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  1. 1. @UFU JVLEaX Velthvys Õ Sapo Terra. ÍÊÃÍBÂO
  2. 2. z a _. .,_fg«_v. _. O Sapo estava com ¡nuito medo. Estava deitado na cama e ouvia barulhos estranhos por toda a parte. Ouvia ranger no armário e restolhar por baixo do chão- «Está alguém por baixo da cama». pensou o Sapo.
  3. 3. .É. 74.7 7 . ; r- . É i í. x v A: A s_ T1,, _ . _ _ñ-F** . _~. -_ 1' _ . _»4 ;99'$ ' ; $'~, , / 1 r ¡ _$334 iii 1 c, 1 A 4.¡ . , _É . na - m
  4. 4. - Que simpático vires visitar-une - disse a Pata- - NIas já é tarde. Ia agora mesmo para a cama. - Por favor. Pata - disse. o Sapo- - Estou com medo. Está um fantasma¡ debaixo da minha cama.
  5. 5. - Que disparate - riu-se a Pata. - Não existem fantasmas. - Isso é que existem - disse o Sapo. - E o bosque também está assombrado. - Não tenhas medo - disse a Pata. - Podes ficar connigo. Eu não tenho medo. E aconchegaram-se os dois na cama. O Sapo agarrou-se ao corpo quentinho da Pata e o medo passou-
  6. 6. '_W Dc repente ouviram raspar no telhado. - O que fo¡ isto? - perguntou a Pata sentando-se de um salto. Logo a seguir ouviram ranger as escadas. - Esta casa também está assombrada - gritou o Sapo. - Vamo-nos embora daqui. E correram para o bosque- . -vr__. _. . ..J
  7. 7. _ 'cx-/ nv-_Ê_ . r . _ Parecia-lhes que havia fantasmas e monstros assustadores por todo o lado.
  8. 8. ?if . . '. t V. p' _L_ . r; - . 69-' . : ÍÍN 'zá. <se: -;w= :eí= :-ssn®; ' ~ _ . . . ., _ _ r. .. / '”-
  9. 9. Lá : acabaram por chegar a casa do Porco. Ainda sent fôlego. , hateran1 à porta. - Quem é? - perguntou uma voz ensonada. - Porco. por favor abre a porta. Somos nós - gritaran¡ o Sapo e a Pata.
  10. 10. - Que aconteceu? - perguntou o Porco, zangado. - Por que é que me vieram acordar a meio da noite? - Por favor ajuda-nos - disse a Pata. - Estamos aterrados. O bosque está cheio dc fantasmas c monstros. O Porco riu-se e disse: - Que disparalc. Vocês sabem muito ben¡ que não existem fantasmas e ITIOIISÍTOS. - Bem, vai lá ver - disse o Sapo. ! I- «. Ao«A.2ACÀpo- _gq-n-¡Jff _ ' 'WW ~4-bh. .
  11. 11. p In O Porco foi à janela, mas não viu nada de anormal. - Por favor, Porco. Podemos dormir cá? Estamos tão assustados. - Está bem - disse o Porco. - A minha cama chega para os três. E eu nunca tenho medo. Não acredito nessas tolices.
  12. 12. E deitaram-se os três muito juntinhos na cama do Porco. «Agora estamos bem», pensou o Sapo. «Assim não pode acontecer nada» Mas não conseguiam dormir, com todos os barulhos estranhos e assustadores do bosque. Desta vez o Porco também os ouvia!
  13. 13. ?Í ; L / L f Íí / X ii f›íçg_. a._*. ___ . _m_ _ _ _, . o _, _ _. ,, ... _.__ , .._. ._, .. Mas felizmente os três amigos animavam-se uns aos outros. Gritaram que não estavam assustados, que não tinham medo de nada. Acabaratn por adonnecer de cansaço.
  14. 14. No dia seguinte. a Lebre foi visitar o Sapo. A porta estava aberta de par em par e não se via o Sapo em lado nenhum. «Que esquisito», pensou a Lebre-
  15. 15. A casa da Pata tambétn estava vazia- - Pata, Pata, onde estás? - gritou a Lebre. Mas não houve resposta. A Lebre ficou muito preocupada. Pensou que devia ter acontecido algun-ia coisa horrível.
  16. 16. Aterrada, correu pelo bosque fora à procura do Sapo e da Pata- Procurou e tornou a procurar, mas não havia, sinal dos seus amigos. «Talvez o Porco saiba onde eles estão». pensou ela.
  17. 17. A Lebre bateu à porta do Porco. Não houve resposta. Não se ouvia nada. Espreitou pela janela e viu os três antigos na cama a donnir. Eram dez horas da manhã! A Lebre bateu à janela.
  18. 18. . _ _. J s. rôs amigos. Lebre. - Socorro! Um fantasma! - gritaram os t Depois viram que era a
  19. 19. x_ . __"v r . -7 7 'j l 1 s"" f; ;›. rv*“. §¡"": í »a 5,/ zg7>^x . . m. ' É_; . vg-ÍÍLÍÇ? ) / IÍ f». , A O Porco abriu a porta e correram os três lá para fora- - Lebre, Lebre - disseram eles -, estávamos com tanto medo- O bosque está cheio de fantasmas e monstros assustadores. - Fantasmas e monstros? - disse a Lebre, espantada. - Isso não existe. 7 “t” 3»
  20. 20. - Como é que sabes? - disse o Sapo, zangado. - Havia um debaixo da minha cama. - Tu viste-o? - perguntou a Lebre calmamente. - Bem, ver não vi - disse o Sapo. Não tinha wir/ o mas tinha ouvido. Falaram de fantasmas e monstros e outras coisas horríveis durante muito tempo.
  21. 21. 4 'I at. : G u O Porco fez o pequeno-almoço. - Sabem - disse a Lebre -. todos temos medo às vezes. - Tu também? - perguntou o Sapo, espantado.
  22. 22. o É ' É A y _. y , . x / Í x r . › ›' --s f __4>f r ' n › -t. Yunse--. .v. ; i -Í q" 1 › s. v «, e -_. _., .., ,. -q . -y - t 1 z . « -, - › j- sv n» . 1 ¡ _a3 . - Claro - disse a Lebre. - Esta manhã fiquei cheia de medo porque pensei que vocês sc tinham perdido. Fez-sc silêncio. BLPB
  23. 23. Depois desataram todos a rir. - Não sejas tola, Lebre - disse o Sapo. - Não tens nada de que ter medo. Nós estamos sempre aqui.
  24. 24. O Sapo e os seus amigos Pata e Porco ouvem uns sons assustadores a meio da noite, ,c aconchegam-se todos na cama do Porco. Mas de manhã é : :Lebre quem apanhaum grande susto: a casa do Sapo está vazia -e em casa do Porco ninguém lhe responde. Pudera - os três amigos estão a dormir profundamente! Esta história do Sapo . ajudará todas as crianças a superar o medo dos ruídos noctumos. Max Velthuijs é um artista holandês de reputação internacional, cujos livros abordam temas importantes com um humor calmo.

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