Unidade Materno 
Infantil
Áreas 
 UBS (pré-natal) 
 Triagem (Porta, PS-GO) 
 Centro Obstétrico (parto) 
 Normal 
 Cesária 
 Recuperação Anesté...
Áreas
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Serviços obstétricos 
 Os serviços obstétricos compõe a 
área mais feliz de uma instituição de 
saúde, pois participa do ...
Finalidade 
 Os serviços obstétricos, têm como 
finalidade primordial, a assistência 
profissional aliada a atenção psico...
Posição Hierárquica 
 Os serviços obstétricos integram os 
serviços de enfermagem e são 
normalmente liderados por um 
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Estrutura Física 
 Unidade de internação 
 Puerpério 
 Centro Obstétrico 
 Pré-parto 
 Salas de Parto Normal 
 Salas...
Pessoal e suas Atribuições 
 Enfermeiro chefe dos Serviços Obstétricos 
 Enfermeiro encarregado do Pré-Parto e Centro 
o...
Atividades do Enfermeiro 
 Chefe ou Responsável pelos Serviços 
Obstétricos 
 No Pré-Parto do Centro Obstétrico 
 Na Ne...
Atividades na Unidades 
 Centro Obstétrico 
 Neonatologia 
 Unidade de Internação e Puerpério
Normas Gerais do Serviço de 
Obstetrícia 
 Vestiários, Sala de Conforto Médico e 
Enfermagem 
 Abastecimento do Centro O...
Colocações gerais 
 Cabe ao gerente do serviço de 
enfermagem fazer visitas periódicas para 
avaliar com a equipe toda a ...
Processos 
Desenho
Desenho de Processos 
 Estabelecer os objetivos do Processo 
 Qual(is) é(são) o(s) CLIENTE(s) do Processo 
 Definir res...
Desenho de Processos
Desenho de Processos
Desenho de Processos
Desenho de Processos
Desenho de Processos
Desenho de Processos
5s – Material EXTRA 
Programa para Sensibilização
O PROGRAMA 5S 
 Histórico 
 O Programa 5S teve origem no Japão e foi desenvolvido em 
1950 por Kaoru Ishikawa. Foi um do...
O PROGRAMA 5S 
 Objetivo 
O Programa 5S, incorpora em seu objetivo, 
as seguintes práticas educacionais: 
 SEIRI – Sens...
O MÉTODO 
 1ª FASE - SEIRI (DESCARTE) 
 Tenha só o necessário na quantidade certa. 
 Cada pessoa deve saber diferenciar...
1ª FASE - SEIRI (DESCARTE) 
 Evita a compra de materiais e componentes em 
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1ª FASE - SEIRI (DESCARTE) 
 QUANTIFIQUE E AVALIE O QUE ESTÁ SENDO 
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 Defina um lugar para cada coisa 
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 Faça uma análise do estoque, conhecendo as 
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4ª FASE - SEIKETSU (HIGIENE) 
 Qualidade de vida no trabalho. 
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4ª FASE - SEIKETSU (HIGIENE) 
 As vantagens são muitas: 
 Facilita a segurança e o melhor desempenho dos empregados; 
 ...
5ª FASE - SHITSUKE (DISCIPLINA) 
 Ordem, rotina e constante aperfeiçoamento. 
 A disciplina: 
 Reduz a necessidade de c...
OS DEZ MANDAMENTOS DOS 5S 
 I. Ficarei com o estritamente necessário. 
 II. Definirei um lugar para cada coisa. 
 III. ...
O PROGRAMA 5s 
 Consiste: 
 na formação de 
facilitadores internos; 
 em palestras de 
sensibilização; 
 na visita da ...
DESENVOLVIMENTO 
 Palestras de sensibilização; 
 Constituição do Grupo de 
Coordenação do Programa - GCP; 
 Constituiçã...
IMPLANTAÇÃO 
 Fase inicial: Palestras de sensibilização; 
Constituição e treinamento do Grupo Gestor, 
constituído por n ...
CONTINUIDADE… 
 O Programa terá continuidade com o GCP 
e o GGP 5S, no sentido da auditoria 
contínua.
PRODUTOS 
 Cartazes 
 Camisa 5S 
 Fotos antes da limpeza 
 Fotos no dia da Limpeza 
 Revista 5S
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  1. 1. Unidade Materno Infantil
  2. 2. Áreas  UBS (pré-natal)  Triagem (Porta, PS-GO)  Centro Obstétrico (parto)  Normal  Cesária  Recuperação Anestésica (pós-parto)  Puerpério (pós-parto)  Berçário (berço aquecido e berçários descentralizados, alojamento)  Semi-Intensiva (Unidade de Internação de patologia obstétrica)  CPN (Centro de Parto Normal)  Casa de Parto
  3. 3. Áreas
  4. 4. Áreas
  5. 5. Serviços obstétricos  Os serviços obstétricos compõe a área mais feliz de uma instituição de saúde, pois participa do nascimento, contudo também lida com a dor e desenvolve um papel de extrema importância nesse aspecto.
  6. 6. Finalidade  Os serviços obstétricos, têm como finalidade primordial, a assistência profissional aliada a atenção psicológica à parturiente e ao recém- nascido, usando todos os meios disponíveis para facilitar o nascimento e oferecer segurança a equipe médica ou a enfermeira obstetra que atenderá no momento.
  7. 7. Posição Hierárquica  Os serviços obstétricos integram os serviços de enfermagem e são normalmente liderados por um enfermeiro obstétrico que reporta-se à gerência do serviço de enfermagem.
  8. 8. Estrutura Física  Unidade de internação  Puerpério  Centro Obstétrico  Pré-parto  Salas de Parto Normal  Salas para Cesariana  Salas de Reanimação Recém- nascido  Unidade de Neonatologia  Recém-Nascido Normal, em Observação, Alto Risco
  9. 9. Pessoal e suas Atribuições  Enfermeiro chefe dos Serviços Obstétricos  Enfermeiro encarregado do Pré-Parto e Centro obstétrico  Enfermeiro da neonatologia.  Enfermeiro da Unidade de internação e puerpério.  Técnicos e Auxiliares de Enfermagem de cada unidade de internação.
  10. 10. Atividades do Enfermeiro  Chefe ou Responsável pelos Serviços Obstétricos  No Pré-Parto do Centro Obstétrico  Na Neonatologia  Na Unidade de Internação e Puerpério  Em CPNs
  11. 11. Atividades na Unidades  Centro Obstétrico  Neonatologia  Unidade de Internação e Puerpério
  12. 12. Normas Gerais do Serviço de Obstetrícia  Vestiários, Sala de Conforto Médico e Enfermagem  Abastecimento do Centro Obstétrico e/ou CPN  Encaminhamento de exames  Transfusão de sangue  Pedidos de conserto
  13. 13. Colocações gerais  Cabe ao gerente do serviço de enfermagem fazer visitas periódicas para avaliar com a equipe toda a problemática encontrada e a satisfação do grupo.
  14. 14. Processos Desenho
  15. 15. Desenho de Processos  Estabelecer os objetivos do Processo  Qual(is) é(são) o(s) CLIENTE(s) do Processo  Definir resultados desejados  Identificar sua posição na rede de precedência  Processos que o precedem – Pré-requisitos  Processos que o sucedem – Requisitos mínimos  Identificar e Quantificar recursos necessários  Humanos  Materiais  Ferramentas de Apoio  Definir Indicadores para o processo  Definir qualidade mínima  Garantir que o processo possa ser reproduzido  Documentação  Resultado MÍNIMO esperado  Tornar possível interferir adequadamente no processo  Estabelecer prioridade para implementação de ferramentas de apoio
  16. 16. Desenho de Processos
  17. 17. Desenho de Processos
  18. 18. Desenho de Processos
  19. 19. Desenho de Processos
  20. 20. Desenho de Processos
  21. 21. Desenho de Processos
  22. 22. 5s – Material EXTRA Programa para Sensibilização
  23. 23. O PROGRAMA 5S  Histórico  O Programa 5S teve origem no Japão e foi desenvolvido em 1950 por Kaoru Ishikawa. Foi um dos fatores fundamentais para a recuperação de empresas japonesas e a base para a implantação dos métodos da Qualidade Total naquele país.  Seu objetivo é o de melhorar a organização da Empresa, através de um processo educativo que visa a mudança cultural das pessoas, possibilitando eliminar o desperdício (tudo que gera custo extra).  É tão eficaz, enquanto reorganizador das empresas e da própria economia japonesa que, até hoje, é considerado o principal instrumento de gestão da qualidade e produtividade utilizado naquele país.
  24. 24. O PROGRAMA 5S  Objetivo O Programa 5S, incorpora em seu objetivo, as seguintes práticas educacionais:  SEIRI – Senso de Utilização e Descarte;  SEITON – Senso de Ordenação;  SEISO – Senso de Limpeza;  SEIKETSU – Senso de Asseio;  SETSUKE – Senso de Disciplina.
  25. 25. O MÉTODO  1ª FASE - SEIRI (DESCARTE)  Tenha só o necessário na quantidade certa.  Cada pessoa deve saber diferenciar o útil do inútil.  O armazenamento de coisas inúteis impossibilitam o encontro de coisas vitais.  A organização de objetos de suma importância possibilita:  Redução na necessidade de espaço: estoque, gastos com sistemas de armazenamento, são itens que devem ser analisados.  Facilitar o transporte interno, o arranjo físico, o controle de produção e a execução do trabalho no tempo previsto.
  26. 26. 1ª FASE - SEIRI (DESCARTE)  Evita a compra de materiais e componentes em duplicidade e também os danos a materiais ou produtos armazenados.  Aumenta o retorno do capital empregado.  Aumenta a produtividade das máquinas e pessoas envolvidas.  Traz maior senso de organização e economia, menor cansaço físico, maior facilidade de operação.  Dê atenção a tudo que estiver dentro de seu ambiente de trabalho, através de instruções claras, para que todos possam separar o útil do inútil.
  27. 27. 1ª FASE - SEIRI (DESCARTE)  QUANTIFIQUE E AVALIE O QUE ESTÁ SENDO DESCARTADO, RESPONDENDO:  O que deve ser jogado fora?  O que deve ser guardado num depósito?  O que deve ser consertado?  O que deve ser vendido?  Após colocar em um local determinado aquilo que será descartado, convide as pessoas de outros setores, para que escolham, entre os itens disponíveis, o que de fato lhes interessar. Que tal estender a prática do descarte a todos os setores da organização?
  28. 28. 2ª FASE - SEITON (ARRUMAÇÃO)  Um lugar para cada coisa, cada coisa em seu lugar.  Cada coisa tem o seu único e exclusivo lugar.  Cada coisa, após o uso, deve estar em seu lugar.  Tudo deve estar sempre disponível e próximo do local de uso.  Ter o que é necessário, na quantidade certa, na qualidade certa, na hora e lugar certos, traz vantagens:  Menor tempo de busca do que é preciso para operar.  Menor necessidade de controles de estoque e produção.  Facilita transporte interno, controle de produção e a execução do trabalho no prazo.
  29. 29. 2ª FASE - SEITON (ARRUMAÇÃO)  Defina um lugar para cada coisa  Para definir critérios à colocação das coisas nos lugares, algumas perguntas devem ser respondidas:  É possível reduzir os estoques? O que está à mão precisa mesmo estar ali? Os nomes das coisas estão padronizados? Qual o melhor local para cada coisa?
  30. 30. 2ª FASE - SEITON (ARRUMAÇÃO)  Decida como guardar as coisas  Faça uma análise do estoque, conhecendo as característica de cada item.  Lembre-se: Todas as coisas devem ter um nome e os nomes devem ser conhecidos de todos.  Todas as coisas devem ter espaço definido de estocagem e a indicação exata do local de estocagem.  Garanta que todos sigam as regras  Defina e divulgue procedimentos e normas.
  31. 31. 3ª FASE - SEISO (LIMPEZA)  As pessoas merecem o melhor ambiente, cada pessoa deve saber a importância de estar em um ambiente limpo. Cada pessoa na empresa deve, antes e depois de qualquer trabalho realizado, retirar o lixo resultante e dar-lhe o fim que foi previamente acordado. Um ambiente limpo lembra qualidade e segurança.  O desenvolvimento do senso de limpeza proporciona: Maior produtividade das pessoas, máquinas e materiais, evitando a repetição ao do mesmo trabalho. Facilita a venda do produto ou serviço. Evita perdas e danos de materiais e produtos e é fundamental para a imagem (interna e externa) da empresa.  Os principais pontos /áreas que se deve atacar com a limpeza são: processos relativos ao produto ou serviço, postos de trabalho, setores, estoques em geral, sucatas, depósitos, arquivos, lixo, áreas externas, fachadas, jardins, atendimento.
  32. 32. 3ª FASE - SEISO (LIMPEZA)  Crie o Time da Qualidade, conscientize seu pessoal sobre a importância e os benefícios da máxima limpeza no ambiente de trabalho. Cada um passa a ser responsável pela limpeza em seu ambiente de trabalho. Todos devem deixar ferramentas e utensílios limpos antes de guardá-los. As mesas, armários e móveis devem estar limpos e em condições de uso. Nada deve ser jogado no chão. Diariamente, retirar pó e sujeira dos pisos, paredes, tetos, janelas, portas, prateleiras, armários, mesas, cortinas, cadeiras e locais usados.  Não existe exceção quando se trata de limpeza. O objetivo não é impressionar visitantes, mas proporcionar o ambiente ideal para se obter a Qualidade Total.
  33. 33. 3ª FASE - SEISO (LIMPEZA)  Levante sugestões para a melhoria e limpeza do local de trabalho. Marque o Dia da Limpeza, que deve ser preparado como se fosse uma festa (com balões, faixas, lanche festivo etc.).  No Dia da Limpeza, todos devem fazer limpeza básica em conjunto, inclusive você, varrendo, tirando lixo, teias de aranha, jogando papéis fora, fazendo pequenos consertos etc.
  34. 34. 4ª FASE - SEIKETSU (HIGIENE)  Qualidade de vida no trabalho.  Higiene é manutenção de limpeza, da ordem.  Quem exige e faz qualidade cuida muito da aparência. Em um ambiente limpo, a segurança é maior. Quem não cuida bem de si mesmo não pode fazer ou vender produtos ou serviços de qualidade.  Ter a empresa limpa e asseada requer gastos com sistemas e materiais de limpeza. Requer manutenção da ordem, da limpeza e da disciplina.
  35. 35. 4ª FASE - SEIKETSU (HIGIENE)  As vantagens são muitas:  Facilita a segurança e o melhor desempenho dos empregados;  Evita danos à saúde do operário e do consumidor;  Melhora a imagem da empresa internamente;  Eleva o nível de satisfação e motivação do pessoal para com o trabalho e a empresa.  Na promoção de uma política de higiene na empresa, alguns recursos visuais são úteis e rentáveis, já que assim pode-se evitar acidentes com a equipe.
  36. 36. 5ª FASE - SHITSUKE (DISCIPLINA)  Ordem, rotina e constante aperfeiçoamento.  A disciplina:  Reduz a necessidade de controle;  Facilita a execução de toda e qualquer tarefa / operação;  Evita perdas oriundas do não-surgimento de rotinas;  Traz previsibilidade do resultado final de qualquer operação;  Os produtos ficam dentro dos requisitos de qualidade, reduzindo a necessidade de controles, pressões, etc...
  37. 37. OS DEZ MANDAMENTOS DOS 5S  I. Ficarei com o estritamente necessário.  II. Definirei um lugar para cada coisa.  III. Manterei cada coisa no seu lugar.  IV. Manterei tudo limpo e em condições de uso.  V. Combaterei as causas de sujeira.  VI. Identificarei toda situação de risco.  VII. Trabalharei com segurança.  VIII. Questionarei toda norma ou padrão até  entendê-lo.  IX. Procurarei formas de melhorar meu trabalho.  X. Honrarei todos os compromissos.
  38. 38. O PROGRAMA 5s  Consiste:  na formação de facilitadores internos;  em palestras de sensibilização;  na visita da sogra;  no DGL – Dia da Grande Limpeza;  em avaliações periódicas
  39. 39. DESENVOLVIMENTO  Palestras de sensibilização;  Constituição do Grupo de Coordenação do Programa - GCP;  Constituição do Grupo Gestor do Programa - GGP (facilitadores);  Formação dos facilitadores nos fundamentos do programa.
  40. 40. IMPLANTAÇÃO  Fase inicial: Palestras de sensibilização; Constituição e treinamento do Grupo Gestor, constituído por n pessoas, que representam todos os setores da Empresa;  Visita da sogra realizada em todos os setores da Empresa por membros do Grupo Gestor;  Planejamento e realização do DGL – Dia da Grande Limpeza em data a ser determinada.
  41. 41. CONTINUIDADE…  O Programa terá continuidade com o GCP e o GGP 5S, no sentido da auditoria contínua.
  42. 42. PRODUTOS  Cartazes  Camisa 5S  Fotos antes da limpeza  Fotos no dia da Limpeza  Revista 5S

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