Apresentação - 8° Feicom

368 visualizações

Publicada em

Apresentação do trabalho sobre Social Branding na 8° Edição da Feicom - Feira de Comunicação da UFG

Publicada em: Mídias sociais
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
368
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
7
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Apresentação - 8° Feicom

  1. 1. Introdução • Nielsen/Ibope: 120,3 milhões de pessoas com acesso à internet no Brasil (2014) • 97% das empresas usam a internet • 39% possuem algum perfil em rede social • Dessas, 80% buscam gerar reputação da marca. • Em sequência: redução de custos para a empresa Gerar relacionamento é apenas o último item apontado.
  2. 2. • No que tange o acesso e número de usuários, o Brasil é o quinto maior mercado de Internet no Mundo e o maior da América Latina • O Brasil concentra 40% da audiência de internet da América Latina e é um dos líderes de engajamento online. Concentramos 29,7 horas de navegação mensais, 7 horas a mais do que a média global. • Enquanto a média global de horas em Redes Sociais não chega a 6 horas, a média brasileira se aproxima de algo em torno de 13 horas • Fonte: ComScore
  3. 3. Redes Sociais e Mídias Sociais • Segundo Torres (2009), as mídias sociais são sites na Internet que permitem a criação e o compartilhamento de informações e conteúdos pelas pessoas e para as pessoas, nas quais o consumidor é ao mesmo tempo produtor e consumidor da informação. Elas recebem esse nome porque são mídias, ou seja, meios de transmissão de informações e conteúdo.
  4. 4. Redes Sociais e Mídias Sociais • A autora Martha Gabriel defende uma diferenciação entre Redes Sociais e Mídias Sociais, na seguinte forma: “As redes sociais são estruturas sociais que existem desde a antiguidade e vêm se tornando mais abrangentes e complexas devido à evolução das tecnologias de comunicação e informação” (2010). • Kotler classifica em duas amplas categorias: Uma é composta pelas mídias sociais expressivas, que incluem blogs, Twitter, You Tube, Facebook, sites para compartilhamento de fotografias como o Flickr e outros sites de netwoking social. A outra categoria é a das mídias colaborativas, que inclui sites como Wikipedia, Rotten Tomatoes e Craiglist
  5. 5. Organização e estrutura • Uma rede social é composta de atores (nodes, ou nós) e laços (ties). Os nós são as pessoas ligadas pelos laços. As conexões estabelecidas entre os atores nos laços interpessoais podem ainda ter uma divisão em três classificações, todas de acordo com a força de tais relações, como sugere Martha Gabriel através da Teoria dos Laços em Redes Sociais: • Os laços interpessoais podem ser de três tipos: fortes (amigos, famílias, pessoas com quem mantemos relações próximas), fracos (conhecidos, pessoas com quem mantemos relações mais superficiais) ou ausentes (pessoas que não conhecemos ou não nos relacionamos). (GABRIEL, 2010:199)
  6. 6. Organização e estrutura • No que tange às conexões que permeiam as ferramentas, podem-se definir três níveis de conexões nas redes sociais: interação, relação e laços sociais. • Na interação existe uma dependência da ação do outro para ocorrer uma reação e ela possui um caráter comunicativo entre o indivíduo e seus pares. • Já a relação, considerada unidade básica de análise de uma rede social, envolve uma grande quantidade de interações. Estas interações podem ser capazes de construir ou acrescentar algo nas relações, mas também podem ser conflituosas e diminuir a força do laço social. • Por fim, o laço social é o resultado da sedimentação das relações estabelecidas pelos agentes; são formas mais institucionalizadas de conexão entre os atores, constituídos no tempo pela da interação social.
  7. 7. • Por fim, os laços fortes e as indicações de parentes e amigos influenciam diretamente na decisão de compra, conforme mostra pesquisa do IBOPE, com base de dados do Target Group Index publicado no final de 2012: O ciclo de influência no momento da compra é liderado pelas opiniões de familiares e amigos. Em seguida aparecem experiências individuais anteriores e a persuasão exercida pela mídia. • A pesquisa também afirma que a internet atua como catalisador da decisão final da compra. Mais da metade (51%) dos consumidores afirmam que podem fornecer muita informação sobre algum tipo de produto na internet; 41% conversam com pessoas diferentes sobre diversos produtos e 33% acreditam que é muito provável que consigam convencer outros indivíduos com suas opiniões.
  8. 8. Branding • Branding significa dotar bens e serviços com o poder de uma marca. Tal método agrega valor financeiro à empresa que se empenha no papel de percepção, relacionamento e sedimentação da marca, como observa Kotler: “Hoje, as marcas representam diversos papéis importantes que melhoram a vida dos consumidores e incrementam o valor financeiro das empresas.”
  9. 9. Branding • Um dos ativos intangíveis mais valiosos de uma empresa é sua marca, e compete ao Marketing gerenciar adequadamente seu valor. Desenvolver uma marca forte é tanto uma arte quanto uma ciência. Requer planejamento cuidadoso e profundo comprometimento de longo prazo, além de um marketing planejado e executado com criatividade. Marcas fortes geram intensa fidelidade do consumidor – e sua essência é um excelente produto. (KOTLER)
  10. 10. Brand Equity • O Brand Equity é um conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo, que se somam e se subtraem do valor proporcionado por um produto ou serviço para uma empresa e/ou para os consumidores dela. (AAKER, 1998)
  11. 11. Brand Equity
  12. 12. As mídias sociais como instrumento de criação de marcas relevantes • As empresas via de regra preferem o uso de Redes Sociais como ferramenta principal de Marketing em ambiente digital, com 81% da preferência para Redes Sociais como Facebook e Orkut, entre outros.
  13. 13. • A presença nas mídias sociais já é um dos onze itens elencados por Kotler como alternativa para construção de reputação e valor para a marca, ao lado de pontos como investimento em propaganda tradicional. Há ainda a benesse do baixo custo nesse sentido. • Além disso, o testemunho de amigos e de outros consumidores passam a ter um peso e valor testemunhal, influenciando ou não na aquisição do produto ou serviço ofertado pela empresa. A propaganda tradicional passa a ter um papel minoritário, para não dizer quase nulo, no processo de compra.
  14. 14. • À medida que as mídias sociais se tornarem cada vez mais expressivas, os consumidores poderão, cada vez mais, influenciar outros consumidores com suas opiniões e experiências. A influência que a propaganda corporativa tem em moldar o comportamento de compra diminuirá proporcionalmente. (KOTLER, 2012)
  15. 15. • Sobre a relação entre o porte da empresa e sua presença em redes sociais, nota-se que há uma alteração da tendência, já que as pequenas empresas possuem o menor percentual e as empresas médias, porém, superam por uma pequena margem a presença de grande empresas, mostrando claramente uma espécie de tendência como diferencial de mercado.
  16. 16. • Porém, o que se nota é que a prática de grande parte das empresas que estão nas redes sociais é concentrar seus esforços apenas em ações de Marketing, negligenciando os potenciais dados que poderiam se converter em melhorias de produto, aperfeiçoamento ou suporte e até mesmo como instrumento de coleta de dados para SIM (Sistema de Informação de Marketing) e CRM (Custom Relationship Manager)
  17. 17. Cases • Um dos cases citados pelo autor André Telles em seu livro “A revolução das Mídias Sociais” foi o da empresa de fast food Burger King através da ação Whooper Sacrifice, criado pela agência Crispin Porter + Bogusky. • A ideia da campanha lançada em janeiro de 2009 era de deletar 10 amigos de sua rede no Facebook em troca de um cupom que daria um sanduíche da Rede Burger King para quem conseguisse. Para isso o Burger King criou um aplicativo no Facebook: “Whooper Sacrifice”.
  18. 18. Cases
  19. 19. Cases • Cada amigo excluído recebia uma mensagem avisando-o que estava sendo trocado por um Whooper, o que deu contornos virais a campanha. Em apenas 10 dias, o aplicativo atingiu 80 mil usuários e quase 234 mil perfis foram “sacrificados” através do mecanismo. • A ação se encerrou após desentendimentos com o próprio Facebook, que entendeu que tal ação promocional ia contra as diretrizes fundamentais da Rede Social.
  20. 20. Cases • Em junho de 2007, (Ricardo) Guerrero inaugurou a Dell Outlet (@DellOutlet), a primeira loja de varejo do Twitter. Em junho de 2009, a empresa divulgou um comunicado de imprensa anunciando que a Dell Outlet havia vendido US$ 2 milhões no Twitter principalmente através do perfil social da Dell Outlet. • A empresa gostou tanto do resultado que abriu duas lojas especializadas no Twitter, a Dell Home Offers (@DellHomeOffers) e a Dell Small Business (@DellSmalBusiness), que funcionavam de forma parecida. Também há sites no Twitter para clientes do Reino Unido e na Austrália. A empresa confirmou que está planejando abrir lojas adicionais no Twitter, incluindo uma para estudantes. (ISRAEL, 2010)
  21. 21. Cases Um estudo de caso nacional é o perfil do Ponto Frio. Através da personificação de seu mascote, o Pinguim do Ponto Frio, o personagem tem grande atuação nas redes sociais como Twitter e Facebook. Além do tom informal e do aproveitamento de ganchos e situações que ganham destaque na internet, o perfil cativa seguidores oferecendo descontos e fazendo sugestões personalizadas de produtos.
  22. 22. Cases • Na imagem abaixo podemos ver o personagem se utilizando de um hit da cantora Anitta para divulgar seu aplicativo de descontos.
  23. 23. Cases • O volume de vendas através de redes sociais alcançou o número de R$ 20 milhões de reais. Conforme relato da reportagem: “Pontofrio estreita relação com consumidores via social”
  24. 24. Concluindo • Concluindo o tema exposto, fica evidente que o crescente uso de mídias sociais no país, em contraste com a presença tímida de marcas e empresas nessas mesmas ferramentas, propicia um vasto campo de possibilidades que podem contribuir na construção, elaboração e sedimentação do valor da marca para os consumidores. • Os estudos de caso apresentados demonstram que ações pontuais, desde que sedimentadas em um relacionamento sincero e colaborativo, propiciam não só um maior valor percebido da marca, mas se mostram eficazes ferramentas de venda no caso de empresas de Varejo.
  25. 25. Concluindo • O Social Branding é uma realidade, como podemos ver no decorrer do artigo, e as diversas estratégias de mídias sociais podem contribuir não apenas com essa construção positiva, como podem ir bem mais além ao ajudar a empresa nos mais diversos departamentos, não apenas de marketing. “A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas. Acontece quando a sociedade adota novos comportamentos.” - Clay Shirky Vinícius Moreira gosmirc@gmail.com @gosmirc

×