L I E 2010

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Trabalho Pedagógico apresentado aos trabalhadores em educação no sentido de incluir o tema no Plano de Ação e Projeto Político Pedagógico nas referidas Unidades Escolar no que se refere à utilização do Laboratório de Informática Educacional.

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  1. 1. SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VITÓRIA GERÊNCIA DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS Professor Washington
  2. 2. L I E (LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA EDUCACIONAL 2010 FUNÇÕES DO PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA (Particularmente, prefiro utilizar o termo “Professor de Informática Educacional”)
  3. 3. A escola como espaço social deve oportunizar acesso às múltiplas linguagens, constituindo um lugar de ampliação e possibilidades de representar o mundo. Nesse sentido, o laboratório de informática representa uma oportunidade para que professores e alunos entrem em contato com os “aparatos tecnológicos” da sociedade digital e possam desenvolver a aprendizagem significativa e habilidades de uso dos equipamentos.
  4. 4. O professor que atua nesse espaço deve ser capaz de mediar esse processo, ou seja dar condições para que a comunidade escolar (principalmente os professores, alunos e pedagogos) possa interagir com os computadores e demais equipamentos integrando-os às suas práticas pedagógicas ou às disciplinas do currículo. O desafio do professor mediador é, pois, propiciar aos professores e alunos a apropriação crítica das mídias e seus impactos nas formas de ser, pensar, agir e se relacionar no/com o mundo.
  5. 5. No intuito de orientar a ação dos professores que atuam nos laboratórios de informática das escolas, elencamos as funções desses profissionais :
  6. 6. Criar um ambiente de cordialidade e de aprendizagem mútua a partir das relações de parceria e de cooperação com os alunos e entre os alunos e os professores; Ter iniciativa para propor atividades e projetos junto aos profissionais da educação, procurando romper as barreiras, dificuldades ou resistências em relação ao uso das novas tecnologias educacionais;
  7. 7. Participar de reuniões de planejamento com o (s) pedagogo (s) da escola incentivando os professores a utilizarem o laboratório de informática para o desenvolvimento de atividades, pesquisas, elaboração de projetos, capacitação e outras atividades afins; Propor o desenvolvimento de projetos cooperativos ou atividades extra-curriculares ou curriculares, utilizando temas emergentes, evitando assim, a ociosidade do laboratório;
  8. 8. Possibilitar ao professor liberdade para propor as atividades e projetos que quer implementar, para que ele atue na direção de seu interesse; Incentivar projetos colaborativos envolvendo professores, alunos, escolas e comunidade (ex.: Projovem, Escola Aberta), utilizando recursos variados (TV, vídeo, livros, internet, visitas monitoradas, visitas de estudo, entrevistas, etc.); Fornecer informações sobre uso dos softwares instalados ou sobre outras aplicações ou conceitos requeridos pelos professores, para o desenvolvimento de suas atividades no laboratório;
  9. 9. Elaborar o cronograma de atendimento ou agendamento de aulas, no horário da disciplina e/ou série; Assessorar o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação – TIC – nos outros espaços pedagógicos da escola (bibliotecas, salas de aula, secretaria, etc); Orientar a pesquisa na internet, certificando-se em relação ao acesso a sites acadêmicos; Criar um ambiente motivacional de alfabetização, socialização e comunicação, colocando cartazes, reportagens e outros recursos que facilitem a troca de conhecimento e informação;
  10. 10. Provocar o pensar-sobre-o-pensar, ao analisar com o grupo os problemas que estão sendo implementados e estimular cada aluno a formalizar seu problema, a alternativa de solução adotada, as dificuldades encontradas e as novas descobertas. Incentivar a formação continuada individual e coletiva de professores no uso das novas tecnologias na educação; Lembramos que: Oficinas Pedagógicas podem ser realizadas no Laboratório de Informática e os projetos e/ou atividades desenvolvidas pelos professores e alunos, bem como o uso de softwares educacionais e outras práticas pedagógicas podem e devem ser socializadas;
  11. 11. “ Equipamentos que apresentarem problemas de manutenção, o professor mediador deverá anotar os números do patrimônio e entrar em contato com a Gerência de Tecnologias da SEME ou ligando para o HekpDesk.”
  12. 12. Lembramos que: “ Oficinas Pedagógicas podem ser realizadas no Laboratório de Informática e os projetos e/ou atividades desenvolvidas pelos professores e alunos, bem como o uso de softwares educacionais e outras práticas pedagógicas podem e devem ser socializadas; O professor de informática educativa é um professor da escola e, portanto, tem autoridade para decidir sobre as ações desenvolvidas no laboratório, inclusive, controlando a disciplina dos alunos nesse ambiente, juntamente com o professor regente.” Equipe GTE 03/03/2010
  13. 13. L I E 2010 NORMAS DE USO DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
  14. 14. Visando manter os laboratórios de informática em bom funcionamento e atender as ações desenvolvidas na escola, a Gerência de Tecnologias Educacionais-GTE/SEME criou as seguintes orientações:
  15. 15. O professor(a) regente deve agendar antecipadamente as aulas, atividades ou projetos, juntamente com o pedagogo e o professor mediador; Os professores não devem se ausentar do laboratório durante as aulas, deixando os alunos sozinhos, ou acompanhados apenas do professor mediador ou estagiário/técnico responsável; O laboratório é uma sala de aula, portanto, os alunos devem estar sempre acompanhados do(a) professor(a) durante a sua utilização;
  16. 16. Algumas ações não permitidas ao professor mediador: Fazer download e instalação de qualquer tipo de arquivo não relacionado às atividades escolares; Alterar a configuração de hardware ou de software dos equipamentos das EMEFs e CMEIs; Desmontar quaisquer equipamentos ou acessórios do Laboratório, sob qualquer pretexto, assim como remover equipamentos do local a eles destinados (mesmo dentro do recinto);
  17. 17. Ações não permitidas aos alunos: Imprimir arquivos sem a autorização dos professores; Acessar conteúdos impróprios ou outros sites não relacionadas às atividades escolares; Usar o equipamento de forma inadequada, como: colar adesivos, colocar os dedos na tela, ou objetos como por exemplo: caneta, lápis... Fumar, comer, beber, ou entrar com guloseimas no laboratório, como: balas, pirulitos, chicletes... Utilizar celular no laboratório; Jogar lixo no chão ou deixar em cima das bancadas.
  18. 18. L I E 2010 AÇÕES E PROJETOS
  19. 19. PROPOSTA 1 “ Agendamento Semanal” é um recurso utilizado pelo mediador para organizar os horários de atendimento do LIE com pelo menos duas semanas de antecedência.
  20. 20. PROPOSTA 2 A “Proposta de Atuação no LIE” é um instrumento formal para registrar os projetos em praticados neste espaço. Tal prática tem sido sustentado pelo diálogo.
  21. 21. Orientações: O que é possível e o que o não é no espaço educacional na utilização de recursos da web. Tanto os “sites de busca” quanto os de “relacionamento” definem regras para sua utilização, sendo, alguns deles inclusive impróprio para menores.
  22. 24. No Laboratório de Informática Educacional, o trabalho estudantil em duplas otimiza a utilização dos equipamentos e favorece o aprendizado.
  23. 25. <ul><li>Referência e Sites: </li></ul><ul><li>www.orkut.com </li></ul><ul><li>www.google.com.br </li></ul><ul><li>www.vitoria.es.gov.br </li></ul><ul><li>www.fotolog.terra.com.br/emefol </li></ul><ul><li>www.fotolog.terra.com.br/emefcaa </li></ul><ul><li>www.informaticaeducacional.zoomshare.com </li></ul><ul><li>Documento Orientador da Equipe GTE/SEME da PMV 2010 </li></ul>Washington Felix Rocha Informática Educacional 2010 Trabalho Pedagógico apresentado aos trabalhadores em educação no sentido de incluir o tema no Plano de Ação e Projeto Político Pedagógico nas referidas Unidades Escolar no que se refere à utilização do Laboratório de Informática Educacional.

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