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Jose bernasconi - wcis2010

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Apresentação do Sinaenco durante o WCIS 2010

Publicada em: Negócios, Turismo, Tecnologia
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Jose bernasconi - wcis2010

  1. 1. Iniciativas e Necessidades de Obras de Infraestrutura Apontadas pelas 12 Cidades Sede + Rio de Janeiro 2016 José Roberto Bernasconi Presidente - São PauloSP/Setembro/2010
  2. 2. Investimentos necessários A realização da Copa do Mundo no Brasil, em 2014 irá promover ou acelerar investimentos em infraestrutura. Alguns são essenciais, para evitar gargalos no atendimento, como o caso dos aeroportos. Outros estarão voltados para a melhoria de funcionamento das cidades e não especificamente para a Copa, sendo mais importantes como legados. 2SINAENCO – SINCIDATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  3. 3. Copa presencial e virtual Usando os termos da moda podemos dizer que a Copa é muito mais importante como um evento virtual do que presencial. Os jogos da Copa poderão ser acompanhados por milhares de pessoas nos estádios. Mas serão acompanhados por bilhões de pessoas, em todo o mundo, diante dos aparelhos de televisão: – Cada vez maiores e com melhores imagens. – Em 2014 poderão ser assistidos – comumente – em três dimensões. 3SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  4. 4. A infraestrutura essencial Como um megaevento midiático a infraestrutura essencial está: – Nas telecomunicações; – Na energia elétrica. São dois serviços que não podem ter falhas: – “não podem piscar”. Para as transmissões dos jogos é preciso uma infraestrutura no entorno dos estádios: – Só para o “compound tv” o estacionamento dos caminhões de retransmissão são necessários cerca de 35 mil m2. • Essa é uma das condições que o Morumbi tem dificuldade de atender. 4SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  5. 5. A localização dos investimentos Os maiores investimentos nos dois setores essenciais não precisam estar nas cidades-sede. Os principais investimentos para assegurar o suprimento de energia estarão muito distantes das cidades: – Estarão, por exemplo, em Belo Monte ou na usinas do Madeira. – Mas essa energia terá que chegar às cidades por meio das linhas de transmissão e distribuição. Os principais investimentos em telecomunicações poderão estar no sistema de cabos de fibra ótica (melhor definição: H.D.) e nos satélites, muito mais distantes. 5SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  6. 6. A essencialidade aeroportuária Os investimentos nos aeroportos são essenciais, mas não apenas para a Copa 2014. São essenciais porque estão defasados em relação à demanda atual. – E poderão estar mais defasados para o período pós-Copa. 6SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  7. 7. A demanda futura A importância para o Brasil sediar os jogos da Copa 2014 não está apenas na realização de 64 jogos, ou da recepção de cerca de 500 mil turistas estrangeiros, incluindo as delegações dos paises concorrentes, tudo ao longo de apenas um mês. A importância está na visibilidade mundial que esse megaevento midiático proporciona, com a perspectiva de geração de uma demanda permanente e crescente do turismo internacional. 7SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  8. 8. O foco do planejamento A principal carência na infraestrutura está na falta de um adequado planejamento. – Planejar não é apenas montar tabelas com lista de investimentos que já deveriam ter sido feitos antes. – Planejar é decidir por antecipação, com vistas aos atendimentos futuros. • Considerando todo o conjunto de variáveis. O foco do planejamento da infraestrutura brasileira não é a Copa 2014 ou os Jogos Olímpicos de 2016: – É o Brasil de 2017 e anos subsequentes: • O Brasil pós Copa e pós Olimpíadas. 8SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  9. 9. O Brasil 2017 O que será o Brasil de 2017 em diante: – Não basta pensar em PIB – Qual será o papel do Brasil no cenário mundial na década dos vinte? – Como estará situado na “distribuição internacional do trabalho”? • Será um país mais industrializado ou terá sofrido uma “desindustrialização”? Qual será a infraestrutura necessária em 2017 e anos subsequentes para sustentar o seu desenvolvimento? 9SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  10. 10. Brasil Potência Mundial Todos nós esperamos que na década dos vinte o Brasil já seja uma grande potência mundial, situado entre os maiores, em termos de PIB. Sem entrarmos em maiores detalhes sobre os outros setores, precisamos avaliar melhor sobre a demanda efetiva de turistas no pós-Copa, e no pós-Olimpíadas. – Uma demanda maior será natural, mesmo que “nada mais seja feito”, pela visibilidade. – Outra será a demanda ampliada por um planejamento e ações adequadas. 10SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  11. 11. O Turismo de Negócios Cidades-sede da Copa como São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre tem como principal motivo da viagem os negócios. O Rio de Janeiro recebe também um grande volume de turistas de negócios. Brasil Potência ou “o melhor lugar no mundo para investir” são grandes geradores do turismo de negócios. Mas os resultados serão melhores se o Brasil definir o que quer ser quando crescer. 11SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  12. 12. Brasil “locus” de investimentos Se o Brasil se tornar um dos principais países para receber os investimentos internacionais, qual será infraestrutura necessária para recepcionar adequadamente esses investimentos? A própria infraestrutura será um dos setores para receber esses investimentos. Segurança Pública  Essencial. 12SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  13. 13. Privatizações O Brasil não pode continuar tratando a questão da privatização, de forma emotiva, ideológica ou eleitoreira. Aeroportos, portos e outros investimentos em logística são, naturalmente, empreendimentos atrativos para os investidores privados. É preciso viabilizar a maior participação privada nos investimentos em saneamento. Mobilidade urbana é outro setor a ser considerado. 13SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  14. 14. Não atrasar mais Perdemos a oportunidade de planejar adequadamente a infraestrutura para 2014: – Já entramos na fase da correria para recuperar os atrasos. – Sempre com riscos de custos adicionais. Estamos atrasados para 2016? Não podemos perder a oportunidade para um adequado planejamento da infraestrutura para o Brasil da década dos vinte ou mesmo dos cinquenta. 14SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA
  15. 15. Muito Obrigado www.sinaenco.com.br www.portal2014.org.br 15SINAENCO – SINDICATO DA ARQUITETURA E DA ENGENHARIA

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