Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais

4.935 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
1 comentário
1 gostou
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.935
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
426
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
124
Comentários
1
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Módulo 2 - A Defesa Civil e os Desastres Naturais

  1. 1. 2012 Manual de Capacitação do Projeto Força Voluntária Módulo 2 – A Defesa Civil e os Desastres Naturais Neste segundo Módulo você será apresentado ao trabalho da Defesa Civil e conhecerá de que forma essa Instituição trabalha na prevenção e combate aos desastres naturais. Além disso, listamos pra você uma relação de desastres possíveis de acontecer no Brasil. Instituto Voluntários em Ação – IVA/SC www.voluntariosonline.org.br www.forcavoluntaria.org.br
  2. 2. ApresentaçãoDepartamento Estadual de Defesa CivilA Defesa Civil no Brasil está organizada em um sistema nacional, que tem como órgãocentral a Secretaria Nacional de Defesa Civil. Atua na coordenação e planejamento deações na ocorrência de eventos adversos, definidas em quatro linhas: prevenção,preparação, resposta e reconstrução. Durante um desastre, órgãos de todas as esferas,comunidades e organizações não-governamentais devem atuar em sintonia, buscandominimizar os efeitos de uma emergência aos afetados.Após o desastre de 2008, a população de Santa Catarina precisou aprender algumas liçõessobre comportamento social, cultural e ambiental. Os resultados daquele eventometeorológico foram negativos e destrutivos, mas alguns ensinamentos puderam seraprofundados. A atuação dos grupos de voluntários foi essencial para que trabalhos detriagem de roupas, carregamento de caminhões, montagem de cestas básicas eatendimento às pessoas fossem realizados de forma que pudesse atender a todos osafetados.Integrados, o órgão estadual e o IVA acreditam que este manual representa umaimportante ferramenta de compreensão do problema e capacitação daqueles que buscamsoluções durante uma situação de emergência. Os desastres naturais sempre irãoocorrer, como afirmam especialistas mais otimistas, e com maior intensidade, devido àsmudanças climáticas ou pela ação do homem. Cabe à sociedade e ao poder público atuarna redução do risco de desastres com projetos de conscientização e dedicação, no intuitode minimizar os impactos de intensos eventos adversos. Márcio Luiz Alves Diretor Estadual de Defesa Civil Florianópolis/SC
  3. 3. DEFESA CIVIL – A INSTITUIÇÃO Para o voluntário atuar em situações de desastre, é preciso que ele entenda as ações do órgão responsável pela coordenação destes trabalhos, no caso, a Defesa Civil. O órgão atua em todos os níveis (municipal, estadual e federal) no planejamento e defesa permanente na ocorrência de eventos adversos extremos. Sua principal atribuição é a redução de risco de desastres. Sua estrutura é organizada por meio doSistema Nacional de Defesa Civil, que tem no município e na comunidade os seus elosmais importantes, graças à participação e organização do cidadão.A participação do cidadão é uma responsabilidade garantida por lei. O artigo 144 daConstituição Federal, que trata sobre a segurança pública dos cidadãos brasileiros, destacaque, apesar de ser um dever do Estado, a segurança pública é também direito eresponsabilidade de todos.Ou seja, a população tem responsabilidade pela segurança comum e não pode ficaraguardando a atuação das entidades públicas responsáveis.Em situações de desastre, a sociedade civil dinâmica e organizada ajudará a aprimorar aqualidade da assistência externa e a reduzir falhas que acontecem freqüentemente porfalta de informações, má avaliação das necessidades e formas inadequadas de ajuda. Para que a sociedade possa realmente contribuir no processo de defesa civil, seja na prevenção, preparação, resposta ou reconstrução de desastres, precisa estar organizada, informada e preparada para agir de forma articulada com o poder público, garantindo assim o bem-estar de todos. Conheça mais sobre a Defesa Civil! Acesse: www.defesacivil.gov.br
  4. 4. DESASTRES NATURAISO que caracteriza um evento adverso como um desastre?As manifestações do clima sempre existiram, tais como chuva forte, vendavais, tornados eseca. Nas últimas décadas, porém, estes efeitos tornaram-se mais constantes,conseqüência que, segundo cientistas, é causada pelas mudanças dos fatoresmeteorológicos. Especialistas garantem o aumento de temperaturas, intensidade ouescassez de chuvas e maior freqüência de desastres naturais. Quando os eventos ocorreme afetam a sociedade, a incapacidade do homem de resposta aos resultados dos eventosmeteorológicos é o que caracteriza o desastre.De acordo com a Política Nacional de Defesa Civil:O desastre é o resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem,sobre um ecossistema vulnerável, causando danos humanos, materiais e/ou ambientaise prejuízos econômicos e sociais.A origem pode ser natural (fenômenos ou desequilíbrios da natureza), humana (ações ouomissões do homem) ou mista (ações ou omissões humanas contribuem para intensificarou agravar os desastres naturais). Situações como acidentes de trânsito, epidemia deAIDS e violência urbana também são consideradas desastres.O que configura um evento adverso como um desastre, além da incapacidade de respostado homem, é o dano que causa a uma comunidade e a extensão dele.Por isso, para estar bem preparado para agir em situações de desastres, é necessárioconhecer os principais eventos adversos, suas causas e características. Vamos lá...
  5. 5. Furacões O furacão é um tipo de ciclone tropical, acompanhado de raios e trovões, com ventos que podem ultrapassar 390 km/h e causar danos catastróficos nas zonas costeiras e a centenas de quilômetros em terra. Todo o Atlântico e áreas costeiras do Golfo do México estão sujeitos aos furacões ou tempestades tropicais.TornadosSão redemoinhos de vento formados na baixa atmosfera,apresentando-se com características de nuvens escuras, deformatos afunilados, que descem até tocar a superfície da terra,com grande velocidade de rotação e forte sucção. Destrói em suatrajetória grande quantidade de edificações, árvores e outrosequipamentos do território.O tornado supera a violência do furacão, ainda que seu tempo de ação seja mais curto eatinja menor área de extensão.Enchentes Existem diferentes tipos de inundações, as quais podem ser repentinas, bruscas ou enxurradas que ocorrem em regiões de relevo acentuado, montanhoso, como na região Sul do País. Acontecem pela presença de grande quantidade de água num curto espaço de tempo.
  6. 6. TsunamisOs tsunamis são séries de ondas gigantescas, criadas por uma movimentação submarina,como um terremoto, deslizamento, erupção vulcânica ou meteorito. Um tsunami pode semover a centenas de quilômetros por hora em oceano aberto e atinge um pedaço de terracom ondas de até 30 metros ou mais.Da área onde se origina o tsunami, as ondas viajam em todas as direções, atingindograndes proporções ao chegar à margem. Quando a onda chega à margem, ela se constróiem altura. Pode haver mais de uma onda e a seguinte pode ser maior que a anterior. Esseé o motivo pelo qual um pequeno tsunami na praia pode seruma onda gigante a quilômetros de distância. Podem ocorrermortes, principalmente por afogamento, e muitos outrosdanos, como inundações, contaminação de água potável eincêndios.DeslizamentosSão fenômenos provocados pelo escorregamento demateriais sólidos, como solos, rochas, vegetação e/oumaterial de construção ao longo de terrenos inclinados. Osdeslizamentos em encostas e morros urbanos estãoocorrendo com maior freqüência nos últimos anos, devidoao crescimento desordenado das cidades, com a ocupação de novas áreas de risco.A época de ocorrência dos deslizamentos coincide com o período das chuvas, intensas eprolongadas. Nos morros, os terrenos são inclinados e, quando a água entra na terra,pode acontecer um deslizamento e destruir as casas que estão embaixo. A distribuiçãogeográfica de escorregamentos no Brasil vem afetando mais os estados de Santa Catarina,Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas ePernambuco.
  7. 7. Seca ou EstiagemA seca ou estiagem é um fenômeno climático causado pela insuficiênciade precipitação pluviométrica ou chuva em uma determinada regiãopor um período de tempo muito grande. Há, porém, uma pequenadiferença entre seca e estiagem: estiagem é o fenômeno que ocorrenum intervalo de tempo, já a seca é permanente.Incêndios FlorestaisÉ a propagação do fogo, em áreas florestais e de savana, como cerrados e caatingas, queocorre com freqüência e intensidade nos períodos de estiagem e está intrinsecamenterelacionada com a redução da umidade ambiental. Os incêndios podem iniciar de forma espontânea ou ser conseqüência de ações e/ou omissões humanas. Neste caso, os fatores meteorológicos e ambientais são decisivos para incrementá-los, facilitando sua propagação e dificultando seu controle.Raios e TempestadesOs incêndios podem iniciar de forma espontânea ou serconseqüência de ações e/ou omissões humanas. Neste caso, osfatores meteorológicos e ambientais são decisivos paraincrementá-los, facilitando sua propagação e dificultando seucontrole.A freqüência de tempestades em um dado local depende de vários fatores: a topografa, alatitude, a proximidade de massas de água e a posição do continente. Os raios podem serperigosos e atingir pessoas, árvores e construções. (Fontes: Defesa Civil Nacional e Fema (USA) Federal Emergency Management Agency)
  8. 8. DESASTRES: ANTES, DURANTE E DEPOISA atuação frente aos desastres não pode ser limitada ao pós-evento e às vítimas diretas. Ocampo de atendimento, para ser realmente efetivo precisa ser mais amplo, envolvendoações de prevenção, preparação, resposta e reconstrução, de maneira integrada.Para fazer frente aos desastres, o planejamento de ações que minimizem asvulnerabilidades e fortaleçam as capacidades próprias da população afetada, é primordial.De acordo com os princípios da Estratégia Internacional para Redução dos Riscos deDesastres (Eird), da ONU, os danos materiais e humanos provocados por desastres podemser reduzidos por intermédio de iniciativas que visem à prevenção.Para a minimização de desastres, evitando que eles aconteçam, diminuindo suaintensidade ou aumentando a capacidade das comunidades para resistir a eles, a DefesaCivil atua em quatro diferentes fases, segundo o Manual de Capacitação em Defesa Civil,Sistema de Comando em Operações – SCO, que podem ser agrupadas em três momentos:antes, durante e depois. Prevenção Preparação Resposta Reconstrução Antes do Desastre Durante o Desastre Depois do Desastre
  9. 9. Antes do desastre – Etapa mais importante no processo de planejamento da comunidade, pois propicia a preparação para enfrentar os desastres. Nesta podem ser realizadas atividades de prevenção e preparação. Prevenção Preparação• As políticas preventivas podem minimizar • A resposta frente aos desastres será mais impactos de fenômenos naturais, como as efetiva quando existirem mais e melhores inundações e secas, que não podem ser medidas de preparação que possam ser evitados. As comunidades e famílias podem adotadas numa emergência. Para isso, é atuar como atores chaves para a redução dos necessário análises das vulnerabilidades e riscos. Além das atividades de participação avaliação dos riscos; e que as ações comunitária, educação ambiental ou de planejadas para a resposta sejam de âmbito escolar, é fundamental assegurar o conhecimento de todos os órgãos, acesso à informação adequada sobre instituições e indivíduos que participarão do ameaças e vulnerabilidades as quais as processo. Isso significa realizar e participar de comunidades estão expostas, permitindo que atividades periódicas de capacitação, elas participem de maneira consciente. Os simulação de emergências, planejamento de fenômenos naturais têm características e logística, entre outras, que envolvam a impactos diferentes e, por isso, geram população. A fase de preparação influência situações de alerta e emergência distintas. as demais fases de administração de Um terremoto, por exemplo, acontece sem desastres, pois contribui para otimizar a prévio aviso, de forma que os governos prevenção, no que diz respeito à avaliação e à precisam colocar em prática ações previstas redução dos riscos; às ações de resposta aos para esse fenômeno de forma imediata. As desastres, compreendendo as ações de estiagens, originadas pela falta de chuva, socorro às populações ameaçadas, podem ser previstas com antecedência. assistência às populações afetadas e reabilitação dos cenários de desastres; e atividades de reconstrução. Os planos de resposta que devem ser elaborados nesta fase de preparação para as emergências e que devem ter a participação efetiva de todos os que participam do gerenciamento dos desastres são o Plano Diretor da Defesa Civil e o Plano de Contingência.
  10. 10. 1 – Plano Diretor de Defesa Civil:É baseado na Política Nacional de Defesa Civil e no programa de governo do estado e/oumunicípio. Deve estar voltado para os aspectos estratégicos, abordando programas,ações, objetivos e metas de longo prazo que envolva as quatro fases de administração dedesastres: prevenção, preparação, resposta e reconstrução. O Plano Diretor de DefesaCivil deve ser integrado ao Plano Diretor Municipal e, entre seus objetivos, deve visar àpromoção da defesa permanente contra desastres naturais ou provocados pelo homem.2 – Plano de contingência:É o documento no qual estarão previstas as responsabilidades de cada organização queparticipará da resposta ao desastre; as prioridades e medidas essenciais a serem tomadas;e a forma como os recursos serão empregados. O plano de contingência precisa serelaborado com antecipação, com foco nas ameaças, sendo elaborado um específico paracada possibilidade de desastre. Cada plano determinará diversos aspectos, comolocalização e organização de abrigos, estrutura de socorro às vítimas, procedimento deevacuação, coleta de donativos, distribuição de auxílios, entre outros.Um dos objetivos principais no planejamento para resposta aos desastres é o dapreparação da comunidade e a identificação e o envolvimento engajado de parceirosdesde a sua fase inicial de elaboração.Os planos de contingência:Um para cada possibilidade de desastre - permitirão que todos os envolvidos conheçamsuas responsabilidades quando o evento ocorrer, dizendo o que cada um deve fazer nasdiversas fases de administração de desastres. Devem ser constantemente atualizados edivulgados, para que sejam de conhecimento de todos, inclusive da comunidade. Aoelaborar os planos, os envolvidos devem prever todos os cenários possíveis durante umaemergência, definir a atuação de cada um e as alternativas de resposta.
  11. 11. Em Santa Catarina, quando um evento adverso previsível se aproxima, o DepartamentoEstadual de Defesa Civil, que realiza o monitoramento dos fenômenos naturais durante as24 horas do dia, em parceria com o Centro de Informação de Recursos Ambientais e deHidrometeorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SantaCatarina (Ciram/ Epagri) e apoio de outras instituições, divulga um alerta, que significa queo fenômeno pode acontecer em determinada região. Quando há certeza que o fenômenovai realmente acontecer é dado um alarme.Os alertas e alarmes da Defesa Civil são publicados no endereço eletrônico da instituição:www.defesacivil.sc.gov.br, com informações sobre como proceder no caso deemergências; divulgados para a população, por intermédio da imprensa, conforme suarelevância; e repassados para os municípios que poderão ser afetados, instituições dereposta às emergências e de apoio as mesmas.Durante o desastre – São realizadas as ações de resposta, que compreendem asatividades de socorro, assistência às populações vitimadas e reabilitação de cenários. Socorro: Engloba as atividades a fim de localizar, acessar e estabilizar as vítimas que estão com sua saúde ou sobrevivência ameaçada pelo desastre;Assistência às populações vitimadas: Compreendeatividades logísticas, assistenciais e de promoção desaúde;
  12. 12. Reabilitação de cenários: Envolve a avaliação de danos, vistoria e elaboração de laudos técnicos, desmontagem de estruturas danificadas, desobstrução de escombros, sepultamento, limpeza, descontaminação e reabilitação dos serviços essenciais. (Fonte: Os Consegs e a Redução de Riscos – Capacitação à distância)Conforme as características de cada desastre, as respostas poderão ser organizadas deforma diferente. A capacidade de resposta será de acordo com a preparação e oconhecimento sobre como agir.Depois do desastre – A última fase de administração de um desastre é marcadapelas ações de reconstrução, ou seja, de reconstituir e restaurar as áreas afetadas. Os projetos de reconstrução têm por finalidade restabelecer os serviços públicos essenciais; a economia afetada; o moral social; e o bem-estar da população. O desastre também provoca perdas no convívio social das pessoas, desestruturando comunidades inteiras que precisaram deixar suas casas, seus bairros e todas as suaslembranças para morar em outro local, ao exemplo do que aconteceu com muitas famíliasna região do Braço do Baú, em Ilhota, Santa Catarina, nas enchentes de novembro de2008.Desta forma, as perdas diretamente produzidas pelo desastre somam-se às rupturas dasredes sociais (vizinhos, igreja, escola, etc.). Também ocorrem graves danos econômicos eemocionais, dos quais os mais afetados são as crianças e os adolescentes.
  13. 13. CONCEITOS BÁSICOSDesastre: é o resultado de eventos adversos sobre um ecossistema vulnerável, causandodanos humanos materiais e/ou ambientais e conseqüentes prejuízos econômicos esociais.Danos: é a intensidade das perdas humanas, materiais ou ambientais ocasionadas àspessoas, comunidades, instituições, instalações e aos ecossistemas como conseqüência deum desastre ou acidente.Prejuízo: é a medida de perda relacionada ao valor social, econômico e patrimonial de umdeterminado bem em circunstâncias de desastre ou acidente.Risco de desastre: é a estimativa da probabilidade e magnitude de danos e prejuízos emum cenário, resultantes da interação entre uma ameaça ou evento, e as características devulnerabilidade ou capacidade que esse cenário possui.Ameaça: é um fato ou situação que tem a possibilidade de causar danos e prejuízos casoocorra.Vulnerabilidade: é o conjunto de características de um cenário resultantes de fatoresfísicos, sociais, econômicos e ambientais, entre outros, que aumentam a possibilidade desofrer danos e prejuízos em conseqüência de um evento. Fonte: Os Consegs e a Redução de Riscos – Capacitação à distância.
  14. 14. CONCLUSÃONeste Módulo você pode conhecer um pouco mais sobre o trabalho da Defesa Civil noBrasil e os principais tipos de Desastres Naturais que podemos enfrentar.No próximo Módulo você saberá de que forma o trabalho voluntário pode ser agregadonas fases de prevenção, socorro e assistência às vítimas dos desastres.Porém, antes disso, é importante que você realize as atividades deste segundo módulo,permitindo, assim, testar seus conhecimentos e se certificar de que não restou nenhumadúvida.Lembre-se que temos Plantões de Dúvidas para debater e aprofundar esse assunto.Confira os dias e horários no nosso Cronograma, visitando a página do Curso:www.voluntariosonlinecursos.org.br Abraços e bons estudos! Pessoal, na sessão Biblioteca no site do nosso Curso, separamos para vocês um excelente material para leitura complementar. São dicas e orientações da Defesa Civil para cada tipo de ocorrência. Aproveitem e informem-se!
  15. 15. ATIVIDADES DO MÓDULO 21 - A Defesa Civil no Brasil é o órgão responsável pela coordenaçãodos trabalhos em situações de desastres. Seu grande desafio éminimizar os danos humanos, materiais e ambientais e osconseqüentes prejuízos econômicos e sociais resultantes daocorrência de desastre. Sendo assim, podemos afirmar que:a) Sendo a segurança pública um dever absoluto do Estado, este é odetentor de toda a responsabilidade pelas ações de prevenção eresposta aos desastres naturais;b) A estrutura organizacional da Defesa Civil Nacional não permite o envolvimento de demaisórgãos e atores da sociedade civil, o que dificulta o trabalho da Instituição;c) De acordo com Constituição Federal, a segurança pública é responsabilidade de todos, ou seja, apopulação tem responsabilidade pela segurança comum e não pode apenas ficar aguardando aatuação das entidades públicas responsáveis.d) Em situações de desastres, a sociedade civil tem a responsabilidade de colaborar com as açõesde resgate às vítimas. Para isso, os voluntários devem imediatamente se deslocar aos locaisatingidos e trabalhar no atendimento às vítimas.2 – Com relação aos desastres naturais, assinale as alternativas corretas:a) Para todo e qualquer tipo de desastre natural, existem formas eficientes de prever e evitar suasocorrências;b) As manifestações do clima sempre existiram, porém, nas últimas décadas essas ocorrências vêmacontecendo de forma mais regular e freqüente. Por essa razão, é importante que a sociedadeesteja informada e preparada para diminuir os riscos;c) A Defesa Civil orienta ações de prevenção de desastres, mas existem coisas que só você, quevive perto do problema, pode fazer. Por exemplo: Não destruir a vegetação de encostas próximasa sua casa, pode evitar um futuro deslizamento;d) De acordo com a Política Nacional de Defesa Civil, situações como acidentes de trânsito,epidemia de AIDS e violência urbana não podem ser consideradas desastres, uma vez que suaorigem não foi natural.
  16. 16. 3 – Quanto aos principais eventos adversos, complete:a) O furacão é um tipo de ciclone tropical, acompanhado de ____________ e ___________. Todoo Atlântico e áreas costeiras do Golfo do México estão sujeitos aos furacões ou tempestadestropicais.b) Existem diferentes tipos de inundações, as quais podem ser: ____________, __________ ou_________ . Acontecem pela presença de grande quantidade de água num curto espaço detempo.c) A ocorrência dos deslizamentos coincide com o período das ____________ . Os deslizamentosem encostas e morros urbanos estão ocorrendo com maior freqüência nos últimos anos, devidoao _______________________ das cidades, com a ocupação de novas áreas de risco.d) Os incêndios florestais podem iniciar de forma _________________ ou ser conseqüência de_____________________________.4 – Assinale Verdadeiro (V) ou Falso (F):a) ( ) Um plano de Contingência é o documento no qual estarão previstas asresponsabilidades de cada organização que participará da resposta ao desastre; asprioridades e medidas essenciais a serem tomadas; e a forma como os recursos serãoempregados.b) ( ) A atuação frente aos desastres não pode ser limitada ao pós-evento e às vítimasdiretas. O campo de atendimento, para ser realmente efetivo precisa ser mais amplo,envolvendo ações de prevenção, preparação, resposta e reconstrução, de maneiraintegrada.c) ( ) As políticas preventivas não podem minimizar impactos de fenômenos naturais,como as inundações e secas, que não podem ser evitados.d) ( ) A última fase de administração de um desastre é marcada pelas ações dereconstrução, ou seja, de reconstituir e restaurar as áreas afetadas.

×