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O QUE CHAMAMOS DE AULA?
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Portal do Professor
Assim, a aula,  ao longo da história da Educação  tem sido entendida como...
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E a sala de aula ?
<ul><ul><li>Lugar do acontecimento da aula; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de faz-de-conta; </li></ul></ul><ul><ul><li>...
Desafios
 
&quot;Educação O mais difícil, mesmo, é a arte de desler.&quot;  Mário Quintana
&quot;Nosso paladar de ler anda com tédio.&quot;  Manuel de Barros (1990)
&quot; ...Também anda com tédio nosso paladar de viver e,  porque não dizê-lo,  nosso paladar de pensar.  -Dar a pensar  o...
Esperança Mário Quintana Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que qu...
Algumas Referências BARROS, M. de.  Gramática expositiva do chão . Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1990. CUNHA, M....
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Sala de aula

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO AO PROFESSOR I CURSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DA UFU A AULA COMO MOMENTO DE PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS Profa. Elenita Pinheiro de Queiroz Silva – FACED/UFU
  2. 2. O QUE CHAMAMOS DE AULA? ... ... ... ... ...
  3. 3. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  4. 4. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  5. 5. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  6. 6. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  7. 7. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  8. 8. O QUE CHAMAMOS DE AULA?
  9. 9. A AULA, NA ESCOLA MODERNA... <ul><li>RELAÇÃO INTERPESSOAL </li></ul><ul><li>ESPAÇO-TEMPO </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO </li></ul><ul><li>COMUNICAÇÃO </li></ul>PRESSUPÕE: REFLETE AS CONCEPÇÕES DE: Educação; Conhecimento; Ciência; Formação; Mundo, etc.
  10. 10. As políticas educacionais (sociais) em vigência. MATERIALIZA <ul><li>As propostas curriculares </li></ul><ul><li>Os projetos – planos – planejamentos e avaliação; </li></ul>E, ainda...
  11. 11. Portal do Professor
  12. 12. Assim, a aula, ao longo da história da Educação tem sido entendida como...
  13. 13. <ul><li>“ ... forma predominante de organização do processo de ensino. Na aula se criam, se desenvolvem e se transformam as condições necessárias para que os alunos assimilem conhecimentos, habilidades, atitudes e convicções e, assim, desenvolvem suas capacidades cognoscitivas” (Libâneo, 1993, p. 177) </li></ul><ul><li>RESPONSABILIDADE DO(A) PROFESSOR(A) </li></ul>
  14. 14. <ul><li>“ ... É o espaço e tempo no qual e durante o qual os sujeitos de um processo de aprendizagem (professor e aluno) se encontram para juntos realizarem uma série de ações (na verdade interações), como, por exemplo, estudar, ler, discutir e debater, ouvir o professor, consultar e trabalhar na biblioteca, redigir trabalhos, participar de conferências de especialistas, entrevistá-los, fazer perguntas, solucionar dúvidas, orientar trabalhos de investigação e pesquisa, desenvolver diferentes formas de expressão e comunicação, realizar oficinas e trabalhos de campo.” (MASETTO, 2001, p. 85). </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Espaço de luta, conflitos </li></ul><ul><li>Espaço de síntese e contradição; </li></ul><ul><li>Espaço plural de liberdade e diálogo com o mundo e com o outro; </li></ul><ul><li>“ Construção histórica, produto de um desenvolvimento que inclui outras alternativas e possibilidades.” (DUSSEL & CARUSO, 2003) </li></ul><ul><li>Aula é acontecimento. </li></ul>
  16. 16. E a sala de aula ?
  17. 17. <ul><ul><li>Lugar do acontecimento da aula; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de faz-de-conta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de solidão do professor; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de reflexividade e formação de cidadania; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de interações e parceria; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de poder; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaço de construção científico-cultural. </li></ul></ul>
  18. 18. Desafios
  19. 20. &quot;Educação O mais difícil, mesmo, é a arte de desler.&quot; Mário Quintana
  20. 21. &quot;Nosso paladar de ler anda com tédio.&quot; Manuel de Barros (1990)
  21. 22. &quot; ...Também anda com tédio nosso paladar de viver e, porque não dizê-lo, nosso paladar de pensar. -Dar a pensar o que ainda não pensamos.&quot; Jorge Larrosa, (2004, p. 17)
  22. 23. Esperança Mário Quintana Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano Vive uma louca chamada Esperança E ela pensa que quando todas as sirenas Todas as buzinas Todos os reco-recos tocarem Atira-se E — ó delicioso vôo! Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada, Outra vez criança... E em torno dela indagará o povo: — Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes? E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!) Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam: — O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA... Texto extraído do livro &quot; Nova Antologia Poética &quot;, Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.
  23. 24. Algumas Referências BARROS, M. de. Gramática expositiva do chão . Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 1990. CUNHA, M. I. Aula universitária: inovação e pesquisa. In: DUSSEL, I. e CARUSO, M. A invenção da sala de aula : uma genealogia das formas de ensinar. São Paulo: Moderna, 2003. LARROSA, J. Linguagem e educação depois de Babel . Belo Horizonte: Autêntica, 2004. LEITE, D. B. C. & MOROSINI, M. (ORG.) Universidade futurante : produção do ensino e inovação. Campinas: Papirus, 1997. LIBÂNEO, J. C. Didática . São Paulo: Cortez, 1993. MASETTO, M. T. Atividades pedagógicas no cotidiano da sala de aula universitária: reflexões e sugestões práticas. In: CASTANHO, S. & CASTANHO, M. E. Temas e textos em metodologia do ensino superior . São Paulo: Papirus, 2001. QUINTANA, M. Nova Antologia Poética , São Paulo: Globo, 1998.

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