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SOCIOLINGUÍSTICA DINO PRETI ESCOLA SUPERIOR DA AMAZÔNIA
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1. A SOCIOLINGUÍSTICA E O FENÔMENO DA DIVERSIDADE NA LÍNGUA DE UM GRUPO SOCIAL Dialetos Sociais e Níveis de Fala ou Registros Língua Sistema de signos convencionais que faculta aos membros  de uma comunidade a possibilidade de comunicação. Língua = elemento de interação Indivíduo Sociedade Signos ( significantes sonoros  +  significados arbitrários ) ,[object Object]
Um mundo de signos linguísticos nos cerca Formular  mensagens Intercâmbio e comunicação Se realiza  fundamentalmente  pela língua Imitação Associação
Sons Gestos Imagens Canais Mensagens Jornal TV Rádio Telefone
Relação Língua  sociedade Dimensões  de Bright Condicionadas a vários fatores definidos socialmente com os quais  a diversidade linguística se correlaciona Dimensão do  emissor Dimensão do  receptor Dimensão da  situação  ou  contexto  ( setting ) Dialetos de classe Estratificação social Vocabulários especiais de respeito Elementos relevantes possíveis no contexto de comunicação
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
VARIEDADES GEOGRÁFICAS (DIATÓPICAS) São aquelas que ocorrem num plano horizontal, na concorrência das comunidades linguísticas, sendo responsáveis pelos chamados   regionalismos , provenientes de  dialetos  ou  falares locais . Manifestações Contidas Hipotética   linguagem comum Nivelamento das diferenças regionais Linguagem urbana  /  linguagem rural Próxima da linguagem comum Conservadora e isolada
VARIEDADES GEOGRÁFICAS (DIATÓPICAS) A B C D a b c d e f g h linguagem comum ABCD : Limites da comunidade linguística abcdefgh : Falares locais
VARIEDADES SOCIOCULTURAIS (DIASTRÁTICAS) AB  – Eixo horizontal das variantes geográficas:  falares urbanos e rurais . Ab, cd, ef, gh, ij, etc. –  eixos verticais das variantes socioculturais.  Podem ocorrer em qualquer ponto do eixo geográfico. ,[object Object],[object Object],A B a b c d e g i f h j
VARIEDADES DEVIDAS AO FALANTE (ou ao grupo a que pertence) ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Função dos dialetos sociais Função Dialeto Culto Popular Aula universitária,conferências, sermões X Conversa entre amigos ou em família X Discursos políticos X Programas culturais e noticiários de TV ou rádio X Programas de auditório de TV X Novelas de rádio e televisão X Comunicações científicas X Conversa e entrevistas com intelectuais a propósito de temas científicos e artísticos X Irradiação de futebol e outros esportes X Expressão de estados emocionais, confissões, anedotas, narrativas X
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Diferenças mais observáveis do ponto de vista da estrutura sintática entre os  dialetos sociais Dialeto social culto
Dialeto social popular ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
DIALETOS SOCIAIS Comum Padrão Linguístico Maior Prestígio Situações mais formais Falantes cultos Literatura e linguagem escrita Sintaxe mais complexa Vocabulário mais amplo Vocabulário técnico Maior ligação com a gramática e com a língua dos escritores etc. Popular Culto Subpadrão linguístico Menor prestígio Situações menos formais Falantes do povo menos culto Linguagem escrita popular Simplificação sintática Vocabulário mais restrito Gíria, linguagem obscena Fora dos padrões da gramática tradicional etc.
VARIEDADES DEVIDAS À SITUAÇÃO Uso  que o falante faz da língua Situação Fatores  situacionais Circunstâncias  criadas pela própria ocasião Tema  do diálogo Elementos emocionais Influências determinadas pelas  condições extraverbais  que cercam o ato de fala Lugar  e  tempo  em que os atos de fala se realizam Relações que unem  falante e ouvinte =  Grau de intimidade  entre os falantes
Comum NÍVEIS DE FALA  (REGISTROS)  Formal Coloquial Situações de formalidades Predomínio de linguagem culta Comportamento linguístico mais refletido, mais tenso Vocabulário técnico etc. Situações familiares ou de menor formalidade Predomínio de linguagem popular Comportamento linguístico mais distenso Gíria Linguagem afetiva, expressões obscenas etc.
VARIEDADES LINGUÍSTICAS Geográficas (diatópicas) Linguagem  urbana Linguagem  rural Dialetos ou Falares regionais Socioculturais (diastráticas) Ligadas ao   falante , por influência de Idade Sexo Raça Profissão Posição social Grau de escolaridade Classe econômica Local em que reside  Dialetos sociais: culto/popular Ligadas à  situaçã o , por influência de Ambiente Tema Estado emocional do falante Grau de intimidade entre os falantes Níveis de fala ou registros: formal/coloquial
2.  A NORMA  E OS FATORES DE UNIFICAÇÃO LINGUÍSTICA NA COMUNIDADE Norma linguística  Leis fixadas na consciência coletiva dos falantes Comportamentos linguísticos  Guardam sua unidade Comunidade aceita uma língua Meio primordial de comunicação Qualquer variação Prejudicial Tendência Manter a unidade
Nivelação Compreensão mais fácil Integração do indivíduo Fenômeno linguístico não é estático Conservador Língua (evolução) Natural (em todos os sentidos) Colaboração do falante Diversidade / Uniformidade Fluxo Refluxo Força diversificadora Força disciplinadora Falas individuais Interação com fatores extralinguísticos  Prescritiva Nivelando os hábitos linguísticos
DIALETOS SOCIAIS – NORMAS LINGUÍSTICAS – NÍVEIS DE FALA OU REGISTROS Culto Formal Culta (padrão) Popular (subpadrão) Comum Comum Comum Popular Coloquial Variações socioculturais da linguagem, em relação ao tipo de falante (ou grupos de falantes) Transformações dos  dialetos sociais   em convenções linguísticas, leis linguísticas admitidas tacitamente pelos grupos Uso dos vários  dialetos sociais  por um mesmo falante, em situações diversas DIALETOS SOCIAIS NORMAS LINGUÍSTICAS NÍVEIS DE FALA ou REGISTROS
3. A REPRESENTAÇÃO ESCRITA DAS VARIAÇÕES DA LÍNGUA ORAL Os meios de comunicação de massa Aproximação entre linguagem  falada  e  linguagem   escrita Norma comum Intermediária Satisfaz o  receptor  (aproximando-se de sua linguagem falada) Não choca as tradições escritas Obediência à ortografia oficial
 
ORTOGRAFIA* Língua falada / língua escrita Língua escrita  Fator de unificação linguística Transformações lentas no tempo e no espaço *Sistema escrito destinado a representar os signos sonoros numa língua Reformas ortográficas pouco frequentes Evolução da fala constante e natural Defasagem entre dois sistemas (sonoro e escrito) Ortografia fonética individual
ELEMENTOS SUPRA-SEGMENTAIS* Signos prosódicos Elementos supra-segmentais Ortografia fonética individual Expressões de situação  Marginais à dupla articulação da linguagem Ritmo  Entoação Fluência relativa da fala “ Dinâmica vocal” * Todos os fatos prosódicos são chamados de supra-segmentais porque não se acomodam à segunda articulação da linguagem e porque sempre vêm superpostos aos fonemas.
RELAÇÕES AUTOR-PERSONAGEM Discurso indireto livre Fazer a linguagem da personagem passar pelo crivo do narrador  Reprodução dos   dialetos sociais   e dos   níveis de fala Até que ponto pode o artista interferir na linguagem das personagens Ainda que procure aproximar-se o mais possível do individuo cuja linguagem esteja reproduzindo
Fala da personagem Linguagem do autor Correntes literárias  Determinaram interesses diferentes pela realidade Realista-naturalista Arte documental Descrição dos costumes e dos fatos Modernista Penetra nas raízes populares Urbanas ou regionais Romântica  Fixa-se no imaginário Fonte de criação artística Costumes típicos
- Que tenho sido no seio de sua família e de sua existência, alice? Um germe de contrariedades e desgostos. Quando criança, as lágrimas que derramou, fui eu que as arranquei; quando moça, foi a minha chegada que veio perturbar a alegria de sua feliz primavera. Minha alma é como um desses lagos sinistros, que envenenam com seus miasmas; desgraçado de quem os respira!...¹ ¹ José de Alencar,  O tronco do ipê ² José de Alencar,  Senhora ³ Visconde de Taunay,  Inocência ,[object Object],[object Object],-  Vassuncê  não acredita! Protesta então com calor. Pois encilhe seu  bicho  e caminhe como eu lhe disser. Mas assunte bem, que no terceiro dia de viagem ficará decidido quem é  cavoqueiro  e  embromador . Uma coisa é  maniar  à toa, outra andar com tento por estes mundos de Cristo.³ 4. O PROBLEMA DA REPRESENTAÇÃO DA VARIEDADE LINGUÍSTICA  NA LITERATURA BRASILEIRA
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],“ Feliz Ano Novo” de Rubem Fonseca
A GÍRIA COMO UM ELEMENTO DA INTERAÇÃO VERBAL NA LINGUAGEM URBANA ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Gíria comum Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito Baranga = mulher feia Coroa = pessoa idosa Corno = pessoa traída Magrela = bicicleta Abrir o jogo = contar a verdade Arrancar os cabelos = ficar desesperado Cabeça-dura = pessoa teimosa Com o pé na cova = próximo da morte Dar o troco = fazer vingança Pagar o mico = passar vergonha  Gíria de grupo Prancha = carta (gíria maçon) Dar um fio = telefonar (gíria skatista) Grampeado = preso (gíria da malandragem) Tocossauro - Prancha velha, amarelada, pesada. (gíria surfista)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRETI, Dino.  Sociolinguística:Os níveis de fala: Um Estudo Sociolinguístico do diálogo na Literatura Brasileira.  9.ed. São Paulo. Edusp, 2003. __________. A gíria como um elemento da interação verbal na linguagem urbana .  In:  Estudos de Língua Oral e Escrita . Rio de Janeiro. Lucerna, 2004. __________. Transformações no fenômeno sociolinguístico da gíria .  In:  Estudos de Língua Oral e Escrita.  Rio de Janeiro. Lucerna, 2004.

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Dino preti

  • 1. SOCIOLINGUÍSTICA DINO PRETI ESCOLA SUPERIOR DA AMAZÔNIA
  • 2.
  • 3.
  • 4. Um mundo de signos linguísticos nos cerca Formular mensagens Intercâmbio e comunicação Se realiza fundamentalmente pela língua Imitação Associação
  • 5. Sons Gestos Imagens Canais Mensagens Jornal TV Rádio Telefone
  • 6. Relação Língua sociedade Dimensões de Bright Condicionadas a vários fatores definidos socialmente com os quais a diversidade linguística se correlaciona Dimensão do emissor Dimensão do receptor Dimensão da situação ou contexto ( setting ) Dialetos de classe Estratificação social Vocabulários especiais de respeito Elementos relevantes possíveis no contexto de comunicação
  • 7.
  • 8. VARIEDADES GEOGRÁFICAS (DIATÓPICAS) São aquelas que ocorrem num plano horizontal, na concorrência das comunidades linguísticas, sendo responsáveis pelos chamados regionalismos , provenientes de dialetos ou falares locais . Manifestações Contidas Hipotética linguagem comum Nivelamento das diferenças regionais Linguagem urbana / linguagem rural Próxima da linguagem comum Conservadora e isolada
  • 9. VARIEDADES GEOGRÁFICAS (DIATÓPICAS) A B C D a b c d e f g h linguagem comum ABCD : Limites da comunidade linguística abcdefgh : Falares locais
  • 10.
  • 11.
  • 12. Função dos dialetos sociais Função Dialeto Culto Popular Aula universitária,conferências, sermões X Conversa entre amigos ou em família X Discursos políticos X Programas culturais e noticiários de TV ou rádio X Programas de auditório de TV X Novelas de rádio e televisão X Comunicações científicas X Conversa e entrevistas com intelectuais a propósito de temas científicos e artísticos X Irradiação de futebol e outros esportes X Expressão de estados emocionais, confissões, anedotas, narrativas X
  • 13.
  • 14.
  • 15. DIALETOS SOCIAIS Comum Padrão Linguístico Maior Prestígio Situações mais formais Falantes cultos Literatura e linguagem escrita Sintaxe mais complexa Vocabulário mais amplo Vocabulário técnico Maior ligação com a gramática e com a língua dos escritores etc. Popular Culto Subpadrão linguístico Menor prestígio Situações menos formais Falantes do povo menos culto Linguagem escrita popular Simplificação sintática Vocabulário mais restrito Gíria, linguagem obscena Fora dos padrões da gramática tradicional etc.
  • 16. VARIEDADES DEVIDAS À SITUAÇÃO Uso que o falante faz da língua Situação Fatores situacionais Circunstâncias criadas pela própria ocasião Tema do diálogo Elementos emocionais Influências determinadas pelas condições extraverbais que cercam o ato de fala Lugar e tempo em que os atos de fala se realizam Relações que unem falante e ouvinte = Grau de intimidade entre os falantes
  • 17. Comum NÍVEIS DE FALA (REGISTROS) Formal Coloquial Situações de formalidades Predomínio de linguagem culta Comportamento linguístico mais refletido, mais tenso Vocabulário técnico etc. Situações familiares ou de menor formalidade Predomínio de linguagem popular Comportamento linguístico mais distenso Gíria Linguagem afetiva, expressões obscenas etc.
  • 18. VARIEDADES LINGUÍSTICAS Geográficas (diatópicas) Linguagem urbana Linguagem rural Dialetos ou Falares regionais Socioculturais (diastráticas) Ligadas ao falante , por influência de Idade Sexo Raça Profissão Posição social Grau de escolaridade Classe econômica Local em que reside Dialetos sociais: culto/popular Ligadas à situaçã o , por influência de Ambiente Tema Estado emocional do falante Grau de intimidade entre os falantes Níveis de fala ou registros: formal/coloquial
  • 19. 2. A NORMA E OS FATORES DE UNIFICAÇÃO LINGUÍSTICA NA COMUNIDADE Norma linguística Leis fixadas na consciência coletiva dos falantes Comportamentos linguísticos Guardam sua unidade Comunidade aceita uma língua Meio primordial de comunicação Qualquer variação Prejudicial Tendência Manter a unidade
  • 20. Nivelação Compreensão mais fácil Integração do indivíduo Fenômeno linguístico não é estático Conservador Língua (evolução) Natural (em todos os sentidos) Colaboração do falante Diversidade / Uniformidade Fluxo Refluxo Força diversificadora Força disciplinadora Falas individuais Interação com fatores extralinguísticos Prescritiva Nivelando os hábitos linguísticos
  • 21. DIALETOS SOCIAIS – NORMAS LINGUÍSTICAS – NÍVEIS DE FALA OU REGISTROS Culto Formal Culta (padrão) Popular (subpadrão) Comum Comum Comum Popular Coloquial Variações socioculturais da linguagem, em relação ao tipo de falante (ou grupos de falantes) Transformações dos dialetos sociais em convenções linguísticas, leis linguísticas admitidas tacitamente pelos grupos Uso dos vários dialetos sociais por um mesmo falante, em situações diversas DIALETOS SOCIAIS NORMAS LINGUÍSTICAS NÍVEIS DE FALA ou REGISTROS
  • 22. 3. A REPRESENTAÇÃO ESCRITA DAS VARIAÇÕES DA LÍNGUA ORAL Os meios de comunicação de massa Aproximação entre linguagem falada e linguagem escrita Norma comum Intermediária Satisfaz o receptor (aproximando-se de sua linguagem falada) Não choca as tradições escritas Obediência à ortografia oficial
  • 23.  
  • 24. ORTOGRAFIA* Língua falada / língua escrita Língua escrita Fator de unificação linguística Transformações lentas no tempo e no espaço *Sistema escrito destinado a representar os signos sonoros numa língua Reformas ortográficas pouco frequentes Evolução da fala constante e natural Defasagem entre dois sistemas (sonoro e escrito) Ortografia fonética individual
  • 25. ELEMENTOS SUPRA-SEGMENTAIS* Signos prosódicos Elementos supra-segmentais Ortografia fonética individual Expressões de situação Marginais à dupla articulação da linguagem Ritmo Entoação Fluência relativa da fala “ Dinâmica vocal” * Todos os fatos prosódicos são chamados de supra-segmentais porque não se acomodam à segunda articulação da linguagem e porque sempre vêm superpostos aos fonemas.
  • 26. RELAÇÕES AUTOR-PERSONAGEM Discurso indireto livre Fazer a linguagem da personagem passar pelo crivo do narrador Reprodução dos dialetos sociais e dos níveis de fala Até que ponto pode o artista interferir na linguagem das personagens Ainda que procure aproximar-se o mais possível do individuo cuja linguagem esteja reproduzindo
  • 27. Fala da personagem Linguagem do autor Correntes literárias Determinaram interesses diferentes pela realidade Realista-naturalista Arte documental Descrição dos costumes e dos fatos Modernista Penetra nas raízes populares Urbanas ou regionais Romântica Fixa-se no imaginário Fonte de criação artística Costumes típicos
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31. Gíria comum Gata ou gato = mulher bonita, homem bonito Baranga = mulher feia Coroa = pessoa idosa Corno = pessoa traída Magrela = bicicleta Abrir o jogo = contar a verdade Arrancar os cabelos = ficar desesperado Cabeça-dura = pessoa teimosa Com o pé na cova = próximo da morte Dar o troco = fazer vingança Pagar o mico = passar vergonha Gíria de grupo Prancha = carta (gíria maçon) Dar um fio = telefonar (gíria skatista) Grampeado = preso (gíria da malandragem) Tocossauro - Prancha velha, amarelada, pesada. (gíria surfista)
  • 32. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PRETI, Dino. Sociolinguística:Os níveis de fala: Um Estudo Sociolinguístico do diálogo na Literatura Brasileira. 9.ed. São Paulo. Edusp, 2003. __________. A gíria como um elemento da interação verbal na linguagem urbana . In: Estudos de Língua Oral e Escrita . Rio de Janeiro. Lucerna, 2004. __________. Transformações no fenômeno sociolinguístico da gíria . In: Estudos de Língua Oral e Escrita. Rio de Janeiro. Lucerna, 2004.