2014 03 04 gestão careconsulting

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2014 03 04 gestão careconsulting

  1. 1. Enfermagem Obstétrica Gerenciamento de Unidade de Enfermagem Materno Infantil
  2. 2. Planejamento Planejamento, SWOT, BSC
  3. 3.  “Muitos têm idéias e são criativos. Alguns fazem das idéias sonhos, e são persistentes. Raros são os que transformaram os sonhos em realidade, e são estes que movem o mundo.”
  4. 4. MODELO DE GESTÃO Passado Transição Visão Alvo OBJETIVOS BARREIRAS Presente Futuro Concepção Atual do Negócio CLIENTES PRODUTOS MACROPROCESSOS PONTOS FORTES E DE MELHORIA
  5. 5. O propósito da organização  O propósito é um conjunto consistente de elementos intrínsecos que motivam e condicionam construção do futuro de uma entidade:  impulso motivador vontade criadora alicerces e fundamentos direcionamento
  6. 6. Elementos do propósito  Visão  Missão  Abrangência  Posicionamento estratégico  Princípios  Valores
  7. 7. Conceito de ‘visão’  “Visão” não é : um sonho uma utopia uma fantasia uma quimera
  8. 8. Conceito de ‘visão’ “É um modelo mental claro e ‘luminoso’ de um estado ou situação altamente desejável!!! de uma realidade futura – possível descrito de forma simples, objetiva partilhada por todos os dirigentes e colaboradores da empresa ou entidade”
  9. 9. A importância da visão compartilhada  explicita o que a instituição quer ser  unifica as expectativas  dá um sentido de direção  facilita a comunicação  ajuda o envolvimento  favorece o comprometimento  dá energia às equipes de trabalho  inspira as grandes diretrizes da entidade  baliza as estratégias e demais ações
  10. 10. DEFINIÇÃO DE MISSÃO, VISÃO E VALORES VISÃO 1 MISSÃO RAZÃO DE SER DA SUA EXISTÊNCIA QUEBRA OS PARADIGMAS ATUAIS PROJETA O PRESENTE VISÃO 2 SITUAÇÃO ATUAL
  11. 11. Formulação da Estratégia O que queremos ser (sonho) O que somos hoje/ Porque/Para que Existimos Convicções claras e fundamentais VVIISSÃÃOO MMIISSSSÃÃOO VALORES DIRETRIZES ESTRATÉGICAS
  12. 12. A MISSÃO DA EMPRESA  CONCEITO: Missão é o papel desempenhado pela empresa em seu negócio. É a razão de ser da empresa. “Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz, ela se define pela sua missão, somente uma definição clara de missão é a razão de existir da organização e torna possíveis, claras e realistas os objetivos da empresa”.
  13. 13. A MISSÃO DA EMPRESA  qual é a necessidade básica que a organização pretende suprir?  que diferença faz ela existir ou não?  para que serve?  para que existe?  qual é a sua ‘razão de ser’?  qual a motivação básica que inspirou seus fundadores?
  14. 14. Empresa Missão BR- Petrobrás Distribuidora S.A. “Comercialização, distribuição e industrialização de derivados de petróleo, energéticos, outros produtos e serviços correlatos nos mercados nacional e internacional, objetivando a satisafação do cliente, promovendo o desenvolvimento tecnológico, a garantia da qualidade e segurança, com rentabilidade e competitividade, contribuindo para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sócio-econômico do país.” Copel – Companhia Paranaense de Energia “Promover o desenvolvimento sócio-econômico e tecnológico do Estado do Paraná, pela atuação na área de energia e em áreas vinculadas.” Randon “Oferecer soluções para transporte através do desenvolvimento, produção, assistência e comercialização de bens e serviços, visando à satisafação de clientes, acionistas, colaboradores e comunidade.”
  15. 15. Empresa Missão Motorauto “Comercializar, com excelência, produtos e serviços para atender às necessidades de transporte, respeitando e satisfazendo clientes, funcionários e fornecedores, assegurando resultados que permitam a expansão e o aprimoramento das atividades.” MCDonald’s explicou assim sua “McMissão”: “Servir alimentos de qualidade, com rapidez e simpatia, num ambiente limpo e agradável.” É a seguinte Missão orientada do Sistema TELEBRÁS: “Propiciar à sociedade serviços de telecomunicações adequados ao seu desenvolvimento político e econômico e ao bem-estar social.”
  16. 16. Empresa Missão LOCALIZA NACIONAL “Oferecer soluções em transporte, através do aluguel de carros, buscando a excelência.” BESC- BANCO DO ESTADO DE SANTA CATARINA “Ajudar o crescimento de organizações e pessoas, através do apoio financeiro e da prestação de serviço, com eficácia e lucratividade, harmonizando os interesses de clientes, acionistas e empregados e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da sociedade catarinense.” A Fundação Roberto Marinho divulgou em 1981, nos principais veículos de comunicação, o seguinte: “A Fundação Roberto Marinho tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento social através de ações educacionais, culturais e de apoio a atividades comunitárias, conduzidas através de criação de modelos ou de programas sistêmicos de caráter permanente.”
  17. 17. O SLOGAN  Da missão, a empresa tira o slogan, que vende a imagem da mesma, seus produtos e serviços. O slogan deve retratar a postura da empresa e/ ou da campanha publicitária, para gerar credibilidade.  A seguir apresentamos alguns produtos, indústrias e suas referências de comunicação, muitas delas proporcionando efetivo impulso de compra, e outras deficientes até para fixação da marca do produto e/ ou identificação da empresa produtora. Tais slogans, na maioria das vezes, conseguem introjetar sua marca após intensa campanha de marketing e com utilização maciça dos veículos de comunicação.
  18. 18. Negócio (autor anônimo)  Não me ofereça coisas.  Não me ofereça roupas. Ofereça-me uma aparência rica e atraente.  Não me ofereça sapatos. Ofereça-me comodidade para meus pés e o prazer de caminhar.  Não me ofereça casa. Ofereça-me segurança, comodidade e um lugar que prime pela limpeza e felicidade.  Não me ofereça livros. Ofereça-me horas de prazer e conhecimento.  Não me ofereça discos. Ofereça-me lazer e a sonoridade da música.  Não me ofereça ferramentas. Ofereça-me o benefício e o prazer de fazer coisas bonitas.  Não me ofereça móveis. Ofereça-me conforto e tranqüilidade de um ambiente aconchegante.  Não me ofereça coisas. Ofereça-me idéias, emoções e ambiência.
  19. 19. A DEFINIÇÃO DO NEGÓCIO  Qual é o negócio?  Qual será o nosso negócio?  Qual deveria ser o nosso negócio? As respostas dependem de outras perguntas;  Quem é nosso cliente?  Quem será o nosso cliente?  Quem deveria ser o nosso cliente?  Que abrangência precisa ter nosso negócio?  Onde está o nosso cliente?  Onde estará o nosso cliente?  O que compra nossa cliente?  O que comprará o nosso cliente?
  20. 20. A DEFINIÇÃO DO NEGÓCIO PONTOS DE REFLEXÃO SOBRE O NEGÓCIO  Armadilhas Naturais  Qual é o negócio da Kopenhagen?  Chocolate ? !  Qual o negócio da Honda?  Motos !!!
  21. 21. A DEFINIÇÃO DO NEGÓCIO É natural que centremos nossa resposta no produto ou serviços da empresa, é uma visão míope, pois não nos induz a pensar nas oportunidades e ameaças a empresa. Só pensarmos na visão estratégica mudamos as respostas para: Só pensarmos na visão estratégica mudamos as respostas para: Kopenhagen – “Estamos no negócio de Presentes” Honda – “Estamos no negócio de transportes”
  22. 22. Vejamos o caso Kopenhagen pela sua visão estratégica quanto aos aspectos:  Preço  Se fosse a visão míope de chocolate estaria concorrendo com a Garoto, Nestle, Lacta, com faixa de preço idêntico ou próximo. Pela visão estratégica tem faixas de preços maiores pois o cliente não compra chocolate, compra presentes.  Embalagem  Todos os presentes já são embrulhados para presente.
  23. 23. Vejamos o caso Kopenhagen pela sua visão estratégica quanto aos aspectos:  Localização  A localização estratégica, normalmente em Shopping Centers ou lugar compatível.  Horário de Funcionamento  Funcionam até as 22 horas para os presentes de última hora.
  24. 24. EMPRESA NEGÓCIO Visão Míope (Produto ou serviço) Visão Estratégica (Benefício) Produtoras de Hollywood Filmes Diversão, Cultura e Lazer Avon Cosméticos Beleza, Prazer e Status Xerox Copiadoras Automação de Escritório Honda Motos/ automóveis Transporte
  25. 25. O QUE É PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO?  Quantificações e Qualificações da Situação Atual DIAGNÓSTICO  Definição da Situação Adequada ou desejada PROGNÓSTICO  Definição das Ações Transformadoras da Situação Atual na Situação Desejada TRATAMENTO Desbalanceamento Inadequação Desarticulação Otimização Procedimentos Ações para Avaliação e Transformação (Tratamento)
  26. 26. O QUE É PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO? Um conceito simples:  objetivos maiores, longo alcance  Escolhas das alternativas para realizá-las  Quais recurso alocar para sua realização FUNDAMENTOS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO  Onde estamos?  Que tipo de empresa somos?  Quais nossos maiores problemas?  Com quais recursos podemos contar?  Quais são nossos pontos fortes?  E os fracos?
  27. 27. O QUE É PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO?  Onde queremos ir?  Qual nossa empresa ideal no futuro?  Quais são nossas metas?  Em que negócio vamos ou pretendemos atuar?  Como vamos chegar lá?  Por exemplo: diversificar produtos  Que tipo de público-alvo?  Que tipo de produtos?  Dentro de nossa linha atual  Outra linha?  Quais alternativas adotaremos?
  28. 28. Decisões planejamento estratégico Decisões planejamento tático Decisões planejamento operacional Nível estratégico Nível tático Nível operacional
  29. 29. Níveis de planejamento Planejamento Conteúdo Extensão de Tempo Amplitude Estratégico Genérico, sintético, abrangente Longo prazo Aborda a empresa como uma totalidade Tático Menos genérico e mais detalhado Longo prazo Aborda cada unidade da empresa separadamente Operacional Detalhado, específico, analítico Longo prazo Aborda cada tarefa ou operação apenas
  30. 30. Planejamento Estratégico  Responsabilidade dos níveis de diretoria;  Estabelecer os rumos a serem seguidos;  Os cursos de ação para sua objetivação;  Leva-se em conta o ambiente interno/ externo da empresa.
  31. 31. PLANEJAMENTO TÁTICO  Fundamenta-se no planejamento estratégico;  Seus objetivos são de uma determinada área de resultado – não a empresa como um tudo;  Responsabilidade com objetivos previamente fixados.
  32. 32. PLANEJAMENTO OPERACIONAL  Cuida dos detalhes da execução do planejamento tático;  Responde normalmente as seguintes perguntas:  Quais os recursos necessários para implementação?  Os procedimentos a serem adotados;  Os produtos e resultados esperados;  Prazos estabelecidos;  Os responsáveis pela execução e ou implementação.
  33. 33. TIPO NÍVEL PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Estratégico Planejamento Mercadológico Planejamento Financeiro Planejam. Produção Planejamento Rec.Humanos Planejamento Organizacional Tático Plano de preços e produtos Plano de despesas Plano de capacidade de produção Plano de recrutamento e seleção Plano diretor de sistemas O p e r a c i o n a l Plano de promoção Plano de investimentos Plano de controle Plano de treinamento Plano de estrutura organizacional Plano de vendas Plano de compras Plano de estoque Plano de cargos e salários Plano de rotina administrativa Plano de distribuição Plano de fluxo de caixa Plano de utilização de mão de obra Plano de promoções Plano de informações gerenciais Plano de pesquisas de mercado Plano orçamentário Plano de expedição de produtos Plano de capacitação interna Plano de comunicação organizacional
  34. 34. Gestão Estratégica “O sucesso não é alcançado por meio de uma estratégia brilhante. É alcançado por meio de uma brilhante execução da estratégia. Na verdade, a execução da estratégia é mais importante que a estratégia em si.” Norton e Kaplan
  35. 35. O PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO  Análise do Ambiente  Algumas tendências que agem no mundo dos negócios.  Não esquecer – ambiente extremamente dinâmico, mudanças rápidas e contudentes.
  36. 36. SWOT Oportunidades Ameaças Aproveitar Aplicar Evitar Defender Forçax Fraquezas Manter Utilizar Reverter Mudar
  37. 37. Estratégias Empresariais  Deve ser estabelecido de acordo com a situação da empresa, voltada a:  Sobrevivência – Manutenção – Crescimento e Desenvolvimento – sempre frente ao cenário ambiente.  Deve-se analisar as oportunidades para desenvolver e aproveitar todas as oportunidades possíveis.
  38. 38. ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA  Praticada quando o ambiente e a empresa estão em situação imprópria ou muitos pontos fracos e ameaças externas.  Tem que ser bem pensada, não por medo e nem por longo prazo, pois se prolongado vai ser suplantada pelo ambiente e pelos concorrentes.
  39. 39. ESTRATÉGIA DE SOBREVIVÊNCIA Exemplo: modelo de veículo lançado que não apresentar aceitação no mercado, o seu esforço de produção e de venda prejudica o mix de margem obtida pelo(s) outro(s) modelo (s). Em caso de não dar certo. 3)- Liquidação do negócio: Última instância. Principalmente em empresas que dependem de um só produto ou determinado mercado. Só quando não há saída.
  40. 40. ESTRATÉGIA DE MANUTENÇÃO  Utilizada quando a empresa contém muitas ameaças, mas a empresa possui uma série de pontos fortes.  Investimentos moderados, sem parar totalmente, e maximizando seus pontos fortes combatendo os pontos fortes da concorrência.  Minimizando seus pontos fracos e explorando os pontos fracos dos concorrentes.
  41. 41. ESTRATÉGIA DE CRESCIMENTO  Empresa com pontos fracos, mas ambiente com situações favoráveis que são oportunidades.  A oportunidade quando utilizada exige o lançamento de produtos, aumentando volume de vendas, etc.
  42. 42. ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO  É quando os pontos fortes da empresa juntam-se com as oportunidades, situação amplamente favorável. A empresa tem dois eixos para explorar, o mercadológico – novos mercados e clientes, e, o tecnológico – nova tecnologia para o desenvolvimento do produto. Pode dividir-se em:
  43. 43. Gestão Estratégica - BSC Balanced ScoreCard: Uma ferramenta de tradução e mensuração estratégica Gestão baseada no “Compromisso com a performance” Conceito desenvolvido por David Norton e Robert Kaplan - 1990 – novo modelo de medição de desempenho
  44. 44. BSC - Perspectivas  Financeira  Clientes  Processo  Aprendizado
  45. 45. Conclusão Contato: wagner.louzada@gmail.com

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