Visita de cerca de 40 dirigentes de topo da administração pública de Angola: CIOs

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Apresentação feita no dia 26 de Setembro de 2014, em Lisboa, no início do SETIC 2014, que mobilizou cerca de 40 dirigentes de topo da generalidade dos ministérios angolanos. Na sua maioria tratou-se de diretores nacionais da área das TIC que pela primeira vez se reuniram fora do seu país para discutirem as estratégias de e-Government e de IT Governance.
Depois de visitarem em profundidade 9 dos grandes sistemas de informação portugueses: Modernização administrativa, segurança, rede do governo, registos e notariado, cadastro do território, fiscalidade, serviços partilhados, saúde e segurança social, esta delegação terminou com um workshop composto por 5 grupos de trabalho para discutir os seguintes temas:
- Governação e coordenação das TIC: O papel do CIO;
- Integração do atendimento e orientação aos eventos de vida do cidadão;
- Interoperabilidade, repositórios comuns e qualidade da informação;
- Acesso às infra-estruturas tecnológicas e serviços partilhados;
- Da visão á realização: Ferramentas e percursos para fazer acontecer.
Foi para mim um privilégio participar na organização e na dinamização deste importante evento da iniciativa do CNTI, enquanto entidade coordenadora das TIC para a administração pública de Angola. Mais uma vez trabalhei de forma militante para a melhoria dos serviços públicos de um país, promovendo uma verdadeira cooperação bilateral baseada numa rede de confiança, amizade e respeito mútuo. Bem haja a todos os que participaram.

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Visita de cerca de 40 dirigentes de topo da administração pública de Angola: CIOs

  1. 1. 1 Boas vindas Luís Vidigal APDSI
  2. 2. 2 38 visitantes Órgaos de Soberania A>vidade Económica Serviços e-­‐Gov Infraestruturas e Território Órgãos de Soberania 11 • Centro do Governo 2 • Assuntos Parlamentares 1 • Defesa Nacional 2 • Relações Exteriores 2 • Interior 1 • Jus>ça 2 A1vidade Económica 3 • Agricultura 1 • Comércio 2 Seviços 6 • Educação 1 • Ensino Superior 2 • Família e Promoção da Mulher 1 • Finanças 2 Infraestruturas e Território 10 • Administração Território 1 • Ambiente 1 • Energia e Águas 1 • Geologia e Minas 1 • Petróleos 1 • Urbanismo e Habitação 1 • Construção 1 • Telecom. Tecnol. Inform. 1 • DN Viação e Transito 2 e-­‐Government 8 • CNTI 7 • Comissão da Governação Electrónica 1
  3. 3. 3 Pra>camente interessa tudo a todos AMA GNS CEGER IRN DGT AT ESPAP SPMS IISS Centro do Governo X X X X X X X X Administração Território X X X X X X Agricultura X X X Ambiente X X X Assuntos Parlamentares X X X X X X X X Comércio X X X X Construção X X X X Defesa Nacional X X X X Educação X X X X X X Energia e Águas X X X X Ensino Superior X X X X X X X Família e Promoção da Mulher X X X Finanças X X X X X X X X Geologia e Minas X X X X Interior X X X Jus>ça X X X X X X X X Petróleos X X X X X Relações Exteriores X X X X X X Telecom. Tecnol. Inform. X X X X X X X X Urbanismo e Habitação X X X X DN Viação e Transito X X X X
  4. 4. 4 As TIC na Modernização Administra>va nos úl>mos 40 anos
  5. 5. 5 A narra1va da Visita Pessoas Empresas Território Prédios Os Grandes Repositórios Veículos Ter filhos, casar, comprar casa, comprar carro, morrer, etc. Ordenamento do Território, Ambiente, Cadastro, Transportes Licenciamentos económicos Os Eventos de Vida dos Cidadãos e das Empresas e-­‐Gov Recursos • Humanos • Financeiros • Patrimoniais Viver em segurança no pais Obter proteção social Pagar impostos Cuidar da saúde Interoperabilidade e “Balcão Único” Governance Poder Polí1co Administração Pública Universidades Sociedade Civil 5
  6. 6. 6 Referencial para a visita Representações Únicas Processos Básicos orientados a eventos de vida Pensar Global Arquitetura Estratégica de Referência Atuar Local Arquiteturas de Ação Par1lhar Recursos Plataforma Tecnológica
  7. 7. 7 Centros de Dados Recursos do Estado Emprego e Segurança Social Impostos e Alfândegas
  8. 8. 8 Serviços Par>lhados Recursos do Estado Saúde
  9. 9. 9 Interoperabilidade(s)
  10. 10. 10 Auten>cações e Segurança
  11. 11. 11 Programa Boas Vindas Gabinete Nacional de Segurança 08:30– 10:00 10:30– 13:00 14:30– 17:30 22 Segunda 10:00– 12:30 14:30– 17:30 23 Terça 09:30– 12:00 14:00-­‐ 16:00 16:00-­‐ 18:00 24 Quarta 08:45 – 13:00 Workshop E-­‐Gov e Modern Admin Sessões Técnicas Operacionais 26 Sexta Sessões Técnicas Operacionais 10:00 – 13:00 25 Quinta
  12. 12. 12 Grandes desafios para o e-­‐Government
  13. 13. 13 Administração em Rede? Interoperabilidade? É aqui que tudo falha Organizacional “Peopleware” (Vontades) Informacional / Semântica “Infoware” (Língua) Tecnológica “Software” e “Hardware” (infra-estrutura)
  14. 14. 14 Interoperabilidade Interoperabilidade Semân1ca Interoperabilidade Organizacional Processo Básico Interoperabilidade Tecnológica Cidadãos Empresas
  15. 15. 15 Do meu portal aos processos orientados ao cidadão Evento de Vida
  16. 16. 16 Remover as arbitrariedades A verdadeira lei é o algorítmo Recuperar • Accountability • Coordenação • Transparência • Equidade • Imparcialidade New Weberian e post NPM Da incerteza do Mais ou Menos à certeza do Sim ou Não
  17. 17. 17 Redes Sociais Mobilidade Análise de Dados Anytime – Anywhere Just in Time – Just in Case
  18. 18. 18 Não é só a parte visível que interessa... 18
  19. 19. 19 Clouds e Federação de Dados
  20. 20. 20 Gerir as TIC e a Mudança O papel do CIO
  21. 21. 21 Prioridades para a Reforma da Administração Pública em Portugal, através da u>lização das TIC 1. Melhorar a qualidade dos serviços prestados 2. Gerir melhor os recursos disponíveis 3. Reduzir custos de contexto para a sociedade 4. Reduzir tempos de resposta 21
  22. 22. 22 Fatores crí>cos de sucesso para o e-­‐Government 1. Visão estratégica 2. Apoio polí1co 3. Orientação ao cidadão 22
  23. 23. 23 Fatores que mais bloqueiam a interoperabilidade organizacional no e-­‐Government 1. Falta de orientação às necessidades do cidadão 2. Falta de arquitetura dos sistemas de informação 3. Autonomia de gestão
  24. 24. 24 Ganhos de Eficiência e Produ>vidade 24
  25. 25. 25 Saber usar os recursos financeiros Redução da Despesa Redundâncias Desintegração Incoerências Incompatibilidades Conflitos de Poder Desperdícios … Aumento do Investimento Interoperabilidade Partilha Reutilização Tranparência Rapidez Rigor … EFICÁCIA Outputs -­‐ Outcomes EFICIÊNCIA Inputs -­‐ Outputs 25
  26. 26. 26 Modelo de IT Governance Competências necessárias Governo Alinhamento Estratégico Arquitecturas de Gestão, Informação, Aplicacionais e Tecnológicas Administração Pública Gestão de Contratos e Controlo de Qualidade Serviços Par1lhados Mercado Desenvolvimento de soluções Centros de Excelência
  27. 27. 27 Áreas de intervenção dos SI/TI
  28. 28. 28 A dinâmica das a>vidades tradicionais do CIO Conduzir a Inovação Fornecer Mudança Suportar a Infra-estrutura Subcontratação a Fornecedores Externos Integração nas unidades de Negócio Responsabilidades tradicionais de SI/TI Marianne Broadbent & Ellen S. Kitzis – “The New CIO Leader”, 2004
  29. 29. 29 Coordenar é servir os outros “É melhor liderar a par>r de trás e dar o protagonismo aos outros, principalmente quando alcançamos o sucesso” Nelson Mandela
  30. 30. 30 Boa estadia vidigal.luis@gmail.com Telefone: +351 963459044 Skype: luis.vidigal1 Blog: hxp://mudaroestado.blogspot.com Facebook: hxp://www.facebook.com/lvidigal Linkedin: hxp://www.linkedin.com/in/luisvidigal Twimer: @luisvidigal Apresentações: hxp://www.slideshare.net/vidigal

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