SlideShare uma empresa Scribd logo

Polissemia

W
whybells
1 de 18
Baixar para ler offline
Cap. 21. Polissemia
Professora Ana Paula
Polissemia
• A polissemia permite que um nome
assuma diversos significados, pois o
prefixo POLI indica multiplicidade de
algo; SEMIA: significação.
• Ao interpretar e reconhecer a
polissemia, devemos considerar as
situações de aplicabilidade.
P
O
L
I
S
S
E
M
I
A
Polissemia
Polissemia
O rapaz é um tremendo gato.
O gato do vizinho é peralta.
Precisei fazer um gato para que a energia voltasse.
Algumas pessoas precisam fazer “bicos” para
sobreviver.
O passarinho foi atingido no bico.
Que prato divino! Sua mãe tem mesmo mãos de
fada para cozinhar.
Vamos! Coloque logo a mão na massa!
As crianças estão com as mãos sujas.
Passaram a mão na minha bolsa e nem percebi.

Recomendados

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURAAULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURAMarcelo Cordeiro Souza
 
Figura de linguagem conotativo x denotativo
Figura de linguagem conotativo x denotativoFigura de linguagem conotativo x denotativo
Figura de linguagem conotativo x denotativoJuliana Oliveira
 
Transitividade verbal
Transitividade verbalTransitividade verbal
Transitividade verbalPaolaLins
 
Discurso direto e indireto
Discurso direto e indiretoDiscurso direto e indireto
Discurso direto e indiretoprofessoraIsabel
 
Aula 04 variacao linguistica
Aula 04   variacao linguisticaAula 04   variacao linguistica
Aula 04 variacao linguisticaMarcia Simone
 
Processos de formação de palavras
Processos de formação de palavrasProcessos de formação de palavras
Processos de formação de palavrasCláudia Heloísa
 
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTOAULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTOMarcelo Cordeiro Souza
 
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdf
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdfFICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdf
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdfNatália Moura
 
Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textualISJ
 

Mais procurados (20)

Sinais de pontuação
Sinais de pontuaçãoSinais de pontuação
Sinais de pontuação
 
Slides aula verbos
Slides   aula verbosSlides   aula verbos
Slides aula verbos
 
Aula intertextualidade
Aula intertextualidadeAula intertextualidade
Aula intertextualidade
 
1.3 ortografia
1.3   ortografia1.3   ortografia
1.3 ortografia
 
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURAAULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
AULA 01 - TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - ESTRUTURA
 
Figura de linguagem conotativo x denotativo
Figura de linguagem conotativo x denotativoFigura de linguagem conotativo x denotativo
Figura de linguagem conotativo x denotativo
 
Transitividade verbal
Transitividade verbalTransitividade verbal
Transitividade verbal
 
Discurso direto e indireto
Discurso direto e indiretoDiscurso direto e indireto
Discurso direto e indireto
 
Aula 04 variacao linguistica
Aula 04   variacao linguisticaAula 04   variacao linguistica
Aula 04 variacao linguistica
 
Uso dos porquês
Uso dos porquêsUso dos porquês
Uso dos porquês
 
Variedades linguísticas
Variedades linguísticasVariedades linguísticas
Variedades linguísticas
 
Processos de formação de palavras
Processos de formação de palavrasProcessos de formação de palavras
Processos de formação de palavras
 
Slides cartas
Slides  cartasSlides  cartas
Slides cartas
 
Atividade anaf cataf 9 ano dinarte
Atividade anaf cataf 9 ano dinarteAtividade anaf cataf 9 ano dinarte
Atividade anaf cataf 9 ano dinarte
 
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTOAULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação  - PRONTO
AULA 03 - Introdução - Diversas formas de iniciar uma redação - PRONTO
 
SLIDES – PARÓDIA.
SLIDES – PARÓDIA.SLIDES – PARÓDIA.
SLIDES – PARÓDIA.
 
Paráfrase
ParáfraseParáfrase
Paráfrase
 
4. generos textuais aula 3
4. generos textuais   aula 34. generos textuais   aula 3
4. generos textuais aula 3
 
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdf
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdfFICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdf
FICHA - TIPOLOGIAS TEXTUAIS - Gabarito.pdf
 
Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
 

Mais de whybells

Protocordados1
Protocordados1Protocordados1
Protocordados1whybells
 
A classificacao biologica
A classificacao biologicaA classificacao biologica
A classificacao biologicawhybells
 
concretismo
concretismoconcretismo
concretismowhybells
 
Modernismo em Portugal & Fernando Pessoa
Modernismo em Portugal & Fernando PessoaModernismo em Portugal & Fernando Pessoa
Modernismo em Portugal & Fernando Pessoawhybells
 
Vanguardas europeias
Vanguardas europeiasVanguardas europeias
Vanguardas europeiaswhybells
 
Fernando pessoa
Fernando pessoaFernando pessoa
Fernando pessoawhybells
 
teatro romantico
teatro romanticoteatro romantico
teatro romanticowhybells
 
o romance de formacao de raul pompeia
o romance de formacao de raul pompeiao romance de formacao de raul pompeia
o romance de formacao de raul pompeiawhybells
 
Verbos formacao dos tempos verbais
Verbos formacao dos tempos verbaisVerbos formacao dos tempos verbais
Verbos formacao dos tempos verbaiswhybells
 
Verbos classificacao
Verbos classificacaoVerbos classificacao
Verbos classificacaowhybells
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervosowhybells
 
realismo e naturalismo na europa
realismo e naturalismo na europarealismo e naturalismo na europa
realismo e naturalismo na europawhybells
 
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismo
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismocap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismo
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismowhybells
 
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimento
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimentocap12e cap13 - expansão marítima e renascimento
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimentowhybells
 
Cap 13 e 14 a prosa no romantismo
Cap 13 e 14 a prosa no romantismoCap 13 e 14 a prosa no romantismo
Cap 13 e 14 a prosa no romantismowhybells
 

Mais de whybells (20)

Protocordados1
Protocordados1Protocordados1
Protocordados1
 
Anfibios
AnfibiosAnfibios
Anfibios
 
A classificacao biologica
A classificacao biologicaA classificacao biologica
A classificacao biologica
 
Anelideos
AnelideosAnelideos
Anelideos
 
Agnatha
AgnathaAgnatha
Agnatha
 
concretismo
concretismoconcretismo
concretismo
 
Modernismo em Portugal & Fernando Pessoa
Modernismo em Portugal & Fernando PessoaModernismo em Portugal & Fernando Pessoa
Modernismo em Portugal & Fernando Pessoa
 
Vanguardas europeias
Vanguardas europeiasVanguardas europeias
Vanguardas europeias
 
Fernando pessoa
Fernando pessoaFernando pessoa
Fernando pessoa
 
Semantica
SemanticaSemantica
Semantica
 
teatro romantico
teatro romanticoteatro romantico
teatro romantico
 
o romance de formacao de raul pompeia
o romance de formacao de raul pompeiao romance de formacao de raul pompeia
o romance de formacao de raul pompeia
 
Verbos formacao dos tempos verbais
Verbos formacao dos tempos verbaisVerbos formacao dos tempos verbais
Verbos formacao dos tempos verbais
 
Verbos classificacao
Verbos classificacaoVerbos classificacao
Verbos classificacao
 
Verbos
VerbosVerbos
Verbos
 
Sistema nervoso
Sistema nervosoSistema nervoso
Sistema nervoso
 
realismo e naturalismo na europa
realismo e naturalismo na europarealismo e naturalismo na europa
realismo e naturalismo na europa
 
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismo
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismocap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismo
cap14 - reformas religiosas, antigo regime e absolutismo
 
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimento
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimentocap12e cap13 - expansão marítima e renascimento
cap12e cap13 - expansão marítima e renascimento
 
Cap 13 e 14 a prosa no romantismo
Cap 13 e 14 a prosa no romantismoCap 13 e 14 a prosa no romantismo
Cap 13 e 14 a prosa no romantismo
 

Polissemia

  • 2. Polissemia • A polissemia permite que um nome assuma diversos significados, pois o prefixo POLI indica multiplicidade de algo; SEMIA: significação. • Ao interpretar e reconhecer a polissemia, devemos considerar as situações de aplicabilidade.
  • 6. O rapaz é um tremendo gato. O gato do vizinho é peralta. Precisei fazer um gato para que a energia voltasse. Algumas pessoas precisam fazer “bicos” para sobreviver. O passarinho foi atingido no bico. Que prato divino! Sua mãe tem mesmo mãos de fada para cozinhar. Vamos! Coloque logo a mão na massa! As crianças estão com as mãos sujas. Passaram a mão na minha bolsa e nem percebi.
  • 8. Explicação: • No exemplo lido, a polissemia se manifesta nas palavras “ligue” e “engano”. Observe que a anunciante é uma empresa de telefonia, a Embratel; logo, ela faz um jogo de palavras com “não ligue” e com “engano”. Dependendo do contexto, não ligue tanto pode significar não se importe, como não faça a ligação/ não acione. Da mesma forma, engano tanto pode significar erro/ equívoco, como trote (via telefone).
  • 17. Qual o termo polissêmico? Explique-o:
  • 18. Explicação: Na tirinha de Mauricio, a polissemia se apresenta no termo “cabeças”. Note que, enquanto a primeira personagem usa a expressão “cabeças de gado” como medida para designar o quantitativo de animais pertencentes a seu pai, Chico Bento, a segunda personagem, atribui ao vocábulo “cabeça” o significado de parte da anatomia bovina.