ARTIGO : INCLUSÃO DE UMA ALUNA CEGA
EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM
QUÍMICA
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Quanto a Abordagem
Pesquisa qualitativa
• “Consideramos também que “a importância dos recursos
elaborados para alunos com ...
Quanto a Abordagem
Pesquisa qualitativa (Cont...)
• (...) Foi neste contexto de Ensino Superior inclusivo, que
realizamos ...
Quanto a Natureza
Pesquisa aplicada:
• Objetiva gerar conhecimento para aplicação prática,
dirigidos à solução de problema...
Quanto a Natureza
Resumo
• “A partir do ingresso de uma aluna cega no curso de
licenciatura em Química de uma universidade...
Resumo (cont...)
(...) A maioria dos docentes apontou a carência de
materiais didáticos e o despreparo para a interação co...
Quanto aos Objetivos
Exploratória: familiaridade com o problema
• “Rodrigues (2004) aponta que as principais dificuldades
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Quanto aos Objetivos
Exploratória: familiaridade com o problema (Cont...)
• (...) Pacheco e Costas (2006) apontam a formaç...
Quanto aos Objetivos
Exploratória: buscando hipóteses
• “Para garantir a permanência e sucesso do aluno com
NEE no Ensino ...
Quanto aos Objetivos
Exploratória: buscando hipóteses (Cont...)
• (...) Consideramos também que “a importância dos
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Quanto aos Procedimentos
Pesquisa-ação:
• A pesquisa ação é um tipo de investigação social com
base empírica que é concebi...
Quanto aos Procedimentos
• “(...) professores consideram que alunos com deficiência
visual não podem participar de ativida...
Referência:
• REGIANI, A. M.; MÓL, G. S. Inclusão de uma aluna
cega em um curso de licenciatura em química. Ciência
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Estratégias de Trabalho Docente - Estratégia 1: Aula Expositiva Dialogada

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Estratégias de Trabalho Docente - Estratégia 1: Aula Expositiva Dialogada

  1. 1. ARTIGO : INCLUSÃO DE UMA ALUNA CEGA EM UM CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA Componentes: Anderson Diêgo, Marília Carla, Viviane Mayara e Wallace Brenner. Licenciatura em Química – 4º Período. Fevereiro de 2014 Currais Novos -RN
  2. 2. Quanto a Abordagem Pesquisa qualitativa • “Consideramos também que “a importância dos recursos elaborados para alunos com deficiência visual está na possibilidade de participação, atuação e criação entre pessoas com e sem deficiência” (RAPOSO; MÓL, 2010, p. 309), levando a um “processo inclusivo no qual todos aprendem, independente [sic] de suas características individuais” (RAPOSO; MÓL, 2010, p. 309). (...)
  3. 3. Quanto a Abordagem Pesquisa qualitativa (Cont...) • (...) Foi neste contexto de Ensino Superior inclusivo, que realizamos essa pesquisa qualitativa, buscando compreender as dimensões do pensamento dos docentes de um curso superior de licenciatura em Química, frente ao processo de inclusão de uma discente cega.”
  4. 4. Quanto a Natureza Pesquisa aplicada: • Objetiva gerar conhecimento para aplicação prática, dirigidos à solução de problemas específicos. Envolve verdades de interesses locais.
  5. 5. Quanto a Natureza Resumo • “A partir do ingresso de uma aluna cega no curso de licenciatura em Química de uma universidade pública, foi desenvolvida a presente reflexão sobre a inclusão de alunos deficientes visuais em cursos superiores de Química. Os docentes deste curso responderam a um questionário no qual expressaram temores e ideias sobre inclusão e iniciativas em sala de aula. Verificou-se que a educação inclusiva neste nível requer a reconstrução do sistema de ensino, com superação de várias barreiras pedagógicas. (...)
  6. 6. Resumo (cont...) (...) A maioria dos docentes apontou a carência de materiais didáticos e o despreparo para a interação com as necessidades específicas como causa principal da dificuldade na formação da discente cega. Apesar disso, a presença e a convivência desta aluna com os colegas contribuem para a formação de professores mais capacitados para lidar com as diferença, por vivenciarem o processo de inclusão e, dessa forma, acreditarem que isso é possível e viável.” • Palavras-chave: Deficiente visual. Necessidade educacional especial. Ensino Superior. Ensino de Química. Inclusão.
  7. 7. Quanto aos Objetivos Exploratória: familiaridade com o problema • “Rodrigues (2004) aponta que as principais dificuldades no Ensino Superior, seja ele inclusivo ou não, são decorrentes de o processo ensino-aprendizagem ser considerado como uma transferência de informação e de a universidade atribuir exclusivamente ao estudante a responsabilidade da aprendizagem. O reflexo deste despreparo docente é ainda maior na perspectiva do ensino inclusivo. (...)
  8. 8. Quanto aos Objetivos Exploratória: familiaridade com o problema (Cont...) • (...) Pacheco e Costas (2006) apontam a formação docente como um dos maiores obstáculos para a inclusão, relatando que muitos professores só adquirem informação e formação sobre alunos com necessidades educacionais especiais quando se encontram com eles na sala de aula.”
  9. 9. Quanto aos Objetivos Exploratória: buscando hipóteses • “Para garantir a permanência e sucesso do aluno com NEE no Ensino Superior, é importante a adoção de políticas institucionais de acompanhamento que permitam identificar este aluno, compreender suas necessidades educativas e preparar professores e servidores para que possam atendê-las (MAZZONI; TORRES; ANDRADE, 2001). (...)
  10. 10. Quanto aos Objetivos Exploratória: buscando hipóteses (Cont...) • (...) Consideramos também que “a importância dos recursos elaborados para alunos com deficiência visual está na possibilidade de participação, atuação e criação entre pessoas com e sem deficiência” (RAPOSO; MÓL, 2010, p. 309), levando a um “processo inclusivo no qual todos aprendem independentes de suas características individuais” (RAPOSO; MÓL, 2010, p. 309).”
  11. 11. Quanto aos Procedimentos Pesquisa-ação: • A pesquisa ação é um tipo de investigação social com base empírica que é concebida e realizada em estreita associação com uma ação ou com a resolução de um problema coletivo no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo.
  12. 12. Quanto aos Procedimentos • “(...) professores consideram que alunos com deficiência visual não podem participar de atividades em um dos principais ambientes educacionais de um curso de Química: o laboratório. Essa “incapacidade”, decorrência da impossibilidade de ver, limitaria a ação do aluno frente aos materiais e substâncias do laboratório (CAMARGO et al., 2007). Isto condicionaria alunos com deficiência visual a frequentarem cursos distintos dos cursos relacionados às ciências exatas.”
  13. 13. Referência: • REGIANI, A. M.; MÓL, G. S. Inclusão de uma aluna cega em um curso de licenciatura em química. Ciência & Educação. v. 19, n.1, p. 123-134, 2013.

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