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Horde
Versão 1.0.0
Sumário
I Sobre essa Apostila 3
II Informações Básicas 5
III GNU Free Documentation License 10
IV Horde 19
1 O que é Horde 20
2 Plano de ensino 21
2.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.4 Descrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.5 Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.6 Cronograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.7 Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
2.8 Avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
2.9 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
3 Noções 24
3.1 O que é o Horde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
3.2 O objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
3.3 O código . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
3.4 Aplicativos Horde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
4 Condições 26
4.1 Primeiras notas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
4.2 O IMP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
4.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
5 Preparações 1 (Apache e Imap) 29
5.1 Apache . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
5.2 Imap . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30
1
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
6 Preparações 2 (MySQL e Wizard) 32
6.1 MySQL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
6.2 Horde Wizard . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32
7 Configurações 1 (Horde) 34
7.1 Início . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
7.2 Aba de autenticação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34
7.3 Aba de banco de dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
7.4 Aba de preferências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
7.5 Aba do datatree . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
7.6 Outras abas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36
8 Configurações 2 (Imap) 38
8.1 Aba de utilidades externas e do menu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38
8.2 Aba de restrições e permissões de usuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
8.3 Aba do servidor de e-mail . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
8.4 Aba de composição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
8.5 Finalizando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40
9 Opções Globais e notas finais 41
9.1 Opções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41
9.2 Notas finais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
2
Parte I
Sobre essa Apostila
3
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Conteúdo
O conteúdo dessa apostila é fruto da compilação de diversos materiais livres publicados na in-
ternet, disponíveis em diversos sites ou originalmente produzido no CDTC (http://www.cdtc.org.br.)
O formato original deste material bem como sua atualização está disponível dentro da licença
GNU Free Documentation License, cujo teor integral encontra-se aqui reproduzido na seção de
mesmo nome, tendo inclusive uma versão traduzida (não oficial).
A revisão e alteração vem sendo realizada pelo CDTC (suporte@cdtc.org.br) desde outubro
de 2006. Críticas e sugestões construtivas serão bem-vindas a qualquer hora.
Autores
A autoria deste é de responsabilidade de Tomas Ribeiro Cardoso (tomas@cdtc.org.br).
O texto original faz parte do projeto Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento que
vêm sendo realizado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) em conjunto com
outros parceiros institucionais, e com as universidades federais brasileiras que tem produzido e
utilizado Software Livre apoiando inclusive a comunidade Free Software junto a outras entidades
no país.
Informações adicionais podem ser obtidas através do email ouvidoria@cdtc.org.br, ou da
home page da entidade, através da URL http://www.cdtc.org.br.
Garantias
O material contido nesta apostila é isento de garantias e o seu uso é de inteira responsabi-
lidade do usuário/leitor. Os autores, bem como o ITI e seus parceiros, não se responsabilizam
direta ou indiretamente por qualquer prejuízo oriundo da utilização do material aqui contido.
Licença
Copyright ©2006, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (cdtc@iti.gov.br) .
Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms
of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by
the Free Software Foundation; with the Invariant Chapter being SOBRE ESSA APOS-
TILA. A copy of the license is included in the section entitled GNU Free Documentation
License.
4
Parte II
Informações Básicas
5
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Sobre o CDTC
Objetivo Geral
O Projeto CDTC visa a promoção e o desenvolvimento de ações que incentivem a dissemina-
ção de soluções que utilizem padrões abertos e não proprietários de tecnologia, em proveito do
desenvolvimento social, cultural, político, tecnológico e econômico da sociedade brasileira.
Objetivo Específico
Auxiliar o Governo Federal na implantação do plano nacional de software não-proprietário e
de código fonte aberto, identificando e mobilizando grupos de formadores de opinião dentre os
servidores públicos e agentes políticos da União Federal, estimulando e incentivando o mercado
nacional a adotar novos modelos de negócio da tecnologia da informação e de novos negócios
de comunicação com base em software não-proprietário e de código fonte aberto, oferecendo
treinamento específico para técnicos, profissionais de suporte e funcionários públicos usuários,
criando grupos de funcionários públicos que irão treinar outros funcionários públicos e atuar como
incentivadores e defensores dos produtos de software não proprietários e código fonte aberto, ofe-
recendo conteúdo técnico on-line para serviços de suporte, ferramentas para desenvolvimento de
produtos de software não proprietários e do seu código fonte livre, articulando redes de terceiros
(dentro e fora do governo) fornecedoras de educação, pesquisa, desenvolvimento e teste de pro-
dutos de software livre.
Guia do aluno
Neste guia, você terá reunidas uma série de informações importantes para que você comece
seu curso. São elas:
• Licenças para cópia de material disponível;
• Os 10 mandamentos do aluno de Educação a Distância;
• Como participar dos foruns e da wikipédia;
• Primeiros passos.
É muito importante que você entre em contato com TODAS estas informações, seguindo o
roteiro acima.
Licença
Copyright ©2006, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (cdtc@iti.gov.br).
6
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos
da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior
públicada pela Free Software Foundation; com o Capitulo Invariante SOBRE ESSA
APOSTILA. Uma cópia da licença está inclusa na seção entitulada "Licença de Docu-
mentação Livre GNU".
Os 10 mandamentos do aluno de educação online
• 1. Acesso à Internet: ter endereço eletrônico, um provedor e um equipamento adequado é
pré-requisito para a participação nos cursos a distância;
• 2. Habilidade e disposição para operar programas: ter conhecimentos básicos de Informá-
tica é necessário para poder executar as tarefas;
• 3. Vontade para aprender colaborativamente: interagir, ser participativo no ensino a distân-
cia conta muitos pontos, pois irá colaborar para o processo ensino-aprendizagem pessoal,
dos colegas e dos professores;
• 4. Comportamentos compatíveis com a etiqueta: mostrar-se interessado em conhecer seus
colegas de turma respeitando-os e se fazendo ser respeitado pelos mesmos;
• 5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão
e a sua recuperação de materiais;
• 6. Vontade para realizar as atividades no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e
realizá-las em tempo real;
• 7. Curiosidade e abertura para inovações: aceitar novas idéias e inovar sempre;
• 8. Flexibilidade e adaptação: requisitos necessário à mudança tecnológica, aprendizagens
e descobertas;
• 9. Objetividade em sua comunicação: comunicar-se de forma clara, breve e transparente é
ponto - chave na comunicação pela Internet;
• 10. Responsabilidade: ser responsável por seu próprio aprendizado. O ambiente virtual não
controla a sua dedicação, mas reflete os resultados do seu esforço e da sua colaboração.
Como participar dos fóruns e Wikipédia
Você tem um problema e precisa de ajuda?
Podemos te ajudar de 2 formas:
A primeira é o uso dos fóruns de notícias e de dúvidas gerais que se distinguem pelo uso:
. O fórum de notícias tem por objetivo disponibilizar um meio de acesso rápido a informações
que sejam pertinentes ao curso (avisos, notícias). As mensagens postadas nele são enviadas a
7
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
todos participantes. Assim, se o monitor ou algum outro participante tiver uma informação que
interesse ao grupo, favor postá-la aqui.
Porém, se o que você deseja é resolver alguma dúvida ou discutir algum tópico específico do
curso. É recomendado que você faça uso do Fórum de dúvidas gerais que lhe dá recursos mais
efetivos para esta prática.
. O fórum de dúvidas gerais tem por objetivo disponibilizar um meio fácil, rápido e interativo
para solucionar suas dúvidas e trocar experiências. As mensagens postadas nele são enviadas
a todos participantes do curso. Assim, fica muito mais fácil obter respostas, já que todos podem
ajudar.
Se você receber uma mensagem com algum tópico que saiba responder, não se preocupe com a
formalização ou a gramática. Responda! E não se esqueça de que antes de abrir um novo tópico
é recomendável ver se a sua pergunta já foi feita por outro participante.
A segunda forma se dá pelas Wikis:
. Uma wiki é uma página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja, qualquer par-
ticipante pode inserir, editar, apagar textos. As versões antigas vão sendo arquivadas e podem
ser recuperadas a qualquer momento que um dos participantes o desejar. Assim, ela oferece um
ótimo suporte a processos de aprendizagem colaborativa. A maior wiki na web é o site "Wikipé-
dia", uma experiência grandiosa de construção de uma enciclopédia de forma colaborativa, por
pessoas de todas as partes do mundo. Acesse-a em português pelos links:
• Página principal da Wiki - http://pt.wikipedia.org/wiki/
Agradecemos antecipadamente a sua colaboração com a aprendizagem do grupo!
Primeiros Passos
Para uma melhor aprendizagem é recomendável que você siga os seguintes passos:
• Ler o Plano de Ensino e entender a que seu curso se dispõe a ensinar;
• Ler a Ambientação do Moodle para aprender a navegar neste ambiente e se utilizar das
ferramentas básicas do mesmo;
• Entrar nas lições seguindo a seqüência descrita no Plano de Ensino;
• Qualquer dúvida, reporte ao Fórum de Dúvidas Gerais.
Perfil do Tutor
Segue-se uma descrição do tutor ideal, baseada no feedback de alunos e de tutores.
O tutor ideal é um modelo de excelência: é consistente, justo e profissional nos respectivos
valores e atitudes, incentiva mas é honesto, imparcial, amável, positivo, respeitador, aceita as
idéias dos estudantes, é paciente, pessoal, tolerante, apreciativo, compreensivo e pronto a ajudar.
8
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
A classificação por um tutor desta natureza proporciona o melhor feedback possível, é crucial, e,
para a maior parte dos alunos, constitui o ponto central do processo de aprendizagem.’ Este tutor
ou instrutor:
• fornece explicações claras acerca do que ele espera e do estilo de classificação que irá
utilizar;
• gosta que lhe façam perguntas adicionais;
• identifica as nossas falhas, mas corrige-as amavelmente’, diz um estudante, ’e explica por-
que motivo a classificação foi ou não foi atribuída’;
• tece comentários completos e construtivos, mas de forma agradável (em contraste com um
reparo de um estudante: ’os comentários deixam-nos com uma sensação de crítica, de
ameaça e de nervossismo’)
• dá uma ajuda complementar para encorajar um estudante em dificuldade;
• esclarece pontos que não foram entendidos, ou corretamente aprendidos anteriormente;
• ajuda o estudante a alcançar os seus objetivos;
• é flexível quando necessário;
• mostra um interesse genuíno em motivar os alunos (mesmo os principiantes e, por isso,
talvez numa fase menos interessante para o tutor);
• escreve todas as correções de forma legível e com um nível de pormenorização adequado;
• acima de tudo, devolve os trabalhos rapidamente;
9
Parte III
GNU Free Documentation License
10
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
(Traduzido pelo João S. O. Bueno através do CIPSGA em 2001)
Esta é uma tradução não oficial da Licença de Documentação Livre GNU em Português Brasi-
leiro. Ela não é publicada pela Free Software Foundation, e não se aplica legalmente a distribuição
de textos que usem a GFDL - apenas o texto original em Inglês da GNU FDL faz isso. Entretanto,
nós esperamos que esta tradução ajude falantes de português a entenderem melhor a GFDL.
This is an unofficial translation of the GNU General Documentation License into Brazilian Por-
tuguese. It was not published by the Free Software Foundation, and does not legally state the
distribution terms for software that uses the GFDL–only the original English text of the GFDL does
that. However, we hope that this translation will help Portuguese speakers understand the GFDL
better.
Licença de Documentação Livre GNU Versão 1.1, Março de 2000
Copyright (C) 2000 Free Software Foundation, Inc.
59 Temple Place, Suite 330, Boston, MA 02111-1307 USA
É permitido a qualquer um copiar e distribuir cópias exatas deste documento de licença, mas
não é permitido alterá-lo.
INTRODUÇÃO
O propósito desta Licença é deixar um manual, livro-texto ou outro documento escrito "livre"no
sentido de liberdade: assegurar a qualquer um a efetiva liberdade de copiá-lo ou redistribui-lo,
com ou sem modificações, comercialmente ou não. Secundariamente, esta Licença mantém
para o autor e editor uma forma de ter crédito por seu trabalho, sem ser considerado responsável
pelas modificações feitas por terceiros.
Esta Licença é um tipo de "copyleft"("direitos revertidos"), o que significa que derivações do
documento precisam ser livres no mesmo sentido. Ela complementa a GNU Licença Pública Ge-
ral (GNU GPL), que é um copyleft para software livre.
Nós fizemos esta Licença para que seja usada em manuais de software livre, por que software
livre precisa de documentação livre: um programa livre deve ser acompanhado de manuais que
provenham as mesmas liberdades que o software possui. Mas esta Licença não está restrita a
manuais de software; ela pode ser usada para qualquer trabalho em texto, independentemente
do assunto ou se ele é publicado como um livro impresso. Nós recomendamos esta Licença prin-
cipalmente para trabalhos cujo propósito seja de introdução ou referência.
APLICABILIDADE E DEFINIÇÕES
Esta Licença se aplica a qualquer manual ou outro texto que contenha uma nota colocada pelo
detentor dos direitos autorais dizendo que ele pode ser distribuído sob os termos desta Licença.
O "Documento"abaixo se refere a qualquer manual ou texto. Qualquer pessoa do público é um
11
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
licenciado e é referida como "você".
Uma "Versão Modificada"do Documento se refere a qualquer trabalho contendo o documento
ou uma parte dele, quer copiada exatamente, quer com modificações e/ou traduzida em outra
língua.
Uma "Seção Secundária"é um apêndice ou uma seção inicial do Documento que trata ex-
clusivamente da relação dos editores ou dos autores do Documento com o assunto geral do
Documento (ou assuntos relacionados) e não contém nada que poderia ser incluído diretamente
nesse assunto geral (Por exemplo, se o Documento é em parte um livro texto de matemática, a
Seção Secundária pode não explicar nada de matemática).
Essa relação poderia ser uma questão de ligação histórica com o assunto, ou matérias relaci-
onadas, ou de posições legais, comerciais, filosóficas, éticas ou políticas relacionadas ao mesmo.
As "Seções Invariantes"são certas Seções Secundárias cujos títulos são designados, como
sendo de Seções Invariantes, na nota que diz que o Documento é publicado sob esta Licença.
Os "Textos de Capa"são certos trechos curtos de texto que são listados, como Textos de Capa
Frontal ou Textos da Quarta Capa, na nota que diz que o texto é publicado sob esta Licença.
Uma cópia "Transparente"do Documento significa uma cópia que pode ser lida automatica-
mente, representada num formato cuja especificação esteja disponível ao público geral, cujos
conteúdos possam ser vistos e editados diretamente e sem mecanismos especiais com editores
de texto genéricos ou (para imagens compostas de pixels) programas de pintura genéricos ou
(para desenhos) por algum editor de desenhos grandemente difundido, e que seja passível de
servir como entrada a formatadores de texto ou para tradução automática para uma variedade
de formatos que sirvam de entrada para formatadores de texto. Uma cópia feita em um formato
de arquivo outrossim Transparente cuja constituição tenha sido projetada para atrapalhar ou de-
sencorajar modificações subsequentes pelos leitores não é Transparente. Uma cópia que não é
"Transparente"é chamada de "Opaca".
Exemplos de formatos que podem ser usados para cópias Transparentes incluem ASCII sim-
ples sem marcações, formato de entrada do Texinfo, formato de entrada do LaTex, SGML ou XML
usando uma DTD disponibilizada publicamente, e HTML simples, compatível com os padrões, e
projetado para ser modificado por pessoas. Formatos opacos incluem PostScript, PDF, formatos
proprietários que podem ser lidos e editados apenas com processadores de texto proprietários,
SGML ou XML para os quais a DTD e/ou ferramentas de processamento e edição não estejam
disponíveis para o público, e HTML gerado automaticamente por alguns editores de texto com
finalidade apenas de saída.
A "Página do Título"significa, para um livro impresso, a página do título propriamente dita,
mais quaisquer páginas subsequentes quantas forem necessárias para conter, de forma legível,
o material que esta Licença requer que apareça na página do título. Para trabalhos que não
tenham uma página do título, "Página do Título"significa o texto próximo da aparição mais proe-
minente do título do trabalho, precedendo o início do corpo do texto.
12
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
FAZENDO CÓPIAS EXATAS
Você pode copiar e distribuir o Documento em qualquer meio, de forma comercial ou não
comercial, desde que esta Licença, as notas de copyright, e a nota de licença dizendo que esta
Licença se aplica ao documento estejam reproduzidas em todas as cópias, e que você não acres-
cente nenhuma outra condição, quaisquer que sejam, às desta Licença.
Você não pode usar medidas técnicas para obstruir ou controlar a leitura ou confecção de
cópias subsequentes das cópias que você fizer ou distribuir. Entretanto, você pode aceitar com-
pensação em troca de cópias. Se você distribuir uma quantidade grande o suficiente de cópias,
você também precisa respeitar as condições da seção 3.
Você também pode emprestar cópias, sob as mesmas condições colocadas acima, e também
pode exibir cópias publicamente.
FAZENDO CÓPIAS EM QUANTIDADE
Se você publicar cópias do Documento em número maior que 100, e a nota de licença do
Documento obrigar Textos de Capa, você precisará incluir as cópias em capas que tragam, clara
e legivelmente, todos esses Textos de Capa: Textos de Capa da Frente na capa da frente, e
Textos da Quarta Capa na capa de trás. Ambas as capas também precisam identificar clara e
legivelmente você como o editor dessas cópias. A capa da frente precisa apresentar o título com-
pleto com todas as palavras do título igualmente proeminentes e visíveis. Você pode adicionar
outros materiais às capas. Fazer cópias com modificações limitadas às capas, tanto quanto estas
preservem o título do documento e satisfaçam a essas condições, pode ser tratado como cópia
exata em outros aspectos.
Se os textos requeridos em qualquer das capas for muito volumoso para caber de forma
legível, você deve colocar os primeiros (tantos quantos couberem de forma razoável) na capa
verdadeira, e continuar os outros nas páginas adjacentes.
Se você publicar ou distribuir cópias Opacas do Documento em número maior que 100, você
precisa ou incluir uma cópia Transparente que possa ser lida automaticamente com cada cópia
Opaca, ou informar, em ou com, cada cópia Opaca a localização de uma cópia Transparente
completa do Documento acessível publicamente em uma rede de computadores, à qual o público
usuário de redes tenha acesso a download gratuito e anônimo utilizando padrões públicos de
protocolos de rede. Se você utilizar o segundo método, você precisará tomar cuidados razoavel-
mente prudentes, quando iniciar a distribuição de cópias Opacas em quantidade, para assegurar
que esta cópia Transparente vai permanecer acessível desta forma na localização especificada
por pelo menos um ano depois da última vez em que você distribuir uma cópia Opaca (direta-
mente ou através de seus agentes ou distribuidores) daquela edição para o público.
É pedido, mas não é obrigatório, que você contate os autores do Documento bem antes de
redistribuir qualquer grande número de cópias, para lhes dar uma oportunidade de prover você
com uma versão atualizada do Documento.
13
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
MODIFICAÇÕES
Você pode copiar e distribuir uma Versão Modificada do Documento sob as condições das se-
ções 2 e 3 acima, desde que você publique a Versão Modificada estritamente sob esta Licença,
com a Versão Modificada tomando o papel do Documento, de forma a licenciar a distribuição
e modificação da Versão Modificada para quem quer que possua uma cópia da mesma. Além
disso, você precisa fazer o seguinte na versão modificada:
A. Usar na Página de Título (e nas capas, se houver alguma) um título distinto daquele do Do-
cumento, e daqueles de versões anteriores (que deveriam, se houvesse algum, estarem listados
na seção "Histórico do Documento"). Você pode usar o mesmo título de uma versão anterior se
o editor original daquela versão lhe der permissão;
B. Listar na Página de Título, como autores, uma ou mais das pessoas ou entidades responsá-
veis pela autoria das modificações na Versão Modificada, conjuntamente com pelo menos cinco
dos autores principais do Documento (todos os seus autores principais, se ele tiver menos que
cinco);
C. Colocar na Página de Título o nome do editor da Versão Modificada, como o editor;
D. Preservar todas as notas de copyright do Documento;
E. Adicionar uma nota de copyright apropriada para suas próprias modificações adjacente às
outras notas de copyright;
F. Incluir, imediatamente depois das notas de copyright, uma nota de licença dando ao público
o direito de usar a Versão Modificada sob os termos desta Licença, na forma mostrada no tópico
abaixo;
G. Preservar nessa nota de licença as listas completas das Seções Invariantes e os Textos de
Capa requeridos dados na nota de licença do Documento;
H. Incluir uma cópia inalterada desta Licença;
I. Preservar a seção entitulada "Histórico", e seu título, e adicionar à mesma um item dizendo
pelo menos o título, ano, novos autores e editor da Versão Modificada como dados na Página de
Título. Se não houver uma sessão denominada "Histórico"no Documento, criar uma dizendo o
título, ano, autores, e editor do Documento como dados em sua Página de Título, então adicionar
um item descrevendo a Versão Modificada, tal como descrito na sentença anterior;
J. Preservar o endereço de rede, se algum, dado no Documento para acesso público a uma
cópia Transparente do Documento, e da mesma forma, as localizações de rede dadas no Docu-
mento para as versões anteriores em que ele foi baseado. Elas podem ser colocadas na seção
"Histórico". Você pode omitir uma localização na rede para um trabalho que tenha sido publicado
pelo menos quatro anos antes do Documento, ou se o editor original da versão a que ela se refira
der sua permissão;
K. Em qualquer seção entitulada "Agradecimentos"ou "Dedicatórias", preservar o título da
14
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seção e preservar a seção em toda substância e fim de cada um dos agradecimentos de contri-
buidores e/ou dedicatórias dados;
L. Preservar todas as Seções Invariantes do Documento, inalteradas em seus textos ou em
seus títulos. Números de seção ou equivalentes não são considerados parte dos títulos da seção;
M. Apagar qualquer seção entitulada "Endossos". Tal sessão não pode ser incluída na Versão
Modificada;
N. Não reentitular qualquer seção existente com o título "Endossos"ou com qualquer outro
título dado a uma Seção Invariante.
Se a Versão Modificada incluir novas seções iniciais ou apêndices que se qualifiquem como
Seções Secundárias e não contenham nenhum material copiado do Documento, você pode optar
por designar alguma ou todas aquelas seções como invariantes. Para fazer isso, adicione seus
títulos à lista de Seções Invariantes na nota de licença da Versão Modificada. Esses títulos preci-
sam ser diferentes de qualquer outro título de seção.
Você pode adicionar uma seção entitulada "Endossos", desde que ela não contenha qual-
quer coisa além de endossos da sua Versão Modificada por várias pessoas ou entidades - por
exemplo, declarações de revisores ou de que o texto foi aprovado por uma organização como a
definição oficial de um padrão.
Você pode adicionar uma passagem de até cinco palavras como um Texto de Capa da Frente
, e uma passagem de até 25 palavras como um Texto de Quarta Capa, ao final da lista de Textos
de Capa na Versão Modificada. Somente uma passagem de Texto da Capa da Frente e uma de
Texto da Quarta Capa podem ser adicionados por (ou por acordos feitos por) qualquer entidade.
Se o Documento já incluir um texto de capa para a mesma capa, adicionado previamente por
você ou por acordo feito com alguma entidade para a qual você esteja agindo, você não pode
adicionar um outro; mas você pode trocar o antigo, com permissão explícita do editor anterior que
adicionou a passagem antiga.
O(s) autor(es) e editor(es) do Documento não dão permissão por esta Licença para que seus
nomes sejam usados para publicidade ou para assegurar ou implicar endossamento de qualquer
Versão Modificada.
COMBINANDO DOCUMENTOS
Você pode combinar o Documento com outros documentos publicados sob esta Licença, sob
os termos definidos na seção 4 acima para versões modificadas, desde que você inclua na com-
binação todas as Seções Invariantes de todos os documentos originais, sem modificações, e liste
todas elas como Seções Invariantes de seu trabalho combinado em sua nota de licença.
O trabalho combinado precisa conter apenas uma cópia desta Licença, e Seções Invariantes
Idênticas com multiplas ocorrências podem ser substituídas por apenas uma cópia. Se houver
múltiplas Seções Invariantes com o mesmo nome mas com conteúdos distintos, faça o título de
15
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
cada seção único adicionando ao final do mesmo, em parênteses, o nome do autor ou editor
origianl daquela seção, se for conhecido, ou um número que seja único. Faça o mesmo ajuste
nos títulos de seção na lista de Seções Invariantes nota de licença do trabalho combinado.
Na combinação, você precisa combinar quaisquer seções entituladas "Histórico"dos diver-
sos documentos originais, formando uma seção entitulada "Histórico"; da mesma forma combine
quaisquer seções entituladas "Agradecimentos", ou "Dedicatórias". Você precisa apagar todas as
seções entituladas como "Endosso".
COLETÂNEAS DE DOCUMENTOS
Você pode fazer uma coletânea consitindo do Documento e outros documentos publicados
sob esta Licença, e substituir as cópias individuais desta Licença nos vários documentos com
uma única cópia incluida na coletânea, desde que você siga as regras desta Licença para cópia
exata de cada um dos Documentos em todos os outros aspectos.
Você pode extrair um único documento de tal coletânea, e distribuí-lo individualmente sob
esta Licença, desde que você insira uma cópia desta Licença no documento extraído, e siga esta
Licença em todos os outros aspectos relacionados à cópia exata daquele documento.
AGREGAÇÃO COM TRABALHOS INDEPENDENTES
Uma compilação do Documento ou derivados dele com outros trabalhos ou documentos se-
parados e independentes, em um volume ou mídia de distribuição, não conta como uma Ver-
são Modificada do Documento, desde que nenhum copyright de compilação seja reclamado pela
compilação. Tal compilação é chamada um "agregado", e esta Licença não se aplica aos outros
trabalhos auto-contidos compilados junto com o Documento, só por conta de terem sido assim
compilados, e eles não são trabalhos derivados do Documento.
Se o requerido para o Texto de Capa na seção 3 for aplicável a essas cópias do Documento,
então, se o Documento constituir menos de um quarto de todo o agregado, os Textos de Capa
do Documento podem ser colocados em capas adjacentes ao Documento dentro do agregado.
Senão eles precisarão aparecer nas capas de todo o agregado.
TRADUÇÃO
Tradução é considerada como um tipo de modificação, então você pode distribuir traduções
do Documento sob os termos da seção 4. A substituição de Seções Invariantes por traduções
requer uma permissão especial dos detentores do copyright das mesmas, mas você pode incluir
traduções de algumas ou de todas as Seções Invariantes em adição às versões orignais dessas
Seções Invariantes. Você pode incluir uma tradução desta Licença desde que você também in-
clua a versão original em Inglês desta Licença. No caso de discordância entre a tradução e a
16
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versão original em Inglês desta Licença, a versão original em Inglês prevalecerá.
TÉRMINO
Você não pode copiar, modificar, sublicenciar, ou distribuir o Documento exceto como expres-
samente especificado sob esta Licença. Qualquer outra tentativa de copiar, modificar, sublicen-
ciar, ou distribuir o Documento é nula, e resultará automaticamente no término de seus direitos
sob esta Licença. Entretanto, terceiros que tenham recebido cópias, ou direitos de você sob esta
Licença não terão suas licenças terminadas, tanto quanto esses terceiros permaneçam em total
acordo com esta Licença.
REVISÕES FUTURAS DESTA LICENÇA
A Free Software Foundation pode publicar novas versões revisadas da Licença de Documen-
tação Livre GNU de tempos em tempos. Tais novas versões serão similares em espirito à versão
presente, mas podem diferir em detalhes ao abordarem novos porblemas e preocupações. Veja
http://www.gnu.org/copyleft/.
A cada versão da Licença é dado um número de versão distinto. Se o Documento especificar
que uma versão particular desta Licença "ou qualquer versão posterior"se aplica ao mesmo, você
tem a opção de seguir os termos e condições daquela versão específica, ou de qualquer versão
posterior que tenha sido publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. Se o
Documento não especificar um número de Versão desta Licença, você pode escolher qualquer
versão já publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation.
ADENDO: Como usar esta Licença para seus documentos
Para usar esta Licença num documento que você escreveu, inclua uma cópia desta Licença
no documento e ponha as seguintes notas de copyright e licenças logo após a página de título:
Copyright (c) ANO SEU NOME.
É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença
de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Soft-
ware Foundation; com as Seções Invariantes sendo LISTE SEUS TÍTULOS, com os Textos da
Capa da Frente sendo LISTE, e com os Textos da Quarta-Capa sendo LISTE. Uma cópia da li-
cença está inclusa na seção entitulada "Licença de Documentação Livre GNU".
Se você não tiver nenhuma Seção Invariante, escreva "sem Seções Invariantes"ao invés de
dizer quais são invariantes. Se você não tiver Textos de Capa da Frente, escreva "sem Textos de
Capa da Frente"ao invés de "com os Textos de Capa da Frente sendo LISTE"; o mesmo para os
Textos da Quarta Capa.
Se o seu documento contiver exemplos não triviais de código de programas, nós recomenda-
mos a publicação desses exemplos em paralelo sob a sua escolha de licença de software livre,
17
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
tal como a GNU General Public License, para permitir o seu uso em software livre.
18
Parte IV
Horde
19
Capítulo 1
O que é Horde
O Horde é um framework todo desenvolvido em PHP para rodar em um servidor web, como
o Apache. Sua funcionalidade varia de acordo com os módulos que queremos utilizar, que vão
desde um gerenciador de senhas até um webmail, assim mesmo, diversos, visto que uma versa-
tilidade e uma portabilidade enorme permitiram que vários aplicativos fossem desenvolvidos para
rodar sobre o Horde e ainda manterem um alto grau de compatibilidade.
O curso, com base na distribuição Debian possui duas semanas, começa na Segunda-Feira da
primeira semana e termina no Domingo da última semana. Todo o conteúdo do curso estará
visível somente a partir da data de início. Para começar o curso você deve ler o Guia do aluno a
seguir.
20
Capítulo 2
Plano de ensino
2.1 Objetivo
Qualificar técnicos e programadores no framework Horde.
2.2 Público Alvo
Técnicos e Programadores que desejam trabalhar com o Horde.
2.3 Pré-requisitos
Os usuários deverão ser, necessariamente, indicados por empresas públicas e ter conheci-
mento básico acerca da administração de sistemas GNU/Linux.
2.4 Descrição
O curso de Horde será realizado na modalidade EAD e utilizará a plataforma Moodle como
ferramenta de aprendizagem. O material didático estará disponível on-line de acordo com as
datas pré-estabelecidas no calendário. A versão utilizada para o Horde será a 2.0.
2.5 Metodologia
O curso está dividido da seguinte maneira:
2.6 Cronograma
• Condições;
• Preparações 1 (Apache e Imap);
• Preparações 2 (MySQL e Wizard);
• Configurações 1 (Horde);
21
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• Configurações 2 (Imap);
• Opções globais e notas finais.
Como mostrado na tabela acima, a cada semana será disponibilizado um conjunto de módulos.
É recomendado que o participante siga as datas estabelecidas.
As lições, disponíveis em cada módulo, contêm o contéudo principal. Elas poderão ser acessadas
quantas vezes forem necessárias, desde que estejam dentro da semana programada. Ao final
de cada lição, você receberá uma nota de acordo com o seu desempenho. Caso sua nota numa
determinada lição for menor que 6.0, sugerimos que você faça novamente esta lição.
Ao final do curso serão disponibilizadas as avaliações referentes aos módulos estudados anterior-
mente. Somente as notas das avaliações serão consideradas para a nota final,todos os módulos
ficarão visíveis para que possam ser consultados durante a avaliação final.
Para conhecer as demais atividades de cada módulo leia o tópico seguinte: "Ambientação do
Moodle".
Os instrutores estarão a sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deve ser envi-
ada ao fórum correspondente. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos.
2.7 Programa
O curso oferecerá o seguinte conteúdo:
• Introdução ao Horde;
• Configuração do Horde.
2.8 Avaliação
Toda a avaliação será feita on-line.
Aspectos a serem considerados na avaliação:
• Iniciativa e autonomia no processo de aprendizagem e de produção de conhecimento;
• Capacidade de pesquisa e abordagem criativa na solução dos problemas apresentados.
Instrumentos de avaliação:
• Participação ativa nas atividades programadas;
• Avaliação ao final do curso;
• O participante fará várias avaliações referente ao conteúdo do curso. Para a aprovação e
obtenção do certificado o participante deverá obter nota final maior ou igual a 6.0 de acordo
com a fórmula abaixo:
• Nota Final = ((ML x 7) + (AF x 3)) / 10 = Média aritmética das lições
• AF = Avaliações
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2.9 Bibliografia
• http://wiki.horde.org/
• http://www.horde.org/horde/docs/
• http://www.vkinetic.com/hordedev/
23
Capítulo 3
Noções
3.1 O que é o Horde
O Horde é um framework de código aberto baseado em php para aplicativos web. Mas o que
é um framework? Sem entrar em uma descrição profunda ou acadêmica, um framework pode
ser descrito como um conjunto de bibliotecas, com variáveis, funções, objetos e etc, altamente
integradas que no caso do Horde, com ajuda da orientação a objetos, permitem que sejam cri-
ados aplicativos padronizados e em alto nível que sejam como módulos de um sistema maior,
autónomo no sentido de independer de cada um dos módulos em particular para ser funcional
a outros, mas dependente no sentido de existir para que outros aplicativos possam rodar, mas
não ele mesmo. Vale notar que dentro deste framework, tomado como um todo, existe o que
chamamos de Framework Horde, um pacote necessário para a configuração e uso de cada um
dos módulos. Estudaremos ele mais tarde.
O Horde possui muitos aplicativos para web construidos sobre ele, leia as páginas seguintes
para conhecer melhor seu funcionamento e para ser apresentados aos seus aplicativos mais
populares.
3.2 O objetivo
O projeto Horde trata-se da criação de aplicativos de alta qualidade com código aberto, base-
ados em PHP e no Framework Horde.
Os princípios que guiam o projeto Horde são a criação de aplicativos sólidos que seguem um
padrão, que usem designes inteligentes orientados a objeto que, sempre que possível, são dese-
nhados para rodar em uma larga variedade de plataformas e de backends.
Há uma grande ênfase em tornar o Horde tão amigável quanto for possível à falantes de lín-
guas não estrangeiras. O Framework Horde atualmente suporta muitas capacidades de regio-
nalização como unicode e textos da direita para a esquerda. Muitos usuários generosos têm
contribuído com muitas traduções para o framework e para os aplicativos. Atualmente, o projeto
Horde ostenta muitos aplicativos, alguns deles já prontos para uso empresarial e preparado para
ambientes sob demanda, outros novos e interessantes ainda estão em desenvolvimento.
24
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3.3 O código
O desenvolvimento do framework e dos aplicativos é um processo comunitário, com contri-
buições tanto de desenvolvedores individuais quanto de corporações. Os membros do núcleo
de desenvolvimento são (Core Team) pessoas ativamente envolvidas com o desenvolvimento de
designes e com a codificação do framework e de seus aplicativos.
Os aplicativos estão sob várias licenças de código aberto, principalmente sob a GPL. O Fra-
mewok Horde, ele mesmo, na versão 2.0, foi lançado sob a LGPL.
Os aplicativos Horde são escritos em PHP, uma linguagem de script explicitamente desenvolvida
para ser embutida em páginas da web. O PHP pode ser incluído diretamente em um servidor
web, com plugins não somente para Apache, mas também para IIS, para o Sun Web Server, etc.
O PHP está atualmente na versão 5, como muitas melhorias incluindo um novo modelo de ob-
jeto XML melhorado o suporte aos serviços web. Muitos módulos do Horde devem rodar em
quaisquer plataformas que rodam PHP (inclusive como cgi), assumido que quaisquer módulos de
suporte requeridos (IMAP, por exemplo) estejam presentes.
3.4 Aplicativos Horde
Estes são alguns aplicativos (já em funcionamento) mais populares:
Plataforma de Email Horde
• IMP - um cliente de web e-mail;
• Ingo - um gerenciador de regras de filtragem;
• MIMP - uma versão minimalista do IMP para uso em máquinas com tela pequena ou com
suporte limitado a HTML, como um celular, PDAs e outros;
• Sork - uma coleção de quatro outros módulos do Horde (accounts, forwards, passwd, and
vacation) que juntos formam várias funções de administração de contas.
Suíte groupware Horde
• Kronolith - um aplicativo de calendário;
• Mnemo - um gerenciador de notas;
• Nag - um gerenciador de tarefas multiusuário;
• Gollem - um gerenciador de arquivos baseado em web;
• Trean - um gerenciador de endereços favoritos;
• Turba - gerenciador de contatos/endereços.
Horde Developer Tools
• Chora - um monitor de repositórios CVS;
• Whups - um resolvedor de problemas de usuários Web Horde e um sistema de "ticket-
tracking".
25
Capítulo 4
Condições
4.1 Primeiras notas
Como já sabemos, o Horde é um framework e por isso não funciona sozinho. Mas o que
ele faz? O Horde é utilizado para que se possa desenvolver aplicativos em PHP de forma mais
estável e automatizada. E que aplicativos em php são esses? Como vimos, qualquer um. Os
administradores de sistemas precisam, portanto, para utilizar um aplicativo qualquer feito sobre o
Horde, dispor em sua máquina, além do próprio aplicativo, o Horde. Enfim, o Horde não executa
nada por conta própria e nem o fazem seus aplicativos, pois o Horde precisa estar em toda má-
quina que quiser rodar aplicativos Horde.
Dada a variedade de programas em PHP que podem ser construídos suportados pelo Horde,
não existem configurações gerais de funcionamento dos aplicativos Horde. Iremos, neste curso,
aprender os passos para o levantamento da plataforma web-mail IMP, o aplicativo Horde mais
antigo e popular.
4.2 O IMP
IMP é uma sigla para Internet Messaging Program. Assim como existem softwares, como
o Thunderbird e o Evolution, que acessam um servidor para receber e enviar e-mails, existem
plataformas de e-mail interpretadas pelo browser que oferecem igualmente uma interface para o
recebimento, envio e edição de e-mails. Um exemplo de web-mail poderia ser o Gmail do Google
e o Hotmail da Microsoft. Estes nomes não dizem respeito ao aplicativo utilizado, mas são so-
mente uma marca. Podemos, ao final do curso, nomear nossos web-mails de Livre-mail, CdtcMail
ou de qualquer outro nome. Os desenvolvedores do Gmail, por exemplo, não necessariamente
utilizam o Horde. Entenderam a diferença? O IMP é somente uma interface entre um servidor
real e um usuário de e-mail deste servidor. Para tanto, o IMP dispõe de suporte a IMAP e a POP3.
Mas o que é capaz de fazer o IMP? Com o lançamento da versão 3.2.8, o IMP ostentava as
seguintes capacidades:
1. Busca em múltiplas caixas de e-mail;
2. Nomeação de identidades de e-mail;
3. Navegador hierárquico de caixa de e-mail;
26
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4. Interface (mais) limpa e refeita.
Com o IMP 4.1.x, que é a atual versão estável, enquanto a 3.2.8 foi a útima mais estável,
vieram as seguintes capacidades, entre outras:
1. Suporte à criptografia;
2. Suporte flexível à esquemas de caracteres;
3. enumeratePastas virtuais para buscas salvas;
4. Um editor para mensagens em HTML com o qual aquilo que vemos é aquilo que teremos
(WYSIWYG).
4.3 Pré-requisitos
Para instalar o IMP/Horde, alguns detalhes têm de ser preparados. Precisamos, é claro, do
IMP (4.1.x) e do framework Horde (3.x). Por se tratar de um aplicativo Horde, precisamos do
PHP instalado. No caso do IMP 4.1.x necessitamos, mais especificamente, de um PHP 4.3.0.
Se tratamos de um gerenciador de e-mails, vamos precisar do Imap instalado. Por fim, também
precisaremos, naturalmente, do Apache e de um banco de dados, que será o Mysql instalado.
Precisamos, enfim, dos seguintes pacotes:
• apache;
• php4;
• uw-imapd;
• imap-agent;
• mysql-server;
• imp4;
• horde3;
+
• php4-imap;
• php4-mysql;
• libapache-mod-php4;
• php4-domxml;
• gettext.
27
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Atentem para o fato de que o php4 poderá ser atualizado em suas máquinas e que, neste
curso, utilizaremos o Apache 1.3. Mas aqueles que se sentirem a vontade para configurar o Apa-
che 2 podem seguir seu caminho. Saibam que as versões escolhidas não são compulsórias nem
são, necessariamente, as mais adequadas, foram somente as escolhidas para construir o curso.
Em geral, entretanto, todos sabem que versões mais novas são versões melhores.
Assumo que saibam instalar aplicativos em sistemas Linux, seja compilando pessoalmente, seja
com um gerenciador de pacotes. Quem tiver disposição e segurança para compilar os pacotes
por conta própria pode montar um servidor de configurações mais organizado, talvez de e-mails
com a interface IMP, no sentido de que assim se pode controlar o local de instalação de cada
programa.
Alternativamente à instalação didática que faremos, vocês poderão tentar instalar o Horde in-
tegrado ao Openssl. Na instalação exemplo deste curso, no entanto, não vamos nos preocupar
com o suporte a ssl.
Na descrição dos procedimentos tomados na configuração do Horde/IMP deste curso, a insta-
lação realizada foi a instalação padrão e estamos utilizando um sistema de base Debian.
A configuração geral do Horde segue o documento, padrão do pacote, /usr/share/doc/README.Debain.gz
.
Tenha ele em mente, portanto, caso queira realizar configurações diferentes um dia, pois os ca-
minhos e as configurações sugeridas aqui serão as mais simples possíveis para que possamos
conseguir levantar o IMP, não servindo elas como estão, provavelmente, para um serviço real.
Para instalar todos esses programas dê o comando:
$apt-get install horde3 mysql-server-5.0 php4-mysql php4-imap libapache-mod-php4 php4-
domxml uw-imapd imap-agent imp4
28
Capítulo 5
Preparações 1 (Apache e Imap)
5.1 Apache
Ao instalar o Apache, selecione os módulos adequados para a integração destes aplicativos,
como o do imap. Para usuários do Debian, o debconf deve oferecer uma interface de configu-
ração dos arquivos do Apache, mais especificamente do httpd.conf. Acesse agora o arquivo de
configuração do Apache /etc/apache/httpd.conf.
Para fazer o Apache reconhecer o local em que o Horde está instalado, podemos alterar a variável
DocumentRoot, em pelo menos três lugares do arquivo, na linha 282, 307 (após Directory) e ao
final do arquivo quando construirmos nosso domínio virtual. Caso quizermos manter a pasta pa-
drão de acesso pelo Apache como a dada na instalação (tipicamente /var/www), podemos tanto
criar um link simbólico dentro dela que aponte para o diretório real do Horde, no caso do Debian,
por padrão o /usr/share/horde3, ou podemos simplismente compilar o próprio horde e , por isso,
também o IMP, já dentro da pasta /var/www.
Possivelmente, dependendo da situação da sua máquina, pode ser necessário alterar a porta
utilizada pelo serviço do apache. Para tanto, altere o valor da porta para, por exemplo, 8080, nas
linhas 238 e na primeira linha, por volta de 1050, da declaração do seu domínio virtual depois
dois dos pontos. Veja a seguir.
A partir da linha 1050, na parte dos hosts virtuais, insira as linhas a seguir e faça as modifi-
cações adequadas:
<VirtualHost 127.0.0.1:80>
Alias /horde3 /usr/share/horde3
Alias /imp /usr/share/horde3/imp
DocumentRoot /var/www
ServerName servidor_horde
ServerAdmin nome@email.xxx
# ErrorLog logs/host.some_domain.com-error.log
# CustomLog logs/host.some_domain.com-access.log common
</VirtualHost>
Para terminar com a configuração do httpd.conf, confira e garanta a presença de "index.php"após
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CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
"DirectoryIndex"na linha 361 e descomente a linha 788: "#AddType application/x-httpd-php .php".
Para linkar o endereço real do horde à pasta /var/www, a pasta padrão, digite o seguinte co-
mando:
$ ln -s /usr/share/horde3 /var/www/horde3
Altere o nome do arquivo index.html do endereço de acesso do apache para enchergar as pastas:
$mv /var/www/index.html /var/www/info.html
Reinicie então o serviço do Apache e teste o acesso com o seu navegador.
$ /etc/init.d/apache restart
5.2 Imap
Já com o Imap instalado. Digite o seguinte comando de linha para que o Imap seja reconhe-
cido e iniciado como um serviço, e em seguida o reinicie:
$ echo "imap stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd imapd»> /etc/inetd.conf
Caso uma linha como esta já exista em seu arquivo, basta descomentá-la apagando o ’#’ ao
início da linha.
Agora devemos acessar o arquivo /etc/php4/apache/php.ini para habilitar o Imap e acrecentar
a linha "extension=imap.so"no local indicado pelo arquivo, por volta da linha 542. Haverá exem-
plos desta sintaxe, portanto não deve haver confusão. Caso essa linha já exista você pode ape-
nas descomentá-la, retirando o ponto e vírgula ( ; ). Caso haja uma linha "extension=ldap.so",
comente-a de forma a ficar ";extension=ldap.so".
Reinicie o servidor apache com:
$ /etc/init.d/apache restart
Em seguida:
$ killall -1 inetd
ou
$ killall -HUP inetd
Não há problema em receber a mensagem "inetd: no process killed".
Então inicie o inetd:
30
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$ /etc/rc.d/init.d/inetd start
31
Capítulo 6
Preparações 2 (MySQL e Wizard)
6.1 MySQL
Com o pacote mysql-server instalamos tanto o mysql-common quanto o mysql-client. Alguns
comandos são necessários para deixá-lo pronto:
$ mysqladmin password senha #define a senha de administrador
$ mysql_install_db #instala os bancos de dados padrões
$ mysqld_safe #inicia o serviço
$ mysql -u root -p #já podemos mexer nos bancos após inserir a senha ao pedido do prompt
Agora devemos criar um banco de dados para o Horde. Existe, para tanto, um script preparado
que criará um banco de nome ’horde’ com um usuário ’horde’ de senha ’horde’. Esses valores do
banco, se alterados à mão ou no script, deverão mais tarde serem ajustados na configuração do
próprio Horde. Portanto, mantenham esses valores por enquanto. Vejamos o que fazer.
Se o Horde foi instalado na pasta padrão, realize os seguintes comandos. Caso você tenha
compilado por conta própria, busque os documentos do Horde e encontre as subpastas corres-
pondentes.
$ cd /usr/share/doc/horde3/examples/scripts/sql
$ gunzip create.mysql.sql.gz
$ mysql –user=root –password=senha < create.mysql.sql
Esta senha é a senha do administrador do mysql que setamos mais acima.
Para aqueles que tiverem interesse em experimentar posteriormente outros bancos de dados,
confiram o README desta pasta sql.
6.2 Horde Wizard
Para configurar o Horde, adequando-o ao nosso sistema, vamos aproveitar um configurador
interativo que o Horde dispõe. O Horde é, de ínicio e por motivos de segurança, protegido contra
alterações até que se queira habilitar o seu uso. Para tanto, alguns procedimentos devem ser
tomados:
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Definir o usuário de sistema ’www-data’ como dono (owner) de todos os conteúdos da pasta
/etc/horde/horde3/ e permitindo que ele os possa sobreescrever:
$ chown -R www-data /etc/horde/horde3
$ chmod o+rw /etc/horde/horde3/*
A última medida não é obrigatória, mas somente facilita certas tarefas de configuração. Ape-
sar disto, uma configuração segura não deverá contar com esse comando, nem sequer com a
manutenção do usuário web www-data como dono dos arquivos.
Agora apague a segunda e a terceira linhas do arquivo /etc/horde/horde3/conf.php. Elas de-
vem aparecer, antes de serem apagadas, como um echo e uma função de saída:
linha 2: echo "Horde3 configuration disabled by default because the administration/install wizard
gives the whole world too much access to the system. Read /usr/share/doc/horde3/README.Debian.gz
on how to allow access."; linha 3: exit(0);
Após as configurações do Horde, recomenda-se retornar ao root a qualidade de dono das pastas
e dos arquivos contidos em /etc/horde/horde3 para que se garanta mais segurança.
Para terminar, verifique se possui os pacotes gettext e o php4-domxml. Faça um apt-get ins-
tall para cada um desses e garanta sua presença no sistema.
Por fim, inclua, logo após a linha que incluímos, próxima à 540, "extension=imap.so", outra li-
nha igual a esta: "extension=domxml.so". Essas duas linhas poderão ficar assim:
extension=imap.so
extension=domxml.so
Reinicie então os nossos serviços:
$ /etc/init.d/inetd restart
$ /etc/init.d/apache restart
$ /etc/init.d/mysql restart
33
Capítulo 7
Configurações 1 (Horde)
7.1 Início
Na página inicial do Horde, que devemos acessar por http, utilizando o apache segundo nos-
sas configurações, vemos um menu à esquerda com uma aba de administração. Como preci-
samos agora configurar o Horde para o uso do Imp, primeiramente vamos configurar o Horde
entrando em Configuração (ou "Setting"em inglês). Cliquem agora em "Horde (horde) 3.1.1".
Se tudo até agora andou bem, devem enchergar neste momento uma página de configuração
do Horde com três camadas de abas com diversas opções. Não vamos ver aqui uma por uma,
pois algumas são bastante intuitivas e outras são configurações marginais, desnecessárias ou
simplesmente muito variáveis de acordo com as escolhas de cada um.
Será abordado, por isso, as opções de algumas abas em especial e é esperado, portanto, que
vocês passem o olho sobre cada uma das abas não abordadas aqui para assegurar suas prefe-
rências pessoais, pois elas, eventualmente, serão de fato importantes.
Note que essa configuração vale, de forma geral, para qualquer aplicativo Horde que será uti-
lizado em conjunto com o Horde. Os aplicativos são, portanto, um bocado modulares e com
configurações independentes. Então, cuide para fazer uma boa configuração neste momento.
7.2 Aba de autenticação
Campo de usuários administradores
Na aba "Autentication", a primeira opção a ser setada é sobre os usuários que devem ser tra-
tados como administradores pelo Horde. Logo, após o campo "Which users should be treated as
administrators"escreva uma lista de nomes separada por vírgula de usuários que gostaria que fos-
sem reconhecidos como administradores. Isto controlará quem terá direito de realizar alterações
nas configurações, como senhas, adição de usuários e etc. Administradores, para o Horde, são
usuários normais que foram listados no campo de administradores. Note que esta aba é talvez a
única que deva ser configurada sem erro logo na primeira tentativa, pois caso fique sem acesso
ao Horde posteriormente, provavelmente terá que remover o Horde com o parâmetro –purge ou,
se tiver segurança, editar o arquivo de configuração à mão.
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Menu de tipos de autenticação
Este menu é o quarto de baixo para cima na aba de autenticação. Ele deve estar em inglês,
como "What backend should we use for authenticating users to Horde". Você pode escolher, caso
não lhe seja inseguro, a autenticação automática para certo usuário - "Automatic autentication
as a certain user". Você pode escolher o meio de autenticação mais apropriado para o acesso
que pretende fazer como administrador do sistema. Mas lembre-se que desabilitamos o suporte
do PHP à LDAP, e priorizamos o uso do IMAP. Será sugerido, portanto, o uso do IMAP como
backend de autenticação.
Menu de seleção do backend de autenticação
No menu de seleção do backend de autenticação, "What backend should we use for authentica-
ting users to Horde", selecione a opção "IMAP authentication". A página irá, então, se recarregar
e haverá novas opções específicas sobre o IMAP.
Menu de seleção do tipo de configuração
No menu que se abriu em seguida, "Configuration type", selecione a opção de separar valo-
res, "Separate values". A página irá se recarregar novamente e alguns campos novos irão surgir,
preencha-os adequndamente:
• Nome ou ip do servidor IMAP que não utilize ssl ou tls;
• Porta 143, e não 993, pois não estamos utilizando ssl;
• Escolha o protocolo imap.].
Caso tenha problemas com esta autenticação, procure as linhas do conf.php que se referem
a autenticação, por volta das linhas 80 e 90, e edite adequadamente. Um preenchimento poderia
ser, por exemplo:
$conf[’auth’][’params’][’hostspec’] = ’cdtc.org.br’;
$conf[’auth’][’params’][’port’] = 143;
$conf[’auth’][’params’][’protocol’] = ’imap’;
7.3 Aba de banco de dados
Menu de seleção do tipo de banco de dados
A princípio, somente deve haver um menu de seleção dentro desta aba. Devemos escolher a
opção MySQL. Ao escolhermos o tipo de banco de dados, o configurador do Horde irá se recar-
regar e outros campos relativos ao MySQL aparecerão. Também devemos preenchê-los adequa-
damente.
Campos relativos ao banco MySQL selecionado
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• Informe o servidor onde está o MySQL utilizado. No nosso caso é a própria máquina do
Horde, portanto preencha com "localhost".
• Informe o usuário com o que o Horde se conectará ao MySQL. Para facilitar nossas configu-
rações e o andamento e acompanhamento deste curso, é proposto que o usuário "horde"seja
mantido.
• A senha do nosso usuário também é "horde".
• Escolha o tipo de conexão por TCP/IP.
• Mantenha a porta padrão 3306.
• O nome do banco de dados também é "horde".
• Mantenham o padrão de caracteres.
7.4 Aba de preferências
Menus de escolha do dispositivo de preferências
Escolha a opção SQL "database"no menu "What preferences driver should we use?", deixando
em branco o primeiro campo da aba. Ao menos uma outra opção aparecerá automaticamente.
Escolha, então, no menu abaixo a segunda opção "Custom parameters". Outras opções irão apa-
recer.
Campos de informações sobre o banco de dados
Preencha estes campos exatamente como preenchemos as opções da aba do banco de da-
dos, começando pela escolha do MySQL e daí por diante e, no final, informe o último campo com
o nome da tabela "horde_prefs".
7.5 Aba do datatree
Escolha do sistema de árvore de dados
Na aba "Datatree System", escolha, no único menu disponível, a opção "SQL Database". Ou-
tras opções devem aparecer. Escolha no menu, logo abaixo, a opção "Custom parameters"e
espere aparecerem os outros campos.
Campos de informações sobre o banco
Mais uma vez, preencha igualmente as informações sobre o banco de dados, començando por
informar que será utilizado o MySQL. Ao final, informe os dois últimos campos, respectivamente,
com os nomes das tabelas "horde_datatree"e "horde_datatree_atributes".
7.6 Outras abas
Aba "Menu Settings"
36
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
Aqui, lembre-se de selecionar no primeiro menu disponível o aplicativo Imp e o próprio Horde,
marque ambos.
Finalizando a configuração do Horde
Por fim, clique no retângulo roxo no canto inferior esquerdo da página de configuração do Horde
"Generate Horde Configuration".
Caso volte a configurar o Horde, eventualmente, a regravação do arquivo /etc/horde/horde3/conf.php
irá falhar por encontrar diferenças nos arquivos, naturalmente. Você deve colar o novo trecho de
código gerado diretamente sobre código antigo, que deve começar por volta da linha 60, a partir
de /* CONFIG START. DO NOT CHANGE ANYTHING IN OR AFTER THIS LINE. */
Por fim, dois comentários sobre segurança
Alguns dos arquivos de configuração do Horde contêm senhas que os usuários da máquina
poderiam capturar, portanto, é importante assegurar que os arquivos de configuração contidos
em /etc/horde/horde3 não são legíveis por usuários comuns do sistema. A utilização do apache,
por sua vez, já nos garante alguma segurança para usuários externos que irão utilizar o Horde,
naturalmente pela web.
Lembre-se também de, após o término das configurações vistas neste curso, alterar o dono dos
arquivos do Horde de volta para o root e ajustar suas permissões, caso queira, é claro, implemen-
tar esta configuração do Horde na prática.
37
Capítulo 8
Configurações 2 (Imap)
8.1 Aba de utilidades externas e do menu
Vamos começar agora a configurar não o Horde, mas um de seus aplicativos. Como já dito,
foi escolhido um aplicativo muito popular do Horde para aprendermos a utilizar-lo, mas o seu in-
teresse com o Horde pode pouco ter a ver com webmails. De qualquer forma, vimos um pouco
do que todos devem passar para levantar o Horde com quaisquer uns de seus aplicativos.
Antes de mais nada, a configuração do Imp só pode ser realizada por um administrador do Horde.
Se for feito da forma sugerida, ao retornar ao Horde sua autenticação como administrador será
automática, e não deve ter problemas.
Na aba "External Utilities and Menu", acompanhe os seguintes passos:
Correção ortográfica
No primeiro campo, se estiver preocupado com uma correção ortográfica de seu webmail, pro-
cure saber se em seu sistema já está instalado algum dicionário aspell ou ispell. Informe, então, o
binário do dicionário. Em uma instalação padrão eles devem estar em /usr/bin. Esta é a entrada:
"/usr/bin/aspell".
Encripação de arquivos
No segundo campo, informe o binário do gpg para permitir que os usuários tenham acesso à en-
criptação de arquivos, cada vez mais necessária hoje. Esta é a entrada: "/usr/bin/gpg".
Outros campos
Os outros campos, na configuração, podem ficar como estão, pois esta configuração não dar
suporte à ssl. Se quiser linkar algum aplicativo Horde à interface do Imp, ou até mesmo o Horde
em si caso queira oferecer seus utilitários, selecione adequadamente os ítens do menu de seleção
ao final da aba.
38
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
8.2 Aba de restrições e permissões de usuário
Nesta aba se mantida todas as opções como estão, há um webmail com permissões padrões
aos usuários e com o uso de múltiplas pastas para manter e-mails enviados, rascunhos e ou-
tros. Além de somente uma Inbox para os e-mails que chegam. Os dois últimos campos definem
páginas alternativas acessadas nos momentos de login e de logoff, informando as URLs. Caso
mantenham as páginas padrões, deixem as strings ’false’ como estão dentro das caixas.
Podem ser feitas as alterações desejadas, mas tomando cuidado para não comprometer a confi-
guração. Quem tiver interesse, olhe as outras opções que não estão neste curso.
8.3 Aba do servidor de e-mail
Nesta aba são definidas algumas informações sobre as chegadas de e-mail, sobre o uso de
servidores e o direito que os usuários terão sobre sua escolha e sobre o armazenamento de da-
dos no buffer da seção para evitar novas conexões ao servidor.
É recomendado, para uma maior flexibilidade ao testar o webmail, marcar todas as caixinhas,
exceto a última, sobre o cache de armazenamento. Mantenha como none a primeira caixa e
preencha com 25 o número de mensagens necessárias para que o Imp passe a reagrupar a lista
de acordo com uma listagem que será definida, porém que não seja a da ordem de chegada dos
e-mails.
8.4 Aba de composição
Nesta aba são tomadas decisões sobre como o Imp deve se comportar e que permissões
terão os usuários no momento de montarem e enviarem e-mails. As decisões tomadas aqui são
pessoais e não afetarão a instalação do Imp como um todo. Ainda assim, são decisões bastante
interessantes na construção de um webmail, confira as opções da lista em ordem:
01. Incluir o conteúdo de imp/config/header.txt no cabeçalho de toda mensagem enviada?
02. Acoplar os conteúdos de imp/config/trailer.txt ao final de cada mensagem enviada?
03. Devemos permitir os usuários setar o cabeçalho Cc: ?
04. Devemos permitir os usuários setar o cabeçalho Bcc: ?
05. Poderá o usuário requerer um retorno de mensagem?
06. Devemos dar ao usuário uma janela pop-up com os caracteres especiais?
07. Devemos utilizar o sistema VFS do Horde para armazenar anexos enviados?
08. Devemos permitir os usuários enviar anexos como links?
09. Deve o Imp enviar todos anexos como links?
10. Deve o Imp enviar um e-mail notificando o remetente quando a primeira pessoa tentar baixar
o anexo linkado?
11. Devemos adicionar o domínio padrão ao endereço que não pode ser expandido automatica-
mente?
12. Qual é o limite de tamanho de anexos por mensagem (em bytes)? 0 é sem limites.
13. Qual é o número máximo de anexos por mensagem? 0 é sem limites.
39
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
8.5 Finalizando
De resto, existem outras opções nas últimas duas abas que podem ser, eventualmente, al-
teradas em algum tipo de configuração, mas as opções padrões são bem satisfatórias para um
levantamento típico.
Para finalizar, clique na barra roxa no canto inferior esquerdo da janela de configuração do Imp,
caso seja apontado um erro de gravação copie o conteúdo do código PHP gerado e cole manu-
almente em "/usr/share/horde3/imp/config/conf.php"ou em "/etc/horde/imp4/conf.php"
40
Capítulo 9
Opções Globais e notas finais
9.1 Opções
Nos preocuparemos agora com as opções oferecidas pela interface Horde. Na seção opções
globais,há duas colunas, uma com o título "Suas informações"e outra de nome "Outras informa-
ções".
Suas Informações
Informe em "Informações pessoais"na coluna Suas informações seu nome de usuário, nome
completo e e-mail. Talvez um pouco menos importante são as duas outras seções internas, que
dizem respeito às configurações de hora, língua e cores para nomes reconhecidos.
Outras Informações
Opções de Exibição
• Escolha que aplicativo será apresentado após a autenticação do Horde. Escolha Imp (ou
Correio) caso tenha configurado o Horde para usar o Imp, mas esta escolha é pessoal.
• Marque para que a última hora de conexão seja aprensentada ao conectar-se.
• Escolha o esquema de cores que dará a cara do seu tema.
• Determine a frequência com que o portal Horde se atualizará.
• Escolha para deixar mostrar o menu do Horde à esquerda e em seguida a largura que este
terá.
• Escolha o modo de apresentação do menu (ícones e/ou texto), o tempo de atualização do
menu de elementos dinâmicos.
Observe que é possível adicionar o Horde aos favoritos automaticamente, clicando sobre a
frase azul sobre a caixa Modo do menu e escolher se as teclas de atalho deverão ou não ser
determinadas para os aplicativos.
Tarefas de conexão
41
CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF
As opões aqui são bastante evidentes. Escolha se poderá realizar a manutenção do Portal,
sempre que se conectar a ele, e se quer que seja pedido uma confirmação para tal. Deixe mar-
cado, caso pretenda usar essa configuração atual para experimentar o Horde/Imp.
Servidores Remotos
Informe aqui uma lista dos servidores aos quais desejará se conectar, no caso, com o Imp.
Outras seções
Aqui escolhemos alguns detalhes sobre a interface de texto do editor rich text do Horde e de-
cidimos se queremos sincronizar o Horde com algum dispositivo como um PDA, Smarttalk ou
Outlook. Para habilitar esse suporte, visite http://wiki.horde.org/SyncHowTo. Essas opções, no
entanto, não têm importância.
9.2 Notas finais
O Horde é um framework e pode ser utilizado para as mais diversas funções. Este curso teve
a intenção de apresentar um de seus usos como exemplo de seu potencial, ao mesmo tempo
que revelando alguns de seus segredos de instalação e de configuração. Muito haveria ainda de
ser feito para que nosso serviço se tornasse viável e seguro. Mas já podemos enviar e receber
e-mails através do IMP/Horde com tudo o que foi feito até então.
Vasculhem, cuidadosamente, o framework, especialmente a parte de grupos e permissões, que
não é abordada até a versão atual deste curso. Experimentem utilizar os terminais presentes na
interface e aprendam a tirar proveito destas facilidades.
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  • 2. Sumário I Sobre essa Apostila 3 II Informações Básicas 5 III GNU Free Documentation License 10 IV Horde 19 1 O que é Horde 20 2 Plano de ensino 21 2.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.4 Descrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.5 Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.6 Cronograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.7 Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 2.8 Avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 2.9 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 3 Noções 24 3.1 O que é o Horde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 3.2 O objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 3.3 O código . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 3.4 Aplicativos Horde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 4 Condições 26 4.1 Primeiras notas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4.2 O IMP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 5 Preparações 1 (Apache e Imap) 29 5.1 Apache . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 5.2 Imap . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 1
  • 3. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 6 Preparações 2 (MySQL e Wizard) 32 6.1 MySQL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 6.2 Horde Wizard . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32 7 Configurações 1 (Horde) 34 7.1 Início . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 7.2 Aba de autenticação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 7.3 Aba de banco de dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 7.4 Aba de preferências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 7.5 Aba do datatree . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 7.6 Outras abas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 8 Configurações 2 (Imap) 38 8.1 Aba de utilidades externas e do menu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 8.2 Aba de restrições e permissões de usuário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 8.3 Aba do servidor de e-mail . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 8.4 Aba de composição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39 8.5 Finalizando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 9 Opções Globais e notas finais 41 9.1 Opções . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 9.2 Notas finais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 2
  • 4. Parte I Sobre essa Apostila 3
  • 5. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Conteúdo O conteúdo dessa apostila é fruto da compilação de diversos materiais livres publicados na in- ternet, disponíveis em diversos sites ou originalmente produzido no CDTC (http://www.cdtc.org.br.) O formato original deste material bem como sua atualização está disponível dentro da licença GNU Free Documentation License, cujo teor integral encontra-se aqui reproduzido na seção de mesmo nome, tendo inclusive uma versão traduzida (não oficial). A revisão e alteração vem sendo realizada pelo CDTC (suporte@cdtc.org.br) desde outubro de 2006. Críticas e sugestões construtivas serão bem-vindas a qualquer hora. Autores A autoria deste é de responsabilidade de Tomas Ribeiro Cardoso (tomas@cdtc.org.br). O texto original faz parte do projeto Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento que vêm sendo realizado pelo ITI (Instituto Nacional de Tecnologia da Informação) em conjunto com outros parceiros institucionais, e com as universidades federais brasileiras que tem produzido e utilizado Software Livre apoiando inclusive a comunidade Free Software junto a outras entidades no país. Informações adicionais podem ser obtidas através do email ouvidoria@cdtc.org.br, ou da home page da entidade, através da URL http://www.cdtc.org.br. Garantias O material contido nesta apostila é isento de garantias e o seu uso é de inteira responsabi- lidade do usuário/leitor. Os autores, bem como o ITI e seus parceiros, não se responsabilizam direta ou indiretamente por qualquer prejuízo oriundo da utilização do material aqui contido. Licença Copyright ©2006, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (cdtc@iti.gov.br) . Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by the Free Software Foundation; with the Invariant Chapter being SOBRE ESSA APOS- TILA. A copy of the license is included in the section entitled GNU Free Documentation License. 4
  • 7. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Sobre o CDTC Objetivo Geral O Projeto CDTC visa a promoção e o desenvolvimento de ações que incentivem a dissemina- ção de soluções que utilizem padrões abertos e não proprietários de tecnologia, em proveito do desenvolvimento social, cultural, político, tecnológico e econômico da sociedade brasileira. Objetivo Específico Auxiliar o Governo Federal na implantação do plano nacional de software não-proprietário e de código fonte aberto, identificando e mobilizando grupos de formadores de opinião dentre os servidores públicos e agentes políticos da União Federal, estimulando e incentivando o mercado nacional a adotar novos modelos de negócio da tecnologia da informação e de novos negócios de comunicação com base em software não-proprietário e de código fonte aberto, oferecendo treinamento específico para técnicos, profissionais de suporte e funcionários públicos usuários, criando grupos de funcionários públicos que irão treinar outros funcionários públicos e atuar como incentivadores e defensores dos produtos de software não proprietários e código fonte aberto, ofe- recendo conteúdo técnico on-line para serviços de suporte, ferramentas para desenvolvimento de produtos de software não proprietários e do seu código fonte livre, articulando redes de terceiros (dentro e fora do governo) fornecedoras de educação, pesquisa, desenvolvimento e teste de pro- dutos de software livre. Guia do aluno Neste guia, você terá reunidas uma série de informações importantes para que você comece seu curso. São elas: • Licenças para cópia de material disponível; • Os 10 mandamentos do aluno de Educação a Distância; • Como participar dos foruns e da wikipédia; • Primeiros passos. É muito importante que você entre em contato com TODAS estas informações, seguindo o roteiro acima. Licença Copyright ©2006, Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (cdtc@iti.gov.br). 6
  • 8. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior públicada pela Free Software Foundation; com o Capitulo Invariante SOBRE ESSA APOSTILA. Uma cópia da licença está inclusa na seção entitulada "Licença de Docu- mentação Livre GNU". Os 10 mandamentos do aluno de educação online • 1. Acesso à Internet: ter endereço eletrônico, um provedor e um equipamento adequado é pré-requisito para a participação nos cursos a distância; • 2. Habilidade e disposição para operar programas: ter conhecimentos básicos de Informá- tica é necessário para poder executar as tarefas; • 3. Vontade para aprender colaborativamente: interagir, ser participativo no ensino a distân- cia conta muitos pontos, pois irá colaborar para o processo ensino-aprendizagem pessoal, dos colegas e dos professores; • 4. Comportamentos compatíveis com a etiqueta: mostrar-se interessado em conhecer seus colegas de turma respeitando-os e se fazendo ser respeitado pelos mesmos; • 5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão e a sua recuperação de materiais; • 6. Vontade para realizar as atividades no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e realizá-las em tempo real; • 7. Curiosidade e abertura para inovações: aceitar novas idéias e inovar sempre; • 8. Flexibilidade e adaptação: requisitos necessário à mudança tecnológica, aprendizagens e descobertas; • 9. Objetividade em sua comunicação: comunicar-se de forma clara, breve e transparente é ponto - chave na comunicação pela Internet; • 10. Responsabilidade: ser responsável por seu próprio aprendizado. O ambiente virtual não controla a sua dedicação, mas reflete os resultados do seu esforço e da sua colaboração. Como participar dos fóruns e Wikipédia Você tem um problema e precisa de ajuda? Podemos te ajudar de 2 formas: A primeira é o uso dos fóruns de notícias e de dúvidas gerais que se distinguem pelo uso: . O fórum de notícias tem por objetivo disponibilizar um meio de acesso rápido a informações que sejam pertinentes ao curso (avisos, notícias). As mensagens postadas nele são enviadas a 7
  • 9. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF todos participantes. Assim, se o monitor ou algum outro participante tiver uma informação que interesse ao grupo, favor postá-la aqui. Porém, se o que você deseja é resolver alguma dúvida ou discutir algum tópico específico do curso. É recomendado que você faça uso do Fórum de dúvidas gerais que lhe dá recursos mais efetivos para esta prática. . O fórum de dúvidas gerais tem por objetivo disponibilizar um meio fácil, rápido e interativo para solucionar suas dúvidas e trocar experiências. As mensagens postadas nele são enviadas a todos participantes do curso. Assim, fica muito mais fácil obter respostas, já que todos podem ajudar. Se você receber uma mensagem com algum tópico que saiba responder, não se preocupe com a formalização ou a gramática. Responda! E não se esqueça de que antes de abrir um novo tópico é recomendável ver se a sua pergunta já foi feita por outro participante. A segunda forma se dá pelas Wikis: . Uma wiki é uma página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja, qualquer par- ticipante pode inserir, editar, apagar textos. As versões antigas vão sendo arquivadas e podem ser recuperadas a qualquer momento que um dos participantes o desejar. Assim, ela oferece um ótimo suporte a processos de aprendizagem colaborativa. A maior wiki na web é o site "Wikipé- dia", uma experiência grandiosa de construção de uma enciclopédia de forma colaborativa, por pessoas de todas as partes do mundo. Acesse-a em português pelos links: • Página principal da Wiki - http://pt.wikipedia.org/wiki/ Agradecemos antecipadamente a sua colaboração com a aprendizagem do grupo! Primeiros Passos Para uma melhor aprendizagem é recomendável que você siga os seguintes passos: • Ler o Plano de Ensino e entender a que seu curso se dispõe a ensinar; • Ler a Ambientação do Moodle para aprender a navegar neste ambiente e se utilizar das ferramentas básicas do mesmo; • Entrar nas lições seguindo a seqüência descrita no Plano de Ensino; • Qualquer dúvida, reporte ao Fórum de Dúvidas Gerais. Perfil do Tutor Segue-se uma descrição do tutor ideal, baseada no feedback de alunos e de tutores. O tutor ideal é um modelo de excelência: é consistente, justo e profissional nos respectivos valores e atitudes, incentiva mas é honesto, imparcial, amável, positivo, respeitador, aceita as idéias dos estudantes, é paciente, pessoal, tolerante, apreciativo, compreensivo e pronto a ajudar. 8
  • 10. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF A classificação por um tutor desta natureza proporciona o melhor feedback possível, é crucial, e, para a maior parte dos alunos, constitui o ponto central do processo de aprendizagem.’ Este tutor ou instrutor: • fornece explicações claras acerca do que ele espera e do estilo de classificação que irá utilizar; • gosta que lhe façam perguntas adicionais; • identifica as nossas falhas, mas corrige-as amavelmente’, diz um estudante, ’e explica por- que motivo a classificação foi ou não foi atribuída’; • tece comentários completos e construtivos, mas de forma agradável (em contraste com um reparo de um estudante: ’os comentários deixam-nos com uma sensação de crítica, de ameaça e de nervossismo’) • dá uma ajuda complementar para encorajar um estudante em dificuldade; • esclarece pontos que não foram entendidos, ou corretamente aprendidos anteriormente; • ajuda o estudante a alcançar os seus objetivos; • é flexível quando necessário; • mostra um interesse genuíno em motivar os alunos (mesmo os principiantes e, por isso, talvez numa fase menos interessante para o tutor); • escreve todas as correções de forma legível e com um nível de pormenorização adequado; • acima de tudo, devolve os trabalhos rapidamente; 9
  • 11. Parte III GNU Free Documentation License 10
  • 12. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF (Traduzido pelo João S. O. Bueno através do CIPSGA em 2001) Esta é uma tradução não oficial da Licença de Documentação Livre GNU em Português Brasi- leiro. Ela não é publicada pela Free Software Foundation, e não se aplica legalmente a distribuição de textos que usem a GFDL - apenas o texto original em Inglês da GNU FDL faz isso. Entretanto, nós esperamos que esta tradução ajude falantes de português a entenderem melhor a GFDL. This is an unofficial translation of the GNU General Documentation License into Brazilian Por- tuguese. It was not published by the Free Software Foundation, and does not legally state the distribution terms for software that uses the GFDL–only the original English text of the GFDL does that. However, we hope that this translation will help Portuguese speakers understand the GFDL better. Licença de Documentação Livre GNU Versão 1.1, Março de 2000 Copyright (C) 2000 Free Software Foundation, Inc. 59 Temple Place, Suite 330, Boston, MA 02111-1307 USA É permitido a qualquer um copiar e distribuir cópias exatas deste documento de licença, mas não é permitido alterá-lo. INTRODUÇÃO O propósito desta Licença é deixar um manual, livro-texto ou outro documento escrito "livre"no sentido de liberdade: assegurar a qualquer um a efetiva liberdade de copiá-lo ou redistribui-lo, com ou sem modificações, comercialmente ou não. Secundariamente, esta Licença mantém para o autor e editor uma forma de ter crédito por seu trabalho, sem ser considerado responsável pelas modificações feitas por terceiros. Esta Licença é um tipo de "copyleft"("direitos revertidos"), o que significa que derivações do documento precisam ser livres no mesmo sentido. Ela complementa a GNU Licença Pública Ge- ral (GNU GPL), que é um copyleft para software livre. Nós fizemos esta Licença para que seja usada em manuais de software livre, por que software livre precisa de documentação livre: um programa livre deve ser acompanhado de manuais que provenham as mesmas liberdades que o software possui. Mas esta Licença não está restrita a manuais de software; ela pode ser usada para qualquer trabalho em texto, independentemente do assunto ou se ele é publicado como um livro impresso. Nós recomendamos esta Licença prin- cipalmente para trabalhos cujo propósito seja de introdução ou referência. APLICABILIDADE E DEFINIÇÕES Esta Licença se aplica a qualquer manual ou outro texto que contenha uma nota colocada pelo detentor dos direitos autorais dizendo que ele pode ser distribuído sob os termos desta Licença. O "Documento"abaixo se refere a qualquer manual ou texto. Qualquer pessoa do público é um 11
  • 13. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF licenciado e é referida como "você". Uma "Versão Modificada"do Documento se refere a qualquer trabalho contendo o documento ou uma parte dele, quer copiada exatamente, quer com modificações e/ou traduzida em outra língua. Uma "Seção Secundária"é um apêndice ou uma seção inicial do Documento que trata ex- clusivamente da relação dos editores ou dos autores do Documento com o assunto geral do Documento (ou assuntos relacionados) e não contém nada que poderia ser incluído diretamente nesse assunto geral (Por exemplo, se o Documento é em parte um livro texto de matemática, a Seção Secundária pode não explicar nada de matemática). Essa relação poderia ser uma questão de ligação histórica com o assunto, ou matérias relaci- onadas, ou de posições legais, comerciais, filosóficas, éticas ou políticas relacionadas ao mesmo. As "Seções Invariantes"são certas Seções Secundárias cujos títulos são designados, como sendo de Seções Invariantes, na nota que diz que o Documento é publicado sob esta Licença. Os "Textos de Capa"são certos trechos curtos de texto que são listados, como Textos de Capa Frontal ou Textos da Quarta Capa, na nota que diz que o texto é publicado sob esta Licença. Uma cópia "Transparente"do Documento significa uma cópia que pode ser lida automatica- mente, representada num formato cuja especificação esteja disponível ao público geral, cujos conteúdos possam ser vistos e editados diretamente e sem mecanismos especiais com editores de texto genéricos ou (para imagens compostas de pixels) programas de pintura genéricos ou (para desenhos) por algum editor de desenhos grandemente difundido, e que seja passível de servir como entrada a formatadores de texto ou para tradução automática para uma variedade de formatos que sirvam de entrada para formatadores de texto. Uma cópia feita em um formato de arquivo outrossim Transparente cuja constituição tenha sido projetada para atrapalhar ou de- sencorajar modificações subsequentes pelos leitores não é Transparente. Uma cópia que não é "Transparente"é chamada de "Opaca". Exemplos de formatos que podem ser usados para cópias Transparentes incluem ASCII sim- ples sem marcações, formato de entrada do Texinfo, formato de entrada do LaTex, SGML ou XML usando uma DTD disponibilizada publicamente, e HTML simples, compatível com os padrões, e projetado para ser modificado por pessoas. Formatos opacos incluem PostScript, PDF, formatos proprietários que podem ser lidos e editados apenas com processadores de texto proprietários, SGML ou XML para os quais a DTD e/ou ferramentas de processamento e edição não estejam disponíveis para o público, e HTML gerado automaticamente por alguns editores de texto com finalidade apenas de saída. A "Página do Título"significa, para um livro impresso, a página do título propriamente dita, mais quaisquer páginas subsequentes quantas forem necessárias para conter, de forma legível, o material que esta Licença requer que apareça na página do título. Para trabalhos que não tenham uma página do título, "Página do Título"significa o texto próximo da aparição mais proe- minente do título do trabalho, precedendo o início do corpo do texto. 12
  • 14. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF FAZENDO CÓPIAS EXATAS Você pode copiar e distribuir o Documento em qualquer meio, de forma comercial ou não comercial, desde que esta Licença, as notas de copyright, e a nota de licença dizendo que esta Licença se aplica ao documento estejam reproduzidas em todas as cópias, e que você não acres- cente nenhuma outra condição, quaisquer que sejam, às desta Licença. Você não pode usar medidas técnicas para obstruir ou controlar a leitura ou confecção de cópias subsequentes das cópias que você fizer ou distribuir. Entretanto, você pode aceitar com- pensação em troca de cópias. Se você distribuir uma quantidade grande o suficiente de cópias, você também precisa respeitar as condições da seção 3. Você também pode emprestar cópias, sob as mesmas condições colocadas acima, e também pode exibir cópias publicamente. FAZENDO CÓPIAS EM QUANTIDADE Se você publicar cópias do Documento em número maior que 100, e a nota de licença do Documento obrigar Textos de Capa, você precisará incluir as cópias em capas que tragam, clara e legivelmente, todos esses Textos de Capa: Textos de Capa da Frente na capa da frente, e Textos da Quarta Capa na capa de trás. Ambas as capas também precisam identificar clara e legivelmente você como o editor dessas cópias. A capa da frente precisa apresentar o título com- pleto com todas as palavras do título igualmente proeminentes e visíveis. Você pode adicionar outros materiais às capas. Fazer cópias com modificações limitadas às capas, tanto quanto estas preservem o título do documento e satisfaçam a essas condições, pode ser tratado como cópia exata em outros aspectos. Se os textos requeridos em qualquer das capas for muito volumoso para caber de forma legível, você deve colocar os primeiros (tantos quantos couberem de forma razoável) na capa verdadeira, e continuar os outros nas páginas adjacentes. Se você publicar ou distribuir cópias Opacas do Documento em número maior que 100, você precisa ou incluir uma cópia Transparente que possa ser lida automaticamente com cada cópia Opaca, ou informar, em ou com, cada cópia Opaca a localização de uma cópia Transparente completa do Documento acessível publicamente em uma rede de computadores, à qual o público usuário de redes tenha acesso a download gratuito e anônimo utilizando padrões públicos de protocolos de rede. Se você utilizar o segundo método, você precisará tomar cuidados razoavel- mente prudentes, quando iniciar a distribuição de cópias Opacas em quantidade, para assegurar que esta cópia Transparente vai permanecer acessível desta forma na localização especificada por pelo menos um ano depois da última vez em que você distribuir uma cópia Opaca (direta- mente ou através de seus agentes ou distribuidores) daquela edição para o público. É pedido, mas não é obrigatório, que você contate os autores do Documento bem antes de redistribuir qualquer grande número de cópias, para lhes dar uma oportunidade de prover você com uma versão atualizada do Documento. 13
  • 15. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF MODIFICAÇÕES Você pode copiar e distribuir uma Versão Modificada do Documento sob as condições das se- ções 2 e 3 acima, desde que você publique a Versão Modificada estritamente sob esta Licença, com a Versão Modificada tomando o papel do Documento, de forma a licenciar a distribuição e modificação da Versão Modificada para quem quer que possua uma cópia da mesma. Além disso, você precisa fazer o seguinte na versão modificada: A. Usar na Página de Título (e nas capas, se houver alguma) um título distinto daquele do Do- cumento, e daqueles de versões anteriores (que deveriam, se houvesse algum, estarem listados na seção "Histórico do Documento"). Você pode usar o mesmo título de uma versão anterior se o editor original daquela versão lhe der permissão; B. Listar na Página de Título, como autores, uma ou mais das pessoas ou entidades responsá- veis pela autoria das modificações na Versão Modificada, conjuntamente com pelo menos cinco dos autores principais do Documento (todos os seus autores principais, se ele tiver menos que cinco); C. Colocar na Página de Título o nome do editor da Versão Modificada, como o editor; D. Preservar todas as notas de copyright do Documento; E. Adicionar uma nota de copyright apropriada para suas próprias modificações adjacente às outras notas de copyright; F. Incluir, imediatamente depois das notas de copyright, uma nota de licença dando ao público o direito de usar a Versão Modificada sob os termos desta Licença, na forma mostrada no tópico abaixo; G. Preservar nessa nota de licença as listas completas das Seções Invariantes e os Textos de Capa requeridos dados na nota de licença do Documento; H. Incluir uma cópia inalterada desta Licença; I. Preservar a seção entitulada "Histórico", e seu título, e adicionar à mesma um item dizendo pelo menos o título, ano, novos autores e editor da Versão Modificada como dados na Página de Título. Se não houver uma sessão denominada "Histórico"no Documento, criar uma dizendo o título, ano, autores, e editor do Documento como dados em sua Página de Título, então adicionar um item descrevendo a Versão Modificada, tal como descrito na sentença anterior; J. Preservar o endereço de rede, se algum, dado no Documento para acesso público a uma cópia Transparente do Documento, e da mesma forma, as localizações de rede dadas no Docu- mento para as versões anteriores em que ele foi baseado. Elas podem ser colocadas na seção "Histórico". Você pode omitir uma localização na rede para um trabalho que tenha sido publicado pelo menos quatro anos antes do Documento, ou se o editor original da versão a que ela se refira der sua permissão; K. Em qualquer seção entitulada "Agradecimentos"ou "Dedicatórias", preservar o título da 14
  • 16. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF seção e preservar a seção em toda substância e fim de cada um dos agradecimentos de contri- buidores e/ou dedicatórias dados; L. Preservar todas as Seções Invariantes do Documento, inalteradas em seus textos ou em seus títulos. Números de seção ou equivalentes não são considerados parte dos títulos da seção; M. Apagar qualquer seção entitulada "Endossos". Tal sessão não pode ser incluída na Versão Modificada; N. Não reentitular qualquer seção existente com o título "Endossos"ou com qualquer outro título dado a uma Seção Invariante. Se a Versão Modificada incluir novas seções iniciais ou apêndices que se qualifiquem como Seções Secundárias e não contenham nenhum material copiado do Documento, você pode optar por designar alguma ou todas aquelas seções como invariantes. Para fazer isso, adicione seus títulos à lista de Seções Invariantes na nota de licença da Versão Modificada. Esses títulos preci- sam ser diferentes de qualquer outro título de seção. Você pode adicionar uma seção entitulada "Endossos", desde que ela não contenha qual- quer coisa além de endossos da sua Versão Modificada por várias pessoas ou entidades - por exemplo, declarações de revisores ou de que o texto foi aprovado por uma organização como a definição oficial de um padrão. Você pode adicionar uma passagem de até cinco palavras como um Texto de Capa da Frente , e uma passagem de até 25 palavras como um Texto de Quarta Capa, ao final da lista de Textos de Capa na Versão Modificada. Somente uma passagem de Texto da Capa da Frente e uma de Texto da Quarta Capa podem ser adicionados por (ou por acordos feitos por) qualquer entidade. Se o Documento já incluir um texto de capa para a mesma capa, adicionado previamente por você ou por acordo feito com alguma entidade para a qual você esteja agindo, você não pode adicionar um outro; mas você pode trocar o antigo, com permissão explícita do editor anterior que adicionou a passagem antiga. O(s) autor(es) e editor(es) do Documento não dão permissão por esta Licença para que seus nomes sejam usados para publicidade ou para assegurar ou implicar endossamento de qualquer Versão Modificada. COMBINANDO DOCUMENTOS Você pode combinar o Documento com outros documentos publicados sob esta Licença, sob os termos definidos na seção 4 acima para versões modificadas, desde que você inclua na com- binação todas as Seções Invariantes de todos os documentos originais, sem modificações, e liste todas elas como Seções Invariantes de seu trabalho combinado em sua nota de licença. O trabalho combinado precisa conter apenas uma cópia desta Licença, e Seções Invariantes Idênticas com multiplas ocorrências podem ser substituídas por apenas uma cópia. Se houver múltiplas Seções Invariantes com o mesmo nome mas com conteúdos distintos, faça o título de 15
  • 17. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF cada seção único adicionando ao final do mesmo, em parênteses, o nome do autor ou editor origianl daquela seção, se for conhecido, ou um número que seja único. Faça o mesmo ajuste nos títulos de seção na lista de Seções Invariantes nota de licença do trabalho combinado. Na combinação, você precisa combinar quaisquer seções entituladas "Histórico"dos diver- sos documentos originais, formando uma seção entitulada "Histórico"; da mesma forma combine quaisquer seções entituladas "Agradecimentos", ou "Dedicatórias". Você precisa apagar todas as seções entituladas como "Endosso". COLETÂNEAS DE DOCUMENTOS Você pode fazer uma coletânea consitindo do Documento e outros documentos publicados sob esta Licença, e substituir as cópias individuais desta Licença nos vários documentos com uma única cópia incluida na coletânea, desde que você siga as regras desta Licença para cópia exata de cada um dos Documentos em todos os outros aspectos. Você pode extrair um único documento de tal coletânea, e distribuí-lo individualmente sob esta Licença, desde que você insira uma cópia desta Licença no documento extraído, e siga esta Licença em todos os outros aspectos relacionados à cópia exata daquele documento. AGREGAÇÃO COM TRABALHOS INDEPENDENTES Uma compilação do Documento ou derivados dele com outros trabalhos ou documentos se- parados e independentes, em um volume ou mídia de distribuição, não conta como uma Ver- são Modificada do Documento, desde que nenhum copyright de compilação seja reclamado pela compilação. Tal compilação é chamada um "agregado", e esta Licença não se aplica aos outros trabalhos auto-contidos compilados junto com o Documento, só por conta de terem sido assim compilados, e eles não são trabalhos derivados do Documento. Se o requerido para o Texto de Capa na seção 3 for aplicável a essas cópias do Documento, então, se o Documento constituir menos de um quarto de todo o agregado, os Textos de Capa do Documento podem ser colocados em capas adjacentes ao Documento dentro do agregado. Senão eles precisarão aparecer nas capas de todo o agregado. TRADUÇÃO Tradução é considerada como um tipo de modificação, então você pode distribuir traduções do Documento sob os termos da seção 4. A substituição de Seções Invariantes por traduções requer uma permissão especial dos detentores do copyright das mesmas, mas você pode incluir traduções de algumas ou de todas as Seções Invariantes em adição às versões orignais dessas Seções Invariantes. Você pode incluir uma tradução desta Licença desde que você também in- clua a versão original em Inglês desta Licença. No caso de discordância entre a tradução e a 16
  • 18. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF versão original em Inglês desta Licença, a versão original em Inglês prevalecerá. TÉRMINO Você não pode copiar, modificar, sublicenciar, ou distribuir o Documento exceto como expres- samente especificado sob esta Licença. Qualquer outra tentativa de copiar, modificar, sublicen- ciar, ou distribuir o Documento é nula, e resultará automaticamente no término de seus direitos sob esta Licença. Entretanto, terceiros que tenham recebido cópias, ou direitos de você sob esta Licença não terão suas licenças terminadas, tanto quanto esses terceiros permaneçam em total acordo com esta Licença. REVISÕES FUTURAS DESTA LICENÇA A Free Software Foundation pode publicar novas versões revisadas da Licença de Documen- tação Livre GNU de tempos em tempos. Tais novas versões serão similares em espirito à versão presente, mas podem diferir em detalhes ao abordarem novos porblemas e preocupações. Veja http://www.gnu.org/copyleft/. A cada versão da Licença é dado um número de versão distinto. Se o Documento especificar que uma versão particular desta Licença "ou qualquer versão posterior"se aplica ao mesmo, você tem a opção de seguir os termos e condições daquela versão específica, ou de qualquer versão posterior que tenha sido publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. Se o Documento não especificar um número de Versão desta Licença, você pode escolher qualquer versão já publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. ADENDO: Como usar esta Licença para seus documentos Para usar esta Licença num documento que você escreveu, inclua uma cópia desta Licença no documento e ponha as seguintes notas de copyright e licenças logo após a página de título: Copyright (c) ANO SEU NOME. É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Soft- ware Foundation; com as Seções Invariantes sendo LISTE SEUS TÍTULOS, com os Textos da Capa da Frente sendo LISTE, e com os Textos da Quarta-Capa sendo LISTE. Uma cópia da li- cença está inclusa na seção entitulada "Licença de Documentação Livre GNU". Se você não tiver nenhuma Seção Invariante, escreva "sem Seções Invariantes"ao invés de dizer quais são invariantes. Se você não tiver Textos de Capa da Frente, escreva "sem Textos de Capa da Frente"ao invés de "com os Textos de Capa da Frente sendo LISTE"; o mesmo para os Textos da Quarta Capa. Se o seu documento contiver exemplos não triviais de código de programas, nós recomenda- mos a publicação desses exemplos em paralelo sob a sua escolha de licença de software livre, 17
  • 19. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF tal como a GNU General Public License, para permitir o seu uso em software livre. 18
  • 21. Capítulo 1 O que é Horde O Horde é um framework todo desenvolvido em PHP para rodar em um servidor web, como o Apache. Sua funcionalidade varia de acordo com os módulos que queremos utilizar, que vão desde um gerenciador de senhas até um webmail, assim mesmo, diversos, visto que uma versa- tilidade e uma portabilidade enorme permitiram que vários aplicativos fossem desenvolvidos para rodar sobre o Horde e ainda manterem um alto grau de compatibilidade. O curso, com base na distribuição Debian possui duas semanas, começa na Segunda-Feira da primeira semana e termina no Domingo da última semana. Todo o conteúdo do curso estará visível somente a partir da data de início. Para começar o curso você deve ler o Guia do aluno a seguir. 20
  • 22. Capítulo 2 Plano de ensino 2.1 Objetivo Qualificar técnicos e programadores no framework Horde. 2.2 Público Alvo Técnicos e Programadores que desejam trabalhar com o Horde. 2.3 Pré-requisitos Os usuários deverão ser, necessariamente, indicados por empresas públicas e ter conheci- mento básico acerca da administração de sistemas GNU/Linux. 2.4 Descrição O curso de Horde será realizado na modalidade EAD e utilizará a plataforma Moodle como ferramenta de aprendizagem. O material didático estará disponível on-line de acordo com as datas pré-estabelecidas no calendário. A versão utilizada para o Horde será a 2.0. 2.5 Metodologia O curso está dividido da seguinte maneira: 2.6 Cronograma • Condições; • Preparações 1 (Apache e Imap); • Preparações 2 (MySQL e Wizard); • Configurações 1 (Horde); 21
  • 23. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF • Configurações 2 (Imap); • Opções globais e notas finais. Como mostrado na tabela acima, a cada semana será disponibilizado um conjunto de módulos. É recomendado que o participante siga as datas estabelecidas. As lições, disponíveis em cada módulo, contêm o contéudo principal. Elas poderão ser acessadas quantas vezes forem necessárias, desde que estejam dentro da semana programada. Ao final de cada lição, você receberá uma nota de acordo com o seu desempenho. Caso sua nota numa determinada lição for menor que 6.0, sugerimos que você faça novamente esta lição. Ao final do curso serão disponibilizadas as avaliações referentes aos módulos estudados anterior- mente. Somente as notas das avaliações serão consideradas para a nota final,todos os módulos ficarão visíveis para que possam ser consultados durante a avaliação final. Para conhecer as demais atividades de cada módulo leia o tópico seguinte: "Ambientação do Moodle". Os instrutores estarão a sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deve ser envi- ada ao fórum correspondente. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos. 2.7 Programa O curso oferecerá o seguinte conteúdo: • Introdução ao Horde; • Configuração do Horde. 2.8 Avaliação Toda a avaliação será feita on-line. Aspectos a serem considerados na avaliação: • Iniciativa e autonomia no processo de aprendizagem e de produção de conhecimento; • Capacidade de pesquisa e abordagem criativa na solução dos problemas apresentados. Instrumentos de avaliação: • Participação ativa nas atividades programadas; • Avaliação ao final do curso; • O participante fará várias avaliações referente ao conteúdo do curso. Para a aprovação e obtenção do certificado o participante deverá obter nota final maior ou igual a 6.0 de acordo com a fórmula abaixo: • Nota Final = ((ML x 7) + (AF x 3)) / 10 = Média aritmética das lições • AF = Avaliações 22
  • 24. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 2.9 Bibliografia • http://wiki.horde.org/ • http://www.horde.org/horde/docs/ • http://www.vkinetic.com/hordedev/ 23
  • 25. Capítulo 3 Noções 3.1 O que é o Horde O Horde é um framework de código aberto baseado em php para aplicativos web. Mas o que é um framework? Sem entrar em uma descrição profunda ou acadêmica, um framework pode ser descrito como um conjunto de bibliotecas, com variáveis, funções, objetos e etc, altamente integradas que no caso do Horde, com ajuda da orientação a objetos, permitem que sejam cri- ados aplicativos padronizados e em alto nível que sejam como módulos de um sistema maior, autónomo no sentido de independer de cada um dos módulos em particular para ser funcional a outros, mas dependente no sentido de existir para que outros aplicativos possam rodar, mas não ele mesmo. Vale notar que dentro deste framework, tomado como um todo, existe o que chamamos de Framework Horde, um pacote necessário para a configuração e uso de cada um dos módulos. Estudaremos ele mais tarde. O Horde possui muitos aplicativos para web construidos sobre ele, leia as páginas seguintes para conhecer melhor seu funcionamento e para ser apresentados aos seus aplicativos mais populares. 3.2 O objetivo O projeto Horde trata-se da criação de aplicativos de alta qualidade com código aberto, base- ados em PHP e no Framework Horde. Os princípios que guiam o projeto Horde são a criação de aplicativos sólidos que seguem um padrão, que usem designes inteligentes orientados a objeto que, sempre que possível, são dese- nhados para rodar em uma larga variedade de plataformas e de backends. Há uma grande ênfase em tornar o Horde tão amigável quanto for possível à falantes de lín- guas não estrangeiras. O Framework Horde atualmente suporta muitas capacidades de regio- nalização como unicode e textos da direita para a esquerda. Muitos usuários generosos têm contribuído com muitas traduções para o framework e para os aplicativos. Atualmente, o projeto Horde ostenta muitos aplicativos, alguns deles já prontos para uso empresarial e preparado para ambientes sob demanda, outros novos e interessantes ainda estão em desenvolvimento. 24
  • 26. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 3.3 O código O desenvolvimento do framework e dos aplicativos é um processo comunitário, com contri- buições tanto de desenvolvedores individuais quanto de corporações. Os membros do núcleo de desenvolvimento são (Core Team) pessoas ativamente envolvidas com o desenvolvimento de designes e com a codificação do framework e de seus aplicativos. Os aplicativos estão sob várias licenças de código aberto, principalmente sob a GPL. O Fra- mewok Horde, ele mesmo, na versão 2.0, foi lançado sob a LGPL. Os aplicativos Horde são escritos em PHP, uma linguagem de script explicitamente desenvolvida para ser embutida em páginas da web. O PHP pode ser incluído diretamente em um servidor web, com plugins não somente para Apache, mas também para IIS, para o Sun Web Server, etc. O PHP está atualmente na versão 5, como muitas melhorias incluindo um novo modelo de ob- jeto XML melhorado o suporte aos serviços web. Muitos módulos do Horde devem rodar em quaisquer plataformas que rodam PHP (inclusive como cgi), assumido que quaisquer módulos de suporte requeridos (IMAP, por exemplo) estejam presentes. 3.4 Aplicativos Horde Estes são alguns aplicativos (já em funcionamento) mais populares: Plataforma de Email Horde • IMP - um cliente de web e-mail; • Ingo - um gerenciador de regras de filtragem; • MIMP - uma versão minimalista do IMP para uso em máquinas com tela pequena ou com suporte limitado a HTML, como um celular, PDAs e outros; • Sork - uma coleção de quatro outros módulos do Horde (accounts, forwards, passwd, and vacation) que juntos formam várias funções de administração de contas. Suíte groupware Horde • Kronolith - um aplicativo de calendário; • Mnemo - um gerenciador de notas; • Nag - um gerenciador de tarefas multiusuário; • Gollem - um gerenciador de arquivos baseado em web; • Trean - um gerenciador de endereços favoritos; • Turba - gerenciador de contatos/endereços. Horde Developer Tools • Chora - um monitor de repositórios CVS; • Whups - um resolvedor de problemas de usuários Web Horde e um sistema de "ticket- tracking". 25
  • 27. Capítulo 4 Condições 4.1 Primeiras notas Como já sabemos, o Horde é um framework e por isso não funciona sozinho. Mas o que ele faz? O Horde é utilizado para que se possa desenvolver aplicativos em PHP de forma mais estável e automatizada. E que aplicativos em php são esses? Como vimos, qualquer um. Os administradores de sistemas precisam, portanto, para utilizar um aplicativo qualquer feito sobre o Horde, dispor em sua máquina, além do próprio aplicativo, o Horde. Enfim, o Horde não executa nada por conta própria e nem o fazem seus aplicativos, pois o Horde precisa estar em toda má- quina que quiser rodar aplicativos Horde. Dada a variedade de programas em PHP que podem ser construídos suportados pelo Horde, não existem configurações gerais de funcionamento dos aplicativos Horde. Iremos, neste curso, aprender os passos para o levantamento da plataforma web-mail IMP, o aplicativo Horde mais antigo e popular. 4.2 O IMP IMP é uma sigla para Internet Messaging Program. Assim como existem softwares, como o Thunderbird e o Evolution, que acessam um servidor para receber e enviar e-mails, existem plataformas de e-mail interpretadas pelo browser que oferecem igualmente uma interface para o recebimento, envio e edição de e-mails. Um exemplo de web-mail poderia ser o Gmail do Google e o Hotmail da Microsoft. Estes nomes não dizem respeito ao aplicativo utilizado, mas são so- mente uma marca. Podemos, ao final do curso, nomear nossos web-mails de Livre-mail, CdtcMail ou de qualquer outro nome. Os desenvolvedores do Gmail, por exemplo, não necessariamente utilizam o Horde. Entenderam a diferença? O IMP é somente uma interface entre um servidor real e um usuário de e-mail deste servidor. Para tanto, o IMP dispõe de suporte a IMAP e a POP3. Mas o que é capaz de fazer o IMP? Com o lançamento da versão 3.2.8, o IMP ostentava as seguintes capacidades: 1. Busca em múltiplas caixas de e-mail; 2. Nomeação de identidades de e-mail; 3. Navegador hierárquico de caixa de e-mail; 26
  • 28. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 4. Interface (mais) limpa e refeita. Com o IMP 4.1.x, que é a atual versão estável, enquanto a 3.2.8 foi a útima mais estável, vieram as seguintes capacidades, entre outras: 1. Suporte à criptografia; 2. Suporte flexível à esquemas de caracteres; 3. enumeratePastas virtuais para buscas salvas; 4. Um editor para mensagens em HTML com o qual aquilo que vemos é aquilo que teremos (WYSIWYG). 4.3 Pré-requisitos Para instalar o IMP/Horde, alguns detalhes têm de ser preparados. Precisamos, é claro, do IMP (4.1.x) e do framework Horde (3.x). Por se tratar de um aplicativo Horde, precisamos do PHP instalado. No caso do IMP 4.1.x necessitamos, mais especificamente, de um PHP 4.3.0. Se tratamos de um gerenciador de e-mails, vamos precisar do Imap instalado. Por fim, também precisaremos, naturalmente, do Apache e de um banco de dados, que será o Mysql instalado. Precisamos, enfim, dos seguintes pacotes: • apache; • php4; • uw-imapd; • imap-agent; • mysql-server; • imp4; • horde3; + • php4-imap; • php4-mysql; • libapache-mod-php4; • php4-domxml; • gettext. 27
  • 29. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Atentem para o fato de que o php4 poderá ser atualizado em suas máquinas e que, neste curso, utilizaremos o Apache 1.3. Mas aqueles que se sentirem a vontade para configurar o Apa- che 2 podem seguir seu caminho. Saibam que as versões escolhidas não são compulsórias nem são, necessariamente, as mais adequadas, foram somente as escolhidas para construir o curso. Em geral, entretanto, todos sabem que versões mais novas são versões melhores. Assumo que saibam instalar aplicativos em sistemas Linux, seja compilando pessoalmente, seja com um gerenciador de pacotes. Quem tiver disposição e segurança para compilar os pacotes por conta própria pode montar um servidor de configurações mais organizado, talvez de e-mails com a interface IMP, no sentido de que assim se pode controlar o local de instalação de cada programa. Alternativamente à instalação didática que faremos, vocês poderão tentar instalar o Horde in- tegrado ao Openssl. Na instalação exemplo deste curso, no entanto, não vamos nos preocupar com o suporte a ssl. Na descrição dos procedimentos tomados na configuração do Horde/IMP deste curso, a insta- lação realizada foi a instalação padrão e estamos utilizando um sistema de base Debian. A configuração geral do Horde segue o documento, padrão do pacote, /usr/share/doc/README.Debain.gz . Tenha ele em mente, portanto, caso queira realizar configurações diferentes um dia, pois os ca- minhos e as configurações sugeridas aqui serão as mais simples possíveis para que possamos conseguir levantar o IMP, não servindo elas como estão, provavelmente, para um serviço real. Para instalar todos esses programas dê o comando: $apt-get install horde3 mysql-server-5.0 php4-mysql php4-imap libapache-mod-php4 php4- domxml uw-imapd imap-agent imp4 28
  • 30. Capítulo 5 Preparações 1 (Apache e Imap) 5.1 Apache Ao instalar o Apache, selecione os módulos adequados para a integração destes aplicativos, como o do imap. Para usuários do Debian, o debconf deve oferecer uma interface de configu- ração dos arquivos do Apache, mais especificamente do httpd.conf. Acesse agora o arquivo de configuração do Apache /etc/apache/httpd.conf. Para fazer o Apache reconhecer o local em que o Horde está instalado, podemos alterar a variável DocumentRoot, em pelo menos três lugares do arquivo, na linha 282, 307 (após Directory) e ao final do arquivo quando construirmos nosso domínio virtual. Caso quizermos manter a pasta pa- drão de acesso pelo Apache como a dada na instalação (tipicamente /var/www), podemos tanto criar um link simbólico dentro dela que aponte para o diretório real do Horde, no caso do Debian, por padrão o /usr/share/horde3, ou podemos simplismente compilar o próprio horde e , por isso, também o IMP, já dentro da pasta /var/www. Possivelmente, dependendo da situação da sua máquina, pode ser necessário alterar a porta utilizada pelo serviço do apache. Para tanto, altere o valor da porta para, por exemplo, 8080, nas linhas 238 e na primeira linha, por volta de 1050, da declaração do seu domínio virtual depois dois dos pontos. Veja a seguir. A partir da linha 1050, na parte dos hosts virtuais, insira as linhas a seguir e faça as modifi- cações adequadas: <VirtualHost 127.0.0.1:80> Alias /horde3 /usr/share/horde3 Alias /imp /usr/share/horde3/imp DocumentRoot /var/www ServerName servidor_horde ServerAdmin nome@email.xxx # ErrorLog logs/host.some_domain.com-error.log # CustomLog logs/host.some_domain.com-access.log common </VirtualHost> Para terminar com a configuração do httpd.conf, confira e garanta a presença de "index.php"após 29
  • 31. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF "DirectoryIndex"na linha 361 e descomente a linha 788: "#AddType application/x-httpd-php .php". Para linkar o endereço real do horde à pasta /var/www, a pasta padrão, digite o seguinte co- mando: $ ln -s /usr/share/horde3 /var/www/horde3 Altere o nome do arquivo index.html do endereço de acesso do apache para enchergar as pastas: $mv /var/www/index.html /var/www/info.html Reinicie então o serviço do Apache e teste o acesso com o seu navegador. $ /etc/init.d/apache restart 5.2 Imap Já com o Imap instalado. Digite o seguinte comando de linha para que o Imap seja reconhe- cido e iniciado como um serviço, e em seguida o reinicie: $ echo "imap stream tcp nowait root /usr/sbin/tcpd imapd»> /etc/inetd.conf Caso uma linha como esta já exista em seu arquivo, basta descomentá-la apagando o ’#’ ao início da linha. Agora devemos acessar o arquivo /etc/php4/apache/php.ini para habilitar o Imap e acrecentar a linha "extension=imap.so"no local indicado pelo arquivo, por volta da linha 542. Haverá exem- plos desta sintaxe, portanto não deve haver confusão. Caso essa linha já exista você pode ape- nas descomentá-la, retirando o ponto e vírgula ( ; ). Caso haja uma linha "extension=ldap.so", comente-a de forma a ficar ";extension=ldap.so". Reinicie o servidor apache com: $ /etc/init.d/apache restart Em seguida: $ killall -1 inetd ou $ killall -HUP inetd Não há problema em receber a mensagem "inetd: no process killed". Então inicie o inetd: 30
  • 32. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF $ /etc/rc.d/init.d/inetd start 31
  • 33. Capítulo 6 Preparações 2 (MySQL e Wizard) 6.1 MySQL Com o pacote mysql-server instalamos tanto o mysql-common quanto o mysql-client. Alguns comandos são necessários para deixá-lo pronto: $ mysqladmin password senha #define a senha de administrador $ mysql_install_db #instala os bancos de dados padrões $ mysqld_safe #inicia o serviço $ mysql -u root -p #já podemos mexer nos bancos após inserir a senha ao pedido do prompt Agora devemos criar um banco de dados para o Horde. Existe, para tanto, um script preparado que criará um banco de nome ’horde’ com um usuário ’horde’ de senha ’horde’. Esses valores do banco, se alterados à mão ou no script, deverão mais tarde serem ajustados na configuração do próprio Horde. Portanto, mantenham esses valores por enquanto. Vejamos o que fazer. Se o Horde foi instalado na pasta padrão, realize os seguintes comandos. Caso você tenha compilado por conta própria, busque os documentos do Horde e encontre as subpastas corres- pondentes. $ cd /usr/share/doc/horde3/examples/scripts/sql $ gunzip create.mysql.sql.gz $ mysql –user=root –password=senha < create.mysql.sql Esta senha é a senha do administrador do mysql que setamos mais acima. Para aqueles que tiverem interesse em experimentar posteriormente outros bancos de dados, confiram o README desta pasta sql. 6.2 Horde Wizard Para configurar o Horde, adequando-o ao nosso sistema, vamos aproveitar um configurador interativo que o Horde dispõe. O Horde é, de ínicio e por motivos de segurança, protegido contra alterações até que se queira habilitar o seu uso. Para tanto, alguns procedimentos devem ser tomados: 32
  • 34. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Definir o usuário de sistema ’www-data’ como dono (owner) de todos os conteúdos da pasta /etc/horde/horde3/ e permitindo que ele os possa sobreescrever: $ chown -R www-data /etc/horde/horde3 $ chmod o+rw /etc/horde/horde3/* A última medida não é obrigatória, mas somente facilita certas tarefas de configuração. Ape- sar disto, uma configuração segura não deverá contar com esse comando, nem sequer com a manutenção do usuário web www-data como dono dos arquivos. Agora apague a segunda e a terceira linhas do arquivo /etc/horde/horde3/conf.php. Elas de- vem aparecer, antes de serem apagadas, como um echo e uma função de saída: linha 2: echo "Horde3 configuration disabled by default because the administration/install wizard gives the whole world too much access to the system. Read /usr/share/doc/horde3/README.Debian.gz on how to allow access."; linha 3: exit(0); Após as configurações do Horde, recomenda-se retornar ao root a qualidade de dono das pastas e dos arquivos contidos em /etc/horde/horde3 para que se garanta mais segurança. Para terminar, verifique se possui os pacotes gettext e o php4-domxml. Faça um apt-get ins- tall para cada um desses e garanta sua presença no sistema. Por fim, inclua, logo após a linha que incluímos, próxima à 540, "extension=imap.so", outra li- nha igual a esta: "extension=domxml.so". Essas duas linhas poderão ficar assim: extension=imap.so extension=domxml.so Reinicie então os nossos serviços: $ /etc/init.d/inetd restart $ /etc/init.d/apache restart $ /etc/init.d/mysql restart 33
  • 35. Capítulo 7 Configurações 1 (Horde) 7.1 Início Na página inicial do Horde, que devemos acessar por http, utilizando o apache segundo nos- sas configurações, vemos um menu à esquerda com uma aba de administração. Como preci- samos agora configurar o Horde para o uso do Imp, primeiramente vamos configurar o Horde entrando em Configuração (ou "Setting"em inglês). Cliquem agora em "Horde (horde) 3.1.1". Se tudo até agora andou bem, devem enchergar neste momento uma página de configuração do Horde com três camadas de abas com diversas opções. Não vamos ver aqui uma por uma, pois algumas são bastante intuitivas e outras são configurações marginais, desnecessárias ou simplesmente muito variáveis de acordo com as escolhas de cada um. Será abordado, por isso, as opções de algumas abas em especial e é esperado, portanto, que vocês passem o olho sobre cada uma das abas não abordadas aqui para assegurar suas prefe- rências pessoais, pois elas, eventualmente, serão de fato importantes. Note que essa configuração vale, de forma geral, para qualquer aplicativo Horde que será uti- lizado em conjunto com o Horde. Os aplicativos são, portanto, um bocado modulares e com configurações independentes. Então, cuide para fazer uma boa configuração neste momento. 7.2 Aba de autenticação Campo de usuários administradores Na aba "Autentication", a primeira opção a ser setada é sobre os usuários que devem ser tra- tados como administradores pelo Horde. Logo, após o campo "Which users should be treated as administrators"escreva uma lista de nomes separada por vírgula de usuários que gostaria que fos- sem reconhecidos como administradores. Isto controlará quem terá direito de realizar alterações nas configurações, como senhas, adição de usuários e etc. Administradores, para o Horde, são usuários normais que foram listados no campo de administradores. Note que esta aba é talvez a única que deva ser configurada sem erro logo na primeira tentativa, pois caso fique sem acesso ao Horde posteriormente, provavelmente terá que remover o Horde com o parâmetro –purge ou, se tiver segurança, editar o arquivo de configuração à mão. 34
  • 36. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Menu de tipos de autenticação Este menu é o quarto de baixo para cima na aba de autenticação. Ele deve estar em inglês, como "What backend should we use for authenticating users to Horde". Você pode escolher, caso não lhe seja inseguro, a autenticação automática para certo usuário - "Automatic autentication as a certain user". Você pode escolher o meio de autenticação mais apropriado para o acesso que pretende fazer como administrador do sistema. Mas lembre-se que desabilitamos o suporte do PHP à LDAP, e priorizamos o uso do IMAP. Será sugerido, portanto, o uso do IMAP como backend de autenticação. Menu de seleção do backend de autenticação No menu de seleção do backend de autenticação, "What backend should we use for authentica- ting users to Horde", selecione a opção "IMAP authentication". A página irá, então, se recarregar e haverá novas opções específicas sobre o IMAP. Menu de seleção do tipo de configuração No menu que se abriu em seguida, "Configuration type", selecione a opção de separar valo- res, "Separate values". A página irá se recarregar novamente e alguns campos novos irão surgir, preencha-os adequndamente: • Nome ou ip do servidor IMAP que não utilize ssl ou tls; • Porta 143, e não 993, pois não estamos utilizando ssl; • Escolha o protocolo imap.]. Caso tenha problemas com esta autenticação, procure as linhas do conf.php que se referem a autenticação, por volta das linhas 80 e 90, e edite adequadamente. Um preenchimento poderia ser, por exemplo: $conf[’auth’][’params’][’hostspec’] = ’cdtc.org.br’; $conf[’auth’][’params’][’port’] = 143; $conf[’auth’][’params’][’protocol’] = ’imap’; 7.3 Aba de banco de dados Menu de seleção do tipo de banco de dados A princípio, somente deve haver um menu de seleção dentro desta aba. Devemos escolher a opção MySQL. Ao escolhermos o tipo de banco de dados, o configurador do Horde irá se recar- regar e outros campos relativos ao MySQL aparecerão. Também devemos preenchê-los adequa- damente. Campos relativos ao banco MySQL selecionado 35
  • 37. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF • Informe o servidor onde está o MySQL utilizado. No nosso caso é a própria máquina do Horde, portanto preencha com "localhost". • Informe o usuário com o que o Horde se conectará ao MySQL. Para facilitar nossas configu- rações e o andamento e acompanhamento deste curso, é proposto que o usuário "horde"seja mantido. • A senha do nosso usuário também é "horde". • Escolha o tipo de conexão por TCP/IP. • Mantenha a porta padrão 3306. • O nome do banco de dados também é "horde". • Mantenham o padrão de caracteres. 7.4 Aba de preferências Menus de escolha do dispositivo de preferências Escolha a opção SQL "database"no menu "What preferences driver should we use?", deixando em branco o primeiro campo da aba. Ao menos uma outra opção aparecerá automaticamente. Escolha, então, no menu abaixo a segunda opção "Custom parameters". Outras opções irão apa- recer. Campos de informações sobre o banco de dados Preencha estes campos exatamente como preenchemos as opções da aba do banco de da- dos, começando pela escolha do MySQL e daí por diante e, no final, informe o último campo com o nome da tabela "horde_prefs". 7.5 Aba do datatree Escolha do sistema de árvore de dados Na aba "Datatree System", escolha, no único menu disponível, a opção "SQL Database". Ou- tras opções devem aparecer. Escolha no menu, logo abaixo, a opção "Custom parameters"e espere aparecerem os outros campos. Campos de informações sobre o banco Mais uma vez, preencha igualmente as informações sobre o banco de dados, començando por informar que será utilizado o MySQL. Ao final, informe os dois últimos campos, respectivamente, com os nomes das tabelas "horde_datatree"e "horde_datatree_atributes". 7.6 Outras abas Aba "Menu Settings" 36
  • 38. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF Aqui, lembre-se de selecionar no primeiro menu disponível o aplicativo Imp e o próprio Horde, marque ambos. Finalizando a configuração do Horde Por fim, clique no retângulo roxo no canto inferior esquerdo da página de configuração do Horde "Generate Horde Configuration". Caso volte a configurar o Horde, eventualmente, a regravação do arquivo /etc/horde/horde3/conf.php irá falhar por encontrar diferenças nos arquivos, naturalmente. Você deve colar o novo trecho de código gerado diretamente sobre código antigo, que deve começar por volta da linha 60, a partir de /* CONFIG START. DO NOT CHANGE ANYTHING IN OR AFTER THIS LINE. */ Por fim, dois comentários sobre segurança Alguns dos arquivos de configuração do Horde contêm senhas que os usuários da máquina poderiam capturar, portanto, é importante assegurar que os arquivos de configuração contidos em /etc/horde/horde3 não são legíveis por usuários comuns do sistema. A utilização do apache, por sua vez, já nos garante alguma segurança para usuários externos que irão utilizar o Horde, naturalmente pela web. Lembre-se também de, após o término das configurações vistas neste curso, alterar o dono dos arquivos do Horde de volta para o root e ajustar suas permissões, caso queira, é claro, implemen- tar esta configuração do Horde na prática. 37
  • 39. Capítulo 8 Configurações 2 (Imap) 8.1 Aba de utilidades externas e do menu Vamos começar agora a configurar não o Horde, mas um de seus aplicativos. Como já dito, foi escolhido um aplicativo muito popular do Horde para aprendermos a utilizar-lo, mas o seu in- teresse com o Horde pode pouco ter a ver com webmails. De qualquer forma, vimos um pouco do que todos devem passar para levantar o Horde com quaisquer uns de seus aplicativos. Antes de mais nada, a configuração do Imp só pode ser realizada por um administrador do Horde. Se for feito da forma sugerida, ao retornar ao Horde sua autenticação como administrador será automática, e não deve ter problemas. Na aba "External Utilities and Menu", acompanhe os seguintes passos: Correção ortográfica No primeiro campo, se estiver preocupado com uma correção ortográfica de seu webmail, pro- cure saber se em seu sistema já está instalado algum dicionário aspell ou ispell. Informe, então, o binário do dicionário. Em uma instalação padrão eles devem estar em /usr/bin. Esta é a entrada: "/usr/bin/aspell". Encripação de arquivos No segundo campo, informe o binário do gpg para permitir que os usuários tenham acesso à en- criptação de arquivos, cada vez mais necessária hoje. Esta é a entrada: "/usr/bin/gpg". Outros campos Os outros campos, na configuração, podem ficar como estão, pois esta configuração não dar suporte à ssl. Se quiser linkar algum aplicativo Horde à interface do Imp, ou até mesmo o Horde em si caso queira oferecer seus utilitários, selecione adequadamente os ítens do menu de seleção ao final da aba. 38
  • 40. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 8.2 Aba de restrições e permissões de usuário Nesta aba se mantida todas as opções como estão, há um webmail com permissões padrões aos usuários e com o uso de múltiplas pastas para manter e-mails enviados, rascunhos e ou- tros. Além de somente uma Inbox para os e-mails que chegam. Os dois últimos campos definem páginas alternativas acessadas nos momentos de login e de logoff, informando as URLs. Caso mantenham as páginas padrões, deixem as strings ’false’ como estão dentro das caixas. Podem ser feitas as alterações desejadas, mas tomando cuidado para não comprometer a confi- guração. Quem tiver interesse, olhe as outras opções que não estão neste curso. 8.3 Aba do servidor de e-mail Nesta aba são definidas algumas informações sobre as chegadas de e-mail, sobre o uso de servidores e o direito que os usuários terão sobre sua escolha e sobre o armazenamento de da- dos no buffer da seção para evitar novas conexões ao servidor. É recomendado, para uma maior flexibilidade ao testar o webmail, marcar todas as caixinhas, exceto a última, sobre o cache de armazenamento. Mantenha como none a primeira caixa e preencha com 25 o número de mensagens necessárias para que o Imp passe a reagrupar a lista de acordo com uma listagem que será definida, porém que não seja a da ordem de chegada dos e-mails. 8.4 Aba de composição Nesta aba são tomadas decisões sobre como o Imp deve se comportar e que permissões terão os usuários no momento de montarem e enviarem e-mails. As decisões tomadas aqui são pessoais e não afetarão a instalação do Imp como um todo. Ainda assim, são decisões bastante interessantes na construção de um webmail, confira as opções da lista em ordem: 01. Incluir o conteúdo de imp/config/header.txt no cabeçalho de toda mensagem enviada? 02. Acoplar os conteúdos de imp/config/trailer.txt ao final de cada mensagem enviada? 03. Devemos permitir os usuários setar o cabeçalho Cc: ? 04. Devemos permitir os usuários setar o cabeçalho Bcc: ? 05. Poderá o usuário requerer um retorno de mensagem? 06. Devemos dar ao usuário uma janela pop-up com os caracteres especiais? 07. Devemos utilizar o sistema VFS do Horde para armazenar anexos enviados? 08. Devemos permitir os usuários enviar anexos como links? 09. Deve o Imp enviar todos anexos como links? 10. Deve o Imp enviar um e-mail notificando o remetente quando a primeira pessoa tentar baixar o anexo linkado? 11. Devemos adicionar o domínio padrão ao endereço que não pode ser expandido automatica- mente? 12. Qual é o limite de tamanho de anexos por mensagem (em bytes)? 0 é sem limites. 13. Qual é o número máximo de anexos por mensagem? 0 é sem limites. 39
  • 41. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF 8.5 Finalizando De resto, existem outras opções nas últimas duas abas que podem ser, eventualmente, al- teradas em algum tipo de configuração, mas as opções padrões são bem satisfatórias para um levantamento típico. Para finalizar, clique na barra roxa no canto inferior esquerdo da janela de configuração do Imp, caso seja apontado um erro de gravação copie o conteúdo do código PHP gerado e cole manu- almente em "/usr/share/horde3/imp/config/conf.php"ou em "/etc/horde/imp4/conf.php" 40
  • 42. Capítulo 9 Opções Globais e notas finais 9.1 Opções Nos preocuparemos agora com as opções oferecidas pela interface Horde. Na seção opções globais,há duas colunas, uma com o título "Suas informações"e outra de nome "Outras informa- ções". Suas Informações Informe em "Informações pessoais"na coluna Suas informações seu nome de usuário, nome completo e e-mail. Talvez um pouco menos importante são as duas outras seções internas, que dizem respeito às configurações de hora, língua e cores para nomes reconhecidos. Outras Informações Opções de Exibição • Escolha que aplicativo será apresentado após a autenticação do Horde. Escolha Imp (ou Correio) caso tenha configurado o Horde para usar o Imp, mas esta escolha é pessoal. • Marque para que a última hora de conexão seja aprensentada ao conectar-se. • Escolha o esquema de cores que dará a cara do seu tema. • Determine a frequência com que o portal Horde se atualizará. • Escolha para deixar mostrar o menu do Horde à esquerda e em seguida a largura que este terá. • Escolha o modo de apresentação do menu (ícones e/ou texto), o tempo de atualização do menu de elementos dinâmicos. Observe que é possível adicionar o Horde aos favoritos automaticamente, clicando sobre a frase azul sobre a caixa Modo do menu e escolher se as teclas de atalho deverão ou não ser determinadas para os aplicativos. Tarefas de conexão 41
  • 43. CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasil/DF As opões aqui são bastante evidentes. Escolha se poderá realizar a manutenção do Portal, sempre que se conectar a ele, e se quer que seja pedido uma confirmação para tal. Deixe mar- cado, caso pretenda usar essa configuração atual para experimentar o Horde/Imp. Servidores Remotos Informe aqui uma lista dos servidores aos quais desejará se conectar, no caso, com o Imp. Outras seções Aqui escolhemos alguns detalhes sobre a interface de texto do editor rich text do Horde e de- cidimos se queremos sincronizar o Horde com algum dispositivo como um PDA, Smarttalk ou Outlook. Para habilitar esse suporte, visite http://wiki.horde.org/SyncHowTo. Essas opções, no entanto, não têm importância. 9.2 Notas finais O Horde é um framework e pode ser utilizado para as mais diversas funções. Este curso teve a intenção de apresentar um de seus usos como exemplo de seu potencial, ao mesmo tempo que revelando alguns de seus segredos de instalação e de configuração. Muito haveria ainda de ser feito para que nosso serviço se tornasse viável e seguro. Mas já podemos enviar e receber e-mails através do IMP/Horde com tudo o que foi feito até então. Vasculhem, cuidadosamente, o framework, especialmente a parte de grupos e permissões, que não é abordada até a versão atual deste curso. Experimentem utilizar os terminais presentes na interface e aprendam a tirar proveito destas facilidades. 42