Escola normal do rio de janeiro

2.621 visualizações

Publicada em

Trabalho sobre a escola Normal do Rio de Janeiro em estilo neocolonial, foi construída entre 1928 a 1930 pela Sociedade Comercial e Construtora Ltda e projetada pelos Arquitetos Ângelo Bruhns de Carvalho e José Cortez.

Publicada em: Design
  • Seja o primeiro a comentar

Escola normal do rio de janeiro

  1. 1. Ora, o patrimônio [...] é antes de tudo de natureza comunitária, emana de um grupo humano diverso e complexo, vivendo em um território e compartilhando uma história, um presente, um futuro, modos de vida, crises e esperanças. (VARINE, 2012:44)
  2. 2. Ângelo Bruhns de Carvalho • Com atuação profissional centrada no Rio de Janeiro, então capital federal, Ângelo Bruhns de Carvalho (Rio de Janeiro, 1896-1975) foi um profissional de excepcional importância durante as décadas de 1920, 1930 e 1940, pela sua atividade intensa e participação na elaboração de projetos de grande repercussão, tanto no campo da arquitetura, quanto do urbanismo. No campo da arquitetura foi um dos principais expoentes do Movimento Neocolonial, projetando casas e prédios públicos e participando de concursos. Em 1928, participou e venceu o concurso da Escola Normal do Rio de Janeiro, feito em parceria com o arquiteto português José Cortez.
  3. 3. Escola Normal do Rio de Janeiro • Em 1927 o Prefeito adquiriu o terreno da Rua Mariz e Barros e instituiu um concurso para arquitetos para escolha do projeto da Escola Normal. São escolhidos o projeto dos arquitetos Brunhs & Cortez, e a construção, em estilo neocolonial, foi construída entre 1928 a 1930 pela Sociedade Comercial e Construtora Ltda.
  4. 4. Rua Mariz e Barros, 273 Bairro da tijuca, – RJ Implantação • Em uma área de 14.720 m² (originalmente 18.000 m², mas parte do terreno foi doado para formar o Colégio Prado Júnior na década de 60).
  5. 5. Projeto  Planta quadrangular, que se desenvolve ao redor do pátio central em forma de claustro, circundado por três galerias superpostas que dão acesso as salas de aula.
  6. 6. Setorização do pavimento térreo Circulação horizontal Administração (2º pavimento) Circulação vertical Apoio Setor didático Espaço de vivência
  7. 7. Fachada  Quando estamos diante da fachada da escola, vemos elementos compositivos e decorativos, a platibanda curvilínea, as janelas com as vergas à mostra e os elementos vazados lembrando o rococó e o barroco das antigas igrejas do período colonial.
  8. 8. •pátio interno como área de convívio, conforto e de formalidades. •Ao centro uma fonte arremata a composição.
  9. 9. Sala de Aula • Todas as paredes das salas de aula são duplas, com mais de 50 centímetros de espessura, que além de serem estruturais proporcionam conforto ambiental e acústico. Grandes janelas para iluminação natural e ventilação.
  10. 10. Salas de Aula • - A imagem fotográfica enquadrada horizontalmente, na qual alunos da Escola Primária, sentados em grupos organizados. A sala, situada no andar térreo do prédio, é ampla, bem iluminada, com pé-direito alto, imensas janelas envidraçadas e paredes cobertas por murais e cartazes
  11. 11. Salas de Aula • O fotógrafo capta a atitude interessada e ao mesmo tempo organizada dos alunos, que demonstram autonomia e disciplina. Alguns se dedicam à leitura ou escrita, numa atitude mais individualista, mas a disposição das carteiras, favorecendo o agrupamento de alguns deles, sugere uma ação cooperativa e solidária.
  12. 12. Privilegiava a parte administrativa da escola, situada no segundo pavimento, com vista para o pátio, espaço para onde e de onde emerge toda a vida escolar, que poderia, assim, ser mais bem controlada. Esse pavimento abrigava o espaço de poder: a sala da direção, dos administradores, a sala dos inspetores responsáveis pela disciplina, a biblioteca – centro de referência da cultura renovada – e as instalações da Escola de Professores, que ocupava o primeiro lugar na hierarquia dos cursos da instituição, razão maior de sua existência. 2º Pavimento
  13. 13. Corredor • Os corredores, bem espaçosos, foram projetados para que os alunos tivessem a sensação de liberdade total de movimento.
  14. 14. Simetria • A planta é simétrica dos dois lados.
  15. 15. Cobertura • A cobertura em telhas de barro capa e canal e o pórtico de acesso aterraçado são aspectos de destaque da época.
  16. 16. Telhas • Um detalhe interessante é que na varanda do terceiro andar, as telhas das extremidades têm porcelana na parte de baixo. Na porcelana foram pintadas corujas, o símbolo da filosofia.
  17. 17. • Antiga foto aérea mostrando o colégio na época de sua inauguração. Levantamento Fotográfico
  18. 18. Teatro e Auditório
  19. 19. Ginásio
  20. 20. Corredor do Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro
  21. 21. • Subsolo do teatro com pisos da década de 20, lembra períodos conturbados do passado que marcaram a centralização de poder
  22. 22. Uniformes Utilizados na Época
  23. 23. Pé direito alto, arcos e grandes portas em madeira.
  24. 24. Bibliografia http://nossarquitetura.blogspot.com.br/2013/07/instituto-de- educacao-do-rio-de-janeiro.html http://iserj.net/patrimonio-iserj-territorio-vivo/ http://www.inepacnovo.rj.gov.br/modules.php?name=Guia&file=cons ulta_detalhe_bem&idbem=352 http://coisasdaarquitetura.wordpress.com/2010/05/26/ideologia-da- arquitetura-no-rio-de-janeiro-entre-1930-e-1950/ http://dopoucoumtodo.blogspot.com.br/2011/11/evolucao-da- educacao.html

×