Sarampo 
Vinicius Monteiro e Brena Paixão
Sarampo/Caxum 
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• Família: 
Paramyxoviridae 
• Gêneros: Morbillivirus 
(Sarampo), 
Paramyxovirus 
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citoplasma 
 A replicação inicia-se pela ligação 
da proteína HN, H ou G do envelope 
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Sarampo
Sarampo 
•Agente Causador 
•Família: Paramyxoviridae 
•Gênero: Morbillivirus 
•Produz fusão celular, levando à 
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Sarampo 
•A imunidade celular é responsável pela maioria dos 
sintomas, mas também é essencial no controle da infecção 
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Epidemiologia 
• Em áreas onde não existe programa de vacinação, as 
epidemias tendem a ocorrer em um ciclo de 1 a 3 anos,...
Epidemiologia 
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o O sarampo é altamente contagioso e é transmitido de pessoa a 
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Síndrome Clínica 
O sarampo é uma doença febril grave. O período de incubação 
dura de 7 a 13 dias, e o pródomo inicia por...
Síndrome Clínica 
Após 2 dias do início da doença, lesões na membrana da 
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Dentro de 12 a 24 horas do aparecimento das manchas de 
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O característico exantema maculopapular de sarampo é causado 
pelas células T do sistema imune que foram direcionadas às c...
Síndrome Clínica 
• Pneumonia 
• Encefalite 
• Sarampo Atípico 
• Panencefalite esclerosante subaguda
o O sarampo pode levar à encefalite de três 
maneiras: 
1. infecção direta dos neurônios; 
2. uma encefalite pós-infecção,...
Diagnóstico 
• Diagnóstico Laboratorial 
• As manifestações clínicas do sarampo são normalmente muito características e 
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Efeitos 
Citopatológicos 
 Células gigantes 
multinucleadas 
 Sedimentos da urina corados 
com Giemsa.
O antígeno de sarampo pode ser detectado em células da faringe ou 
em sedimentos da urina utilizando imunofluorescência; o...
Tratamento, Prevenção e Controle 
o Vacina viva e atenuada de sarampo em uso nos Estados Unidos 
desde 1963 tem sido respo...
Tríplice Viral
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  1. 1. Sarampo Vinicius Monteiro e Brena Paixão
  2. 2. Sarampo/Caxum bAagente Causador • Família: Paramyxoviridae • Gêneros: Morbillivirus (Sarampo), Paramyxovirus (Caxumba) Estrutura e Replicação  Ácido Ribonucleico Fita Simples Sentido Negativo; (nucleocapsídeo helicoidal envolto por um envelope contendo as proteínas virais de ligação)  Proteínas Virais de Ligação: Hemaglutininaneuramnidase [HN], nos vírus parainfluenza e vírus da caxumba; hemaglutinina [H], no vírus do sarampo;
  3. 3.  O vírus tem sua replicação no citoplasma  A replicação inicia-se pela ligação da proteína HN, H ou G do envelope viral ao ácido siálico dos glicolipídeos da superfície celular.  O vírus do SARAMPO pode se ligar a CD46 e/ou CD50 SLAM.  Proteína F – Promove fusão do envelope e membrana plasmática.  REPLICÃÇÃO  NOVOS GENOMAS SE ASSOCIAM A PROTEÍNAS L, N E NP. + PROTEÍNA M. – ASSOCIADOS COM A MEMBRANA FORMA AS GLICOPROTEÍNAS VÍRAIS.
  4. 4. Sarampo
  5. 5. Sarampo •Agente Causador •Família: Paramyxoviridae •Gênero: Morbillivirus •Produz fusão celular, levando à formação de células gigantes. •O vírus é capaz de atravessar diretamente a célula e escapar da ação dos anticorpos. •As inclusões ocorrem geralmente no citoplasma e são compostas de partículas virais incompletas •A infecção normalmente leva à lise celular, porém as infecções persistentes sem a ocorrência de lise podem ser descritas em alguns tipos celulares (p. ex., células do cérebro humano).
  6. 6. Sarampo •A imunidade celular é responsável pela maioria dos sintomas, mas também é essencial no controle da infecção do sarampo. Crianças deficientes em células T que foram infectadas com o sarampo produzem de forma atípica uma pneumonia por células gigantes sem exantema.
  7. 7. Epidemiologia • Em áreas onde não existe programa de vacinação, as epidemias tendem a ocorrer em um ciclo de 1 a 3 anos, quando um número de pessoas susceptíveis é acumulado. • A incidência da infecção tem picos nos meses de inverno e primavera. • Países desenvolvidos • Principal causa de morte em crianças de 1 a 5 anos de idade em muitos países. • Pacientes imunocomprometidos e desnutridos com sarampo podem não conseguir superar a infecção que pode resultar em morte.
  8. 8. Epidemiologia • Em domicílio familiar, cerca de 85% das pessoas suscetíveis expostas são infectadas, e 95% dessas desenvolvem a doença clínica.
  9. 9. o O sarampo é altamente contagioso e é transmitido de pessoa a pessoa através de gotículas respiratórias A ampla disseminação do vírus causa infecção da conjuntiva, do trato respiratório, do trato urinário, de capilares sanguíneos, do sistema linfático e do sistema nervoso central.
  10. 10. Síndrome Clínica O sarampo é uma doença febril grave. O período de incubação dura de 7 a 13 dias, e o pródomo inicia por febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e fotofobia. Essa fase da doença é a mais infecciosa.
  11. 11. Síndrome Clínica Após 2 dias do início da doença, lesões na membrana da mucosa típicas e conhecidas como manchas de Koplik aparecem.
  12. 12. Dentro de 12 a 24 horas do aparecimento das manchas de Koplik, o exantema do sarampo começa atrás das orelhas e se espalha por todo o corpo.
  13. 13. O característico exantema maculopapular de sarampo é causado pelas células T do sistema imune que foram direcionadas às células endoteliais infectadas pelo sarampo e que revestem os capilares sanguíneos.
  14. 14. Síndrome Clínica • Pneumonia • Encefalite • Sarampo Atípico • Panencefalite esclerosante subaguda
  15. 15. o O sarampo pode levar à encefalite de três maneiras: 1. infecção direta dos neurônios; 2. uma encefalite pós-infecção, na qual se acredita que seja mediada pelo sistema imune; 3. uma panencefalite esclerosante subaguda (subacute sclerosing panencephalitis –; SSPE) Causada por uma variante defeituosa do sarampo que foi gerada na fase aguda da doença. O vírus da SSPE age como um vírus lento e causa sintomas e efeitos citopatológicos em neurônios muitos anos após a fase aguda da doença.
  16. 16. Diagnóstico • Diagnóstico Laboratorial • As manifestações clínicas do sarampo são normalmente muito características e raramente se faz necessário a realização de testes laboratoriais para estabelecer um diagnóstico. • As secreções do trato respiratório, urina, sangue e tecido cerebral são as espécimes recomendadas. • É melhor que sejam coletados espécimes sanguíneos e respiratórios durante o pródomo e até 1 a 2 dias depois do surgimento do exantema. • Os anticorpos, especialmente a imunoglobulina M (IgM), podem ser detectados quando o exantema está presente.
  17. 17. Efeitos Citopatológicos  Células gigantes multinucleadas  Sedimentos da urina corados com Giemsa.
  18. 18. O antígeno de sarampo pode ser detectado em células da faringe ou em sedimentos da urina utilizando imunofluorescência; o genoma do sarampo pode ser identificado através da reação em cadeia da polimerase precedida de transcrição reversa (RT-PCR) em quaisquer dos espécimes acima citados. A infecção por sarampo pode ser confirmada quando se observa a soroconversão ou pelo aumento de até quatro vezes do título de anticorpos específicos para sarampo obtidos do soro entre a fase aguda e a fase convalescente.
  19. 19. Tratamento, Prevenção e Controle o Vacina viva e atenuada de sarampo em uso nos Estados Unidos desde 1963 tem sido responsável por uma redução significativa na incidência de sarampo.
  20. 20. Tríplice Viral

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