Caderno2 140520215042-phpapp02

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  1. 1. Andréa Perez Leinat
  2. 2.  Leitura Deleite Beleleu e os Números
  3. 3. ANALISAR OS PERFIL DE ENTRADA DE MATEMATICA E LINGUAGEM
  4. 4. PERFIL DAS TURMAS DO 1º CICLO DA 1 FASE DO MUNICIPIO DE PONTES E LACERDA ESCOLAS – Vale do Guaporé Antonio Carlos de Brito Mario Spinelli São José Vale do Guaporé Total de Alunos – 369 alunos
  5. 5. 0 50 100 150 200 250 300 Associa a contagem de objetos… Associa a contagem de… Compara e ordena números… Compõe e decompõe números… Resolve problemas que… Resolve problemas que… Efetua adições e subtrações… Resolve problemas que… Resolve problemas que… Identifica figuras geométricas… Reconhece representações de… Utiliza corretamente as ideias… Compara e ordena comprimentos Identifica cédulas e moedas… Identifica e faz leituras de… Realiza medições e… Identifica informações… NÃO Parcialmente SIM
  6. 6. 0 100 200 300 400 Escreve o próprio nome Reconhece e nomeia as letras… Diferencia letras de números… Conhece a ordem alfabética e… Reconhece diferentes tipos de… Compreende que palavras… Percebe que palavras… Segmenta oralmente as… Identifica semelhanças… Percebe que as vogais estão… Reconhece que as sílabas… Lê, ajustando a pauta sonora… Domina as correspondências… Domina as correspondências… Não Parcialmente Sim
  7. 7. CADERNO 2 QUANTIFICAÇÃO, REGISTROS E AGRUPAMENTOS
  8. 8. Eixo Abordado: Números e Operações
  9. 9. OBJETIVOS • Identificar números em diferentes contextos e funções; • Quantificar elementos de uma coleção, utilizando diferentes estratégias; • Comunicar as quantidades, utilizando a linguagem oral, os dedos das mão ou materiais substitutivos aos da coleção;
  10. 10. • Representar graficamente quantidades e compartilhar, confrontar, validar e aprimorar seus registros nas atividades que envolvem a quantificação; • Reproduzir sequências numéricas em escalas ascendentes e descendentes a partir de qualquer número dado;
  11. 11. • Estabelecer relações de semelhança e de ordem, utilizando critérios diversificados para classificar, seriar e ordenar coleções; • Elaborar, comparar, comunicar, confrontar e validar hipóteses sobre as escritas e leituras numéricas, analisando a posição e a quantidade de algarismos e estabelecendo relações ntre a linguagem escrita e a oral ;
  12. 12. NÚMERO se refere à ideias de quantidade
  13. 13. O NUMERAL é a forma (falada, escrita, pictória, etc) de se representar essa quantidade
  14. 14. O ALGARISMO é a representação dessa quantidade, o símbolo de um sistema de numeração escrita.
  15. 15. PORTANDO...
  16. 16. Devemos provocar reflexões sobre a ideia de número e seus usos em situações do cotidiano.
  17. 17. PARA QUE SERVE A MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DAS CRIANÇAS SERVE CONTAR SERVE FAZER CONTINHAS SERVE MEDIR
  18. 18. SOBRE A CONSTRUÇÃO DO NÚMERO O ser humano sempre precisou contar? Houve épocas em que não se contava porque não havia necessidade... (Caderno 2 p. 06
  19. 19. VÍDEO
  20. 20. O NÚMERO E SEUS SIGNIFICADOS Quais os significados que um número pode ter? (Caderno 2 p. 30)
  21. 21. Receita de Bolo Simples INGREDIENTES 2 xícaras de açúcar 3 xícaras de farinha de trigo 4 colheres de margarina bem cheias 3 ovos 1 1/2 xícara de leite aproximadamente 1 colher (sopa) de fermento em pó bem cheia.
  22. 22. 4 kg
  23. 23. IDENTIFICAR OS NÚMEROS EM DIFERENTES CONTEXTOS E FUNÇÕES 333.555.999-22 3 3x1 PR- CURITIBA ABC- 234 3042-71 65
  24. 24. SENSO NUMÉRICO O senso numérico é a capacidade que permite diferenciar, sem contar, pequenas quantidades de grandes quantidades; perceber onde há mais e onde há menos, assim como permite perceber quando há “tantos quantos”, uma situação de igualdade entre dois grupos.
  25. 25. SENSO NUMÉRICO
  26. 26.  Sugestão: Assistir o Vídeo com seus alunos - Discutir sobre o enredo e o sobre o fato de que no filme aparecem muitos cachorros e que, em determinadas cenas, não é possível contá-los, mas que era possível saber quando tem mais ou menos. - Comparar imagens, duas a duas, e desafiar a indicar em qual das duas tem mais cachorros...
  27. 27. CORRESPONDÊNCIA “UM A UM” é a relação que se estabelece na comparação unidade a unidade entre os elementos de duas coleções. Nessa comparação, é possível determinar se duas coleções têm a mesma quantidade de objetos ou não e, então, qual tem mais ou qual tem menos... (p.11).
  28. 28. CORRESPONDÊNCIA “UM A UM” Para solucionar problemas de controle de quantidades, as primeiras formas que o ser humano criou estavam relacionadas ao que chamamos de correspondência um a um.
  29. 29. POR EXEMPLO... 3
  30. 30. Andar de ônibus (bancos e pessoas); No cinema (bancos e pessoas); Sala de aula (carteiras e alunos, materiais e alunos, lanche e alunos e outros); Nas refeições (pratos e pessoas, pratos e copos e outros); “Que outras relações podemos estabelecer, considerando a ideia de correspondência um a um?” 3
  31. 31. AGRUPAMENTOS Ao longo do tempo o ser humano superou a correspondência um a um, e organizou “montes” ou “grupos” de quantidades.
  32. 32. São ações que permitem controlar, comparar e representar quantidades. Por isso a importância de propor atividades para seus alunos que exijam a contagem de coleções de objetos por meio de seu agrupamento em quantidades menores. p. 16
  33. 33. O AGRUPAMENTO NA ORGANIZAÇÃO DA CONTAGEM E NA ORIGEM DOS SISTEMAS DE NUMERAÇÃO “[...] a necessidade de contar grandes quantidades levou o ser humano a superar a correspondência um a um e organizar “montes” ou “grupos” de quantidades, ou seja, a contagem por agrupamento. Esse tipo de contagem é o princípio básico que deu origem aos mais diversos sistemas de numeração.” (p. 15).
  34. 34. POR EXEMPLO...
  35. 35. A contagem por agrupamento - Supera a correspondência um a um; - Organiza o que é contado; - Ajuda a não esquecer de nenhum objeto; - Evita que um mesmo objeto seja contado mais de uma vezes.
  36. 36. ALGUNS OBJETOS E AGRUPAMENTOS
  37. 37. PAREAMENTO O pareamento ocorre a partir da relação entre duas coleções. O trabalho com o pareamento possibilita melhor compreensão do conceito a mais.
  38. 38. Afinal, o que é contar? Contar os objetos de uma coleção significa atribuir a cada um deles uma palavra ou símbolo que corresponde a uma posição na sequência numérica e que indica a quantidade que ele representa nessa posição.
  39. 39. CONTAR Contar pode ser também a enunciação de nomes atribuídos aos números. Ex.: Quando a criança, apesar de ainda não reconhecer os números, nem ser capaz de realizar contagem de objetos, “canta” os números no jogo de “Esconde-esconde” ou “Trinta e um”.
  40. 40. SUGESTÕES DE ATIVIDADES DE CONTAGEM
  41. 41. MAMÃE POSSO IR? Desenvolvimento: Escolher uma criança para ser a “mãe”, posicionando-a a uma certa distância das outras crianças. As crianças perguntam “Mamãe, posso ir?” A criança que está no papel de mãe responde que sim e as outras perguntam: “Quantos passos?” A mãe decide o número de passos que cada criança vai dar. Ganha aquela que alcançar primeiro a mãe.
  42. 42. AMARELINHA Desenvolvimento: Desenhar com giz o jogo de amarelinha e pedir para que as crianças coloquem os números de um a dez. Assim, será mais uma oportunidade de a criança visualizar e iniciar a grafia desses números. É necessário providenciar um saquinho de areia ou algo similar para a brincadeira. Em sala de aula o professor pode entregar uma folha com uma amarelinha já impressa e propor aos alunos numerá-la de um a dez, assim como foi feito na brincadeira.
  43. 43. TRILHA Desenvolvimento: Organizar os alunos em equipes pequenas. Em roda, converar com as crianças sobre regras e diferentes “jeitos” (estratégias) utilizados por elas para contar as quantidades dos dados e as casas que deverão percorrer com seus pinos a cada jogada. Disponibilizar os jogos para cada equipe. Para crianças menores, de acordo com o grau de dificuldade, oferecer trilhas com percursos individuais. Com o decorrer do tempo, as crianças podem fazer diferentes registros do jogo em folha, como por exemplo, os vencedores de cada rodada, a quantidade de jogadores, a pontuação final, entre outros.
  44. 44. A GALINHA DO VIZINHO A GALINHA DO VIZINHO BOTA OVO AMARELINHO BOTA UM, BOTA DOIS, BOTA TRÊS, BOTA QUATRO, BOTA CINCO, BOTA SEIS, BOTA SETE, BOTA OITO, BOTA NOVE, BOTA DEZ!
  45. 45. ELEFANTE UM ELEFANTE INCOMODA MUITA GENTE. DOIS ELEFANTES INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAIS. TRÊS ELEFANTES INCOMODAM MUITA GENTE. QUATRO ELEFANTES INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAIS. QUATRO ELEFANTES INCOMODAM MUITA GENTE. CINCO ELEFANTES INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM, INCOMODAM MUITO MAIS. SEIS ELEFANTES......MUITO MAIS. SETE ELEFANTES....MUITO MAIS. OITO ELEFANTES...MUITO MAIS.....
  46. 46. INDIOZINHOS 1,2,3 INDIOZINHOS 4,5,6 INDIOZINHOS 7,8,9 INDIOZINHOS 10 UM PEQUENO BOTE IAM NAVEGANDO PELO RIO ABAIXO QUANDO O JACARÉ SE APROXIMOU E O PEQUENO BOTE DOS INDIOZINHOS QUASE VAZIO VIROU
  47. 47. 4
  48. 48. USO E FUNÇÕES DO NÚMERO EM SITUAÇÕES DO COTIDIANO [...] desde muito cedo somos capazes de discriminar quantidades pequenas através de uma discriminação visual que nos habilita a detectar até três elementos mesmo sem realizar qualquer tipo de contagem.
  49. 49. É inquestionável o papel desempenhado pelas experiências sociais na construção do conhecimento matemático, uma vez que os números estão em toda parte, nos rodeando e fazendo parte de nossas vidas... (Pág. 20)
  50. 50. DESENVOLVER UM SENTIDO NUMÉRICO E TORNAR-SE NUMERALIZADO SENTIDO NUMÉRICO: HABILIDADE QUE PERMITE QUE O INDIVÍDUO LIDE DE FORMA BEM SUCEDIDA E FLEXÍVEL COM OS VÁRIOS RECURSOS E SITUAÇÕES DO COTIDIANO NUMERALIZADO: SIGNIFICA TER FAMILIARIDADE COM O MUNDO DOS NÚMEROS, EMPREGAR DIFERENTES INSTRUMENTOS E FORMAS DE REPRESENTAÇÃO, COMPREENDER AS REGRAS QUE REGEM OS CONCEITOS MATEMÁTICOS, IMBRICADOS NESSAS SITUAÇÕES
  51. 51. INDICADORES DE SENTIDO NUMÉRICO: Realizar cálculo mental flexível Realizar estimativas e usar pontos de referência Fazer julgamentos quantitativos e inferências
  52. 52. ALINA GALVÃO SPINILLO (p.22) Estabelecer relações matemáticas Usar e reconhecer que um instrumento ou suporte de representação pode ser mais útil ou apropriado que outro.
  53. 53. O NÚMERO: COMPREENDENDO AS PRIMEIRAS NOÇÕES
  54. 54. 1, 2 feijão com arroz 3, 4 feijão no prato 5, 6 falar inglês 7, 8 comer biscoito 9, 10 comer pastéis Vamos recitar
  55. 55.  Se uma criança recita este poema, sem erros, podemos afirmar que ela apropriou-se dos números de 1 a 10?  É possível, a partir de cantigas e parlendas, levar a criança a se apropriar dos números?
  56. 56. O NÚMERO: DA ORALIDADE PARA A ESCRITA Uma característica da contagem é a enunciação de palavras, nomes dos números, numa determinada sequência fixa, a começar por “um”; Quando crianças recitam mecanicamente a sequência dos números ou quando brincam de esconde-esconde, por exemplo, elas iniciam a contagem a partir do um; Recitar a sequência numérica não é a mesma coisa que saber contar com compreensão elementos de um conjunto. (p. 35)
  57. 57. ORALIDADE Relação entre cada elemento da contagem e a quantidade de objetos que ela significa Propiciar que os alunos percebam a quantidade de objetos que esses nomes representam. Propiciar que os alunos percebam a relação entre cada um dos nomes dos números durante sua enunciação oral na contagem.
  58. 58. Vamos trabalhar...
  59. 59.  Grupo 1: ler o relato : Objetos e Quantidades, (08 a 10) Atividade desenvolvida pela professora Nadia Beatriz Casani Belinazo, discutir no grupo sobre a atividade e responder a seguinte pergunta: E vocês, que dinâmicas proporia, a partir das situações anteriores, para dar oportunidades aos seus alunos de fazerem comparações para determinar onde há mais, onde há menos ou há tantos quantos, em comparações de quantidade de objetos?
  60. 60.  Grupo 2: ler o relato Jogo Pega Varetas (págs 12 a 14), desenvolvida pela professora Naise Pereira Cardoso, discutir no grupo e responder: Como você desenvolveria esse trabalho envolvendo outras situações que levassem seu alunos a produzir registros de quantidades sem o uso dos números que conhecemos hoje?
  61. 61.  Grupo 3: ler o relato O Sítio Animado (págs 16 a 18), Atividade desenvolvida pela professora Gisele Tamara Bittencourt, discutir no grupo e responder: A história apresentada é imaginária, os personagens são animais que falam e contam. Ela seria adequada para os seus alunos? De que outras maneiras você poderia desenvolver um trabalho com outras situações que levassem seus alunos a fazer agrupamentos para facilitar a contagem e representar grandes quantidades com pouco material?
  62. 62.  Grupo 4: ler o relato Matematica e Língua Portuguesa: Integrando textos e Números (págs 69 e 70) Com base na atividade, crie um texto ou música contando uma história em que as lacunas deverm ser preenchidas com números.
  63. 63.  Grupo 5: ler o relato O Varal (págs 78 e 81), que utiliza de um pequeno varal, com grampos de roupa, pra o trabalho com a contagem e noções elementares. Tratando de materiais simples com um grande potencial para alfabetização matemática. Que outros conceitos podem ser desenvolvidos com está sequência?
  64. 64. TAREFA DE CASA  DESENVOLVER UM SEQUENCIA DE ATIVIDADES COM SUA TURMA QUE ENVOLVA CONTAGEM UTILIANDOOS DIREITOSEIXOSCAPACIDADES E PERFIL DA MATEMÁTICA QUE CONTEMPLARÁ E CONFECÇÃO DE UMA CAIXA MATEMÁTICA .

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