Sociologia globalização

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Efeitos da Globalização

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Sociologia globalização

  1. 1. GLOBALIZAÇÃOFelipe PietoJoni BrychProfessora-Mara Isa Battisti RaulinoCentro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVIDireito (1.3) – Sociologia10/05/12RESUMOEsta pesquisa temobjetivo de analisarmos o conceito de Globalização através dos tempos, osbenefícios que trouxe a humanidade, como também sua responsabilidade aos caos social quevivemos hoje. Veremos a influencia que a junção de diversas tribos, antes separadas pela distancia,contribuindo para a deterioração de alguns valores sociais, como também a integração deconhecimentos, gerandoo acesso destasinformações a todos, não apenas aos mais favorecidos. Ametodologia usada foi à pesquisa bibliográfica, como também consultas a artigos relacionados aotema na Internet.Palavras-chave: Informação.Tecnologia. Sociedade1 INTRODUÇÃOOs conceitos diante da Globalização são diversos como veremos adiante, mas é de sumaimportância ressaltar que esse momento de transformação não é atual, ele começa há tempos atrásnos séculos XV e XVI com as Grandes Navegações e Descobertas Marítimas. Neste contextohistórico, o homem europeu entrou em contato com povos de outros continentes, estabelecendorelações comerciais e culturais. Porém, a globalização efetivou-se no final do século XX, logo apósa queda do socialismo no leste europeu e na União Soviética. O neoliberalismo, que ganhou forçana década de 1970, impulsionou o processo de globalização econômica.Diante da saturação dos mercados internos, varias empresas multinacionais procuramconquistar novosconsumidores, principalmente dos países recém-saídos do socialismo. Aconcorrência fez com que as empresas utilizassem cada vez mais recursos tecnológicos parabaratear os preços e também para estabelecerem contatos comerciais e financeiros de forma rápida eeficiente. A partir dai entra a utilização da Internet, das redes de computadores, dos meios decomunicação via satélite etc.A filosofia tem um grande papel nesta situação, pois a busca pelo conhecimento, aincapacidade de ficar inerte ao desconhecido motivou diversos pensadores da época a buscar a
  2. 2. 2modernidade dentro de seus pensamentos, e este processo ainda perdura, porém o foco agora seriade dentro para fora, o autoconhecimento.Os resultados desta busca pelo desconhecido levarama decadência da religião entre ahumanidade, pois neste século a razão predomina sobre a fé. Também convém relatarmos asdiversas mudanças no sistema econômico mundial responsável e resultante da Globalização.2 CONCEITOÉ um processo econômico e social que estabelece uma integração entre os países e aspessoas do mundo todo. Através deste processo, as pessoas, os governos e as empresas trocamideias, realizam transações financeiras e comerciais e espalham aspectos culturais pelos quatrocantos do planeta.Está relacionada com a criação de uma rede de conexões, que deixam asdistâncias cada vez mais curta, facilitando as relações culturais e econômicas de forma rápida eeficiente.O termo globalização designa um fenómeno de abertura das economias e dasrespectivas fronteiras em resultado do acentuado crescimento das trocasinternacionais de mercadorias, da intensificação dos movimentos de capitais, dacirculação de pessoas, do conhecimento e da informação, proporcionados quer pelodesenvolvimento dos transportes e das comunicações, quer pela crescente aberturadas fronteiras ao comércio internacional. Apesar de ser geralmente apresentadocomo um conceito, sobretudo económico, o fenómeno da globalização vai muitoalém desta dimensão, incluindo também a aproximação e mesmo integração globalao nível cultural, social e político, formando aquilo a quem vem sendo chamado poraldeia global. Apesar do fenómeno da globalização se ter intensificado fortementeao longo das duas últimas décadas, ele não totalmente novo. Na verdade, aglobalização foi iniciada no séc. XIV com os descobrimentos portugueses, períodoem que as trocas comerciais adquiriram uma dimensão mundial. Ao longo dosséculos seguintes, a globalização foi-se intensificando motivada pelo acentuar dastrocas comerciais entre os países europeus e as suas colónias espalhadas por todo omundo e acentuadaspelos movimentos de liberalismo económico surgidos ao longodo séc. XIX. Na segunda metade do séc. XX, no rescaldo da IIª Guerra Mundial ofenómeno ganha novo ímpeto com o surgimento de diversas formas de integraçãoeconómica (com destaque para a CEE e para a EFTA, duas organizações nascidas naEuropa do pós-guerra), e o desenvolvimento dos transportes e das comunicações.Mas é já no final da década de 1980 que o termo globalização começa a serutilizado, designando não apenas a mundialização da economia, mas também ointercâmbio cultural e a interdependência social e política ao nível mundial. Umadas consequências mais evidentes da globalização é a deslocalização da produção,podendo as empresas transferir a sua produção industrial para países de mão-de-obramais barata o que, pelo menos teoricamente, poderá contribuir para uma melhorrepartição da riqueza. E de facto, são países como a China, a Índia ou o Brasil quemais estão a beneficiar com o processo de globalização na medida em que muitasempresas industriais dos países mais desenvolvidos estão a deslocalizar a suaprodução para estes países.
  3. 3. 3No âmbito capitalista consideramos a tecnologia principio fundamental para a produção emmassa que ocorre hoje no mundo inteiro podendo um produto ser fabricado em diversos lugares domundo como também comercializado, possibilitando assim um consumo muito maior que antes. Asnovas tecnologias de computação e de telecomunicação permitem que os produtos sejam resultadode operações efetivadas em diferentes países e mesmo continentes, vinculadas em tempo real. Estapossibilidade aumentoua capacidade de expansão das empresas multinacionais, dando-lhesagilidade a fim de localizar suas operações nos pontos mais vantajosos sob os aspectos de custo e demercado.Decorrente deste fator o mercado financeiro também tem forte impacto com aglobalização.Pois setratandode valores simbólicos, que não dependemde transporte material, asaplicações financeiras se transferem com velocidade instantânea. Por conseguinte, a revoluçãotecnológica nas telecomunicações e nas operações rápidasde informação e cálculo aumentou apotencia do setor de finanças. Juntamos a esse fenômeno o acúmulo de somas enormes derivadas dapoupança e colocadas à disposição de fundos de pensão, de fundos mútuos de investimento e decompanhias de seguro. Diante do sistema capitalista, a consequência é asupremacia adquirida pelasfinanças através dos bancos e de instituições não bancárias.Segundo Octavio Ianni (2002, p.19): “A fábrica global instala-se além de toda e qualquerfronteira, articulando capital, tecnologia, força de trabalho, divisão do trabalho social e outras forçasprodutivas. Acompanhada pelapublicidade, a mídia impressa e eletrônica, a indústria cultural,misturadas em jornais, revistas, livros, programas de rádio, emissões de televisão, videoclipes, fax,redes de computadores eoutros meios de comunicação, informação e fabulação, dissolve fronteiras,agiliza os mercados, generaliza o consumismo. Provoca a desterritorialização e reterritorializaçãodas coisas, gentese ideias.Promove o redimensionamento de espaços e tempos”.Estas mudanças são decorrentes do desenvolvimento da informática, da automação e dastelecomunicações foram fatores decisivos na constituição da globalização, pois estes não foramapenas mais um invento tecnológica, mas sim a transformação radical na maneira de conceber osprocessos produtivosque se tornaram mais integrados, centralizados e planejados.São inúmeros os benefícios que a globalização nos trouxe, pois a simples troca deinformações em momento real já evolução benéfica, sendo que podemos evitar inúmeros desastres eincidentes em frações de segundos. Como também as troca de conhecimento entre as culturas nosenriquece intelectualmente. Jamais nossos avós imaginariam que um receita de família poderia seconhecida mundialmente. Diante de tantas inovações a principio a humanidade tende a serbeneficiada, tanto culturalmente economicamente e no que diz respeito às novas tecnologias nosetor da Medicina.
  4. 4. 4Estamos vivendo uma nova etapa do desenvolvimento do capitalismo marcada pelamultiplicação da produção de mercadorias complexas que exigem a utilização de elevadacompetência profissional nas áreas de gestão empresarial, de materiais e de tecnologias sofisticadas.As mercadorias complexas não se reduzem nem a objetos materiais individualizados nem a simplesserviços. Elas são combinação do material e do imaterial, da intervenção direta de competências edo uso de bens de forte conteúdo técnico que implicam frequentemente em pesados investimentosna pesquisa, na produção de equipamentos e na formação de recursos humanos.As mercadorias complexas estão ligadas às áreas de informática, das telecomunicações, damultimídia, da biotecnologia, espacial, entre outras. Neste novo contexto, não há mais espaço paratrabalhador não qualificado.Para Manuel Castells (2002) a globalização possuem características marcantes que se fazimportante seu conhecimento:- As novas tecnologias da informação estão integrando o mundo emredes globais de instrumentalidade.A comunicação através do computador gera um vastodesdobramento de comunidades virtuais; No mundo de fluxos globais de riqueza, de poder e deimagens, a busca da identidade coletiva ou individual, atribuída ou construída, transforma-se nafonte fundamental de significado social; A tendência social e política são a construção da açãosocial e da política, em torno das identidades primárias, assim estão atribuídas ou enraizadas nahistória e na geografia ou são de recente construção na busca do significado e espiritualidade.Asprimeiras etapas históricas das sociedades informatizadas parecem caracterizar-sepelopreeminência da identidade como princípio organizativo;A identidade está transformando-se naprincipal e às vezes única fonte de significadoem um período histórico caracterizado por uma ampladesestruturação dasorganizações, deslegitimação das instituições, desaparecimento dosprincipaismovimentos sociais e expressões culturais efêmeras; O Estado exerce papel importante narelação entre tecnologia e sociedade, uma vezque detém, desencadeia ou dirige a inovaçãotecnológica; A capacidade ou falta de capacidade das sociedades para dominar a tecnologia e emparticular as que são estrategicamente decisivas em cada período histórico, define emboa parte seudestino;O mundo é verdadeiramente multicultural e interdependente que somentepodemoscompreender e mudar a partir de uma perspectiva plural que articule identidadecultural,interconexão global e política multidimensional;O advento da fabricação de alta tecnologia baseadana microeletrônica e nafabricação assistida por computador, que marcou o surgimento de uma novalógicade localização industrial, onde as empresas eletrônicas, produtoras de máquinas denovatecnologia da informação foram as primeiras a praticara estratégia delocalização, surgindo um novo
  5. 5. 5processo de produção baseado na informação, o novo espaço industrial se organiza em torno defluxos de informação;Regiões e redes constituem pólos interdependentes dentro do novo mosaicoespacialde inovação global;A interação da nova tecnologia da informação e os processos atuais demudançasocial teve um impacto substancial sobre as cidades e o espaço onde observamos quea vidacotidiana em ambiente eletrônico provocou um aumento espetacular dotrabalho a distância nasáreas metropolitanas do EUA, do trabalho autônomo ealternativo, uma piora no transporte urbano, ocrescimento do comércio on-line eutilização do computador na medicina;A nova economia global ea sociedade informacional emergente apresenta umanova forma espacial que se desenvolve em umavariedade de contextos sociais egeográficos: as megacidades que articulam a economia globalconectam as redesinformatizadas e concentram o poder mundial; A sociedade atual está construídaem torno de fluxos: fluxos de capital, fluxos deinformação, fluxos de tecnologia, fluxos de interaçãoorganizacional, fluxos deimagens, sons e símbolos. Os fluxos não são somente um elemento daorganizaçãosocial, mas é a expressão dos processos que dominam nossa vida econômica, política esimbólica;Como tudo neste mundo existe para a ação uma reação detalhamos muitos dos benefícios daglobalização, devemos também relatar as reações contrarias desta. Mediante tantas novidades anossa historia esta ficando mediata, isto, é todos os dias temos inovações em todos os setores denossa vida, fazendo com que nossos valores não perdurem por muito tempo. O que era novo ontemhoje já não mais oé. Dentro dos nossos lares esta situação faz com que nossas gerações percamvalores fundamentais para o bom convívio social, provocando dentre outros problemas oconsumismo desenfreado,o erotismo precoce, e o desinteresse nos laços familiares, sendo esteultimo motivado pelas Redes de Relacionamentos Virtuais .Gerando conflitos entre pais e filhos.Antigamente nossos valores eram concebidos de geração em geração, hoje porem nossos jovensabsorvem valores de fora dos seus lares.A estrutura familiar pouco a pouco perde sua formaoriginal, onde cada dia fica mais difícil, a integração dentro dos lares. O grande resultado disso éque antes os pais ensinavam os filhos os valores e princípios para seus filhos, ao par que estesrespeitavam por deterem mais sabedoria e informação.Mais um fator importante é do sintetismo das relações afetivas, como consumistas, os sereshumanos associam seus sentimentos a valores matérias, gerando assim relações de interesse e nãode sentimentos, motivo pelo qual os casamentos não perduram como antes. Devido a esse processode em que tudo tem que ser imediato, a relações tendem também a serem rápidas, porém em muitasdestas relações são os filhos que mais sofrem, causando-lhes danos e deixandopropícios a seremadotados pela mídia. Onde encontraram fantasias e alegrias que seu lar no momento pode oferecer.
  6. 6. 6No futuro esses jovens sem carinho e atenção serão pessoas egoístas, sem se importar com afelicidade ou sofrimento alheio, pois foi assim que aprenderam. Ao passo que o ser humano passa aolhar apenas para o seu próprio prazer, esquece-se da doação, do amor ao próximo, reflexo do altoconsumismo para satisfazer o vazio dentro de si.Esta falta de amor ao próximo é a origem da altacriminalidade, e da decadência humana, pois um ser que não ama e respeita o próximo, não valorizaa vida alheia, este somente preocupado para sua satisfação do seu EU.Sem poder impor seusprincípios os pais ficam de mãos atadas para deter essa modernização desenfreada dentro de seuslares.O mais importante de tudo isso é que esses jovens serão os futuros governantes, os quaisdiante do poder e do egoísmo se tornarão futuros tiranos capazes de inúmeros subterfúgios parasaciar sua fome de consumismo. O poder e a falta de princípios coloca em risco qualquer naçãodemocrática.Podemos dizer que o momento atual refere-se àemergência de um capitalismogeneralizado em que ocorre a transformação do homem em mercadoria (saúde, comércio de sangue,de órgãos, da procriação com a perspectiva futura, de gestão genética de toda sua existência) e damercantilização das funções sociais (educação e informação, conhecimento e gestão da opinião,com a perspectiva da decisão política, das tensões e dos conflitos), das atividades humanassuperiores (pesquisa científica, elaboração do conhecimento, das obras intelectuais e artísticas, coma perspectiva de gestão de princípios e valores), enfim tudo tem seu valor econômico.Também no aspecto negativo há de se falar da influencia negativade vários países em casode crise econômica em um país ou bloco econômico de grande importância. O exemplo maisatualdesta situação é a crise econômica de 2008 ocorrida nos Estados Unidos. Em que se espalhoupelos quatro cantos do mundo rapidamente, gerando desemprego, falta de crédito nos mercados,queda nas bolsas de valores, falências de empresas, diminuição de investimentos e muitadesconfiança. O mesmo aconteceu em 2011 com a crise econômica na Europa. A globalizaçãofavorece a transferência de empresas e empregos. Países que oferecerem boas condições (mão-de-obra barata e qualificada, baixa carga de impostos, matéria-prima barata, etc.) para costumam atrairempresas que saem de países onde o custo de produção é alto. Este fato acaba ocasionandodesemprego, principalmente, nos países mais desenvolvidos. No Brasil podemos exemplificar ocaso das fornecedoras da Renault, que receberam vários benefícios e isenções para se instalaremaqui, agora no momento em que tais isenções estão terminadas muitas das empresas estão fechandodeixando milhares de desempregados. A globalização tambémpode provocar distorções cambiais,principalmente alta valorização de moedas locais de países em desenvolvimento. Quando osEstados Unidos colocam no mercado uma grande quantidade de dólar, por exemplo, grande parceladeste volume acaba em países emergentes, valorizando a moeda local. Este fato acaba favorecendoas importações e desfavorecendo as exportações das empresas destes países emergentes. O Brasil,
  7. 7. 7por exemplo, tem sofrido com a alta valorização do Real nos últimos anos, desde que os bancoscentrais dos Estados Unidos e da Europa despejaram no mercado elevadíssimos volumes demoedas.Devido à facilidade das especulações financeiras, com tantas informações postas ao mundo,gera muitos problemas para as finanças, principalmente dos países em desenvolvimento. Como naglobalização os mercados dos países estão interligados, bilhões de dólares podem entrar ou sair deum país em questão de segundos. Este capital especulativo acaba prejudicando muito a economia dopaís.Esta é a situação que prevalece hoje no cenário internacional. A cada dia que passa,aumenta-se o poder das empresas transnacionais, acentua-se o declínio dos Estados-Nações e sãoameaçados os direitos dos povos. A própria ONU chega a admitir que as políticas governamentaisdevam se subordinar às políticas das empresas transnacionais. Não é por puro acaso que, no Brasil,estão ocorrendo privatizações das empresas estatais, a abertura do mercado nacional ao capitalestrangeiro e a tentativa de rever a Constituição do Brasil em todos aqueles pontos que interessamàs corporações transnacionais. O futuro de nações como o Brasil é sombrio diante da perspectiva deficarmos caudatários dos interesses das grandes corporações transnacionais.3 CONSIDERAÇÕES FINAISDiante de todas estas explanações podemos concluir que o capitalismo esta diretamenteligada à globalização desde muito antes do que imaginávamos, porém sua ascensão se deu após aqueda do socialismo na Europa, mas sua finalidade era a mesma produção em massa a um baixocusto.Verificamosque a globalização é uma consequência inevitável do capitalismo, e um fenômenoque acontece por causa das empresas que montam filiais em outros países e se tornammultinacionais ou transnacionais. Com a tecnologia e a informação dando o suporte necessário cadadia mais este quadro tende a crescer. Pois o capitalismo influencia a massa ao consumismo parasatisfação ilusória de bem estar. Ao primeiro passo podemos dizer que trouxe muitos benefícios,mas também são de fácil percepção os efeitos contrários. Sendo assim podemos citar vários fatorespositivos e negativos. Dentre eles os positivos são: Avanço da tecnologia; da medicina;dos meios tetransporte, e a ligação dos lugares através deles. E os negativos: Desemprego estrutural;Enfraquecimento do Estado-Nação;
  8. 8. 8Além disso, a globalização provoca mudança de muitas coisas no mundo. Ela trás costumesde um determinado lugar do mundo para outro lugar que era totalmente diferente. Se continuar essatroca de cultura o mundo poderá se tornar totalmente homogêneo, possuindo apenas uma únicalíngua e até uma mesma cultura.REFERÊNCIASCASTELLS, Manuel. El surgimiento de la sociedad de redes.Disponivel em<http://www.hipersociologia.org.ar/catedra/material/Castellscap6.html>Acessado em 03.05CASTELLS, Manuel. La era de la información.Disponível em<http://www.fsma.edu.br/visoes/ed03/3ed_artigo1.pdf> acessado 03.05GORENDER,Jacob. Globalização, Tecnologia e Trabalho. Instituto de Estudos Avançados daUniversidade de São Paulo.Disponivel em:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40141997000100017&script=sci_arttext Acessado em04.05IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Editora Civilização, 2002.LUTER,.Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/105/10502504.pdfNUNES. Paulo. Globalização e Economia2008. Disponível em: <http://www.knoow.net/cienceconempr/economia/globalizacao.htm#vermais> Acessado 04.05

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