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Idosos no Mercado de
Trabalho.

Aluna: Viviane Alves Mundim
Prof:Miriam Borba
Curso: Técnico de Enfermagem
Saúde do Idoso
Trabalhar a conceituação de idoso nos
remete essencialmente a duas
diferenciações basilares: velhice e
envelhecimento, processo que se
inicia ao nascimento, fenômeno
inflexível que apresenta características
diferenciadas de acordo com a
cultura, com o tempo e o espaço; já a
velhice é a última fase do ciclo vital do
ser. Segundo a Organização das
Nações Unidas – ONU considera-se
idoso, nos países
desenvolvidos, pessoa com idade de
65 anos e para os países em
desenvolvimento 60 anos, apreciando
ainda dimensões
biológica, cronológica, psicológica, exis
tencial, cultural, econômica, política, s
ocial, entre outras para se definir a
categoria.
O “ser idoso” deveria
significar a continuação da
luta por direitos civis. O
idoso pode contribuir com
suas experiências
diversificadas e adquiridas
em anos de vivência e de
trabalho. Indivíduos
saudáveis na dita terceira
idade ainda podem exercer
atividades profissionais, por
apresentarem capacidade
física e intelectual e por
possuírem conhecimentos e
experiências acumuladas.
O mercado de trabalho, entretanto, mostra-se
preconceituoso, receoso, limitando a ocupação de
determinados cargos obrigando o idoso a conviver
com o problema de recolocação e inserção no
mercado que valoriza o jovem e discrimina o
“velho”, ao considerá-lo como um trabalhador que já
se tornou improdutivo e obsoleto, coagindo muitos
destes sujeitos aposentados ou apenas
desempregados a esquadrinhar formas alternativas
de complementação de renda.
Todos dizem que o avanço da idade é um fator
que pesa na hora da busca de uma colocação
profissional. Pessoas que são demitidas após os
40 anos costumam relatar encontrarem
dificuldades na busca por uma nova vaga no
mercado de trabalho.
Alguns motivos levam os idosos a não largarem
seus empregos após a aposentadoria ou a
buscarem outro trabalho após aposentados, dois
deles merecem destaque: a busca de
complementação da renda e o desejo de se sentir
socialmente produtivo e ativo
Muitos idosos necessitam complementar seu
salário, pois o valor da aposentadoria normalmente
costuma ser menor que o valor que o indivíduo recebia
enquanto trabalhava, especialmente para os
profissionais que recebiam comissões ou costumavam
fazer horas-extra.
Já outros sentem a aposentadoria como um peso, um
sinal do avanço da idade, que caracteriza o final de uma
vida produtiva economicamente e o início de uma vida
improdutiva. Alguns acostumaram tanto a trabalhar
que não conseguem se imaginar sem o seu
trabalho, não pensam em nenhuma forma de ocupação
do tempo livre a não ser o trabalho.
Em ambos os casos, se o
idoso sente vontade de
trabalhar, tem saúde para
isso ou realmente existe
essa necessidade de
complementação da
renda, vale a pena
retornar ao mercado de
trabalho. Interessante
observar que geralmente
estes idosos que
trabalham não
apresentam sintomas de
demência.
A opinião da família sobre a
aposentadoria também pode ser
um fator que pesa na hora de
decidir parar de trabalhar ou não.
Alguns desejam que o idoso fique
em casa, principalmente quando
outros membros da família
trabalham e precisam de alguém
para cuidar da casa, dos
netos, fazer serviço de
banco, dentre outras atividades
preferencialmente
desempenhadas por quem não
trabalham fora.).
Por outro lado, também
existem familiares que
não querem ter em casa
um aposentado que fica
a toa o dia todo, implica
com todo mundo e
atrapalha o serviço da
casa(palavras da esposa
de um aposentado que
não se acostumou com
essa nova rotina do
marido em casa o dia
todo.
A aposentadoria é um direito
merecido de todo
trabalhador, porém, independen
te dos anos de trabalho, cabe ao
próprio indivíduo decidir quando
é hora de parar e, neste
caso, decidir o que fazer para
ocupar o tempo livre. Uma coisa
é certa: a aposentadoria não
pode piorar a qualidade de vida
do idoso, pelo contrário!
Por isso, é extremamente necessário a
implementação de projetos e
campanhas que ensinem o cidadão de
todas as idades e classes sociais a
respeitarem e tomarem consciência de que
o idoso, é um cidadão que demanda
atenção específica em alguns aspectos, mas
está vivo e apto para o trabalho. Podendo
apresentar ou não alguns limites, para
determinadas profissões. Vale lembrar, que
o jovem também tem as suas aptidões e
dificuldades. Portanto, a juventude não é
um passaporte para que o jovem exerça
todas as funções. Afinal, ele também tem os
seus limites, medos e frustrações.
Por fim, precisamos
entender que o idoso
deve ter a opção. Deve
poder escolher entre
continuar trabalhando
ou parar de trabalhar. É
preciso pensar no idoso
enquanto sujeito ativo
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Idosos no mercado de trabalho

  • 1. Idosos no Mercado de Trabalho. Aluna: Viviane Alves Mundim Prof:Miriam Borba Curso: Técnico de Enfermagem Saúde do Idoso
  • 2. Trabalhar a conceituação de idoso nos remete essencialmente a duas diferenciações basilares: velhice e envelhecimento, processo que se inicia ao nascimento, fenômeno inflexível que apresenta características diferenciadas de acordo com a cultura, com o tempo e o espaço; já a velhice é a última fase do ciclo vital do ser. Segundo a Organização das Nações Unidas – ONU considera-se idoso, nos países desenvolvidos, pessoa com idade de 65 anos e para os países em desenvolvimento 60 anos, apreciando ainda dimensões biológica, cronológica, psicológica, exis tencial, cultural, econômica, política, s ocial, entre outras para se definir a categoria.
  • 3. O “ser idoso” deveria significar a continuação da luta por direitos civis. O idoso pode contribuir com suas experiências diversificadas e adquiridas em anos de vivência e de trabalho. Indivíduos saudáveis na dita terceira idade ainda podem exercer atividades profissionais, por apresentarem capacidade física e intelectual e por possuírem conhecimentos e experiências acumuladas.
  • 4. O mercado de trabalho, entretanto, mostra-se preconceituoso, receoso, limitando a ocupação de determinados cargos obrigando o idoso a conviver com o problema de recolocação e inserção no mercado que valoriza o jovem e discrimina o “velho”, ao considerá-lo como um trabalhador que já se tornou improdutivo e obsoleto, coagindo muitos destes sujeitos aposentados ou apenas desempregados a esquadrinhar formas alternativas de complementação de renda.
  • 5. Todos dizem que o avanço da idade é um fator que pesa na hora da busca de uma colocação profissional. Pessoas que são demitidas após os 40 anos costumam relatar encontrarem dificuldades na busca por uma nova vaga no mercado de trabalho. Alguns motivos levam os idosos a não largarem seus empregos após a aposentadoria ou a buscarem outro trabalho após aposentados, dois deles merecem destaque: a busca de complementação da renda e o desejo de se sentir socialmente produtivo e ativo
  • 6. Muitos idosos necessitam complementar seu salário, pois o valor da aposentadoria normalmente costuma ser menor que o valor que o indivíduo recebia enquanto trabalhava, especialmente para os profissionais que recebiam comissões ou costumavam fazer horas-extra. Já outros sentem a aposentadoria como um peso, um sinal do avanço da idade, que caracteriza o final de uma vida produtiva economicamente e o início de uma vida improdutiva. Alguns acostumaram tanto a trabalhar que não conseguem se imaginar sem o seu trabalho, não pensam em nenhuma forma de ocupação do tempo livre a não ser o trabalho.
  • 7. Em ambos os casos, se o idoso sente vontade de trabalhar, tem saúde para isso ou realmente existe essa necessidade de complementação da renda, vale a pena retornar ao mercado de trabalho. Interessante observar que geralmente estes idosos que trabalham não apresentam sintomas de demência.
  • 8. A opinião da família sobre a aposentadoria também pode ser um fator que pesa na hora de decidir parar de trabalhar ou não. Alguns desejam que o idoso fique em casa, principalmente quando outros membros da família trabalham e precisam de alguém para cuidar da casa, dos netos, fazer serviço de banco, dentre outras atividades preferencialmente desempenhadas por quem não trabalham fora.).
  • 9. Por outro lado, também existem familiares que não querem ter em casa um aposentado que fica a toa o dia todo, implica com todo mundo e atrapalha o serviço da casa(palavras da esposa de um aposentado que não se acostumou com essa nova rotina do marido em casa o dia todo.
  • 10. A aposentadoria é um direito merecido de todo trabalhador, porém, independen te dos anos de trabalho, cabe ao próprio indivíduo decidir quando é hora de parar e, neste caso, decidir o que fazer para ocupar o tempo livre. Uma coisa é certa: a aposentadoria não pode piorar a qualidade de vida do idoso, pelo contrário!
  • 11. Por isso, é extremamente necessário a implementação de projetos e campanhas que ensinem o cidadão de todas as idades e classes sociais a respeitarem e tomarem consciência de que o idoso, é um cidadão que demanda atenção específica em alguns aspectos, mas está vivo e apto para o trabalho. Podendo apresentar ou não alguns limites, para determinadas profissões. Vale lembrar, que o jovem também tem as suas aptidões e dificuldades. Portanto, a juventude não é um passaporte para que o jovem exerça todas as funções. Afinal, ele também tem os seus limites, medos e frustrações.
  • 12. Por fim, precisamos entender que o idoso deve ter a opção. Deve poder escolher entre continuar trabalhando ou parar de trabalhar. É preciso pensar no idoso enquanto sujeito ativo que se inclui de forma ajustada na sociedade em que vive.
  • 13. Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?