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Michael Porter
Autoridade líder em estratégia e competitividade das naçõese regiões, Michael Porter tem seu trabalho reconhecido emmuitos...
CONCEITOS ESSENCIAIS• As cinco forças competitivas  O primeiro conceito essencial de Porter identifica cinco  forças compe...
• As estratégias competitivas genéricas  Porter escreve: "Estratégia competitiva é sinônimo de tomar  atitudes ofensivas o...
• A cadeia de valor  As verdadeiras vantagens das estratégias de custo e  diferenciação devem ser encontradas na cadeia de...
Paul Krugman
Foi um crítico da Nova Economia, termo cunhado no final da    década de 1990 para descrever a passagem de uma economia de ...
Teoria da localizaçãoA produção de algumas indústrias estámarcadamente concentrada no espaço. Estaconcentração é mais evid...
Teoria do comércioAs economias de escala geram um incentivo ao comércio internacional.Para obter vantagens das economias d...
Modelo de organização mundialUm sector industrial competitivo monopolisticamente produz bens que são usadosno consumo fina...
Modelo de organização urbana  Krugman compara três propostas:• A teoria neoclássica dos sistemas urbanos, que dá ênfase à ...
Keynes
Foi um economista britânico cujos ideais serviram deinfluência para a macroeconomia moderna, tanto na teoriaquanto na prát...
Segundo o pensamento keynesiano, a premissafundamental para se compreender uma economiaencontrava-se na simples observação...
Alain Lipietz
Alain Lipietz é um engenheiro francês, economista e político, e um membro doPartido Verde francês.A economia social ou sol...
David Harvey
É um geógrafo marxista britânico, formado na Universidade deCambridge. É professor da City University of New York e trabal...
Não basta, portanto, denunciar a irracionalidade docapitalismo. É importante lembrar, assinala Harvey, o que aMarx e Engel...
Krondatiev
Um dos teóricos da NEP, é mais conhecido porter sido o primeiro a tentar provarestatisticamente o fenômeno das “ondaslonga...
Um ciclo de Kondratiev tem um período de duração determinada (de 40 a 60anos), que corresponde aproximadamente ao retorno ...
ToyotismoToyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão,resultante da conjuntura desfavorá...
FordismoO Fordismo é um modelo de produção em massaidealizado pelo empresário estadunidense Henry Ford(1863-1947), fundado...
Uma das principais características do Fordismo foi o aperfeiçoamento da linha demontagem. Os veículos eram montados em est...
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Apresentação de slides mostrando as principais teorias contemporâneas econômicas.

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Geografia - Slides - As teorias contemporâneas econômicas

  1. 1. As teorias contemporâneas econômicas Equipe: Áurea Symone Brenda Kelly Daniela Dulcina Delise Nogueira José Wallysson Linaiane Dantas
  2. 2. Michael Porter
  3. 3. Autoridade líder em estratégia e competitividade das naçõese regiões, Michael Porter tem seu trabalho reconhecido emmuitos governos, empresas e no meio acadêmico mundial.Possui doutorado em Economia Empresarial pelaUniversidade de Harvard. Do seu trabalho resultaramconceitos como a análise de indústrias em torno de cincoforças competitivas, e das três fontes genéricas de vantagemcompetitiva: diferenciação, baixo custo e focalização emmercado específico.
  4. 4. CONCEITOS ESSENCIAIS• As cinco forças competitivas O primeiro conceito essencial de Porter identifica cinco forças competitivas que, segundo ele, determinam a intensidade da competição em um dado setor. - ameaça de novos concorrentes; - pressão de produtos substitutos; - poder de barganha dos compradores; - poder de barganha dos fornecedores; - rivalidade entre os concorrentes.
  5. 5. • As estratégias competitivas genéricas Porter escreve: "Estratégia competitiva é sinônimo de tomar atitudes ofensivas ou defensivas para criar uma posição defensável em um setor, a fim de lidar com as cinco forças competitivas e, assim, obter um retorno superior sobre o investimento." Embora admita que as empresas encontraram muitas formas diferentes de concretizar isso, Porter insiste na existência de apenas três estratégias bem-sucedidas e internamente coerentes para ter um desempenho superior ao das outras empresas. - liderança geral de custos; - diferenciação; - enfoque;
  6. 6. • A cadeia de valor As verdadeiras vantagens das estratégias de custo e diferenciação devem ser encontradas na cadeia de atividades realizadas por uma empresa para oferecer valor aos seus clientes. E Porter sugere que você se volte para a cadeia de valor para conduzir uma detalhada análise estratégica e chegar a sua escolha. Em suma, as fontes de vantagem competitiva em qualquer empresa estão lá, em sua cadeia de valor. Tudo que os gerentes têm a fazer é analisar - passo um, passo dois, passo três -, elaborar gráficos e analisar o custo de suas próprias empresas, para depois fazer o mesmo para seus concorrentes. No final, surgirá uma estratégia perfeita.
  7. 7. Paul Krugman
  8. 8. Foi um crítico da Nova Economia, termo cunhado no final da década de 1990 para descrever a passagem de uma economia de base principalmente industrial para uma economia baseada no conhecimento e nos serviços, resultante do progresso tecnológico e da globalização econômica. Para o autor, Geografia Econômica significa a localização da produção no espaço, ou seja, é o ramo da Economia que se preocupa com "o onde é que as coisas acontecem em relação a outras". Sua teoria pode ser entendida através dos quatro tópicos abaixo:• 1 - Teoria da localização;• 2 - Teoria do comércio;• 3 - Modelo de organização da economia mundial;• 4- Modelo da concentração urbana;
  9. 9. Teoria da localizaçãoA produção de algumas indústrias estámarcadamente concentrada no espaço. Estaconcentração é mais evidente nos casos emque existem rendimentos crescentes. Se estesrendimentos são puramente externos àsfirmas, podem-se usar as ferramentas deanálise competitiva; se os rendimentoscrescentes são internos às firmas, estamosperante a necessidade de modelar aconcorrência imperfeita.
  10. 10. Teoria do comércioAs economias de escala geram um incentivo ao comércio internacional.Para obter vantagens das economias de escala, cada país deve concentrara sua produção num número limitado de bens. Se cada país produzapenas alguns dos bens, então cada bem pode ser produzido em escalamaior do que se cada país tentasse produzir tudo, e a economia mundialpode produzir mais de cada bem.O comércio internacional possibilita que cada país produza uma variedaderestrita de bens e que se obtenha vantagem das economias de escala semsacrificar a variedade no consumo. Por sua vez, o comércio internacionalnormalmente leva a um aumento na variedade dos bens disponíveis. Ocomércio pode ser mutuamente benéfico como resultado das economiasde escala, pois cada país especializa-se na produção de uma variedadelimitada de produtos, o que possibilita produzir esses bens maiseficientemente do que se o país tentasse produzir tudo por si mesmo;essas economias especializadas comercializam entre si para que se possaconsumir toda a variedade de bens.
  11. 11. Modelo de organização mundialUm sector industrial competitivo monopolisticamente produz bens que são usadosno consumo final e como produtos intermédios. O uso intermédio cria custos eprocura ligações entre empresas e uma tendência para a aglomeração dasindústrias transformadoras.Como deve a globalização afetar a localização das indústrias e os lucros docomércio?O que levou a uma inversão no pensamento convencional?Deve a globalização beneficiar sempre todas as nações?A sua resposta (de Krugman) é que ambas as considerações acerca dodesenvolvimento desigual e preocupações acerca da manutenção dos padrões devida do Primeiro Mundo face à competição do Terceiro Mundo têm algumajustificação. Em particular, elas aparecem, correspondendo a diferentes etapas doprocesso de globalização.
  12. 12. Modelo de organização urbana Krugman compara três propostas:• A teoria neoclássica dos sistemas urbanos, que dá ênfase à compensação entre economias de aglomeração e “deseconomias” do tamanho da cidade;• A nova geografia econômica, que tenta derivar os efeitos da aglomeração das interações entre o tamanho do mercado, custos de transporte e rendimentos crescentes ao nível da firma;• Uma visão nihilística em que as cidades emergem como um processo aleatório em que existem rendimentos constantes para o tamanho da cidade.
  13. 13. Keynes
  14. 14. Foi um economista britânico cujos ideais serviram deinfluência para a macroeconomia moderna, tanto na teoriaquanto na prática. Ele defendeu uma política econômica deEstado intervencionista, através da qual os governosusariam medidas fiscais e monetárias para mitigar osefeitos adversos dos ciclos econômicos - recessão,depressão e booms.A doutrina keynesiana é uma teoria econômica que ganhoudestaque no início da década de 1930, no momento emque o capitalismo vivia uma de suas mais graves crises.Nesta época, as nações capitalistas geriam o campoeconômico com base nas teorias estabelecidas porliberalismo clássico, doutrina econômica onde se defendiaa idéia de que o desenvolvimento econômico de umanação estaria atrelado a um princípio de não-intervençãodo Estado na economia.
  15. 15. Segundo o pensamento keynesiano, a premissafundamental para se compreender uma economiaencontrava-se na simples observação dos níveis deconsumo e investimento do governo, das empresas edos próprios consumidores. Partindo desse princípio, adoutrina keynesiana aponta que no momento em queas empresas tendem a investir menos, inicia-se todoum processo de retração econômica que abre portaspara o estabelecimento de uma crise.Dessa maneira, para que essa situação fosse evitada, okeynesianismo defende a necessidade do Estado embuscar formas para se conter o desequilíbrio daeconomia.
  16. 16. Alain Lipietz
  17. 17. Alain Lipietz é um engenheiro francês, economista e político, e um membro doPartido Verde francês.A economia social ou solidária conhece diversas designações: terceiro sector comfim social e ecológico, terceiro sector da economia de proximidade, apenasterceiro sector ou terceiro sistema. Historicamente, a economia socialcompreende as mutualidades, as cooperativas e as associações, mas hojeemergem novas organizações com fins sociais.A definição do terceiro sector europeu tem em conta as principais tradições dosmodelos escandinavos, germânicos, anglo-saxônicos, francófonos emediterrâneos.O alargamento do quadro do terceiro sector corresponde às mutações ocorridasneste plano e ao surgimento de nova formas de organização de fim social e denatureza relacional. Os novos serviços desenvolveram-se para responder àsnecessidades não cobertas, nem pelo sector público, nem pelo sector privado.Pretendendo assim combinar este terceiro pólo deixado ao abandono pelo Estado,carente de meios adequados, e pelo mercado, por não ser considerado rendível.O lugar do terceiro sector permanece mal definido na realidade francesa, tal comona portuguesa. Assume, no entanto, responsabilidades que ultrapassamfrequentemente os seus meios e competências e o seu papel é catalisador dasnecessidades sociais mais diversas.
  18. 18. David Harvey
  19. 19. É um geógrafo marxista britânico, formado na Universidade deCambridge. É professor da City University of New York e trabalha comdiversas questões ligadas à geografia urbana. Considerado como anti-capitalista.“Em tempos de crise, a irracionalidade do capitalismo torna-se clara paratodos. Excedentes de capital e de trabalho existem lado a lado sem umaforma clara de uni-los em meio a um enorme sofrimento humano enecessidades não satisfeitas. Em pleno verão de 2009, um terço dos bensde capital nos Estados Unidos permaneceu inativo, enquanto cerca de 17por cento da força de trabalho estava desempregada ou trabalhandoinvoluntariamente em regimes de meio período. O que poderia ser maisabsurdo que isso!” – escreve Harvey em seu livro “O enigma do capital”,que deve ser lançado em abril de 2010 pela editora Profile Books. Eledescarta, por outro lado, qualquer inevitabilidade sobre o futuro docapitalismo. O sistema pode sobreviver às crises atuais, admite, mas a umcusto altíssimo para a humanidade.
  20. 20. Não basta, portanto, denunciar a irracionalidade docapitalismo. É importante lembrar, assinala Harvey, o que aMarx e Engels apontaram no Manifesto Comunista arespeito das profundas mudanças que o capitalismo trouxeconsigo: uma nova relação com a natureza, novastecnologias, novas relações sociais, outro sistema deprodução, mudanças profundas na vida cotidiana daspessoas e novos arranjos políticos institucionais. “Todosesses momentos viveram um processo de co-evolução. Omovimento anti-capitalista tem que lutar em todas essasdimensões e não apenas em uma delas como muitosgrupos fazem hoje. O grande fracasso do comunismo foinão conseguir manter em movimento todos essesprocessos. Fundamentalmente, a vida diária tem quemudar, as relações sociais têm que mudar”, defende.
  21. 21. Krondatiev
  22. 22. Um dos teóricos da NEP, é mais conhecido porter sido o primeiro a tentar provarestatisticamente o fenômeno das “ondaslongas”, movimentos cíclicos (cicloeconômico) de aproximadamente 50 anos deduração, conhecidos posteriormente naEconomia, como ciclos de Kondratiev.
  23. 23. Um ciclo de Kondratiev tem um período de duração determinada (de 40 a 60anos), que corresponde aproximadamente ao retorno de um mesmo fenômeno.Apresenta duas fases distintas: uma fase ascendente (fase A) e uma fasedescendente (fase B). Essas flutuações de longo prazo seriam características daeconomia capitalista.Ao longo da década de 1920 o trabalho de Kondratiev foi duramente criticado naUnião Soviética, pois a existência desses ciclos, com suas inflexões, enfraquecia aidéia de que o capitalismo rumava para uma grande crise, que seria a ante-sala dosocialismo, como defendia a linha oficial do Partido Comunista encabeçada peloeconomista oficialista Evgueni Varga.Sofreu críticas também de León Trotsky e dos economistas da Oposição deEsquerda do Partido Comunista, como Preobrajenski, que o criticavam além dostemas que envolviam os rumos da NEP a validade das ondas longas.Kondratiev sempre ressaltava as dificuldades inerentes à comprovação dos cicloslongos. Destaca-se que, um dos seus maiores críticos, Oparin, reviu todos osprocedimentos e refez os cálculos, apontando inconsistências em muitas opçõesmetodológicas de Kondratiev.
  24. 24. ToyotismoToyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão,resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na fábrica daToyota no Japão (dando origem ao nome) após a Segunda Guerra Mundial, este modode organização produtiva, elaborado pelo japonês Taiichi Ohno e que foi caracterizadocomo filosofia orgânica da produção industrial (modelo japonês), adquirindo umaprojeção global.Mecanização flexível, uma dinâmica oposta à rígida automação fordista decorrente dainexistência de escalas que viabilizassem a rigidez. A mecanização flexível consiste emproduzir somente o necessário, contrariando o fordismo, que produzia o máximopossível e estocava o excedente. A produção toyotista é flexível à demanda domercado.Personalização dos produtos: Fabricar o produto de acordo com o gosto do cliente.Controle visual: Havia alguém responsável por supervisionar as etapas produtivas.
  25. 25. FordismoO Fordismo é um modelo de produção em massaidealizado pelo empresário estadunidense Henry Ford(1863-1947), fundador da Ford Motor Company, essemodelo revolucionou a indústria automobilística apartir de janeiro de 1914, quando introduziu a primeiralinha de montagem automatizada. Ford utilizou à riscaos princípios de padronização e simplificação deFrederick Taylor e desenvolveu outras técnicasavançadas para a época. Suas fábricas eramtotalmente verticalizadas. Ele possuía desde a fábricade vidros, a plantação de seringueiras, até asiderúrgica.
  26. 26. Uma das principais características do Fordismo foi o aperfeiçoamento da linha demontagem. Os veículos eram montados em esteiras rolantes que movimentavam-se enquanto o operário ficava praticamente parado, realizando uma pequenaetapa da produção. Desta forma não era necessária quase nenhuma qualificaçãodos trabalhadores. Outra característica é a de que o trabalho é entregue aooperário, em vez desse ir buscá-lo, fazendo assim a analogia à eliminação domovimento inútil.O Fordismo teve seu ápice no período posterior à Segunda Guerra Mundial, nasdécadas de 1950 e 1960, que ficaram conhecidas na história do capitalismo comoOs Anos Dourados. Entretanto, a rigidez deste modelo de gestão industrial foi acausa do seu declínio. Ficou famosa a frase de Ford, que dizia que poderiam serproduzidos automóveis de qualquer cor, desde que fossem pretos. O motivo distoera que a tinta na cor preta secava mais rápido e os carros poderiam ser montadosmais rapidamente.Resumindo: O Fordismo foi iniciado nos EUA onde o ritmo da produção é impostopelas máquinas, o trabalhador faz um consumo de tarefas especializadas e departicipar mais do consumo.

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