SlideShare uma empresa Scribd logo

CIRURGIAS NEFROLÓGICAS

Hoje em dia, em urologia como em outras especialidades cirúrgicas, a cirurgia incisional está sendo substituída pela endoscópica. O acesso ao rim contendo cálculos está sendo conseguido com o uso de endoscópios rígidos e flexíveis passados através de tubos que chegam ao rim por meio de uma pequena incisão de acesso. Esses avanços no tratamento cirúrgico de cálculos renais surgiram com o progresso obtido nas técnicas de imageamento do trato urinário por raio-x e melhorias significativas no uso de endoscópios rígidos e nos endoscópios flexíveis de fibras ópticas. Quando o acesso ao rim é conseguido através da colocação de um pequeno tubo ou bainha, os cálculos renais podem ser removidos de diversas formas. Podem ser retirados por inteiro, com o uso de grandes pinças, ou então quebrados em pequenos fragmentos por eletrohidráulica, laser ou ultrassom. A cirurgia percutânea de cálculos, que substitui quase que totalmente a cirurgia aberta, pode ser conseguida com um mínimo de hospitalização de 24 a 36 horas, resultando numa incisão do tamanho da ponta de um polegar. A recuperação dá-se em dois a três dias e o procedimento oferece amais alta taxa de eliminação total de cálculos de todos os procedimentos minimamente invasivos para a remoção de grandes cálculos renais.. A cirurgia percutânea de cálculos não é para todos os pacientes com cálculos renais. É considerada o procedimento recomendado para cálculos maiores que 2 cm., os de composição dura demais para serem fragmentados por choques de onda e os localizados no rim de maneira que os impeça de passar pelo uréter e serem fragmentados por outras. formas cirúrgicas. Os urologistas adotam uma abordagem de equipe para a cirurgia percutânea de cálculos. Com o auxílio de um radiologista intervencionista, um tubo percutâneo é colocado no rim, permitindo o acesso direto ao órgão. Isso permite a drenagem do rim que pode estar inchado devido ao bloqueio causado pelo cálculo. Após colocação do tubo, o urologista usa esse trato para introduzir seus endoscópios rígidos e flexíveis e identificar o cálculo. Após identificação da pedra, existem várias opções tanto para extrair quanto para fragmentar o cálculo. Ao final, os tubos são removidos e o paciente pode então se recuperar na certeza de estar livre de cálculos renais.

1 de 34
Baixar para ler offline
 
ALINE  DUARTE  PEREIRA  LOPES RA: 22.694 ANDREA  P. QUINTANILHA  RA:28.817 EDINEIDE  MIRANDA  SIQUEIRA RA: 23.469 ELIANE  N.  BRITTO  RA:28.975 JULIANA  P.  GOMES  RA:29.313 MARLI  RODRIGUES  DE  MATOS  RA: 22.851 PATRICIA  L´HOSTE  KATZINSKI  RA: 22.876 RENATA  SOARES  RA:29.063 VALDOMIRO  F. OLIVEIRA  RA:28.962 VANIZETE  FEREIRA  RA:29133 WAGNER  TEOTONIO  DE  OLIVEIRA  RA: 22.795
É A ESPECIALIDADE MÉDICA QUE SE OCUPA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CLÍNICO DAS DOENÇAS DO SISTEMA URINÁRIO.
 
[object Object],CÁLCULO RENAL MEDINDO 1CM
Cirurgia aberta (tradicional) Litotripsia extracorpórea (LECO) Abertura  da parede abdominal ou lombar Aplicação de ondas de choque geradas em meio líquido e transmitidas para dentro do organismo sem invadi-lo.

Recomendados

Assistencia pre e pos operatoria sistema urinario e sistema reprodutor masculino
Assistencia pre e pos operatoria sistema urinario e sistema reprodutor masculinoAssistencia pre e pos operatoria sistema urinario e sistema reprodutor masculino
Assistencia pre e pos operatoria sistema urinario e sistema reprodutor masculinoZilda Romualdo
 
Principais Cirurgias
Principais CirurgiasPrincipais Cirurgias
Principais CirurgiasZeca Ribeiro
 
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5
Período Intra Operatório e Tempos Cirúrgicos AULA 5Aline Bandeira
 
Hemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritonealHemodiálise e diálise peritoneal
Hemodiálise e diálise peritonealSonara Pereira
 
CIRÚRGICA II - pós operatorio.pptx
CIRÚRGICA II - pós operatorio.pptxCIRÚRGICA II - pós operatorio.pptx
CIRÚRGICA II - pós operatorio.pptxEvelineMachado3
 
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4
Períodos Perioperatórios: Pré Operatório AULA 4Aline Bandeira
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Apostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgicoApostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgicoWilmar Ribeiro
 
Sondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinalSondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinalRodrigo Abreu
 
Administração segura do sangue
Administração segura do sangueAdministração segura do sangue
Administração segura do sangueProqualis
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentosJanaína Lassala
 
Transplante renal final
Transplante renal finalTransplante renal final
Transplante renal finalCláudia Sofia
 
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...Lucas Fontes
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Will Nunes
 
Aula do centro cirurgico
Aula do centro cirurgicoAula do centro cirurgico
Aula do centro cirurgicoZeca Ribeiro
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)ivanaferraz
 
Central de Material e esterelização
 Central de Material e esterelização Central de Material e esterelização
Central de Material e esterelizaçãoGilson Betta Sevilha
 
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na HemoterapiaProcessos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na HemoterapiaOdeirOdeirSilva
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosEduardo Bernardino
 
Hemotransfusão
Hemotransfusão Hemotransfusão
Hemotransfusão resenfe2013
 

Mais procurados (20)

Complicações em Terapia Intravenosa
Complicações em Terapia IntravenosaComplicações em Terapia Intravenosa
Complicações em Terapia Intravenosa
 
Apostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgicoApostila centro cirurgico
Apostila centro cirurgico
 
Sondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinalSondagem gastrointestinal
Sondagem gastrointestinal
 
Administração segura do sangue
Administração segura do sangueAdministração segura do sangue
Administração segura do sangue
 
Administração de medicamentos
Administração de medicamentosAdministração de medicamentos
Administração de medicamentos
 
Transplante renal final
Transplante renal finalTransplante renal final
Transplante renal final
 
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
Montagem, circulação e desmontagem de uma sala de operação (SO) - No Caminho ...
 
Tempos cirurgicos
Tempos cirurgicosTempos cirurgicos
Tempos cirurgicos
 
Cirurgias gástricas
Cirurgias gástricasCirurgias gástricas
Cirurgias gástricas
 
Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)Clínica Médica II (parte 1)
Clínica Médica II (parte 1)
 
Terminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicasTerminologias cirurgicas
Terminologias cirurgicas
 
Aula do centro cirurgico
Aula do centro cirurgicoAula do centro cirurgico
Aula do centro cirurgico
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 
Central de Material e esterelização
 Central de Material e esterelização Central de Material e esterelização
Central de Material e esterelização
 
História da Cirurgia
História da CirurgiaHistória da Cirurgia
História da Cirurgia
 
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na HemoterapiaProcessos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
 
Aula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicosAula tempos cirurgicos
Aula tempos cirurgicos
 
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatoriosCuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
Cuidados de Enfermagem pre e pos operatorios
 
Hemotransfusão
Hemotransfusão Hemotransfusão
Hemotransfusão
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
 

Destaque

Nefrectomía parcial Laparoscópica
Nefrectomía parcial LaparoscópicaNefrectomía parcial Laparoscópica
Nefrectomía parcial LaparoscópicaUrovideo.org
 
Função renal após nefrectomia
Função renal após nefrectomiaFunção renal após nefrectomia
Função renal após nefrectomiaUrovideo.org
 
NEFRECTOMIA PARCIAL
NEFRECTOMIA PARCIALNEFRECTOMIA PARCIAL
NEFRECTOMIA PARCIALUrovideo.org
 
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICANEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICAUrovideo.org
 
Nefrectomia tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)
Nefrectomia  tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)Nefrectomia  tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)
Nefrectomia tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)Carlos Alberto
 

Destaque (6)

Nefrectomía parcial Laparoscópica
Nefrectomía parcial LaparoscópicaNefrectomía parcial Laparoscópica
Nefrectomía parcial Laparoscópica
 
Função renal após nefrectomia
Função renal após nefrectomiaFunção renal após nefrectomia
Função renal após nefrectomia
 
NEFRECTOMIA PARCIAL
NEFRECTOMIA PARCIALNEFRECTOMIA PARCIAL
NEFRECTOMIA PARCIAL
 
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICANEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
NEFRECTOMIA RADICAL LAPAROSCÓPICA
 
Nefrectomia (2)
Nefrectomia (2)Nefrectomia (2)
Nefrectomia (2)
 
Nefrectomia tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)
Nefrectomia  tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)Nefrectomia  tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)
Nefrectomia tecnica quirurgica (abierta y laparoscopica)
 

Semelhante a CIRURGIAS NEFROLÓGICAS

Cirurgias nefrológicas.pdf
Cirurgias nefrológicas.pdfCirurgias nefrológicas.pdf
Cirurgias nefrológicas.pdfEvelineMachado3
 
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - Sobral
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - SobralTransplante renal - Liga de Nefrologia UFC - Sobral
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - SobralRenan Miranda Cavalcante
 
Apresentação sessao magna
Apresentação sessao magnaApresentação sessao magna
Apresentação sessao magnajaninemagalhaes
 
Derramepleural 100508113220-phpapp02
Derramepleural 100508113220-phpapp02Derramepleural 100508113220-phpapp02
Derramepleural 100508113220-phpapp02EdEr Mariano
 
Transplantes Renais parte 1
Transplantes Renais parte 1Transplantes Renais parte 1
Transplantes Renais parte 1Ladocriativo
 
Sessão clinica 16 julho
Sessão clinica   16 julhoSessão clinica   16 julho
Sessão clinica 16 julhojaninemagalhaes
 
Caso clínico leishmaniose visceral
Caso clínico leishmaniose visceralCaso clínico leishmaniose visceral
Caso clínico leishmaniose visceralProfessor Robson
 
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008Urovideo.org
 
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008Urovideo.org
 
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de Caso
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de CasoLAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de Caso
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de CasoEnfº Ícaro Araújo
 
Transplante renal
Transplante renalTransplante renal
Transplante renalMarcos Dias
 
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISDOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISUrovideo.org
 

Semelhante a CIRURGIAS NEFROLÓGICAS (20)

nefrectomia.pdf
nefrectomia.pdfnefrectomia.pdf
nefrectomia.pdf
 
Cirurgias nefrológicas.pdf
Cirurgias nefrológicas.pdfCirurgias nefrológicas.pdf
Cirurgias nefrológicas.pdf
 
Derrame pleural
Derrame pleuralDerrame pleural
Derrame pleural
 
Derrame pleural
Derrame pleuralDerrame pleural
Derrame pleural
 
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - Sobral
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - SobralTransplante renal - Liga de Nefrologia UFC - Sobral
Transplante renal - Liga de Nefrologia UFC - Sobral
 
Hidrocefalia
HidrocefaliaHidrocefalia
Hidrocefalia
 
Apresentação sessao magna
Apresentação sessao magnaApresentação sessao magna
Apresentação sessao magna
 
Derramepleural 100508113220-phpapp02
Derramepleural 100508113220-phpapp02Derramepleural 100508113220-phpapp02
Derramepleural 100508113220-phpapp02
 
Transplantes Renais parte 1
Transplantes Renais parte 1Transplantes Renais parte 1
Transplantes Renais parte 1
 
Derrames Pleurais
Derrames PleuraisDerrames Pleurais
Derrames Pleurais
 
Sessão clinica 16 julho
Sessão clinica   16 julhoSessão clinica   16 julho
Sessão clinica 16 julho
 
Hipertensão secundária
Hipertensão secundáriaHipertensão secundária
Hipertensão secundária
 
Caso clínico leishmaniose visceral
Caso clínico leishmaniose visceralCaso clínico leishmaniose visceral
Caso clínico leishmaniose visceral
 
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008
ANESTESIA PARA VIDEO-LAPAROSCOPIAEM UROLOGIA - 2008
 
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008
Anestesia para Video-Laparoscopia em Urologia - 2008
 
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de Caso
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de CasoLAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de Caso
LAPAROTOMIA - Enfermagem Cirúrgica - Estudo de Caso
 
Transplante renal
Transplante renalTransplante renal
Transplante renal
 
Sessão de artigo
Sessão de artigoSessão de artigo
Sessão de artigo
 
Ulcera de perna covilha nov 2010
Ulcera de perna covilha nov 2010Ulcera de perna covilha nov 2010
Ulcera de perna covilha nov 2010
 
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEISDOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
 

Mais de WAGNER OLIVEIRA

Mulher do século xx vs mulher do século xxi
Mulher do século xx vs mulher do século xxiMulher do século xx vs mulher do século xxi
Mulher do século xx vs mulher do século xxiWAGNER OLIVEIRA
 
Hospitalização infantil
Hospitalização infantilHospitalização infantil
Hospitalização infantilWAGNER OLIVEIRA
 
Acidentes mais comuns na infância
Acidentes mais comuns na infânciaAcidentes mais comuns na infância
Acidentes mais comuns na infânciaWAGNER OLIVEIRA
 
Meningite, encefalite e autismo (2)
Meningite, encefalite e autismo (2)Meningite, encefalite e autismo (2)
Meningite, encefalite e autismo (2)WAGNER OLIVEIRA
 
Principais exames na infância ...
Principais exames na infância ...Principais exames na infância ...
Principais exames na infância ...WAGNER OLIVEIRA
 
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)WAGNER OLIVEIRA
 
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALOApresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALOWAGNER OLIVEIRA
 

Mais de WAGNER OLIVEIRA (13)

INFERTILIDADE FEMININA
INFERTILIDADE FEMININAINFERTILIDADE FEMININA
INFERTILIDADE FEMININA
 
Fenilcetonúria
FenilcetonúriaFenilcetonúria
Fenilcetonúria
 
Planejamento familiar
Planejamento familiarPlanejamento familiar
Planejamento familiar
 
Mulher do século xx vs mulher do século xxi
Mulher do século xx vs mulher do século xxiMulher do século xx vs mulher do século xxi
Mulher do século xx vs mulher do século xxi
 
Hospitalização infantil
Hospitalização infantilHospitalização infantil
Hospitalização infantil
 
Adolescencia
AdolescenciaAdolescencia
Adolescencia
 
Acidentes mais comuns na infância
Acidentes mais comuns na infânciaAcidentes mais comuns na infância
Acidentes mais comuns na infância
 
Meningite, encefalite e autismo (2)
Meningite, encefalite e autismo (2)Meningite, encefalite e autismo (2)
Meningite, encefalite e autismo (2)
 
Principais exames na infância ...
Principais exames na infância ...Principais exames na infância ...
Principais exames na infância ...
 
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)
DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GESTAÇÃO (DHEG)
 
O morrer nas religiões
O morrer nas religiõesO morrer nas religiões
O morrer nas religiões
 
Plasmodium
PlasmodiumPlasmodium
Plasmodium
 
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALOApresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
Apresentação Sífilis 2010 TURMA ENFERMAGEM 5º SEMESTRE UNIÍTALO
 

Último

Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...azulassessoriaacadem3
 
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de Resende
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de ResendeJornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de Resende
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de ResendeIsabelPereira2010
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;azulassessoriaacadem3
 
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...azulassessoriaacadem3
 
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...leitev350
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...excellenceeducaciona
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...apoioacademicoead
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...azulassessoriaacadem3
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...azulassessoriaacadem3
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...assessoriaff01
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...azulassessoriaacadem3
 
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...azulassessoriaacadem3
 
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxCRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxJean Carlos Nunes Paixão
 
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...azulassessoriaacadem3
 
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...apoioacademicoead
 

Último (20)

Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
Depois de refletir sobre essas etapas, o planejamento será registrado por mei...
 
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de Resende
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de ResendeJornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de Resende
Jornal DeClara n.º 73 fevereiro 2024, Clara de Resende
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptxSlides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
Slides Lição 9, BETEL, Família, primeiro ministério e maior patrimônio.pptx
 
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
2 – A data de implantação de cada tendência pedagógica no Brasil;
 
Namorar não és ser don .
Namorar não és ser don                  .Namorar não és ser don                  .
Namorar não és ser don .
 
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...
Tendo em vista estes aspectos, a proposta dessa atividade é a elaboração de u...
 
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...
No âmbito do Direito, a interpretação das normas é essencial para sua aplicaç...
 
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
2. Como o entrevistado descreve a gestão e execução dos principais processos ...
 
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
3. Como você (aluno) relaciona as informações coletadas na entrevista com o c...
 
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...Considere a imagem abaixo:  Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
Considere a imagem abaixo: Fonte: ROSA, Tomás Amado. No âmbito do Direito, a...
 
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
Desenvolva um texto dissertativo sobre como a experiência de Deus pode ser re...
 
Atividade sobre o anacronismo na HIstoria
Atividade sobre o anacronismo na HIstoriaAtividade sobre o anacronismo na HIstoria
Atividade sobre o anacronismo na HIstoria
 
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
MAPA - CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL II - 51/2024 (ENGENHARIA DE PRODUÇÃO) 2...
 
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
2. É possível a denúncia do Estado agressor junto ao Tribunal Penal Internaci...
 
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
A partir desse panorama, suponha, então, que você foi contratado(a) pela Natu...
 
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docxCRUZADINA  E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
CRUZADINA E CAÇA-PALAVRAS SOBRE PATRIMONIO HISTÓRICO.docx
 
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...
QUESTÃO 3 Considerando as especificações, o nível de experiência, assim como ...
 
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...
Com base nas informações apresentadas, responda: a. Qual o Índice de Massa Co...
 
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO _
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO         _SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO         _
SANTO AMARO NO LAR VALE FORMOSO _
 

CIRURGIAS NEFROLÓGICAS

  • 1.  
  • 2. ALINE DUARTE PEREIRA LOPES RA: 22.694 ANDREA P. QUINTANILHA RA:28.817 EDINEIDE MIRANDA SIQUEIRA RA: 23.469 ELIANE N. BRITTO RA:28.975 JULIANA P. GOMES RA:29.313 MARLI RODRIGUES DE MATOS RA: 22.851 PATRICIA L´HOSTE KATZINSKI RA: 22.876 RENATA SOARES RA:29.063 VALDOMIRO F. OLIVEIRA RA:28.962 VANIZETE FEREIRA RA:29133 WAGNER TEOTONIO DE OLIVEIRA RA: 22.795
  • 3. É A ESPECIALIDADE MÉDICA QUE SE OCUPA DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO CLÍNICO DAS DOENÇAS DO SISTEMA URINÁRIO.
  • 4.  
  • 5.
  • 6. Cirurgia aberta (tradicional) Litotripsia extracorpórea (LECO) Abertura da parede abdominal ou lombar Aplicação de ondas de choque geradas em meio líquido e transmitidas para dentro do organismo sem invadi-lo.
  • 7. Ureterolitotripsia transureteroscópica Nefrolitotomia percutânea ( Nefrolitotripsia) Utilizada na retirada de cálculos em ureter Caminho direto ao rim
  • 8. Cirurgia percutânea para retirada de cálculo renal Nefroscópio
  • 10.  
  • 11.  
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15. ULTRASSONOGRAFIA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA BIOPSIA RENAL RX RENAL
  • 16.
  • 17. O transplante renal é uma das opções de tratamento para o renal crônico e é considerada a mais completa alternativa de substituição da função renal.
  • 18. * Melhor qualidade de vida * Independência da máquina de diálise. * Não limitação hídrica e alimentar. *Não ocorrência de complicações ligadas a IRC
  • 19. * Sucesso do Tx renal não pode ser previsto com absoluta segurança * Risco operatório * Possíveis complicações *Principalmente através do tratamento imunossupressor * Perda do órgão por rejeição
  • 20. * Pressão arterial alta, grave e incontrolável (hipertensão) * Infecções * Diabetes melito * Anormalidades congênitas dos rins * Doenças que causam insuficiência renal, tais como doença auto-imune. Os rins para transplantes são obtidos de doadores com morte cerebral, ou de familiares ou amigos do receptor que ainda estejam vivos. O transplante de rim pode ser recomendado para pacientes com insuficiência renal causada por:
  • 21. Enquanto o paciente está sob anestesia geral, é feita uma incisão no quadrante inferior direito do abdome. O rim do doador é transplantado para a pélvis inferior direita do receptor.
  • 22. O novo rim é suturado no lugar. Os vasos do novo rim são ligados aos vasos que vão para a perna direita (os vasos ilíacos), e o ureter é suturado na bexiga.
  • 23. Na maioria dos casos, os rins do receptor são deixados no lugar, e o rim transplantado realiza todas as funções que ambos os rins realizam em pessoas sadias. Os receptores de rins transplantados devem tomar medicamentos imunodepressores por toda a vida, a fim de prevenir rejeição do sistema imune ao órgão transplantado.
  • 24.
  • 25. *EXAMES SERICOS *EXAME DE URINA *RADIOGRAFIA *ULTRASSONOGRAFIA *ECOGRAFIA ABDOMINAL
  • 26.  
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32. *UTILIZAR ANALGESICOS PARA ALÍVIO DA DOR; * Aplicar calor úmido e massagem nas áreas com dores muscular e desconforto *Imobilizar a incisão com as mãos durante o movimento ou exercício de respiração profunda e tosse *Assistir e incentivar a deambulação precoce
  • 33.  
  • 34.