ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

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  • Também denominadas Teorias Populacionais
  • Uma progressão geométrica (P.g.) é uma seqüência numérica em que cada termo, a partir do segundo, é igual ao produto do termo anterior por uma constante . O número é chamado de razão da progressão geométrica, e vem do 'q' de quociente.
  • Uma progressão aritmética (P.a.) é uma seqüência numérica em que cada termo, a partir do segundo, é igual à soma do termo anterior com uma constante . O número é chamado de razão da progressão aritmética, e vem do 'r' de resto.
  • O gráfico demonstra a projeção salientada por Malthus, onde a população desenvolveria-se em ordem geométrica, ultrapassaria muito a produção de alimentos que cresceria em progressão aritimética.
  • Por isso Malthus chega a essa conclusão
  • Associava a produção de alimentos a partir do aumento da área cultivada, todavia com a Revolução Verde a produtividade por área aumentou cresceu muito em virtude da alta tecnologia empregada.
  • A teoria neomalthusiana traz Malthus com uma nova “roupagem” já que para os neomalthusianos a pobreza seria resultante das elevadas taxas de natalidade verificadas em quase todos os países subdesenvolvidos
  • a fim de conter o crescimento vegetativo no países pobres.
  • e
  • A partir de uma argumentação puramente demográfica esses teóricos negligenciaram os fatores condicionantes dessa realidade: os baixos salários e as péssimas condições de vida que vigoram nos países subdesenvolvidos.
  • Essa teoria tenta reverter a construção teórica realizada por Malthus
  • Diferença entre as taxas de natalidade e as taxas de mortalidade (ver exemplos)
  • O processo de industrialização reestruturou as relações de trabalho provocando mudanças bruscas na organização social.
    A indústria cresceu muito em pouco tempo e a demanda por mão-de-obra incluía também mulheres e crianças.
  • Assim, a taxa de natalidade vai diminuindo gradativamente, principalmente, nos países desenvolvidos.
  • A urbanização não alterou apenas o espaço, associada a industrialização, trouxe uma outra maneira de se viver onde o tempo não é mais o do sol e sim o do relógio, do trabalho, da cidade, a sociedade constrói um outro tempo-espaço onde o ser humano buscar cada vez alcançar mais rápido.
  • Como já observado na diminuição da taxa de natalidade, o desencadeamento desses fatos também fez com que as taxas de mortalidade também diminuíssem. Cabe ressaltar que a industrialização acelerou a urbanização e conseqüentemente, a necessidade de melhorias sanitárias.
  • TABELA EXPECTATIVA VIDA
  • ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

    1. 1. ASPECTOS DEMOGRÁFICOS
    2. 2. A população mundial é o número total de humanos vivos no planeta Terra a um dado momento.
    3. 3. As teorias demográficas A Teoria Malthusiana A Teoria Neomalthusiana A Teoria Reformista 5
    4. 4. A Teoria Malthusiana Na história do pensamento econômico, poucos economistas chegaram a suscitar tantas controvérsias como o inglês Thomas Robert Malthus. 6
    5. 5. A Teoria Malthusiana Em 1798, Malthus publicou uma teoria demográfica que apresenta basicamente dois postulados: 7
    6. 6. Primeiro Postulado A população, tenderia a duplicar a cada 25 anos; cresceria, portanto, em progressão geométrica. Isso se se não ocorressem guerras, epidemias, desastres naturais, etc. 8
    7. 7. Segundo Postulado O crescimento da produção de alimentos ocorreria apenas em progressão aritmética e possuiria um limite de produção, por depender de um fator fixo: o próprio limite territorial dos continentes. 9
    8. 8. POPULAÇÃO PONTOS DE CRISES RECURSOS TEORIA DE MALTHUS 10
    9. 9. Malthus concluiu que o ritmo de crescimento populacional seria mais acelerado que o ritmo de crescimento da produção alimentar (PG x PA). 11
    10. 10. Previa ainda, que um dia estaria esgotado as possibilidades de aumento da área cultivada, pois todos os continentes estariam plenamente ocupados pela agropecuária e a população do planeta continuaria crescendo. 12
    11. 11. Para evitar esse flagelo, Malthus, contrário aos métodos anticoncepcionais, propunha a sujeição moral, ou seja, que as pessoas só tivessem filhos se possuíssem terras cultiváveis para poder alimentá-los. 13
    12. 12. A Teoria Neomalthusiana O neomalthusianismo defende que o aumento populacional é a grande causa da pobreza: quanto maior o número de habitantes menor a renda per capita. 14
    13. 13. A Teoria Neomalthusiana A explosão demográfica e o acirramento das desigualdades sociais levou seus adeptos a proporem políticas de controle de natalidade. 15
    14. 14. A Teoria Neomalthusiana De acordo com os neomalthusianos, uma população jovem numerosa necessita de grandes investimentos sociais em educação e saúde. 16
    15. 15. A Teoria Neomalthusiana Diminuindo, assim, os investimentos produtivos nos setores agrícola e industrial, o que impede o pleno desenvolvimento das atividades econômicas. 17
    16. 16. A Teoria Neomalthusiana Embora com postulados diferentes daqueles utilizados por Malthus, chega à mesma conclusão: “o crescimento populacional é o responsável pela ocorrência da miséria”. 18
    17. 17. A Teoria Neomalthusiana É uma maneira de encarar os problemas sócio-econômicos negligenciando os baixos salários e as péssimas condições de vida que vigoram nos países subdesenvolvidos. 19
    18. 18. Por que a renda per capita não é um bom indicador sócioeconômico? 20
    19. 19. A Teoria Reformista Em resposta aos neomalthusianos, foi elaborada a teoria reformista, que inverte a conclusão das duas teorias demográficas anteriores. 21
    20. 20. A Teoria Reformista Os reformistas argumentam que a pobreza que assola os países subdesenvolvidos é responsável pelo crescimento populacional e, não o contrário. 22
    21. 21. A Teoria Reformista O controle populacional está diretamente vinculado às condições de vida e, principalmente, ao acesso a educação e à saúde. 23
    22. 22. Conceitos e Fatores do Crescimento Populacional 24
    23. 23. Populoso – refere-se a população absoluta de determinado território ao número de habitantes no total. 25
    24. 24. Povoado – é medido por meio da densidade demográfica que é a relação do número de habitantes por km2 26
    25. 25. População Absoluta: Número total de habitantes de uma determinada área. População Relativa: É a relação população/espaço ou densidade demográfica (hab/km2) em outras palavras é o número de habitantes dividido pela área total.
    26. 26. • POPULOSO: um país é considerado populoso quando o número da população absoluta é alto; • POVOADO: um país é considerado povoado quando o número da população por km quadrado é alto.
    27. 27. Nesse caso, podemos afirmar que o Brasil é um país POPULOSO (5º mais populoso do mundo), porém, sua densidade demográfica é de: DENSIDADE DEMOGRAFICA NO BRASIL população: 190.000.000 ____________________ = área: 8.000.000 km² Amazonas - 3.232.330/1.570.746 = 2,05 hab/km² Roraima – 391.317/224.299 = 1,74 hab/km² Sergipe – 1.967.791/21.910 = 89,81 hab/km² São Paulo – 40.442.795/248.209 = 162,93 hab/km² Rio de janeiro – 15.383.407/43.696 = 352,05 hab/km² 23 hab/km² Portanto, o Brasil NÃO é um país povoado.
    28. 28. Crescimento populacional A população de um país cresce por meio de dois processos: MIGRAÇÕES: O número de pessoas que saem e de pessoas que entram; 31
    29. 29. O número de nascimentos e mortes. 32
    30. 30. Indicadores O crescimento vegetativo Positivo: número de nascimentos mortes. > que o de 33
    31. 31. O crescimento vegetativo Negativo: número de nascimentos o de mortes. < que 34
    32. 32. O crescimento vegetativo Nulo: número de nascimentos mortes. = que o de 35
    33. 33. Fecundidade Número efetivo de filhos em relação às mulheres em idade reprodutiva (15-49 anos) de acordo com o IBGE. 36
    34. 34. • • Taxa de fecundidade corresponde às estimativas em relação ao número de filhos  que uma mulher pode ter ao longo do período de fertilidade, entre as idades de 15  e 49 anos. Esse processo é interessante para saber a quantidade de filhos ou média  do mesmo para cada mulher.  - Crescimento populacional representa o crescimento vegetativo que é calculado a  partir da subtração entre o número de nascidos em um ano pelo número de óbitos no mesmo período.  Desse modo, se uma cidade possui 1.000 habitantes e em um ano houver 30  nascimentos e 13 falecimentos, o cálculo é feito da seguinte forma:  Crescimento vegetativo = 30 nascidos -  13 mortos = 17                                      Crescimento vegetativo= 17  A partir desse resultado fica claro que houve crescimento, pois esse foi positivo.  O crescimento populacional não se baseia somente no número de nascimentos e  de falecimentos, é preciso levar em consideração a taxa de migração, pois há um  grande fluxo migratório (pessoas saem do país enquanto outras entram), essa  variação corresponde à taxa citada a cima, ou seja, a diferença entre imigrantes e  emigrantes.
    35. 35. Natalidade Taxa de natalidade:  corresponde  a  relação  entre  o  número  de  nascimentos  ocorridos  em  um  ano  e  a  população  absoluta,  o  resultado em geral é expresso por mil. N.º de nascimentos X 1000 População absoluta 38
    36. 36. As taxas de nascimento também sofreram  um declínio nos países pobres, apenas nas  últimas  décadas.  Nos  países  ricos,  o  declínio da natalidade já atingiu seu limite,  sendo menor que a de mortalidade. 39
    37. 37. Fatores que influenciaram o decréscimo da taxa de natalidade Industrialização; Inserção da mulher no mercado de  trabalho; Urbanização; Métodos Anticonceptivos. 40
    38. 38. A necessidade de trabalhar faz com que a  mulher  não  tenha  a  mesma  disponibilidade  para  as  tarefas  domésticas e para cuidar de seus filhos.  41
    39. 39. Métodos Anticonceptivos A inserção no mercado de trabalho faz com que as mulheres procurem adiar a maternidade. E desenvolvimento de métodos anticonceptivos faz com que isso seja uma realidade. 42
    40. 40. Urbanização A urbanização das cidades propiciou a seus habitantes um novo modo de vida, muito diferente do vivido no campo. 43
    41. 41. Fatores da redução da mortalidade  Revolução Industrial; Melhorias sanitárias; Queda da mortalidade infantil; Urbanização 44
    42. 42. Expectativa de vida É  o  número  de  anos  que  um  recémnascido  poderá  esperar  viver,  levando-se  em  conta  as  condições  sociais  e  médicohigiênicas do país.  45
    43. 43. Pirâmide Jovem: base larga, devido à elevada natalidade e topo estreito em  consequência de uma elevada mortalidade e esperança média de vida reduzida. As  pirâmides deste tipo representam populações muito jovens típicas dos países menos  desenvolvidos.
    44. 44. Pirâmide envelhecida: base mais estreita do que a classes dos adultos.  Reflecte uma diminuição da natalidade e um aumento da esperança  média de vida. É características dos países desenvolvidos.
    45. 45. Pirâmide adulta: a base é ainda larga mas existe um aumento da  classe dos adultos e dos idosos. A taxa de Natalidade está a diminuir e  a esperança média de vida a aumentar.

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