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DA PRECE
QUAL O CARÁTER GERAL DA PRECE?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS QUESTÃO 659
A PRECE TORNA O HOMEN MELHOR?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS; QUESTÃO 660
Pode-se pedir eficazmente a Deus o
perdão das faltas?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS ; QUESTÃO 661
Pode-se orar utilmente pelos outros?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS; QUESTÃO 662
As preces que fazemos por nós mesmos,
podem modificar a natureza das nossas provas e
desviar-lhes o curso?
O LIVRO DOS ESPÍRITOS;QUESTÃO 663
DEUS DISSE NÃO
Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.
Eu pedi a Deus para tirar a minha dor...
Eu pedi a Deus para fazer com que meu
filho fosse perfeito
Eu pedi a Deus para me dar paciência
Eu pedi a Deus para me dar felicidade
Eu pedi a Deus para me proteger da dor
Eu pedi a Deus para me fazer crescer em
Espírito.
Eu pedi a Deus todas as coisas para
que eu pudesse gostar da vida.
E, por fim, pedi a Deus para me ajudar a
amar os outros, tanto quanto Ele me ama...
Ainda que eu...
Falasse as línguas dos homens e dos anjos,
Tivesse o dom de profecia,
Conhecesse todos os mistérios e toda a ciência,
Tivesse toda a fé, de maneira tal que
transportasse os montes.
Distribuísse toda a minha fortuna para sustento
dos pobres,
Entregasse o meu corpo para ser queimado
Se eu não tivesse amor...eu nada seria.
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ENSINA-NOS A ORAR
Lucas 11,1-4
É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores, e nesse
caso como pode as nossas preces lhes proporcionar consolo e
abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de fazer dobrar-se a
justiça de Deus?
Que pensar da opinião que rejeita a
prece pelos mortos, por não estar
prescrita nos Evangelhos?
Como se explica que certas pessoas que oram muito sejam,
apesar disso, de muito mau caráter, ciumentas, invejosas,
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Da prece

  • 1.
  • 2.
  • 4. QUAL O CARÁTER GERAL DA PRECE? O LIVRO DOS ESPÍRITOS QUESTÃO 659
  • 5. A PRECE TORNA O HOMEN MELHOR? O LIVRO DOS ESPÍRITOS; QUESTÃO 660
  • 6. Pode-se pedir eficazmente a Deus o perdão das faltas? O LIVRO DOS ESPÍRITOS ; QUESTÃO 661
  • 7. Pode-se orar utilmente pelos outros? O LIVRO DOS ESPÍRITOS; QUESTÃO 662
  • 8. As preces que fazemos por nós mesmos, podem modificar a natureza das nossas provas e desviar-lhes o curso? O LIVRO DOS ESPÍRITOS;QUESTÃO 663
  • 9. DEUS DISSE NÃO Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.
  • 10. Eu pedi a Deus para tirar a minha dor...
  • 11. Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho fosse perfeito
  • 12. Eu pedi a Deus para me dar paciência
  • 13. Eu pedi a Deus para me dar felicidade
  • 14. Eu pedi a Deus para me proteger da dor
  • 15. Eu pedi a Deus para me fazer crescer em Espírito.
  • 16. Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida.
  • 17. E, por fim, pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, tanto quanto Ele me ama...
  • 18.
  • 19. Ainda que eu... Falasse as línguas dos homens e dos anjos, Tivesse o dom de profecia, Conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, Tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes. Distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, Entregasse o meu corpo para ser queimado Se eu não tivesse amor...eu nada seria. 1 Coríntios 13:1
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31. É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores, e nesse caso como pode as nossas preces lhes proporcionar consolo e abreviar os sofrimentos? Têm elas o poder de fazer dobrar-se a justiça de Deus?
  • 32. Que pensar da opinião que rejeita a prece pelos mortos, por não estar prescrita nos Evangelhos?
  • 33. Como se explica que certas pessoas que oram muito sejam, apesar disso, de muito mau caráter, ciumentas, invejosas, implicantes, faltas de benevolência e de indulgência; que sejam até mesmo viciosas?
  • 34. Podemos orar aos Espíritos?

Notas do Editor

  1.  Resposta da Q. 659: A prece é um ato de adoração. Fazer preces a Deus é pensar nele, aproximar-se dele, pôr-se em comunicação com ele. Pela prece podemos fazer três coisas: louvar, pedir e agradecer
  2. Resposta Questão 660: Sim, porque aquele que faz preces com fervor e confiança se torna mais forte contra as tentações do mal, e Deus lhe envia bons Espíritos para o assistir. É um socorro jamais recusado, quando o pedimos com sinceridade.
  3. Resposta: Deus sabe discernir o bem e o mal; a prece não oculta as faltas.  Aquele que pede a Deus o perdão de suas faltas não o obtém se não mudar de conduta. As boas ações são a melhor prece, porque os atos valem mais do que as palavras.
  4. Resposta O Espírito daquele que ora está agindo pela vontade de fazer o bem.  Pela prece atrai a ele os bons Espíritos que se associam ao bem que deseja fazer. Comentário de Kardec:  Possuímos em nós mesmos, pelo pensamento e a vontade, um poder de ação que se estende muito além dos limites de nossa esfera corpórea. A prece por outros é um ato dessa vontade. Se for ardente e sincera, pode chamar os bons Espíritos em auxílio daquele por quem pedimos, a fim de lhe sugerirem bons pensamentos e lhe darem a força necessária para o corpo e a alma. Mas ainda nesse caso a prece do coração é tudo e a dos lábios não é nada.
  5. Resposta: Vossas provas estão nas mãos de Deus e lia as que devem ser suportadas até o fim, mas Deus leva sempre em conta a resignação. A prece atrai a vós os bons Espíritos que vos dão a força de as suportar com coragem.  Então elas vos parecem menos duras. Já o dissemos: a prece nunca é inútil, quando bem feita, porque dá força, o que já é um grande resultado. Ajuda-te a ti mesmo e o céu te ajudará; tu sabes disso. Aliás, Deus não pode mudar a ordem da Natureza ao sabor de cada um, porque aquilo que é um grande mal do vosso ponto de vista mesquinho, para vossa vida efêmera, muitas vezes é um grande bem na ordem geral do Universo(1). Além. disso, de quantos males o homem é o próprio autor por sua imprevidência ou por suas faltas. Ele é punido no que pecou. Não obstante, os vossos justos pedidos são em geral mais escutados do que julgais. Pensais que Deus não vos ouviu porque não fez um milagre em vosso favor, quando, entretanto, vos assiste por meios tão naturais que vos parecem o efeito do acaso ou da força das circunstâncias.  Freqüentemente, ou o mais freqüentemente, ele vos suscita o pensamento necessário para sairdes por vós mesmos do embaraço.
  6. Deus disse não    Nas horas difíceis, quando lembramos de rogar a Deus por Seu socorro, nem sempre sabemos interpretar a Sua resposta. No entanto, a resposta sempre chega de conformidade com as nossas necessidades e merecimentos. Um homem que costumava fazer pedidos específicos a Deus, um dia conseguiu entender a Sua resposta e escreveu o seguinte: Eu pedi a Deus para tirar a minha dor. Deus disse não. "Não cabe a Mim tirá-la, mas cabe a você desistir dela." Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito. Deus disse não. "Seu Espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório." Eu pedi a Deus para me dar paciência. Deus disse não. "A paciência nasce nas tribulações. Não é doada, é conquistada." Eu pedi a Deus para me dar felicidade. Deus disse não. "Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você." Eu pedi a Deus para me proteger da dor. Deus disse não. "O sofrimento o separa dos apelos do Mundo e o traz para mais perto de Mim." Eu pedi a Deus para me fazer crescer em Espírito. Deus disse não. "Você tem que crescer sozinho, mas Eu o podarei para que você possa dar frutos." Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida. Deus disse não. "Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas." E, por fim, quando pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, tanto quanto Ele me ama, Deus disse: "Finalmente você captou a idéia!"
  7. Não cabe a Mim tirá-la, mas cabe a você desistir dela."
  8. Seu Espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório."
  9. "A paciência nasce nas tribulações. Não é doada, é conquistada."
  10. Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você."
  11. O sofrimento o separa dos apelos do Mundo e o traz para mais perto de Mim."
  12. Você tem que crescer sozinho, mas Eu o podarei para que você possa dar frutos."
  13. Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas."
  14. Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida e mensagem do Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco.  Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita, v. 2,  ed. Fep. Em 11.10.2010.
  15. Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida e mensagem do Espírito Eros, psicografia de Divaldo Pereira Franco.  Disponível no CD Momento Espírita, v. 5 e no livro Momento Espírita, v. 2,  ed. Fep. Em 11.10.2010.
  16. Ensina-nos a Orar              O planalto da Judéia se eleva naquele local a quase 830 metros acima do nível do mar, no ponto culminante da aldeia de Efraim. Uma região bucólica, onde os damasqueiros se arrebentam em flores e frutos, e as tulipas se multiplicam em campos verdejantes com a abundância do sol dourado, cujos poentes se demoram em fímbrias coloridas, contrastando com as sombras das noites em vitória. A aldeia de Efraim é um amontoado de casas singelas entre flores silvestres e roseiras variadas, situando-se sobre o largo terraço fértil do planalto árido, onde, no entanto, abundam as nascentes cantantes, de cujas bordas se avistam ao longo o vale, onde se escondem abaixo das imensas costas talhadas, o tranqüilo Jordão e o Mar Morto. Dali, a visão dos horizontes é um convite à meditação, fazendo com que o homem se apequene ante a grandeza de Deus.             Naquela paisagem, tudo é convite às coisas divinas. Nesse plano de exuberante beleza, o Mestre elucida aos companheiros fiéis, quanto à comunhão com o Pai. Já lhes falara diversas vezes sobre a necessidade da oração e em muitas ocasiões, deles se apartara, para o silêncio da prece. Em harmonia, freqüentemente, buscava a soledade para a ligação com Deus, através desse ministério ardente e apaixonado.             Certo dia os discípulos aguardavam-no com carinho, ansiedade, e inquiriram-no quanto à melhor forma de orar, como dizer todos ditos da alma Àquele que é a Vida, e que sabe das necessidades de cada um em particular e de todos simultaneamente... Havia, em todos, o desejo veemente de apreender com o Rabi, que com tantas lições lhes dispensara antes com invulgar sabedoria! Naquele momento, um dos discípulos pediu-lhe: "Mestre, ensina-nos a Orar."             O Mestre relança o olhar por aquelas faces expectantes que o buscavam seguir, e desejam adquirir forças, para no futuro se entregar inteiramente ao Evangelho nascente. Depois de sentir as ânsias que através dos tempos estrugiriam, nos continuadores da Sua doutrina pelos caminhos do futuro, sintetizou as necessidades humanas em sete versos, os mais simples e harmoniosos que os humanos ouvidos jamais escutaram, proferindo a oração dominical. As frases melódicas cantaram, delicadas, através dos seus lábios, como se um coral angélico ao longe modula-se um canto de incomparável melodia, acompanhando-o suavemente numa evocação: "Pai Nosso que estás nos Céus..." É a glorificação daquele que é a Vida da Vida, Causa Cáusica do existir. Natureza da Natureza - Nosso Pai!             Entenderam-se, a seguir, os três desejos do ser na direção da Vida, após a referência sublime ao doador de Bênçãos:             "Santificado seja o Teu Nome;"             "Venha a nós o Teu Reino, seja feita a Tua vontade na terra como no céu." Os amigos sentiram, naquela ora, exaltação ao Pai nas dimensões imensuráveis do universo, respeito à grandeza da sua criação através da alta consideração do Seu nome. Resignação atual diante das suas determinações divinas e divina pré-ciência. Um canto de amor e abnegação!             A seguir, as três rogativas em que o homem compreende a própria pequenez e se levanta súplice, confiante, porém, em que lhe não será negado nada daquilo que solicita:             "O pão nosso de cada dia dá-nos hoje;"             "Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores;"             "Não nos deixes cair em tentação e livra-nos de todo o mal."             A base da manutenção do corpo é o alimento sadio, diário, equilibrado, tanto quanto a vitalidade do espírito é a sintonia com as energias transcendentes.. "Dá-nos hoje..." Sustento para a matéria e força para o espírito, de modo a prosseguir no roteiro de redenção, no qual exercita as experiências evolutivas.             O reconhecimento dos erros, equívocos, danos causados a si mesmo e ao próximo... "Perdoa-nos..." Ensejando reparação através da oportunidade de refazer e recomeçar sem desânimo, superando-se e ajudando-se os que nos são vítimas... "...como perdoamos aos que nos devem".             Forças para as fraquezas, em forma de misericórdia, multiplicando as construções das células e das energias espirituais. Reconhecimento das intocáveis fragilidades que a cada instante nos assediam e nos surpreendem... "...livra-nos de todo o mal"..             Naquele momento começava a musicalidade sublime em balada formosa na pauta da Natureza, conduzida pelo vento. Aquela era a mais singela, a mais completa oração jamais enunciada. A ponte de intercâmbio entre os dois planos do mundo estava lançada.             "Pedi e dar-se-vos-á", exorou o Mestre Nazareno. "Ensina-nos a orar!"...rogara o discípulo ansioso...             As virações daquela hora, o embalsamoar de mil odores sutis e constantes, e a festa nos corações. O Reino de Deus está, agora, mais próximo. Divisam-se os seus limites e se vislumbram as suas construções. Nenhum abismo, nenhum óbice, vencidos os obstáculos os caminhos se abrem, convidativos, oferecendo intercâmbio àqueles homens que se levantarão logo mais da insignificância que os limita, e irão avançar em rumo do infinito doravante. Orando, estarão em comunhão permanente com o Pai.       Os discípulos compreenderam o significado da oração, transformando-se e transformando o mundo. O homem sobe ao Pai e o Pai desce à terra. Do solilóquio chega-se ao diálogo, e do diálogo o espírito sai refeito num grande silêncio de paz e vitalidade, exaltando o amor de Deus na potencialidade da oração... "Ensina-nos a orar"... "Pai Nosso que estais nos céus...."   Livro: Luz do Mundo/Divaldo Pereira Franco/Amélia Rodrigues.
  17.  A prece é sempre agradável a Deus quando ditada pelo coração, porque a intenção é tudo para ele. A prece do coração é preferível à que podes ler, por mais bela que seja, se a leres mais com os lábios do que com o pensamento. A prece é agradável a Deus quando é proferida com fé, com fervor e sinceridade. Não creias, pois, que Deus seja tocado pelo homem vão, orgulhoso e egoísta, a menos que a sua prece represente um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.
  18. A prece não pode ter o efeito de mudar os desígnios de Deus, mas a alma pela qual se ora experimenta alívio, porque é um testemunho de interesse que se lhe dá e porque o infeliz, v sempre consolado, quando encontra almas caridosas que compartilham as suas dores. De outro lado, pela prece provoca-se o arrependimento, desperta-se o desejo de fazer o necessário para se tornar feliz.  É nesse sentido que se pode abreviar a sua pena,  se do seu lado ele contribui com a sua boa vontade. Esse desejo de melhora, excitado pela prece, atrai para o Espírito sofredor os Espíritos melhores que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e dar-lhe esperanças. Jesus orava pelas ovelhas transviadas. Com isso vos mostrava que sereis culpados se nada fizerdes pelos que mais necessitam.
  19. O Cristo disse aos homens: amai-vos uns aos outros. Essa recomendação implica a de empregar todos os meios possíveis de testemunhar afeição aos outros, sem entrar, por isso mesmo, em nenhum detalhe sobre a maneira de atingir o objetivo. Se é verdade que nada pode desviar o Criador de aplicar a justiça, inerente a ele mesmo, a todas as ações do Espírito, não é menos verdade que a prece que lhe dirigis, em favor daquele que vos inspira afeição, é para este um testemunho de recordação que não pode deixar de contribuir para aliviar os seus sofrimentos e o consolar. Desde que ele revele o mais leve arrependimento, esomente então, será socorrido; mas isso não o deixará jamais esquecer que uma alma simpática se ocupou dele e lhe dará a doce crença de que a sua intercessão lhe foi útil. Disso resulta necessariamente, de sua parte, um sentimento de afeição por aquele que lhe deu essa prova de interesse e de piedade. Por conseguinte, o amor recomendado aos homens pelo Cristo não fez mais do que aumentar entre eles, e ambos obedeceram à lei de amor e de união de todos os seres, lei divina que deve conduzirá unidade, objetivo e fim do Espírito(1)
  20. O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas julgam que todo o mérito está na extensão da prece e fecham, os olhos para os seus próprios defeitos. A prece é para elas uma ocupação, um emprego do tempo, mas não um estudo de si mesmas. Não é o remédio que é ineficaz, neste caso, mas a maneira de aplicá-lo.
  21. Podemos orar aos bons Espíritos como sendo os mensageiros de  Deus e os executores de seus desígnios, mas o seu poder está na razão da sua superioridade e decorre sempre do Senhor de todas as coisas, sem cuja  permissão nada se faz; e is porque as preces que lhes dirigimos só são eficazes se forem agradáveis a Deus.