Examine
as Escrituras
Diariamente
2013
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Examine
as Escrituras
Diariamente
2013



















































































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Quarta-feira, 16 de janeiro
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nhamos os nossos sentidos.
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Sexta-feira, 15 de fevereiro
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Segunda-feira, 18 de fevereiro
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Domingo, 24 de fevereiro
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Quarta-feira, 27 de fevereiro
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Segunda-feira, 11 de mar ¸co
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Quinta-feira, 14 de mar ¸co
Houve um forte acesso de ira.
— Atos 15:39.
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Domingo, 17 de mar ¸co
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— Heb. 12:1.
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Quarta-feira, 20 de mar ¸co
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Examine as escrituras diariamente de 2013
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  1. 1. Examine as Escrituras Diariamente 2013 es13-T
  2. 2. Examine as Escrituras Diariamente 2013 Nome
  3. 3. ˘ 2012 WATCH TOWER BIBLE AND TRACT SOCIETY OF PENNSYLVANIA ASSOCIA ¸C ˜ AO TORRE DE VIGIA DE B ´ IBLIAS E TRATADOS Todos os direitos reservados Editoras Watchtower Bible and Tract Society of New York, Inc. Brooklyn, New York, U.S.A. Associa ¸c ˜ ao Torre de Vigia de B ´ ıblias e Tratados Rodovia SP-141, km 43, Ces ´ ario Lange, SP, 18285-901, Brasil Esta publica ¸c ˜ ao n ˜ ao ´ e vendida. Ela faz parte de uma obra educativa b ´ ıblica, mundial, mantida por donativos. Examining the Scriptures Daily—2013 Portuguese (Brazilian Edition) (es13-T) Made in Brazil Impresso no Brasil Examine as Escrituras Diariamente 2013
  4. 4. O clima era de grande expectativa! Finalmente, de- pois de peregrinar 40 anos por uma regi ˜ ao deserta ap ´ os outra, os israelitas se preparavam para entrar na terra que Jeov ´ a havia prometido a seu antepassado Abra ˜ ao. Era Cana ˜ a, ‘uma terra boa e espa ¸cosa, uma terra que mana- va leite e mel’. Depois que estivessem l ´ a, ‘n ˜ ao careceriam de nada’. — ˆ Exo. 3:8; Deut. 8:7-9. Eles tamb ´ em devem ter sentido medo e ansiedade. Por qu ˆ e? Porque 40 anos antes, sob a lideran ¸ca de Moi- s ´ es, a anterior gera ¸c ˜ ao de israelitas esteve na mesma si- tua ¸c ˜ ao e se recusou a entrar na Terra Prometida. Os es- pias que eles haviam enviado a Cana ˜ a disseram: “O povo que mora no pa ´ ıs ´ e forte e as cidades fortificadas s ˜ ao mui- to grandes. . . . Todo o povo que vimos no meio [daquela terra] s ˜ ao homens de tamanho extraordin ´ ario.” Perto de- les, os espias se sentiram “como gafanhotos”. Com muito medo, os israelitas acharam que seria “melhor” voltar ` a opress ˜ ao do Egito e por pouco n ˜ ao apedrejaram os dois espias fi ´ eis, Josu ´ e e Calebe. — N ´ um. 13:28, 31-33; 14:3, 4, 10. Ser ´ a que os israelitas tinham motivos para ter medo? Do ponto de vista humano, parece que sim. Os relat ´ o- rios sobre as cidades grandes e fortificadas e de homens que pareciam gigantes foram confirmados. ´ E bem pos- s ´ ıvel tamb ´ em que as na ¸c ˜ oes que ocupavam Cana ˜ a sou- bessem da jornada de Israel no deserto e de seus planos de invadir a terra. E algumas delas eram na ¸c ˜ oes muito maiores que Israel. (N ´ um. 14:13-16; Deut. 7:1, 7) Al ´ em disso, n ˜ ao se deve desconsiderar o fato de que os israe- litas, quando eram escravos no Egito, n ˜ ao haviam sido treinados para guerrear nem conheciam estrat ´ egias mi- litares. Agora eles iam enfrentar a for ¸ca superior de sol- dados treinados, com experi ˆ encia em batalhas. Tamb ´ em, depois de tantos anos, sua milagrosa liberta ¸c ˜ ao do Egito Texto do ano para 2013 ‘S ˆ e corajoso e forte. Jeov ´ a, teu Deus, est ´ a contigo.’ — Jos. 1:9.
  5. 5. — acontecimento que a gera ¸c ˜ ao mais nova n ˜ ao tinha vi- venciado — j ´ a tinha se apagado de sua mem ´ oria. Jeov ´ a se apercebia da situa ¸c ˜ ao. Assim, ele disse a Jo- su ´ e: “Mois ´ es, meu servo, morreu; e agora levanta-te, atra- vessa este Jord ˜ ao, tu e todo este povo, para a terra que dou a eles, aos filhos de Israel. . . . Ningu ´ em se manter ´ a firme diante de ti em todos os dias da tua vida. . . . S ˆ e co- rajoso e forte, porque ´ es tu que far ´ as este povo herdar a terra de que jurei aos seus antepassados que lhes havia de dar.” Deus incentivou mais duas vezes: “S ˆ e corajoso e for- te.” (Jos. 1:2-7, 9) Seguindo as instru ¸c ˜ oes de Jeov ´ a, Josu ´ e disse aos guerreiros israelitas para se prepararem para atravessar o rio Jord ˜ ao dali a tr ˆ es dias. Como eles reagi- ram? Eles afirmaram que apoiariam a lideran ¸ca de Jo- su ´ e e repetiram as palavras: “S ˆ e corajoso e forte.” — Jos. 1:10-18. Voc ˆ e v ˆ e similaridades entre a situa ¸c ˜ ao dos israeli- tas naquela ´ epoca e a do povo de Jeov ´ a hoje? N ´ os tam- b ´ em estamos muito pr ´ oximos de entrar numa terra que Jeov ´ a prometeu — um novo mundo onde “h ´ a de morar a justi ¸ca”. (2 Ped. 3:13) Tamb ´ em temos inimigos podero- sos — “as for ¸cas espirituais in ´ ıquas nos lugares celestiais” e seus apoiadores terrestres —, todos decididos a impedir que o povo de Jeov ´ a alcance seu objetivo. (Ef ´ e. 6:12) Ain- da haver ´ a uma “grande tribula ¸c ˜ ao, tal como nunca ocor- reu desde o princ ´ ıpio do mundo at ´ e agora”, e o “gran- de e muito atemorizante” dia de Jeov ´ a. (Mat. 24:21; Joel 2:11, 31) Embora n ˜ ao tenhamos testemunhado pessoal- mente nenhum dos milagrosos “atos salvadores” de Jeov ´ a, temos plena f ´ e na sua capacidade de proteger seu povo e conduzi-lo ao prometido novo mundo de justi ¸ca. — Sal. 68:20; 2 Ped. 2:9; Rev. 7:14-17. Por isso, as palavras do texto do ano para 2013 s ˜ ao muito apropriadas: “S ˆ e corajoso e forte. Jeov ´ a, teu Deus, est ´ a contigo.” (Jos. 1:9) Que tenhamos sempre essas pa- lavras em mente ao pregarmos as “boas novas do reino” e cumprirmos a ordem de Jesus de ‘fazer disc ´ ıpulos de pessoas de todas as na ¸c ˜ oes’! (Mat. 24:14; 28:19, 20) De fato, “se Deus ´ e por n ´ os, quem ser ´ a contra n ´ os?”. — Rom. 8:31; Heb. 13:6.
  6. 6. Nas p ´ aginas seguintes, encontrar ´ a um texto b ´ ıblico para cada dia e o coment ´ ario para esse texto. Embora o texto e o coment ´ ario possam ser lidos em qualquer ocasi ˜ ao, muitos pre- ferem consider ´ a-los no in ´ ıcio do dia. Assim, durante todo o dia podem refletir nos princ ´ ıpios sobre os quais leram. Considerar o texto em fam ´ ılia traz grandes benef ´ ıcios. As fam ´ ılias de Be- tel em todo o mundo fazem isso antes do caf ´ e da manh ˜ a. Os coment ´ arios s ˜ ao tirados de n ´ umeros da revista A Senti- nela (w) de abril de 2011 a mar ¸co de 2012. O n ´ umero ap ´ os a data de A Sentinela se refere ao artigo de estudo na ordem (1, 2, 3, 4 ou 5) em que aparece na revista, seguido pelos par ´ agra- fos onde se encontram a mat ´ eria. (Veja a ilustra ¸c ˜ ao abaixo.) Informa ¸c ˜ oes adicionais sobre o assunto podem ser encontra- das no pr ´ oprio artigo. Para saber onde come ¸ca determinado artigo, veja a capa de A Sentinela em considera ¸c ˜ ao. Como usar este folheto Ano de A Sentinela N ´ umero da revista N ´ umero do artigo N ´ umero(s) do(s) par ´ agrafo(s) onde se encontram o texto e o coment ´ ario Ter ¸ca-feira, 1.° de janeiro Acolhei-vos uns aosoutros, assim como tamb ´ em o Cristo nos aco- lheu. — Rom. 15:7. Milh ˜ oes de pessoas ‘de todas as na ¸c ˜ oes, tribos, povos e l ´ ın- guas’ reajustaram seu modo de pensar de acordo com ‘a boa, aceit ´ avel e perfeita vontade de Deus’. . . . Existe algu ´ em na sua congrega- ¸c ˜ ao que voc ˆ e poderia conhecer melhor? w11 15/4 3:17, 18
  7. 7. 2013 D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S D S T Q Q S S 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 JANEIRO FEVEREIRO MAR ¸CO ABRIL MAIO JUNHO JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO
  8. 8. Ter ¸ca-feira, 1.° de janeiro Acolhei-vos uns aos outros, as- sim como tamb ´ em o Cristo nos acolheu. — Rom. 15:7. Milh ˜ oes de pessoas ‘de todas as na ¸c ˜ oes, tribos, povos e l ´ ınguas’ reajustaram seu modo de pensar de acordo com ‘a boa, aceit ´ avel e perfeita vontade de Deus’. (Rev. 7:9; Rom. 12:2) Muitas delas es- tavam totalmente afetadas pelos´ odios, inimizades e esp ´ ırito de di- vis ˜ ao do mundo de Satan ´ as. Mas, por meio de estudo da Palavra de Deus e com a ajuda do esp ´ ırito santo, aprenderam a ‘empenhar- se pelas coisas que produzem paz’. (Rom. 14:19) A uni ˜ ao resultante d ´ a louvor a Deus. Como podemos pessoalmente contribuir para a paz e uni ˜ ao entre o povo de Deus? Em muitas congrega ¸c ˜ oes h ´ a mem- bros que vieram de outro pa ´ ıs. Al- guns talvez tenham costumes di- ferentes ou n ˜ ao falem bem a nossa l ´ ıngua. Procuramos nos achegar a eles? ´ E isso o que a Palavra de Deus recomenda. Existe algu ´ em na sua congrega ¸c ˜ ao que voc ˆ e po- deria conhecer melhor? w11 15/4 3:17, 18 Quarta-feira, 2 de janeiro Se a raiz ´ e santa, os ramos tam- b ´ em o s ˜ ao. — Rom. 11:16. O ap ´ ostolo comparou os que se tornam parte do descendente de Abra ˜ ao a ramos numa oliveira simb ´ olica. (Rom. 11:21) Essa oli- veira cultivada simboliza o cum- primento do prop ´ osito de Deus com rela ¸c ˜ ao ao pacto abra ˆ ami- co. A raiz da ´ arvore ´ e santa e simboliza Jeov ´ a como aquele que d ´ a vida ao Israel espiritual. (Isa. 10:20) O tronco simboliza Jesus como parte principal do descen- dente de Abra ˜ ao. Os ramos sim- bolizam coletivamente “o pleno n ´ umero” dos que comp ˜ oem a par- te secund ´ aria do descendente de Abra ˜ ao. (Rom. 11:25) Na ilustra- ¸c ˜ ao da oliveira, os judeus literais que rejeitaram Jesus s ˜ ao compa- rados a ramos de oliveira “arran- cados”. (Rom. 11:17) Com isso, eles perderam a oportunidade de se tornar parte do descendente de Abra ˜ ao. Mas Jo ˜ ao Batista j ´ a os ha- via alertado de que, se Jeov ´ a de- sejasse, poderia suscitar das pe- dras filhos a Abra ˜ ao. — Luc. 3:8. w11 15/5 4:13, 14 Quinta-feira, 3 de janeiro [Os bereanos] eram “de mentali- dade mais nobre do que os de Tes- sal ˆ onica, . . . examinando cuida- dosamente as Escrituras, cada dia. — Atos 17:11. Voc ˆ e talvez se pergunte: ‘Ser ´ a que os crist ˜ aos de Tessal ˆ oni- ca tinham apre ¸co pela Palavra de Deus?’ A compara ¸c ˜ ao do texto de hoje, por ´ em, era com os judeus tessalonicenses em geral, n ˜ ao com os crist ˜ aos. Os que creram ‘aceita- ram a palavra de Deus, n ˜ ao como a palavra de homens, mas como a palavra de Deus’. (1 Tes. 2:13) Os anci ˜ aos devem ter trabalha- do muito para aliment ´ a-los espiri- tualmente. Hoje, a classe do es- cravo fiel e discreto providencia ao rebanho de Deus o “alimento no tempo apropriado”. (Mat. 24:45) Sob a dire ¸c ˜ ao do escravo, os an- ci ˜ aos locais trabalham muito para alimentar espiritualmente seus irm ˜ aos. Para suprir as necessida- des espirituais da congrega ¸c ˜ ao, os anci ˜ aos dedicam horas ` a prepara- ¸c ˜ ao de suas partes nas reuni ˜ oes, a fim de que a mat ´ eria designada seja bem apresentada. J ´ a pensou em quanto tempo os anci ˜ aos gas- tam preparando suas partes para as reuni ˜ oes, assembleias e con- gressos? w11 15/6 4:4, 5
  9. 9. Sexta-feira, 4 de janeiro De casa em casa, continuavam sem cessar a ensinar e a decla- rar as boas novas. — Atos 5:42. Em fins do s ´ eculo 19 e come ¸co do s ´ eculo 20, certos Estudantes da B ´ ı- blia achavam que podiam cumprir seu minist ´ erio por proferir discur- sos. No entanto, mais tarde ficou evidente que Jeov ´ a desejava que seu povo se empenhasse em for- mas diversas de pregar, incluindo o servi ¸co de casa em casa. Alguns oradores p ´ ublicos bem-sucedidos recusaram-se terminantemente a tentar algo novo. Por fora, pare- ciam homens de boa espiritualida- de, bem devotados ao Senhor. Con- tudo, diante das claras evid ˆ encias sobre o que Deus desejava com re- la ¸c ˜ ao ` aprega ¸c ˜ ao, os seus reais pen- samentos, inten ¸c ˜ oes e motiva ¸c ˜ oes vieram ` a tona. Jeov ´ a n ˜ ao se agra- dou deles. Por isso, n ˜ ao os aben- ¸coou. Eles abandonaram a organi- za ¸c ˜ ao. (Mat. 10:1-6; Atos 5:20) Isso n ˜ ao significa que pregar publica- mente tenha sido f ´ acil para todos os que permaneceram leais ` a orga- niza ¸c ˜ ao. Muitos acharam desafia- dor esse trabalho, em especial no in ´ ıcio. Mas eram obedientes, e fo- ram muito aben ¸coados por Jeov ´ a. w11 15/7 4:10, 11 S ´ abado, 5 de janeiro N ˜ ao nos julguemos mais uns aos outros, mas, antes, tomai esta decis ˜ ao, de n ˜ ao pordes diante dum irm ˜ ao uma pedra de trope- ¸co ou uma causa para cair. — Rom. 14:13. Alguns crist ˜ aos em Roma julga- vam outros de forma indevida em assuntos de escolhapessoal. (Rom. 14:1-6) Pessoas de ambos os lados da controv ´ ersia foram aconselha- das por Paulo. (Rom. 14:10, 14, 15, 20, 21) Ele disse ‘a cada um deles que n ˜ ao pensasse mais de si mes- mo do que era necess ´ ario pensar’. (Rom. 12:3) Depois de aconselhar todos eles, Paulo escreveu: “Assim, pois, empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que s ˜ ao para a edifica ¸c ˜ ao m ´ utua.” (Rom. 14:19) Devemos nos pergun- tar: quando surgem diverg ˆ encias entre irm ˜ aos, n ˜ ao dever ´ ıamos n ´ os tamb ´ em resolv ˆ e-las com gentileza, procurando e aplicando humilde- mente os conselhos b ´ ıblicos? Como no caso dos romanos, ambos os la- dos de uma controv ´ ersia talvez te- nham de fazer ajustes para ‘man- ter a paz entre si’. — Mar. 9:50. w11 15/8 4:8-10 Domingo, 6 de janeiro Jeov ´ a se apercebe dos dias da- queles sem defeito, e a pr ´ opria heran ¸ca deles continuar ´ a por tempo indefinido. — Sal. 37:18. ´ E proveitoso refletir sobre pes- soas a quem Jeov ´ a atraiu e que eram dignas de serem conhecidas por ele. Abra ˜ ao e Mois ´ es eram im- perfeitos e, assim como n ´ os, ti- nham falhas. No entanto, eles eram conhecidos por Deus co- mo pessoas que lhe pertenciam. O exemplo de Cor ´ a, por ´ em, mostra que seria poss ´ ıvel nos afastar de Jeov ´ a e assim deixar de ser co- nhecidos por ele com aprova ¸c ˜ ao. Cada um de n ´ os deve se perguntar: ‘Como Jeov ´ a me v ˆ e? O que pos- so aprender desses exemplos b ´ ı- blicos?’ Voc ˆ e pode derivar grande consolo de saber que Jeov ´ a con- sidera como pertencentes a ele os fi ´ eis a quem ele atraiu. Conti- nue a desenvolver f ´ e, humildade e outras qualidades que o tornar ˜ ao uma pessoa ainda mais agrad ´ avel ao nosso Deus. Ser conhecido por Jeov ´ a ´ e, inegavelmente, um privi- l ´ egio precioso que traz satisfa ¸c ˜ ao ` a nossa vida agora e perspectivas de b ˆ en ¸c ˜ aos maravilhosas para o futu- ro. w11 15/9 5:17, 18
  10. 10. Segunda-feira, 7 de janeiro Amados, continuemos a amar- nos uns aos outros, porque o amor ´ e de Deus, e todo aquele que ama tem nascido de Deus e obt ´ em o conhecimento de Deus. — 1 Jo ˜ ao 4:7. O ap ´ ostolo Paulo fez refer ˆ encia a uma manifesta ¸c ˜ ao do amor de Deus pelas pessoas quando dis- se que Jeov ´ a ´ e “Deus de todo o consolo”. (2 Cor. 1:3) Jesus de- monstrou esse amor quando fez o que estava predito na profecia de Isa ´ ıas. (Isa. 61:1, 2) Durante todo o seu minist ´ erio, ele amorosamen- te consolou os que pranteavam, dando-lhes incentivo e paz men- tal. Todos os seguidores de Je- sus t ˆ em de imit ´ a-lo, consolando os que pranteiam. (1 Cor. 11:1) Pau- lo disse: “Persisti em consolar-vos uns aos outros e em edificar-vos uns aos outros.” (1 Tes. 5:11) Em especial n ´ os temos de consolar ou- tros, visto que a humanidade ago- ra enfrenta “tempos cr ´ ıticos, dif ´ ı- ceis de manejar”. (2 Tim. 3:1) Em todo o mundo, ´ e cada vez mais co- mum pessoas sinceras se depara- rem com indiv ´ ıduos que, por pa- lavras e a ¸c ˜ oes, lhes causam dor, sofrimento e tristeza. w11 15/10 4:1, 2 Ter ¸ca-feira, 8 de janeiro Se vos guardardes cuidadosa- mente destas coisas, prospera- reis. — Atos 15:29. Nem todos os que querem tomar decis ˜ oes por n ´ os desejam o nos- so mal. Amigos bem-intenciona- dos talvez insistam em que siga- mos seus conselhos. Mesmo que n ˜ ao moremos mais com os nossos pais, ´ e prov ´ avel que alguns fami- liares se preocupem muito com o nosso bem-estar e talvez queiram continuar a se envolver em im- portantes decis ˜ oes que enfrenta- mos. Como no caso de tratamen- to m ´ edico, por exemplo. A B ´ ıblia condena claramente o mau uso do sangue. (Atos 15:28, 29) Outros as- suntos de sa ´ ude, por ´ em, n ˜ ao t ˆ em regras t ˜ ao incisivas e exigem que cada pessoa decida que tratamen- to vai aceitar ou rejeitar. Os nos- sos entes queridos talvez tenham fortes opini ˜ oes sobre esses assun- tos. No entanto, ao tomar deci- s ˜ oes nesses casos, todo crist ˜ ao ba- tizado precisa levar “sua pr ´ opria carga” de responsabilidade. (G ´ al. 6:4, 5) O nosso interesse maior ´ e manter uma boa consci ˆ encia pe- rante Deus, n ˜ ao perante homens. — 1 Tim. 1:5. w11 15/4 2:4 Quarta-feira, 9 de janeiro Por um s ´ o ato de justifica ¸c ˜ ao re- sulta para homens de toda sorte serem declarados justos para a vida. — Rom. 5:18. No que diz respeito a este tex- to, certo tradutor da B ´ ıblia ex- plicou: “A met ´ afora retrata Deus como juiz que tomou uma decis ˜ ao em favor do acusado, que fora le- vado perante a corte de Deus, por assim dizer, sob a acusa ¸c ˜ ao de se encontrar na condi ¸c ˜ ao de injusto. Mas Deus absolve o acusado.” Com que base o justo “Juiz de toda a terra” podia absolver uma pessoa injusta? (G ˆ en. 18:25) Estabelecen- do o fundamento, Deus amoro- samente enviou seu Filho unig ˆ e- nito ` a Terra. Jesus fez a vontade de seu Pai com perfei ¸c ˜ ao, ape- sar de tenta ¸c ˜ oes, extrema zomba- ria e abusos. Ele manteve a inte- gridade a ponto de morrer numa estaca de tortura. (Heb. 2:10) Ao sacrificar sua vida humana perfei- ta, Jesus ofereceu um resgate que poderia livrar, ou redimir, do pe- cado e da morte a descend ˆ encia de Ad ˜ ao. — Mat. 20:28; Rom. 5:6-8. w11 15/6 2:8-10
  11. 11. Quinta-feira, 10 de janeiro N ˜ ao fiques justo demais. — Ecl. 7:16. Embora estejamos decididos a manter um conceito s ´ erio sobre a nossa vida e a nossa adora ¸c ˜ ao, to- dos n ´ os podemos nos empenhar em ter um conceito equilibrado sobre n ´ os mesmos — n ˜ ao nos le- var a s ´ erio demais. Encarar as coi- sas com certa leveza pode abran- dar momentos de tens ˜ ao no lar, no trabalho ou nos tratos com os ir- m ˜ aos. Os membros de fam ´ ılia de- sejar ˜ ao evitar ser t ˜ ao cr ´ ıticos a ponto de desgastar o seguro ref ´ u- gio de paz que o lar deve ser. Na congrega ¸c ˜ ao, todos podem apren- der a contribuir para um clima leve e bem-humorado, mantendo edificantes e positivas as conver- sas e o modo de ensino. (2 Cor. 13:10; Ef ´ e. 4:29) Hoje, vivemos num mundo que n ˜ ao leva a s ´ erio a Jeov ´ a nem as Suas leis. Em con- traste com isso, o povo de Jeov ´ a se preocupa muito com a obedi ˆ en- cia e a lealdade ao seu Deus. Que enorme prazer ´ e pertencer a essa grande associa ¸c ˜ ao de pessoas que adoram a Jeov ´ a! w11 15/4 1:19, 20 Sexta-feira, 11 de janeiro O pr ´ oprio Satan ´ as persiste em transformar-se em anjo de luz. — 2 Cor. 11:14. Satan ´ as promove muitas men- tiras que podem nos desencami- nhar se n ˜ ao tomarmos cuidado. Veja alguns exemplos. Fa ¸ca o que quiser — voc ˆ e decide o que ´ e cer- to e o que ´ e errado. Essa ideia ´ e promovida na m ´ ıdia e no entrete- nimento. Tal conceito distorcido dos padr ˜ oes divinos nos pressio- na a descartar todas as restri ¸c ˜ oes morais. A verdade ´ e que n ´ os temos uma enorme necessidade de dire- trizes morais que s ´ o Deus pode prover. (Jer. 10:23) Deus n ˜ ao in- tervir ´ a no que acontece na Ter- ra. Ser influenciado por esse es- p ´ ırito de ‘viver o presente’ pode nos tornar ‘inativos ou infrut ´ ıfe- ros’. (2 Ped. 1:8) A verdade ´ e que o dia de Jeov ´ a se aproxima ra- pidamente, e temos de manter a vigil ˆ ancia. (Mat. 24:44) Deus n ˜ ao se importa com voc ˆ e. Crer nessa mentira sat ˆ anica pode nos fazer desistir, achando que jamais se- remos dignos do amor de Deus. A verdade ´ e que Jeov ´ a ama e valo- riza cada um de seus adoradores. — Mat. 10:29-31. w11 15/7 2:11, 12 S ´ abado, 12 de janeiro [Jeov ´ a] faz . . . vinho que alegra o cora ¸c ˜ ao do homem mortal. — Sal. 104:14, 15. Na B ´ ıblia inteira h ´ a declara ¸c ˜ oes indicando que Jeov ´ a n ˜ ao dese- ja apenas que vivamos, mas tam- b ´ em que tenhamos prazer na vida. Realmente, Jeov ´ a faz o solo pro- duzir cereais, azeite e vinho para o nosso sustento. Mas o vinho tam- b ´ em “alegra o cora ¸c ˜ ao”. Ele vai al ´ em do que ´ e estritamente ne- cess ´ ario para sustentar a vida e aumenta a nossa alegria. (Ecl. 9:7; 10:19) Sim, Jeov ´ a deseja que seja- mos felizes, de cora ¸c ˜ ao cheio de “bom ˆ animo”. (Atos 14:16, 17) Por- tanto, n ˜ ao h ´ a motivo para nos sen- tir culpados se de vez em quando programamos algum tempo para ‘observar atentamente as aves do c ´ eu’ e os “l ´ ırios do campo”, ou para outras atividades que nos revigo- ram e enriquecem a nossa vida. (Mat. 6:26, 28; Sal. 8:3, 4) Uma vida plena e prazerosa ´ e uma “d ´ adiva de Deus”. (Ecl. 3:12, 13) Conside- rar o lazer como parte dessa d ´ a- diva nos mover ´ a a us ´ a-lo de um modo que agrade ` Aquele que nos deu essa d ´ adiva. w11 15/10 1:1, 2
  12. 12. Domingo, 13 de janeiro Ponhamos . . . de lado . . . o pe- cado que facilmente nos enla ¸ca. — Heb. 12:1. Se um corredor enroscar a sua roupa nas pernas, ´ e quase certo que cair ´ a. O risco de se enroscar´ e especialmente grande quando o corredor despreza o perigo de usar certo tipo de roupa ao correr. O que poderia lev ´ a-lo a desprezar o peri- go? Talvez o descuido, o excesso de confian ¸ca ou uma distra ¸c ˜ ao. Que li ¸c ˜ ao podemos aprender do con- selho de Paulo? Devemos ter em mente que a perda de f ´ e resulta do que talvez fa ¸camos ao longo do tempo. A respeito do “pecado que facilmente nos enla ¸ca”, certo eru- dito diz que se trata do “pecado que tem o maior predom ´ ınio sobre n ´ os, em virtude das nossas circunst ˆ an- cias, da nossa constitui ¸c ˜ ao, de nos- sas amizades”. A ideia ´ e que o meio em que vivemos, nossas fraquezas pessoais e nossas amizades podem exercer forte influ ˆ encia sobre n ´ os. Podem causar um enfraquecimen- to de nossa f ´ e, ou at ´ e mesmo a sua perda. — Mat. 13:3-9. w11 15/9 4:2, 10, 11 Segunda-feira, 14 de janeiro Os que [se casam] ter ˜ ao tribula- ¸c ˜ ao na sua carne. — 1 Cor. 7:28. Muitos rec ´ em-casados ficam surpresos, at ´ e mesmo desaponta- dos, quando descobrem que seu c ˆ onjuge difere deles em quest ˜ oes importantes. Os dois talvez n ˜ ao concordem em como usar o di- nheiro ou o tempo de lazer, onde morar e com que frequ ˆ encia visi- tar os parentes. E cada qual tem falhas de personalidade que po- dem irritar o outro. Durante o na- moro, ´ e f ´ acil dar pouca import ˆ an- cia a esses assuntos, por ´ em mais tarde eles podem gerar uma for- te press ˜ ao no casamento. O ca- sal far ´ a bem em resolver poss ´ ı- veis ´ areas de conflito antes de se casar. Para ser bem-sucedido e feliz, o casal tem de enfrentar unido os seus desafios. Deve con- cordar em como disciplinar os fi- lhos e como cuidar de pais idosos. As press ˜ oes causadas por dificul- dades familiares n ˜ ao devem rom- per a uni ˜ ao do casal. Pela aplica- ¸c ˜ ao de conselhos b ´ ıblicos os dois poder ˜ ao resolver muitos proble- mas, suportar os que n ˜ ao t ˆ em so- lu ¸c ˜ ao e permanecer felizes juntos. — 1 Cor. 7:10, 11. w1115/10 2:14-16 Ter ¸ca-feira, 15 de janeiro Todas as coisas que s ˜ ao de s ´ eria preocupa ¸c ˜ ao, . . . continuai a considerar tais coisas. — Fil. 4:8. Vivemos num mundo que atra- vessa um dos per ´ ıodos mais di- f ´ ıceis e tr ´ agicos na hist ´ oria hu- mana. Para os que n ˜ ao t ˆ em uma s ´ olida base espiritual, enfren- tar com ˆ exito estes “tempos cr ´ ı- ticos, dif ´ ıceis de manejar”, pode ser quase imposs ´ ıvel. (2 Tim. 3:1-5) Eles contam apenas com as suas pr ´ oprias for ¸cas para li- dar com o dia a dia — com pouco sucesso. Num esfor ¸co de n ˜ ao le- var a vida a s ´ erio demais, mui- tos recorrem ao fluxo constante de atra ¸c ˜ oes do mundo do entrete- nimento. Nem ´ e preciso dizer que o mundo valoriza demais o ‘amor aos prazeres’. (2 Tim. 3:4) Essa ˆ en- fase na divers ˜ ao pode amea ¸car a nossa espiritualidade. (Pro. 21:17) Com boas raz ˜ oes, portanto, as car- tas do ap ´ ostolo Paulo a Tim ´ oteo e a Tito incluem conselhos sobre seriedade. Seguir esses conselhos nos ajudar ´ a a contra-atacar a fri- volidade com que o mundo encara a vida. — 1 Tim. 2:1, 2; Tito 2:2-8. w11 15/4 1:1, 3
  13. 13. Quarta-feira, 16 de janeiro Fiquemos despertos e mante- nhamos os nossos sentidos. — 1 Tes. 5:6. Referindo-se ao “grande e ate- morizante dia de Jeov ´ a”, o ap ´ osto- lo Paulo escreveu aos crist ˜ aos em Tessal ˆ onica: “Irm ˜ aos, n ˜ ao estais em escurid ˜ ao, de modo que aque- le dia vos sobrevenha assim como a ladr ˜ oes, porque todos v ´ os sois fi- lhos da luz e filhos do dia. N ˜ ao pertencemos nem ` a noite nem` a escurid ˜ ao.” Paulo acrescentou: “Assim, pois, n ˜ ao estejamos dor- mindo assim como fazem os de- mais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos.” (Joel 2:31; 1 Tes. 5:4-6) O con- selho de Paulo aos tessalonicenses´ e especialmente oportuno para os crist ˜ aos que vivem no “tempo do fim”. (Dan. 12:4) Com a aproxi- ma ¸c ˜ ao do fim deste mundo mau, Satan ´ as est ´ a decidido a desviar do servi ¸co de Deus o maior n ´ ume- ro poss ´ ıvel de adoradores verda- deiros. ´ E bom, portanto, levarmos a s ´ erio a exorta ¸c ˜ ao de Paulo de nos manter espiritualmente vigilan- tes. Para que uma fam ´ ılia crist ˜ a fi- que desperta, ´ e importante que cada membro assuma sua respon- sabilidade b ´ ıblica. w11 15/5 1:1, 2 Quinta-feira, 17 de janeiro As boas novas s ˜ ao, de fato, o po- der de Deus para a salva ¸c ˜ ao. — Rom. 1:16. ‘Gosto de falar das boas novas todos os dias.’ Voc ˆ e talvez j ´ a te- nha pensado ou falado algo as- sim. Como devotada Testemunha de Jeov ´ a, voc ˆ e sabe como ´ e im- portante pregar as “boas novas do reino”. Talvez saiba de cor a profecia de Jesus a respeito dessa nossa atividade. (Mat. 24:14) Ao pregar as “boas novas do reino”, voc ˆ e d ´ a continuidade ao que Jesus iniciou. (Luc. 4:43) Um dos pontos que voc ˆ e sem d ´ uvida destaca ´ e que Deus em breve intervir ´ a nos as- suntos humanos. Com a “grande tribula ¸c ˜ ao” ele acabar ´ a com a reli- gi ˜ ao falsa e eliminar ´ a da Terra a perversidade. (Mat. 24:21) ´ E pro- v ´ avel que voc ˆ e enfatize tamb ´ em que o Reino de Deus restaurar ´ a o Para ´ ıso na Terra para que a paz e a felicidade possam florescer. De fato, as “boas novas do reino” s ˜ ao parte das “boas novas [decla- radas de antem ˜ ao] a Abra ˜ ao, a sa- ber: ‘Por meio de ti ser ˜ ao aben- ¸coadas todas as na ¸c ˜ oes.’” — G ´ al. 3:8. w11 15/6 1:1, 2 Sexta-feira, 18 de janeiro Tenho odiado toda vereda falsa. — Sal. 119:128. Imagine o seguinte: voc ˆ e preci- sa viajar a certo lugar. Para saber como chegar l ´ a, voc ˆ e pede infor- ma ¸c ˜ oes a um amigo de confian ¸ca que conhece o caminho. Ao lhe orientar, ele talvez diga: “Cuida- do nesse desvio. H ´ a ali uma pla- ca com indica ¸c ˜ ao errada. Muita gente se perde nesse local.” N ˜ ao se sentiria grato por esse inte- resse e n ˜ ao acataria o alerta? De certa maneira, Jeov ´ a ´ e como esse amigo. Ele nos d ´ a boas orienta- ¸c ˜ oes sobre como chegar ao nosso destino — a vida eterna — mas tamb ´ em nos alerta sobre m ´ as in- flu ˆ encias que poderiam nos le- var a pegar um caminho errado. (Deut. 5:32; Isa. 30:21) Tenhamos em mente que ele nos d ´ a esses alertas porque nos ama e se preo- cupa conosco. Ele quer que che- guemos ao nosso destino. Ele fica triste quando v ˆ e pessoas cederem` as m ´ as influ ˆ encias e se perderem no caminho. (Eze. 33:11) O salmis- ta disse a Jeov ´ a: “Tenho odiado toda vereda falsa.” Voc ˆ e sente o mesmo? w11 15/7 1:1, 2
  14. 14. S ´ abado, 19 de janeiro Chegai-vos a Deus. — Tia. 4:8. Quanto mais nos achegarmos a Jeov ´ a, maior ser ´ a a nossa motiva- ¸c ˜ ao para am ´ a-lo ‘de todo o nosso cora ¸c ˜ ao, de toda a nossa alma, de toda a nossa mente e de toda a nossa for ¸ca’. (Mar. 12:30) Com certeza desejamos muito obede- cer a Deus e imit ´ a-lo. (Ef ´ e. 5:1) Ter uma Noite de Adora ¸c ˜ ao em Fam ´ ılia regular, portanto, ´ e fun- damental para ajudar todos da fam ´ ılia a ‘manter-se prontos’ espiritualmente, enquanto espe- ramos a predita “grande tribu- la ¸c ˜ ao”. (Mat. 24:21; Luc. 12:40)´ E essencial para a sobreviv ˆ en- cia. A provis ˜ ao da Noite de Ado- ra ¸c ˜ ao em Fam ´ ılia tem ainda ou- tro objetivo — ajudar os membros da fam ´ ılia a ficar mais achega- dos. Passarem semanalmente al- gum tempo juntos, estudando assuntos espirituais, tem um no- t ´ avel efeito sobre os sentimen- tos que eles t ˆ em uns pelos ou- tros. Como ´ e aconchegante para o casal ouvir express ˜ oes m ´ utuas da alegria derivada da descoberta de uma joia espiritual! (Ecl. 4:12) Pais e filhos que adoram juntos a Deus provavelmente ficar ˜ ao uni- dos em amor, o “perfeito v ´ ınculo de uni ˜ ao”. — Col. 3:14. w11 15/5 2:14, 15 Domingo, 20 de janeiro [Case-se] somente no Senhor. — 1 Cor. 7:39. Muitos preferem ficar solteiros a desconsiderar esse conselho di- vino. “Eu n ˜ ao escolhi ficar sol- teira”, diz uma irm ˜ a nos Estados Unidos. “Estou disposta a me ca- sar, caso encontre a pessoa cer- ta. Minha m ˜ ae, que n ˜ ao ´ e crist ˜ a, tentou me convencer a me casar com qualquer um que apareces- se. Eu lhe perguntei se ela as- sumiria a responsabilidade caso meu casamento n ˜ ao desse certo. Com o tempo, ela viu que eu ti- nha um emprego est ´ avel, era in- dependente e feliz. Ela parou de me pressionar.” Essa irm ˜ a sen- te ` as vezes um pouco de soli- d ˜ ao. “Ent ˜ ao”, diz ela, “procuro fa- zer de Jeov ´ a meu confidente. Ele nunca me abandona. A ora ¸c ˜ ao me faz sentir que Deus ´ e real e que nunca estou sozinha.” Cer- ta de que ‘h ´ a mais felicidade em dar do que em receber’, ela diz: “Procuro dar de mim para aju- dar outros, n ˜ ao esperando nada em troca. Quando penso: ‘Como posso ajudar determinada pes- soa?’, sinto uma alegria ´ ıntima.” — Atos 20:35. w11 15/9 2:16, 17 Segunda-feira, 21 de janeiro [Deus] guarda-lhe todos os os- sos; nem sequer um deles foi quebrado. — Sal. 34:20. Como profetizado, o Messias se- ria traspassado, mas seus ossos n ˜ ao seriam quebrados. Morado- res de Jerusal ´ em ‘olhariam para Aquele a quem traspassaram’, diz Zacarias 12:10. Confirmando esses detalhes, o ap ´ ostolo Jo ˜ ao escre- veu: “Um dos soldados furou-lhe o lado [de Jesus] com uma lan- ¸ca, e saiu imediatamente sangue e´ agua. E aquele que viu isso [Jo ˜ ao] tem dado testemunho, e o seu tes- temunho ´ e verdadeiro . . . Estas coisas ocorreram, a fim de que se cumprisse a escritura: ‘Nenhum osso seu ser ´ a esmagado.’ E, no- vamente, uma escritura diferente diz: ‘Olhar ˜ ao para Aquele a quem traspassaram.’” — Jo ˜ ao 19:33-37. w11 15/8 2:17
  15. 15. Ter ¸ca-feira, 22 de janeiro Ele ´ e homem indeciso, inst ´ avel em todos os seus caminhos. — Tia. 1:8. Se somos indecisos com rela- ¸c ˜ ao a padr ˜ oes b ´ ıblicos, nossos colegas de escola ou de traba- lho podem concluir que n ˜ ao te- mos genu ´ ına convic ¸c ˜ ao de nos- sas cren ¸cas e que, portanto, ´ e f ´ acil nos influenciar. Eles talvez mintam, enganem ou roubem e tentem nos persuadir a “acom- panhar a multid ˜ ao” por nos jun- tar a eles ou, pelo menos, aco- bert ´ a-los. ( ˆ Exo. 23:2) A indecis ˜ ao pode nos colocar em s ´ erio peri- go. Como algu ´ em num barco sem leme num mar agitado, a pessoa indecisa ser ´ a lan ¸cada dum lado para outro pelos inst ´ aveis con- ceitos humanos. Seria muito f ´ a- cil ela naufragar na f ´ e e depois culpar outros por sua triste si- tua ¸c ˜ ao. (1 Tim. 1:19) Como po- demos evitar esse desfecho? Te- mos de ficar “estabilizados na f ´ e”. (Col. 2:6, 7) Para adquirir es- tabilidade, precisamos aprender a tomar decis ˜ oes que reflitam a nossa f ´ e na inspirada Palavra de Deus. — 2 Tim. 3:14-17. w11 15/4 2:3, 5 Quarta-feira, 23 de janeiro [Comprai] para v ´ os todo o tem- po oportuno. — Ef ´ e. 5:16. Voc ˆ es podem, como fam ´ ılia, dedicar mais tempo ao minist ´ e- rio? Ser ´ a que poderiam se esfor- ¸car em vencer o receio de dar tes- temunho por telefone, nas ruas ou no com ´ ercio? E que tal traba- lhar onde h ´ a mais necessidade de publicadores do Reino? Pode- ria algu ´ em da fam ´ ılia apren- der um novo idioma para levar as boas novas a pessoas de ou- tra nacionalidade? Como chefe da fam ´ ılia, identifique as ´ areas em que ela poderia progredir espiritualmente. Da ´ ı, estabele- ¸ca alvos espec ´ ıficos para atingir esse objetivo. Os alvos que fixa- rem como fam ´ ılia devem ser rea- l ´ ısticos e de acordo com as suas circunst ˆ ancias e habilidades. (Pro. 13:12) Talvez possam ver menos televis ˜ ao e, assim, ter mais tempo para fins espirituais. Esforcem-se para atingir os al- vos estabelecidos para a fam ´ ılia. (G ´ al. 6:9) A fam ´ ılia que busca al- vos espirituais torna seu progres- so “manifesto a todos”. — 1 Tim. 4:15. w11 15/5 2:11, 12 Quinta-feira, 24 de janeiro Gl ´ oria a Deus nas maiores altu- ras, e na terra paz entre homens de boa vontade. — Luc. 2:14. J ´ a havia anoitecido. Pastores estavam no campo, vigiando seus rebanhos. Como ficaram surpre- sos quando o anjo de Jeov ´ a apa- receu e a gl ´ oria de Deus reluziu em volta deles! O anjo fez uma proclama ¸c ˜ ao espantosa: “N ˜ ao te- mais, pois, eis que vos declaro boas novas duma grande ale- gria que todo o povo ter ´ a, por- que hoje vos nasceu . . . um Sal- vador, que ´ e Cristo, o Senhor.” Esse seria o Messias. (Luc. 2:8-14) Os pastores poderiam encontrar a crian ¸ca numa manjedoura em uma cidade pr ´ oxima. De repente, “uma multid ˜ ao do ex ´ ercito celes- tial” come ¸cou a louvar a Jeov ´ a, dizendo as palavras do texto de hoje. Mas como os pastores pode- riam aprender mais e convencer outros de que o beb ˆ e mencionado pelo anjo seria o Messias designa- do por Jeov ´ a? Por examinar pro- fecias das Escrituras Hebraicas e compar ´ a-las com as atividades e a vida dessa crian ¸ca. w11 15/8 1:1, 2
  16. 16. Sexta-feira, 25 de janeiro Desviar ˜ ao os seus ouvidos da ver- dade, ao passo que ser ˜ ao desvia- dos para hist ´ oriasfalsas. — 2 Tim. 4:4. Quais seriam alguns exemplos de hist ´ orias falsas que poderiam desviar os desprevenidos? Em princ ´ ıpio, a express ˜ ao “hist ´ orias falsas” pode aplicar-se a qualquer mentira ou mito religioso que po- deria nos ‘desviar da verdade’. (2 Tim. 4:3) Satan ´ as, que finge ser um “anjo de luz”, usa astu- tamente a religi ˜ ao falsa para de- sencaminhar as pessoas. (2 Cor. 11:14) Sob a falsa apar ˆ encia de cristianismo, a cristandade ensi- na doutrinas — como a Trinda- de, o inferno de fogo e a imor- talidade da alma — envoltas em mitos e falsidades. Al ´ em disso, a cristandade promove celebra ¸c ˜ oes, como o Natal e a P ´ ascoa, cujas tra- di ¸c ˜ oes aparentemente inocentes t ˆ em ra ´ ızes na mitologia e no paga- nismo. Por acatarmos o alerta de Deus de nos manter separados e ‘cessar de tocar em coisa impu- ra’, n ˜ ao seremos desencaminha- dos por hist ´ orias falsas. — 2 Cor. 6:14-17. w11 15/7 2:11 S ´ abado, 26 de janeiro Quanto a todos os que me veem, ca ¸coam de mim; abrem muito a sua boca, meneiam a cabe- ¸ca: “Fiou-se em Jeov ´ a. Que Ele o ponha a salvo!” — Sal. 22:7, 8. Davi profetizou que o Messias seria insultado. Jesus foi insulta- do enquanto sofria na estaca, pois Mateus relata: “Os que passavam come ¸caram . . . a falar dele de modo ultrajante, sacudindo a ca- be ¸ca e dizendo: ‘ ´ O tu, pretenso derrubador do templo e constru- tor dele em tr ˆ es dias, salva-te a ti mesmo! Se tu ´ es filho de Deus, desce da estaca de tortura!’” Os principais sacerdotes, escribas e anci ˜ aos tamb ´ em zombaram dele, dizendo: “A outros ele salvou; a si mesmo n ˜ ao pode salvar! Ele ´ e Rei de Israel; des ¸ca agora da estaca de tortura, e n ´ os acreditaremos nele. Depositou a sua confian ¸ca em Deus; que Ele o socorra ago- ra, se Ele o quiser, pois este dis- se: ‘Sou Filho de Deus.’” (Mat. 27:39-43) No entanto, Jesus supor- tou tudo isso com dignidade. Que belo exemplo para n ´ os! w11 15/8 2:13 Domingo, 27 de janeiro Eu sou teu quinh ˜ ao e tua heran- ¸ca no meio dos filhos de Israel. — N ´ um. 18:20. Depois de os israelitas terem conquistado grande parte da Ter- ra Prometida, Josu ´ e providenciou a reparti ¸c ˜ ao das terras por meio de sortes. Fez isso junto com o Sumo Sacerdote Eleazar e chefes das tribos. (N ´ um. 34:13-29) Os le- vitas n ˜ ao receberiam uma heran- ¸ca de terra como as outras tribos. (Jos. 14:1-5) Por que os levitas n ˜ ao tinham territ ´ orio tribal, ou qui- nh ˜ ao, na Terra Prometida? Foram exclu ´ ıdos? A resposta est ´ a nas pa- lavras de Jeov ´ a aos levitas. Desta- cando o fato de que n ˜ ao estavam sendo abandonados, ele lhes dis- se as palavras do texto de hoje. Que forte garantia: ‘Eu sou tua he- ran ¸ca’! Como se sentiria se Jeov ´ a dissesse isso a voc ˆ e? Voc ˆ e talvez se perguntasse: ‘Pode Jeov ´ a real- mente ser hoje em dia o quinh ˜ ao, ou heran ¸ca, de um crist ˜ ao imper- feito?’ Sim, pode. Mais especifica- mente, ele pode ser sua heran ¸ca, quer sua esperan ¸ca seja viver no c ´ eu, quer numa Terra parad ´ ısica. w11 15/9 1:1, 2
  17. 17. Segunda-feira, 28 de janeiro Ela est ´ a livre para se casar com quem quiser, somente no Senhor. — 1 Cor. 7:39. Se voc ˆ e espera se casar com al- gu ´ em que compartilha seu desejo de servir a Jeov ´ a de toda a alma, persista em orar a Jeov ´ a a respeito desse assunto. (Fil. 4:6, 7) N ˜ ao im- porta quanto tempo tenha de es- perar, n ˜ ao se desespere. Confie na ajuda de nosso amoroso Deus, que o apoiar ´ a emocionalmente segun- do a sua necessidade. (Heb. 13:6) O crist ˜ ao solteiro que deseja se ca- sar talvez receba uma proposta de casamento de uma pessoa de espi- ritualidade duvidosa ou at ´ e mesmo de um n ˜ ao crist ˜ ao. Se isso lhe acon- tecer, lembre-se de que a m ´ a es- colha de um c ˆ onjuge pode causar muito mais dor do que o sofrimen- to causado pelo sentimento de ca- r ˆ encia da pessoa solteira. E, uma vez casado, voc ˆ e est ´ a “amarrado” a seu c ˆ onjuge pelo resto da vida, na alegria ou na tristeza. (1 Cor. 7:27) N ˜ aopermita que o desespero o leve a tomar uma decis ˜ ao de casamen- to da qual mais tarde se arrepen- der ´ a. w11 15/10 2:10-12 Ter ¸ca-feira, 29 de janeiro [Jesus] se entregou como resgate correspondente por todos. — 1 Tim. 2:6. Ad ˜ ao legou a imperfei ¸c ˜ ao e a morte a bilh ˜ oes de pessoas, seus descendentes. ´ E verdade que Je- sus, como homem perfeito, po- deria ter produzido bilh ˜ oes de descendentes perfeitos. Assim, pensava-se que a vida de Jesus, em conjunto com a de todos os seus poss ´ ıveis descendentes per- feitos, formava um sacrif ´ ıcio equi- valente ao de Ad ˜ ao e seus descen- dentes imperfeitos. No entanto, a B ´ ıblia n ˜ ao diz que alguma descen- d ˆ encia de Jesus em potencial for- mou parte do resgate. Romanos 5:15-19 destaca que a morte de “um s ´ o homem” proveu o livramento. Sim, a vida perfeita de Jesus cor- respondeu ` a de Ad ˜ ao. O foco ´ e, e deve ser, apenas Jesus Cristo. Isso possibilitou que homens de toda sorte recebessem a d ´ adiva gratui- ta e vida eterna gra ¸cas a “um s ´ o ato de justifica ¸c ˜ ao” de Jesus, sua obe- di ˆ encia e integridade mesmo em face da morte. — 2 Cor. 5:14, 15; 1 Ped. 3:18. w11 15/6 2:11 Quarta-feira, 30 de janeiro Vosso Pai celestial sabe que ne- cessitais de todas essas coisas. — Mat. 6:32. Isso significa que nosso Pai ce- lestial, Jeov ´ a, far ´ a sua parte em suprir nossas necessidades. ´ E ver- dade que “todas essas coisas” talvez sejam diferentes do que pessoalmente gostamos ou prefe- rimos. Ainda assim, somos aconse- lhados a n ˜ ao ficar ansiosos a res- peito das “coisas pelas quais se empenham avidamente as na- ¸c ˜ oes”. Por qu ˆ e? Jesus mais tarde aconselhou seus ouvintes: “Pres- tai aten ¸c ˜ ao a v ´ os mesmos, para que os vossos cora ¸c ˜ oes nunca fi- quem sobrecarregados com o ex- cesso no comer, e com a imodera- ¸c ˜ ao no beber, e com as ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre v ´ os instantaneamente como um la ¸co.” (Luc. 21:34, 35) A linha de chegada est ´ a logo ` a frente. Visto que estamos t ˜ ao perto do fim, como seria lament ´ avel nos sobre- carregar com pesos desnecess ´ arios que nos impedissem de comple- tar a corrida! Portanto, o conselho do ap ´ ostolo Paulo ´ e realmente s ´ a- bio: “ ´ E meio de grande ganho, esta devo ¸c ˜ aopiedosajunto com a autos- sufici ˆ encia.” (1 Tim. 6:6) Acatar as palavras de Paulo refor ¸car ´ a muito as nossas perspectivas de ganhar o pr ˆ emio. w11 15/9 4:6-8
  18. 18. Quinta-feira, 31 de janeiro A menos que comais a carne do Filho do homem e bebais o seu sangue, n ˜ ao tendes vida em v ´ os mesmos. — Jo ˜ ao 6:53. Como voc ˆ e reage quando Jeov ´ a, a Fonte de esclarecimento espi- ritual, lan ¸ca luz sobre “as coisas profundas de Deus” contidas na B ´ ıblia? (1 Cor. 2:10-13) Temos um belo exemplo na rea ¸c ˜ ao do ap ´ os- tolo Pedro quando Jesus disse aos seus ouvintes as palavras do tex- to de hoje. Levando essas pala- vras ao p ´ e da letra, muitos dis- c ´ ıpulos disseram: “Esta palavra ´ e chocante; quem pode escutar isso?” Eles “foram embora para as coisas deixadas atr ´ as”. Mas Pe- dro disse: “Senhor, para quem havemos de ir? Tu tens declara- ¸c ˜ oes de vida eterna.” (Jo ˜ ao 6:60, 66, 68) Pedro confiou que Deus proveria o esclarecimento espiri- tual. Quando a luz espiritual so- bre certo assunto se torna mais clara, voc ˆ e procura entender as raz ˜ oes b ´ ıblicas por tr ´ as do ajus- te? (Pro. 4:18) Imitar o exemplo dos bereanos do primeiro s ´ eculo aumentar ´ a seu apre ¸co pelo privi- l ´ egio de servir a Jeov ´ a. — Atos 17:11. w11 15/9 2:14, 15 Sexta-feira, 1.° de fevereiro Corramos com perseveran ¸ca a corrida que nos ´ e proposta. — Heb. 12:1, Nova Vers ˜ ao Internacional. A B ´ ıblia compara a vida crist ˜ a a uma corrida. O ap ´ ostolo Pau- lo destacou isso na sua primei- ra carta aos crist ˜ aos na antiga Corinto. Ele escreveu: “N ˜ ao sa- beis que os corredores numa cor- rida correm todos, mas apenas um recebe o pr ˆ emio? Correi de tal modo, que o possais alcan- ¸car.” (1 Cor. 9:24) Ser ´ a que Paulo quis dizer que apenas um des- ses crist ˜ aos ganharia o pr ˆ emio da vida e que os demais correriam em v ˜ ao? Obviamente n ˜ ao. Os cor- redores nas competi ¸c ˜ oes treina- vam e se esfor ¸cavam muito para ganhar. Paulo desejava que seus companheiros crist ˜ aos fizessem esse tipo de esfor ¸co na sua bus- ca pela vida eterna. Se fizessem isso, poderiam ganhar o pr ˆ emio da vida. Na corrida crist ˜ a, todos os que a completam ganham esse pr ˆ emio. O pr ˆ emio, seja a vida no c ´ eu, seja no Para ´ ıso na Terra, ´ e incompar ´ avel. w11 15/9 3:2-4 S ´ abado, 2 de fevereiro Persisti em andar por esp ´ ırito. — G ´ al. 5:16. Ser ´ a que o esp ´ ırito santo s ´ o atua em ocasi ˜ oes especiais ou em cir- cunst ˆ ancias extraordin ´ arias? N ˜ ao. A Palavra de Deus fala de cris- t ˜ aos ‘andarem por esp ´ ırito’, ‘se- rem conduzidos por esp ´ ırito’ e ‘vi- verem por esp ´ ırito’. (G ´ al. 5:18, 25) Essas express ˜ oes indicam que o esp ´ ırito santo pode influenciar continuamente a nossa vida. De- vemos pedir todos os dias a Jeov ´ a que, por meio de seu esp ´ ırito, ele oriente o nosso modo de pensar, de falar e de agir. (Sal. 143:10) En- quanto permitirmos que atue na nossa vida, o esp ´ ırito santo produ- zir ´ a resultados que animar ˜ ao ou- tros e trar ˜ ao louvor a Deus. Por que ´ e vital sermos guiados por esp ´ ırito santo? Porque existe ou- tra for ¸ca que tenta nos dominar — uma for ¸ca contr ´ aria ` a atua ¸c ˜ ao do esp ´ ırito santo. As Escrituras a identificam como “a carne”, que se refere ` as inclina ¸c ˜ oes pecamino- sas de nossa carne deca ´ ıda, nosso legado de imperfei ¸c ˜ ao como des- cendentes de Ad ˜ ao. — G ´ al. 5:17. w11 15/4 4:2, 3
  19. 19. Domingo, 3 de fevereiro V ´ os, outrora, n ˜ ao ´ ereis povo, mas agora sois povo de Deus. — 1 Ped. 2:10. No conceito judaico, os gentios eram incapazes de produzir frutos aceit ´ aveis. No entanto, Jeov ´ a fez com que esses gentios se tornassem parte de “uma na ¸c ˜ ao” que produ- ziu frutos do Reino. (Mat. 21:43) A partir da un ¸c ˜ ao de Corn ´ elio — o primeiro gentio incircunciso con- vertido — em 36 EC, abriu-se a oportunidade para n ˜ ao judeus in- circuncisos serem enxertados nes- sa oliveira simb ´ olica. (Atos 10:44- 48) Significa isso que depois de 36 EC n ˜ ao havia mais oportunida- de para judeus literais se tornarem parte do descendente de Abra ˜ ao? N ˜ ao. Paulo explica: “Eles [os judeus literais], tamb ´ em, se n ˜ ao perma- necerem na sua falta de f ´ e, ser ˜ ao enxertados; pois Deus ´ e capaz de enxert ´ a-los novamente. Porque, se foste cortado da oliveira que ´ e bra- va por natureza e foste enxertado, contr ´ ario ` a natureza, numa olivei- ra cultivada, quanto mais aqueles, que s ˜ ao naturais, ser ˜ ao enxertados na sua pr ´ opria oliveira!” — Rom. 11:23, 24. w11 15/5 4:16-18 Segunda-feira, 4 de fevereiro Quem mostrar perspic ´ acia num assunto achar ´ a o bem. — Pro. 16:20. Por natureza, algumas ovelhas talvez n ˜ ao sejam calorosas e so- ci ´ aveis. Mesmo assim, os anci ˜ aos procuram entender isso e ‘achar o bem’ nelas. ´ E verdade que, sendo imperfeito, o anci ˜ ao talvez tenha de se esfor ¸car muito para ter um conceito positivo sobre cada uma das ovelhas. Mas, ao dar o seu me- lhor para ser gentil com todas, ser ´ a que ele n ˜ ao merece elogios pelo seu empenho de ser um bom pastor sob a lideran ¸ca de Cristo? Todos n ´ os te- mos motivos para ‘ser submissos’ aos anci ˜ aos. Como Paulo escreveu, ‘eles vigiam sobre as nossas almas’. (Heb. 13:17) Essa express ˜ ao nos faz lembrar do pastor literal que re- nuncia ao sono para proteger seu rebanho. Do mesmo modo, os an- ci ˜ aos hoje talvez sacrifiquem horas de sono para atender ` as necessida- des de pessoas doentes ou com pro- blemas emocionais ou espirituais. Por exemplo, irm ˜ aos das Comiss ˜ oes de Liga ¸c ˜ ao com Hospitais ` as vezes s ˜ ao acordados ` a noite para atender a alguma emerg ˆ encia m ´ edica. Mas, ao enfrentarmos uma situa ¸c ˜ ao as- sim, quanto apreciamos o trabalho deles! w11 15/6 4:7, 8 Ter ¸ca-feira, 5 de fevereiro Desde a sa ´ ıda da palavra para se restaurar e reconstruir Jeru- sal ´ em at ´ e o Messias, o L ´ ıder, ha- ver ´ a sete semanas, tamb ´ em ses- senta e duas semanas. — Dan. 9:25. Quando Jo ˜ ao Batista se tornou conhecido, suas palavras e a ¸c ˜ oes le- varam alguns a se perguntar se ele era o Messias. (Luc. 3:15) ´ E poss ´ ıvel que alguns tenham entendido cor- retamente uma profecia messi ˆ ani- ca a respeito de “setenta semanas”. (Dan. 9:24) Nesse caso, eles po- diam ter calculado quando o Mes- sias apareceria. Diversos eruditos concordam que essas s ˜ ao semanas de anos. Por exemplo, a Revised Standard Version (Vers ˜ ao Padr ˜ ao Revisada) diz: “Setenta semanas de anos foram decretadas.” Hoje, os servos de Jeov ´ a sabem que as 69 se- manas, ou 483 anos, de Daniel 9:25 come ¸caram em 455 AEC, quando o rei persa Artaxerxes autorizou Neemias a restaurar e reconstruir Jerusal ´ em. (Nee. 2:1-8) Essas se- manas terminaram 483 anos mais tarde, em 29 EC, quando Jesus de Nazar ´ e foi batizado e depois ungi- do com esp ´ ırito santo, tornando-se assim o Messias. — Mat. 3:13-17. w11 15/8 1:3, 4
  20. 20. Quarta-feira, 6 de fevereiro Empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que s ˜ ao para a edifica ¸c ˜ ao m ´ utua. — Rom. 14:19. Que dizer se um crist ˜ ao deseja falar com um anci ˜ ao sobre um pro- blema com um parente ou com um irm ˜ ao na congrega ¸c ˜ ao? Prov ´ erbios 21:13 diz: ‘Aquele que tapa seu ou- vido contra o clamor queixoso do de condi ¸c ˜ ao humilde, ele mesmo tamb ´ em clamar ´ a e n ˜ ao se lhe res- ponder ´ a.’ Um anci ˜ ao certamente n ˜ ao ‘taparia seu ouvido’. Mas ou- tro prov ´ erbio alerta: “O primeiro a apresentar a sua causa parece ter raz ˜ ao, at ´ e que outro venha ` a fren- te e o questione.” (Pro. 18:17, Nova Vers ˜ ao Internacional) O anci ˜ ao deve ouvir bondosamente, mas precisa cuidar para n ˜ ao tomar o lado da pessoa que conta o proble- ma. Ap ´ os ouvir o assunto, ´ e prov ´ a- vel que ele pergunte se o ofendido falou com a pessoa que causou o mal-estar. O anci ˜ ao talvez reca- pitule tamb ´ em os passos b ´ ıblicos que o ofendido pode dar em favor da paz. w11 15/8 4:9, 11 Quinta-feira, 7 de fevereiro N ˜ ao estejais amando nem o mun- do, nem as coisas no mundo. — 1 Jo ˜ ao 2:15. Ao longo dos anos, a classe do escravo fiel e discreto tem nos lembrado da necessidade de to- marmos cuidado quanto ao que vemos e ouvimos, isto ´ e, em que fi- xamos o cora ¸c ˜ ao e a mente. Te- mos sido alertados sobre o peri- go de ficar ‘enroscados’ na busca de dinheiro e bens. Podemos ser atra ´ ıdos pelo brilho e glamour do mundo do entretenimento ou pelos infind ´ aveis lan ¸camentos de novos aparelhos. Seria um s ´ erio engano achar que esses conselhos s ˜ ao restritivos demais ou que se aplicam apenas a outros, ao passo que pessoalmente somos um tanto imunes aos perigos. As coisas que o mundo de Satan ´ as coloca no nos- so caminho para nos ‘enroscar’s ˜ ao sutis e enganosas. O descuido, o excesso de confian ¸ca e distra ¸c ˜ oes t ˆ em causado a ru ´ ına de alguns, e essas coisas podem afetar a nossa esperan ¸ca de ganhar o pr ˆ emio da vida. (1 Jo ˜ ao 2:16, 17) Temos de es- tar sempre vigilantes para ter cer- teza que completaremos a corrida pela vida. — Heb. 12:1. w11 15/9 4:12, 13 Sexta-feira, 8 de fevereiro [Cessai] de ter conviv ˆ encia com qualquer que se chame irm ˜ ao, que for fornicador. — 1 Cor. 5:11. Suponha, por exemplo, que o filho ´ unico de um casal crist ˜ ao exemplar abandona a verdade e´ e desassociado. Os pais ficam ar- rasados! Eles sabem que a pala- vra “qualquer” no vers ´ ıculo aci- ma inclui membros da fam ´ ılia que n ˜ ao vivem na mesma casa. Mas eles amam muito o seu filho! For- tes emo ¸c ˜ oes talvez os levem a ra- ciocinar: ‘Como poderemos ajudar o nosso filho a voltar para Jeov ´ a se cortarmos quase por comple- to a nossa associa ¸c ˜ ao com ele? N ˜ ao seria mais produtivo man- ter um contato regular com ele?’ O que esses pais queridos v ˜ ao fa- zer? Obedecer ˜ ao ` as claras orienta- ¸c ˜ oes de Jeov ´ a? Ou ser ´ a que v ˜ ao achar que podem se associar regu- larmente com o filho desassociado e chamar isso de “assuntos fami- liares necess ´ arios”? Ao tomar sua decis ˜ ao, eles n ˜ ao devem desconsi- derar o que Jeov ´ a vai achar do que far ˜ ao. O objetivo de Deus ´ e manter limpa a organiza ¸c ˜ ao e, se poss ´ ıvel, levar transgressores a cair em si. w11 15/7 4:12, 13, 15
  21. 21. S ´ abado, 9 de fevereiro Todos pecaram e n ˜ ao atingem a gl ´ oria de Deus. — Rom. 3:23. O medo pode nos paralisar — medo de tomar uma decis ˜ ao errada, de fracassar ou de pare- cer tolo. Mesmo assim, o amor a Deus e ` a sua Palavra pode nos ajudar a minimizar tais temores. Como? O amor a Deus nos motiva- r ´ a a sempre consultar a sua Pala- vra e as publica ¸c ˜ oes b ´ ıblicas antes de tomar decis ˜ oes importantes. Com isso vamos errar menos. Por qu ˆ e? Porque a B ´ ıblia pode “dar arg ´ ucia aos inexperientes, co- nhecimento e racioc ´ ınio ao mo ¸co”. (Pro. 1:4) Tomaremos sempre a decis ˜ ao certa? N ˜ ao. Todos n ´ os co- metemos enganos. O Rei Davi, por exemplo, era um homem s ´ abio e fiel. Mas houve casos em que to- mou decis ˜ oes erradas que causa- ram sofrimento a ele mesmo e a outros. (2 Sam. 12:9-12) N ˜ ao obs- tante, Davi n ˜ ao permitiu que seus erros minassem a sua capacidade de tomar decis ˜ oes que tivessem a aprova ¸c ˜ ao de Deus. — 1 Reis 15: 4, 5. w11 15/4 2:6, 7 Domingo, 10 de fevereiro Apenas mais um pouco, e o in ´ ı- quo n ˜ ao mais existir ´ a. — Sal. 37:10. As agravantes condi ¸c ˜ oes mun- diais em nossos dias n ˜ ao deixam d ´ uvidas de que, desde 1914, o per- verso mundo de Satan ´ as est ´ a nos seus ´ ultimos dias. As nuvens ne- gras do Armagedom n ˜ ao podem estar muito longe. Em breve, o Fi- lho do homem vir ´ a para executar o julgamento de Jeov ´ a contra os ´ ım- pios. (Pro. 2:21, 22) Ser ´ a que saber disso n ˜ ao deve afetar voc ˆ e e sua fam ´ ılia? Voc ˆ e aplica o conselho de Jesus de manter o olho “singelo”? (Mat. 6:22) Enquanto as pessoas em geral buscam riquezas, fama ou poder, a sua fam ´ ılia est ´ a bus- cando alvos espirituais? Est ´ a dan- do certo no seu caso a provis ˜ ao da Noite de Adora ¸c ˜ ao em Fam ´ ılia ou do estudo pessoal? Est ´ a alcan- ¸cando os objetivos propostos? Ser ´ a que voc ˆ e est ´ a assumindo seu de- ver b ´ ıblico como marido, esposa ou filho, ajudando assim a fam ´ ılia a ‘ficar desperta’? (1 Tes. 5:6) Em caso afirmativo, voc ˆ e ‘se mante- r ´ a pronto’ para a vinda do Filho do homem. — Luc 12:40. w11 15/5 2:18, 19 Segunda-feira, 11 de fevereiro Os homens in ´ ıquos e os imposto- res passar ˜ ao de mal a pior. — 2 Tim. 3:13. Os tempos cr ´ ıticos descritos em 2 Tim ´ oteo 3:1-4 est ˜ ao agora mais ruins do que nunca, pois os ‘ho- mens in ´ ıquos e os impostores t ˆ em passado de mal a pior’. Isso n ˜ ao nos deve surpreender, pois a Pala- vra de Deus deixa claro que “o mundo inteiro jaz no poder do in ´ ı- quo”. (1 Jo ˜ ao 5:19) “O mundo intei- ro” inclui elementos pol ´ ıticos, re- ligiosos e comerciais, bem como meios de comunica ¸c ˜ ao. Sem d ´ uvi- da, ´ e apropriado que Satan ´ as, o Diabo, seja chamado de “gover- nante do mundo” e “deus deste sis- tema de coisas”. (Jo ˜ ao 14:30; 2 Cor. 4:4) As condi ¸c ˜ oes na Terra conti- nuam a piorar porque Satan ´ as tem grande ira, sabendo que lhe resta apenas um pequeno per ´ ıodo antes de Jeov ´ a tir ´ a-lo do caminho. (Rev. 12:12) ´ E muito consolador saber que, em breve, Deus n ˜ ao vai mais tolerar Satan ´ as e seu perverso sis- tema, e que a quest ˜ ao que Sata- n ´ as levantou quanto ` a soberania de Jeov ´ a ser ´ a resolvida. — G ˆ en., cap. 3; J ´ o, cap. 2. w11 15/10 4:3, 4
  22. 22. Ter ¸ca-feira, 12 de fevereiro Algumas [pessoas] j ´ a se desvia- ram para seguir a Satan ´ as. — 1 Tim. 5:15. O alvo de Satan ´ as ´ e fazer com que deixemos de pregar as boas novas. (Rev. 12:17) Para esse fim, ele tenta nos envolver em ati- vidades que desperdi ¸cam tempo ou que causam divis ˜ ao entre n ´ os. Note como Paulo identifica as t ´ a- ticas de Satan ´ as em 1 Tim ´ oteo 5:11-14. ‘Ficar desocupado, va- diando.’ Nessa era de tecnologia ´ e f ´ acil desperdi ¸car nosso tempo e o de outros, enviando, por exemplo, e-mails n ˜ ao essenciais ou at ´ e mes- mo enganosos. ‘Tagarelar.’ A ta- garelice pode levar ` a cal ´ unia, que muitas vezes causa desaven ¸cas. (Pro. 26:20) Sabendo disso ou n ˜ ao, os caluniadores imitam a Satan ´ as, o Diabo. ‘Intrometer-se nos assun- tos dos outros.’ N ˜ ao temos o direi- to de dizer a outros como cuidar de seus assuntos pessoais. Todo esse comportamento ocioso e pertur- bador pode nos desviar da obra que Deus nos encarregou de reali- zar: a prega ¸c ˜ ao do Reino. Deixar de apoiar ativamente essa obra significa come ¸car a seguir a Sata- n ´ as. N ˜ ao h ´ a meio-termo. — Mat. 12:30. w11 15/7 2:14, 15 Quarta-feira, 13 de fevereiro Ele est ´ a dividido. — 1 Cor. 7:34. Como marido, um irm ˜ ao desco- bre que tem de usar parte do seu tempo e energia para cuidar da esposa e, desse modo, ganhar a aprova ¸c ˜ ao dela. O mesmo se apli- ca ` a esposa em rela ¸c ˜ ao ao marido. (1 Cor. 7:32-34) Na sua sabedoria, Jeov ´ a reconhece essa necessida- de. Ele sabe que, para terem um casamento bem-sucedido, muitas vezes o marido e a esposa preci- sam reduzir o tempo e energia que costumavam usar no Seu servi ¸co quando solteiros. Mas a li ¸c ˜ ao vai al ´ em disso. Se para cuidar um do outro o casal tem de redirecionar parte do tempo e energia antes usados no servi ¸co de Deus, n ˜ ao de- veriam fazer o mesmo com os re- cursos que costumavam usar em atividades sociais como solteiros? Que efeito teria sobre a esposa se o marido continuasse muito en- volvido nos esportes com os ami- gos? Ou como o marido se sen- tiria se a esposa continuasse se dedicando demais a passatempos com as amigas? O c ˆ onjuge prejudi- cado talvez logo se sentisse so- lit ´ ario, infeliz e n ˜ ao amado. Isso poder ´ a ser evitado se os casais fi- zerem todo o poss ´ ıvel para for- talecer seu v ´ ınculo como marido e esposa. — Ef ´ e. 5:31. w11 15/10 2:17, 18 Quinta-feira, 14 de fevereiro ‘Jeov ´ a n ˜ ao deixar ´ a a minha alma no Seol.’ — Sal. 16:10. Sim, o Messias seria ressusci- tado. Imagine a surpresa das mulheres que foram ao local do se- pultamento de Jesus. Elas se de- pararam com um anjo materia- lizado, que lhes disse: “Parai de ficar at ˆ onitas. V ´ os estais procu- rando Jesus, o nazareno, que foi pregado numa estaca. Ele foi le- vantado, n ˜ ao est ´ a aqui. Eis o lu- gar onde o deitaram.” (Mar. 16:6) O ap ´ ostolo Pedro declarou ` a mul- tid ˜ ao em Jerusal ´ em no Pentecos- tes de 33 EC: “[Davi] previu e falou a respeito da ressurrei ¸c ˜ ao do Cris- to, que ele nem foi abandonado no Hades, nem viu a sua carne a cor- rup ¸c ˜ ao.” (Atos 2:29-31) Deus n ˜ ao permitiu que o corpo de seu ama- do Filho entrasse em decomposi- ¸c ˜ ao. Al ´ em disso, Jesus foi ressusci- tado milagrosamente para a vida espiritual. — 1 Ped. 3:18. w11 15/8 2:19
  23. 23. Sexta-feira, 15 de fevereiro Quem come n ˜ ao menospreze ao que n ˜ ao come. — Rom. 14:3. Em assuntos como comida e re- crea ¸c ˜ ao, h ´ a espa ¸co para varieda- de e prefer ˆ encia pessoal. (Rom. 14:2-4) No entanto, entendemos tamb ´ em que levar em conta a va- riedade na recrea ¸c ˜ ao n ˜ ao ´ e uma licen ¸ca para entregar-se a exa- geros. Para ilustrar, veja o exem- plo da comida. Embora possamos gostar de comer uma variedade de alimentos, n ˜ ao comer ´ ıamos de prop ´ osito alimentos podres. Isso seria um contrassenso e poria em risco a nossa sa ´ ude. Da mesma forma, embora tenhamos como op ¸c ˜ ao v ´ arias formas de entrete- nimento sadio, n ˜ ao escolher ´ ıa- mos como lazer atividades arris- cadas, violentas ou moralmente podres. Empenhar-se nessas ati- vidades seria violar princ ´ ıpios b ´ ı- blicos e poria em risco a nossa sa ´ ude f ´ ısica e espiritual. Para ter certeza de que estamos dentro de limites razo ´ aveis, ´ e bom deci- dir com anteced ˆ encia se deter- minada recrea ¸c ˜ ao que nos atrai ´ e ben ´ efica ou n ˜ ao. — Ef ´ e. 5:10. w11 15/10 1:3, 4 S ´ abado, 16 de fevereiro O cora ¸c ˜ ao dos est ´ upidos est ´ a na casa de alegria. — Ecl. 7:4. O s ´ abio Rei Salom ˜ ao escreveu sobre a import ˆ ancia de ` as ve- zes renunciar a prazeres em fa- vor de uma vida com seriedade. (Ecl. 3:4; 7:2, 3) De fato, por cau- sa da brevidade da vida, precisa- mos ‘nos esfor ¸car vigorosamen- te’ para ganhar a salva ¸c ˜ ao. (Luc. 13:24) Para isso, temos de persis- tir em considerar as coisas de “s ´ e- ria preocupa ¸c ˜ ao”. (Fil. 4:8, 9) Isso significa dar boa aten ¸c ˜ ao a to- dos os aspectos da vida crist ˜ a. Por exemplo, imitando a Jeov ´ a e a Jesus, os crist ˜ aos levam a s ´ erio a sua responsabilidade de trabalhar diligentemente. (Jo ˜ ao 5:17) Por isso, muitas vezes s ˜ ao elogiados pela sua ´ etica de tra- balho e confiabilidade. Em espe- cial os chefes de fam ´ ılia se preo- cupam em trabalhar arduamente para sustentar a fam ´ ılia. Afinal, n ˜ ao prover esse sustento equiva- le a ‘renegar a Jeov ´ a’. — 1 Tim. 5:8, nota. w11 15/4 1:4, 5 Domingo, 17 de fevereiro A vereda dos justos ´ e como a luz clara que clareia mais e mais at ´ e o dia estar firmemente estabele- cido. — Pro. 4:18. As palavras do texto de hoje significam que a nossa conduta e o nosso entendimento dos prop ´ o- sitos de Deus melhoram com o passar do tempo. Depois da mor- te de Jesus muitos crist ˜ aos ju- deus achavam dif ´ ıcil abandonar a Lei mosaica. (Atos 21:20) Embo- ra Paulo habilmente ponderas- se que os crist ˜ aos n ˜ ao estavam mais sujeitos ` a Lei, alguns re- jeitaram sua argumenta ¸c ˜ ao ins- pirada. (Col. 2:13-15) Talvez achassem que, se continuassem a seguir pelo menos algumas par- tes da Lei, evitariam a persegui- ¸c ˜ ao. Seja como for, quando escre- veu aos crist ˜ aos hebreus, Paulo deixou claro que eles n ˜ ao podiam entrar no descanso de Deus en- quanto se recusassem a cooperar com o desenrolar do prop ´ osito di- vino. (Heb. 4:1, 2, 6, 11) Para ga- nhar a aprova ¸c ˜ ao de Jeov ´ a, eles teriam de aceitar o fato de que Deus estava conduzindo seu povo numa dire ¸c ˜ ao diferente. w11 15/7 4:7, 8
  24. 24. Segunda-feira, 18 de fevereiro Desde Jerusal ´ em e num circuito at ´ e Il ´ ırico, preguei cabalmente as boas novas a respeito do Cris- to. — Rom. 15:19. Todos precisam saber a respei- to de Jesus e ter f ´ e nele. No li- vro de Romanos, Paulo falou dessa necessidade. Quase no in ´ ı- cio, ele escreveu sobre “Deus, a quem presto servi ¸co sagrado com o meu esp ´ ırito, em conex ˜ ao com as boas novas a respeito de seu Fi- lho”. Ele acrescentou: “Eu n ˜ ao me envergonho das boas novas; s ˜ ao, de fato, o poder de Deus para a salva ¸c ˜ ao de todo aquele que tem f ´ e.” Mais adiante, ele se referiu ao tempo “em que Deus, por inter- m ´ edio de Cristo Jesus, [julgar ´ a] as coisas secretas da humanida- de, segundo as boas novas que eu declaro”. (Rom. 1:9, 16; 2:16) Por que, na sua opini ˜ ao, Paulo enfati- zou a pessoa de Jesus Cristo aos romanos? Todo crist ˜ ao em Roma se encontrava numa situa ¸c ˜ ao des- favor ´ avel que afeta tamb ´ em a to- dos n ´ os. Paulo expressou isso des- ta maneira: “Todos pecaram e n ˜ ao atingem a gl ´ oria de Deus.” (Rom. 3:23) Obviamente, todos a quem Paulo escreveu precisavam reco- nhecer que eram pecadores e que tinham de ter f ´ e nos meios provi- dos por Deus para sanar essa ne- cessidade. w11 15/6 1:5, 8 Ter ¸ca-feira, 19 de fevereiro N ˜ ao deves acompanhar a multi- d ˜ ao para maus objetivos. — ˆ Exo. 23:2. Numa viagem longa, o que voc ˆ e faria se n ˜ ao soubesse ao certo que caminho tomar? Poderia ser ten- tado a seguir outros viajantes, em especial se visse muitos deles to- marem o mesmo rumo. Isso se- ria arriscado. Afinal, aqueles via- jantes talvez n ˜ ao estivessem indo para o mesmo lugar que voc ˆ e, ou talvez tamb ´ em estivessem perdi- dos. Nesse respeito, veja um prin- c ´ ıpio b ´ asico numa das leis dadas ao Israel antigo. Os ju ´ ızes ou tes- temunhas que atuassem num jul- gamento eram alertados do perigo de “acompanhar a multid ˜ ao”. Sem d ´ uvida, ´ e muito f ´ acil humanos im- perfeitos cederem ` a press ˜ ao po- pular, pervertendo a justi ¸ca. Mas ser ´ a que o princ ´ ıpio de n ˜ ao acom- panhar a multid ˜ ao se aplica ape- nas a assuntos judiciais? N ˜ ao. Na verdade, a press ˜ ao de fazer o que os outros fazem pode nos afetar nas mais variadas situa ¸c ˜ oes. Ela pode surgir de repente e ser muito dif ´ ıcil de enfrentar. w11 15/7 1:3, 4 Quarta-feira, 20 de fevereiro A cabe ¸ca da mulher ´ e o homem. — 1 Cor. 11:3. Quais s ˜ ao os deveres do homem como cabe ¸ca da casa? Sobre um dos aspectos da chefia, as Escritu- ras dizem: “Se algu ´ em n ˜ ao fizer provis ˜ oes para os seus pr ´ oprios, e especialmente para os membros de sua fam ´ ılia, tem repudiado a f ´ e e ´ e pior do que algu ´ em sem f ´ e.” (1 Tim. 5:8) De fato, o homem deve prover o sustento de sua fam ´ ılia. Mas, para ajud ´ a-la a ficar espiri- tualmente desperta, ele tem de ser mais do que apenas o arrimo de fam ´ ılia. Ele precisa edificar es- piritualmente sua casa, ajudando todos no lar a fortalecer sua rela- ¸c ˜ ao com Deus. (Pro. 24:3, 4) Como ele pode fazer isso? Visto que “o marido ´ e cabe ¸ca de sua esposa, as- sim como tamb ´ em o Cristo ´ e cabe- ¸ca da congrega ¸c ˜ ao”, o marido deve conhecer e imitar a chefia exerci- da por Jesus sobre a congrega ¸c ˜ ao. (Ef ´ e. 5:23) Ele deve estudar o que Jesus disse e fez e ‘seguir de per- to os seus passos’. — 1 Ped. 2:21. w11 15/5 1:3, 4
  25. 25. Quinta-feira, 21 de fevereiro Tomo os levitas dentre os filhos de Israel em lugarde todosos pri- mog ˆ enitos. — N ´ um. 3:12. O que essa sele ¸c ˜ ao significou para os levitas? Em vez de re- ceberem uma heran ¸ca de terra, foi-lhes confiado um inestim ´ a- vel privil ´ egio de servi ¸co. A he- ran ¸ca deles consistia em serem “o sacerd ´ ocio de Jeov ´ a”. (Jos. 18:7) O contexto de N ´ umeros 18:20 mos- tra que isso n ˜ ao os deixou pobres em sentido material. (N ´ um. 18:19, 21, 24) Aos levitas cabia “por he- ran ¸ca cada d ´ ecima parte em Is- rael, em troca do seu servi ¸co”. Eles receberiam 10% da produ ¸c ˜ ao de Israel e do aumento no n ´ ume- ro de animais dom ´ esticos. Os le- vitas, por sua vez, contribuiriam uma d ´ ecima parte do que recebes- sem, o “melhor dela”, em apoio ao sacerd ´ ocio. (N ´ um. 18:25-29) Aos sacerdotes tamb ´ em se entregava “toda a contribui ¸c ˜ ao sagrada” que os filhos de Israel levavam a Deus no Seu local de adora ¸c ˜ ao. Portan- to, os membros do sacerd ´ ocio ti- nham bons motivos para crer que Jeov ´ a lhes proveria o necess ´ ario. w11 15/9 1:3, 4 Sexta-feira, 22 de fevereiro Jeov ´ a n ˜ ao abandonar ´ a seu povo. — 1 Sam. 12:22. Deus n ˜ ao falha em dar o apoio e o consolo que seu povo preci- sa nestes ´ ultimos dias cr ´ ıticos. Por mais de um s ´ eculo, milha- res de nossos irm ˜ aos no mundo todo t ˆ em sido perseguidos e pre- sos s ´ o por servir a Jeov ´ a. As suas experi ˆ encias mostram que, em tempos de prova ¸c ˜ ao, Jeov ´ a real- mente consola seus servos. Por exemplo, um de nossos irm ˜ aos na ex-Uni ˜ ao Sovi ´ etica foi condena- do a 23 anos de pris ˜ ao por causa de sua f ´ e. Ainda assim, encon- trou-se um modo de ele rece- ber alimento espiritual para que pudesse ser fortalecido e conso- lado. Ele disse: “No decorrer de todos aqueles anos, aprendi a confiar [em Jeov ´ a] e em sua for- ¸ca.” (1 Ped. 5:6, 7) N ˜ ao importa o que ainda tenhamos de enfren- tar, ´ e bom termos em mente as palavras consoladoras do salmis- ta: “Jeov ´ a n ˜ ao abandonar ´ a seu povo.” (Sal. 94:14) Embora cada um de n ´ os precise de consolo, n ´ os tamb ´ em temos o enorme privil ´ e- gio de consolar outros. w11 15/10 3:18-20 S ´ abado, 23 de fevereiro Certamente percebo que Deus n ˜ ao ´ e parcial, mas, em cada na- ¸c ˜ ao, o homem que o teme e quefaz ajusti ¸ca lhe ´ e aceit ´ avel. — Atos 10:34, 35. Imagine a sensa ¸c ˜ ao estranha que Pedro certamente sentiu ao entrar na casa de Corn ´ elio. Pode- ria um homem que antes tinha conceitos negativos sobre os gen- tios tornar-se “harmoniosamente conjuntado” com eles no “v ´ ınculo unificador da paz”? (Ef ´ e. 4:3, 16) Sim, pois apenas alguns dias an- tes, o esp ´ ırito de Deus havia aber- to o cora ¸c ˜ ao de Pedro, que po- dia ent ˜ ao come ¸car a ajustar sua atitude e vencer seu preconcei- to. Numa vis ˜ ao, Jeov ´ a lhe esclare- ceu que Seu conceito sobre pes- soas n ˜ ao ´ e determinado por ra ¸ca ou nacionalidade. (Atos 10:10-15) Pedro mudou, e ficou plenamente unido ` a “associa ¸c ˜ ao inteira dos ir- m ˜ aos”. (1 Ped. 2:17) A experi ˆ encia de Pedro nos ajuda a entender a not ´ avel transforma ¸c ˜ ao que ocorre hoje entre o povo de Deus. — Isa. 2:3, 4. w11 15/4 3:16, 17
  26. 26. Domingo, 24 de fevereiro Os escolhidos a obtiveram. — Rom. 11:7. No Pentecostes de 33 EC, quan- do come ¸cou a escolha dos que comporiam o celestial “reino de sacerdotes”, certo n ´ umero de ju- deus de retid ˜ ao aceitou o convite. ( ˆ Exo. 19:6) Totalizando alguns mi- lhares, esses eram “um restante” em compara ¸c ˜ ao com a inteira na- ¸c ˜ ao judaica. Mas como Jeov ´ a com- pletaria “o pleno n ´ umero” dos que se tornariam o descendente de Abra ˜ ao? (Rom. 11:5, 12, 25) Note a resposta do ap ´ ostolo Paulo: “N ˜ ao ´ e como se a palavra de Deus tives- se falhado. Porque nem todos os que procedem de Israel [literal] s ˜ ao realmente ‘Israel’. Tampouco por serem o descendente [descen- d ˆ encia] de Abra ˜ ao s ˜ ao todos eles filhos [parte do descendente de Abra ˜ ao] . . . Quer dizer, os filhos na carne n ˜ ao s ˜ ao realmente os fi- lhos de Deus, mas os filhos da pro- messa ´ e que s ˜ ao contados como o descendente.” (Rom. 9:6-8) Por- tanto, ser descendente natural de Abra ˜ ao n ˜ ao era um requisito r ´ ıgi- do para cumprir o prop ´ osito de Jeov ´ a com rela ¸c ˜ ao ao descenden- te. w11 15/5 4:11, 12 Segunda-feira, 25 de fevereiro [Tende] considera ¸c ˜ ao para com os que . . . presidem sobre v ´ os no Senhor. — 1 Tes. 5: 12. Imagine que voc ˆ e fosse mem- bro da congrega ¸c ˜ ao tessalonicen- se do primeiro s ´ eculo, uma das primeiras a ser formada na Eu- ropa. O ap ´ ostolo Paulo havia de- dicado bastante tempo edifican- do os irm ˜ aos locais. Talvez tenha designado anci ˜ aos para lideran ¸ca, como fez em outras congrega ¸c ˜ oes. (Atos 14:23) Mas, depois de forma- da a congrega ¸c ˜ ao, os judeus orga- nizaram uma turba para expulsar Paulo e Silas da cidade. Os cris- t ˜ aos que permaneceram ali talvez tenham se sentido desamparados ou at ´ e mesmo temerosos. Como era de esperar, depois de ter sa ´ ıdo de Tessal ˆ onica, Paulo continuou a se interessar por essa ainda jo- vem congrega ¸c ˜ ao. Ele tentou vol- tar, mas “Satan ´ as se interp ˆ os” no seu caminho. Assim, ele enviou Tim ´ oteo para encorajar a congre- ga ¸c ˜ ao. (1 Tes. 2:18; 3:2) Depois que Tim ´ oteo trouxe um bom relat ´ orio, Paulo decidiu escrever uma carta aos tessalonicenses. Entre outras coisas, ele os incentivou a ‘ter con- sidera ¸c ˜ ao pelos que os presidiam’. w11 15/6 4:1, 2 Ter ¸ca-feira, 26 de fevereiro Por esta benignidade imerecida ´ e que fostes salvos por interm ´ edio da f ´ e; e isto n ˜ ao se deve a v ´ os, ´ e d ´ adiva de Deus. — Ef ´ e. 2:8. Jeov ´ a Deus aceitou o sacrif ´ ı- cio de resgate oferecido pelo seu Filho. (Heb. 9:24; 10:10, 12) Ain- da assim, os disc ´ ıpulos de Jesus na Terra, incluindo seus ap ´ osto- los fi ´ eis, continuavam imperfei- tos. Embora se esfor ¸cassem em n ˜ ao fazer coisas erradas, nem sempre conseguiam isso. Por qu ˆ e? Por causa da heran ¸ca do pecado. (Rom. 7:18-20) Mas Deus podia fa- zer, e fez, algo a respeito. Ele acei- tou o “resgate correspondente” e, de bom grado, o aplicou em favor de seus servos humanos. (1 Tim. 2:6) A quest ˜ ao n ˜ ao era que Deus tivesse de aplicar o resgate em fa- vor dos ap ´ ostolos e outros como recompensa por terem praticado certas boas obras. Em vez disso, Deus aplicou o resgate em favor deles com base na sua miseric ´ or- dia e grande amor. Ele decidiu inocentar os ap ´ ostolos e outros da acusa ¸c ˜ ao contra eles, consideran- do-os absolvidos da culpa herda- da. w11 15/6 2:12, 13
  27. 27. Quarta-feira, 27 de fevereiro Resolve prontamente os assun- tos com aquele que se queixa de ti em ju ´ ızo. — Mat. 5:25. Se fomos ofendidos, o que deve- mos fazer para resolver o assun- to pacificamente? Mateus 18:15 diz: “Se o teu irm ˜ ao cometer um pecado, vai expor a falta dele entre ti e ele s ´ o. Se te escutar, ganhaste o teu irm ˜ ao.” Embora Mateus 18:15-17 se aplique a pe- cados graves, com base no princ ´ ı- pio declarado no vers ´ ıculo 15 de- ver ´ ıamos bondosamente procurar o ofensor, em particular, e ten- tar restabelecer a paz com ele. O ap ´ ostolo Paulo escreveu: “N ˜ ao se ponha o sol enquanto estais encolerizados, nem deis margem ao Diabo.” (Ef ´ e. 4:26, 27) Portan- to, empenhar-se pela paz exige resolver logo as dificuldades. Por qu ˆ e? Porque evita que as diver- g ˆ encias se agravem, assim como uma ferida n ˜ ao tratada inflama. N ˜ ao permitamos que o orgulho, a inveja ou o excessivo apego a coi- sas materiais nos impe ¸cam de re- solver prontamente os poss ´ ıveis desentendimentos. — Tia. 4:1-6. w11 15/8 4:6, 7 Quinta-feira, 28 de fevereiro Jeov ´ a far ´ a saber quem pertence a ele. — N ´ um.16:5. Cor ´ a despercebeu o fato que Jeov ´ a estava dirigindo a na ¸c ˜ ao de Israel e, assim, deixou de ser leal aos homens a quem Deus usa- va. Cor ´ a teria sido muito mais s ´ abio se esperasse em Jeov ´ a para obter um entendimento mais cla- ro, ou se aguardasse os ajustes, caso fossem realmente necess ´ a- rios. Assim, Cor ´ a acabou arruinan- do seus antecedentes de servi ¸co fiel por causa de suas a ¸c ˜ oes orgulho- sas. (N ´ um. 16:1-34) Esse relato con- t ´ em um s ´ erio alerta para os anci ˜ aos e outros nas congrega ¸c ˜ oes atuais. Esperar em Jeov ´ a e seguir as ins- tru ¸c ˜ oes dos que est ˜ ao designa- dos para tomar a dianteira requer humildade. Mostramos a mesma humildade e brandura de Mois ´ es? Reconhecemos a posi ¸c ˜ ao dos que tomam a dianteira entre n ´ os e aca- tamos as orienta ¸c ˜ oes que recebe- mos? Conseguimos olhar al ´ em de nossos sentimentos pessoais quan- do sofremos desapontamentos? Em caso afirmativo, n ´ os tamb ´ em sere- mos dignos de ser conhecidos por Jeov ´ a. A nossa humildade e sub- miss ˜ ao far ´ a com que ele se agrade de n ´ os. w11 15/9 5:12, 15, 16 Sexta-feira, 1.° de mar ¸co Vinde, e subamos ao monte de Jeov ´ a, ` a casa do Deus de Jac ´ o e ele nos instruir ´ a sobre os seus caminhos e n ´ os andaremos nas suas veredas. — Isa. 2:3. Voc ˆ e est ´ a convencido de que pode se beneficiar do que est ´ a es- crito na B ´ ıblia? Nela h ´ a exemplos de homens e mulheres fi ´ eis, cujo modo de vida e qualidades gosta- r ´ ıamos de imitar. (Heb. 11:32-34) Mas ´ e prov ´ avel que voc ˆ e tamb ´ em tenha notado exemplos de alerta — homens e mulheres cujas a ¸c ˜ oes e atitudes faremos bem em evi- tar. Realmente, algumas pessoas mencionadas na B ´ ıblia se desta- cam como bons exemplos de con- duta e tamb ´ em como alertas so- bre o que evitar. Pense em Davi, um humilde pastor e depois um poderoso rei. Ele ´ e um bom exem- plo de algu ´ em que amava a verda- de e confiava em Jeov ´ a. N ˜ ao obs- tante, Davi foi culpado de s ´ erios erros, como os relacionados com Bate-Seba, Urias e o imprudente censo. w11 15/12 1:1, 2
  28. 28. S ´ abado, 2 de mar ¸co O cetro n ˜ ao se afastar ´ a de Jud ´ a, nem o bast ˜ ao de comandante de entre os seus p ´ es, at ´ e que venha Sil ´ o. — G ˆ en. 49:10. Come ¸cando com o governo do Rei Davi, da tribo de Jud ´ a, o cetro (soberania r ´ egia) e o bast ˜ ao de co- mandante (poder para comandar) permaneceram nessa tribo. “Sil ´ o” significa “aquele de quem ´ e; aque- le a quem pertence”. A linhagem real de Jud ´ a terminaria em “Sil ´ o”, como Herdeiro real permanente, visto que Deus disse a Zedequias, o ´ ultimo rei de Jud ´ a, que o gover- no seria dado a quem tinha o direi- to legal. (Eze. 21:26, 27) Depois de Zedequias, Jesus foi o ´ unico des- cendente de Davi a quem se pro- meteu um reinado. Antes de Jesus nascer, o anjo Gabriel disse a Ma- ria: “Jeov ´ a Deus lhe dar ´ a o trono de Davi, seu pai, e ele reinar ´ a so- bre a casa de Jac ´ o para sempre, e n ˜ ao haver ´ a fim do seu reino.” (Luc. 1:32, 33) Sil ´ o com certeza ´ e Je- sus Cristo, que era descendente de Jud ´ a e de Davi. — Mat. 1:1-3, 6; Luc. 3:23, 31-34. w11 15/8 1:6 Domingo, 3 de mar ¸co Confia em Jeov ´ a de todo o teu co- ra ¸c ˜ ao e n ˜ ao te estribes na tua pr ´ opria compreens ˜ ao. — Pro. 3:5. Confiar em Jeov ´ a de cora ¸c ˜ ao pleno envolve fazer as coisas` a Sua maneira, segundo a Sua vontade. Nesse sentido, ´ e fun- damental sempre orar a Jeov ´ a e sinceramente pedir suas orienta- ¸c ˜ oes. Muitos, por ´ em, acham di- f ´ ıcil confiar de modo pleno em Jeov ´ a. Por exemplo, uma irm ˜ a chamada Lia admite: “Aprender a confiar plenamente em Jeov ´ a ´ e uma luta constante para mim.” Por qu ˆ e? “N ˜ ao tenho relaciona- mento com meu pai”, diz ela, “e minha m ˜ ae n ˜ ao se importava com as minhas emo ¸c ˜ oes ou outras ne- cessidades. Assim, logo aprendi a cuidar de mim mesma”. A manei- ra como foi criada tornou dif ´ ıcil para Lia confiar plenamente em algu ´ em. Habilidades pessoais e sucesso tamb ´ em podem levar ` a autoconfian ¸ca. Por confiar na sua experi ˆ encia, um anci ˜ ao talvez co- mece a cuidar de assuntos con- gregacionais sem primeiro orar a Deus. w11 15/11 1:3 Segunda-feira, 4 de mar ¸co N ˜ ao levo a minha alma em conta como estimada por mim, desde que eu possa terminar a minha [corrida]. — Atos 20:24. Paulo estava disposto a sacrifi- car qualquer coisa, incluindo a sua vida, a fim de completar a corrida crist ˜ a. Para ele, todo o seu esfor ¸co e trabalho ´ arduo com re- la ¸c ˜ ao ` as boas novas de nada vale- riam se ele de algum modo n ˜ ao terminasse a corrida. Mas Paulo n ˜ ao era autoconfiante, achando que sem falta a ganharia. (Fil. 3:12, 13) Apenas perto do fim de sua vida ele disse com cer- ta confian ¸ca: “Tenho travado a luta excelente, tenho corrido at ´ e o fim da [corrida], tenho observa- do a f ´ e.” (2 Tim. 4:7) Al ´ em disso, Paulo tinha grande interesse em ver seus irm ˜ aos crist ˜ aos termi- narem a corrida sem desistir no meio do percurso. Por exemplo, ele exortou os crist ˜ aos em Filipos a se manter “firmemente agarra- dos ` a palavra da vida”. Paulo con- tinuou: “Para que eu tenha causa para exulta ¸c ˜ ao no dia de Cris- to, de que n ˜ ao corri em v ˜ ao nem trabalhei arduamente em v ˜ ao.” — Fil. 2:16. w11 15/9 4:14, 15
  29. 29. Ter ¸ca-feira, 5 de mar ¸co Conhe ¸co as minhas ovelhas e as minhas ovelhas conhecem a mim. — Jo ˜ ao 10:14. N ˜ ao h ´ a nada sobre as ovelhas que nosso Modelo n ˜ ao saiba. (1 Ped. 2:21) E as ovelhas conhe- cem bem o pastor e confiam na sua lideran ¸ca. Para imitar a che- fia de Cristo, o marido deve apren- der a pensar em si mesmo como pastor e nas pessoas aos seus cui- dados como ovelhas. Precisa es- for ¸car-se em conhecer bem a sua fam ´ ılia. Pode o marido realmente ter esse conhecimento? Sim, se ti- ver boa comunica ¸c ˜ ao com todos os membros da fam ´ ılia, prestar aten- ¸c ˜ ao ` as suas preocupa ¸c ˜ oes, tomar a iniciativa nas atividades familia- res e tomar boas decis ˜ oes quanto` a adora ¸c ˜ ao em fam ´ ılia, frequ ˆ encia` as reuni ˜ oes, servi ¸co de campo e recrea ¸c ˜ ao. Quando o marido cris- t ˜ ao toma a dianteira com bom co- nhecimento da Palavra de Deus e daqueles que est ˜ ao aos seus cui- dados, ´ e mais prov ´ avel que te- nha a confian ¸ca dos familiares na sua chefia e a satisfa ¸c ˜ ao de v ˆ e-los sempre unidos na adora ¸c ˜ ao verda- deira. w11 15/5 1:4-6 Quarta-feira, 6 de mar ¸co Todos pecaram e n ˜ ao atingem a gl ´ oria de Deus. — Rom. 3:23. Antes de algu ´ em desenvolver o tipo de f ´ e que salva a vida, ele tem de reconhecer que ´ e peca- dor. A ideia de ser pecador talvez seja comum entre os que desde pequenos foram ensinados a crer em Deus e que conhecem um pou- co a B ´ ıblia. (Ecl. 7:20) Contudo, h ´ a pa ´ ıses em que a pessoa me- diana n ˜ ao aprende desde crian- ¸ca que ela nasceu pecadora, ou que herdou o pecado. ´ E verdade que ela provavelmente reconhe ¸ca que comete erros, que tem certos tra ¸cos de personalidade indese- j ´ aveis e que j ´ a fez algumas coisas ruins. E ela v ˆ e que outros se en- contram numa situa ¸c ˜ ao parecida. No entanto, dada sua forma ¸c ˜ ao, a pessoa realmente n ˜ ao enten- de por que ela e outros s ˜ ao as- sim. De fato, em alguns idiomas, se voc ˆ e disser que algu ´ em ´ e pe- cador, outros possivelmente en- tender ˜ ao que voc ˆ e quer dizer que ele ´ e um criminoso, ou, no m ´ ıni- mo, algu ´ em que violou algumas regras. ´ E ´ obvio que uma pessoa criada nesse tipo de cultura talvez n ˜ ao se julgue de imediato uma pe- cadora no sentido que Paulo tinha em mente. w11 15/6 1:10, 11 Quinta-feira, 7 de mar ¸co Guarda o que te foi confiado. — 1 Tim. 6:20. Jeov ´ a sempre encarou com se- riedade a adora ¸c ˜ ao verdadeira. Como exemplo, sob a Lei mosaica, os israelitas sofriam graves conse- qu ˆ encias quando se desviavam da adora ¸c ˜ ao de Jeov ´ a. (Jos. 23:12, 13) No primeiro s ´ eculo EC, os segui- dores de Cristo tinham de lutar com vigor para manter a adora ¸c ˜ ao verdadeira livre de atitudes e en- sinos corruptos. (2 Jo ˜ ao 7-11; Rev. 2:14-16) Os crist ˜ aos atuais conti- nuam a levar a s ´ erio a sua adora- ¸c ˜ ao. Seriedade n ˜ ao significa que nunca podemos nos descontrair ou nos divertir com outras pes- soas. Jesus deu o exemplo per- feito, tirando tempo n ˜ ao apenas para ensinar, mas tamb ´ em para se descontrair e desenvolver re- la ¸c ˜ oes significativas com outros. (Luc. 5:27-29; Jo ˜ ao 12:1, 2) Tam- b ´ em n ˜ ao significa sempre estam- par no rosto um ar de severidade. Se Jesus fosse um homem r ´ ıgido, s ´ erio demais, as pessoas com cer- teza n ˜ ao se sentiriam atra ´ ıdas a ele. w11 15/4 1:6, 9
  30. 30. Sexta-feira, 8 de mar ¸co N ˜ ao vos priveis um ao outro disso. — 1 Cor. 7:5. O casamento n ˜ ao oferece prote- ¸c ˜ ao autom ´ atica contra a impureza sexual. Os casados s ˜ ao protegidos contra a imoralidade s ´ o se per- manecem dentro dos limites refe- rentes ao sexo, estabelecidos para eles pelo Originador do casamen- to. (1 Cor. 7:2-4) As rela ¸c ˜ oes se- xuais s ˜ ao um privil ´ egio exclusivo da esposa com seu marido; assim como o marido tem o mesmo pri- vil ´ egio unicamente com sua espo- sa. Espera-se que cada um d ˆ e ao outro o que lhe ´ e “devido”, ou seja, as rela ¸c ˜ oes sexuais que uma pes- soa casada tem o direito de usu- fruir. Mas alguns c ˆ onjuges passam muito tempo longe um do outro — por tirar f ´ erias em separado ou por causa do servi ¸co secular, deixando assim de dar um ao ou- tro o que lhe ´ e “devido”. Imagine que trag ´ edia seria se a “falta de comedimento” levasse a pessoa a ceder ` a press ˜ ao sat ˆ anica e a co- meter adult ´ erio. Jeov ´ a aben ¸coa os chefes de fam ´ ılia que providen- ciam o sustento sem colocar seu casamento em risco. — Sal. 37:25. w11 15/10 2:19, 20 S ´ abado, 9 de mar ¸co ‘O levita n ˜ ao tem quinh ˜ ao nem heran ¸ca contigo.’ — Deut. 14:29. Talvez se pergunte: ‘Se os le- vitas n ˜ ao receberam uma desig- na ¸c ˜ ao de terra, onde moravam?’ Deus proveu para eles. Deu-lhes 48 cidades junto com seus pastios ao redor. Entre essas, as seis ci- dades de ref ´ ugio. (N ´ um. 35:6-8) Assim, os levitas tinham onde morar quando n ˜ ao estavam a ser- vi ¸co no santu ´ ario de Deus. Jeov ´ a fez fartas provis ˜ oes para os que se colocaram a Seu servi ¸co. A Lei n ˜ ao previa nenhuma penalidade para o israelita que n ˜ ao pagasse o d ´ ızimo. Quando o povo negligen- ciava o pagamento, os sacerdo- tes e levitas sofriam os efeitos. Isso aconteceu nos dias de Nee- mias. Como resultado, os levi- tas tiveram de trabalhar nos campos, em detrimento de seu minist ´ erio. (Nee. 13:10) Eviden- temente, o sustento da tribo lev ´ ı- tica dependia da espiritualidade do pa ´ ıs. Al ´ em disso, os pr ´ oprios sacerdotes e levitas tinham de ter f ´ e em Jeov ´ a e nos seus meios de lhes prover o necess ´ ario. w11 15/9 1:5-7 Domingo, 10 de mar ¸co Todos os que andarem ordeira- mente segundo esta regra de conduta, sobre estes haja paz e miseric ´ ordia, sim, sobre o Israel de Deus. — G ´ al. 6:16. O prop ´ osito de Jeov ´ a para “o Is- rael de Deus” est ´ a se cumprindo maravilhosamente. Como disse Paulo, “todo o Israel ser ´ a sal- vo”. (Rom. 11:26) No tempo mar- cado por Jeov ´ a, “todo o Israel”, isto ´ e, o total de israelitas espiri- tuais, servir ´ a como reis e sacerdo- tes no c ´ eu. Nada pode frustrar o prop ´ osito de Jeov ´ a! Como pre- dito, o descendente de Abra ˜ ao — Jesus Cristo e os 144 mil — aben ¸coar ´ a “pessoas das na ¸c ˜ oes”. (Rom. 11:12; G ˆ en. 22:18) Desse modo, todos os dopovo de Deus se beneficiam dessa provis ˜ ao. Real- mente, ´ e imposs ´ ıvel n ˜ ao ficar pasmados com a ‘profundidade das riquezas, da sabedoria e do conhecimento de Deus’ quando pensamos no desenrolar do pro- p ´ osito eterno de Jeov ´ a. — Rom. 11:33. w11 15/5 4:19, 20
  31. 31. Segunda-feira, 11 de mar ¸co Firmem-se os meus passos nos teus trilhos em que certamente n ˜ ao se far ˜ ao vacilar as minhas pisadas. — Sal. 17:5. Se tivermos humildade e dispo- si ¸c ˜ ao de depender de Jeov ´ a, ele nos dar ´ a seu esp ´ ırito santo como guia seguro para os nossos passos. Como essa for ¸ca ativa nos ajuda- r ´ a? Jesus explicou a seus disc ´ ıpu- los: “O ajudador, o esp ´ ırito santo, que o Pai enviar ´ a em meu nome, esse vos ensinar ´ a todas as coisas e vos far ´ a lembrar todas as coisas que eu vos disse.” (Jo ˜ ao 14:26) Se estudarmos regularmente a Pala- vra de Deus com devo ¸c ˜ ao, incluin- do todas as declara ¸c ˜ oes de Cristo, o esp ´ ırito santo aumentar ´ a nossa compreens ˜ ao da profunda sabe- doria de Jeov ´ a, parapodermos nos ajustar bem de perto ` a sua vonta- de. (1 Cor. 2:10) Al ´ em disso, em qualquer desvio inesperado na es- trada que conduz ` a vida eterna, o esp ´ ırito nos mostrar ´ a o caminho a seguir. Ele nos far ´ a recordar prin- c ´ ıpios b ´ ıblicos que j ´ a conhecemos e nos ajudar ´ a a saber como eles se aplicam ao darmos o pr ´ oximo pas- so. w11 15/12 2:8, 9 Ter ¸ca-feira, 12 de mar ¸co A sabedoria est ´ a com os modestos. — Pro. 11:2. Antes de escolher um proceder, devemos nos perguntar: ‘Cabe a mim tomar essa decis ˜ ao?’ Os pais podem dar aos filhos a oportu- nidade de tomar certas decis ˜ oes, mas os filhos n ˜ ao devem simples- mente se investir dessa autorida- de. (Col. 3:20) Esposas e m ˜ aes t ˆ em certa autoridade na fam ´ ılia, mas far ˜ ao bem em reconhecer a chefia do marido. (Pro. 1:8; 31:10-18; Ef ´ e. 5:23) Os maridos tamb ´ em preci- sam reconhecer que sua autorida- de ´ e limitada e que est ˜ ao sujeitos a Cristo. (1 Cor. 11:3) Anci ˜ aos to- mam decis ˜ oes que afetam a con- grega ¸c ˜ ao. Mas eles cuidam para ‘n ˜ ao ir al ´ em das coisas escritas’ na Palavra de Deus. (1 Cor. 4:6) E se- guem estritamente as orienta ¸c ˜ oes do escravo fiel. (Mat. 24:45-47) Po- demos poupar a n ´ os mesmos e a outros de muita ansiedade e afli- ¸c ˜ ao se modestamente tomarmos decis ˜ oes apenas se estivermos au- torizados para fazer isso. w11 15/4 2:10, 11 Quarta-feira, 13 de mar ¸co Todo aquele que invocar o nome de Jeov ´ a ser ´ a salvo. — Rom. 10:13. A primeira vez que voc ˆ e viu o nome de Jeov ´ a talvez tenha sido quando lhe mostraram esse nome no Salmo 83:18. Possivelmente, ficou surpreso ao ler estas pala- vras: “Para que as pessoas sai- bam que tu, cujo nome ´ e Jeov ´ a, somente tu ´ es o Alt ´ ıssimo sobre toda a terra.” Desde ent ˜ ao, voc ˆ e sem d ´ uvida usa esse mesmo tex- to para ajudar outros a conhe- cer o nosso amoroso Deus, Jeov ´ a.´ E importante que as pessoas co- nhe ¸cam o nome de Jeov ´ a, mas esse conhecimento em si n ˜ ao bas- ta. Note como o salmista destaca outra verdade essencial para a nossa salva ¸c ˜ ao: “Somente tu ´ es o Alt ´ ıssimo sobre toda a terra.” Sim, Jeov ´ a ´ e a Pessoa mais im- portante doUniverso. Como Cria- dor de tudo, ele tem o direito de esperar submiss ˜ ao plena de todas as suas criaturas. (Rev. 4:11) Cada um de n ´ os tem, portanto, boas ra- z ˜ oes para se perguntar: ‘Quem ´ e a pessoa mais importante na mi- nha vida?’ ´ E vital analisar com cuidado a nossa resposta a essa pergunta. w11 15/5 3:1, 2
  32. 32. Quinta-feira, 14 de mar ¸co Houve um forte acesso de ira. — Atos 15:39. Na congrega ¸c ˜ ao, a brandura e a longanimidade trabalham jun- tas pela paz. Esses dois aspectos do fruto do esp ´ ırito nos ajudam a ser gentis, a permanecer cal- mos sob provoca ¸c ˜ ao e a n ˜ ao reta- liar quando outros falam ou agem com rudeza. Quando surge um de- sentendimento com um crist ˜ ao, a longanimidade, ou paci ˆ encia, nos ajudar ´ a a n ˜ ao desistir da pessoa, mas fazer tudo ao nosso alcan- ce para sanar o problema. (Col. 3:12, 13) S ˜ ao realmente necess ´ a- rias a brandura e a longanimidade na congrega ¸c ˜ ao? Sim, pois todos n ´ os somos imperfeitos. Veja o que aconteceu com Paulo e Barnab ´ e. Eles serviram lado a lado durante anos. Ambos tinham qualidades elogi ´ aveis. Ainda assim, em cer- ta ocasi ˜ ao houve entre eles “um forte acesso de ira, de modo que se separaram um do outro”. (Atos 15:36-39) Isso destaca que, mesmo entre devotados servos de Deus,` as vezes surgir ˜ ao desentendimen- tos. w11 15/4 4:4, 5 Sexta-feira, 15 de mar ¸co Algumas [pessoas] j ´ a se desvi- aram para seguir a Satan ´ as. — 1 Tim. 5:15. Acatar os conselhos da B ´ ıblia evita que sejamos “desviados para seguir a Satan ´ as”. Veja alguns dos s ´ abios conselhos de Paulo. ‘Tenha bastante para fazer na obra do Se- nhor.’ (1 Cor. 15:58) Manter-nos ocupados nas atividades do Reino nos protege dos perigos da ocio- sidade e dos empenhos que des- perdi ¸cam tempo. (Mat. 6:33) ‘Fale o que ´ e bom para a edifica ¸c ˜ ao.’ (Ef ´ e. 4:29) Esteja decidido a n ˜ ao ouvir tagarelice maldosa e a n ˜ ao divulg ´ a-la. Cultive confian ¸ca e respeito em rela ¸c ˜ ao aos irm ˜ aos. Assim estaremos propensos a di- zer coisas que edificam, n ˜ ao que derrubam. ‘Tome por alvo cuidar de seus pr ´ oprios neg ´ ocios’, ou as- suntos. (1 Tes. 4:11) Interesse-se pelos outros, mas sempre respei- tando a privacidade deles e sem lhes roubar a dignidade. Lembre- se, tamb ´ em, de que n ˜ ao devemos impor a outros os nossos concei- tos em assuntos que eles precisam decidir por si mesmos. — G ´ al. 6:5. w11 15/7 2:14, 16 S ´ abado, 16 de mar ¸co Por interm ´ edio de um s ´ o homem entrou o pecado no mundo, e a morte por interm ´ edio do pecado. — Rom. 5:12. Como descendentes de Ad ˜ ao, todos n ´ os estamos sujeitos ` a lei do pecado e da morte. A nossa carne pecaminosa constantemente nos incita a fazer coisas que desagra- dam a Deus, o que resulta apenas na morte. Na sua carta aos g ´ a- latas, Paulo chamou esses atos e caracter ´ ısticas de “obras da car- ne”. E acrescentou: “Os que pra- ticam tais coisas n ˜ ao herdar ˜ ao o reino de Deus.” (G ´ al. 5:19-21) Pes- soas desse tipo s ˜ ao como aquelas que andam de acordo com a carne. (Rom. 8:4) O seu “interior prin- c ´ ıpio de a ¸c ˜ ao” e “padr ˜ ao para a vida” s ˜ ao totalmente carnais. Mas ser ´ a que os que cometem forni- ca ¸c ˜ ao, praticam idolatria, se en- volvem no espiritismo ou em ou- tros pecados graves s ˜ ao os ´ unicos que andam de acordo com a car- ne? N ˜ ao, porque as obras da carne incluem o que alguns talvez con- siderem simples falhas de perso- nalidade, como ci ´ ume, acessos de ira, brigas e inveja. Pode algu ´ em dizer que j ´ a se libertou totalmen- te de andar de acordo com a car- ne? w11 15/11 2:9, 10
  33. 33. Domingo, 17 de mar ¸co Corramos com perseveran ¸ca a carreira que se nos apresenta. — Heb. 12:1. Paulo mencionou aspectos de competi ¸c ˜ oes atl ´ eticas ou corri- das. Ele n ˜ ao s ´ o destacou o moti- vo para entrar na corrida, mas tamb ´ em o que ´ e preciso fazer para vencer. Os crist ˜ aos do pri- meiro s ´ eculo, em especial os que viviam em Jerusal ´ em e na Judeia, enfrentavam muitas prova ¸c ˜ oes e dificuldades. Eles sofriam gran- de press ˜ ao dos l ´ ıderes religio- sos judaicos, que ainda exerciam forte influ ˆ encia sobre o povo. Anteriormente, esses l ´ ıderes ha- viam conseguido condenar Jesus Cristo como sedicioso e mat ´ a-lo como criminoso. E n ˜ ao preten- diam parar sua oposi ¸c ˜ ao. No livro de Atos, lemos sucessivos relatos de suas amea ¸cas e ataques con- tra os crist ˜ aos, que come ¸caram quase imediatamente depois dos eventos milagrosos do Pentecos- tes de 33 EC. Isso com certeza di- ficultava a vida dos fi ´ eis. — Atos 4:1-3; 5:17, 18; 6:8-12; 7:59; 8:1, 3. w11 15/9 3:5, 6 Segunda-feira, 18 de mar ¸co Esa ´ u foi correndo ao encontro dele, e come ¸cou a abra ¸c ´ a-lo e a lan ¸car-se ao pesco ¸co dele, e a beij ´ a-lo. — G ˆ en. 33:4. Jac ´ o j ´ a havia feito a coisa mais importante que poderia ter fei- to para abrandar o cora ¸c ˜ ao de seu irm ˜ ao — orar a Jeov ´ a para que o livrasse das m ˜ aos de Esa ´ u. Jeov ´ a atendeu a ora ¸c ˜ ao? Sim. (G ˆ en. 32:11-20; 33:1-3) O relato de Jac ´ o e Esa ´ u mostra que deve- mos tomar medidas s ´ erias e pr ´ a- ticas para resolver problemas que ameacem a paz na congrega ¸c ˜ ao crist ˜ a. Jac ´ o procurou fazer as pa- zes com Esa ´ u, mas n ˜ ao porque ti- vesse prejudicado seu irm ˜ ao e lhe devesse um pedido de desculpas. N ˜ ao, Esa ´ u havia desprezado sua primogenitura e a vendeu a Jac ´ o por um prato de lentilhas. (G ˆ en. 25:31-34; Heb. 12:16) No entanto, o modo como Jac ´ o se aproximou de Esa ´ u ilustra o quanto devemos nos empenhar para preservar a paz com os irm ˜ aos crist ˜ aos. Mos- tra tamb ´ em que, quando oramos pela paz e nos empenhamos por ela, o Deus verdadeiro aben ¸coa os nossos esfor ¸cos. w11 15/8 3:2, 3 Ter ¸ca-feira, 19 de mar ¸co O julgamento resultou de uma s ´ o falha em condena ¸c ˜ ao, mas o dom resultou de muitas falhas numa declara ¸c ˜ ao de justi ¸ca. — Rom. 5:16. Que grandiosa d ´ adiva do Alt ´ ıs- simo ´ e o perd ˜ ao, tanto do pecado que a pessoa herdou como dos er- ros que ela cometeu! Os ap ´ ostolos e outros que recebessem essa d ´ a- diva amorosa (ser declarados jus- tos) teriam de continuar a adorar o Deus verdadeiro com f ´ e. Com que recompensa futura? “Aque- les que recebem a abund ˆ ancia da benignidade imerecida e da d ´ adi- va gratuita dajusti ¸ca reinar ˜ ao em vida por interm ´ edio de um s ´ o, Je- sus Cristo.” Essa d ´ adiva resulta em vida. (Rom. 5:17; Luc. 22:28- 30) Os que recebem essa d ´ adiva, ser declarados justos, tornam-se filhos espirituais de Deus. Como co-herdeiros de Cristo, eles t ˆ em a perspectiva de ser ressuscitados para o c ´ eu como genu ´ ınos filhos espirituais para ‘reinar’ com Je- sus Cristo. — Rom. 8:15-17, 23. w11 15/6 2:14, 15
  34. 34. Quarta-feira, 20 de mar ¸co [Tende] considera ¸c ˜ ao para com os que trabalham arduamente entre v ´ os e que presidem sobre v ´ os no Senhor, e que vos admoes- tam. — 1 Tes. 5:12. Para presidir bem o rebanho, os anci ˜ aos consideram entre si como atender ` as necessidades da congrega ¸c ˜ ao. Talvez fosse mais pr ´ atico se um s ´ o anci ˜ ao tomasse todas as decis ˜ oes. No entanto, se- guindo o exemplo do corpo go- vernante do primeiro s ´ eculo, os atuais corpos de anci ˜ aos anali- sam extensivamente os assuntos, buscando orienta ¸c ˜ ao das Escritu- ras. O seu objetivo ´ e aplicar prin- c ´ ıpios b ´ ıblicos ` as necessidades da congrega ¸c ˜ ao. Isso ´ e muito efi- caz quando todos os participan- tes se preparam para a reuni ˜ ao de anci ˜ aos, considerando as Escritu- ras e as orienta ¸c ˜ oes da classe do escravo fiel e discreto. Natural- mente, isso toma tempo. Em caso de diferen ¸ca de opini ˜ ao, como ocorreu quando o corpo gover- nante do primeiro s ´ eculo consi- derou o assunto da circuncis ˜ ao, talvez sejam necess ´ arios mais tempo e pesquisa para se chegar a um consenso com base nas Es- crituras. — Atos 15:2, 6, 7, 12-14, 28. w11 15/6 4:11, 13 Quinta-feira, 21 de mar ¸co Saiu . . . fogo de diante de Jeov ´ a e os consumiu. — Lev 10:2. Hoje, Jeov ´ a n ˜ ao executa de imediato os que violam as suas leis. Amorosamente, ele lhes d ´ a uma chance de se arrependerem de suas obras m ´ as. Mas como Jeov ´ a se sentiria se os pais de um transgressor n ˜ ao arrependido e desassociado persistissem em se associar desnecessariamente com ele? N ˜ ao seria isso p ˆ or Jeov ´ a` a prova? Muitos desassociados, agora readmitidos, reconhecem abertamente que a posi ¸c ˜ ao firme adotada por seus amigos e fami- liares os ajudou a cair em si. Cer- ta jovem que havia limpado a sua vida disse que ‘o apego fiel de seu irm ˜ ao ` as orienta ¸c ˜ oes das Escritu- ras’ a ajudou a desejar voltar. Que conclus ˜ ao devemos tirar? Que ´ e preciso lutar contra a tend ˆ encia de nosso cora ¸c ˜ ao imperfeito de se rebelar contra os conselhos b ´ ıbli- cos. Temos de ter absoluta certe- za de que o modo de Deus lidar com os nossos problemas ´ e sem- pre o melhor. w11 15/7 4:16-19 Sexta-feira, 22 de mar ¸co Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unig ˆ enito, a fim de que todo aquele que nele exer- cer f ´ e n ˜ ao seja destru ´ ıdo, mas te- nha vida eterna. — Jo ˜ ao 3:16. Aceitar o amor de Deus e exer- cer f ´ e no sacrif ´ ıcio resgatador de Jesus Cristo pode nos liber- tar da condena ¸c ˜ ao resultante do pecado herdado. Portanto, tal- vez estejamos inclinados a excla- mar, como Paulo: “Gra ¸cas a Deus, por interm ´ edio de Jesus Cristo, nosso Senhor!” (Rom. 7:25) Em- bora exercer f ´ e no resgate possa nos libertar da lei do pecado e da morte, ainda somos imperfeitos e pecaminosos. H ´ a mais coisas en- volvidas em obter boa sa ´ ude espi- ritual e ter o favor e as b ˆ en ¸c ˜ aos de Deus. Sim, quanta alegria nos d ´ a o fato de que Jeov ´ a tornou poss ´ ı- vel vencermos a lei do pecado e da morte! w11 15/11 2:11, 12 Leitura da B ´ ıblia para a Comemora ¸c ˜ ao: (Eventos durante o dia: 9 de nis ˜ a) Lucas 19:29-44

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