7ª aula desenvolvimento mediunico - coem

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7ª aula desenvolvimento mediunico - coem

  1. 1. DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO C O E M – 7ª AULA TEÓRICA
  2. 2. I. ORIENTAÇÃO GERAL DO DESENVOLVIMENTO DA MEDIUNIDADE. • 1. Noções Gerais - Têm-se procurado processos para a formação de médiuns, como se tem buscado diagnóstico para a mediunidade. • É importante, porém, que procuremos a orientação nitidamente espírita, esclarecedora e segura, a fim de que a educação da mediunidade se efetue normal e equilibradamente e, ainda, de que o médium se desenvolva e se eduque com conhecimento de causa, para evitar os percalços e os desenganos.
  3. 3. • 2. Indícios de mediunidade - A pessoa que se apresenta como candidata a médium deve, antes de tudo, verificar se possui a faculdade, através de indícios que poderão ser caracterizados como sintomas de mediunidade. • Todavia, é importante saber que estes sinais não são uniformes, mas se apresentam de múltiplas maneiras e, apenas por eles não se pode diagnosticar a existência da faculdade, com certeza absoluta. • Não se pode, só pelos sinais, afirmar "a priori" que alguém possui este ou aquele tipo de faculdade. Só a experimentação perseverante, sensata e desprovida de condicionamentos, poderá confirmar ou não o desabrochamento de uma faculdade.
  4. 4. • Muito importante é que, no caso de suspeita de mediunidade, o candidato a médium recorra a meios seguros, em locais que lhe inspirem segurança e certeza da real prática mediúnica espírita, pois uma faculdade em vias de desenvolvimento requer boa orientação. • Quando mal orientada, torna-se canal de perturbação.
  5. 5. • 3. Dificuldades do principiante - "O desejo natural de todo aspirante a médium é o de poder confabular com o Espírito das pessoas que lhe são caras; deve, porém, moderar a sua impaciência, porquanto a comunicação com determinado Espírito apresenta muitas vezes dificuldades materiais que a tornam impossível ao principiante. "Trata-se de obstáculos resultantes da própria organização mediúnica em desabrochamento e das condições espirituais da entidade. Daí o não aconselhamento da evocação ostensiva de certos Espíritos, deixando aos Orientadores Espirituais o auxílio ao desenvolvimento da faculdade do médium. • Lembremos que a manifestação dos Espíritos atende a condições gerais e específicas. Assim, "para que um Espírito possa comunicar-se é preciso que haja entre ele e o médium relações fluídicas, que nem sempre se estabelecem instantaneamente. Só à medida que a faculdade se desenvolve é que o médium adquire, pouco a pouco, a aptidão necessária para pôr-se em comunicação com o Espírito que se apresente. • Pode dar-se, pois, que aquele com quem o médium deseja comunicar-se não esteja em condições propícias a fazê-lo, embora se ache presente, como também pode acontecer que não tenha possibilidade nem permissão para acudir ao chamado que lhe é dirigido.“ AK - LM
  6. 6. • 4. Condições para o desenvolvimento correto – As condições mais importantes que devem ser observadas no desenvolvimento e educação de uma faculdade mediúnica são "a calma e o recolhimento, juntos ao desejo ardente e à firme vontade de conseguir-se o intuito. • Por vontade, não entendemos aqui uma vontade efêmera, que age com intermitências e que outras preocupações interrompem a cada momento; mas, uma vontade séria, perseverante, contínua, sem impaciência, sem febricitação, sem pressa. • A solidão, o silêncio e o afastamento de tudo o que possa ser causa de distração favorecem o recolhimento (concentração)". • O exercício com regularidade, assíduo e sério é fundamental no desenvolvimento mediúnico. • Como pré-requisito essencial, para o desenvolvimento, diz-nos Kardec: "no médium aprendiz, a fé não é condição rigorosa. Sem dúvida" - prossegue - "secunda-lhe os esforços, mas não é indispensável; a pureza de intenção, o desejo e a boa vontade bastam. Têm-se visto pessoas inteiramente incrédulas ficarem espantadas de escrever a seu mau grado, enquanto que crentes sinceros não o conseguem, o que prova que esta faculdade se prende a uma disposição orgânica."
  7. 7. • Por outro lado, o desenvolvimento mediúnico dentro de um grupo organizado para tal fim apresenta uma série de condições favoráveis. • "Os que se reúnem com um intento comum formam um todo coletivo, cuja força e sensibilidade se encontram acrescidas por uma espécie de influência magnética", que satura o ambiente de fluidos propícios e, "entre os Espíritos atraídos por esse concurso de vontades, estarão, provavelmente, alguns que descobrirão nos assistentes o instrumento que lhes convenha". AK - LM • Além da atividade mediúnica, em si, o trabalho no grupo espírita leva-nos a "viver em circunstâncias e agrupamentos humanos que nos permitirão o exercício da humildade legítima, entrosando-nos em trabalhos de equipe com esquecimento de nós mesmos. Evitemos as sessões espíritas nos lares. • “A organização espiritual não se improvisa." • O ambiente do Centro Espírita está em permanente ação e é formado como um posto de socorro diverso, sob a orientação e desempenho dos bons Espíritos.
  8. 8. • 5. Necessidade de estudo - Para que o futuro médium se desenvolva consciente e adequadamente, é fundamental que se empenhe no conhecimento através do estudo. Mesmo com a faculdade desenvolvida, jamais poderá "crer-se dispensado de qualquer instrução mais, porquanto apenas terá vencido uma resistência material”. • Do ponto a que chegou é que começam as verdadeiras dificuldades, só que ele mais do que nunca precisa dos conselhos da prudência e da experiência, se não quiser cair nas mil armadilhas que lhe vão ser preparadas. Se pretender muito cedo voar com suas próprias asas, não tardará em ser vítima de Espíritos mentirosos, que não se descuidarão de lhe explorar a presunção."
  9. 9. • 6. Presença de Espíritos inferiores - "O escolho com que topa a maioria dos médiuns principiantes é o de terem de haver-se com Espíritos inferiores (ver a Escala Espírita em "O Livro dos Espíritos") e devem dar-se por felizes quando não são Espíritos levianos. • Toda a atenção precisam pôr, em que tais Espíritos não assumam predomínio, porquanto, em acontecendo isso, nem sempre lhes será fácil desembaraçar-se deles. • É ponto esse de tal modo capital, sobretudo em começo, que, não sendo tomadas as precauções necessárias, podem perder- se os frutos das mais belas faculdades."
  10. 10. • 7. Momentos oportunos para a manifestação - "Uma vez desenvolvida e educada a faculdade, é essencial que o médium não abuse dela.. . Deve lembrar- se de que ela lhe foi dada para o bem e não, para a satisfação de vã curiosidade. Convém, portanto, que só se utilize dela nas ocasiões oportunas e não, a todo momento. Não lhe estando os Espíritos ao dispor a toda hora, corre o risco de ser enganado por mistificadores. • Bom é que, para evitar esse mal, adote o sistema de só trabalhar em dias e horas determinados, porque assim se entregará ao trabalho em condições de maior recolhimento e os Espíritos que o queiram auxiliar, estando prevenidos, se disporão a prestar esse auxílio."
  11. 11. II. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO ESPÍRITA-CRISTÃO • 1. Iniciação - Sob o ponto de vista espírita, a mediunidade é uma iniciação religiosa das mais sérias; é um mandato que nos é outorgado pela Espiritualidade superior, a fim de ser fielmente desempenhado. • Dessa forma o aspirante à mediunidade, à luz da Doutrina Espírita, deve partir da conscientização de seus ensinamentos e esforçar-se desde o início de sua formação e informação mediúnica, por ser um ESPÍRITA-CRISTÃO.
  12. 12. 2. Trabalhos complementares • 2.1 Evangelho no Lar - "É a renovação do clima espiritual do lar sob as luzes do Evangelho Redivivo, porque o lar é a usina maior das energias de que somos carentes para o nosso trânsito terreno e é onde compensamos nossas vibrações psíquicas em reajustamento... . Evangeliza os Espíritos, nossos desafetos, que se jungem conosco em todas as atividades cotidianas."
  13. 13. • 2.2 Trabalho assistencial - "Rompimento com o egoísmo, compelindo-nos a interessar-nos pelo próximo, auxiliando-o nos seus lances expiatórios, probatórios ou missionários, até o limite de nossa capacidade de servir" (grupo de costura, socorro fluídico pelo passe, visita aos enfermos, amparo aos órfãos, cooperação com as obras de assistência, conforto moral aos desesperados, etc.).
  14. 14. • 2.3 Reforma íntima - "Revisão e reconstrução dos hábitos, permutando os vícios por virtudes legitimamente cristãs, que são as únicas que sobreviverão eternamente e que nos abrirão as portas de planos mais elevados que os atuais." • Dentro destes critérios de desenvolvimento da mediunidade, mesmo que nenhuma faculdade venha a desabrochar, tenhamos a certeza de que nos estaremos desenvolvendo espiritualmente e capacitando-nos para a verdadeira mediunidade com Jesus - a Mediunidade do Bem.
  15. 15. Irradiação
  16. 16. Irradiação – Base do Fenômeno • Vivemos todos nós, os encarnados e os desencarnados, em um meio comum formado de Fluido Cósmico ou Universal. Nos encontramos mergulhados nessa “substancia primitiva” que absorvemos inconscientemente, por varias portas, destacando-se no perispírito os centros de força vital, também chamados de “chakras”, esta é uma expressão oriental.
  17. 17. Centro Coronário • Liga os planos espiritual e material; supõe-se que se relacione materialmente com a epífise.
  18. 18. Centro Cerebral • É o responsável pelo funcionamento dos centros superiores da inteligência e do sistema nervoso central; relaciona-se materialmente com os lobos frontais do cérebro, segundo André Luiz.
  19. 19. Centro Laríngeo • É o responsável pela respiração e pelos órgãos da fonação.
  20. 20. Centro Cardíaco • É responsável pelo funcionamento do coração e do aparelho circulatório.
  21. 21. Centro Gástrico • Responsável pelo funcionamento do aparelho digestivo, relacionado com o plexo solar.
  22. 22. Centro Esplênico • Responsável pelo funcionamento do Baço, pela formação e reposição das defesas orgânicas através do sangue, relaciona-se materialmente com o plexo mesentérico e baço.
  23. 23. Centro Genésico ou Básico • Responsável pelo funcionamento dos órgãos de reprodução e das emoções daí advindas; relaciona-se materialmente com os plexos sacro e hipogástrico.
  24. 24. Irradiação • O Fluido Universal, ao ser absorvido por um destes centros de força, chakras ou plexos, é metabolizado em fluido vital e canalizado para todo o organismo, com maior ou menor intensidade, de acordo com o estado emocional da criatura, irradiando-se posteriormente em seu derredor, formando o que poderíamos chamar de atmosfera fluídica. • É fácil compreender que pela qualidade de nossa atmosfera fluídica, pela sua tonalidade e extensão, pelo seu brilho e sensação que causa, seremos facilmente identificáveis. • No processo de irradiação, transmitimos aos outros, pelo mecanismo da nossa vontade, a carga de força vital de que dispomos para doar. Bibliografia: André Luiz – Evolução em dois mundos, cap. II
  25. 25. • BIBLIOGRAFIA: Allan Kardec - "O Livro dos Médiuns" - 2ª.parte - Cap. XVII - itens 208,209,211,217 e 218 André Luiz – Evolução em dois mundos, Cap. II Emmanuel – Fonte Viva, Cap. 150.

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