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ANOS E AS ÁREAS DO 
CONHECIMENTO. 
Patrícia Corsino
A inclusão das crianças de 6 anos no 
Ensino Fundamental é um desafio, porque 
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nós, docentes, temos uma parcela de 
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Segundo Vygotsky, é importante 
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alunos, trabalhando com exemplos 
concretos, reais, para que o aluno tome 
ciência de que o conceito é verdadeiro.
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significado de uma nova palavra, o 
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Vygostky
Para uma boa aprendizagem é 
necessário que o profissional diversifique 
as atividades. É necessária a criação de 
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desafiar a criança, para que não se torne 
algo monótono.
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também é de suma importância, pois 
classifica o espaço e ponde valorizar o 
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criança se sinta sempre estimulada a 
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Sendo assim, a leitura do texto nos leva 
à reflexão a qual todo educador e professor 
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Trazendo essa mensagem principal como 
pano de fundo para a educação, temos um 
conflito entre a teoria e a prática. Pois quando 
nos referimos à crianças, ao ser infantil, não 
podemos, jamais, ligá-lo a um padrão. Já que a 
criança é um ser criativo, espontâneo e curioso, 
a escola não deveria ser um espaço que a faz 
reter conhecimento, pelo contrário, a escola 
deveria ser um espaço de inspiração para que a 
criança alcance o sucesso.
Alunas: 
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•Larissa Santos; 
•Renata Flores; 
•Viviane Stoffel. 
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Educação da Baixada Fluminense – Universidade 
do Estado do Rio de Janeiro.

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As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento EEPP IV

  • 1. AS CRIANÇAS DE SEIS ANOS E AS ÁREAS DO CONHECIMENTO. Patrícia Corsino
  • 2. A inclusão das crianças de 6 anos no Ensino Fundamental é um desafio, porque o meio em que a mesma vive, vai para dentro da sala de aula e não há um planejamento adequado para suprir as necessidades das crianças. Por isso, há uma série de questionamentos de como e o que ensinar nas diferentes áreas do currículo.
  • 3. A criança, em seu meio social, adquiri uma diversidade de conhecimentos, que por muitas vezes não são utilizados em sala de aula.
  • 4. Conhecer as crianças, significa saber interesses e preferências de cada uma delas, as formas de aprendizagem, as facilidades e dificuldades, como é a sua interação em seu grupo familiar dentro e fora da escola.
  • 5. É de suma importância que a gente amplifique as experiências e práticas socioculturais capazes de impulsionar o desenvolvimento da criança, uma vez que nós, docentes, temos uma parcela de responsabilidade que é essencial para o aluno.
  • 6. Segundo Vygotsky, é importante formar conceitos para a formação dos alunos, trabalhando com exemplos concretos, reais, para que o aluno tome ciência de que o conceito é verdadeiro.
  • 7. “Na medida em que a criança toma conhecimento pela primeira vez do significado de uma nova palavra, o processo de desenvolvimento dos conceitos não termina, mas está apenas começando”. Vygostky
  • 8. Para uma boa aprendizagem é necessário que o profissional diversifique as atividades. É necessária a criação de novas experiências sempre para instigar e desafiar a criança, para que não se torne algo monótono.
  • 9. A organização do espaço escolar também é de suma importância, pois classifica o espaço e ponde valorizar o ambiente social, fazendo assim, com que a criança se sinta sempre estimulada a frequentar a escola.
  • 10. Sendo assim, a leitura do texto nos leva à reflexão a qual todo educador e professor deve realizar um dia. Reflexões baseadas em perguntas como: “ O que ensinamos?”, “Por que ensinamos?” e “ Como ensinamos?”. Fazemos parte de uma cultura onde a mensagem principal tenta criar figuras padrões gerando um sentimento que afirma que tudo o que tende a fugir ou se desviar minimamente dessas figuras padrões, está errado.
  • 11. Trazendo essa mensagem principal como pano de fundo para a educação, temos um conflito entre a teoria e a prática. Pois quando nos referimos à crianças, ao ser infantil, não podemos, jamais, ligá-lo a um padrão. Já que a criança é um ser criativo, espontâneo e curioso, a escola não deveria ser um espaço que a faz reter conhecimento, pelo contrário, a escola deveria ser um espaço de inspiração para que a criança alcance o sucesso.
  • 12. Alunas: •Caroline Pires; •Larissa Santos; •Renata Flores; •Viviane Stoffel. Alunas da disciplina de EEPP IV, da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense – Universidade do Estado do Rio de Janeiro.