A girafa e o mede palmo - história

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A girafa e o mede palmo - história

  1. 1. "a J
  2. 2. ' " l: f? 'A É! T Fuúãêvfãàjp_ _rg-Í > é. : f. ? L . . gñiia. .s~as~», :”g. gl'~ « - r' _ '“ñ- í: ---e'-~í§1;sys'arm r War": _ V V - n
  3. 3. Um dia, ela estava passeando pela ñoresta , a. . _590 0 quando viu um papagaio muito bonito no alto de uma árvore. me G .99 . - . . . z cá? ? *Jotâp FICOU tao admnrada que contmuou cammhando _gfaouac ga' ° u" com a cabeça vnrada para trás, a g4. ' O ta¡ _ c , gastando o papagaio. A . , : ui-Ta ' "u . _ . _gr_ , _ a', , “ l “J n _E ›' § v, . n. -
  4. 4. n. . '4 n' : ': a 5 - . 41"_ › s' ^ N â . 'a' , . t, x4; . x. 4 ' 1 . w A' . ' > 1 ›_^'-'. 'a . , A . -' 3.! - em? ? k . i a 'w- . w . *"“ . .n ' q. .- , . 1 ma? 1 331 u* ›. .z i . .uu n . “ *w &o; . 1 ¡ 3,: : . ^ f~ . E . - 3:4 ' v - -. .,: ~y. « 3'_ ' FÉ? ” f; *É * -__-v_ r › . - _o . p- ' r n 9 x. c u. ~ . ›. .- _› . - . ua a. i d¡ - , ,'__. , . _Wir , ou 4 › a E n _ - . . . . x. - . . -. ' ' . ' . ¡ . a , v . a7 q ¡ é . ._ i . v h › . 3'#
  5. 5. .. › . . . unlrlãlÍ, .i . .. . P¡ m1¡ : . I'll a. .u
  6. 6. Nisso veio vindo um mede-palmo, no seu passo compassado: “Junta os pés - mede um palmo - estica; junta os pés _ mede um palmo - estica; junta os pes. .." 45"¡ Úogeçâd-&Gaàá
  7. 7. .99 Na hora em que ele estava de pés juntos, “plem caiu uma lágrima bem no meio das costas. 9
  8. 8. _ Nossa, chove! E cada pingão! _ disse o mede-palmo. - Não é chuva, não, mede-palmo! Sou eu, Benedita! Ele olhou pra cima e viu Benedita chorando. - Ah! é você! E por que está chorando?
  9. 9. Então Benedita contou o que tinha acontecido. O mede-palmo, decidido, prometeu dar um jeito, mas antes pediu pra ela parar de chorar. Ele não estava gostando nada nada daqueles pingos, “pleml, pleml", caindo em suas costas. - Como vai me ajudar, se você é tão pequeno? - perguntou Benedita. - Tamanho não é documento respondeu ele. E saiu no seu passo engraçado à procura de alguém para ajudá-lo a soltar o pescoço de Benedita da árvore. Logo adiante, encontrou o jabuti e contou para ele a história da girafa. Você vai ver. a a d¡ 4¡ t°¡-a da “i _a II ¡- 'a' 'Ú Ó q du 6' . l 'Í . g. ú a 'F' a a¡ "i _ à il' L¡ 'Í nl' -a à a* 4 . n "faceis-ñ q* ñ nana' QQÚÍJAÚ3ÔQÓ
  10. 10. I í a n à _ *sat w n . u ¡n- 'Ê ' 4 dm 'm g _ig_ _Hr ' '~ f . ' _ ' . ' ' ' _I - l ã Ã , . ii '" _V . , ' A ' i* -_ ›v 'n m, x_ A ü_ . ,1 _ç . 'gàzít: -vlãzf , &t; l. e ~, . ' « 2 g u msmkug . tm . ç l ~ «- -v _ *
  11. 11. . . .ÉYãJIAÍZríÍÍNdâuHÀAÊVNJ&Jddãgnwlamfñuwwiza . a. a. - m. _. a _ ku. , uñuwh a . ... ,. . . . w 42. v . .Cnv l o. u a t_ . s_ _. .r, . u . _ 1 «Liuilx . .. i . . . . L . .. , a . . f»- a __ -. .a . ... a_ . ... .fr _ . ._ r . r. ._ a i : :spuk H . ... n u, .. V . _ s¡ 4+ . .N . . t. _ _ . ilx41f. 43515.14; nnunhñnmduwüTal. .vu. a nham. .. ! HF . e J_ , f_ . .,. ..1.__. ,,.
  12. 12. E o mede-palmo saiu para buscar reforço. Logo adiante, viu a capivara, dormindo embaixo de uma árvore. O mede-palmo teve que acordá-la e explicar o que estava acontecendo. A Capivara concordou em ajudar, mandou o mede-palmo subir em suas costas e foi aumentar a escada. /
  13. 13. Quando chegaram, a Capivara subiu no jabuti e o mede-palmo esticou-se de novo. Não deu. Como era comprida a girafa Benedita! _ Então vá buscar mais ajuda - disse a capivara. - Enquanto isso eu vou continuar minha sonequinha aqui em cima do jabuti. 1-5
  14. 14. O mede-palmo, dessa vez, foi para o outro lado, e logo encontrou Serafim, o porco-espinho. . - Oi, Serafim! A nossa amiga Benedita está encalhada . numa árvore aqui perto e precisa de ajuda. . - Pois não. Vamos lá - disse ele. ~ Suba nas minhas costas.
  15. 15. E lá se foram os dois. Quando chegaram, tiveram que acordar a Capivara para que Serafim pudesse subir nas costas dela. E a escada ficou assim: o jabuti, a Capivara em pé nas costas dele, o porco-espinho em pé nas Costas da Capivara e o mede-palmo, todo esticado, em Cima de Serafim. i6 J j'
  16. 16. E o mede-palmo descobriu que precisava medir, antes de buscar mais ajuda. Olhou o tanto que faltava e falou: - Desta vez, vou chamar muitos bichos. ¡ E saiu no seu passo de “junta os pés - mede um palmo - estica" procurando outros bichos. l Quase não adiantou nada. Benedita era mesmo muito alta! Í l 1
  17. 17. Encontrou o macaco-prego e o guariba. Falou com os dois, que imediatamente se dispuseram a prestar socorro a Benedita- CI mede-palmo então pediu para eles irem na frente, enquanto ele ia buscar mais reforço. Tanta correria lhe deu sede e ele resolveu ir ao rio beber água. No rio, tomando sol, encontrou o jacaré Boeudo. _ Hei, Boeudo! Preciso de um favor seu! - disse o mede-palmo.
  18. 18. Nono"" - Deixei na floresta o jabuti, a Capivara, o porco-espinho, o guariba e o macaco-prego, um em cima das Costas do outro me esperando. .. _ Ah! já sei! _ disse o jacaré, antes de o mede-palmo acabar de falar. - Vocês vão trabalhar no circo! _ Não, jacaré! E que a girafa Benedita está encalhada no meio de uns galhos, coitada! E eles vão me ajudar a solta-la. Você não quer vir também? - Claro! suba no meu costado, e vamos lá! - disse o jacaré. _ Eu também quero ajudar a Benedita.
  19. 19. No lugar do acidente a bicharada esperava. O mede-palmo foi Chamando todas as aranhas das redondezas. E pediu: - Aranhas armadeiras, tecedeiras, rendeiras, Costureiras, me ajudem, por favor! Apareceram aranhinha, aranhão, caranguejeiras e até viúva-negra: _ As ordens, mede-palmo! - disseram em uma só voz.
  20. 20. - Preciso que me tcçam uns cordões bem fortes e amarrem o rabo do jacaré no pescoço do macaco-prego e a cabeça dele no pescoço de Benedita. As aranhas trabalharam com vontade. Num instante o serviço ficou pronto.
  21. 21. EH. . r I. ,.›. |I›m. m_a›? ... . _. .._ .
  22. 22. Enquanto isso, um montão de bichos - tatus, antas, coelhos, preás, corujas, raposas, cutias, sagüis, borboletas, besouros, formigas, abelhas, libélulas, mariposas - vieram apreciar o movimento. O mede-palmo, todo orgulhoso e compenetrado, estava dando as ordens para a operação de salvamento, quando ouviu: - Ai, socorro! Socorro, que ele me espeta! - era a Capivara quem gritava.
  23. 23. a
  24. 24. É que um fiapo da corda tecida pelas aranhas tinha caído bem no focinho de Serafim. E ele ameaçava dar um espirro daqueles que espalham espinhos para todos os lados. Foi preciso que um preá subisse correndo pra tirar o fiapo. Também uma libélula precisou abanar a Capivara, que estava quase desmaiando. O mede-palmo achou melhor andar mais rápido com os preparativos e soltar logo Benedita, que já ia chorar de novo.
  25. 25. E?
  26. 26. E lá subiu ele. Passou pelo jabuti, que tinha em pé nas Costas a Capivara, que tinha sobre o lombo o porco-espinho Serafim, que tinha sobre a cabeça o guariba, em cima do qual estava o macaco-prego, cujo pescoço estava preso ao rabo do jacaré Bocudo, que tinha a Cabeça amarrada no pescoço da girafa.
  27. 27. u. . . .nci. u.. .uuicap. _.. u. . É , , _. .. . _:. in. A.1,. _u. .:l; ..Ii. dMl.17 . ..
  28. 28. Do alto da escada, o mede-palmo comandava e Benedita obedecia: - Benedita, mexa o pescoço um palmo para a esquerda. .. isso. Agora, vá dois palmos para a direita. .. muito bem! Mais três palmos para a frente. .. Puxe agora o pescoço para trás. .. Oba! O pescoço se soltou! Uma salva de palmas, urros, guinchos e zunidos festejou o desencalhe. E antes que Benedita se mexesse, o que ia fazer despencar a escada inteira, o mede-palmo pediu as aranhas que soltassem o jacaré. Cada um dos bichos foi saindo da escada, fazendo a maior algazarra.
  29. 29. _ . , › 5" 'i I _, V_ _ . ~ç_. ,,. » . I-»r. ›~›. $e*-*-: ? ~-u--. ._. «.v. =:; ›.›. ›,_. .§* . :», ».a. c~, ›-. x_. -.›. ›. * A '
  30. 30. Benedita, desencaIhada, saiu pulando de alegria. E o mede-palmo, orgulhoso, foi embora no seu passo compassado: “Junta os pes -- mede urn palmo -- estica; junta os pés - mede um palmo - estica; junta os pes. . Í' 'I
  31. 31. sai: õ LAGARTA PINYADA Lúd¡ ji-Vou-lndo 0 O turínirio maluco A ubn. 1 girafa e outro¡ bichos. .. O unido d¡ rentopêi¡ 0 Bal: de cafe' A: «ntopéiu c nus ¡apatinhoi Olaf. o aquilo do Norte ° 'furvgovTungo O ¡pio- do matc- c o cachorro do : :otro 0 passarinho vumtlHr ° Panel: dc arroz Monaco Cancro Chpiu (lt Fu: - il O ôzibui musical ° Os pregador: : do n¡ João O ncito da (util - Dc iwsiiui a : cbr: Âlaria-riiaini-¡iar-ulrar 0 João Fcijào A vaca Llimou c a moita Zcnilda 0 gatinho lrapalhío ' A limpou d: Tutu Qucro : na com ianrla ° Pomba Colonia¡ Pio qui-nu c crnouru fresca¡ A maior ! ou do mundo ' Siri Riful A girafa c o rule-palmo 0 Math-Fumaça Radio. o ilugio - 0 puo poliglou A inox: de¡ paulinho¡ - O pila O caio doi ovo¡ ' A¡ uh para A planta e o tnto ' Fell-also VmloCác. a papagaio and: Sn: lie r o yietadinh-a I Brinqutibi falantes A) : Jan qu: andam 0 A (nnltlu das ¡ulzrus A nbr: bunu ° O anjinho duude A : dra : ml 0 Tui-elaine. o vagrlunt Fada Cinco Quan: Nada 0 O dcigouo d: ligou¡ Fun [utah, galinha 414ml¡ KSC? ! -!5'C-$'C'33'¡Z'¡ n H PARA CRIANÇAS A PARÍIR nos 4 ANOS l l' A iuafícnq-Jo rbfubr Haiti. : t' urna ¡ugnnav xouu. v reusowo 92 ^ m”. 'zírí-frr; zr. .r. ;:tzr; ri: ::: .'2;; ia: :?""*'*

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