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Uma história dos povos arabes albert hourani

  1. 1.  Albert Hourani(1915-1993), inglês, filho de libaneses, convertido ao catolicismo na fase adulta. Morreu em janeiro de 1993. Até então fora Membro Emérito de St. Antony'sCollege, Oxford. As suas publicações incluem Uma História dos Povos Árabes (1990) e Islam in Europeanthought (1991). Difundiu seus conceitos, em forma de conferências, na Universidade Americana de Beirute, na Faculdade das Artes e Ciências em Bagdá, em Oxford, e no InstitutdesHautesÉtudes de Túnis.
  2. 2.    Publicada em 1991; Traz uma história aprofundada do desenvolvimento da civilização árabe, contemplado o surgimento do Islã e a formação do Império islâmico; Historiciza o mundo islâmico em diferentes aspectos: político, econômico, cultural;
  3. 3. •Local •Como de origem: Península Arábica era antes: Sociedade politeísta Beduínos •Líder •Início Maomé da Pregação •Sucessão do Profeta
  4. 4.  - - - Parte I – A criação de um Mundo (séc. VII-X) Mostra o quadro social antes do surgimento do Islã; Fala dos Impérios Bizantinos e Sassânidas (Último Império Persa), em que às marges deste, surge o Império Islâmico; Evidencia a formação do Califado que abarcou partes do Império Bizantino, Sassânida e chegou às portas da Europa, na península Ibérica.
  5. 5.    Os árabes possuíam contatos com diferentes povos do mediterrâneo; Segundo Hourani, depois que Alexandre, o Grande, conquistou o Irã e, 334-33 a.C., fazendo com que este estabelecesse ligações mais estreitas com o mundo do Mediterrâneo Oriental, as ideias do mundo grego avançaram para o oriente, enquanto que as de um mestre do Irã, Mani, que tentara incorporar todos os profetas e mestre num único sistema religioso, avançaram para o Oriente. Sob os sassânidas, a doutrina do Zoroastro foi revivida em moldes filosóficos.
  6. 6.     A maior parte da península arábica era esterpe ou deserto; Os habitantes falavam vários dialetos do árabe; Alguns eram nômades criadores de camelo, tradicionalmente conhecidos como beduínos; Não eram liderados por um poder de coerção estável, mas por chefes que pertenciam a famílias em torno das quais se reuniam grupos de seguidores;
  7. 7.      Surge uma linguagem poética comum a partir dos dialetos árabes; Desenvolve-se a partir do uso de uma linguagem rítmica; O árabe é uma língua semita central, parente próximo do hebraico e das línguas neo-aramaicas; Tem mais falantes do que qualquer outro idioma semita, mais de 280 milhões de falantes; Idioma oficial de 22 países, e uma língua litúrgica, em razão de ser a língua original do Corão.
  8. 8.  As mais antigas inscrições árabes, em escrita aramaica, remontam ao século IV, e depois evolui uma escrita árabe
  9. 9.    No início do século VII, criou-se uma nova ordem política, que incluiu toda a península Arábica, todas as terras sassânidas, e as províncias sírias e egípcias do Império Bizantino; Apagaram-se velhas fronteiras e surgiram novas; Nessa nova ordem, o grupo dominate foi formado não pelos povos dos impérios, mas pelos árabes da Arábia Ocidental, sobretudo Meca.
  10. 10.      Uma visão dada por Alá (Deus), por meio do anjo Gabriel; Religião monoteísta, distinta do judaísmo e do cristianismo; Família pertencente a tribo dos coraixitas; Família de mercadores que tinham acordos com tribos pastoris próximos a Meca; Casa-se com Cadija, uma viúva comerciante, e assume os negócios dela;
  11. 11.      Dizia ter recebido uma mensagem enviada por Deus; Surge em torno dele um grupo de crentes; Em 622, devido a situação difícil em Meca, foge para um Oásis localizado 300 km ao norte – Yatreb (Medina); Eis a Hégira, que marca o início da Era muçulmana; Hégira fuga=proteção;
  12. 12. “[…] Assim, Maoméassumiu o papel de profeta, renegou a antigareligiãopoliteísta e passou a pregar a crença a umaúnicadivindade, chamadaAlá. Nascia, assim, o islamismo, cujosseguidoresseriamchamados de muslimin (mulçumanos), ouseja, submetidos a Alá”. http://www1.folha.uol.com.br/mundo/1007229-editor-que-publicou-charge-de-maome-vive-sob-escoltapolicial.shtml
  13. 13.     Em Medina, Maomé começa a acumular poderes e alianças e arquiteta planos para tomar Meca; Com o desenvolvimento da doutrina, Maomé muda a relação com os judeus de Medina; Depois da morte de Cadija, estabelece casamentos com fins políticos; Submete outras tribos
  14. 14. Após a morte de Maomé, cria-se uma dúvida quanto à sua sucessão; Dentre os 3 grupos possíveis sucessores do profeta: 1. Grupo que fizera a hégira com Maomé, ligados por laços endógamos; 2. Homens importantes de Medina, que fizera aliança com ele; 3. Os membros das principais famílias de Meca, de conversão recente 
  15. 15.    Em reunião de colaboradores e líderes, escolheuse um dos primeiros grupos como sucessores do Profeta (khalifa): Abu Bakr, um seguidor e cuja filha (A’isha) era esposa do profeta Maomé; Coloca-se o exercício do poder religioso e político, com uma dimensão maior do que exercido pelo profeta, afirma-se a autoridade pelo poder militar; No fim do reinado do segundo califa, Umar alKhattab, toda a Arábia, parte do Império Sassânida e a província Síria e Egípcia do Império Bizantino haviamnsido conquistadas – cria-se uma teocracia imperial
  16. 16. Os cinco pilares do Islamismo é o nome dado aos cinco principais atos exigidos do Islamismo.  Os cinco pilares são:  Professar e aceitar o credo (Shahada);  Orar cinco vezes ao longo do dia (Salah);  Pagar dádivas rituais (Zakah);  Observar as obrigações do Ramadã;  Fazer a peregrinação a Meca (Haj).
  17. 17.  É uma declaração através da qual o muçulmano atesta que "Não há outro Deus para além de Alá e Maomé é o seu mensageiro". Em contextos ocidentais, a shahada é por vezes chamada de "credo", mas esta frase nunca foi alvo de um debate teológico controverso e não resulta de uma elaboração doutrinal.
  18. 18.        Os muçulmanos devem realizar cinco orações diárias: Ao alvorecer; Depois do meio-dia; Entre o meio-dia e o pôr-do-sol; Logo após o pôr-do-sol; Aproximadamente uma hora após o pôr-do-sol. Os muçulmanos podem realizar estas orações em qualquer local, desde que este seja um local limpo. É obrigatório virar-se no sentido da cidade de Meca para realizar as orações.
  19. 19.  Durante o mês do Ramadã, os muçulmanos abstêm-se de comida, de bebida, de fumar, de relações sexuais ou de pensamentos negativos durante o período que decorre entre o amanhecer até ao pôr-do-sol. As pessoas idosas, os doentes e as mulheres grávidas estão dispensadas deste jejum, mas devem realizá-lo noutra altura ou então alimentar pobres durante um período de dias correspondente aos dias que faltaram ao jejum. As crianças também não realizam o jejum. A primeira vez que um muçulmano realiza o jejum funciona como uma espécie de ritual de entrada na vida adulta. (“Mês do Ramadão foi o mês em que foi revelado o Alcorão, orientação para a humanidade e evidência de orientação e discernimento”. Fonte: Al Corão, 2:185. – nono mês islâmico
  20. 20. BEDUÍNOS Homensnômades do deserto
  21. 21. Após a morte de Maomé, osmuçulmanostiveramquedecidirquemocu paria o lugardeixadoporele. A disputasucessóriaprovocouumahostilidade gratuita entre osmuçulmanos, dividindo-os entre sunitas e xiitas. “OsXiitas, ou “partidários de Ali”(shi „it‟ Ali), eramosquecondicionavamsualealdade à família do Profeta, perpetuadapelosfilhos de Fátima, a únicafilha de Maomé, e Ali, seugenro. Osxiitasnãoadmitiamque o governante fosse um meroadministrador da Lei […] o líderdeveriatambémser um guiaespiritualquecontinuaria a receber a Revelaçãopeloparentesco com o Profeta. […] Para osxiitas, o governofundase em bases teocráticas. Emoposiçãoestavamossunitas. Estes ortodoxoscomeçaram a surgirapós a morte de Maomé, quandoseusensinamentos e a própriaRevelaçãopassaram a serescritos e estudados. […] Para ossunitas, a Revelaçãoestavacompleta. A religião e a políticaestavaminterligadaspelopapel , sobretudo moral, dos califas de zelarempelocumprimento da Lei, semquepudessemextrairdaínenhumtipo de poderdivino. Elaine Senise Barbosa. A encruzilhada das civilizações: católicos, ortodoxos e muçulmanos no Velho Mundo. SãoPaulo: Moderna, 1997. p. 54-5.
  22. 22. As duasimagensmostram a cidade de Mecaemdoismomentos . A menorretrata a cidadeem 1930, já a maior é umafotoatual. Baseadonasimagens e no textoresponda as seguintesquestões: Fé no progresso A Grande Mesquita em 1930 (à esq.) e hoje: a Arábia Saudita investe 345 bilhões de dólares na construção de prédios de luxo e um shopping center, que deram ensejo a uma corrida imobiliária (Fotos Keystone-France/Getty Images e Mustafa Ozer/AFP )
  23. 23. Bibi Aisha, afegãqueteve as orelhas e o narizcortadospelomarido, comocastigoparafugir de casa. (grandevencedora do World Press Foto) Mulher muçulmana praticando esporte
  24. 24. TEXTO 1) […] Meninasproibidas de ir à escola e condenadasaoanalfabetismo. Mulheresimpedididas de trabalhar e de andarnasruassozinhas. […] Mulheres com osdedosdecepadosporcortar as unhas. Casadas, solteiras, velhasoumoçasquesejamsuspeitas de agressões – e tudo o quecompõe a vida normal é vistocomotransgressãosãoespancadasouexecultadas. E portoda parte aquelasimagensquejá se tornaram um símbolo: grupo de figurasidênticas, sem forma e semrosto, coberta das cabeçasaospésnassuastúnicas – as burcas. […] O cenário de IdadeMédianão era umaprerrogativaafegã. Trata-se de umaavenidapermnentementeabertaaos regimes islâmicosquedesejeminterpretarosensinamentos do Corão a ferro e fogo. A isso se dá o nome de fundamentalismo. Hápaíses de Islamismomaisflexível, como o Egito, e outros de um rigor extremo, como a ArábiaSaudita. Para o pensamentoortodoxomuçulmano, a mulher vale menos do que o homem, explica Leila Ahmed, especialistaemestudosdamulher e do OrientePróximodaUniversidade de Massachussetts, nosEstadosUnidos. Um „ínfiel‟ pode se converter e se livrardainferioridadeque o separa dos „fiéis‟. Já a inferioridadedamulher é imutável, escreveu Leila num ensaiosobre o tema, em 1992. O papeldamulher no Islamismo. Veja On line http://veja.abril.com.br/idade//exclusivo/islamismo/ contexto_debate.html 2009 2) […] Nãoexiste a mulhermuçulmana. Existem as mulheresmuçulmanas. Issodepende de váriosfatores, comocondição social e país de origem. A mulhermuçulmanarezacincovezespordia, masnãosãotodasquecumprem, comoemqualquermandamentoreligioso. […] Porque a mulhermuçulmana é vista peloOcidentecomoumamulherque tem menosdireitos, inferiorizada, submissa? Atépelaprópriaveste se associaisso. Para o Ocidente , o fato de a mulherusar o véuésempreassociado à submissão e à ignorância.Jápara a mulhermuçulmana, o vé é entendidocomoalgoque a dignifica, dá valor, queimpõerespeito. É umaideiadiametralmenteoposta à que o Ocidentefaz do véu e daprópriamulher. Quantoaosdireitos e deveres, o Alcorão é bemclaroquandodizque a mulher tem direitossobre o marido e o maridosobre a mulher. O Islãfoiumareligiãoqueinovounosdireitosda mulheremcoisasque a Europasóconseguiuhápouco tempo. A mulher no Ocidentenãovotava. A muçulmana tem essedireitodesde o surgimento do Islã. A mulher tem o direitoaodivórcio e á herança, o que é bemmaisrecentenaEuropa.[…] FabianaFevorini. O véudignifica a mulher. Texto
  25. 25. TEXTO 1) Vincular islamismo a terrorismo é como ligar catolicismo a pedofilia São Paulo, 11 de agosto de 2011 “[…] Para estudiosos de teologia, apósosatentados de 11 de setembro as autoridadesislâmicas se posicionaramfortemente contra o terrorismo, masmotivaçõespolíticasnortearam um esforço do Ocidente de vincularinjustamente a religião a atos de extremaviolência. “Achoque a gentepoderiafazerumamácomparaçãodizendoque o catolicismo é pedófilo, como se a gentepassasse a trataralgoqueacontecessedentro do catolicismocomoalgumacoisacaracterizadora”, segere a professora de pós – graduação de ciênciasdareligiãodaPontíficiaUniversidadeCatólica de São Paulo (PUC-SP) Maria José Rosado Nunes “No meuponto de vista, há um problema do Ocidentenessaidentificação de terrorismo e Islamismo. Isso é umaquestãopolíticaquedeveria ser trabalhada e discutida. Não é justopara o Islamismoessevínculo de terrorismo. O Islãnão é terrorista http://noticias.terra.com.br/mundo/11-de-setembro-10-anos/noticias/0,,OI5279583-EI18316,00Vincular+islamismo+a+terrorismo+e+como+ligar+catolicismo+a+pedofilia.html
  26. 26. TEXTO 2) BIN LADEN: O PIOR INIMIGO DO ISLÃ “A maioria dos muçulmanos compartilha com os não muçulmanos a preocupação com a ameaça do extremismo religioso e o medo do terrorismo. Por mais que se digam identificados com os textos sagrados do Islã, Bin Laden e outros terroristas não são adequadamente muçulmanos. Não são devotos. Nada têm de ortodoxos. Para lançarem-se em suas guerras profanas, eles ignoram ou violaram leis e doutrinas básicas da religião que dizem defender. Eles desrespeitaram os requisitos clássicos do Islã para uma Jihad justa e não reconhecem limites além daqueles estabelecidos por eles próprios. Rejeitaram os regulamentos da lei islâmica sobre os objetivos e meios da jihad: a violência só pode ser proporcional à agressão sofrida; o invasor deve ser repelido com o uso da menor força suficiente para isso; é vedado o ataque a não combatente; a jihad só pode ser declarada por um governante ou chefe de estado. A maioria dos muçulmanos enxerga Bin Laden como o pior inimigo do Islã. Compartilha com os não muçulmanos a preocupação com a ameaça do extremismo religioso e o medo do terrorismo dirigido a suas famílias e sociedades.” Esposito, John L. Veja: EditoraAbril, ed. 2216 – ano 44 – n◦ 19 11 maio de 2011. pp 96-97
  27. 27.    A passagem de uma unidade política para uma sociedade, tendo em vista a contradição dos sistemas de governos descentralizados; Surgem dinastias locais, como os safaridas no Irã Oriental (867-1495); os samanidas no Curasão (Ásia central), tulunidas, no Egito (868-905), etc. Mas isto não é sinal de fraqueza social, pois já se criara um mundo muçulmano cimentado por muitas ligações;
  28. 28.    Comenta a disseminação da língua árabe para outros povos, o que possibilitou o surgimento de um novo tipo de literatura em que se articulou o significado e as implicações da revelação entregue a Maomé; Esta disseminação mudou inclusive a natureza do que nela (língua) estava escrito; O Deus do Corão é transcedente e uno, na obra é investido de atributos – vontade, conhecimento, audição, visão e fala; o Corão é a sua palavra
  29. 29.    Neste período se expande na Anatólia e na Índia, mas perde os territórios na Espanha; Os turcos formam a elite dominante em grande parte do lado oriental do mundo muçulmano; Surge uma vasta divisão política em três áreas: Iraque, em geral ligado ao Irã; Egito, que dominava a Síria e a Arábia Ocidental; e as várias regiões do Magreb;
  30. 30.     Neste período, a maior parte do mundo muçulmano foi integrada em três grandes impérios – dos otomanos, safávidas e dos grãomongóis; Todos países de língua árabe foram incluídos no Império Otomano, com capital em Istambul; O império foi um Estado burocrático e foi, igualmente, a última grande expressão da universalidade do mundo do Islã; No fim do século XVIII, a elite Otomana começa a observar o declínio de poder, em vistas do fortalecimento dos Estados europeus;
  31. 31. A dinastia safávida teve sua origem na “Safawiyyah”, que foi criada na cidade de Ardabil na região do Azerbaijão iraniano. De sua base em Ardabil, os safávidas estabeleceram controle sobre toda a Pérsia e reafirmaram a identidade iraniana da região, tornandose assim a primeira dinastia nativa, desde aquela do Império Sassânida, a criar um Estado unificado iraniano. Apesar do seu desaparecimento, em 1722, os safávidas deixaram sua marca na era atual com a criação e disseminação do Xiismo em grandes partes do Cásucaso e da Ásia Ocidental, especialmente no Irã.
  32. 32. Ímpério Otomano Ficou conhecido como Império Otomano um importanteestado que durou de 1299 a 1922, e que compreendia vastos territórios no norte da África, sudeste da Europa e Oriente Médio. Estabelecido por um ramo dos vários povos turcos que migrou para a península da Anatólia (onde hoje existe o moderno estado da Turquia), o Império Otomano é considerada a última potência global do mundo islâmico até os dias atuais. Seu nome é derivado de um de seus mais importantes líderes, Osman I (ou Otman I), o fundador da Dinastia Otomana, que governaria este complexo, poderoso e diverso estado a partir de várias capitais, sendo a primeira Söğüt, depois Bursa, Edime e finalmente a histórica Constantinopla, cuja conquista em 1453 marca o fim da Idade Média e início daModerna. A característica marcante e explicativa da expansão do império era a tolerância dos otomanos com as tradições e as religiões dos povos conquistados. Sob a administração do sultão em Constantinopla, estavam albaneses, sérvios, búlgaros, gregos, romenos, croatas, árabes, curdos, turcos, berberes, e muitos outros; tais povos tinham várias denominações religiosas, entre elas, cristãos católicos, maronitas, coptas e ortodoxos, muçulmanos sunitas e xiitas, judeus, mandeus, drusos, entre outros. Tal era a extensão de seu território, que este dividia-se em 29 províncias e numerosos estados vassalos (pertencentes ao império, mas que haviam chegado a um acordo com o soberano otomano para manter a estrutura administrativa vigente).
  33. 33. Solimão, o Magnífico – 1520-1566
  34. 34.         Era de dominação da Europa; Expansão do comércio em larga escala; A primeira conquista de um país de língua árabe foi a da Argélia pela França (1830-47); O governo Otomano adotou novos métodos de organização e administração militar, modelados nos da Europa; Tunísia e Egito caem sob controle Europeu, seguidos por Marrocos e Líbia; O advento nacionalista acaba por interferir na própria teocracia dos Estados islâmicos; Segundo Hourani, “tirando raros momentos de levante, as novas ideias quase não alteram a vida das pessoas no campo e no deserto” (p.349) O término da Segunda Guerra Mundial assinalou também o desaparecimento final do Império Otomano.
  35. 35.      Partilha da África - Egito e Magreb; Imperialismo; Cultura do Imperialismo; Ascensão da intelectualidade (intelligentsia); Surgimento do nacionalismo;
  36. 36.      Estrutura de poder do mundo alterada pela II GM; A criação do Estado de Israel assinala uma derrotas dos Árabes; A ideia dominante nos anos 1950 e 1960 foi a do nacionalismo árabe, aspirando a uma estreita relação entre os países árabes; independência do jugo das superpotências e reformas sociais para uma maior igualdade, a exemplo das ideias encarnadas por GamalAbd al-Nasser, governante do Egito; Porém, a derrota de Egito, Síria e Jordânia, em 1967, contra Israel, obliterou tais ideais; Porém, o desenvolvimento do ramo petrolífero, possibilitou um grande desenvolvimento dos países árabes, acabando por atrair migrantes de outros países;

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