessária. •Uso de pesquisas de mercado para adaptar os produtos às exigências dos clientes.
  • 19. Pós-FordismoPós-Fordismo 19801980 O conceito de Fordismo e de pós-fordismo global são empregados como “tipos ideais” para ilustrar aspectos importantes dos ambientes socioeconômico e cultural que caracterizaram a evolução das relações sociais no período do pós-guerra.
  • 20. CaracterísticasCaracterísticas • Flexibilidade •Estoques reduzidos, voltando-se para a fabricação de pequenas quantidades. • Just in time Finalidade desta forma de organização é a de suprir a demanda colocada no momento exato ,Isto permite que a indústria possa acompanhar as rápidas transformações dos padrões de consumo •Imprevisibilidade à alocação mais eficiente das formas de produção, à proteção contra possíveis mudanças econômicas. •Atender um mercado diferenciado, dotado de públicos cada vez mais específicos.
  • 21. •Reestruturação Produtiva e Terceirização dos serviços •Nascimentos das MPMEs (micro, pequenas e médias empresas). •Inovação científico-tecnológica. •Competição - Concorrência •Descentralização •Desverticalização do ciclo produtivo •Subunidades e em sub-processos produtivo (subunidades produtivas) •Preocupação com a Imagem, design e valorização da publicidade. CaracterísticasCaracterísticas
  • 29. Tipos de Indústrias As indústrias podem ser classificadas com bases em vários critérios, em geral o mais utilizado é o que leva em consideração o tipo e destino do bem produzido:
  • 30. Indústrias de base: são aquelas que produzem bens que dão a base para o funcionamento de outras indústrias, ou seja, as chamadas matérias primas indústrias ou insumos industriais, como o aço.
  • 31. Indústrias de bens de capital ou intermediárias: são aquelas que produzem equipamentos necessários para o funcionamento de outras indústrias, como as de máquinas.
  • 32. Indústrias de bens de consumo: são aquelas que produzem bens para o consumidor final, a população comum, elas subdividem-se em: Bens duráveis: as que produzem bens para consumo a longo prazo, como automóveis. Bens não duráveis: as que produzem bens para consumo em geral imediato, como as de alimentos.
  • 33.
  • 34. OS FATORES LOCACIONAIS Fatores locacionais devem ser entendidos como as vantagens que um determinado local pode oferecer para a instalação de uma indústria. Podem ser eles: Matéria prima abundante e barata; Mão de obra abundante e barata; Energia abundante e barata; Mercados consumidores; Infraestrutura; Vias de transporte e comunicações; Incentivos fiscais; Legislações fiscais
  • 35. Análise do Filme O filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin: Focaliza a vida urbana os Estados Unidos Se passa nos anos 30, logo após a Crise de 1929. Apresenta como era a vida numa sociedade industrial. Recrutamento de trabalhadores.  O trabalho humano também passou a ser “mecanizado”. Os sentimentos, as condições de sobrevivência e as consequências desse tipo de trabalho eram desconsiderados pelo dono da fábrica.